ria com armação basica em quím1ca. ali no m e n enta o ue determin a L.1 in. 5, 166 i trans eri

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ria com armação basica em quím1ca. ali no m e n enta o ue determin a L.1 in. 5, 166 i trans eri"

Transcrição

1 AÇÃO O I Á ta PROC NO ' _941-0 AUT N LHO REGIONAL DE ENGENHARIA, AR U A RONOMIA CREAlM - TURA E R '0 U; CO LHO c 1C::r"c,,...'AL E 13 V RA FE A O JUIZ L: DR. W L A, ZAlJHY 1- LHO C alh au ar luíza prese açã rdiária vis d rec ecimet e ue s pr,ssiais e desevjva a ivía es cm a u i11za ã tit \ de egeheir eia iseri CREA, em cm a bs eç- de que CaseI réu u Uize regis r d seu pr lssia\s títul de Egeheir e que â exila e a mpresas que pssuam prfissiais técics Egeh iras Qulm\cs se' r g'stradas em eus quadrs, alegad 1 em sí ese. seg l e' e C sejh réu err. r gistra e exi id registr d ria cm armaçã basica em quím1ca. ali m e eta ue determi a L.1 i. 5, 166 i tras eri t U

2 /' llmía d I p -m C elh au ar II í IC ui c R' O la d IS. audieci e c Hiaçã, a I d pts rvertids e partesesp clfi aram as as u dem prduzí. espach saead à fi 1 2/1'\ 5. casiã em ue ra preciadas as prelimiares rgüidas afeda a rea \zaçã de prv testemuhal. Desigada audiêcia de cciliaçã, is ruçã e jul ame, Cselh réu expressame e desistiu a pr uçã da prva requerid I ted etâ sid determiad q e s uts viessem cc\us ara prlaçã de seteça. É E ró O. D CIDO:

3 I XII, l:ll... 2 hei-o ic ", v r Is : 'Ds imi s. Art livre xe clc u ml d terri árl da R pública, se as ca idade ecic e u ras exigêcias previs as a pre e a) as pssui res de diplma q mic idus rí I, químic -dustrial 8gric a u eg 'TO ccedid, Brasil, p scla ficial u ficialmete rec ecida: " ai 1 imprtat Olll"ll~t"' ~ 1' " e r gis ra ri Sbre evluçã h~ ólica da legis\açã, s seguite fats: p casiã d ve. a Leis ra a, de m '0 de 1943, a pr 1 sã d re ulada pel Decret. cm frça da ~' 1 ecre - ctemp\ v. p erl rm t I u \h

4 r u _ u le p rtlr d a as C selh gí ais e erclci da pr lssã de Imic istrs, erate CREA e CRQ uad d ad e uele pr Issiaís egis rads apeas jut a primeir, s se s, v rbis: c a. 1.c A fiscaizaçã e ercíci da r \ssã d qulmic, r guiada decre -ls , ai e Cslldaà das Leis d Traba~h, [u~ 111, api u\,seçã m - será e ercida pel Cselh Federal de Quimíca e pe\ selhs Regi a\ de Qurmica, criads pr esta le1. "Art. 22. Os e eheirs uimlcs regis rads Cselh Regial de E eharia e Arquile ura, s erms d âecr lei , de 10 de jaeir de 1946, deverã ser regis rads Cse Regial de QuímIca uad ua fu ões, cm Qulm\c. assim exigirem." A. 23. ~depedete de seu registr - Cselh Regial de gaharia e Ar uue ura, s tlgehelrs ldustr\ s, m da Idad ím ca. d v r- eg'str r~5'e selh agi d s ivi cm u mi a, ara x cl

5 de 24 de dezmb egeh ir, arqul t u rtigcl 1 a i demi h Ir Vi r. j a ". a Le\ O 5.194, ipli",,-t..- a P'--"'I ~ d II "A.1.. A gr r s' e,pl' huma qu i.prt ITI dimets: a urais; a) aprov'si ame U\i\izaçã f rs meis de lc çã e cmu ícaç ~ c) edificações, serviçs e eq ipa e Ofl urbas. rurais e regia is, s se s aspects écics e a is ics', d) istalaçõe e meis àe acess a cs as. ursas massas de água e extesões errestres. e) dese lvime i dus ria\ e agrpecuáti. Art. 3.. Sã reservadas ex \ s'vamete as rfis i aisef. ids esta L as. em' B' ôes d egeheir. arquitet u ege i -agrôm, acrescidas briga ri ete, das características de sua frmaçâ áslca."., possiv Aali ad, prta t, s 1e\ts d ev\uç-o /6 tr ehum ccluir q e lei X r s p fi h ;, ""...' r"j.ri", "ar \uit..,...".p lia d t.' h r\

