O DOMÍNIO SOCIAL DO ARGUMENTAR

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1 O DOMÍNIO SOCIAL DO ARGUMENTAR Letícia Maria de Godoy (G-CLCA-UENP/CJ) Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (orientadora-clca-uenp/cj) Resumo: Orientam os documentos que regem as estruturas pedagógicas da educação básica no país que é dever da escola ensinar aos alunos a participarem de diferentes situações comunicativas, entre elas as que expressam opiniões. Portanto, nosso objetivo é investigar como o livro didático Para viver juntos (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009) propõe o ensino do gênero artigo de opinião. Palavras - chave: Artigo de Opinião. Gêneros Textuais. Práticas Sociais. Introdução Muitos são os debates e orientações sobre a necessidade de transformar o gênero em objeto de estudo, abandonando, assim, a concepção de que a língua e, principalmente, sua estrutura é que devem ser tomadas como objetivo de ensino e aprendizagem escolar. Tais debates e orientações se centram em justificativas como a apresentada por Marcuschi (2005, p. 35), segundo o qual, o trabalho com gêneros textuais é uma extraordinária oportunidade de se lidar com a língua em seus mais diversos usos autênticos no dia a dia, e as justificativas apresentadas por documentos oficiais como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) (BRASIL, 1998), o Plano Nacional do Livro Didático (PNLD) e as Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná (DCEs) (PARANÁ, 2009), os quais defendem que é extremamente importante que os alunos saibam participar de diferentes situações comunicativas, pois é tarefa da escola possibilitar que seus alunos participem de diferentes práticas sociais que utilizem a leitura, a escrita e a oralidade, com a finalidade de inseri-los nas diversas esferas de interação (PARANÁ, p. 48). Para tanto, é preciso que os alunos sejam capazes de produzir e interpretar os mais variados gêneros textuais existentes, pois os gêneros são os representantes da materialização de interações que ocorrem nas práticas sociais de linguagem. Exatamente por assim ser é que tais documentos orientam que são os gêneros que devem nortear a ação pedagógica dos professores. Exatamente motivados por estes aspectos, nosso objetivo é investigar como o livro didático Para viver juntos (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009), destinado aos alunos do oitavo ano do Ensino Fundamental, propõe o ensino do gênero artigo de opinião, visto que este gênero é comumente estudado neste nível de escolaridade. 286

2 Gêneros textuais e sua concepção de acordo com o contexto social Os gêneros são fenômenos profundamente ligados à vida cultural e social das pessoas, pois estabelecem uma ordem na comunicação cotidiana, caracterizando-se como eventos textuais altamente maleáveis surgem e se transformam a comunicação sócio-cultural. Este fato pode ser observado ao compararmos a quantidade de gêneros existentes hoje com a do século passado, onde não se tinha tantas inovações tecnológicas, isto para não mencionar a comparação entre as sociedades que se expressavam somente pela fala em relação às sociedades que já adotavam a escrita. Diante desse aspecto, compreende-se que os gêneros não são definidos e classificados de acordo com estruturas e marcas linguísticas, pois eles estão mais relacionados com suas respectivas funções sociais (MARCUSCHI, 2005). Eles são diversos de acordo com suas funções comunicativas e é por isso que da mesma forma que surgem podem desaparecer ou se transformar. Ainda segundo o mesmo autor, com o surgimento de novas tecnologias, principalmente na área da comunicação, o número de gêneros cresceu, mas isto não significa que são as tecnologias que originaram o gênero e sim que a intensidade do uso das tecnologias e suas interferências diárias na comunicação é que propiciaram o surgimento destes novos gêneros. Assim o uso do rádio, da televisão, da internet entre outros meios comunicativos que estão presente no nosso dia a dia propicia o surgimento de novas formas discursivas, como artigos, cartas eletrônicas, bate-papo, videoconferências e etc. Observa-se, então, que alguns desses novos gêneros não são absolutamente novos, mas sim uma nova roupagem para gêneros já existentes, que é o que Bakhtin (2003) denomina de transmutação de gêneros e assimilação de um gênero por outro gerando novos. Um exemplo deste acontecimento que pode ser visivelmente notado é o envio de s no lugar de cartas e bilhetes que são os seus antecessores. Só não podemos confundir gêneros textuais com tipos de textos, que é o que acontece muitas vezes, principalmente, no ensino de gêneros. Alguns livros didáticos ou mesmo professores despreparados podem utilizar do termo tipo de texto ao estar abordando o gênero carta. Para desfazer este conceito inadequado pensemos em gêneros textuais como uma grande floresta, sendo que nesta floresta existem vários tipos de árvores, cada uma com sua característica própria e necessidades para sobreviver, digamos que a árvore mais alta e de tronco mais grosso com a copa que ocupa a maior área por ser muito vasta são os tipos textuais, apesar de serem vastos como a copa de uma grande árvore, eles não são os 287

