UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES FONOAUDIOLOGIA E PSICOMOTRICIDADE JUNTOS NA TERCEIRA IDADE. AUTORA: Claudia Mara de Souza Ribeiro de Carvalho

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES FONOAUDIOLOGIA E PSICOMOTRICIDADE JUNTOS NA TERCEIRA IDADE AUTORA: Claudia Mara de Souza Ribeiro de Carvalho RIO DE JANEIRO, JUNHO DE 2002

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE FONOAUDIOLOGIA E PSICOMOTRICIDADE JUNTOS NA TERCEIRA IDADE ALUNA: Claudia Mara de Souza Ribeiro de Carvalho ORIENTADOR: Jorge Tadeu Vieira Lourenço, M. Sc. RIO DE JANEIRO, JUNHO DE 2002

3 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE FONOAUDIOLOGIA E PSICOMOTRICIDADE JUNTOS NA TERCEIRA IDADE Claudia Mara de Souza Ribeiro de Carvalho Trabalho Monográfico apresentado como requisito parcial para a obtenção do Grau de Especialista em Psicomotricidade RIO DE JANEIRO, JUNHO DE 2002

4 Agradeço ao meu marido (a quem eu amo muito) pelo sacrifício, não somente financeiro, mas também pessoal, por ter concordado em ficarmos distante para que eu pudesse terminar está pós-graduação e também a minha mãe que muito ajudou-me não somente dando um teto para morar como dando forças para que eu fosse até o fim dessa jornada de saudade.

5 Dedico este trabalho à todos os jovens da boa idade que muito ajudaram no conhecimento desta problemática que muito lhes afligem.

6 Quando morre um idoso, perde-se uma biblioteca. (Provérbio indiano)

7 RESUMO Juntamente com a velhice vem a diminuição das funções corporais, que acabam limitando a vida do indivíduo, por isso devemos nos preparar para ela. È usado o termo Terceira Idade para diminuir os aspectos negativos mal interpretados da palavra velho. O reconhecimento da importância da população de idosos é o índice da qualidade de vida o nosso país está a cada dia com um aumento no número da população de idoso, para a próxima década o Brasil deverá ser a sexta população mais idosa do planeta. Está qualidade de vida está diretamente relacionada a vida social que depende de um adequado processo de comunicação é que está intimamente ligado à audição e a sua voz. Devendo por isso os otorrinolaringologistas se preocupar com o paciente como um todo, ou seja, não somente com a laringe mas tudo o que está relacionado com a voz, podendo assim colaborar com o trabalho fonoaudiológico. Por isso, este trabalho irá dissertar sobre o indivíduo na terceira idade e seus problemas de voz, uma vez que está é uma das extensões mais fortes da nossa personalidade. A voz é nosso sentido inter-relação na comunicação interpessoal, um meio essencial de atingir o outro e, a fonoaudiologia tem como objetivo restaurar a melhor voz possível, não somente para o exercício de uma profissão mas também, para a comunicação em geral.

8 SUMÁRIO TEMA: FONOAUDIOLOGIA E PSICOMOTRICIDADE JUNTOS NA TERCEIRA IDADE Introdução... Capítulo 1 Como Envelhecemos Aspectos Biológicos O Processo de Envelhecimento O Por que do Envelhecimento Envelhecimento e Oxidação... Capítulo 2 Aspectos Psicossociais do Envelhecimento Alguns Aspectos Psicológicos Aspectos Sociais da Velhice... Capítulo 3 Voz... Capítulo 4 Presbifonia: Envelhecimento Vocal Inerente à Idade Envelhecimento Vocal e Laríngeo Presbifonia ou Muda Senil... Capítulo 5 Presbiacusia... Capítulo 6 A Menopausa e a Voz A Menopausa As Funções do Corpo e Seus Sistemas Hormônios Esteroídes Sexuais X Voz Agravamento da Voz X Hormônios Voz na Pré-Menstruação X Voz na Menopausa Hormônios X Retenção de Líquido Menopausa X Reabilitação Vocal Tratamento na Menopausa... Capítulo 7 - Programas Voltados para os Idosos A Voz do Idoso e sua Comunicação com a Sociedade Algumas Considerações sobre o Atendimento Fonoaudiológico... Conclusão... Bibliografia... Anexo... Anexo A- Comprovantes Acadêmicos... A.1 De estágio... A.2 De Participação em eventos culturais

