CURSO ESCOLA DE DEFENSORIA PÚBLICA Nº

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1 CURSO ESCOLA DE DEFENSORIA PÚBLICA Nº DATA DISCIPLINA Processo Civil PROFESSOR Ival Heckert MONITOR Bruna Oliveira AULA Aula 06 Contatos: Facebook: Professor Ival (twitter e instagram) PROCEDIMENTO COMUM O início do processo se dá com a apresentação da petição inicial (princípio da inércia) Art. 312 propositura da ação = protocolo da petição inicial, só produz efeitos quanto ao réu quando este for validamente citado. REQUISITOS DA PETIÇÃO INICIAL Art. 319 a petição inicial indicará: I o juízo no qual será dirigida II qualificação das partes: nomes, prenomes, estados, estado civil (se existe união estável), profissão, carteira de identidade, CPF ou CNPJ, endereço eletrônico, domicílio e a residência do autor e do réu a grande novidade é o endereço eletrônico, intimações poderão ser feitas por e- mail. III fatos e fundamentos jurídicos do pedido. IV pedido com suas especificações V valor da causa VI provas com que o autor pretende demonstrar a veracidade dos fatos alegados solicitar a produção de provas por perícia, provas documentais, testemunhais, etc. VII opção do autor pela realização de audiência de conciliação/mediação formalmente demonstrar o auto interesse na composição mesmo requerendo expressamente o juiz designará audiência de conciliação somente não ocorrerá a audiência se o réu também não quiser compor (a manifestação tem que ser expressa). Obs: não existe mais o requerimento de citação do réu que estava previsto no velho CPC, a citação é automática. Os parágrafos deste artigo são destinadas ao juiz.

2 1º - se o autor não tiver as informações do inciso II poder requerer que o juiz providencie diligências necessárias (perante órgãos públicos e instituições privadas) para obtenção destes dados. É obrigação do juiz diligenciar aos órgãos. (vide art. 256, 3º) 2º - a petição inicial não será indeferida se faltar alguma informação do inciso II, desde que seja possível a citação do réu. 3º - a petição inicial não será indeferida se tornar impossível ou excessivamente oneroso a obtenção das informações do inciso II. Art. 320 a petição inicial deve ser instruída com documentos indispensáveis para a propositura da ação. PRIMEIRAS MANIFESTAÇÕES DO MAGISTRADO A petição inicial retira o Poder Judiciário da inércia o juiz analisará a petição inicial, verificando se existem as condições da ação e os pressupostos processuais. A partir desta análise, se tudo estiver ok, o juiz dará um despacho positivo, designando audiência de conciliação/mediação e determinará a citação do réu. Não haverá designação de audiência de conciliação se o direito não admitir a autocomposição (direito indisponível permite a autocomposição), o juiz então citará para contestar; Despacho negativo (quando a petição inicial não carregue todos os elementos necessários, ex. falta de pressupostos processuais) o juiz mandará o autor emendar a petição inicial O juiz poderá também proferir sentença antes mesmo de citar o réu (sentenças liminares) indeferimento da petição inicial (art. 485 CPC) nas hipóteses da lei e situações de improcedência do pedido (art. 487 do novo CPC). - Emenda da petição inicial: art. 321 o juiz ao verificar que a petição inicial não preenche os requisitos dos arts. 319 e 320 determinará que o autor emende no prazo de 15 dias indicando com precisão (princípio da motivação) o que deve ser corrigido ou completado. Obs: No velho CPC o prazo de emenda era de 10 dias, no novo CPC o prazo é de 15 dias. * Natureza jurídica do ato do magistrado que determina a emenda da petição inicial: é decisão interlocutória. Não se admite agravo de instrumento contra decisões que determinam a emenda da petição inicial (não vigora mais a jurisprudência do STJ que determinava a