3 membros mais importantes desta floresta, pois os gêneros englobam vários tipos de textos e o que vai os diferenciar são a predominância de um tipo de texto a outro. Assim, uma árvore vai ser diferente da outra, mesmo que sejam de uma mesma espécie, logo uma carta e um bilhete apesar de serem parecidos, têm funções e predominâncias de diferentes tipos de textos que os tornam de diferentes gêneros. Enquanto uma carta é predominantemente descritiva, mesmo que possua elementos informativos, um bilhete é mais breve e informativo e sua principal função é de fato dar uma curta informação sobre um determinado assunto; já a carta pode relatar fatos e dar informações mais amplas, sobre diversos assuntos (MARCUSCHI, 2005). Os gêneros textuais estão profundamente vinculados às esferas sociais (BAKHTIN, 2003), em cada uma das esferas, ou seja, das situações comunicativas específicas existentes na sociedade vão emergir gêneros textuais que são empregados pelos membros destas esferas/situações para que eles possam interagir uns com os outros. Por exemplo, em uma esfera jurídica os gêneros que dela emergem serão padronizados de acordo com as necessidades deste âmbito, portanto não será válido um boletim de ocorrência em forma de poesia. E os gêneros utilizados pelos juristas não serão os mesmos utilizados em uma esfera jornalística e muito menos em uma esfera familiar, por isso cada gênero acontece de acordo com as necessidades sócio-culturais das esferas comunicativas e possuem características muito próprias que estão relacionadas às esferas. Diante do que foi exposto podemos observar que todos os textos são materialização de um gênero textual, por isto os professores devem ter um maior conhecimento da funcionalidade dos gêneros textuais para que assim possam tomá-los como objeto de ensino, levando os alunos a se apropriarem do maior número de gêneros possíveis, a fim de poderem participar de diferentes e diversas situações comunicativas que existem na sociedade, o que é a ideia básica contida nos PCNs (1998) e nas DCEs (2009) que apóiam o trabalho com textos na base dos gêneros, sendo eles orais ou escritos. Apoiar um ensino pautado nos gêneros é dar ao aluno uma nova perspectiva e coloca o professor na sua verdadeira função de educador de língua materna, que não é mais somente um especialista em textos literários e científicos, mas sim um conhecedor das diversas modalidades textuais, orais e escritas utilizadas na sociedade. Deste modo, a sala de aula se transforma em um espaço para produzir e interpretar textos. Sendo assim, o trabalho com o gênero daria ao aluno muitas oportunidades de interação social o possibilitando compreender a intencionalidade dos textos com os quais ele se depara em seu cotidiano, fazendo com que o aluno, de fato, se aproprie dos gêneros para se inserir em uma comunidade letrada. Existem, no conceito bakhtiniano, três elementos que constituem o gênero, um deles é o conteúdo temático, que basicamente é aquilo que dizemos/escrevemos nas situações 288

