(Re) Criando Vozes Estudando o processo de composição vocal nos musicais biográficos brasileiros

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "(Re) Criando Vozes Estudando o processo de composição vocal nos musicais biográficos brasileiros"

Transcrição

1 (Re) Criando Vozes Estudando o processo de composição vocal nos musicais biográficos brasileiros Ana Lúcia de Alcantara Calvente Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas UNIRIO Mestrando Processos Formativos e Atuação Cênica - or. Profa. Dra. Maria Enamar Ramos Resumo: Este estudo se propõe a pesquisar o trabalho do ator para a composição da voz, falada e cantada, no âmbito dos espetáculos musicais biográficos brasileiros contemporâneos. Nestes, um grande ídolo da musica brasileira, de grande reconhecimento público, tem fatos de sua vida retratada e suas canções de maior sucesso interpretadas. Como é o trabalho do ator quando a voz de seu personagem é conhecida e fonte de reconhecimento deste junto ao público? O ator busca uma aproximação à voz do personagem biografado? Esta, quando ocorre, se dá na voz falada e na voz cantada? Para estudar alguns caminhos possíveis encontrados pelo ator para a composição vocal, serão estudados os processos dos atores protagonistas Soraya Ravenle no musical Dolores (1998) e Diogo Vilela no musical Cauby, Cauby (2006). Palavras-chave: Teatro Musical Biográfico Brasileiro, Voz Falada, Voz cantada, criação da voz cênica, parâmetros vocais para análise das vozes. Desde os anos 90, tem sido comum na cena carioca espetáculos que contam a biografia de cantores populares, figuras de grande reconhecimento público. Esta é uma das tendências do Teatro Brasileiro Contemporâneo a vertente dos Musicais Biográficos. Mistura de teatro e show musical, o texto é apresentado com a inserção de músicas do repertório do próprio personagem biografado, mostrando seus maiores sucessos. Um dos desafios do ator nestes espetáculos é construir seu personagem de forma que consiga trazer à cena a lembrança do ídolo homenageado. A voz do cantor biografado, cujas características vocais são reconhecidas pelo grande público, seria também traço a ser retratado pelo ator? Para analisar o processo de construção vocal do ator, e os possíveis caminhos na composição vocal em busca da voz do cantor biografado foram estudados os espetáculos: Dolores (1999), Cauby! Cauby (2006) e seus protagonistas: Soraya Ravenle e Diogo Vilela. Selecionei estes dois atores por suas significativas atuações, por terem recebido indicações e prêmios, além de boa receptividade da crítica e do público 1. Foram percorridos dois caminhos. O primeiro incluiu uma entrevista com os atores. Foi solicitado então que falassem sobre os espetáculos, seus respectivos processos de 11 Soraia Ravenle recebeu o Prêmio Shell por Dolores, e Diogo Vilela recebeu além do Shell, o Prêmio APCA de melhor ator de musical por Cauby! Cauby!.

2 composição de personagem e as possíveis mudanças vocais que acreditavam ter realizado em busca de uma aproximação com a voz do cantor biografado. No segundo, foram realizadas por mim análises vocais partindo da voz e canto espontâneos dos atores e da fala e canto em sua atuação cênica, observando a existência de mudanças, que depois foram comparadas à fala espontânea e canto dos ídolos biografados. A Voz e suas características A voz é uma das matérias-primas do ator em sua atuação que pode se traduzir como um diferencial em sua interpretação, ou mais, como afirma Aleixo (2007, p. 13): A voz é o próprio ator. É o seu corpo em movimento. É mais profundamente, a respiração, o ritmo cardíaco, o hálito, os odores, as vísceras. Ela tem o poder de encantar a platéia, trazer a intenção desejada para um personagem. A voz, um dos veículos essenciais da comunicação humana, é portadora da palavra e da linguagem, expressão de nosso pensamento e idéias. É uma emanação da pessoa e traduz suas emoções mais tênues. Quando entendemos a voz como corpo, observamos uma complexa rede composta de músculos, ossos, sentidos, afetividade e memória que se unem em prol da expressividade do ser humano. O filósofo esloveno Mladen Dólar (2007, p. 15) apresenta três formas para o uso da voz. Descreve, a princípio, as duas formas mais comuns para o uso da voz: como portadora de significado e como objeto de admiração estética. Na primeira, a voz se apresenta como suporte da linguagem. Neste caso, a voz é a matéria, o instrumento que pode carregar tal significado, enquanto a linguagem e o significado representam a meta. Para Dólar, quando o objetivo é a linguagem, a voz é justamente o que não pode ser dito. Ela está presente no ato de falar, mas não é linguagem. É, pois, um elemento extralinguístico que nos possibilita falar os fonemas, mas que, sozinha, não pode ser discernida pela linguística. A voz precede o conteúdo e o torna possível. Já a voz como objeto de admiração estética tem estreita relação com o trabalho do ator, que usa a voz como ferramenta e busca obter com ela a admiração e atenção de seu público, pois o teatro se dá no contato com o outro, na presença do espectador, no ato da encenação ou, como definiu Grotowski (1987, p. 28), é o que ocorre entre o espectador e o ator. Além destas, Dólar propõe uma terceira possibilidade para o uso da voz: como objeto de identidade. Podemos estar conscientes da voz através de determinadas características como sotaque, entonação, melodia, cadência e inflexão, que, apesar de estarem fora da linguagem, são usadas para darem sentido a ela. Estas características combinadas