3 interposição de agravo de instrumento, não há no art de agravo de instrumento contra esta manifestação) se o juiz não indicar de forma precisa o que deverá ser corrigido ou completado, cabe embargos de declaração. A parte poderá manifestar se não concordar com a decisão interlocutória se o juiz se indeferir a inicial o processo será extinto sem resolução de mérito, desta decisão caberá apelação. A emenda da petição inicial é um DIREITO DO AUTOR, portanto, não é lícito ao juiz indeferir de plano sem dar a oportunidade da emenda. Sentenças liminares (indeferimento art sem mérito): o indeferimento pode surgir como uma atitude imediata do magistrado que observa que não haveria como consertar a petição a inicial de plano irá indeferir a petição inicial (se puder emendar a petição inicial a preferência será por ela, pois não é licito ao juiz indeferir a petição inicial se ela poderá ser objeto de emenda, somente se o autor não o fizer o juiz poderá indeferir). O indeferimento de plano somente ocorrerá se não for possível emendar a petição inicial. O indeferimento tem natureza jurídica de sentença (sem mérito art. 485, I). Sendo possível a apresentação de recurso de apelação com efeito regressivo (dar ao magistrado a possibilidade alterar a sua decisão no prazo de 5 dias art. 494). A partir do momento que o juízo de retratação é feito pelo magistrado, o procedimento irá prosseguir citando-se o réu. Se o juiz não se retratar (art. 331) o réu será citado para responder ao recurso de apelação (não é para contestar a petição inicial) que será encaminhado ao Tribunal. O indeferimento de plano pressupõe vício formal impossível de ser sanado. Art. 330 I nem todo deferimento decorre de uma inépcia, a inépcia surge quando há deficiências incontornáveis de elementos objetivos de constituição do processo. 1º diz o que é inépcia: todas as situações de inépcia aqui elencadas pressupõe deficiência no pedido ou causa de pedir I quando faltar pedido ou causa de pedir II pedido indeterminado, ressalvadas as hipóteses de pedido genérico (ações universais quando não se consegue identificar a universalidade de bens que fazem parte do procedimento; ações decorrentes de ato ou fato ilícito; quando o valor da condenação depender de ato a ser praticado pelo réu v. art. 324). NOVIDADE! III não decorrência lógica dos fatos narrados e a conclusão IV pedidos incompatíveis entre si. II parte manifestamente ilegítima carência de ação III autor carecer de interesse processual carência de ação. IV prescrição dos art. 106 (advogado declinar na petição inicial o endereço para receber intimações) e 321 (emenda da petição inicial). No velho CPC havia ainda as seguintes causas de indeferimento da petição inicial que saíram do rol no novo CPC nesta parte de decisão liminar da petição inicial: a. Escolha errada do rito no novo CPC esta adequação pode ser feita através da emenda da petição inicial o indeferimento somente ocorrerá se não for emendada a petição. b. Prescrição e decadência conhecida de plano - o juiz pode ainda conhecer da prescrição e decadência de plano é decisão meritória e deve ser reconhecida em outro momento.

4 2º - nas ações de revisão de obrigação de empréstimo, financiamento o autor tem que discriminar na petição inicial as obrigações controvertidas, devendo ainda quantificar o valor incontroverso valor incontroverso deverá continuar pagando a tempo e modo. Não é possível pedido genérico. Sentença de improcedência liminar: julgamento de plano matéria de direito (ações repetitivas antigo art. 285-A): o novo CPC termina com a ideia da horizontalização (entendimento do próprio juízo) paradigmática partindo para a técnica verticalizada a partir das súmulas e precedentes para garantir o princípio da isonomia. Art. 332 causas que dispensem fase instrutória (análise de provas documentais) sem citação do réu deverá julgar liminarmente improcedente nos casos: I contrariar precedente de súmula do STF ou STJ II acórdão proferido pelo STF ou STJ em julgamentos de recursos repetitivos III entendimento firmado em incidentes de resolução de demandas repetitivas ou assunção de competência técnica da repetitividade nos tribunais de segundo grau. IV enunciado de súmula de tribunal de justiça sobre direito local. Da sentença de improcedência liminar (art. 487) cabe apelação se o autor não apresentar o recurso, ocorrerá coisa julgada material, posteriormente o réu será intimado para ter ciência da decisão/ se o recurso de apelação for interposto, abre-se a possibilidade excepcional de juízo de retratação em 5 dias se o juiz se retratar, intima-se o réu para o processo propriamente dito. Se o juiz não se retratar, mantendo a improcedência liminar, o réu será citado para apresentar resposta ao recurso de apelação, os autos serão encaminhados ao Tribunal. IMPORTANTE! O juiz poderá julgar improcedente desde logo a ação quando se verifica prescrição e decadência (sentença meritória).