4 comunicativas em uma esfera social. Tomemos por exemplo o conteúdo de um bilhete que uma mãe deixou ao filho avisando-o que demoraria a chegar em casa, esta comunicação não será tema a ser discutido na esfera jurídica, a não ser que este sirva de provas concretas contra um réu que está sendo j algum motivo. Os outros dois elementos são a construção composicional e o estilo, que são definidos a partir do conteúdo temático, que são, basicamente, os recursos gramaticais, lexicais e fraseológicos. Retomando o exemplo dado, para que o leitor do bilhete o reconheça como tal existe uma composição estável e específica para este gênero: as mensagens são curtas e objetivas, de caráter informativo, mas sem muitos detalhes, pois o seu propósito é dar uma breve informação. A respeito do estilo, podemos observar que alguns gêneros, como os literários, são mais abertos para que a pessoa que o escreve marque a sua individualidade no texto, mas nem todos os gêneros possibilitam esta reflexão da individualidade do falante (BAKHTIN, 2003), ou seja, eles são caracterizados de acordo com o estilo do gênero e não de quem o escreve, como é o caso, por exemplo, dos textos de atividades jurídicas. Por isto é que não é válido perante as leis, um boletim de ocorrência em formato de poesia, pois isto reflete a individualidade do escritor e não é este o estilo que condiz com esta esfera social. Sendo assim, esses três elementos estão intrinsecamente ligados ao enunciado (BAKHTIN, 2003) e desta forma, ao ensinar um gênero discursivo, a escola deve se empenhar para que o aluno entenda que ele representa uma prática social, de maneira que sejam considerados inseparáveis do gênero: a situação comunicativa a qual ele pertence, as condições de produção, por exemplo, o autor, os seus interlocutores, o momento histórico, o seu objetivo, o conteúdo temático, o estilo e a estruturação formal. O gênero textual: artigo de opinião Segundo Rodrigues (2007), o artigo de opinião é um tipo de gênero que tem a função de apresentar a posição de seu autor, suas opiniões particulares, diante de um tema. Por isso, é um gênero textual argumentativo, pois pretende avaliar, analisar e responder a questões controversas expondo a opinião de um articulista que não precisa ser, necessariamente, uma autoridade no assunto discorrido, mas precisa ser alguém que tenha envolvimento, de alguma forma, sobre o assunto. Por enquadra-se na esfera jornalista (BAKHTIN, 2003) o objetivo de quem o escreve é publicá-lo em jornais, revistas impressas ou virtuais e/ou em jornais televisivos ou radiofônicos (GAGLIARDI & AMARAL, 2009). Por isto, quando são publicados nestes meios 289

5 comunicativos eles ocupam espaços pré-determinados em seções ou colunas específicas para veiculação de opiniões. Sua principal característica é, através de fortes argumentações, conseguir persuadir, convencer e influenciar o leitor, fazendo com que ele passe a ter a mesma opinião de quem o escreveu. Para tanto, é preciso sustentar sua causa e refutar outras opiniões com sucesso, isto é, apresentando provas convincentes. Segundo Faraco e Tezza (2001), defender uma opinião pressupõe argumentos ou provas. Desta forma, o artigo de opinião está intrinsecamente ligado as estratégias discursivas usadas para se persuadir o leitor e não somente com a pertinência dos argumentos expostos (BOFF, KOCHË & MARINELLO, 2009). Algumas estratégias mencionadas por autoras como Kaufman e Rodríguez (1995) para serem usadas com o objetivo de fundamentar os argumentos são as insinuações, as digressões, as acusações claras aos oponentes, as apelações à sensibilidade ou mesmo tomada de distância por meio de construções impessoais para dar objetividade e consenso à análise desenvolvida, uso de recursos descritivos ou a especificação das diferentes fontes da informação. (BOFF, KOCHË & MARINELLO, 2009). Contudo, é o modo de expressar a crítica do articulista que garante a coerência no artigo de opinião. Para se obter os resultados esperados é preciso também que o autor saiba escolher a linguagem que usará em seu texto, ele pode optar por construções mais elaboradas e formais ou por algo mais simples e usual, para tanto é necessário que o autor tenha em mente um público alvo para quem irá escrever, pois quem escreve, na verdade, escreve para alguém, ou seja, está em interação com outra pessoa (ANTUNES, p. 46). Também podemos observar que é muito comum neste tipo de gênero o uso do presente indicativo do verbo. Usase também, para dar peso a causa defendida pelo articulista, os argumentos de autoridade que são citações de autores e personalidades importantes, portanto, podemos observar que o artigo de opinião configura-se em seu aspecto tipológico pela argumentação, pois o autor irá expor argumentos fazendo uma ligação minuciosa a fim de chegar a uma conclusão final onde os leitores poderão (ou não) concordar com ele. Para se construir um artigo de opinião é preciso que existam alguns elementos essenciais na sua estrutura, assim podemos identificar três deles que são fundamentais para se identificar um artigo de opinião: a situação-problema, que pode ser um fato polêmico ou qualquer assunto de interesse do autor, a discussão que é onde o autor irá argumentar contra ou a favor do que está acontecendo e a solução/ avaliação que é onde o autor discorrerá a sua opinião sobre o que deve ser feito. Tal estrutura não é rígida, porém é fundamental para se distinguir este gênero dos demais, principalmente para facilitar o seu ensino-aprendizagem na prática didática. 290

6 Análise do trabalho com o gênero artigo de opinião no livro Para viver juntos O livro didático em análise é a obra Para viver juntos (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009), destinado ao oitavo ano do Ensino Fundamental. O livro é dividido em capítulos, contendo nove em um total, mais especificamente analisamos o capítulo 7 que retrata do ensino do gênero artigo de opinião (pág. 206 á 234). A abordagem ao gênero artigo de opinião é feita da seguinte forma: primeiramente é apresentada uma foto de pessoas em uma feira livre e proposto cinco questões na seção Pense nisto (pág. 205). As questões promovem que os alunos reflitam sobre como uma pessoa interessada em comprar algo na feira pode argumentar a seu favor para ganhar um desconto e também como o comerciante poderia argumentar contra o pedido de desconto. Segundo Rodrigues (2007), Faraco e Tezza (2001) e Boff, Kochë & Marinello (2009) a argumentação é um dos elementos principais na construção da estrutura do gênero artigo de opinião, pois para que se possa produzir um artigo de opinião é preciso ter algo para se defender, um assunto para que com fortes argumentos se convença o outro de que a opinião do produtor do artigo é a mais correta, a mais relevante ou adequada. Desta seção de exercícios, seção Pense nisto, destacamos a pergunta: 2. Suponhamos que uma das mulheres gostou das verduras, mas achou o preço um pouco alto. Que argumentos ela poderia usar para convencer o comerciante a lhe dar um desconto? R: Resposta pessoal! Sugestões: Ela pode argumentar que se o desconto for feito, voltará a comprar nesta barraca e se tornará freguesa: que o fim da feira se aproxima e o que sobrar não será mais vendido; que ela viu verduras iguais a essas em outras barracas e comprará naquela que oferecer o preço melhor, etc. (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 205). Esta questão demonstra de forma clara que os autores do livro propõem, de fato, um trabalho com a construção de argumentação, a qual vai sendo abordada de forma natural, partindo de acontecimentos cotidianos das pessoas. Um outro exemplo: O exercício da argumentação está presente no cotidiano de todas as pessoas. Usam-se argumentos para negociar direitos e deveres em casa, na escola e no trabalho; para defender posições entre amigos, para adquirir ou fornecer produtos e serviços e para divulgar idéias sobre os mais variados temas (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 205). 291

7 Estas proposições trabalham a função social do gênero artigo de opinião, ou seja, a prática social de linguagem de discutir problemas, ou nas palavras dos autores o negociar direitos e deveres de uma pessoa. Sendo assim, tal prática social de linguagem se materializa pelo artigo de opinião, o que fica ainda mais claro com a assertiva exposta no livro: nessa e em outras situações, as estratégias argumentativas podem variar de acordo com o ouvinte ou leitor que se pretende atingir. É isso o que vamos observar neste capítulo por meio do artigo de opinião (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 205). Na sequência, a obra oferece um primeiro exemplar do artigo de opinião, mas antes do texto propriamente dito apresenta um pequeno texto de apresentação, intitulado O que você vai ler, e nele expõem mais um conceito de artigo de opinião para reforçar a ideia anterior, pois afirma que esse gênero é construído de argumentos com o objetivo de influenciar o modo como seu leitor entende (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 206). O exemplar do artigo de opinião é de autoria de Ricardo Guimarães, intitulado Uma coisa grande mesmo, e tem como tema a sustentabilidade. Logo, nas páginas seguintes, a obra oferece seções para estudo do texto: 1. Qual é o conceito fundamental que o artigo de opinião se propõe a divulgar? R: O conceito de sustentabilidade. 2. Leia as definições de sustentabilidade e sustentável no dicionário Houaiss da língua portuguesa: Sustentabilidade: substantivo feminino. Característica ou condição do que é sustentável. Sustentável: adjetivo de dois gêneros. Que pode ser sustentado; possível de sustentação. a) Essas definições abarcam todos os sentidos com que o termo é utilizado no texto? Explique sua reposta. R: Não. O texto utiliza o termo sustentabilidade em um contexto ecológico; nesse contexto, sustentabilidade implica tratar os recursos naturais como finitos, e, se pretendemos dispor deles no futuro, temos de planejar o presente. b) O texto supõe que o conceito de sustentabilidade pode ser nebuloso para o leitor. Que estratégia é empregada já no primeiro parágrafo para garantir a eficiência da informação? R: Já no primeiro parágrafo, o texto propõe uma definição de sustentabilidade. Além disso, o autor trata o tema como inevitável no mundo de hoje (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 208). Estas questões abordam um dos elementos que caracterizam o gênero, de acordo com Bakhtin (2003), o tema (ou conteúdo temático), sendo que a questão b também dá início a tomada de um outro elemento como objeto de ensino: a construção composicional do artigo de opinião, o qual, predominantemente, expõem logo na introdução, nos primeiros parágrafos, o assunto a ser tratado no texto por seu produtor e o ponto de vista dele (do produtor) sobre o assunto. Esse elemento é ainda reforçado em nota destacada pelos autores do livro: 292

8 A introdução de um artigo de opinião pode predispor o leitor a prosseguir a leitura ou abandona-la, a assumir uma postura receptiva em relação aos argumentos que surgirão no desenvolvimento ou se indispor previamente em relação a eles. No texto observado, o articulista optou por introduzir seu tema definindo-o, mas essa não é a única possibilidade de elaboração de um parágrafo introdutório. Ele poderia formular uma tese, relatar um exemplo, levantar uma questão, citar uma frase dita ou escrita por um especialista no assunto, entre outras possibilidades. (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 208). Além do livro explicitar como o autor elaborou a parte introdutória de seu artigo de opinião, apresenta outras maneiras de construir a introdução desse gênero. A terceira questão, abaixo, propõe que os alunos busquem identificar os argumentos apresentados pelo autor para defender o seu ponto de vista sobre o assunto. 3. Ao explicar o desinteresse dos jovens brasileiros pela sustentabilidade, o autor apresenta duas justificativas. a) Quais são elas? R: De acordo com o texto, a explicação para os jovens brasileiros não se preocuparem está justamente no fato de serem jovens e serem brasileiros. b) A que característica dos jovens brasileiros cada justificativa está relacionada? R: Consistem em reconhecer que o brasileiro é cabeça fresca por natureza e que os jovens não tem nenhuma motivação nem espaço na cabeça para pensar no futuro (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 208). Assim, essa questão 3 também trabalha a construção composicional, ou seja, a estrutura textual do artigo de opinião. E a de número 4, aprofunda a questão sobre os tipos de argumentos que podem ser utilizados neste gênero: 4. Releia o segundo e o terceiro parágrafo do texto. a) O articulista afirma: Aprendi isso no livro do Eduardo Giannetti, O valor do amanhã. A que informação apresentada no livro de Giannetti se refere o termo isso? R: O termo se refere ao fato de que vivemos numa região do planeta que é muito boa é generosa com as nossas condições de vida. Para nós, humanos, para as plantas e para os animais. b) Que outro ensinamento, presente no mesmo livro, é reproduzido no artigo? R: O ensinamento a respeito do carvalho, árvore do hemisfério norte que tem de armazenar energias no verão para atravessar o inverno, e a palmeira, árvore dos trópicos que sobrevive de modo diferente, pois o clima e o ambiente são diversos. c) Quando o autor do artigo insere a referência a Eduardo Giannetti em seu texto, que tipo de argumentos está usando? Que efeito sobre o leitor se espera com o uso desse tipo de argumento? Trata-se do argumento baseado na autoridade, que busca aumentar a credibilidade do texto (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 208). 293

