UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Celso Luiz Gonçalves dos Santos Junior

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Celso Luiz Gonçalves dos Santos Junior"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Celso Luiz Gonçalves dos Santos Junior ANÁLISE DA INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM GRUPO DE VIVÊNCIA DE VOZ JUNTO A CORALISTAS DE 50 A 90 ANOS Curitiba 2009

2 2 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Celso Luiz Gonçalves dos Santos Junior ANÁLISE DA INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM GRUPO DE VIVÊNCIA DE VOZ JUNTO A CORALISTAS DE 50 A 90 ANOS Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Distúrbios da Comunicação da Universidade Tuiuti do Paraná como requisito para obtenção do Grau de Mestre. Orientadora: Profª. Dra. Kelly Cristina Alves Silvério Curitiba 2009

3 3 TERMO DE APROVAÇÃO Celso Luiz Gonçalves dos Santos Junior ANÁLISE DA INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM GRUPO DE VIVÊNCIA DE VOZ JUNTO A CORALISTAS DE 50 A 90 ANOS Esta dissertação foi julgada e aprovada para a obtenção do título de Mestre em Distúrbios da Comunicação do Programa de Mestrado em Distúrbio da Comunicação da Universidade Tuiuti do Paraná. Curitiba, 27 de Março de Profª. Dra. Bianca Zeigelboim Mestrado em Distúrbios da Comunicação Universidade Tuiuti do Paraná Orientadora: Profª. Dra. Kelly Cristina Alves Silvério Universidade Tuiuti do Paraná Profª. Dra. Lucia Figueiredo Mourão Universidade Estadual de Campinas Profª. Dra. Gisele de Ataíde Massi Universidade Tuiuti do Paraná

4 4 AGRADECIMENTOS A Deus, meu Senhor, toda a minha gratidão e louvor. A meu pai, Celso, que com sua determinação ensinou-me a pensar e logo realizar. A minha mãe, Rosemari, que me ensinou a importância de sonhar, às vezes, os sonhos realmente tornaram-se realidade. A minha querida Valzinha, por sempre estar ao meu lado e pela paciência e ler e revisar este trabalho. A todos os meus familiares e amigos que, direta ou indiretamente, me apoiaram na concretização deste objetivo. A Profª Dra. Bianca Zeigelboim, Coordenadora do Mestrado em Distúrbios da Comunicação, por possibilitar e incentivar a realização deste trabalho. A minha orientadora, Profª Dra. Kelly Cristina Alves Silvério, por acreditar e confiar em meu trabalho, pela sua competência e paciência que foram indispensáveis na construção desta dissertação, meu muito obrigado. A Profª Dra. Gisele de Ataíde Massi, minha admiração e agradecimentos pelos conselhos, opiniões e ensinamentos compartilhados. Profª Dra. Lucia Figueiredo Mourão, pelas observações pertinentes ao crescimento desta dissertação, muito obrigado. A todos os professores, coordenação, secretárias e colegas do Mestrado em Distúrbio da Comunicação da UTP, estes que sempre me incentivaram com palavras de esperança e carinho de que todo o esforço seria recompensado, os meus agradecimentos.

5 5 Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo. Isaías 41:13

6 6 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA O ENVELHECIMENTO O ENVELHECIMENTO VOCAL GRUPO DE CANTO E DE VIVÊNCIA DE VOZ NA TERCEIRA IDADE METODOLOGIA CASUÍSTICA PROCEDIMENTO Grupo de Vivência de Voz Atividades de Vivência de Voz Análise Estatística Normas RESULTADOS QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO VOCAL NA TERCEIRA IDADE Mudanças da voz com a idade Problemas vocais, tratamento e cuidados específicos com a voz PROTOCOLO DE ÍNDICE DE DESVANTAGEM VOCAL (IDV) QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO ANTES E APÓS A VIVÊNCIA DE 44 VOZ Percepção quanto à alteração da voz antes e após a vivência de voz Caracterização das mudanças percebidas na voz antes e após a vivência 45 de voz Hábitos vocais e de saúde relatados antes e após a vivência de voz Dificuldades no canto percebidas antes e após a vivência de voz Mudanças no canto percebidas após a vivência de voz DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES e ANEXOS... 71

7 7 LISTA DE TABELAS, GRÁFICOS E FIGURAS TABELA 1 MÉDIA DOS ESCORES DOS DOMÍNIOS DO IDV E VALOR DE P, SUBDIVIDIDOS EM FAIXAS DE IDADE, ANTES E APÓS VIVÊNCIA DE VOZ n= TABELA 2 DISTRIBUIÇÃO DA AMOSTRA ANTES E APÓS A VIVÊNCIA DE VOZ RELACIONADA ÀS MUDANÇAS PERCEBIDAS NA VOZ n= TABELA 3 DISTRIBUIÇÃO COMPARATIVA DA AMOSTRA ANTES E APÓS A VIVÊNCIA DE VOZ RELACIONADA A HÁBITOS DOS SUJEITOS n= TABELA 4 DISTRIBUIÇÃO DA AMOSTRA ANTES E APÓS A VIVÊNCIA DE VOZ RELACIONADA À DIFICULDADE EM ALCANÇAR TONS MUSICAIS n= GRÁFICO 1 DISTRIBUIÇÃO DA AMOSTRA QUANTO À PERCEPÇÃO DA MUDANÇA DA VOZ COM A IDADE n= GRÁFICO 2 DISTRIBUIÇÃO DA AMOSTRA QUANTO À CARACTERIZAÇÃO DAS MUDANÇAS DA VOZ COM A IDADE n= GRÁFICO 3 DISTRIBUIÇÃO DA AMOSTRA QUANTO AOS TIPOS DE PROBLEMAS VOCAIS n= GRÁFICO 4 DISTRIBUIÇÃO DE SUJEITOS QUANTO AO RELATO DE PROBLEMA VOCAL, TRATAMENTO, CUIDADO ESPECÍFICO COM A VOZ E TRABALHO DE IMPOSTAÇÃO OU TÉCNICA VOCAL n= GRÁFICO 5 DISTRIBUIÇÃO COMPARATIVA DA AMOSTRA ANTES E APÓS A VIVÊNCIA DE VOZ n= GRÁFICO 6 CARACTERÍSTICAS DAS MUDANÇAS PERCEBIDAS NA VOZ DURANTE O CANTO APÓS A VIVÊNCIA DE VOZ n= GRÁFICO 7 MUDANÇAS PERCEBIDAS NA LARINGE APÓS A VIVÊNCIA DE VOZ n=