9 INTRODUÇÃO Preparar-se para a velhice é, antes de tudo, arma-se para enfrentar as diversas modificações, não apenas físicas, mas também sociais, econômicas e psicológicas que sofrerão. De qualquer forma, a característica mais comum e evidente no envelhecer é a diminuição das funções corporais, que acabam, muitas vezes, limitando a própria vida do indivíduo. O processo de envelhecimento é um processo ativo sendo, de certa maneira, imposto pelo próprio organismo segundo um programa localizado dentro de nosso patrimônio genético e que também recebe influência do meio externo. Ao chegarmos à Terceira Idade carregamos todas as características mais importantes deste processo de amadurecimento que evidentemente varia para cada um de nós. O termo Terceira Idade é preferido por estudiosos, pois sugere a idéia de uma passagem natural, que segue a Segunda Idade, diminuindo os aspectos negativos mal interpretados da palavra velho. O envelhecimento é uma preocupação constante do homem em todos os tempos. Em nossa sociedade, o homem ainda rejeita o envelhecimento, e vive a busca da fonte da juventude. Na sociedade moderna, a Terceira Idade deve estar associada à felicidade, experiência e sabedoria. O objetivo primeiro de uma comunidade atual é a qualidade de vida. O reconhecimento da importância da população de idosos é o índice de qualidade. Estima-se que até o ano 2025 ocorrerá um aumento de 30% na população de idosos do Primeiro Mundo o que representará cerca de 25% da população de adultos. A expectativa de vida do brasileiro vem aumentando gradativamente nos últimos anos, devemos chegar ao próximo século com uma expectativa de 73 anos. Segundo pesquisas, o Brasil deverá ter a sexta população mais idosa do planeta na próxima década.

10 Pode se reafirmar que um dos principais fatores que assegura uma boa qualidade de vida ao idoso é o relacionamento social que depende de um adequado processo de comunicação o que está intimamente ligado à audição e a sua voz. A voz humana sofre modificações durante todo o período de vida. Os pacientes idosos podem apresentar distúrbio da voz devido aos mesmos fatores etiológicos que afetam todos os grupos de idade, entretanto algumas modificações vocais fazem parte do processo normal do envelhecimento do ser humano e não devem ser consideradas como transtornos. Outros exemplos de compensações poderiam ser citados em relação às outras características do envelhecimento da laringe como em relação ao arqueamento das pregas vocais, atrofia muscular, elasticidade dos tecidos, diminuição da capacidade vital que também podem levar esses indivíduos a realizarem compensações e conseqüentemente comprometimentos vocais. Não esquecendo que na mulher ocorrem muitas mudanças nos períodos, pré-menopausa, menopausa e pós-menopausa. Os otorrinolaringologistas, devem se preocupar não somente com o aspecto funcional da laringe mas, também com a audição, o grau de alerta mental, os distúrbios de movimentos, as disfagias e às anormalidades músculos esqueléticas e posturais relacionadas com a voz, o que possibilita, junto à avaliação dos aspectos perceptivos e funcionais realizado pelo fonoaudiólogo, traçar de forma adequada e específica um plano de tratamento que poderá estar centrado em reduzir o uso muscular inadequado, produzido pelo paciente, com a intenção de compensar as modificações que tenham ocorrido, como também desenvolver aspectos terapêuticos amplos e intensivos, baseado na condição da plasticidade neural que possibilita conseqüentemente uma condição de plasticidade vocal, concretizando a atuação do trabalho fonoaudiológico junto aos processos vocais patológicos.