9 As demais questões muito se assemelham a de número quatro, acreditamos que isto aconteça para melhor fixação do que é a argumentação pelos alunos e como a argumentação se estabelece dentro da estrutura de um artigo de opinião. Ao finalizar a seção de exercícios "Estudo do texto" que se focaram mais na argumentação, as autoras deixam ainda um pequeno lembrete sobre outros tipos de argumentos que podem compor o gênero textual artigo de opinião: Lembre-se: Vários tipos de argumentos podem ser usados para convencer e influenciar o leitor, entre os mais frequentes estão o argumento baseado na autoridade, o argumento baseado no consenso, o argumento baseado em provas concretas e o argumento que se constrói com base no raciocínio lógico (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 209 ). Em seguida, há uma outra seção de exercícios intitulada Argumentos dirigidos a um público específico dirigidos ao trabalho com os elementos que formam o contexto de produção do artigo de opinião: 1. A revista em que o artigo Uma coisa grande mesmo foi publicado dirige-se a um público jovem. Em seu texto, o articulista mostra empenho em atingir esse público? Explique. R: Sim. O autor relaciona o tema de sustentabilidade á vida dos jovens, tornando esse tema próximo do seu universo mostrando-lhes como podem comprometer-se com um mundo sustentável (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 209). Assim, os alunos são levados a compreender que o autor de um artigo deve sempre considerar quem serão seus leitores, qual o veículo de comunicação que divulgará o texto, pois a linguagem do texto será diferente se o texto for publicado em uma revista de economia, de negócios ou mesmo em uma revista especializada em ecologia, para cada uma delas seria preciso uma linguagem mais específica, ou seja, o articulista deve escrever focalizando o seu público alvo, como afirma Antunes (2006) ao dizer que quem escreve, escreve para alguém, ou seja, interage com o outro. Também em uma outra seção de exercícios, página 210, denominada Contexto de produção, oferece mais três exercícios que dedicam-se a tratar dos elementos do contexto de produção do artigo de opinião. Daquelas destacamos as perguntas de número 2 e 3 que abordam o fato das opiniões expressas em um artigo serem sempre do autor e não do meio em que ele é publicado. A segunda questão da seção intitulada Argumentos dirigidos a um público específico aborda sobre o papel social do articulista, ou seja, qual a representação do autor frente a sociedade para falar sobre o tema em questão. 2. O articulista faz parte do grupo social com o qual se comunica? Justifique 294

10 sua resposta com trechos do texto. R: Não, ele é um adulto falando aos jovens. Essa condição pode ser observada nos trechos: [...] a gente só começa a pensar no futuro para valer quando casamos e temos filhos. ; É uma coisa grande mesmo. Muito maior do que o aqui, agora da minha geração. [...] ; Minha geração pagou caro para aprender (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 209). As perguntas seguintes, de número 3 e 4 são bastante parecidas com as demais, focando-se em pedir ao aluno que justifique suas respostas com passagens do texto lido e novamente perguntando sobre os elementos que fazem com que o artigo seja adequado para o seu público em específico. Já a pergunta de número 5, primeiramente explica quais são os objetivos do artigo de opinião e exemplifica como se pode alcançar tais objetivos perguntando em seguida qual foi a estratégia que o articulista do artigo usou e também pede que o aluno justifique suas respostas com passagens do texto, pede também para que o aluno reflita e diga se concorda ou não com tais métodos usados. 5. O artigo de opinião tem por objetivo influenciar as ideias e o comportamento do seu leitor. Para alcançar esse objetivo, adula-o (seduzindo-o com elogios e acolhendo seus interesses e expectativas); choca-o (mostrando suas falhas e as consequencias negativas de sua postura); orienta-o por meio da razão ( analisando as vantagens e as desvantagens de uma situação com o auxílio de dados concretos), entre outras estratégias: a) Qual estratégia é adotada no artigo que você leu? R: O articulista enfatiza os defeitos dos jovens, generalizando seu comportamento e reprovando sua postura alienada, autocentrada e pouco racional. Esse modo de enxergar o jovem explica certo tom agressivo presente em todo o texto e a opção de persuadir o leitor por meio do choque. Apesar de o tema central do artigo ser a sustentabilidade, grande parte dele desenvolve argumentos que não se relacionam a ela, servindo unicamente para persuadir o leitor de sua condição alienada. b) Transcreva trechos que comprovem sua resposta. R: Difícil falar de sustentabilidade para pessoas que não querem, não gostam e têm dificuldade de pensar no futuro. c) Em sua opinião, essa é uma estratégia eficaz para atingir o leitor? Resposta pessoal (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 210). Esta pergunta se centra em levar o aluno a compreender as intenções de um artigo de opinião e para quem este tipo de é gênero destinado, ou seja, de qual esfera social (BAKHTIN, 2003) ele representa. Na página 211, apresenta-se a seção Linguagem do texto que trata do estilo do gênero. As perguntas desta seção procuram fazer com que o aluno reflita sobre a linguagem empregada no texto, se a linguagem seria aceita em outros gêneros, sobre a forma como o leitor usou o sentido das palavras e quais as impressões que elas causam no leitor, exemplo: 1. Reflita sobre o título Uma coisa grande mesmo. 295