8 8 RESUMO Objetivo: Analisar a intervenção fonoaudiológica por meio de grupo de vivência de voz junto a corais da terceira idade. Metodologia: Foi realizado um estudo prospectivo com 65 sujeitos integrantes de corais, sendo 92% do sexo feminino e 8% do sexo masculino, com idade entre 51 e 90 anos (média de 66,4 anos). Os sujeitos responderam antes e após a intervenção o Questionário de Auto-avaliação da Voz na Terceira Idade e o protocolo de Índice de Desvantagem Vocal (IDV). A intervenção fonoaudiológica foi por meio de Grupo de Vivência de Voz, sendo um encontro semanal de 30 minutos, perfazendo um total de 20 encontros. Foram trabalhados: saúde vocal, ressonância, ataque vocal, intensidade, altura, modulação, articulação, coordenação pneumofonoarticulatória, aquecimento e desaquecimento vocal. Resultados: O questionário de auto-avaliação revelou que 53,84% dos sujeitos percebem mudanças na voz com a idade. As características mais relatadas foram: a voz era mais fina (30,77%), mais clara (20%), mais forte (15,38%) e mais afinada (12,31%). A rouquidão (23,08%) e perda da voz (13,85%) foram os problemas de voz mais relatados. O IDV revelou um índice leve com significância para o domínio funcional na faixa etária de 71 a 90 anos. Segundo a percepção dos sujeitos, após a vivência de voz houve melhora significativa da rouquidão (p=0,00), voz fraca (p=0,00), voz grave (p=0,00), maior controle da intensidade (p=0,02) e freqüência (p= 0,00). Além das mudanças de hábitos deletério a saúde vocal (p=0,00) e no canto significativa melhora da extensão vocal (p=0,00). Conclusão: O trabalho realizado contribuiu para o aprimoramento da autopercepção, promoção e manutenção da saúde vocal, apesar das limitações vocais inerentes à idade. Palavras-chave: voz, idoso, avaliação de processos (cuidados de saúde), qualidade de vida

9 9 ABSTRACT Objective: To analyze speech therapy intervention by means of voice-experience groups for old-agers chorale members. Methodology: A prospective study with 65 old-agers chorale members, 92% female and 8% male was carried through, with ages from 51 to 90 years of age (average: 66,4 years). Subjects answered before and after the intervention a Old-Age Voice Self-Evaluation Questionnaire and the protocol Index of Vocal Disadvantage (IDV). Speech therapy intervention was done by means of a Voice Experience Group with weekly meetings of 30 minutes, in a total of 20 meetings. We worked vocal health, resonance, vocal attack, intensity, height, modulation, articulation, pneumophonoarticulatory coordination, and vocal warmup and cooling. Results: The self-evaluation questionnaire showed that 53.84% of subjects perceive changes in voice due to age. The characteristics more perceived were: voice was acuter (30.77%), clearer (20%), stronger (15.38%) and sharper (12.31%). Roughness (23.08%) and voice loss (13.85%) were the most common voice problems. IDV presented a small rate with significance for the functional domain in ages from 71 to 90 years. According to the perception of subjects, after the voice experience there was a significant improvement of roughness (p=0.00), weak voice (p=0.00), sharper voice (p=0.00), a greater control of intensity (p=0.02) and frequency (p= 0.00). Besides changing habits harmful to vocal health (p=0.00) both daily and while singing, there was a significant improvement of vocal extension (p=0.00). Conclusion: The work contributed to the improvement of self-perception, promotion and maintenance of vocal health, in spite of vocal limitations inherent to age. Keywords: voice, old age, evaluation of processes (health care), quality of life

10 10 1 INTRODUÇÃO A voz é o espelho da personalidade, e a senescência poderá ofuscar a imagem refletida. (GREENE,1989) O envelhecimento da população mundial tem sofrido modificações significativas quanto ao aumento da expectativa de vida. Este fato está diretamente ligado ao progresso da medicina, acarretando uma profunda mudança no perfil demográfico da sociedade. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a atual expectativa de vida é de 66 anos, e até 2025 passaria a ser de 73 anos (OMS, 2000). No início do século XX, o tempo de vida médio do brasileiro era de 33 anos, em 2000 saltou para 70,5 e em 2003 passou para 71,3 anos. Em pouco mais de 20 anos essa expectativa cresceu em média 8,8 anos, sendo de 7,9 anos para homens e 9,5 anos para mulheres, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2004). O número de pessoas com idade superior a 65 anos já ultrapassa os 10 milhões e estima-se que até o ano de 2020 essa proporção triplique, colocando o Brasil em sexto país em número de idosos. No Paraná a situação não é diferente da realidade brasileira, pois este estado ocupa o segundo lugar em número de idosos entre os estados da região Sul do Brasil e em Curitiba o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), traçou no ano de 2006 o perfil da população idosa residente na capital paranaense, com o objetivo de possibilitar a adoção de políticas públicas mais eficientes. Segundo esta pesquisa, Curitiba tem atualmente idosos, o que representa 8% da população curitibana e pouco mais da metade, 56% se encontra na faixa dos 60 a 69 anos, dos quais 59% são mulheres, 62% são responsáveis pelo domicílio e 63% utilizam o Sistema Único de Saúde - SUS. (IPPUC, 2006).

11 11 Outrossim, ao se observar os dados supra citados é possível afirmar que o envelhecimento está intrinsecamente relacionado à modificação da incidência e prevalência de doenças na população, a velocidade com a qual este processo vem ocorrendo deverá determinar grandes dificuldades para a sociedade em lidar com o novo perfil epidemiológico que aos poucos se sobrepõe, sem substituir completamente o perfil que antes predominava. Sendo assim, é imprescindível investir em programas de suporte aos idosos e cuidadores, com o oferecimento de serviços como centros-dia e hospitais-dia e de apoio em áreas de alimentação, transporte, assistência médica, serviços de orientação e atividades culturais. No tocante a ações preventivas e de reabilitação realizadas nas unidades de saúde, estas são impreteríveis para manter ou para resgatar a autonomia de idosos e poderão ter grande impacto na saúde dessa população (GUARIDO e RAMOS, 2003). Tendo em vista a proposta deste trabalho, convém destacar que a sustentação teórica foi inspirada no sóciointeracionismo, tendo como pano de fundo a concepção de linguagem constitutiva do sujeito que segundo Bakhtin (1986), a língua não é um código autônomo, estruturado como um sistema abstrato e homogêneo, tampouco preexistente e exterior ao falante, mas sim é um fato social, histórico, desenvolvida de acordo com as práticas sociais. Tal afirmação vem balizar a atividade em grupo à medida que esta é facilitadora do processo terapêutico promovendo assim o acolhimento, o vínculo e a troca de experiência entre os participantes, além incentivar a tomada de posição quanto à mudança de hábitos deletérios a saúde, fator determinante à qualidade de vida. Neste contexto, a Fonoaudiologia ocupa um papel extremamente importante, à medida que sua atuação promove o aperfeiçoamento da linguagem

