A Rede em Rede uma estratégia de implementação da política de Educação Continuada da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo

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1 1 Tema: Educação à Distância nos Sistemas Educacionais Trilha: EAD nos Sistemas de Ensino A Rede em Rede uma estratégia de implementação da política de Educação Continuada da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo Beatriz Scavazza Fundação Carlos Alberto Vanzolini Paulo Barbosa FDE Fundação para o Desenvolvimento da Educação Sonia Maria Silva CENP Coordenadoria de Normas Pedagógicas Resumo Para efetivar sua política educacional, a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, SEE/SP, está implementando um Programa de Formação Continuada com o uso extensivo de novas Tecnologias de Informação e Comunicação: o Programa Teia do Saber. Para apoiar esse Programa a SEE conta com a maior rede de alta velocidade para Internet e Vídeo-conferência do país na área pública, com mais de 100 pontos de videoconferência e computadores espalhados em cerca de 90 cidades do Estado é a Rede do Saber. A experiência que deu origem a esta rede de mídias interativas começou com a informatização dos setores administrativos das escolas e chegou ao seu auge nos últimos dois anos com a instalação das mais modernas tecnologias para a construção do ambicioso PEC-Formação

2 2 Universitária, um programa que atingiu com sucesso professores da rede estadual, que concluíram programa em nível superior (graduação) em parceria com a USP, UNESP e PUC/SP. O parque tecnológico da Rede do Saber criada para o PEC-Formação Universitária está disponível para toda a rede estadual e agora se generaliza para outras ações do Programa Teia do Saber, capaz de atender demandas que exijam uma atuação simultânea, em rede e em larga escala. 1. Secretaria de Estado da Educação de São Paulo: uma organização que aprende Para efetivar sua política educacional, a Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo, SEE/SP, define-se como uma Organização de Aprendizagem e está implementando um Programa de Formação Continuada com o uso extensivo de novas Tecnologias de Informação e Comunicação. Uma Organização de Aprendizagem caracteriza-se, sobretudo, pela disposição orgânica permanente de avaliação crítica e transformação criativa de suas práticas e conceitos; busca alinhar as ações de seus diversos agentes a partir do desenvolvimento de formas de pensamento sistêmico e da construção de diferentes concepções e de objetivos comuns. Para tanto, é necessária a incorporação cotidiana desses processos como aprendizagem de formas comuns do planejamento, execução, acompanhamento, avaliação e apropriação dos resultados, tanto dos aspectos da gestão educacional quanto dos didático-pedagógicos. Além disso, deve haver o reconhecimento de que tais aspectos condicionam-se mutuamente e, por isso, também precisam ser tratados não apenas como campos específicos e isolados, mas de modo articulado interna e externamente em todas as ações da SEE, como é o caso dos processos de aprendizagem da organização. Todo esse processo, cujo núcleo é a aprendizagem, precisa e deve ser desenvolvido e implementado de modo coletivo, preferencialmente em situações de formação em serviço, no enfrentamento das reais condições de operação, além de manter-se firmemente focado no aprimoramento dos

3 3 resultados. Processos pouco participativos não garantem que haja uma transformação orgânica, mas apenas em nichos específicos da organização que tendem a se distanciar e mesmo se antagonizar com os demais; situações de aprendizagem diferentes das situações reais de operação, ainda que simuladas, implicam um grau extra de abstração e um sobre-esforço na transposição do aprendido. Por fim, todo o processo de evolução da organização busca a melhoria dos seus resultados e esse compromisso precisa ser acompanhado sistematicamente para retroalimentar a aprendizagem e as ações dela decorrentes. Uma Organização de Aprendizagem se desenvolve na ação e, portanto, não há um tempo ou local específico para aprender, pois essa preocupação é uma constante em todos os planejamentos e ações. No entanto, essas aprendizagens realizadas a todo instante, em toda a organização, precisam ser sistematizadas, consolidadas, formalizadas e socializadas para que haja vantagens sistêmicas. Também é necessário considerar que o conhecimento pode ser construído baseado em teorias e outras experiências relevantes não diretamente relacionadas à operação, o que uma vez mais reforça a necessidade de se assegurar ações formais de ensino e de aprendizagem. No caso da SEE/SP, quer pelo seu tamanho em número de integrantes, pela sua extensão geográfica ou mesmo pela variedade e quantidade de processos e necessidades, é indispensável um Programa que dê organicidade a essas ações, além de prover as condições de logística e, em muitos casos, de infraestrutura. O Programa Teia do Saber configura-se como a estratégia da SEE para articular-se enquanto uma Organização de Aprendizagem. Para apoiar fortemente esta estratégia surge a Rede do Saber. A Rede do Saber configura-se como a maior rede de alta velocidade para Internet e Vídeo-conferência do país na área pública, com mais de 100 pontos de videoconferência e computadores espalhados em cerca de 90 pontos do Estado. O objetivo principal é garantir a unidade na diversidade das ações locais provendo meios para que a rede pública de ensino atue estrategicamente em rede, na articulação e gestão do conhecimento que produz.