3 moldam a voz de cada ser humano tornando-as única, como uma impressão digital, instantaneamente reconhecida e identificada, não existindo duas vozes iguais, sendo a voz uma marca que distingue um ser humano. Tais características sonoras são os parâmetros vocais, identificados com as dimensões não verbais da voz, como por exemplo, altura, intensidade, ritmo, velocidade, tessitura e registro, que, quando combinados, definem as características vocais de um indivíduo. Estes parâmetros podem determinar também o comportamento vocal em um determinado momento. Behlau e Pontes (1999, p.11) afirmam que usamos diferentes qualidades vocais de acordo com a situação que estamos dependendo do interlocutor a quem nos dirigimos e de acordo com nosso estado físico e emocional. Muito embora cada pessoa apresente uma combinação desses atributos, é possível provocar algumas mudanças e ajustes momentâneos na voz. Determinadas emoções que sentimos podem interferir em nossa voz habitual. Isto ocorre também quando se quer causar algum efeito com a voz. O ator pode, através de ajustes fisiológicos, provocar modificações em alguns de seus parâmetros vocais pessoais com o objetivo de criar um personagem. Estas sutis mudanças em seu próprio corpo podem trazer ao corpo cênico qualidades compatíveis com o perfil criados para o personagem. Gayotto (1997, p. 21) afirma que, em cena, a voz do ator pode ganhar ajustes que estão ligados à mudança no uso de seus recursos vocais integrados às situações do personagem em sua trajetória no espetáculo criando a chamada de voz cênica. Para analisar o movimento das vozes dos atores estudados, foram elencados alguns parâmetros a serem observados na fala e no canto. Estes foram escolhidos baseados em três estudos: as Escalas Brandi de Avaliação da Voz Falada, da fonoaudióloga Edmée Brandi; para a voz falada e para o estudo da voz cantada, o trabalho da fonoaudióloga Françoise Estienne; e minha pesquisa para conclusão de curso de pós-graduação. Alguns serão comuns às duas manifestações, outros, mais específicos, são observados em apenas uma delas. Assim observamos, na fala e no canto, aspectos como altura tonal, intensidade; ao timbre ou qualidade vocal; à ressonância; articulação; ritmo e velocidade e a expressividade e colorido vocal. Mudanças Realizadas Soraya Ravenle relata que mudou mais em sua voz cantada. Buscou uma voz mais encorpada, cheia, provocando mudanças em sua ressonância, ressaltando mais harmônicos graves, utilizando mais o foco faríngeo. Realizou também alterações no colorido vocal, com emissão mais escura e mudanças na articulação arredondando mais o som. No canto relatou

4 mudanças na altura tonal, cantando mais grave, utilizando mais o registro de peito para evidenciá-los. A única alteração citada para a voz falada referia-se à descoberta de que Dolores Duran era uma pessoa alegre e brincalhona e isto se traduziu vocalmente em uma voz leve e clara, às vezes numa frequência mais aguda. De forma oposta, Soraya identifica o componente da tristeza e fossa apenas na música tornando a voz da cantora mais escura, passando a sensação de melancolia. Na análise realizada observamos mudanças nos seguintes parâmetros da voz falada: timbre, efeitos supraglóticos nasal, efeitos supraglóticos faríngeo, modalidade de emissão e ritmo cronal, se aproximando da fala espontânea de Dolores Duran. Na voz cantada mudou, sobretudo, a altura tonal e através das mudanças na articulação produziu uma voz mais escura. Retirou o efeito de metal habitual em sua voz e modificou o colorido fazendo com que apresentasse no canto uma voz mais escura. Diogo Vilela relata mudanças em sua voz falada e na voz cantada. Estas surgem, muitas vezes, através de imagens percebidas pelo intérprete. Afirma que trabalhou mais seus agudos na voz cantada, mudando a altura tonal. Criou uma imagem para compreender uma diferença que observava entre as vozes faladas e cantadas de Cauby: explica que quando falava, o cantor falava baixo, educadamente. Relaciona a voz ouvida com a sensação que o cantor fala em frequência AM em oposição a seu canto que se dá em FM, com grande ressonância. A fala apresenta-se assim, com pouca intensidade, com ressonância faríngea e com diminuição de energia de emissão do ar e da força da adução das pregas vocais, tornando a voz mais atenuada. Na voz cantada, traz algumas características identificadas por ele: voz de barítono, cheia, isto é, com ressonância equilibrada, com cor escura. A voz apresenta-se rica com muitos graves e agudos, com grande extensão vocal. Outra imagem interessante trazida é a de que Cauby, assim como os cantores de sua geração, passava amor na voz, utilizando o que chamou de voz de veludo. Mais uma vez evidencia uma diminuição da força de adução das pregas vocais e da energia da emissão atenuando a emissão, observando-se a passagem de um pouco de ar na voz. Vilela ainda observou que Cauby fala por reticências, deixando sempre a idéia em aberto. Aqui a mudança sugerida acontece no ritmo, com um prolongamento da última sílaba, dando a impressão de faltar algo que completará o pensamento. Criou modificações no ritmo e na velocidade para passar a idéia de uma lentidão, tentando criar a sensação de uma pessoa mais lenta, com pouca energia. Diogo relata também acreditar ter em sua voz falada e cantada características semelhantes às de Cauby Peixoto, o que se comprovou, sobretudo, na análise da voz cantada

5 que não apresentou alterações. Na fala ocorreram mudanças na diretividade do sopro e nitidez articulatória. Diogo, porém, conseguiu produzir um padrão articulatório de extraordinária semelhança com a fala de Cauby, conseguindo reproduzir a forma com que pronuncia as vogais e, sobretudo os fonemas /s/ com leve distorção e o /R/ rolado. Tais mudanças perpetuam-se durante todo o espetáculo evidenciando o preciosismo de seu trabalho. A partir das entrevistas e das análises realizadas, percebemos que os atores realizaram mudanças a fim de se aproximar dos personagens biografados. Essas mudanças podem ocorrer de forma intencional ou estarem ligadas à percepção de características pessoais dos cantores. De qualquer forma, conferem veracidade à interpretação dos atores nestes espetáculos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALEIXO, Fernando. Corporeidade da Voz A voz do Ator. Campinas, SP: Editora Komedi, BEHLAU, Mara Suzana e ZIEMER, Roberto. Psicodinâmica Vocal. In Ferreira, Leslie Piccolotto org. Trabalhando a Voz: Vários enfoques em Fonoaudiologia. São Paulo: Summos, BEHLAU, Mara e PONTES, Paulo. Higiene Vocal - Cuidando da Voz. São Paulo: Editora Revinter,1999. BEHLAU, Mara (org.). Voz: O Livro do Especialista. Vol. I. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Revinter, BRANDI, Edmée. Disfonias, Avaliar para melhor tratar. São Paulo: Atheneu, Escalas Brandi de Avaliação da Voz Falada. São Paulo: Atheneu, Você e Eu Entre nós a Voz. Rio de Janeiro: Revinter, BULHÕES-CARVALHO, Ana Maria de. Diz isto cantando: notas sobre o Teatro Música Biográfico Carioca Contemporâneo. Artigo referente à comunicação oral, no XIV Congresso Internacional de Teatro Iberoamericano y Argentino (GETEA Grupo de Estúdios de Teatro Arentino e Iberoamericano da La Facultad de Filosofia y Letras da La Universidad de Buenos Ayres), BULHÕES-CARVALHO, Ana Maria de. Por um teatro de apropriações O musical biográfico carioca. In: Sinais de Cena, notícias de fora 12/2009, 2009, p. 91 no site