12 12 como um todo. Destaca-se a voz neste estudo por se tratar de algo inerente ao homem e fundamental para o relacionamento interpessoal, uma vez que qualquer manifestação patológica neste aspecto altera a saúde fundamentalmente pelo sofrimento, pela perda ou insucesso da importante capacidade de processar a produção e expressão de suas ideologias e do poder de, pela palavra, criar e transformar o mundo (ANDRADE, 1994; BERTACHINI et al.2002; COSTA e MATIAS, 2005). Com o passar do tempo a voz se reveste de características inerentes a idade e sofre deterioração vocal típica do envelhecimento e tem um grande impacto, e muitas vezes, reforça o estereótipo do idoso (BEHLAU, 2001; POLIDO, MARTINS e HANAYAMA, 2005). As principais características da senescência vocal dizem respeito às alterações anatômicas da laringe: calcificação e ossificação gradual das cartilagens e atrofia dos músculos laríngeos intrínsecos, que resulta na mudança da velocidade, resistência, estabilidade, força e coordenação, além de outras alterações como da capacidade respiratória, do batimento cardíaco e da velocidade da condução nervosa (BEHLAU & PONTES,1995; ERNST, 2001; XIMENES FILHO et al. 2003; GORHAM e LAURES, 2006). Em função das características descritas, evidencia-se a importância e a necessidade de instrumentalizar programas de assistência fonoaudiológica aos idosos, visando à qualidade de vida promovendo a melhoria da linguagem como um todo, objetivando detectar, prevenir, minimizar e reabilitar possíveis alterações no padrão de articulação, na mobilidade do sistema motor oral, deglutição, padrões de linguagem e voz. Além disso, Pinho (2003), Costa e Matias (2005) alertam que não

13 13 são comumente encontrados estudos sobre a eficácia do trabalho vocal no indivíduo idoso e ressaltam a importância da atuação fonoaudiológica nesta população. Desta forma, os grupos de vivência de voz propiciam vivência e exploração da própria voz, quanto ao processo de conhecimento da voz, descobrindo os limites e potenciais vocais de cada participante, bem como explora as qualidades vocais no uso da voz, prevenindo alterações decorrentes do mau uso ou abuso vocal (CHUN et al, 2000). Adaptar os grupos de vivência de voz a corais de terceira idade pode levar os sujeitos a explorarem todos estes aspectos na prática cotidiana do canto em grupo (ALVES, BRAGA e PESSONI, 2002; ROCHA, AMARAL e HANAYAMA, 2007). Portanto, o presente estudo tem como objetivo realizar uma análise da intervenção fonoaudiológica por meio de grupos de Vivência de Voz junto a corais da terceira idade, realizando um estudo prospectivo com a aplicação de questionário de Auto-avaliação da Voz na Terceira Idade (adaptado de CASSOL & BEHLAU, 2000), e o protocolo de Índice de Desvantagem Vocal (IDV) desenvolvido por Jacobson et al. (1997) aplicados antes e após intervenção.

14 14 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 O ENVELHECIMENTO Como processo natural do envelhecimento, o indivíduo passa por modificações fisiológicas, com maior fragilidade e vulnerabilidade a intercorrências patológicas, nos aspectos biológicos, psicológicos (afetivo, emocional e cognitivo) e sociais. Em se tratando do equilíbrio funcional do corpo ao desafio do cuidado de si, o processo de saúde e doença dos idosos transita por concepções de um discurso no qual o olhar está voltado para os processos orgânicos que garantem a saúde e que, em caso de falência, denunciam a doença, para um olhar cujo foco passa a ser a responsabilidade individual para se evitar a doença e manter a saúde. Grande parcela da população idosa não considera o envelhecimento como processo normal fisiológico do ser humano e concebem tal etapa da vida como patológica ou incapacitante, e acabam desenvolvendo disfunções ou incapacidades que normalmente estão relacionadas com a perda progressiva dos sintomas orgânicos, às múltiplas condições mórbidas, e a hábitos não saudáveis praticados no decorrer da aviada. Para tanto a senescência é determinada por fatores intrínsecos, podendo ser influenciado também por fatores extrínsecos e ambientais (VIEIRA, 1996; MAC-KAY,1998; MAZZEO et al.,1998). As representações dominantes veiculadas sobre a saúde-doença são particularmente concebidas pelos médicos. Uma categoria hegemônica na elaboração tanto do conhecimento, como na imposição de normas e atitudes a respeito do corpo e na definição social da saúde e da doença (ASSIS, 2002; AGUIAR & NASCIMENTO, 2005).

15 15 Para a medicina acadêmica, o corpo humano é considerado uma máquina e cada órgão uma peça para o funcionamento da engrenagem, ou seja, a doença acontece no plano físico, aloja-se num órgão e assim deve ser tratada ou reparada e desconsidera-se que a doença resulta de um processo de inter-relação biológica, socioeconômica, cultural e psíquica que permeia o contexto da história de vida do ser humano. (VERAS, 2004; NASCIMENTO, 2006). Desse modo, a compreensão do significado global do processo saúdedoença não pode fundar-se apenas nas concepções acadêmicas, negando, muitas vezes, as condições sociais e culturais do ser humano, separando o sujeito do seu contexto, de sua experiência existencial, de sua classe e dos condicionantes de sua realidade (NETO, 1999; ZIMERMAN, 2000). No aspecto social, destacam-se as perdas de papéis ocupacionais significativos, muitas vezes com restrição à participação no contexto familiar, a pretexto das mais variadas intenções e justificativas. O idoso tem como resposta às suas expectativas atenção evasiva, ausência de oportunidades e possibilidades, como se não pertencesse ao ciclo normal da vida. Conforme vão atingindo certos patamares etários e contribuindo de forma diferenciada no processo de produção econômica, ou de representação de papéis sociais, o homem vai sendo mais ou menos prestigiado pelo sistema de gratificações existente, condenada ao julgo e ao relego social (MARKSON, HOLLIS-SAWYER, 2000). Em um contexto de importantes desigualdades, os idosos não encontram amparo adequado no sistema público de saúde e previdência; acumulam seqüelas das doenças crônico-degenerativas e complicações dela decorrentes, desenvolvem incapacidades, perdem autonomia e qualidade de vida (CHAIMOWICZ, 1998).