6 PODER.JUDICIÁRIO JUstiça federal. Em estud que e basil, 11. elh autr, ti _ lavr P "itq de uz p l d jurista HElY - OPES p receri a _e lstrar tv1eirelles, busc LI "ada exi e I iequivca ete a et ga qu e ac' uimica c E a ge aria tl it mra, mq abr 0, sta ' -, r muits -,- S, i ec sslta d ccu s d qu la a \ d, S8 llg' r a d Di it, sem u haj ecessida d e heír biólg u ege ira advgad s", cresce ad. i a, ]is ar Q segult, verbis: "Ne se iga ue 5 a,. açã deoof - a e ce s terms u expressões utilizads para eumerar a atri uições d e elr, art,o da mesma L i, sa ar: aálises, experimetaça, esai, prduçã técica especializada" idustrial u agrpecuária. 15 pr que e tda aálise, Bxperi etaçâ a\é de ri tureza qulmica. e, p utr lad, a p duçã téci speciallzada, seia setr Id st! 'a, eja agrpecuári, ad i e igualmete parti ipaçã d químic e d ege eira, s m qu, pr iss. as duas prfissóe um só prfissial. pssam cfu ir-se AssIm, a pr lssã d químic é uma e a de egeheir é utra, aida que, pr lei. primeir pssa ex.ercer gra m 'im algumas atividades 'aparetadas" cm as d., im, e v\ce~versa, m razã d su s especializações. cm emstra s s tópics aterires. É esse siciamet que d ve rietar a uações ds ór9'ãsfiscal"zadres da prfissã 1 tat que ccere as pr Issi ais, Qua às empresa ue exerça atividades setr da Química u d Egeharia," (i Estuds e Pareceres de Olreit P' L ) HI L\.JL/UV Et d Mj 11 u ritéri I tltiv"\

7 "p d ca qu la ladr c cr ç d C lv~ c18de ege m 10 ("jp!h1flt"': A sim, le q premissa CRE. s tid d,e ser qua icativ e e Cs lh, ã se cadua m a vtade rratlva t pressupst lógic ara a icutaçã a 00 elh - dei r a ã a graduaçã. a fr açã ulvers, éria, açã a Ieee te a xercíci da atividade prfissial. Csidera REA atecedete de maeira superir a exercíci presete. atual. mmet de será ex\gida a iscr'çã, prfissr -ai para exercíci legal da atividade. Pssivet aqui Haçã de uma seguda premissa setjd da sub ' çã ds prfissiais da área quím'ca. prftss\als que a. am a ativ'dade prfissl I afeita àquela seara, as terms da lei que es impõem registr prflssial ra Aliad-se asslm a premissa iicia\, àe sere "sc it s uadrs d Cselh requerid (erq) pr \ssla\s da are qu'míca eguda, d u suçã tega\, clusã que e im õ.. C ~h r I d vem químics regi trar- e P rat e II u m t, u xe C p ' r d 0\ ci li s -..,..... ".0 ir ui

8 r c d E a a ar. 1 : lc lona R O DERA 2.800/5. DI 1T E GENl'"uIH..IIA. GE I. EGI TRO ROF 1" A su s eia da pa ai la ele as híp6 ases especiais pr ela di ti re ras gerais Isertas a Lei " ctéri \e9a de b' atolí'le. ' dacle regis r Cse Regíal de Química é de ermi ad ãsica u pe a atureza ds serviçs pres ads. 3. O egeheir quim\c que ã e ar a atividade básica rlaciada à ege aria ã es ã brigad a se \scre ar u t a Cselh egial e gehari, Arqurte UI'" e Agrm"a quad suas atividades se equadrarem exclusivame e a área ~ulmical f e desd q e já pssua r gistr CaseI Regial de Quimica. 4. Recurs especial ã prvid." (REsp , ReI. í. C STRO MErRA). A sluçã até aqui ap ada res ve pr d Cselh Regial de Ouímic,mas ã es\ve alua i lais u à cessi ade du \0 regist.. rv q d í' CI AI

9 L ir rqqariejadle a e registr ivld de. ic r re w empr as it e ar dete mie ambé a ataç-, me ma e i calizadra d prfis lal legarmete habilitad. ecarrega a empr a art. 1 )". c'.,,. 32)-- grifei. Maís uma vez raspara e edjmet.,- r uma que tã de lógica; há d ser excl 'd a p 'buidade de brigatriedade de iliaçã crprativa ds prfissia\s mb s Cselhs prfis iais, ricípi d terceir exc\uid I que teh - rfejtame e aplic' vai a cas ccre, bretu prque d uí ica) ds Df S a ~ubsuç- d rm i.1 re e phei "icid t, Ivu... c.:.iluv \.,f t ~LL