11 b) Ele permite ao leitor antecipar o tema que será abordado no artigo? Por quê? R: Não, porque ele é genérico. c) Esse título seria adequado para uma notícia, uma reportagem e um artigo de divulgação científico? Explique sua reposta. R: Provavelmente, não. Esses textos são marcados por uma objetividade maior e tendem a receber títulos mais específicos (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 211). Os autores também questionam, na questão de número 5, sobre o uso de palavras estrangeiras, como elas aproximam mais o público alvo (os jovens) do tema, ou se os afasta. 5. No artigo estudado, são utilizadas algumas palavras em inglês ( big, long, here, now). Isso afasta ou aproxima o artigo do público-alvo? Justifique. R: Esse recurso provavelmente aproxima o público-alvo de classe média ou alta, já que esses leitores incorporam muitas palavras em inglês a sua linguagem cotidiana (PENTEADO, LOUSADA, MARCHETTI, STRECKER e SCOPACASA, 2009, p. 211). Os autores trazem uma nota em destaque, esta nota diz que a boa argumentação é muitas vezes favorecida pelo uso do português padrão, mas que ao se afastar dele, em alguns casos, o autor consegue estabelecer um vínculo maior com o público-alvo de seu texto, assim ele consegue chegar a eles com um exercício consciente de argumentação. Em seguida, com o título Temas polêmicos e intolerância, os autores buscam explicar que falar de um tema polêmico pode causar incômodos em alguns interlocutores, por isso é preciso ter tolerância para aceitar as opiniões alheias, uma vez que cada um tem as suas próprias convicções. Assim elas propõem uma reflexão sobre quais seriam as conseqüências da intolerância e como seria possível exercitar a tolerância para se ter conversas saudáveis de opiniões distintas, o que de fato é importante para dar o próximo passo que é a hora da produção de texto, a qual não foi nosso objeto de análise pela limitação do espaço de um artigo científico. Considerações finais A partir de nosso objetivo de analisar o livro didático Para viver juntos (2009), mais especificamente a parte em que esta obra se propôs a trabalhar o ensino do gênero textual artigo de opinião, a constatação ao final do processo de análise é a de que o livro atende aos requisitos sugeridos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (1998) e pelas Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná (2009), isto é, ele não visa um ensino baseado somente na gramática tradicional sem proposta de reflexão. Este livro propõe-se a apresentar os objetos de ensino/conteúdos de uma forma que o aluno possa compreender que o que aprende na escola pode ser transposto para o seu cotidiano, o que mostra que aos poucos a mudança na 296

12 concepção do que seja a linguagem e seu ensino está ocorrendo. Os gêneros textuais já se fazem presentes em alguns livros didáticos que se preocupam em inserir o aluno nas diversas práticas sociais, assim como orientam os documentos oficiais, tornando-se o eixo condutor do processo de ensino e aprendizagem da língua portuguesa. Referências ANTUNES, I. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Tradução Maria Ermantina Galvão G. Pereira. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, BOFF, O.M. B.; KÖCHE, V.S.; MARINELLO, A.F. O gênero textual artigo de opinião: um meio de interação. ReVEL, vol. 7, n. 13, [www.revel.inf.br]. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, FARACO, C.A.; TEZZA, C. Prática de texto para estudantes universitários. Petrópolis, RJ: Vozes, GLAGLIARDI, E.; AMARAL, H.. O gênero textual artigo de opinião jornalístico, Disponível em: KAUFMAN, A.M.; RODRÍGUEZ, M.E. Escola, leitura e produção de textos. Artes Médicas: Porto Alegre, MARCUSCHI, L.A. Gêneros textuais: configuração, dinamicidade e circulação. In: KARWOSKI, A. M (Org.). Gêneros Textuais: Reflexões e Ensino. Palmas e união da Vitória (PR): Kaygangue, PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa: para os anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Curitiba: SEED, RODRIGUES, R.H. Os gêneros do discurso na perspectiva dialógica da linguagem: abordagem de Bakthin. In: MEURER, J. L.; BONINI, A.; ROTH, D.M. Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola Editorial, Para citar este artigo: 297

13 GODOY, Letícia Maria de. O domínio social do argumentar. In: XIII CONGRESSO DE EDUCAÇÃO DO NORTE PIONEIRO Jacarezinho Anais...UENP Universidade Estadual do Norte do Paraná Centro de Ciências Humanas e da Educação e Centro de Letras Comunicação e Artes. Jacarezinho, ISSN p

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