6 CALVENTE, Ana Lúcia de Alcantara. A outra voz do cantor Estudo sobre a voz falada do cantor popular. Monografia de pós-graduação em Voz Falada da Universidade Estácio de Sá e Instituto Edmée Brandi. DOLAR, Mladen. His Master s Voice Eine theorie der Stimme. Frankfurt am Main: Suhrkamp ESTIENNE, Françoise. Voz Falada Voz Cantada Avaliação e Terapia. Trad. Daniela Teixeira Siqueira. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Revinter FERREIRA, Leslie Piccolotto (org.). Trabalhando a Voz. São Paulo: Summus, FERREIRA, Leslie Picollotto. Uma pesquisa, uma proposta um livro: três histórias que se cruzaram. In: Ferreira, Leslie et al. Voz Profissional: O Profissional da Voz. Carapicuíba, São Paulo: Pró-Fono departamento Editorial, GAYOTTO, Lucia Helena. Voz, partitura da ação. São Paulo: Summus, GROTOWSKI, Jerzy. Em busca de um teatro pobre. Tradução Aldomar Conrado. Rio de Janeiro, Ed. Civilização Brasileira, 3 ª edição 1987, p.28.

Voz: Atuação do Fonoaudiólogo e do Preparador Vocal

Voz: Atuação do Fonoaudiólogo e do Preparador Vocal Voz: Atuação do Fonoaudiólogo e do Preparador Vocal Apresentação: Millena Vieira (Fonoaudióloga) Joel Pinheiro (Preparador Vocal) Bárbara Camilo (3ºano) Daniele Istile (2º ano) Orientação: Profª Drª Kelly

Leia mais

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo.

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Palavras-chave: teatro narrativo; corpo vocal; voz cênica. É comum que

Leia mais

Yoga da Voz. Maude Salazar. Maudie Chiarini

Yoga da Voz. Maude Salazar. Maudie Chiarini Maude Salazar Maudie Chiarini 3 ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 INTRODUÇÃO... 13 CAPÍTULO I O QUE É YOGA DA VOZ... 19 CAPÍTULO II OS SONS QUE CURAM... 23 CAPÍTULO III OS CHAKRAS... 31 ENTOAÇÃO PARA ATIVAR OS

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL PARA ATORES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO CURSO LABORATÓRIO VOCAL

EDUCAÇÃO MUSICAL PARA ATORES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO CURSO LABORATÓRIO VOCAL EDUCAÇÃO MUSICAL PARA ATORES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO CURSO LABORATÓRIO VOCAL José Leandro Silva Rocha UFRN Resumo: Este relato de experiência tem como objetivo discutir estratégias metodológicas adotadas

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de São Paulo. Curso 10LAT13 - Licenciatura em Arte-Teatro. Ênfase

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de São Paulo. Curso 10LAT13 - Licenciatura em Arte-Teatro. Ênfase Curso 10LAT13 - Licenciatura em Arte-Teatro Ênfase Identificação Disciplina LAT0103TU - Laboratório do Corpo e da Voz I Docente(s) Suely Master Unidade Instituto de Artes Departamento Departamento de Artes

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO Perfil do aluno no final do 5.º Ano O aluno canta a solo e em grupo, com intencionalidade expressiva, canções em diferentes tonalidades

Leia mais

Palavras-chave: Teatro Musical,Teatro Musicado, Corpo e voz, Dança e Canto, Dança.

Palavras-chave: Teatro Musical,Teatro Musicado, Corpo e voz, Dança e Canto, Dança. Processo de criação dos alunos do Curso de Pós-graduação Lato Sensu Especialização em Teatro Musicado da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO Enamar Ramos Programa de Pós-graduação em

Leia mais

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 Fernanda de Assis Oliveira 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Resumo: Este relato descreve

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2014/2015 A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa. Na educação pré-escolar assume uma dimensão marcadamente formativa,

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ATIVIDADE COMPLEMENTAR CURRICULAR EM CONTRATURNO. MACROCAMPO: Cultura e Artes. ATIVIDADE: Música e Teatro

PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ATIVIDADE COMPLEMENTAR CURRICULAR EM CONTRATURNO. MACROCAMPO: Cultura e Artes. ATIVIDADE: Música e Teatro COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO SÃO ROQUE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Rua Érico Veríssimo s/n Cep: 85.892-000 Fone/fax: (45) 3276-1195 E Mail: shasantahelena@seed.pr.gov.br e colestsantahelena@yahoo.com.br Site:

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA. Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim. 0. Considerações iniciais

RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA. Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim. 0. Considerações iniciais RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim 0. Considerações iniciais A Relação entre fonética e fonologia compreende uma relação de interdependência,