16 16 Pollak e Vieira (1996) atentaram para o papel da memória como instrumento de reconstrução de identidade, à medida que o indivíduo tende a definir seu lugar social e suas relações com os outros a partir de sua história. Boswell (1992), Rowe e Kahn (1999), definiram a expressão envelhecimento bem-sucedido como um processo em que são encontrados vários fatores que permitem aos indivíduos continuar a funcionar efetivamente, tanto física quanto mentalmente. Os autores asseveram a importância do ato de aprender para manutenção das funções mentais. Afirmaram, ainda, que é possível os idosos se interessarem e terem sucesso no contato com novos conhecimentos, rompendo o mito de que a aprendizagem na velhice é impossível. Stano (2001) referiu que o contexto de aprendizagem na terceira idade aponta para um espaço possível da construção da qualidade de vida, à medida que proporciona ao idoso a crença em si mesmo e na sua capacidade de aceitar e vencer desafios, promovendo assim a transformação do envelhecer, da passagem de uma condição vulnerável a uma condição saudável, com a participação cada vez mais efetiva do idoso em grupos que promovem alfabetização, aprendizagem, memória, atividade física, social e cultural, voltado para esta faixa etária. Tal participação gera mudanças, e ao se engajarem nesses movimentos, depois de algum tempo descobrem que suas vidas sofreram uma reviravolta, evidenciando-se uma transformação e reformulação do cotidiano da pessoa idosa.

17 O ENVELHECIMENTO VOCAL Com o avanço da idade a voz sofre deterioração típica do envelhecimento e se reveste de características inerentes que causam um grande impacto, e muitas vezes, reforçam o estereótipo do idoso. Recebe o nome de presbilaringe o envelhecimento laríngeo que gera o envelhecimento vocal que por sua vez, é chamado de presbifonia (BEHLAU, 1999; POLIDO, MASUR e HANAYAMA, 2005). Quanto à faixa de idade em que ocorre a presbifonia, muitos autores preferem não fixar idade como parâmetro ao envelhecimento vocal, tendo como fonte dessa justificativa, o fato de que o processo de envelhecimento afeta mais alguns indivíduos que a outros. Este fato é devido à grande variabilidade cronológica e fisiológica, à variação do grau de deterioração vocal e à variabilidade dos hábitos da população em envelhecimento (COOPER,1973; GREENE, MATHIESON,1992; BOONE & MACFARLANE, 1994). Aronson (1990) referiu que é aos 65 anos que as alterações fisiológicas são refletidas na laringe, provocando reflexos na intensidade e na qualidade vocal. Para Sataloff (1991) e Kahane (1987) é aos 60 anos de idade que a laringe começa a apresentar mudanças nos aspectos morfológicos e destacaram que a variação de freqüência e harmônicos, reflete o amadurecimento dos sistemas anatômicos e fisiológicos da fala, porém nas mulheres estas alterações ocorrem dez anos mais cedo do que para os homens. HIRANO & BLESS (1997), relataram que é aos 75 anos que o paciente geriátrico apresenta sinais visíveis de envelhecimento no aparelho vocal, e as principais características são voz trêmula e fraca.

18 18 Segundo Behlau (2001) a presbifonia é mais evidente após os 60 anos de idade e que o grau de deterioração vocal depende do falante e dos ajustes que ele desenvolve para compensar a perda da eficiência vocal, embora muitas vezes, seja difícil identificar um limite sobre o que é processo normal vocal fisiológico da idade e o que estaria relacionado a uma desordem vocal estabelecida. De Biase et al. (1998) e Pinho (2003) não referiram idade, mas ressaltaram que a freqüência fundamental diminui com a idade tanto para homens quanto para mulheres e a deterioração na qualidade vocal ocorre em maior grau nos homens e precocemente nas mulheres, mais acentuada na voz cantada, sendo as principais características a voz áspera, soprosa, rouca, trêmula e a redução da extensão vocal de duas ou menos oitavas para ambos os sexos. Em relação as pregas vocais, estas sofrem alterações estruturais durante o envelhecimento, que consistem de atrofia, adelgaçamento e edema da mucosa. Portando, a direção de um marcador da senilidade vocal é muito relativo, pois esbarra no próprio processo de envelhecimento, que em si, não propõe um período definido, deixando a cargo do organismo humano e seu desenvolvimento estabelecerem suas próprias regras. Mas, vale destacar que cerca de um terço das pessoas com mais 65 anos de idade têm problemas de audição o que levaria a compensação e desajustes vocais (RUSSO, 1999; PINHO, 2003). No tocante às alterações laríngeas decorrentes da idade, Behlau & Pontes (1995) resumiram dois tipos de alterações anatômicas da laringe: calcificação e ossificação gradual de suas cartilagens e atrofia dos músculos laríngeos intrínsecos. Estas características acarretam a redução importante da mobilidade laríngea e uma menor eficiência biomecânica de todo o sistema. Citaram, ainda, as principais alterações vocais encontradas:

19 19 Redução da capacidade vital, podendo chegar a ser menor que a metade da idade adulta. Aumento da freqüência fundamental nos homens e redução importante nas mulheres, prejudicando a possibilidade de identificação do sexo do falante pela emissão vocal. Aumento do jitter, indicando menor estabilidade na emissão, dando a impressão de tremor. Redução nos tempos máximos de fonação, o que gera frases mais curtas e necessidade constante de recarregamento de ar. Aumento do grau de nasalidade e redução na intensidade da fala. Menor tessitura vocal, o que torna a qualidade monótona. Aumento das pausas articulatórias e redução na velocidade de fala. (1995, p ). Russo e Müeller (1997) também mencionaram detalhadamente na literatura os múltiplos efeitos do envelhecimento na laringe ressaltando que o envelhecimento de todas as estruturas interferem na fonação, mas não envelhecem uniformemente nos indivíduos. Apontaram vários componentes estruturais e funcionais que contribuem para a fonação senil: Cartilagens da laringe: sofrem mudanças desde o nascimento até a velhice refletindo-se especialmente na calcificação e ossificação. Aparecendo em ambos os sexos, embora elas se manifestassem um pouco mais cedo nos homens. Algumas dessas alterações nas juntas cricoaritenóide relacionadas com a idade poderão afetar a aproximação da prega vocal e, subseqüentemente, a eficiência glótica. Suprimento de Nervos e Sangue: foram observadas mudanças em ambas as variáveis e a possibilidade de redução do controle neuromuscular da laringe em função da idade, apesar de existir poucos dados à disposição sobre a influência no envelhecimento. Glândulas da laringe: pareceu ter um consenso geral de que as glândulas que lubrificaram a mucosa da prega vocal sofreram mudanças involucionais que poderiam resultar em desidratação do revestimento epitelial das pregas. Isso poderia afetar a integridade do tecido da prega vocal e conseqüentemente sua função também ser responsável pelo excesso de pigarro observado em muitos falantes idosos. Pregas vocais: estudos relataram sobre a involução do epitélio das pregas vocais, a lâmina própria e o músculo vocal, fornecendo uma seleção de dados sobre as mudanças estruturais que poderão afetar o desempenho vocal dos idosos. (1997, p ). BRASOLOTTO 2000, Ernst (2001), Gorham e Laures (2006) ressaltaram que a deterioração da voz pela idade resulta do processo de envelhecimento do organismo como um todo, porém há características particulares do órgão específico (laringe) que resulta na mudança da velocidade, resistência, estabilidade, força e