4 4 Até recentemente o único modo de promover a educação continuada na rede era por meio de cursos e capacitações que exigiam a presença de todos nos locais de formação. Esse modelo exigia grandes esforços logísticos, desperdiçava parte da energia das pessoas em longos deslocamentos e tinha custos financeiros freqüentemente mais altos com deslocamentos, estadias e pagamentos de substituições, do que com o evento em si. É claro que esse modelo dificultava a abrangência das formações, pois exige a ausência do serviço, o que no caso dos professores repercute de modo indesejado na escola. Pelas mesmas razões, evitavam-se formações com programas extensos, geralmente limitando-se a uns poucos dias. Essas formações acabavam atendendo a um pequeno número de pessoas simultaneamente o que acarretava longos prazos para fazê-las disseminar por parte significativa da rede. Por fim, uma vez terminados os eventos de formação, os atores retornavam para seus postos de trabalho e raramente recebiam qualquer acompanhamento ou apoio no sentido de facilitar a implementação dos conhecimentos desenvolvidos. A mudança dessa situação, que começou com a informatização dos setores administrativos das escolas, chegou ao seu auge nos últimos dois anos, com a instalação das mais modernas tecnologias para a construção do ambicioso PEC-Formação Universitária, um programa que atingiu com sucesso quase professores da rede, que concluíram programa em nível de superior (graduação, licenciatura plena) em parceria com a USP, UNESP e PUC/SP. 2. Inovação e Ineditismo O parque tecnológico da Rede do Saber, criada para o Programa PEC- Formação Universitária, está disponível e agora se generaliza para outras ações do programa, capaz de atender demandas que exijam uma atuação simultânea, em rede e em larga escala.

5 5 Trata-se da maior rede interna de alta velocidade do país, parte da IntraGov do Estado de São Paulo. Ao todo são mais de 100 salas de videoconferência, cada uma com capacidade para 40 pessoas, além de cerca de computadores em mais de 100 laboratórios em 89 localidades espalhadas estrategicamente pelo Estado, totalmente integrados em uma rede interativa. Essa infra-estrutura ainda conta com mais de 100 salas para dinâmicas comportando 40 pessoas cada. Para garantir a conexão e a utilização articulada desses pontos da rede, os ambientes estão conectados à Central de Operações da Secretaria da Educação, que controla o fluxo de dados, imagens e voz dos 9 estúdios de geração de videoconferência, alocados na Praça da República (3), Largo do Arouche (4), Centro de Referência em Educação Mário Covas (1), e na própria Central de Operação da Rede do Saber(1). A Rede do Saber foi implementada ao longo dos dois últimos anos com o suporte de uma instituição ligada à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, a Fundação Carlos Alberto Vanzolini. O trabalho de implantação tecnológica consistiu em garantir as melhores soluções de infra-estrutura de hardware, software e conexão para as necessidades da SEE/SP, e do desenvolvimento de processos de produção nesse novo ambiente, além da capacitação dos envolvidos. Com a criação da Rede do Saber, o conceito de educação continuada como uma necessidade para o desenvolvimento permanente da organização permite que as atividades de capacitação em serviço de todos os quadros da SEE sejam ampliadas e aceleradas, garantindo-se o monitoramento de sua efetividade e com um custo significativamente menor. 3. Público-alvo das ações.

6 6 A rede pública estadual de educação abrange cerca de 6 mil escolas, 200 mil professores e quase de 6 milhões de alunos, e suas demandas, tanto as de cada função, quanto às de cada instância e mesmo aquelas de contextos específicos devem ser atendidas simultaneamente e na maior brevidade. É este o público-alvo da Rede do Saber. que deverá dar suporte às ações de formação em serviço dos profissionais de ensino da rede pública estadual em seus processos de aperfeiçoamento permanente que potencialmente possam resultar no aprimoramento das práticas escolares. Objetiva não apenas garantir a contínua melhoria da qualidade dos processos educativos e conseqüentemente da aprendizagem como, também, que essa aprendizagem promova a inserção social participativa e democrática. Por meio dessa aprendizagem constante, a SEE pretende implementar um modelo didático-pedagógico e de gestão educacional capaz de adaptar-se simultaneamente às transformações da sociedade e mesmo influenciá-las. Por essas razões, na medida em que passa a ser um programa de estruturação macro-política da SEE, a Teia do Saber ganha a mais alta relevância entre as ações desta Secretaria. O mais importante, no entanto, é que toda essa infra-estrutura de aprendizagem está amplamente articulada em uma rede que é, hoje, a maior intranet de alta-velocidade do país e uma das maiores do mundo aplicadas à educação, a Rede do Saber. Essa articulação em rede é o diferencial capaz de permitir que as ações de educação continuada possam, a um só tempo, serem implementadas em larga escala, em profundidade e simultaneamente, sem com isso obstruir ou deixar de incentivar as ações locais que atendam apenas núcleos muito específicos de necessidades. Uma rede desse porte permite o constante mapeamento, monitoramento, registro e socialização sistemática dos saberes locais e pessoais, por meio da criação de comunidades de prática virtuais, além de disseminar generalizadamente ou para núcleos específicos as ações centrais da SEE/SP. 4. Efetividade

7 7 O PEC- Formação Universitária foi o programa que permitiu a implantação e validação de parte dos processos produtivos. De fato, o êxito pôde ser comprovado pelo resultado do programa, com quase professores efetivos da rede estadual de ensino fundamental sendo graduados (licenciatura plena) em pouco menos de dois anos, uma tarefa bastante ambiciosa em se tratando de uma primeira experiência. Mas o fato é que essa experiência, justamente por suas condições complexas de execução, abriu perspectivas inusitadas e poderosas para as ações de educação continuada da SEE, nos convidando a rever os modelos de capacitação até aqui adotados. Está claro, por exemplo, que as ações presenciais e a distância irão, daqui para frente, se alternar, se imiscuir e se complementar enquanto modalidades de capacitação. Desde meados de 2002, a Rede do Saber vem expandindo sua infra-estrutura e generalizando seus processos de produção que inicialmente buscavam atender apenas às necessidades do PEC Formação Universitária. Esse processo está apenas começando com os novos programas em implantação, como é o caso do PEC Construindo Sempre, do PEC Magistério Indígena, da capacitação do Sistema GDAE Gestão Dinâmica de Administração Escolar e do PEC Formação Universitária Municípios. Já há um conjunto de competências estabelecidas, como a gestão de contratos com fornecedores incomuns em situações de ensino convencionais; a produção, de modo integrado, de materiais de capacitação em todas as mídias como CD-ROM, impresso, VHS, Internet, além da roteirização de teleconferências, videoconferências ou, então, o suporte e a capacitação de professores e parceiros (universidades etc) na melhor utilização dos meios tecnológicos disponíveis e, ainda, o monitoramento ininterrupto da infraestrutura de rede espalhada por todo o Estado. Esses processos estão dando suporte à depuração de uma matriz metodológica e um modelo de gestão compartilhada organizados para

8 8 sustentar as atividades da Rede do Saber como suporte às ações globais da TEIA DO SABER da SEE/SP. A Gestão da Operação dessa rede é extremamente complexa e tem exigido a conjugação de competências capazes de, a um só tempo, abranger os aspectos de infra-estrutura tecnológica, informática, comunicação, logística, engenharia e especialmente educação, campo com o qual todos os demais se articulam. Essa gestão tem trabalhado com a inovação tecnológica, a gestão de conhecimento e a necessidade constante de induzir desenvolvimento em todas as instâncias da SEE/SP, das competências necessárias para a gestão de um trabalho que não se dá mais de modo isolado, mas efetivamente em rede. 5. Facilidade de Reprodução Com a infra-estrutura da Rede do Saber, soma-se às possibilidades de ação local e descentralizada já existentes, os veículos necessários para que a SEE possa difundir em rede simultânea e em larga escala suas ações de formação continuada. Também se viabiliza o trabalho de acompanhamento e monitoramento das ações descentralizadas, agregando as qualidades orgânicas a essas ações; significa dizer que as ações descentralizadas não serão mais isoladas, pois agora podem passar a integrar um sistema compartilhável pelo conjunto da rede pública de educação. A instalação e disseminação do uso de tecnologias de informação e comunicação em rede criam, portanto, as condições para que se possa inaugurar um processo de gestão de conhecimento do sistema educacional do Estado. A gestão de conhecimento é um processo que busca garantir que a organização incorpore todos aqueles conhecimentos necessários para seu pleno desenvolvimento, inclusive e especialmente aqueles que tipicamente não estão formalizados e se encontram nas práticas dos seus diversos atores. Isso só é possível quando o sistema organiza-se e instrumentaliza-se de modo a induzir a organização e socialização dos seus saberes. A atuação em rede é um passo fundamental nessa direção, ao que se segue o monitoramento das iniciativas sua análise e orientação.

9 9 6. Conclusão Dada a complexidade da experiência, que aspectos podemos apontar como essenciais para a implantação e gestão de tal rede de formação continuada para agentes educacionais? Um olhar retrospectivo sobre nossa experiência mostra que, possivelmente, o pressuposto maior que orientou boa parte das nossas ações foi o de buscar constantemente o ponto exato da articulação adequada entre aspectos relativos a infraestrutura tecnológica que uma Rede como esta requer em função de suas finalidades educacionais. Esta busca determinou decisões relativas a diferentes aspectos que consideramos fundamentais para o sucesso da experiência: o Interdisciplinaridade na composição e no trabalho das equipes Seja no que diz respeito à composição de um Comitê Gestor, no qual as grandes decisões eram tomadas, seja na constituição de Grupos de Trabalhos, permanentes ou provisórios, seja ainda na constituição das diferentes equipes internas de operações, a experiência nos mostrou que a eficácia das ações e a possibilidade de acumular saberes a respeito delas nasce do exame e da consideração de maior número possível de aspectos envolvidos nas questões, por mais triviais que elas pareçam ser. Daí a necessidade de submetê-las sempre a olhares de profissionais de diferentes áreas, formações ou origens, de tal forma que, sobre as necessidades de natureza prática/técnica possa ser feita uma teorização e, igualmente, que as demandas de natureza teórica/educacional possam encontrar uma forma de se tornarem viáveis, tecnicamente falando. o Uso de ferramentas de gestão do trabalho O registro do fluxo do trabalho e do histórico dos projetos foi fundamental para possibilitar a organização e a circulação de informações, assim como a comunicação entre os membros da equipe. Daí a necessidade de criar,

10 10 disponibilizar e aperfeiçoar constantemente ambientes de gestão do trabalho cooperativo. o Mediação do processo de produção de saberes, de ações pedagógicas e de materiais didáticos Na medida em que a Rede do Saber divulga saberes, propões ações pedagógicas, realiza e distribui materiais didáticos propostos por parceiros, instituições ou órgãos externos (tais como as Universidades, por exemplo), foi essencial manter uma equipe capacitada a estabelecer uma interlocução qualificada com as instituições para realizar uma mediação no processo de transformar aquilo que era a proposta, a demanda ou o desejo original das instituições em saberes, ações e materiais adequados às mídias em que seriam divulgados, acessíveis ao público alvo, didaticamente tratados, internamente coerentes, esteticamente coesos, enfim, ajustados para garantir uma boa recepção. Outra função essencial de tal equipe foi a de realizar um acompanhamento sistemático das ações dos formadores junto ao público alvo. o Estabelecimento de critérios e conteúdos para ações de formação/capacitação dos diversos agentes A necessidade de garantir o pressuposto geral enunciado anteriormente também determinou que as ações de formação/capacitação fossem não só continuadas, mas freqüentemente repensadas e redimensionadas, no que diz respeito tanto aos agentes internos à equipe de gestão da Rede, quanto aos agentes externos, ou seja, aqueles que atuam mais diretamente com o público alvo. É assim que para aqueles agentes que inicialmente considerávamos ser necessário garantir uma capacitação meramente técnica, (na manipulação de ferramentas, por exemplo), percebeu-se ser imprescindível conjugar a ela a sua dimensão pedagógica para que as ações ganhassem significado e eficácia.

11 11 7. Bibliografia Ehrman, M. (1990) Psychological factors and distance education. American Journal of Distance Education 5 (1), Eisenberg, E e T. Dowsett (1990) Student dropout from a distance education project course. A new method analysis. Distance Education 11 (2), Garrison (1993) Quality and access in distance education: theoretical considerations. In Keegan, D. (ed) Theoretical principles of distance education pp London and New York: Routledge. Garrison, D. R. (1995). Constructivism and the role of self-instructional course materials, Distance Education, 16(1): Harasim, L (1989). On-line education: a new domain. In Mason e Kaye (Eds.) Mindweave: Communication, Computers and Distance Education.Oxford: Pergamon. On-line: Harasim, L., Calvert, T. & Groeneboer, C. (1997) A web-based system for support collaborative learning. In Khan (ed.) Web-Based Instruction, Englewood Cliffs, NJ. Educational Technology Publications Harasim, L.; Hiltz, S.; Teles, L. & Turoff, M. (1996). Learning networks. MIT Press. Moore, M. G. (1993) Theory of transactional distance. In Keegan, D. (ed) Theoretical principles of distance education London and New York: Routledge Parker, Angie (1999) A study of variables that predict dropout from distance education. International Journal of Educational Technology, December 1999, v1 n2.

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