5 CONCILIAÇÃO / MEDIAÇÃO: Procedimento Comum: O despacho positivo gera a designação de uma audiência e a citação do réu para comparecer a esta audiência, salvo se autor e réu manifestarem o interesse por não realizar a autocomposição. Art. 165 os Tribunais criarão centros judiciários de solução consensual de conflitos que serão responsáveis pela conciliação e mediação. Organizações administrativas. 1º - composição e organização destes centros serão definidas pelo respectivo Tribunal 2º - conciliador: atuação preferencialmente nos casos em que não houver vínculo anterior entre as partes situações em que a lide surge derivada de acidente de veículo, contrato de consumo, por exemplo. Traz ponderações às partes, faz propostas às partes, mas não pode obrigar nem intimidar ou constranger as partes para que se conciliem. 3º - mediador: atuação preferencial nos casos em que houver vínculo anterior entre as partes ex. causas de família, situações empresariais (dissolução de sociedade) auxilia as parte a compreender as questões e interesses em conflito para que as partes, por si próprias cheguem a um consenso reestabelecimento da comunicação. Art. 166 princípios informativos da conciliação e da mediação: independência, imparcialidade, autonomia da vontade, confidencialidade, oralidade, informalidade e da decisão informada. Independência sem nenhuma interferência daquele que julgará a demanda, pois é conduzida preferencialmente pelo conciliador/mediador Imparcialidade os conciliadores e mediadores estão imparciais também estão sujeitos a questões de suspeição e impedimento. Autonomia da vontade conciliação e mediação não se criam situações de obrigatoriedade na composição da situação litigiosa.

6 Oralidade tudo o que é dito na audiência de conciliação e mediação não é necessariamente trazido à termo, salvo aquilo que for acertado entre as partes. Informalidade não há uma ritualística própria de como será desenvolvida a audiência de conciliação e mediação Confidencialidade o que é dito na audiência não poderá ser exposto, salvo aquilo que foi acertado entre as partes (expressa composição das partes). Os conciliadores e mediadores não poderão testemunhas acerca do que foi dito na audiência. Decisão informada tudo o que for decidido entre o mediador ou conciliador deve ser informado às partes. 3º admite-se na Autocomposição técnicas negociais a fim de proporcionar ambiente para autocomposição. Ver. Art. 167 sobre os conciliadores e mediadores. Art. 334 a audiência de conciliação ou mediação será designada com antecedência mínima de 30 dias, devendo o réu ser citado com pelo menos 20 dias de antecedência. 1º - o conciliador/mediador deverá atuar nesta audiência de conciliação/mediação 2º poderá haver mais de uma sessão (quantas forem necessárias) destinada a conciliação e mediação, não podendo exceder mais de 02 meses estas sessões respeito da razoável duração do processo. 3º - intimação do autor na pessoa do advogado para comparecimento na audiência de conciliação/mediação. O não comparecimento nesta audiência poderá gerar efeitos financeiros negativos à parte (multa). 4º - a audiência não será realizada: I se ambas as partes manifestares expressamente o desinteresse II quando não se admitir a autocomposição lembrando que direito indisponível pode ser autocomposto, o direito que não admite autocomposição está relacionado ao Poder Público, uma vez que a autocomposição poderá atingir o interesse público. 5º - o réu deverá manifestar o seu desinteresse na autocomposição com 10 dias antes da audiência por petição. Se o autor tiver manifestado o interesse em não realizar autocomposição o prazo do réu para apresentação da defesa fluirá a partir do protocolo da petição de desinteresse em autocompor. 6º - litisconsórcio o desinteresse na audiência de conciliação deve ser manifestado por todos os litisconsortes. Se um quiser a audiência então ela ocorrerá, devendo todos comparecer na audiência. 7º - poderá ocorrer videoconferência para a realização da audiência de conciliação e mediação. E outros meios eletrônicos qualquer outro meio também é lícito (ex. whatsapp). 8º - o não comparecimento injustificado das partes (não se fala no comparecimento do procurador) na audiência de conciliação (somente audiência de conciliação alguns autores acreditam que mesmo não comparecendo na audiência de mediação também deverá ser aplicado multa, todavia a lei somente prevê que a multa será aplicada nas audiências de conciliação) é considerado como ato atentatório à dignidade da justiça que será punido com multa de até 2% da

7 vantagem econômica pretendida ou do valor da causa, que será revertida em favor da União ou do Estado. 9º - as partes devem estar acompanhadas por seus advogados ou defensores públicos 10 a parte poderá constituir representante por meio de procuração específica para negociar ou transigir a parte deverá estar presente, o advogado não pode acumular duas funções, se a parte não for na audiência deve outorgar procuração à outra pessoa. 11 a autocomposição é reduzida a termo e posteriormente homologada por sentença. 12 a pauta das audiências de conciliação ou mediação deve observar o intervalo mínimo entre o início de uma e outra.

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