11 As estatísticas apontam que no final do séc.xx haverá um aumento significativo da população com mais de 60 anos no mundo. O que vem sendo comprovado pelo grande interesse em todas as especialidades no estudo da Gerontologia. E sendo esse um tema que já vem sendo trabalhando e, existindo por tanto um conhecimento prático sobre o assunto, no ponto de vista fonoaudiológico se faz importante um aprofundar nos conhecimentos acerca deste, principalmente no que se relaciona a compreensão da voz do idoso e com a chamada senilidade vocal, fazendo um trabalho que poderá ampliar os conhecimentos das pessoas que se interessam por esta área. Esse estudo busca aprofundar a importância da Fonoaudiologia na compreensão da voz do idoso, maximizando a função vocal, através dos recursos de tratamento e aprimoramento vocal, contribuindo para a numerosa população de idosos do próximo milênio com uma melhor qualidade de vida e participação ativa e integrada na sociedade moderna. Conscientizando os idosos e seus familiares da existência de muitos grupos de atividades que os ajudarão a vivenciar essa fase de suas vidas, a chamada boa idade, proporcionando-lhes o resgate como elemento de comunicação e reinserindo-os na sociedade. O objeto deste estudo será indivíduos com idade entre 50 / 80 anos, com dificuldade de comunicação e inserção no meio social, seja ela familiar ou de vida pública (amigos). Será considerado o critério de classificação de pesquisa proposto por Vergara (1998) quanto aos fins e quanto aos meios, isto é, será um trabalho de pesquisa descritiva pois nele será exposto características de determinada população mostrando as metodologias sociais atualmente utilizadas e ao mesmo tempo um trabalho bibliográfico, participante e de pesquisa-ação.

12 Classifica-se como pesquisa bibliográfica, pois se recorrerá a uso de material acessível ao público em geral (livros, artigos, teses, monografias). Como participante pois não se resume somente ao pesquisador. Dela farão parte pessoas implicadas no problema sob investigação. E pesquisa-ação pois, o pesquisador tentará participar da realidade social dos idosos. Podendo até mesmo fazer algumas intervenções. No capítulo 1 serão discutido os aspectos biológicos do envelhecimento, no qual será apresentado o processo de mudança do nosso organismo, no capítulo 2 o tema será o aspecto psicossocial do envelhecimento, aonde será narrado como o idoso é visto pela sociedade, no capítulo 3 o tema é a voz, pura e simples, como ocorre o processo da fonação de um indivíduo. O capítulo 4 abordará o envelhecimento vocal devido à idade. No capítulo 5 será discutido um pouco sobre o problema que a surdez, também devido a idade, causa a voz do idoso. O capítulo 6 tratará um pouco sobre a menopausa e a voz da mulher e no capítulo 7 será abordado algum programa voltado para os idosos.

13 CAPÍTULO 1 COMO ENVELHECEMOS 1.1 Aspectos Biológicos O envelhecimento é determinado por vários fatores. Alguns já desde o nascimento (fatores genéticos ) outros que se desenvolvem durante a vida ( podendo ser revertidos ou minimizados ) exercendo influência no curso do envelhecimento, sua intensidade e rapidez. Todos os seres vivos envelhecem, ou seja, passam por mudanças e se aproximam cada vez mais da morte. Mas cada um envelhece ao seu modo. A vida do ser humano é dividida em dois processos, o processo de desenvolvimento que, vai até os 25 anos e tem como objetivo garantir a perpetuação da espécie, depois este processo dá lugar ao processo de envelhecimento, que tem início em torno dos anos e ganha velocidade a partir dos 40 anos. 1.2 O Processo De Envelhecimento Ocorre um desequilíbrio entre o número de células que degeneram e morrem e as que vão substituí-las. É progressivo e degenerativo, com redução das frentes de defesas perante as variações ambientais e perda das reservas funcionais. É universal, intrínseco (não é determinado por fatores ambientais, apesar de receber influencia deles). Período em que apresentam doenças e patologias que podem ser reversíveis porém não são observadas em todas as pessoas. Apresenta um ritmo variado não somente para cada pessoa mas, também para cada um dos nossos órgãos. Começam em órgãos diferentes, em partes diferentes e com ritmo de mudança diferente entre células e tecidos.

14 Devido ao excesso de variabilidade individual nos possíveis marcadores do envelhecimento, apresentamos uma idade cronológica e outra biológica que não podem ser medidas, vai depender muito da velocidade média do seu relógio biológico. Como o ser humano não possui nenhum marcador de idade, temos de nos basear nos documentos para estabelecer a idade cronológica. 1.3 O Por Que Do Envelhecimento Por ser um processo muito complexo, não pode se dizer que envelhecer é um comprometimento funcional das células de um ou outro sistema. Mas, que provavelmente seja devido a múltiplos mecanismos, sendo definido como um processo progressivo, do declínio das funções celulares e metabólicas, que leva a uma diminuição da expectativa de vida, podendo portanto ser considerando como um processo de causas endógenas e exógenas. Mas, estudos recentes sobre o envelhecimento atribuem este fenômeno a causas endógenas, que interferem com os mecanismos moleculares que conservam ou transmitem a informação, seja do nível genético ou epigenético e que exteriorizam seu efeito, seja sobre as células perenes que sobre as capazes de proliferar sempre. Geneticamente, nós envelhecemos como nossos pais, quer dizer supõe-se que exista uma programação genética do envelhecimento biológico. Afinal todos os seres são originários de uma célula resultante do encontro das características contidas nas células sexuais de nossos pais. A célula precisa de boas condições de trabalho garantidas pela manutenção de suas funções vitais para que possa gerar células saudáveis, qualquer rasura na matriz da fita celular produzirá células diferentes, inadequadas e doentes. Nosso corpo apresenta as células não perenes (conservam ao longo da vida a capacidade de serem substituídas por células novas e são classificadas como lábeis e

