Controle de pragas biosseguridade na. Biologia e Controle. reprodução suína.

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1 Controle de pragas biosseguridade na Biologia e Controle reprodução suína. dos Ricardo Roedores Paludeto Bellaz Assessor Técnico de Vendas III Novartis Saúde Animal

2 Podemos dividir os roedores em dois grupos: ROEDORES SILVESTRES ROEDORES Sinantrópicos RATO DO ARROZ RATAZANA (Rattus norvegicus) RATO DO MILHO CAMUNDONGO (Mus musculus) RATO DO CAPIM RATO DE TELHADO (Rattus rattus)

3 Por que o controle dos roedores é importante? A presença de roedores em áreas urbanas e em áreas rurais geram grandes perdas econômicas. Prejuízos incalculáveis: Atacam e destroem lavouras (milho, cana-de-açúcar, arroz e etc.) Na armazenagem de ração e insumos (com roeduras, consumo e contaminação com fezes e urina) Nas instalações e equipamentos com roeduras (podem causar curto-circuito)

4 Prejuízos na Suinocultura Desperdício nas fábricas de ração e granjas, aumenta a Conversão Alimentar

5 Prejuízo Consumo de alimento 1 dia 1 ano 1 rato 30 g 10.9 kg ratos 30 kg ton Consomem diariamente 10% do seu peso. São Onívoros

6 Transmissão de Doenças Os roedores são transmissores potenciais de várias doenças, ao homem (zoonoses) e aos animais. Salmoneloses Febre Aftosa Doença de Newcastle Triquinose Cólera Corizas Coccidiose Leptospirose Hantavirose Peste Bubônica Disenteria Sarna e Micoses Febre da mordida do rato Tifo Murino Ambiente propício à proliferação de roedores

7 Sentidos Visão - seus olhos estão desenhados para detectar movimentos e formas. Não reconhecem cores. Olfato - um importante sentido, bastante apurado. Tato - o mais aperfeiçoado. Suas longas vibrissas (bigodes), são usados para guiar seus movimentos, podendo memorizar os arredores, com isso movimentar-se no escuro para encontrar seu abrigo. Audição - um dos sentidos mais desenvolvidos. Detectam frequências muito baixas até o ultrasom. Paladar - bem desenvolvido e seletivo. Não comem qualquer alimento, ainda mais se estiver estragado, rançoso, ou apresentar baixo valor nutricional.

8 Identificação dos Roedores Sinantrópicos Comensais Rato de Telhado (Rattus rattus) Ratazana Jovem Mais comprida Cabeça + Corpo Leve e Delgado Grandes Grandes Afilado Compridos Pés Grande Cabeça Cauda Corpo Orelhas Olhos Nariz Pequenos Pequena Pequenas Mais curta que Cabeça + Corpo Pesado Grosso Pequenos Arredondado Camundongo Doméstico (Mus musculus) Ratazana (Rattus norvergicus)

9 Ciclo Reprodutivo Características Ratazana (Rattus norvergicus) Rato de Telhado (Rattus rattus) Camundongo (Mus musculus) Vida média 2 anos 1,5 ano 1 ano Idade maturidade sexual 60 a 90 dias 60 a 75 dias 42 a 45 dias Gestação 22 a 24 dias 20 a 22 dias 19 a 21 dias Filhotes/Ninhada 7 a 12 7 a 12 3 a 8 Idade de desmame 28 dias 28 dias 25 dias Ninhadas/Ano 8 a 12 4 a 8 5 a 6

10 Ratazana (Rattus norvergicus) Habitat - tocas e galerias no subsolo, beira de córregos, lixões, interior de instalação, mais comumente fora do domicílio. Peso 150 g a 600 g Estabelecem território com um raio de ação de cerca de 50 m. Hábil nadador e cava tocas no solo. Neofobia naturalmente desconfiados de objetos novos ou inusitados. Fezes grossas e arredondadas Fazem trilhas junto ao solo, próximos das paredes, sob forma de manchas de gordura. Formam trilhas no solo causando o desgaste da vegetação. Presença de pegadas, fezes e pêlos.