20 20 coordenação, além de alterações na capacidade respiratória, no batimento cardíaco e na velocidade da condução nervosa. Santos (2005) investigou os parâmetros acústicos da voz senil e comparou com a voz de jovens-adultos. A amostra foi composta de 180 indivíduos da terceira idade e 52 jovens-adultos, de ambos os gêneros. Os resultados indicaram um aumento da freqüência fundamental na passagem da quinta para a sexta década de vida; o jitter apresentou uma acentuada queda entre a sexta e sétima década de vida; o shimmer apresentou uma tendência a diminuir gradativa e linearmente, mostrando-se como o parâmetro acústico mais sensível à idade vocal masculina. Os resultados da comparação das vozes de homens idosos e jovens permitiram concluir que o grupo de idosos apresentou freqüência fundamental mais grave; as medidas de perturbação da voz (jitter e shimmer) apresentaram-se maiores no grupo de idosos. No que se refere às mulheres, a comparação entre mulheres idosas e jovens, permitiu concluir que o grupo de idosas apresentou freqüência fundamental mais grave; as medidas de perturbação da voz (jitter e shimmer) apresentaram-se menores no grupo de idosas. Polido, Martins e Hanayama (2005) compararam a percepção de idosos com relação ao próprio envelhecimento vocal e os resultados da análise perceptivoauditiva da voz. A amostra foi constituída de 100 mulheres entre 60 e 95 anos que responderam questões de auto-percepção sobre corpo, voz e rejuvenescimento vocal. Os resultados indicaram que as idosas e fonoaudiólogos perceberam o envelhecimento físico de forma similar, não ocorrendo o mesmo com a percepção do envelhecimento vocal; pois as idosas pouco perceberam tal envelhecimento e a maioria desconhecia estratégias para rejuvenescer a voz.

21 21 Menezes e Vicente (2007) avaliaram as características vocais de 48 idosos institucionalizados. Como resultado constataram significativa predominância vocal para voz rouca (70,8%), em grau moderado (33,3%), loudness reduzida (56,2%), pitch grave (62,5%) e tempos máximos de fonação reduzidos (81,2%). Dos 48 participantes, 85,4% relataram que a voz não interfere no processo de comunicação. Em relação aos padrões de fala, predominaram inteligibilidade (83,3%), articulação (72,9%) e precisão articulatória preservadas (83,3%). Roy et al. (2007) realizaram um estudo epidemiológico dos distúrbios vocais em 117 sujeitos acima dos 65 anos, (39 homens e 78 mulheres). Os resultados demonstraram distúrbios vocais durante a vida em 47% dos participantes, sendo que 29,1% indicaram presença de problema atual. A busca de ajuda profissional foi apontada por 14,6%, sendo que 75% destes procuraram um médico, 12,5% procuraram médico e fonoaudiólogo e 12,5% procuraram um professor de canto. Metade dos sujeitos que procuraram auxílio profissional relataram que o tratamento melhorou a qualidade vocal. Os sintomas que mais ocorram: rouquidão, fadiga vocal ou mudança de qualidade de voz, problemas para falar ou cantar em voz baixa, dificuldade de projeção vocal, desconforto ao falar, esforço ao falar, secura crônica de garganta, pigarrear constantemente, voz trêmula e voz soprosa. Além de perda de extensão vocal para o canto, dor de garganta crônica e voz monótona.

22 GRUPO DE CANTO E DE VIVÊNCIA DE VOZ NA TERCEIRA IDADE Giacheti e Duarte (1997) asseveraram que as atividades como a música, o canto coral e a dança, propiciam a terceira idade um trabalho físico e intelectual aplicado à produção e obtenção de recursos que visam à melhora na qualidade de vida, e destacaram que tais atividades artísticas, integram a pessoa ao seu meio e facilitam o relacionamento entre os indivíduos que dela participam. Neri e Cachioni (1999) alertaram para a crescente demanda dos idosos por atividades educacionais como a música, o canto coral e a dança. Hanser (1990), Ferrigno (2003) e Wikstrom (2004), referiram em seus estudos os benefícios que a expressão artística possibilita, seja em termos de gratificação e auto-estima, ou pelo viés da intergeracionalidade entre alunos idosos e seus professores mais jovens, ou pelo reconhecimento de que as atividades musicais propiciam atitudes positivas, pois elas têm o poder de preencher necessidades pessoais, de participação e companheirismo, contribuindo para o desenvolvimento pessoal proporcionando consideráveis modificações neurofisiológicas no sujeito. Peretz e Zatorre (2005) apresentaram um relato detalhado sobre a situação atual das pesquisas referente ao funcionamento cerebral ao ouvir ou produzir música, destacando a identificação dos procedimentos mentais relacionados ao processamento musical por parte dos indivíduos, e declaram que a Neurociência Cognitiva da Música é um campo rico e fecundo de investigação sobre percepção, memória, emoção, performance e terapia no tratamento de doenças. Alguns exemplos dessa vertente sobre a influência curativa da música podem ser dados através de estudos sobre o efeito da música em maternidades,

Voz: Atuação do Fonoaudiólogo e do Preparador Vocal

Voz: Atuação do Fonoaudiólogo e do Preparador Vocal Voz: Atuação do Fonoaudiólogo e do Preparador Vocal Apresentação: Millena Vieira (Fonoaudióloga) Joel Pinheiro (Preparador Vocal) Bárbara Camilo (3ºano) Daniele Istile (2º ano) Orientação: Profª Drª Kelly

Leia mais

QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO

QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO [ALMEIDA, Anna Alice Figueirêdo de; SILVA, Priscila Oliveira Costa; FERNANDES, Luana Ramos; SOUTO, Moama Araújo; LIMA-SILVA, Maria Fabiana Bonfim] Centro

Leia mais

O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a

O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a seguir. COLÉGIO NOTRE DAME FONOAUDIOLOGIA PREVENTIVA

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física ATIVIDADE FÍSICA ASILAR Departamento de Psicologia e Educação Física 1. INTRODUÇÃO Compreensivelmente, à medida que envelhecemos podemos observar várias mudanças, tanto com relação aos nossos órgãos e

Leia mais

TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES

TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES Autores: Thays Vaiano, Mara Behlau, Ana Cláudia Guerrieri Palavras Chave: Dor, Voz, canto Introdução: Dor pode ser definida como "experiência sensitiva

Leia mais

A ACTIVIDADE FÍSICA F PREVENÇÃO DA IMOBILIDADE NO IDOSO EDNA FERNANDES

A ACTIVIDADE FÍSICA F PREVENÇÃO DA IMOBILIDADE NO IDOSO EDNA FERNANDES A ACTIVIDADE FÍSICA F NA PREVENÇÃO DA IMOBILIDADE NO IDOSO EDNA FERNANDES Epidemiologia do Envelhecimento O envelhecimento da população é um fenómeno de amplitude mundial, a OMS (Organização Mundial de