Leia mais

VOZ E CORPOREIDADE SEGUNDO A PERCEPÇÃO DE CORISTAS

VOZ E CORPOREIDADE SEGUNDO A PERCEPÇÃO DE CORISTAS VOZ E CORPOREIDADE SEGUNDO A PERCEPÇÃO DE CORISTAS VOICE AND CORPORALITY ACCORDING TO CHOIR SINGERS PERCEPTION Adriana Braga - UnB braga.adriana@gmail.com Patrícia Pederiva - UnB pat.pederiva@uol.com.br

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DISCIPLINA FLEXÍVEL

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DISCIPLINA FLEXÍVEL PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, COMUNICAÇÃO, LETRAS E ARTE CURSO DE COMUNICAÇÃO E MULTIMEIOS DISCIPLINA FLEXÍVEL Disciplina: Música-voz-som e processos criativos:

Leia mais

PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical

PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical 1º Ano Sons do meio ambiente e da natureza / silêncio Sons do corpo (níveis corporais) Sons naturais e artificiais Sons fortes e fracos Sons pianos (p), médios (mf)

Leia mais

METODOLOGIA DE ANÁLISE

METODOLOGIA DE ANÁLISE METODOLOGIA DE ANÁLISE DE OBRAS DE TEATRO / MÚSICA MARIA JOÃO SERRÃO [ ] Título Metodologia de Análise de Obras de Teatro / Música Autor Maria João Serrão Editor Escola Superior de Teatro e Cinema Sebentas

Leia mais

Do Ator ao Espectador: A voz que toca

Do Ator ao Espectador: A voz que toca Dalva Godoy & Daniela T. de Souza Do Ator ao Espectador: A voz que toca Profª. Dalva Maria Alves Godoy 1 Daniela Taiz de Souza 2 Resumo: Este artigo tem por objetivo refletir sobre o uso da voz e da palavra

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE ARTE TEMA: CIRCO

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE ARTE TEMA: CIRCO TEMA: CIRCO 1. ano Reconhecimento e análise de formas visuais presentes na natureza e nas diversas culturas Utilização de elementos da linguagem visual: linha, cor, forma Representação por meio de colagem,

Leia mais

2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO MUSICAL]

2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO MUSICAL] 2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO MUSICAL] Plano Anual de Expressão Musical Ano Letivo 2012/2013 Introdução: Esta atividade pretende que os alunos fortaleçam o gosto natural pela expressão musical

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal

PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal Ano de escolaridade: 1.º e 2.º Ano Ano lectivo: 2011/2012 Professor/a da Disciplina:... Agrupamento/Escola:.

Leia mais

A dimensão sensível da voz e o saber do corpo

A dimensão sensível da voz e o saber do corpo A dimensão sensível da voz e o saber do corpo Resumo Autor: Fernando Aleixo publicado em Cadernos da Pós-Graduação. Instituto de Arte/ UNICAMP, Campinas, SP - Brasil, 2005. (ISSN1516-0793) Este artigo

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO E LICENCIATURA ARTES CÊNICAS - FACALE/UFGD

CURSO DE BACHARELADO E LICENCIATURA ARTES CÊNICAS - FACALE/UFGD MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Anexo à Resolução CEPEC Nº157 DE 06 DE SETEMBRO DE 2013. CURSO DE BACHARELADO E LICENCIATURA ARTES CÊNICAS - FACALE/UFGD ESTRUTURA

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Currículo 02/03/2015 15:40

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Currículo 02/03/2015 15:40 //5 5: Centro de Ciências da Educação, Artes e Letras Curso: 8 Teatro (Noturno) Currículo: / ART.9.- História do Teatro I Ementa: Teatro Grego, Teatro Romano, Teatro Medieval: textos dramáticos, espetáculos,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS 1 NOTA INTRODUTÓRIA Programa Música - AEC (1º e 2º Ano - 1º CEB) (Adaptação do Programa do 1º Ciclo Plano da Meloteca) No âmbito da Expressão e Educação Musical, ao abrigo do Despacho n.º 9265-B/2013,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO 2º CICLO PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO 2º CICLO PLANIFICAÇÃO ANUAL Domínios e Subdomínios Desenvolvimento da Capacidade de Expressão e Comunicação: Interpretação e Comunicação INDICADORES O aluno canta controlando a emissão vocal em termos de afinação e respiração. O

Leia mais

Contação de Histórias PEF

Contação de Histórias PEF Contação de Histórias PEF Qual a importância da narração oral? -Exerce influência tanto sobre aspectos intelectuais quanto emocionais da criança. -Tem a capacidade de estimular a imaginação, a criatividade

Leia mais

OS INSTRUMENTOS MUSICAIS COMO FORMA DE EXPRESSÃO DA

OS INSTRUMENTOS MUSICAIS COMO FORMA DE EXPRESSÃO DA 68 OS INSTRUMENTOS MUSICAIS COMO FORMA DE EXPRESSÃO DA SONORIDADE INTERNA AUTORA: ANA PAULA CHIZZOLINI CERVELLINI 4 Integrar a música à terapia é integrar o corpo, porque a música é feita, dita, tocada

Leia mais

A música e a voz. A música e a voz. Síntese musical. A música e a voz. 2001 Wilson de Pádua Paula Filho. Tópicos: Definição:

A música e a voz. A música e a voz. Síntese musical. A música e a voz. 2001 Wilson de Pádua Paula Filho. Tópicos: Definição: A música e a voz Tópicos: A música e a voz Técnicas de síntese digital de som Definição: Técnicas de produção de seqüências de áudio a partir de uma seqüência de eventos musicais. Tipos de síntese: tempo

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA Luiz Rafael Moretto Giorgetti Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP (Ex-aluno) e-mail: rafael_giorgetti@hotmail.com

Leia mais

AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 242 937 COD. 152 870

AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 242 937 COD. 152 870 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO ( Aprovados em Conselho Pedagógico de 16 outubro de 2012 ) No caso específico da disciplina de E. Musical, do 5ºano de escolaridade, a avaliação incidirá ainda ao nível

Leia mais

TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES

TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES Autores: Thays Vaiano, Mara Behlau, Ana Cláudia Guerrieri Palavras Chave: Dor, Voz, canto Introdução: Dor pode ser definida como "experiência sensitiva