15 estáveis) e as células perenes (que não apresentam a capacidade de serem substituídas). As perenes condicionam o processo de envelhecimento, por não se replicarem estão sujeitas a envelhecer com uma progressão regular, sendo assim elas necessitam de maior atenção quando o assunto é envelhecimento. 1.4 Envelhecimento E Oxidação As reações químicas que ocorrem dentro das células, responsáveis pela manutenção da vida celular, nos oxidam, enferrujam-nos por dentro, chamadas de radicais livres. Esses radicais levam a destruição dos componentes vitais da célula. Os antídotos, no entanto, são capazes de neutralizar os radicais, eles variam de uma célula para outra, sendo que as células perenes, por não serem substituídas, necessitam de uma maior quantidade desses antídotos. Com o envelhecimento ocorre uma diminuição de antídoto, deixando o organismo vulnerável à ação dos radicais livres. Devemos então considerar o tipo de vida de cada indivíduo, pois de acordo com ela, haverá um aumento ou não na produção destes radicais, assim como diminuição à defesa contra eles. Uma alimentação excessiva em gorduras, alimentos refinados, em conservantes e corantes, em álcool, uma vida de movimento que esteja entre extremos: sedentária ou hiperativa, um temperamento extremamente ansioso e hostil, cheio de altos e baixos são todos exemplos de situações que aceleram o processo oxidativo e podem acelerar o processo de envelhecimento e aumentar a vulnerabilidade do organismo ao aparecimento de doenças.

16 Nosso organismo, com o passar do tempo muda muito. Mudanças morfológicas causam mudanças funcionais, que podem alterar a eficiência de todos os órgãos. No envelhecimento saudável ou senescência as alterações funcionais são gradativas e permitem que as células se adaptem ao novo ritmo, sem ruptura, mantendo qualidade de vida. Para tanto, precisamos ajudar a natureza a nos ajudar, adotando conscientemente hábitos saudáveis, produtos da nossa maior atenção, sensibilidade e conhecimento.

17 CAPÍTULO 2 ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DO ENVELHECIMENTO 2.1 Alguns Aspectos Psicológicos Existe uma diferença entre o processo biológico progressivo de modificações morfológicas e fisiológicas de todos os seres vivos, que irá limitar paulatinamente a capacidade física e orgânica até provocar a morte, e o processo sociocultural, que atribui às pessoas um determinado status e estabelece diferentes significados sociais à sua condição, conforme sua contribuição seja ela econômica ou social para a sociedade. No processo biológico, trata-se do envelhecimento propriamente dito e o sociocultural, trata-se da velhice, uma invenção social. Os dois estão extremamente interligados e se influenciam pois, o processo biológico do envelhecimento é cercado de determinantes sociais. O desgaste físico e orgânico do envelhecimento biológico condiciona também o status ocupado e seus papéis, qualificando-as ou desqualificando-as, ou ainda, interferindo em suas condições de autonomia e independência. Por estarem extremamente interligados, torna-se difícil o conhecimento de onde começa um e termina o outro, assim como separar o que é psicológico do que é social na questão da velhice. A vida humana se constitui numa série de acontecimentos interrelacionados e, que mesmo quando isolados, sofrem a influência de todo um contexto socioambiental no qual se insere o indivíduo. A situação de equilíbrio é constante no processo de vida, mas muitas vezes é pouco percebido pelas pessoas em geral. É uma situação facilmente detectada pelos jovens, pois se beneficiam da proteção da sociedade e pelo seu esforço em produzir, passando assim por vários processos, de improdutividade para produtividade, de dependência para

18 independência e etc. Com o pensamento no futuro sentem-se psicologicamente motivados e cheios de esperança neste estágio do ciclo da vida humana, manhã da vida que termina por volta dos 35 a 40 anos. Inicia-se então a meia idade, tendo como tarefa primordial consciente o realinhamento da existência em torno de outro conjunto de valores. Transposto esse estágio no ciclo da vida, onde geralmente ocorre a inversão dos valores cultivados durante a manhã da vida começa, por volta dos anos, a instalarse a tarde da vida, neste estágio acentuam-se as mudanças no domínio psíquico. Na maturidade e na velhice, certas modificações ocorrem no íntimo do indivíduo. Ocorre a diminuição do entusiasmo e da motivação, sendo portanto um grande desafio psicológico para o homem a adaptação à velhice. 2.2 Aspectos Sociais Da Velhice São múltiplas as variáveis sociais que interferem na questão da velhice. Um dos fenômenos que mais têm chamado a atenção no seio da sociedade brasileira tem sido o extraordinário crescimento da população maior de 60 anos. Tal crescimento tem sido atribuído a mudanças do padrão reprodutivo no Brasil. Com o aumento da população feminina mais receptiva ao planejamento familiar e com maior acesso aos meios contraceptivos, houve uma diminuição das taxas de fecundidade, gerando como conseqüência imediata o envelhecimento da população. Associados a esta redução, existem outros fatores, como por exemplo, a diminuição das taxas de mortalidade, traduzindo-se num aumento do número de pessoas que atingem a idade avançada. Isso tudo tem um significado social muito sério e conseqüências extensas na questão do envelhecimento e da velhice.

19 Com isto houve um aumento na população considerada economicamente não ativa, crescendo no país a razão de dependência e, a tendência é que este número cresça cada vez mais com o passar dos anos. Outro aspecto a ser pensado é a respeito da perspectiva da vida social de homens e mulheres, em termos de sua situação de idosos, que não são nada animadoras. Estes fatos dão o suporte necessário para demonstrar que o discurso gerontológico ganha cada vez mais consistência e significado deixando de ser um mero recurso humanista a respeito da condição do idoso, para se transformar em grito de alerta, no sentido de que se tomem já as medidas necessárias ao enfrentamento de um problema que representa uma bomba relógio de efeito retardado, de altíssimo poder de destruição social e econômica, cujo mecanismo detonador já está acionado.

20 CAPÍTULO 3 VOZ A voz humana é produzida na laringe por uma estrutura semelhante a um lábio, denominada pregas vocais verdadeiras. Estas são pregas flexíveis, formadas de músculo e ligamento. Quando submetidas à pressão de ar vinda dos pulmões, as pregas vocais abremse e fecham-se rapidamente, criando pequenos sopros ou pulsações. Essas pulsações fazem com a coluna de ar acima da laringe vibre. O tom laríngeo é seletivamente ampliado e modulado na garganta, boca e nariz. Este processo de "filtragem" é chamado ressonância. Para que ocorra uma emissão correta da voz é necessário que haja uma respiração correta, e as pregas vocais tenham uma boa tonicidade para que sua movimentação ocorra de forma ideal. A respiração ideal é a costal diafragmática, pois provoca o alargamento da base dos pulmões, permitindo maior entrada de ar e menor contração da musculatura torácica, pescoço e parte inferior da face (mandíbula e língua). (MARCHESAN, 1993). A voz é formada de vários tipos de sons, que iram depender do ponto do trato vocal em que o fluxo de ar é constringido gerando assim os sons chamados fricativos, plosivos, que podem ou não apresentar sons, quer dizer podem ser surdos ou sonoros.