10 autr; a pie empresa e p a rg} é um da i S a t ma c izia q e ~ A cr ' d, cm "C m. 16 ICO. a a \agia a,- e a i ds r r \ ascesã d igular e - par l d c a r I u\ar. À. aa:l la juríd C3. a ctrári s be ecca iustir-a de u. \ - - ~. 'I - - Igua tra.amet para dis cass es ec'alme-e gual- " ist é estabelece a Justiça da "gualdade, ( e ' - p rta u jutz de a\ que' que dá e id J '.~'dic. aalgia lá ica, ivó\ er de ma arma. O fudamet d t de vista -e i sse ia lóg"ca é a v,erdade de uma IQald d,a prprçã,em q a aat ia jurídica é a justiça a iguald e." CURSO DE D1Ri O C\V\ll v. \ 7a ediçã" Bibliteca jurfdica Frelt Bast -, $ " sslm, e ed i e isto qualquer ama juríd'c-iegal a determiar as fissia's a pllc"dade de reg\s rs, cclusã a ue heg ela iterpre açã aalógica da.839/80 refrç etedime t pel fa de up er de plicia I cmpreedid a a,ividade fiscalizadra regulame adr e pu: iv, a se exe c\d sb e a atjvidad deuím~c graduad em q 'mica u ege ulm'c a e pa 'v I e cisã, de,ictmia. gr gi U la ar se. RIS NAL D r se viu. é ambém e tedime d JUST\ÇA e ui tetiza eme - Ac.D!mrlt:\la"

11 el lh rs SUl duz d GENHEIRO e uite, b) DE R q regist prf\ssia a. ividade b'sica e s servi s e eüvame e pre ã tad assim "egeheir qu Ic" quflico' b 'gad a regi trar-se C ero/. REG ÃO. ira \ us ria a f\haçã a verb h rá ria, causa. atuahzad CO E O a s cumbete pagame qu!ix em OOA (de pr cet sbre va\r dad à etariamete (Súm. 14 STJ) Custas I x legel!. Seteça sujeita a eexame ece (. P.R.1. ã Pau, d ag d O -

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

1. A cessan do o S I G P R H

1. A cessan do o S I G P R H 1. A cessan do o S I G P R H A c esse o en de reç o w w w.si3.ufc.br e selec i o ne a o p ç ã o S I G P R H (Siste m a I n te g ra d o de P la ne ja m e n t o, G estã o e R e c u rs os H u m a n os). Se

Leia mais

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de APRESENTAÇÃO O T r i b u n a l d e J u st i ç a d e S ã o P a u l o d e s e n v o l ve, d e s d e 2 0 0 7, o P r o j e to P a t e r n i d a d e R e s p o n s á v e l. S u a d i s c i p l i n a e s t á

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/

Leia mais

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde B ra s ília, 26 de s etem bro de 2009 C o ntro le da s P o lític a s de L uiz R ibeiro FU N Ç Ã O D O J O R N A L I S M O J o r n a lis m o é a a tiv id a d e p r o fis s io n a l q u e c o n s is te e

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

Prgrmçã O Mu s u Év r, p r l ém f rcr s s i g ns «vi s i t s cl áss i cs» qu cri m s p nt s c nt ct nt r s di v rs s p úb l ic s qu vi s it m s c nt ú d s d s u ri c s p ó l i, p r cu r, c nc m i t nt

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais Datas Comemorativas White Paper Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais As datas comemorativas podem ser exploradas para rentabilizar o seu comércio, seja ele físico ou online. Dedique

Leia mais

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico Alencar Instalações Resolvo seu problema elétrico T r a b a lh a m o s c o m : Manutenção elétrica predial, residencial, comercial e em condomínios Redes lógicas Venda de material elétrico em geral. Aterramentos

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

Profa. Dra. C ristina Pereira G aglianone

Profa. Dra. C ristina Pereira G aglianone Profa. Dra. C ristina Pereira G aglianone C en t r o C o l a b o r a d o r em A l i m en t aç ão e N u t r i ç ão E sc o l ar U n i v e r si d ad e F ed er al d e S ão P au l o P r o je t o d e L e i 6

Leia mais

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP GIS Gertran Integration Suite Guia de T ransferência de Arquivos Entidade x DATAPREV Versão 1.0 HTTPS G I S G ui a de T ra n sf er ên ci a d e Ar qu i vo s 1/ 8 ÍNDICE ANALÍT ICO 1. INTRODU ÇÃO......4

Leia mais

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO GLOSSÁRIO PREV PEPSICO A T A A ABRAPP Aã Aã I Aí I R ANAPAR A A M A A A Lí Aá S C é ç í ê çõ 13ª í ã. Açã B E F Pê P. Cí ê, ã ê. V Cê Aã P ( á). N í, - I R P Fí (IRPF), S R F, à í á, ( 11.053 2004), çã.