Leia mais

Considerada como elemento essencial para a funcionalidade

Considerada como elemento essencial para a funcionalidade 13 Epidemiologia e Flexibilidade: Aptidão Física Relacionada à Promoção da Saúde Gláucia Regina Falsarella Graduada em Educação Física na Unicamp Considerada como elemento essencial para a funcionalidade

Leia mais

A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia

A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos auditivos Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia Karlin Fabianne Klagenberg Fonoaudióloga Doutorado em Distúrbios

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

Alessandra Santana. Angélica Cristina da Silva Freire

Alessandra Santana. Angélica Cristina da Silva Freire Câmpus Alfenas 28 de novembro de 2011 SUMÁRIO Alessandra Santana... 2 Angélica Cristina da Silva Freire... 2 Bárbara Luiza Novais... 3 Bruna Aparecida Reis... 3 Carolina Esteves Martins... 4 Celsianne

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CHOPINZINHO PR SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GESTÃO 2012-2015

PREFEITURA MUNICIPAL DE CHOPINZINHO PR SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GESTÃO 2012-2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE CHOPINZINHO PR SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GESTÃO 2012-2015 PROJETO TERCEIRA IDADE ATIVA EDUCADORAS FÍSICAS: LÍDIA POSSO SIMIONATO (responsável) ALANA M. C. KNAKIEWICZ (estagiária)

Leia mais

PLANO DE TRABALHO IDOSO

PLANO DE TRABALHO IDOSO PLANO DE TRABALHO IDOSO Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER Afonso

Leia mais

A Dança na Terceira Idade

A Dança na Terceira Idade A Dança na Terceira Idade Bárbara Costa Carolina Miguel Leonardo Delarete Pimenta Na terceira idade, geralmente, o ser humano sofre algumas alterações de um declínio geral no aspecto biopsicossocial. Como

Leia mais

Palavras-chave: criança de rua; distúrbios da comunicação; voz profissional.

Palavras-chave: criança de rua; distúrbios da comunicação; voz profissional. Distúrbios da comunicação e audição entre escolares com queixas vocais, com e sem história de situação de rua, em Aracaju, Brasil. Autor: Neuza Josina Sales, Ricardo Queiroz Gurgel. Instituição: Universidade

Leia mais

ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL

ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL O processo de envelhecimento e a velhice devem ser considerados como parte integrante do ciclo de vida. Ao longo dos tempos, o conceito de envelhecimento e as

Leia mais

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso?

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso? 1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano Vamos falar sobre isso? Algumas estatísticas sobre Saúde Mental Transtornos mentais são frequentes e afetam mais de 25% das pessoas

Leia mais

A Atuação da Terapia Ocupacional Junto ao Idoso

A Atuação da Terapia Ocupacional Junto ao Idoso A Atuação da Terapia Ocupacional Junto ao Idoso Apresentação: O objetivo deste texto é apresentar a Terapia Ocupacional, em sua atuação específica junto ao idoso (área geronto-geriátrica). No mundo atual

Leia mais

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA Maria Lucia Ziroldo 1 ; Mateus Dias Antunes 2 ; Daniela Saldanha Wittig 3 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 4 RESUMO: A dor lombar é uma das

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado.

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Projeto: Música na Escola O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Justificativa De acordo com as diretrizes curriculares, o som é a matériaprima da música;

Leia mais

Instituições de Longa Permanência: Desafios e Modelos Possíveis. Neuma Nogueira Coordenadora do Grupo Vida - Brasil

Instituições de Longa Permanência: Desafios e Modelos Possíveis. Neuma Nogueira Coordenadora do Grupo Vida - Brasil Instituições de Longa Permanência: Desafios e Modelos Possíveis Neuma Nogueira Coordenadora do Grupo Vida - Brasil Há 17 anos promovendo os direitos dos idosos com qualidade de vida. Nossa História O Grupo

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS PREVENTIVOS PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL E ATIVO

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS PREVENTIVOS PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL E ATIVO TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS PREVENTIVOS PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL E ATIVO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS

CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS 1INTRODUÇÃO A partir dos 40 anos, a estatura começa a se reduzir em torno de um centímetro por década¹.a capacidade de manter o equilíbrio corporal é um prérequisito

Leia mais

PERFIL VOCAL DA PESSOA COM DISFONIA: ANÁLISE DO ÍNDICE DE DESVANTAGEM VOCAL.

PERFIL VOCAL DA PESSOA COM DISFONIA: ANÁLISE DO ÍNDICE DE DESVANTAGEM VOCAL. PERFIL VOCAL DA PESSOA COM DISFONIA: ANÁLISE DO ÍNDICE DE DESVANTAGEM VOCAL. Marina Bizigato Faculdade de Fonoaudiologia Centro de Ciências da Vida mabizi19@hotmail.com Iara Bittante de Oliveira Grupo

Leia mais

A expressão da atitude de CERTEZA em indivíduos com perda auditiva bilateral: análise prosódica.

A expressão da atitude de CERTEZA em indivíduos com perda auditiva bilateral: análise prosódica. A expressão da atitude de CERTEZA em indivíduos com perda auditiva bilateral: análise prosódica. Autores: Carla Aparecida de Vasconcelos Bruna Ferreira de Oliveira Sirley Alves Carvalho César Reis A partir

Leia mais

INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS III Curso do IAB Formação de Agentes Multiplicadores em Prevenção às Drogas

INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS III Curso do IAB Formação de Agentes Multiplicadores em Prevenção às Drogas INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS III Curso do IAB Formação de Agentes Multiplicadores em Prevenção às Drogas Módulo IV O AFETO NA PRÁTICA TERAPÊUTICA E NA FORMAÇÃO DO MULTIPLICADOR Regina Lucia Brandão

Leia mais

AUTOPERCEPÇÃO EM SAÚDE BUCAL: IDOSOS E FAMÍLIA

AUTOPERCEPÇÃO EM SAÚDE BUCAL: IDOSOS E FAMÍLIA III MOSTRA NACIONAL DE PRODUÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ATENÇÃO PRIMÁRIA/SAÚDE DA FAMÍLIA III CONCURSO NACIONAL DE EXPERIÊNCIAS EM SAÚDE DA FAMÍLIA 05 A 08 DE AGOSTO DE 2008 -

Leia mais

A percepção da produção vocal pelo regente coral

A percepção da produção vocal pelo regente coral A percepção da produção vocal pelo regente coral Snizhana Drahan snid@terra.com.br Resumo: O presente trabalho considera o conceito percepção vocal, incluindo suas funções e recursos, como a capacidade

Leia mais

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada

Leia mais

Aníbal J. S. Ferreira, Ph. D. Faculdade de Engenharia da Universidade of Porto / SEEGNAL Research, Lda.