Leia mais

46 Dona Nobis Pacem: alturas Conteúdo

46 Dona Nobis Pacem: alturas Conteúdo Introdução Formação de tríades maiores menores Arpejos maiores e menores Cânone Sobreposição de vozes formando acordes Inversão de acordes Versões do cânone Dona Nobis Tonalidades homônimas Armaduras Influência

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

Preparação Corporal para Dança Iniciação ao Piano e Teclado Página 1 de 5

Preparação Corporal para Dança Iniciação ao Piano e Teclado Página 1 de 5 Preparação Corporal para Dança Trabalha as noções básicas do corpo com relação à dança, abordando aspectos físicos e estéticos da linguagem do movimento. 11/11 (Terça-feira) Iniciação ao Piano e Teclado

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal

PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal Ano de escolaridade: 3.º e 4.º Ano Ano lectivo: 2011/2012 Professor/a da Disciplina:... Agrupamento/Escola:.

Leia mais

Composição de pequenas músicas a partir de outras já existentes e de versos; a partir de objetos, da voz, do corpo, do silêncio.

Composição de pequenas músicas a partir de outras já existentes e de versos; a partir de objetos, da voz, do corpo, do silêncio. MÚSICA A música é uma linguagem expressiva importante a ser incentivada desde os primeiros anos de vida. O trabalho com música na escola de Educação Infantil deve respeitar as diferenças regionais e suas

Leia mais

O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a

O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a O Setor de Fonoaudiologia funciona sob a coordenação da Fonoaudióloga Mestra Gerissa Neiva de Moura Santos Cordeiro, conforme programa apresentado a seguir. COLÉGIO NOTRE DAME FONOAUDIOLOGIA PREVENTIVA

Leia mais

Descrição das disciplinas e conteúdos programáticos

Descrição das disciplinas e conteúdos programáticos Descrição das disciplinas e conteúdos programáticos INTERPRETAÇÃO TEATRAL 580 hs (total) Conhecer e desenvolver a técnica de interpretação teatral a partir do método criado por Stanislavski, aplicado a

Leia mais

DURAÇÃO APROXIMADAMENTE 15 MESES

DURAÇÃO APROXIMADAMENTE 15 MESES GRUPO SANTA RITA INSCRIÇÕES ABERTAS! PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU CONTAÇÃO DE MENSALIDADE R e R$ MEC CURSOS AUTORIZADOS s o lu ç ã o C N E /C n ES 1, º. 7 129, /2 6 / 8 HISTÓRIAS música, dança,

Leia mais

DIA DA SEMANA EVENTO NOME DO EVENTO TURNO HORÁRIO DATAS 20/05, 27/05, 03/06, 10/06 E 17/06/2013. MANHÃ 08:00 às 12:00 2ª FEIRA

DIA DA SEMANA EVENTO NOME DO EVENTO TURNO HORÁRIO DATAS 20/05, 27/05, 03/06, 10/06 E 17/06/2013. MANHÃ 08:00 às 12:00 2ª FEIRA 1 A.M. 69062 LENDO IMAGENS ATRAVÉS DE ALBERTO MANGUEL * Ementa: Leitura de imagens a partir da teoria de Alberto Manguel e por meio de diálogo entre as obras de arte selecionadas, autor e apreciadores.

Leia mais

Diálogos entre Gestalt-terapia e dança: corpo, expressão e sentido

Diálogos entre Gestalt-terapia e dança: corpo, expressão e sentido Diálogos entre Gestalt-terapia e dança: corpo, expressão e sentido Carla do Eirado Silva carlaeirado@gmail.com 11º período Instituto de Psicologia Cintia Siqueira de Oliveira cintia_imjc@hotmail.com 10º

Leia mais

Aprenda inglês cantando Como ensinar inglês sem saber falá-lo?

Aprenda inglês cantando Como ensinar inglês sem saber falá-lo? Aprenda inglês cantando Como ensinar inglês sem saber falá-lo? Taklit Publishing & Productions 22, rue de Fleurus 75006 Paris France All rights reserved 2012 Você compreende essa frase? This is a cat.

Leia mais

Publicado em: ALEIXO, Fernando. Corporeidade da Voz - O Teatro Transcende - N. 12. Blumenau: FURB, Divisão de Promoções Culturais, 2003.

Publicado em: ALEIXO, Fernando. Corporeidade da Voz - O Teatro Transcende - N. 12. Blumenau: FURB, Divisão de Promoções Culturais, 2003. Título: Corporeidade da Voz: aspectos do trabalho vocal para o ator. Publicado em: ALEIXO, Fernando. Corporeidade da Voz - O Teatro Transcende - N. 12. Blumenau: FURB, Divisão de Promoções Culturais, 2003.

Leia mais

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br QUEM É ALICE CAYMMI? A cantora e compositora carioca Alice Caymmi nasceu no dia 17 de março de 1990, na cidade do Rio de Janeiro. Neta de Dorival Caymmi, a musicista compõe desde os dez anos e começou

Leia mais

Núcleo Básico 1º Período

Núcleo Básico 1º Período Núcleo Básico 1º Período Oficina de Improvisação I FTC134 Carga Horária: 90h rigatória () Ementa: Domínio de códigos e convenções próprios da linguagem da atuação. Apreensão de técnicas e princípios fundamentais

Leia mais

Entre em sintonia com o sucesso Lições de uma orquestra e um maestro para empresas, gestores, líderes e colaboradores

Entre em sintonia com o sucesso Lições de uma orquestra e um maestro para empresas, gestores, líderes e colaboradores Entre em sintonia com o sucesso Lições de uma orquestra e um maestro para empresas, gestores, líderes e colaboradores Quando vamos a um show, temos a expectativa de ouvir aquela música que tanto adoramos

Leia mais

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ANOS FINAIS / SRE - CURVELO

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ANOS FINAIS / SRE - CURVELO 61 Poema O que é: Segundo o poeta Carlos Drummond de Andrade, entre coisas e palavras principalmente entre palavras circulamos. As palavras, entretanto, não circulam entre nós como folhas soltas no ar.

Leia mais

Ídolos de diferentes gerações, a cantora Ivete Sangalo e o cantor Roberto Carlos encantam seus fãs pelo timbre único que possuem

Ídolos de diferentes gerações, a cantora Ivete Sangalo e o cantor Roberto Carlos encantam seus fãs pelo timbre único que possuem Vozes Humanas Cada pessoa possui uma voz única e especial. É como se fosse uma impressão digital. É claro que existem vozes parecidas. Algumas pessoas cantam num registro sonoro mais agudo, outras num

Leia mais

Morro da Favella. Fatos e lendas da primeira favela do Brasil

Morro da Favella. Fatos e lendas da primeira favela do Brasil Fatos e lendas da primeira favela do Brasil Fatos e lendas da primeira favela do Brasil FORMATO: Documentário: 1X 52 HD FULL 16:9 GENERO: Documentário em técnica mista: SINOPSE: Morro da Favella é um documentário

Leia mais

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 5º ano Ano Letivo 2013/2014

Leia mais

ATIVIDADE DE FIXAÇÃO: ELEMENTOS DA MÚSICA. I. Leia a partitura musical Ciranda da Lia e faça os itens a seguir (ver no portal):

ATIVIDADE DE FIXAÇÃO: ELEMENTOS DA MÚSICA. I. Leia a partitura musical Ciranda da Lia e faça os itens a seguir (ver no portal): ELEMENTOS DA MÚSICA I. Leia a partitura musical Ciranda da Lia e faça os itens a seguir (ver no portal): 1. O tipo de compasso é... 2. A figura de ritmo de maior duração nesta música chama se... 3. Discrimine

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de São Paulo. Curso null - null. Ênfase. Disciplina LEM1604T1 - Canto Coral I. Docente(s) Fábio Miguel

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de São Paulo. Curso null - null. Ênfase. Disciplina LEM1604T1 - Canto Coral I. Docente(s) Fábio Miguel Curso null - null Ênfase Identificação Disciplina LEM1604T1 - Canto Coral I Docente(s) Fábio Miguel Unidade Instituto de Artes Departamento Departamento de Música Créditos 0 60 Carga Horaria Seriação ideal

Leia mais

Português Brasileiro Cantado Questões técnicas e estéticas relacionadas às normas de pronúncia propostas para o canto erudito no Brasil

Português Brasileiro Cantado Questões técnicas e estéticas relacionadas às normas de pronúncia propostas para o canto erudito no Brasil Português Brasileiro Cantado Questões técnicas e estéticas relacionadas às normas de pronúncia propostas para o canto erudito no Brasil Wladimir Mattos EVPM, FUNDUNESP, Universidade Estadual Paulista Resumo

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Expressar curiosidade e desejo de saber; Reconhecer aspetos do mundo exterior mais próximo; Perceber a utilidade de usar os materiais do seu quotidiano;

Leia mais

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil.

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil. O Conto Sonoro, uma forma de explorar a escrita musical. Renata de Oliveira Pavaneli Frederico, Escola de Educação Infantil Casa da Gente Campinas-SP. musicamed@directnet.com.br reoliveirafred@gmail.com

Leia mais

AS AÇÕES FÍSICAS NO TEATRO CONTEMPORÂNEO. Palavras-chave: ação física; teatro contemporâneo; Samuel Beckett; Rockaby.

AS AÇÕES FÍSICAS NO TEATRO CONTEMPORÂNEO. Palavras-chave: ação física; teatro contemporâneo; Samuel Beckett; Rockaby. 7º Seminário de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná AS AÇÕES FÍSICAS NO TEATRO CONTEMPORÂNEO Anais Eletrônicos Dirceli Adornes Palma de Lima 186 Faculdade de Artes do Paraná RESUMO O objetivo

Leia mais

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário).

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário). CURSOS DE MÚSICA DO SESC (2º Semestre) MODALIDADE INICIANTE 1) VIOLÃO POPULAR Este curso está direcionado ao estudo da música popular com acompanhamento harmônico. Serão praticadas canções do repertório

Leia mais

O KINIMBÁ, A PRIMEIRA CANÇÃO DO CICLO CINCO CANÇÕES NORDESTINAS DO FOLCLORE BRASILEIRO, HARMONIZADAS PARA CANTO E PIANO, DE ERNANI BRAGA

O KINIMBÁ, A PRIMEIRA CANÇÃO DO CICLO CINCO CANÇÕES NORDESTINAS DO FOLCLORE BRASILEIRO, HARMONIZADAS PARA CANTO E PIANO, DE ERNANI BRAGA O KINIMBÁ, A PRIMEIRA CANÇÃO DO CICLO Bacharel em Canto e licenciado em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especialista em Canção Brasileira pela Universidade do Estado de Minas Gerais

Leia mais

GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Jardim I

GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Jardim I EDUCAÇÃO INFANTIL Maceió, 12 de março de 2015. GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Jardim I Senhores pais ou responsáveis Iniciamos esta semana os projetos pedagógicos do 1 Trimestre letivo. As turmas de Jardim

Leia mais

Currículo Referência em Música Ensino Médio

Currículo Referência em Música Ensino Médio Currículo Referência em Música Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

de conteúdos Timbre Alteração tímbrica Realce tímbrico Expressividade Dinâmica Legato e staccato Densidade sonora Altura Intervalos Melódicos e

de conteúdos Timbre Alteração tímbrica Realce tímbrico Expressividade Dinâmica Legato e staccato Densidade sonora Altura Intervalos Melódicos e Planificação 2014/2015 6º ano Educação Musical Núcleos organizadores Interpretação e Comunicação Metas de aprendizagem O aluno decide sobre a aplicação de elementos de dinâmica e agógica na interpretação

Leia mais

PROJETO: TEATRO NA EDUCAÇÃO FÍSICA - MULTIPLICIDADE DE MOVIMENTOS E SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES. INTRODUÇÃO

PROJETO: TEATRO NA EDUCAÇÃO FÍSICA - MULTIPLICIDADE DE MOVIMENTOS E SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES. INTRODUÇÃO PROJETO: TEATRO NA EDUCAÇÃO FÍSICA - MULTIPLICIDADE DE MOVIMENTOS E SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES. Priscilla Gaiba INTRODUÇÃO Se em algumas áreas do conhecimento o corpo tem sido o principal instrumento de

Leia mais

DIFICULDADES ESPECÍFICAS DE LINGUAGEM E SUAS RELAÇÕES COM A APRENDIZAGEM DALMA RÉGIA MACÊDO PIN TO FONOAUDIÓLOGA E PSICOPEDAGOGA

DIFICULDADES ESPECÍFICAS DE LINGUAGEM E SUAS RELAÇÕES COM A APRENDIZAGEM DALMA RÉGIA MACÊDO PIN TO FONOAUDIÓLOGA E PSICOPEDAGOGA DIFICULDADES ESPECÍFICAS DE LINGUAGEM E SUAS RELAÇÕES COM A APRENDIZAGEM DALMA RÉGIA MACÊDO PIN TO FONOAUDIÓLOGA E PSICOPEDAGOGA LINGUAGEM A linguagem é um sistema de signos que possibilita o intercâmbio

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE

ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO: 7 PERÍODO: / à / ÁREA DO CONHECIMENTO: Música CARGA HORÁRIA: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PLANO DA I UNIDADE - Conhecer e criar novas melodias. - Desenvolver

Leia mais

Débora Abreu Aulas de Canto www.debora.mus.br (41) 35247665/88622074

Débora Abreu Aulas de Canto www.debora.mus.br (41) 35247665/88622074 O CANTOR E SEU INSTRUMENTO Um bom cantor é aquele que conhece bem sua voz, até aonde pode ir, e sabe controlá-la. Para isso, é de fundamental importância que se conheça o seu instrumento e como ele se

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II Músicas infantis. Danças, músicas e personagens folclóricos. Conhecer textos e melodias folclóricos; Entoar músicas do folclore brasileiro; Dançar músicas folclóricas; Imitar

Leia mais

MÚSICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS

MÚSICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS Formação Continuada de Alfabetizadores MÚSICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS Maria Teresinha Fortes Braz* Resumo A música, uma das grandes Belas Artes, é um elemento importantíssimo no processo

Leia mais

Currículo Referência em Teatro Ensino Médio

Currículo Referência em Teatro Ensino Médio Currículo Referência em Teatro Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas Investigar, analisar e contextualizar a história do Teatro compreendendo criticamente valores, significados

Leia mais

24 Acorde Maior X Acorde Menor - Conteúdo

24 Acorde Maior X Acorde Menor - Conteúdo Introdução Formação de Escalas e de Acordes Encadeamentos e Harmonia Acordes Maiores e Menores Tons Homônimos Encadeamento V7 i em Fá Menor (Fm) Cadência de Picardia próxima 2 Introdução Nas Unidades de

Leia mais

AS AULAS DE CANTO E AS MUDANÇAS DO COMPORTAMENTO: TÉCNICAS OU TERAPIA?

AS AULAS DE CANTO E AS MUDANÇAS DO COMPORTAMENTO: TÉCNICAS OU TERAPIA? FACULDADE DE MÚSICA CARLOS GOMES PROJETO DE PESQUISA DO CURSO DE BACHARELADO EM COMPOSIÇÃO E REGÊNCIA AS AULAS DE CANTO E AS MUDANÇAS DO COMPORTAMENTO: TÉCNICAS OU TERAPIA? Por Denis Nogueira da Silva

Leia mais

PORTFÓLIO DOS CURSOS

PORTFÓLIO DOS CURSOS PORTFÓLIO DOS CURSOS GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS Marconi Perillo Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação - SECTEC Mauro Faiad Centro Cultural Labibe Faiad Meire Cristina Mendonça APRESENTAÇÃO

Leia mais

Música é linguagem que organiza, intencionalmente, os sons e o silêncio, no continuum espaço-tempo.

Música é linguagem que organiza, intencionalmente, os sons e o silêncio, no continuum espaço-tempo. CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO MUSICAL SESC/SEDU MÓDULO 1: ELEMENTOS DA MÚSICA PROF. DARCY ALCANTARA (UFES) CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO MUSICAL SESC/SEDU DOMINGO - MANHÃ REVISÃO DOS CONCEITOS DE MÚSICA, RITMO E MELODIA

Leia mais

Coral da terceira idade da ACM de Sorocaba

Coral da terceira idade da ACM de Sorocaba Coral da terceira idade da ACM de Sorocaba Hamilton de Oliveira Santos, Universidade de Sorocaba, tecladista13@gmail.com Resumo: O presente trabalho traz um relato de experiência de um projeto de extensão

Leia mais

Educação musical: o canto coral como processo de aprendizagem e desenvolvimento de múltiplas competências

Educação musical: o canto coral como processo de aprendizagem e desenvolvimento de múltiplas competências Educação musical: o canto coral como processo de aprendizagem e desenvolvimento de múltiplas competências Rita de Cássia Fucci Amato Faculdade de Música Carlos Gomes FMCG Resumo. O presente projeto objetiva

Leia mais

LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS EXPRESSÃO MUSICAL

LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS EXPRESSÃO MUSICAL ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DAS VELAS LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS EXPRESSÃO MUSICAL 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO 1 DO ENSINO BÁSICO CE 1 CE 5 CE 8 CE 12 CE 14 Interpretação e comunicação

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016 Critérios de Avaliação da Educação Pré-Escolar Página 1 Introdução O princípio consensualmente partilhado de que a avaliação é um elemento integrante e regulador

Leia mais

Palavras chave: voz, prevenção, criança

Palavras chave: voz, prevenção, criança AÇÕES DE PREVENÇÃO DE DISFONIA INFANTIL EM CENÁRIOS EDUCACIONAIS: ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS SOBRE VOZ A PARTIR DE DESENHOS DE ALUNOS DE EDUCAÇÃO INFANTIL. Palavras chave: voz, prevenção, criança

Leia mais

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO MAIS EDUCAÇÃO CANTO CORAL JUSTIFICATIVA É conhecida a importância da música na vida das pessoas, seja no tocante à saúde, auto - estima conhecimento,

Leia mais

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular, ALE (atividades lúdico-expressivas)

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 6º ano Ano Letivo 2015/2016

Leia mais

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado.

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Projeto: Música na Escola O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Justificativa De acordo com as diretrizes curriculares, o som é a matériaprima da música;

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL - EXPRESSÕES. Ano letivo 2015/2016

Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL - EXPRESSÕES. Ano letivo 2015/2016 EXPRESSÃO E EDUCAÇÃO PLÁSTICA Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL - EXPRESSÕES Ano letivo 2015/2016 3.º Ano Descoberta e organização progressiva de volumes Modelagem

Leia mais

1 CONCURSO IBERO-AMERICANO DE COMPOSIÇÃO PARA ORQUESTRA DE CORDAS IBERMÚSICAS

1 CONCURSO IBERO-AMERICANO DE COMPOSIÇÃO PARA ORQUESTRA DE CORDAS IBERMÚSICAS 1 CONCURSO IBERO-AMERICANO DE COMPOSIÇÃO PARA ORQUESTRA DE CORDAS IBERMÚSICAS Com o propósito de promover a criação musical e contribuir assim para o amento do repertório ibero-americano e incentivando

Leia mais

CONCURSO VESTIBULAR 2013 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA. Assinatura: PROVA COLETIVA

CONCURSO VESTIBULAR 2013 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA. Assinatura: PROVA COLETIVA CONCURSO VESTIBULAR 2013 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA LOCAL-SALA-SEQ INSCRIÇÃO NOME Assinatura: PROVA COLETIVA 1- A prova está dividida em 4 questões com as seguintes pontuações: Questão

Leia mais

SeAC Serviço de Arte e Cultura

SeAC Serviço de Arte e Cultura SeAC Serviço de Arte e Cultura Atividades Curriculares Optativas Música. Canto. Teatro. Dança. Arte. Cultura A pedagogia proposta pelo SeAC se fundamenta na concepção de Ateliê, em que o educando tem um

Leia mais

A MUSICOTERAPIA COMO DISCIPLINA NO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA *

A MUSICOTERAPIA COMO DISCIPLINA NO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA * A MUSICOTERAPIA COMO DISCIPLINA NO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA * Ana Maria Ribeiro Lobato 1 Este trabalho tem, por objetivo, registrar a inclusão da disciplina de musicoterapia no curso de Fonoaudiologia da

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA 1º PERÍODO

PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA 1º PERÍODO 1º PERÍODO Prezados pais, Encaminhamos a Programação da 3ª Etapa de 2015, material que serve de apoio para o acompanhamento das habilidades que serão desenvolvidas. Lembramos que este planejamento é flexível

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA APRENDIZAGEM

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA APRENDIZAGEM A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA APRENDIZAGEM RESUMO * Carina de Faveri Ongaro * Cristiane de Souza Silva ** Sandra Mara Ricci Este artigo apresenta a importância da música no processo de ensino aprendizagem,

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE OS CONCEITOS DE RITMO

REFLEXÕES SOBRE OS CONCEITOS DE RITMO REFLEXÕES SOBRE OS CONCEITOS DE RITMO E ANDAMENTO E SUAS POSSÍVEIS APLICAÇÕES NA CENA TEATRAL Ernani de Castro Maletta Universidade Federal de Minas Gerais UFMG Ritmo, andamento, encenação. O ritmo é um

Leia mais

Coral IFG de Aparecida de Goiânia

Coral IFG de Aparecida de Goiânia Coral IFG de Aparecida de Goiânia Eliton Perpétuo Rosa Pereira elitonpereira@gmail.com Resumo: Com base em uma abrangente gama de possibilidades de participação e produção, o projeto de extensão Coral

Leia mais

CONSERVATÓRIO MUSICAL BEETHOVEN www.beethoven.art.br beethoven@beethoven.art.br

CONSERVATÓRIO MUSICAL BEETHOVEN www.beethoven.art.br beethoven@beethoven.art.br Curso de Capacitação em Música para Professores do Ensino Médio, Fundamental 03 horas / semanais e Musicalização Infantil ( com base no PCN Artes ) VAGAS LIMITADAS FAÇA SUA PRÉ-RESERVA 10 meses ( inicio

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE S. PEDRO DO SUL CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EXPRESSÃO ARTÍSTICA (1.º CICLO)

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE S. PEDRO DO SUL CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EXPRESSÃO ARTÍSTICA (1.º CICLO) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EXPRESSÃO ARTÍSTICA (1.º CICLO) Ano Lectivo 201 / 2016 1 INTRODUÇÃO A prática do canto constitui a base da expressão e educação musical no 1º ciclo. É uma atividade de síntese na

Leia mais

PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA

PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA 1. IDENTIFICAÇÃO PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA Elaborado pelos jovens, participantes da COJEDF de 2004 Executante: Diretoria de Infância e Juventude/DIJ da Federação Espírita do Distrito Federal/FEDF Previsão

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

18. TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA, CAMPUS II CURITIBA

18. TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA, CAMPUS II CURITIBA - Entrevista OBS: A prova poderá ser interrompida a qualquer momento a critério da banca examinadora. Violino Mecanismo em Sol Maior, em três oitavas (escala, os 7 arpejos, terças e cromática) de cor;

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR REGISTO DE OBSERVAÇÃO / AVALIAÇÃO Nome Data de Nascimento / / Jardim de Infância de Educadora de Infância AVALIAÇÃO

Leia mais