Leia mais

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem Quadro de conteúdos Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano Língua Portuguesa Matemática História Geografia Ciências Naturais Arte Inglês ABC da passarinhada O alfabeto Quantidade A ideia de quantidade Eu, criança

Leia mais

Tópicos Quem é é a a PP aa nn dd ui t t?? PP oo rr qq ue um CC aa bb ea men tt oo PP er ff oo rr ma nn cc e? dd e AA ll tt a a Qua ll ii dd aa dd e e PP aa nn dd ui t t NN et ww oo rr k k II nn ff rr aa

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

Classificação Periódica dos Elementos

Classificação Periódica dos Elementos Classificação Periódica dos Elementos 1 2 3 1 Massa atômica relativa. A incerteza no último dígito é 1, exceto quando indicado entre parênteses. Os valores com * referemse Número Atômico 18 ao isótopo

Leia mais

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I 1 3Mr P e re s, R e s e r h D i re t r I D C B rs i l Br 0 0metr Cis e Bn L rg n Brsil, 2005-201 0 R e s l t s P ri m e i r T ri m e s t re e 2 0 0 7 Prer r Prer r Met e Bn Lrg em 2 0 1 0 n Brs i l : 10

Leia mais

White Paper. Flexibilidade e economia na era IP

White Paper. Flexibilidade e economia na era IP White Paper Flexibilidade e economia na era IP Saiba como utilizar as tecnologias mais modernas de comunicação de voz pela internet para conseguir mais economia e rapidez em telefonia para sua empresa

Leia mais

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira.

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira. Q u a, 3 0 d e J u l h o d e 2 0 1 4 search... REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES Selecione a Edição ANTIGAS C l i q u e n o l i n k a b a i xo p a r a a c e s s a r a s e d i ç õ e s a n

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00004 Sexta-Feira Quit-Feira 08 11 de Março Janeiro de de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Nº

Leia mais

CONTRATO Nº 229/ 2014

CONTRATO Nº 229/ 2014 CONTRATO Nº 229/ 2014 Prestação de Serviços de Consultoria especializada em gestão na área de planejamento estratégico e mapeamento de processos. Que fazem entre si de um lado a Prefeitura Municipal de

Leia mais

J u i n 2 0 0 9 L e ttr e d 'i n fo r m a ti o n n 1 9 E d i to r i al E p p u r si m u o ve «E t p o u r ta n t e l l e b o u g e» m u r m u r a G a l l i l é e s u r s o n c h a m p e s t l a r g e.

Leia mais

16/02/2014. Masakazu Hoji. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Uma Abordagem Prática. 5a. Edição Editora Atlas. Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

16/02/2014. Masakazu Hoji. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Uma Abordagem Prática. 5a. Edição Editora Atlas. Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DMNSTRÇÃ FNNCER Uma bordagem Prática 5a. Edição Editora tlas Masakazu Hoji NTRDUÇÃ À Capítulo 1 DMNSTRÇÃ FNNCER 1.1 dministração financeira nas empresas 1.2 ntegração dos conceitos contábeis com os conceitos

Leia mais

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o NPQV Variável Educação Prof. Responsáv v el :: Ra ph aa el BB ii cc uu dd o ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO 2º Semestre de 2003 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO As atividades realizadas

Leia mais

7a. Edição Editora Atlas

7a. Edição Editora Atlas FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU Pós-graduação em Auditoria, Controladoria e Finanças Disciplina: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO Slide 1 Professor: MASAKAZU HOJI ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Leia mais

White Paper. Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server. O correio eletrônico é uma das ferramentas de

White Paper. Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server. O correio eletrônico é uma das ferramentas de White Paper Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server Entenda como usar melhor a plataforma de correio eletrônico da Microsoft para ganhar mais eficiência na comunicação da sua empresa O correio

Leia mais

! $&% '% "' ' '# ' %, #! - ' # ' ' * '. % % ' , '%'# /%, 0! .!1! 2 / " ') # ' + 7*' # +!!! ''+,!'#.8.!&&%, 1 92 '. # ' '!4'',!

! $&% '% ' ' '# ' %, #! - ' # ' ' * '. % % ' , '%'# /%, 0! .!1! 2 /  ') # ' + 7*' # +!!! ''+,!'#.8.!&&%, 1 92 '. # ' '!4'',! "#$%% $&% '% "' ' '# '"''%(&%') '*'+&%'# ),'#+# ' %, # - ' # ' "%'''' ' * '. % % ', '%'# ''''') /%, 0.1 2 / " ') 33*&,% *"'",% '4'5&%64'' # ' + 7*' # + "*''''' 12''&% '''&")#'35 ''+,'#.8.&&%, 1 92 '. #

Leia mais

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a E M P R IM E I R A MÃO T h e O i ta v os é o e x c lu s i v o h o te l d e 5 e s tre la s q u e co m p le t a e v a l ori za a ofe rta d a Q u i n ta d a M a ri n h a, co n s olid a n d o -a c om o d e

Leia mais

Tendências da Análise de Negócios e do IIBA

Tendências da Análise de Negócios e do IIBA Tendências da Análise de Negócios e do IIBA Moderador Os webinars em português são uma iniciativa do IIBA e do IIBA Brasília Chapter. Contam com a colaboração voluntária de profissionais de AN de todo

Leia mais

Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março. Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março

Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março. Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Física e Química A Prova Escrita

Leia mais

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Belo Horizonte/MG, 21 de junho de 2010 Segmentação A s eg mentação es tá pres ente em todos os mercados, incluindo o mercado do turis mo;

Leia mais

Sistema de Arquivos. Sistemas de Arquivos

Sistema de Arquivos. Sistemas de Arquivos Sistemas de Arquivos Definições Básicas 1.Um arquivo é uma unidade lógica de informação criado por processos. As informações podem representar instruções e dados de qualquer tipo [1]. Exemplo de arquivos.

Leia mais

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana Mundo Geo Connect Seminário Geotecnologia na Gestão Municipal Sessão Desafios para as Prefeituras: o CTM como instrumento de política fiscal e urbana São Paulo, 16 de junho de 2011 Cadastro Territorial

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00034 Sexta-Feira Quit-Feira 22 08 de de Fevereiro Março de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

Leia mais

E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H. Plano de Ação

E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H. Plano de Ação E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H Plano de Ação 1 C O N T E X TO (R es ulta do s R E H U F) D es de s ua c o nc epç ã o o R E H U F tem a tua do : N a fo rm a de Fina nc ia m ento

Leia mais

Fabiano Leoni. William Corbo

Fabiano Leoni. William Corbo Fabiano Leoni William Corbo O CURSO Este é um curso pensado especialmente para líderes inquietos e cheios de vontade de mergulhar fundo em PESSOAS. O curso Cultura & Encantamento pretende fornecer importantes

Leia mais

White Paper. E-mail Marketing: por onde começar?

White Paper. E-mail Marketing: por onde começar? White Paper E-mail Marketing: por onde começar? Primeiros passos para definir o planejamento de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação, é importante criar suas

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE AUDITORIA IA CLÍNICA A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE Auditoria é em um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar

Leia mais

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011 Oferta Significado 2011 Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão Setembro 2011 Data para submissão das Candidaturas: Até 10 de Outubro 2011 Financiamento Formação Geral Micro

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

IN S A In s titu t N a tio n a l

IN S A In s titu t N a tio n a l IN S A : U m a re d e d e 5 e s c o la s s u p e rio re s d e e n g e n h a ria O INS A de Rennes existe desde 1966 R ouen O INS A de Rouen existe desde 1985 O INS A de S trasbourg existe desde 2003 R

Leia mais

Prefeitura Municipal de Gavião-BA

Prefeitura Municipal de Gavião-BA Edição Nº Nº 024/2012 030/2012 Segunda-Feira Quinta-Feira 08 26 de Março Junho de 2012 Rua Irmã Dulce, nº 370 Gavião Bahia CEP: 44650-000. Tel/Fax: 75.3682 2271 CNPJ: 13.233.036/0001-67 www.gaviao.ba.gov.br

Leia mais

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR O Sonho de Renato O Sonho de Renato a e i o u A E I O U so nho de Re na to Eu sou Renato Valadares Batista. Tenho 14 anos. Sou filho de Pedro Batista e Luzia Valadares.

Leia mais

Programa Copa do Mundo 2014

Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Gerente do Programa: Mario Queiroz Guimarães Neto Rede do Programa: Rede de Cidades Objetivo do Programa: Organizar com excelência os eventos FIFA

Leia mais

soluções sustentáveis soluções sustentáveis

soluções sustentáveis soluções sustentáveis soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1

Leia mais

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI REFORMA POLÍTICA Capítulo VI REFORMA QUE O GOVERNO LULA E O CONGRESSO NACIONAL DEVEM PRIORIZAR [espontânea e única, em %] Pe so 1 0 0 % Re fe rê ncia s a re form a s Re form a Agrá ria 7 Re form a Tra

Leia mais

Confronto com as idéias a respeito de literatura infantil

Confronto com as idéias a respeito de literatura infantil AULA S LI T E R A T U R A IN F A N T I L E J U V E N I L LI N G U A G E M D O IM A G I N Á R I O I Pr o f a. Dr a M a r i a Zil d a d a C u n h a I - Introdução A liter a t u r a inf a n t i l e juv e

Leia mais

O siste ma foi de se nvolvido e m C # atra vé s da fe rrame nta Microsoft Visual S tudio 2008. Banco de dados Microsoft S QL S e rve r 2008 r2

O siste ma foi de se nvolvido e m C # atra vé s da fe rrame nta Microsoft Visual S tudio 2008. Banco de dados Microsoft S QL S e rve r 2008 r2 His tó ric o O de s e nvolvime nto do S is te ma Voto E le trônico do Ministé rio P úblico do E stado de S ão P aulo te ve s e u início e m 2009 com a fina lidade de automatiza r os proce ssos e le itorais

Leia mais

Construmat Barcelona

Construmat Barcelona Construmat Barcelona 20 a 24/04/2009 Realização Salvador Benevides Diretor de Rel açõ es Int ernaci onais e Co orden ad or do Pr oj et o de In ov açã o Tecn ológic a da CB IC Coordenação Alexandre Luis

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

Palavra. puxa. menina menina

Palavra. puxa. menina menina menina menina menino menino sapato sapato bota bota uva uva mamã mamã leque leque casa casa janela janela telhado telhado escada escada chave chave galinha galinha gema gema rato rato cenoura cenoura girafa

Leia mais

QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA

QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA 1 2 3 4 5 6 7 1 1 1, 00 2 3 4 Li Be 6, 94 9, 01 11 12 Na Mg 22, 99 24, 31 19 20 K Ca 39, 10 40, 08 37 38 Rb Sr 85, 47 87, 62 55 56 Cs Ba 132, 91 137, 33 87 88 Fr Ra 223,

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco

Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco Procedimento Preparatório n. º 1.26.000.002835/2013-65 Promoção de Arquivamento nº 617-2013/MPF/PRPE/AT PROMOÇÃO Trata- se de proc edimento pre paratório instaurado nesta Procuradoria da Repúb lic a, com

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais

ABRI AS PORTAS A CRISTO (Hino ao Beato João Paulo II)

ABRI AS PORTAS A CRISTO (Hino ao Beato João Paulo II) Órg. 6 11 q = 60 me mf ortas a ris to! Não te mais, não te nhais do: 'scanca rai o vosso cora ção ao mor de Deus. RI POR RIO (Hino ao eato João Paulo II) ortas a ris to! Não te mais não te nhais me do;

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010 UNICAMP 2010 - GEOGRAFIA 13. Ob serve o gráfico abaixo e responda às questões: a) Indi que a(s) re gião(ões) do glo bo com ta xa de es pe ran ça de vi da ao nas cer in fe ri or à mé dia mun di al, nos

Leia mais

Y Zr Nb Mo Tc Ru Rh Pd Ag Cd In Sn Sb Te I Xe

Y Zr Nb Mo Tc Ru Rh Pd Ag Cd In Sn Sb Te I Xe A H,0 Li 7,0 Na 2,0 9 K 9,0 7 Rb 85,5 55 Cs,0 87 Fr (22) 2 2A Be 9,0 2 Mg 2,0 20 Ca 0,0 8 Sr 88,0 56 Ba 7,0 88 Ra (226) Elementos de Transição B B 5B 6B 7B 8B B 2B 5 6 7 A A 5A 6A 7A 78,5 8,0 8,0 86,0

Leia mais

BOLETIM DO CAFÉ Nº 025 - ANO CXXI - 11 DE FEVEREIRO DE 2016. CENTRO DO COMÉRCIO DE CAFÉ DO RIO DE JANEIRO 114 o ANO DE FUNDAÇÃO

BOLETIM DO CAFÉ Nº 025 - ANO CXXI - 11 DE FEVEREIRO DE 2016. CENTRO DO COMÉRCIO DE CAFÉ DO RIO DE JANEIRO 114 o ANO DE FUNDAÇÃO BOLETIM DO CAFÉ Nº 025 - ANO CXXI - 11 DE FEVEREIRO DE 2016 CENTRO DO COMÉRCIO DE CAFÉ DO RIO DE JANEIRO 114 o ANO DE FUNDAÇÃO Orgão Técnico e Consultivo do Governo Federal - Decreto n o 41.082 de 02-03-1957

Leia mais

UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Reconhecido Pela Portaria Nº 1.705 De 18 de Outubro de 2010,

Leia mais

SIG Acesso Público. Manual do Usuário

SIG Acesso Público. Manual do Usuário SIG Acesso Público Manual do Usuário Brasília Dezembro de 2013 Sumário Apresentação......2 1. O que é o SIG Acesso Público?.........3 2. Para acessa r o Sistema............3 3. Conjuntos de Pesquisa de

Leia mais

A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua lida de em D es envo lvim ento de S o ftw a re

A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua lida de em D es envo lvim ento de S o ftw a re Rafael Espinha, Msc rafael.espinha@primeup.com.br +55 21 9470-9289 Maiores informações: http://www.primeup.com.br contato@primeup.com.br +55 21 2512-6005 A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua

Leia mais

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT RECENSÃO COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT [Lígia Noronha, Nelson Lourenço, João Paulo Lobo-Ferreira, Anna Lleopart, Enrico Feoli, Kalidas Sawkar, e A. G. Chachadi (2003),

Leia mais

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL Miguel Correia Pinto e Manuel Mira Godinho Resumo Com os avanços nos domínios da biotecnologia registados nas décadas mais recentes, os conhecimentos

Leia mais

Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião AESBE 10/02/09

Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião AESBE 10/02/09 Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP Associação das Empresas Estaduais de Saneamento Básico - AESBE Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te s t o rn e m -s e a u tô no m o s.

o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te s t o rn e m -s e a u tô no m o s. O r ie n ta ç õ e s In i ci ai s E u, R ic k N e ls o n - P e rs on a l & P rof e s s io n al C o a c h - a c re dito qu e o o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te

Leia mais

Ainda há Tempo, Volta

Ainda há Tempo, Volta Ainda há empo, Volta Letra e Música: Diogo Marques oprano ontralto Intro Envolvente (q = 60) enor aixo Piano Ó Œ. R.. F m7 2 A b 2 E b.. 2 Ó Œ É 2 Ó Œ F m7 2.. 2 2 A b 2 2 Ainda há empo, Volta Estrofe

Leia mais

www.investorbrasil.com

www.investorbrasil.com Proposta curso preparatório para CPA 20 - ANBIMA www.investorbrasil.com Apresentação INVESTOR APRESENTAÇÃO A INVESTOR é uma escola que nasceu da necessidade das pessoas aprenderem as ferramentas e instrumentos

Leia mais

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA Rosário Mauritti Resumo Este artigo começa por analisar a influência das origens sociais nas trajectórias de

Leia mais

P articipação social n o en fren tam en to ao álcool e ou tras drog as.

P articipação social n o en fren tam en to ao álcool e ou tras drog as. I I O F I C I N A PA R A I N ST R U M E N T A L I Z A Ç Ã O D O S M A T R I C I A D O A R E S E M SA Ú D E M E N T A L P articipação social n o en fren tam en to ao álcool e ou tras drog as. M o rg an

Leia mais

Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores)

Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores) Sólidos covalentes C, diamante C, grafite Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores) Sólidos covalentes TEV: rede 3D de ligações covalentes C, diamante (sp

Leia mais

White Paper. Gestão Ágil de Produtos

White Paper. Gestão Ágil de Produtos White Paper Gestão Ágil de Produtos Um bom gestor de produtos de software oferece o suporte e a confiança que a equipe de desenvolvimento precisa Com o advento das metodologias ágeis de desenvolvimento

Leia mais

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Pesqui Odontol Bras 2003;17(Supl 1):33-41 Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Conselho Nacional de Saúde - Resolução 196/96 Pes qui sa Qu a li fi ca ção do pesquisador

Leia mais

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA Pedro Diniz de Sousa Resumo Parte-se de uma definição do conceito de dramatização e da identificação das funções que o discurso dramático pode desempenhar

Leia mais

'!"( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, ".6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # )

'!( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, .6 )) -2 7! 6))  ) 6 #$ ))! 6) 8 9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) !" #$%&& #% 1 !"# $%& '!"( )*+%, ( -. ) #) /)01 01)0) 2! ' 3.!1(,,, " 44425"2.6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 4442$ ))2 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) 44425"2 ))!)) 2() )! ()?"?@! A ))B " > - > )A! 2CDE)

Leia mais

DE PESSOAL DE NÍVEL N. Brasília, Março de 2010 Ministério da Educação

DE PESSOAL DE NÍVEL N. Brasília, Março de 2010 Ministério da Educação Brasília, Março de 2010 I Conferência da ANAMBA e Encontro Regional Americano do EMBA COUNCIL São Paulo, 08 a 10 de março de 2010 A AVALIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE PÓS GRADUAÇÃO TÓPICOS O SNPG e a necessidade

Leia mais

Gerência e Segurança d e R ed es W irel es s Claudia Pereira c lp ereir@ c is c o. c o m 1 Aplicaçõ e s I n t e r at iv as X Aplicaçõ e s T r an s acio n ais 1950s-1990s C a r t a s e me mo r a n d o s

Leia mais

Prefeitura do Município de Carapicuíba Secretaria Municipal de Planejamento Urbano

Prefeitura do Município de Carapicuíba Secretaria Municipal de Planejamento Urbano Prefeitura do Município de Carapicuíba Secretaria Municipal de Planejamento Urbano L e i M u n i c i pa l n. º 2 1 0 7, d e 0 5 d e J u l h o d e 1 9 9 9. Dispõe s o b r e a d i v i s ã o d o ter r i t

Leia mais

CIRCUITO ESTUDANTIL - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SANTO ANTÔNIO. BÁRBARA REIS; JÚLIO KALÉO; JULLIANY PAULA; RAISSA PINHEIRO; TOBIAS DA SILVA.

CIRCUITO ESTUDANTIL - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SANTO ANTÔNIO. BÁRBARA REIS; JÚLIO KALÉO; JULLIANY PAULA; RAISSA PINHEIRO; TOBIAS DA SILVA. CIRCUITO ESTUDANTIL - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SANTO ANTÔNIO. BÁRBARA REIS; JÚLIO KALÉO; JULLIANY PAULA; RAISSA PINHEIRO; TOBIAS DA SILVA. A LINGUAGEM DOS JOVENS E A CONSCIENTIZAÇÃO DO MEIO AMBIENTE ATRAVÉS

Leia mais

ér co pe pa as le so se al tr on ro pr arc lie ond ase ete ole es ima ine red air o ca re uta mito K iro tei K bj or d orei ali tr tio seg as o em ocr at co arc h ong ab chl

Leia mais

! "#" $ %&& ' ( )%*)&&&& "+,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) (5 (6 7 36 " #89 : /&*&

! # $ %&& ' ( )%*)&&&& +,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) (5 (6 7 36  #89 : /&*& ! "#" %&& ' )%*)&&&& "+,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) 3 4 5 6 7 36 " #89 : /&*& #" + " ;9" 9 E" " """

Leia mais

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19 ÍN DICE GERAL P ro g ra m a d a s J o rn a d a s so b re a R e fo rm a d o C ó d ig o d a s S o c ie d a d e s C o m e r c ia is... 5 A p re s e n ta ç ã o... 9 D isc u rso d o M in istro d e E sta d o

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

Inspeção Industrial Através de Visão Computacional. Maurício Edgar Stivanello Paulo César Rodacki Gomes - Orientador

Inspeção Industrial Através de Visão Computacional. Maurício Edgar Stivanello Paulo César Rodacki Gomes - Orientador Inspeção Industrial Através de Visão Computacional Maurício Edgar Stivanello Paulo César Rodacki Gomes - Orientador Roteiro da apresentação 1 Introdução 2 Fundamentação teórica 3 Desenvolvimento do Trabalho

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

PJE - T UT O RIAL PAR A O FI CIAIS D E J U ST IÇA M a r ç o/2013

PJE - T UT O RIAL PAR A O FI CIAIS D E J U ST IÇA M a r ç o/2013 PJE - T UT O RIAL PAR A O FI CIAIS D E J U ST IÇA M a r ç o/2013 O s i st em a d e p rocess o j u di c i a l e le t rô n ico P J E e s tá em im pl antação e m to d o o B ra s i l e at é o f i n a l d e

Leia mais

R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o

R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o C ic lo d e D e b a te s : "1 C liq0 u e Ap a ra n eo d ita s r do eo s tilo Ed o ssta u b tí tu lo to m e s tre d o Id o s o E lia n a M á

Leia mais

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009 MATEMÁTICA 1. O transporte de carga ao porto de Santos é feito por meio de rodovias, ferrovias e dutovias. A tabela abaixo for ne ce al guns da dos re la ti vos ao trans por te ao por to no pri me i ro

Leia mais

======================== ˆ_ ˆ«

======================== ˆ_ ˆ« Noss fest com Mri (Miss pr os simpes e pequenos, inspirdo em Jo 2,112) ( Liturgi I Puus) 1) eebremos n egri (bertur) Rgtime & c m m.. _ m m.. _ e e bre mos n_ e gri, nos s fes t com M ri : & _.. _ º....

Leia mais