Aníbal J. S. Ferreira, Ph. D. Faculdade de Engenharia da Universidade of Porto / SEEGNAL Research, Lda. A importância na terapia da fala, na colocação da voz e no ensino do canto, do feedback visual de parâmetros extraídos por computador e em tempo-real, da voz falada ou cantada Aníbal J. S. Ferreira, Ph.

Leia mais

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam

Leia mais

CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR

CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR Jorge Wilker Bezerra Clares 1 Rozzana Oliveira Tabosa 2 Carliene Bezerra da Costa 3 Maria Célia de Freitas 4 RESUMO Trata-se de um relato de experiência vivenciado

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

GRUPO OPERATIVO DE INFORMAÇÃO

GRUPO OPERATIVO DE INFORMAÇÃO GRUPO OPERATIVO DE INFORMAÇÃO 2009 Trabalho apresentado como requisito parcial da disciplina PROCESSOS GRUPAIS, sob a orientação da Educanda Cristina Elizabete Bianca Tinoco Silva Estudante do curso de

Leia mais

ROUQUIDÃO. Prevenção e Tipos de Tratamento

ROUQUIDÃO. Prevenção e Tipos de Tratamento ROUQUIDÃO Prevenção e Tipos de Tratamento O que é Rouquidão? Quais são as causas da rouquidão? Como a rouquidão é avaliada? Quando devo procurar uma avaliação especializada? Como tratar as desordens vocais?

Leia mais

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho 6 Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho José Cicero Mangabeira Da Silva Gestor Em Recursos Humanos - Anhanguera Educacional - Campinas-SP Especialista Em Gestão Da Qualidade

Leia mais

Coral da terceira idade da ACM de Sorocaba

Coral da terceira idade da ACM de Sorocaba Coral da terceira idade da ACM de Sorocaba Hamilton de Oliveira Santos, Universidade de Sorocaba, tecladista13@gmail.com Resumo: O presente trabalho traz um relato de experiência de um projeto de extensão

Leia mais

Com base nesses pressupostos, o objetivo deste estudo foi conhecer como vem se dando a inserção e a empregabilidade, nas empresas do Pólo Industrial

Com base nesses pressupostos, o objetivo deste estudo foi conhecer como vem se dando a inserção e a empregabilidade, nas empresas do Pólo Industrial Introdução Esta proposta de estudo insere-se na linha de pesquisa Trabalho, Gênero e Políticas Sociais do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PUCRJ e buscou conhecer questões referentes à inserção

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS 1 NOTA INTRODUTÓRIA Programa Música - AEC (1º e 2º Ano - 1º CEB) (Adaptação do Programa do 1º Ciclo Plano da Meloteca) No âmbito da Expressão e Educação Musical, ao abrigo do Despacho n.º 9265-B/2013,

Leia mais

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO

Leia mais

MELHOR IDADE EM MOVIMENTO: IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PREVENTIVA NA FLEXIBILIDADE DE IDOSAS

MELHOR IDADE EM MOVIMENTO: IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PREVENTIVA NA FLEXIBILIDADE DE IDOSAS MELHOR IDADE EM MOVIMENTO: IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PREVENTIVA NA FLEXIBILIDADE DE IDOSAS Área Temática: Saúde Helenara Salvati Bertolossi Moreira 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) Helenara Salvati

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO Juliana Paula Balestra Soares Joelma Cristina Gomes Carmencita Márcia Balestra Faculdade

Leia mais

TERAPÊUTICA DA FALA E A PESSOA COM DOENÇA DE PARKINSON

TERAPÊUTICA DA FALA E A PESSOA COM DOENÇA DE PARKINSON TERAPÊUTICA DA FALA E A PESSOA COM DOENÇA DE PARKINSON Por Drª Ana Paula Vital, Terapeuta da Fala, Mestre em Psicologia da Saúde Comunicação A comunicação é um aspecto essencial da natureza humana usada

Leia mais

Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas

Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas Catarina Paulos Jornadas Litorais de Gerontologia: Intervenção Técnica no Processo de Envelhecimento Amarante, 26 de Setembro de 2007 Conteúdos Conceito

Leia mais

O canto coletivo, ensinando a canção Samba lelê

O canto coletivo, ensinando a canção Samba lelê O canto coletivo é a prática musical mais elementar na educação musical, grandes educadores musicais como Dalcroze, Kodaly, Willems, Villa-Lobos e outros, utilizavam a voz e o canto coletivo como ponto

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO

IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO Eliane de Sousa Leite/Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. E-mail: elianeleitesousa@yahoo.com.br Jeruzete Almeida de Menezes/ Universidade

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA ATENÇÃO AO CÂNCER: DESAFIOS PARA OS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM ESPECIALIZAÇÃO DO TÉCNICO

Leia mais

CENTRO DE REFERÊNCIA EM DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM

CENTRO DE REFERÊNCIA EM DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM CENTRO DE REFERÊNCIA EM DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM Terapia Fonoaudiológica com Ênfase na Estimulação do Processamento Auditivo Fonoaudióloga. Mestra. Adriana de Souza Batista Ouvir é... Habilidade que

Leia mais

PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA

PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA Angela T. Zuchetto Departamento de Educação Física, Centro de Desportos Universidade Federal de Santa Catarina Fone: 3318558 zuchetto@cds.ufsc.br Introdução O programa

Leia mais

PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL X DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM

PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL X DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL X DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM O que o sistema processamento auditivo

Leia mais

CANTO CORAL NA 3ª IDADE, GERONTOLOGIA E MUSICOTERAPIA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA * Deila Maria Ferreira Scharra 1 RESUMO

CANTO CORAL NA 3ª IDADE, GERONTOLOGIA E MUSICOTERAPIA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA * Deila Maria Ferreira Scharra 1 RESUMO 1 CANTO CORAL NA 3ª IDADE, GERONTOLOGIA E MUSICOTERAPIA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA * Deila Maria Ferreira Scharra 1 RESUMO Este estudo se propõe a analisar as relações entre a Gerontologia, a Musicoterapia

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

1 Nesta dissertação, será utilizada a sigla CDA para situar o local onde o trabalho foi desenvolvido.

1 Nesta dissertação, será utilizada a sigla CDA para situar o local onde o trabalho foi desenvolvido. 1 Introdução As demências, principalmente a do tipo Alzheimer, vêm despertando interesse no meio acadêmico. Os diferentes saberes como a Medicina, a Psicologia, a Antropologia, a Sociologia entre outros,

Leia mais

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 151ª Edição

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 151ª Edição IDENTIFICANDO A DEPRESSÃO Querida Internauta, Lendo o que você nos escreveu, mesmo não sendo uma profissional da área de saúde, é possível identificar alguns sintomas de uma doença silenciosa - a Depressão.

Leia mais

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença.