21 CAPÍTULO 4 PRESBIFONIA: ENVELHECIMENTO VOCAL INERENTE À IDADE Antigamente, a expectativa de vida das pessoas era muito aquém do que hoje. Leden (1977) acredita que: a longevidade aumentada da nossa população geriátrica nos traz tantos desafios quanto oportunidades. Talvez, no futuro, o maior desafio não seja tanto o de adicionar anos às suas vidas, e sim o de adicionar vida a seus anos. Dentre as inúmeras transformações que ocorrem na vida do idoso, uma delas é a presbifonia, ou seja, o envelhecimento da voz. A fonoaudiologia também tem direcionado sua atenção na compreensão da voz do idoso e da chamada senilidade vocal ou presbifonia (presbys, do grego = homem velho; phoneo, do grego = vocalizar ou emitir sons). Os avanços das pesquisas sobre o envelhecimento e as informações obtidas permitem uma melhor compreensão sobre o processo vocal idoso e algumas tentativas de definição de modelos. Tais descrições e modelos, segundo Hollien (1987) deveriam oferecer uma compreensão sobre a natureza do envelhecimento vocal, uma possível estruturação dos processos envolvidos, noções básicas para o desenvolvimento e a manutenção de um bom uso de voz na fala e no canto de indivíduos idosos, e, finalmente, fundamentos para um treinamento efetivo ou uma reabilitação vocal, quando necessários. O conhecimento desses aspectos torna-se útil não somente para desenvolver um programa de reabilitação da comunicação, mas também para ajudar a compreender as implicações e penalidades sociais que sofre um indivíduo cuja deteriorização vocal reforça o estereótipo do idoso. 4.1 Envelhecimento Vocal E Laríngeo O declínio da voz ocorre de forma paralela ao restante do corpo. Não há um estudo longitudinal sobre este assunto, o que encontramos é uma tentativa de classificação de

22 Schrager (1966), apresentando seis fases de evolução de acordo com as características vocais: a) Neonatal do nascimento aos 40 dias de vida. Neste período ocorrem emissões com freqüências elevadas, ataques vocais bruscos e forte intensidade, com modulações reduzidas. b) Primeira infância do segundo mês de vida até os seis anos. Ocorre a diminuição dos ataques vocais bruscos e começa a aparecer a modulação da voz, coincidindo com o funcionamento hormonal. c) Segunda infância dos seis anos ao início da puberdade. As variações vocais são muito mais amplas e chegam a uma oitava e meia de extensão. d) Puberdade Ocorrem as características vocais de diferenciação sexual, mais notáveis em meninos, isto é, a muda vocal. e) Estabilização do jovem ao adulto. Voz estável e com características próprias de cada sexo. f) Senescência Período da menopausa e do envelhecimento. Neste período observa-se uma alteração mais precoce na mulher e mais marcada na voz cantada. Ocorre perda de agudos, diminuição na extensão vocal, decréscimo na potência e redução no número dos harmônicos. Já Aronson (1990), num excelente resumo sobre a evolução da voz da infância à terceira idade, aponta as seguintes características: 1. As manifestações vocais da emissão ao nascimento, da dor, da fome e do prazer podem ser diferenciadas entre si. 2. A partir do nascimento a laringe aumenta de tamanho e descende no pescoço, acompanhando um decréscimo na freqüência fundamental. 3. As diferenças vocais entre os sexos são insignificantes até a puberdade, quando a voz masculina decresce em quase uma oitava,

23 enquanto a voz feminina cai de 3 a 5 semitons. 4. Nos homens e mulheres adultos a freqüência fundamental continua a decrescer, entretanto, nas idades mais avançadas, a freqüência da voz masculina começa a ascender, o que não se observa na voz feminina. 5. As pregas vocais passam por alterações estruturais na terceira idade, o que consiste de atrofia, redução de massa, edema e desidratação da mucosa. 6. Estudos perceptuais demonstram que os ouvintes podem identificar sujeitos idosos pelo som de suas vozes; entretanto, os estudos também demonstraram que vozes de pessoas idosas que estão em boas condições de saúde são difíceis de serem distinguidas de vozes de falantes jovens. Leden e Alessi (1994) fazem um resumo geral dos estudos feitos sobre o processo de envelhecimento vocal. Os autores citam: a) As primeiras observações sobre a ossificação das cartilagens da laringe datam do fim do século XX: Chievitz, em 1882; Scheier, em 1902 e Fraenkel, em b) Imhofer, em 1912, fez um estudo histológico da laringe envelhecida, e dois anos mais tarde descobriu mudanças involutivas no tecido elástico. c) Em 1923, Max Nadoleczny divulgou seus estudos sobre o tremor na voz. d) Em 1931, Kofler publicou seus extensivos estudos histológicos sobre a laringe envelhecida. Suas observações foram: calcificação e ossificação das cartilagens; atrofia dos tecidos macios; redução e interrupção das fibras elásticas e depósito de material gorduroso. As mudanças no epitélio da laringe foram parecidas com as encontradas na pele dos idosos. e) Carnevalle-Ricci, em 1937, mostrou mudanças na laringe em relação à idade.

24 f) Bach e cols. (1941) apresentaram o artigo de maior importância sobre o envelhecimento da voz, pois confirmaram mudanças degenerativas definidas nos músculos da laringe de pessoas velhas atribuídas a distúrbios vasculares devido à alimentação insuficiente. Considera-se como período de máxima eficiência vocal dos 25 aos 40 anos, sendo que a partir dessa idade uma série de alterações estruturais na laringe, com maior ou menor impacto vocal podem ser identificadas. O início da presbifonia, seu desenvolvimento, e o grau de deterioração vocal dependem de cada indivíduo, de sua saúde física e psicológica e de sua história de vida, além de fatores constitucionais, radicais, hereditários, alimentares, sociais e ambientais, incluindo aspectos de estilo de vida e atividades físicas. 4.2 Presbifonia Ou Muda Senil Presbifonia é o processo de envelhecimento vocal. Luchsinger e Arnold (1965) dizem que com a redução do estrógeno a voz da mulher no envelhecimento também sofre mudanças, sendo que em algumas este fato ocorre somente na menopausa. Mas não há dúvidas de que ao envelhecer a voz perde seu brilho, poder e habilidade de alcançar tons altos, a voz feminina, por exemplo, tende a reduzir e chegar a tons baixos, semelhantes ao masculino e também ficar fraca e trêmula. Leden (1977) diz que: Como diz Boone (1982) a comunicação é uma necessidade vital para a habilidade do indivíduo de funcionar no ambiente e de ajustar-se a mudanças situcionais. Enquanto a vasta área de comunicação inclui sentidos tão variados quanto à visão, o olfato, o tato, a audição, e o paladar, a nossa sociedade depende muito da comunicação verbal para que haja uma interação efetiva. a pessoa idosa não tem necessariamente um problema vocal, porém o processo de envelhecimento pode contribuir para muitos problemas vocais. Cifelli (1986) relata que o envelhecimento da voz começa quando algum tipo de patologia provoca transtornos irreversíveis no mecanismo fonatório. Behlau e cols. (1988)

25 utilizam o termo presbifonia para designar a deterioração vocal limitada às mudanças relacionadas à idade, sem que haja outro tipo de patologia associada. Foi realizada uma pesquisa com alguns idosos na faixa de 73 anos e com queixa de dificuldade de comunicação e inteligibilidade de fala reduzida. Após 4 meses de tratamento, por meio de fonoterapia, com intervenção em quatro áreas: qualidade vocal, dinâmica fono-articulatória, fatores correlatos e fatores ambientais. Ocorreu uma melhora subjetiva, confirmada por análise vocal.

26 CAPÍTULO 5 PRESBIACUSIA A deficiência auditiva gera no idoso um dos piores distúrbios de comunicação, fazendo com que ele não possa desempenhar seu papel na sociedade pois, com a diminuição da audição ocorre também um declínio na compreensão de sua fala o que irá comprometer sua comunicação com todos os que o cercam. O processo de senescência (envelhecimento fisiológico) apresenta as principais alterações do ouvido na terceira idade, levando geralmente à diminuição da audição (Presbiacusia). Essa diminuição pode ter várias causas, como: a otosclerose; as intoxicações por alguns tipos de medicamentos; otites; acidente vascular encefálico; tumores; e até mesmo pelo acúmulo de cerúmen (ou cera). (RAMOS,2001) O processo de envelhecimento que atinge a audição não é considerado patológico, mas sim uma perda natural de função. A otosclerose, por exemplo, é um processo de envelhecimento dos ossículos que formam o sistema auditivo, e que não leva à surdez, mas sim a uma perda parcial que se mantém estável, não tendendo à piora, sendo uma alteração auditiva do tipo condutiva. Pode ser acompanhada de zumbido, o que em geral ocorre nos dois ouvidos, levando a uma piora devido ao estado emocional, ansiedade e nervosismo. (RAMOS, 2001) Quando o zumbido está de um só lado, e há diminuição auditiva acentuada, em geral pode ser sintoma de pequenos tumores localizados na região do ouvido. (RAMOS, 2001) Com o passar do tempo vamos perdendo nossa sensibilidade auditiva, passamos a ouvir porém a não entender, podendo ser alguns dos sintomas desta perda de audição conhecida como presbiacusia, ou perda auditiva decorrente do processo de envelhecimento. (RUSSO,1988).

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