11 Rato de Telhado (Rattus rattus) Habitat forros, sótãos, paióis, silos e armazéns; podem viver em árvores, mais comuns no interior do domicílio. Peso 100 g a 350 g Estabelecem território com um raio de ação de cerca de 60 m. Hábil escalador, raramente cava tocas. Fezes finas e terminadas em pontas afiladas (fusiformes) Neofobia (medo de coisa nova). Manchas de gordura junto ao madeirame de telhados, tubos e cabos. Presença de pêlos e fezes.

12 Camundongo (Mus musculus) Habitat no interior de móveis, despensas, armários, geralmente no interior do domicílio. Procuram viver próximo da fonte de alimento. Peso 10 g a 21 g Estabelecem território com um raio de ação de cerca de 3 m a 5 m. Hábil escalador, e pode cavar tocas. Neofilia (possuem hábitos exploratórios). Iguais às do rato de telhado, porém muito menores São de difícil visualização, mas podem ser observadas manchas de gordura junto aos rodapés, paredes e orifícios por onde passam.

13 Dentes resistentes A necessidade de roer é fisiológica, os dentes precisam ser gastos

14 Para se ter sucesso no controle de roedores é necessário fazer... Medidas de eliminação Um programa de MANEJO INTEGRADO, que envolve a tomada de: Medidas Preventivas, que evitem uma nova reinfestação. Medidas preventivas Manejo Integrado Medidas corretivas Ex: vedar brechas e rachaduras de muros e pisos, chumbar ralos, etc Medidas Corretivas, que ajudem a ter um controle mais eficaz Ex: remover fontes de água, não deixar alimentos expostos e desprotegidos Medidas de eliminação, que envolvem a aplicação de raticidas O MANEJO deve ser realmente INTEGRADO!!!

15 Rotas de entrada dos ratos Galhos das árvores Janelas abertas Fios e cabos elétricos Janelas quebradas Pela ventilação Através do esgoto Debaixo das portas Escavando Escalando Rachaduras e buracos nas paredes Por entre as grades Arbustos vizinhos

16 Sinais de Infestação Trilhas Visita noturna fezes Tocas Roeduras Ninhos Marcas de gordura

17 Manejo integrado no controle dos roedores sinantrópicos Medidas Preventivas Vedar brechas e rachaduras nos muros e pisos Chumbar ralos Vedar soleira das portas com folha de lata Manter terrenos capinados e depósitos arrumados Medidas Corretivas Armazenar sacaria elevada do nível do piso e afastada das paredes Remover fontes de água Recolher restos da alimentação do animal de estimação durante a noite Não deixar alimentos expostos e desprotegidos.

18 Medidas de Eliminação Métodos Mecânicos ou Físicos Combate aos roedores já infestantes. Armadilhas e Ratoeiras Dispositivos eletro-eletrônicos Ultrassom Placas colantes Vibradores e Solenóides

19 Medidas de Eliminação Métodos Químicos - Raticidas Agudos Produtos líquidos e chumbinho No Brasil são proibidos desde 1982 Dificuldade de antídoto. Alto risco ambiental Causam a morte em menos de 24 horas após a ingestão. São tóxicos nervosos. Crônicos Anticoagulantes orais Raticidas Isca e Bloco (dose única) Pó de Contato (dose múltipla) Causam a morte em mais de 24 horas após a ingestão. Têm antídoto Vitamina K1

20 Os Raticidas Anticoagulantes 1ª Geração 2ª Geração Dose Múltipla Única Efeito Acumulativo Simples Morte 3º ao 7º dia 3º ao 7º dia Roedores Resistentes Não tem Não tem Toxicidade Menor Maior Antídoto Vitamina K1 Vitamina K1 Princípio Ativo Cumacloro Cumafeno (Warfarina) Cumatetralil Cumafuril Difacinona Clorofacinona Difenacoum Brodifacoum Bromadiolone Flocoumafen Difetialone

21 Solução Novartis para o de Roedores Controle (Bromadiolone 0,005%) ISCA BLOCO Marca Registrada da Novartis AG, Basiléia, Suíça.

22 Técnicas de Aplicação - Fundamental o uso de EPIs

23 Técnicas de aplicação de Lanirat ISCA Romper o invólucro para aumentar a atração, fixar no interior do tubo de PVC Marca Registrada da Novartis AG, Basiléia, Suíça.

24 Técnicas de aplicação do Lanirat ISCA Contra ratazanas: Coloque os saquinhos ao longo das trilhas ou diretamente dentro das tocas Contra ratos de telhado: Coloque o conteúdo dos saquinhos em anteparos fixados firmemente às estruturas de sustentação dos telhados, por onde os ratos estejam transitando.

25 Dicas no uso do Lanirat ISCA para combater ratazanas Rasgue o saquinho para aumentar a atratividade da isca Introduza a isca profundamente na toca com o auxílio de uma colher de pau para aumentar a segurança Despeje a isca na soleira da toca para aumentar a atratividade da isca Em áreas de risco, use porta-iscas Marca Registrada da Novartis AG, Basiléia, Suíça.

26 Dicas no uso do Lanirat ISCA para combater ratos de telhado

27 Lanirat BLOCO UM RATICIDA DE DOSE ÚNICA Muito palatável para os roedores Nova fórmula mais atrativa, com farinha de amendoim. Contém cereais no interior Contém amargante (Bitrex) para evitar ingestão acidental por crianças e animais domésticos Resiste à umidade ambiental Perfurados no centro para facilitar a aplicação Bloco parafinado de 20g Marca Registrada da Novartis AG, Basiléia, Suíça.

28 Técnicas de aplicação de Lanirat Bloco Ideal para áreas de muita umidade. Deve ser aplicado com arame, através de seu orifício central O bloco deve girar no arame, e esse arame deve ser preso nos locais de passagem dos roedores

29 Aplicação Correta Quando for aplicar o raticida o porta-isca deve estar limpo. O porta-isca sempre deve estar bem fixo

30 Baixa Toxicidade

31 Localização dos Pontos de Iscagem Visão Sistêmica da Propriedade Coloque pontos de iscagem pelo caminho dos roedores, (exemplos: manchas de gordura, fezes, roeduras e etc). Eliminar e/ou bloquear potenciais pontos de entrada de roedores. Pontos de Iscagem Pontos de Potencial Entrada de Roedores Área de Passagem de Roedores

32 Aplicação das iscas Lanirat Onde e quanto aplicar 1 ponto de iscagem a cada 20 m de distância ou a cada 100 m 2 1 a 3 envelopes de 25 g, ou 1 a 3 blocos de 20 g, por ponto de iscagem, dependendo da infestação Pontos de iscagem externos Pontos de iscagem internos

33 Localização dos Pontos de Iscagem Visão Sistêmica da Propriedade 42 POCILGA AVIÁRIO AVIÁRIO X COMPOSTEIRA 5 X 16 X X X X 30 7 X 9 X X BIODIGESTOR 10 X X X Lenha 20 X X X ESTERQUEIRA X X CAIXAS DE ÁGUA Tocas 2 X X 11 3 X CISTERNA X X X X X X Coloque pontos de iscagem CASA LEGENDA 39 pelo caminho dos roedores, 40 (exemplos: manchas de PONTO ALTO gordura, fezes, roeduras e PONTO BAIXO INTERNO etc). Eliminar e/ou bloquear X PONTO BAIXO EXTERNO 41 X ESCRITÓRIO potenciais pontos de entrada de roedores. 42 PONTOS DE ISCAGEM

34 Localização dos Pontos de Iscagem Visão Sistêmica da Propriedade Salão de classificação de ovos Galpão No Galpão _ Galpão No 8 18 Galpão _ Galpão No 9 Galpão 3 l _ Galpão No 10 Galpão Galpão 5 Galpão No _ Galpão 6 Galpão No Galpão No Depósito de Esterco Granja de Postura Coloque pontos de iscagem pelo caminho dos roedores, (exemplos: manchas de gordura, fezes, roeduras e etc). Eliminar e/ou bloquear potenciais pontos de entrada de roedores. Legendas: Porta isca controle contrlo de roedores Placas controle de moscas Depósito de Esterco

35 Como monitorar o controle Ficha de monitoramento PROGRAMA DE CONTROLE DE ROEDORES Reposição de Iscas / Captura - CONTROLE Semanal/Quinzenal/Mensal Mês: dias do mês dias do mês Nº Localização 2/jun 9/jun 16/jun Total Localização 1 Local 1 RT ( - - ) ( - - ) ( - - ) RT RT 2 Local 2 RT RT RT ( - - ) RT M 3 RT V RT ( - - ) RT RT 11 Importante: Descrever os locais para ( - - ) ( - - ) ( - - ) 12 facilitar a identificação por ( - - ) RT V 13 qualquer pessoa ( - - ) ( - - ) RT 14 ( - - ) RT RT 15 ( - - ) ( - - ) M 16 ( - - ) RT M 17 ( - - ) M V 18 RT M RT ( M ) - ISCA MEXIDA (V) - VESTÍGIO DE ROEDOR ( -- ) - ISCA INTOCADA ( C ) - CAPTURA DE ROEDOR ( RT ) - REPOSIÇÃO TOTAL VISTO FUNCIONÁRIO VISTO SUPERVISOR

36 Formulário Ocorrência diária.

37 Procedimento de controle integrado de pragas

38 Laudo de Visita

39 Destino adequado aos ratos mortos Composteira

40 Efeito Bumerangue O risco de um controle mal conduzido... Os roedores controlam a quantidade de indivíduos de acordo com a disponibilidade de recursos Havendo a morte de alguns indivíduos, a colônia rapidamente se organiza para repor os que morreram Esta reposição geralmente é muito superior à necessidade da colônia, o que ocasiona a criação de outras novas colônias Havendo um controle bem conduzido, não ocorre o efeito bumerangue

41 10 passos parcoa um EFETconIVO controle de roedores 1. Remover ou impedir, onde for possível, todas as potenciais fontes de alimentos, água e abrigo. 2. Identificar e marcar todos os pontos de iscagem. 3. Colocar o máximo possível de pontos de iscagem e manter registros de consumo pelos roedores. 4. Coloque as iscas sempre o mais próximo possível dos caminhos, passagens e trilhas dos roedores, perto de tocas, fezes, e manchas de gordura. 5. Proteger o raticida para não molhar com a chuva e para evitar que crianças ou outras espécies animais tenham acesso. 6. Verificar regularmente todos os pontos de iscagem. 7. Eliminar os roedores mortos, se possível diariamente. 8. Repor o raticida semanalmente onde houver consumo. 9. Remover os pontos de iscagens onde não houver consumo. 10. Criar barreiras com pontos de iscagens e monitorar mensal- mente, para que não haja reinfestação.

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43 Programa Novartis de Controle de Moscas Controle de pragas biosseguridade na reprodução suína.

44 Por que o controle de moscas é importante? As moscas não são apenas um incômodo... podem causar grandes PREJUÍZOS!! Riscos à biosseguridade do plantel Disseminação de doenças Causam stress permanente Queda na produtividade Aumento no CUSTO de tratamentos e MENOR rentabilidade Aumento da taxa de AMÔNIA no ar ambiente.

45 Principais Doenças Transmitidas pelas Moscas para os Suínos DOENÇAS AUTOR ANO Brucelose Suína Greenberg 1973 Streptococcus suis Enright et al Doença de Aujeszky (Herpesvirus) Medveczky et al Salmoneloses (Salmonella spp.) Olsen, Hammack 2000 Tuberculose (Mycobacteria) Fischer et al PRRSV (Porcine Reproductive and Respiratory Syndrome Virus) Otake et al Brachyspira hyodysenteriae McOrist 2010 Iliíte - Lawsonia intracellularis McOrist 2010 Porcine circovirus type 2 McOrist Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada.

46 Principais Doenças Transmitidas pelas Moscas para o Homem (Zoonoses) DOENÇAS AUTOR ANO Ancilostomíases (hookworms) Oyerinde 1976 Disenteria bacteriana (Shigellosis) Levine, Levine 1991 Cólera (Vibrio cholerae) Fotedar 2001 Colienterites (EHEC O157:H7) Iwasa et al Crytosporidium parvum Szostakowska et al Diarréias (Campylobacter spp.) Szalanski et al Diarréia (ETEC) Jordi et al Entomopathogenic fungi (Aspergillus, Penicillium, Mycelia) Senna Nunes Sales et al Giardíases (protozoa) Szostakowska et al Helicobacter pylori Grübel et al Helmintíases (worms) Umeche, Mandah Nickoll Miíases Sehgal et al Poliomielites (Poliovirus) Greenberg 1973 Salmoneloses (Salmonella spp.) Olsen, Hammack 2000 Staphyloccous aureus Fotedar et al Tracoma (Chlamydia trachomatis) Emerson et al Tuberculoses (Mycobacteria spp.) Fischer et al Tifo murino (Salmonella typhimurium) Greenberg Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada.

47 Espécies mais comuns de moscas Mosca doméstica (Musca domestica) Mosca doméstica menor (Fannia sp.) Mosca Varejeira (Chrisomya spp, Calliphoridae spp, e Lucilia spp) Mosca dos estábulos (Stomoxys calcitrans)

48 As moscas adultas são apenas a ponta do Iceberg de uma infestação... É o que vemos! Mosca adulta É o que não vemos! Pupas Larvas Ovos

49 Capacidade reprodutiva da mosca doméstica A capacidade reprodutiva das moscas domésticas pode produzir até 30 gerações de moscas num mesmo ano. Uma fêmea adulta chega a por em média 700 ovos ao longo de sua vida e um único casal pode chegar a gerar até descendentes em 4 semanas Meses 30 n o de gerações (países tropicais) 2010 Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada.

50 Locais de reprodução... Na matéria orgânica em decomposição Esterco, Estrume, Fezes, Lixo e Vegetais Preferências: Esterco de suínos Esterco das aves Estrume bovino Estrume equino Fezes humanas Lixo Vegetais em decomposição Composteira

51 Um hábito interessante: As moscas gostam de descansar pousadas em corpos cilíndricos! 2010 Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada.

52 Para termos sucesso no controle precisamos fazer... Manejo Integrado é a união de medidas corretivas, medidas preventivas e medidas de eliminação, para que haja um controle eficaz. Medidas Corretivas e Preventivas Métodos mecânicos (físicos) Exemplos: Evitar vazamentos nos bebedouros Trocar tela rasgada ou furada das composteiras Bom manejo da composteira para evitar chorume Manejo adequado do esterco da creche dos suínos Medidas de Eliminação Medidas Métodos biológicos controle biológico (inimigos naturais) preventivas Métodos químicos - aplicação de mosquicidas e larvicidas Medidas de eliminação Manejo Integrado Medidas corretivas

53 Controle Biológico Preservar os inimigos naturais e outros habitantes que podem coexistir nos criadouros das moscas, será a diferença entre conseguir ou não sucesso no controle de moscas. Alguns inimigos naturais das moscas: Carcinops troglodites (besouro) Spalangia spp (vespas) Macrochelis muscadomestica (ácaro) Outros: Forficula auricularia (tesourinha) 2010 Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada.

54 Métodos químicos de controle de moscas Inseticidas (adulticidas) matam as moscas adultas por contato ou ingestão. Adulticida Larvicida Larvicidas quebram o ciclo de vida das moscas, não deixando as larvas chegarem à fase adulta.

55 A solução Novartis para o Controle de Moscas em Granjas Diga adeus às moscas Sem larvas, sem moscas! 2010 Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada. Marca Registrada da Novartis AG, Basiléia, Suíça.

56 Para o controle de moscas adultas: AGITA 10WG (adulticida fulminante) THIAMETHOXAN a 10% Inseticida adulticida para moscas Neonicotinóide de segunda geração adulticida fulminante Contém açúcar e feromônio sexual Z9 Tricosene (atrativos). Grânulos solúveis em água. Baixa toxicidade para animais não alvos. Efeito residual de 4 a 8 semanas, dependendo do método de aplicação. Pode ser aplicado por pincelamento, pulverização e/ou cordões embebidos. Apresentações: 100g, 250g e 1kg Marca Registrada da Novartis AG, Basiléia, Suíça Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada.

57 Resposta à ingestão de AGITA AGITA tem um mecanismo de ação único nas moscas. Elimina as moscas rapidamente após a ingestão do produto (efeito fulminante) A ingestão é interrompida imediatamente e a mosca recolhe seu aparato bucal. Causa hiperatividade nervosa, seguido de colapso no sistema nervoso. Controla inclusive as moscas resistentes aos organosfosforados, carbamatos e piretróides. Marca Registrada da Novartis AG, Basiléia, Suíça.

58 Técnica de Pincelamento Misture a quantidade recomendada de água a AGITA (vide tabela apresentada) para formar uma calda. Com um pincel, brocha, ou rolo de pintura, aplique esta calda em cerca de 30 pontos esparsos (10x30 cm cada) onde as moscas costumam pousar. Efeito residual de até 6 a 8 semanas!!!

59 Técnica de aplicação em Cordões embebidos Preparar uma calda de AGITA assim como para a técnica de pincelamento (vide tabela apresentada). Embeber cordões e dispô-los vertical ou horizontalmente a 2 m do solo, amarrados em dois pontos. Grande atração e efeito sobre as moscas, que gostam de pousar sobre superfícies cilíndricas. Efeito residual de até 4 a 6 semanas!!! 2010 Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada.

60 Técnica de Pulverização localizada Misture a quantidade recomendada de água a AGITA (vide tabela apresentada) para formar uma calda de pulverização. Pulverize diversos pontos, nos locais mais frequentados pelas moscas. Utilize bico em cone ou em leque Efeito residual de até 4 a 6 semanas!!!

61 NOVO LANÇAMENTO! Agita 1 GB deve ser aplicado nos locais mais frequentados pelas moscas. Pronto para uso, não precisa diluir. Aplicar em áreas protegidas de chuva. Pode-se umedecer as superfícies (evitar que as iscas sejam removidas pelo vento). Pode ser aplicado de várias formas: Em superfícies (iscas espalhadas) Em porta iscas ou bandejas Em placas penduradas

62 Produto de fácil aplicação Pronto para uso Aplicação entre o esterco Aplicação em bandeijas

63 Aplicação Agita 1 GB Aplicando entre galpões Resultado após aplicação

64 Poder do Produto Agita 1 GB isca Aplicação Bandeijas Mortes rápida em dias secos

65 AGITA não é apenas mais um mosquicida... AGITA apresenta baixa toxicidade! O ingrediente ativo do AGITA, o THIAMETHOXAN, tem dados de toxicidade significativamente mais seguros que os de outros produtos (mosquicidas adulticidas) do mercado.

66 Modo de ação do NEPOREX Funciona como um regulador de crescimento de larvas de moscas (não é adulticida), impede a passagem de um estado larval para o seguinte, bloqueando a formação de pupas ou sua eclosão. Como as larvas são impedidas de evoluir até a fase adulta, a população de moscas acaba sendo controlada. Por sua atuação seletiva, não afeta os predadores naturais das moscas que habitam o esterco ou substrato vegetal em decomposição, favorecendo o controle biológico natural de moscas. Marca Registrada da Novartis AG, Basiléia, Suíça. Sem larvas, sem moscas

67 Técnica de aplicação Diluir em água na concentração de 10 ppm de princípio ativo (1g/m²). Pulverizar homogeneamente sobre o esterco ou substrato vegetal. Para se obter a diminuição rápida da população de moscas no ambiente, sugere-se que no dia da aplicação do larvicida, seja feito um tratamento ambiental de mosquicida adulticida. Sem larvas, sem moscas

68 Técnica de aplicação O esterco tratado fica protegido contra infestação de larvas de moscas por um período de até 4 semanas. Também pode aplicar semanalmente, de acordo com manejo da matéria orgânica. Não havendo possibilidade da retirada do esterco ou substrato vegetal, recomenda-se reaplicar o produto em todos os principais focos de larvas, até que se possa remover toda a matéria orgânica e repetir o tratamento completo. Sem larvas, sem moscas

69 Método de combate às moscas domésticas adultas: os anéis sanitários Os anéis sanitários são barreiras externas para impedir a chegada de moscas nas áreas de produção. São formados por barreiras físicas e químicas (placas e/ou pontos onde são aplicado Neporex e Agita) ao redor da área de produção, com vários níveis de proteção Direitos Reservados Novartis Saúde Animal Ltda Proibida a reprodução não autorizada.

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Agita : as moscas podem até voar, mas não vão escapar...

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