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Bruno Araújo da Silva Dantas¹ bruno_asd90@hotmail.com Luciane Alves Lopes² lucianesevla.l@gmail.com ¹ ²Acadêmico(a) do

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m CASO CLINICO Cliente : A. G - 21 anos - Empresa familiar - Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m Motivo da avaliação: Baixa auto estima, dificuldade em dormir, acorda várias vezes a noite. Relatou

Leia mais

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física 10 Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física Juliana Marin Orfei Especialista em Atividade Física: Treinamento Esportivo UNICASTELO Viviane Portela Tavares Especialista em Atividade

Leia mais

Manual do Bem-Estar Vocal

Manual do Bem-Estar Vocal Manual do Bem-Estar Vocal e i u a Programa Municipal de Saúde Vocal - SP Prefeito Fernando Haddad Secretária Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão Leda Maria Paulani Coordenadora de Gestão de Pessoas

Leia mais

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Linamara Rizzo Battistella 04.10.2012 Universal Irreversível Heterôgeneo Perda Funcional Progressiva

Leia mais

PROGRAMA DE SAÚDE VOCAL MANUAL DA VOZ

PROGRAMA DE SAÚDE VOCAL MANUAL DA VOZ PROGRAMA DE SAÚDE VOCAL MANUAL DA VOZ Rio de Janeiro Maio/2014 Professor, bem vindo ao Programa de Saúde Vocal Nós, fonoaudiólogas, a equipe de Valorização do servidor e toda a equipe educação somos parceiras

Leia mais

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos Fisioterapeuta: Adriana Lopes de Oliveira CREFITO 3281-LTT-F GO Ergonomia ERGONOMIA - palavra de origem grega, onde: ERGO = trabalho e NOMOS

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA

PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA RESUMO *Luciano Leal Loureiro ** Jésica Finguer O presente texto busca explicar o que é o projeto

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA

A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA RESUMO SILVA 1, Thays Gonçalves ALMEIDA 2, Rogério Moreira de Centro de Ciências da

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010 PROJETO DE LEI Nº 157/2010 A semana de conscientização sobre transtornos de aprendizagem, no âmbito do Estado do Espírito Santo. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: Art. 1º Fica

Leia mais

Saúde psicológica na empresa

Saúde psicológica na empresa Saúde psicológica na empresa introdução Nos últimos tempos muito tem-se falado sobre qualidade de vida no trabalho, e até sobre felicidade no trabalho. Parece que esta discussão reflete a preocupação contemporânea

Leia mais

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Serviço Social DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Objetiva (PO) 31/10/2011

Leia mais

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA PERCEPÇÃO DO MOVIMENTO PARA VIDA DOS IDOSOS NA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA AUTORES: Simone Soares da Costa; Valéria Matos Leitão de Medeiros; Betânia do Carmo Rodrigues; José

Leia mais

A importância e influências no desenvolvimento psicomotor em crianças iniciantes na prática do Futebol

A importância e influências no desenvolvimento psicomotor em crianças iniciantes na prática do Futebol A importância e influências no desenvolvimento psicomotor em crianças iniciantes na prática do Futebol Autor: Daniel Brugni Guimarães Orientador: Prof. Me. Fabio Aires da Cunha Ar Rass Saudi Arabia 2012

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO Armigliato ME; Prado DAG; Melo TM; Lopes AC; Martinez MANS; Amantini RCB; Bevilacqua MC. Palavras-chaves: Avaliação

Leia mais

APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO... 272

APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO... 272 APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO.... 272 APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO.

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHAELADO (Currículo de início em 2015)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHAELADO (Currículo de início em 2015) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHAELADO (Currículo de início em 2015) ANATOMIA HUMANA C/H 102 Estudo da estrutura e função dos órgãos em seus respectivos sistemas no corpo humano,

Leia mais

A Voz Como Instrumento De Trabalho: Uma Abordagem Para Professores. Fga:Lara Cristina F. Castilho

A Voz Como Instrumento De Trabalho: Uma Abordagem Para Professores. Fga:Lara Cristina F. Castilho A Voz Como Instrumento De Trabalho: Uma Abordagem Para Professores Fga:Lara Cristina F. Castilho A voz é uma das extensões mais fortes da nossa personalidade, nosso sentido de inter-relação na comunicação

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE UM ESTUDO QUANTO À APLICABILLIDADE DO PROGRAMA PARA COLETORES DE LIXO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI ALESSANDRA ABREU LOUBACK, RAFAEL GRIFFO

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

GINÁSTICA LABORAL Prof. Juliana Moreli Barreto

GINÁSTICA LABORAL Prof. Juliana Moreli Barreto GINÁSTICA LABORAL Prof. Juliana Moreli Barreto OFICINA PRÁTICA Aprenda a ministrar aulas de ginástica laboral GINÁSTICA LABORAL - Objetivos e benefícios do programa - Formas de aplicação atualmente - Periodização

Leia mais

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e

Leia mais

CUIDAR DE CUIDADORES: PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA CUIDADORES DE IDOSOS DEPENDENTES

CUIDAR DE CUIDADORES: PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA CUIDADORES DE IDOSOS DEPENDENTES CUIDAR DE CUIDADORES: PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA CUIDADORES DE IDOSOS DEPENDENTES Iuanda Silva Santos, Faculdades Integradas de Patos, yuanda_@hotmail.com; Rúbia Karine Diniz Dutra, Faculdades Integradas

Leia mais

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

Atividades Extraclasse

Atividades Extraclasse Atividades Extraclasse No Marista Assunção, o estudante também descobre novos conhecimentos além da sala de aula. Crianças e jovens desenvolvem talentos por meio de atividades artísticas, esportivas e

Leia mais

TREINO COGNITIVO E ENVELHECIMENTO: na busca da autonomia dos idosos

TREINO COGNITIVO E ENVELHECIMENTO: na busca da autonomia dos idosos TREINO COGNITIVO E ENVELHECIMENTO: na busca da autonomia dos idosos Samara Pereira Cabral - UFPB samarapcj@hotmail.com Monica Dias Palitot - UFPB monicadiaspt@yahoo.com.br Joseane da Silva Meireles - UFPB

Leia mais

CARTILHA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE DOS PROFISSIONAIS DA VOZ E DA AUDIÇÃO

CARTILHA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE DOS PROFISSIONAIS DA VOZ E DA AUDIÇÃO Superintendência de Saúde Segurança e Ambiente do Trabalho CARTILHA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE DOS PROFISSIONAIS DA VOZ E DA AUDIÇÃO - Saúde Vocal - Ginástica Compensatória - Saúde Auditiva SINTTEL-Rio CARTILHA

Leia mais

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte I

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte I EXERCÍCIOS RESISTIDOS Parte I DESEMPENHO MUSCULAR Capacidade do músculo realizar trabalho. Elementos fundamentais: Força Potência muscular Resistência à fadiga FATORES QUE AFETAM O DESEMPENHO MUSCULAR

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Engenharia da Computação RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais