Programa de Prevenção e Controle de Adição de Água aos Produtos (PPCAAP) Guarapuava/PR Abril-2010

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de Prevenção e Controle de Adição de Água aos Produtos (PPCAAP) Guarapuava/PR Abril-2010"

Transcrição

1 Programa de Prevenção e Controle de Adição de Água aos Produtos (PPCAAP) Guarapuava/PR Abril-2010

2 Objetivo do PPCAAP Coibir a prática de fraude no processo de absorção de água durante o pré-resfriamento de carcaças de aves e na fabricação de carne de aves temperada. O programa teve início em 2000 com a realização de análises de dripping-test. Em 2004, foram introduzidos novos procedimentos de controle a ser implementados pelas empresas, denominado PPCAAP.

3 Legislação aplicada Portaria nº 210/1998, anexo IV, item 2.15: Determina a metodologia para controle do índice de absorção de água das carcaças submetidas ao processo de préresfriamento por imersão método de controle interno. Ao final da etapa de gotejamento, a carcaça pode absorver 8,0% de água, considerando seu peso total.

4 Método de Controle Interno

5 Legislação aplicada Portaria nº 210/1998, anexo IV, item 2.15: Determina a metodologia da técnica utilizada para quantificar a água resultante do descongelamento de carcaças congeladas método do gotejamento (dripping-test). A carcaça congelada deve apresentar um valor máximo de 6,0% de água absorvida, considerando seu peso total.

6 Legislação aplicada Instrução Normativa nº 20/1999: Publicação da metodologia revisada do dripping-test, padronizando as condições de descongelamento para obter o valor real do Teor de Líquido Perdido por Degelo de Carcaças de Aves. O limite legal permanece 6,0% de água absorvida, considerando o peso total da carcaça.

7 Dripping-Test

8 Fraudes observadas no préresfriamento de carcaças Utilização de polifosfatos e sais orgânicos capazes de promover a retenção de água nas carcaças de aves. Em virtude dessa constatação, deu-se início o programa de coletas de carcaças de aves no comércio varejista, para análise de dripping-test, em 2000.

9 Aves Temperadas Com o avanço tecnológico, as empresas começaram a colocar no mercado as aves temperadas, ou aves especiais. Esses produtos, com apelo festivo, eram preparados mediante a utilização da tecnologia da injeção mecânica de tempero por meio de agulhas.

10

11

12

13 Aves Temperadas O produto não tinha um padrão de identidade e qualidade especificado. A salmoura e os temperos eram adicionados em diversas proporções, que eram determinadas pelas empresas produtoras. A Portaria nº 210/1998 só destacava os requisitos necessários para a produção de carne temperada.

14 Fraudes em Aves Temperadas Para coibir o excesso de salmoura adicionada e/ou a baixa concentração de tempero em carcaças de aves temperadas, o DIPOA publicou a Instrução Normativa nº 89/2003, que estabeleceu requisitos mínimos de identidade e limites máximos para a adição de salmoura.

15 Outras Fraudes Adição intencional de gelo em miúdos, com o objetivo de aumentar o peso do produto.

16

17

18 Outras Fraudes Injeção de água em carcaças e cortes in natura, por meio de agulhas. Muitas vezes a água é misturada à proteína de soja, polifosfatos e outras substâncias capazes de promover retenção de água.

19

20

21

22

23

24

25

26 Outras Fraudes Inserção de outros cortes, divergindo daquele indicado no rótulo, ou produtos com imperfeições tecnológicas.

27

28

29

30

31 Outras Fraudes Miúdos no frango inteiro em quantidade supranumerária. Exemplo: presença de duas cabeças, três pés, dois fígados etc...

32 Lei nº 8.078/1990 Art O fabricante, o produtor, o construtor nacional ou estrangeiro e o importador respondem independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos...

33 Lei nº 8.078/1990 Art Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam... 6º - São impróprios ao uso e consumo: I - os produtos cujos prazos de validade estejam vencidos; II - os produtos deteriorados, alterados, adulterados, avariados, falsificados, corrompidos, fraudados, nocivos à vida ou à saúde, perigosos ou, ainda, aqueles em desacordo com as normas regulamentares de fabricação, distribuição ou apresentação.

34 Lei nº 8.078/1990 Art É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços dentre outras práticas abusivas: VIII - Colocar no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes.

35 PPCAAP Ofício Circular/DIPOA nº 09/2004 Institui novos procedimentos de controle nas empresas. Ofício Circular/DIPOA nº 10/2005 Revisão da Circular anterior. Instituiu o PPCAAP em sua versão atual. Correção de falhas no processo que permitiam abusos na absorção de água em carcaças e cortes de carne de aves, estreitando os controles exercidos na produção, uma vez que não existem argumentos de ordem legal, econômica ou operacional que justifiquem a desobediência aos parâmetros estabelecidos em lei.

36 PPCAAP Os programas descritos devem incluir: 1. Frequência mínima de monitoramento e verificação. 2. Medidas corretivas mínimas a serem adotadas. 3. Medidas preventivas. 4. Limites críticos estabelecidos de acordo com a legislação vigente e demais normas aplicáveis. 5. O programa deve ser assinado pelo representante legal da empresa. 6. O setor de garantia de qualidade será responsável pela aplicação de procedimentos de monitoramento de processo e pelo atendimento aos limites estabelecidos.

37 PPCAAP São considerados parâmetros obrigatórios para controle do processo de pré-resfriamento: 1. Controle de temperaturas 2. Renovação contínua de água contracorrente 3. Permanência de carcaças no primeiro estágio do préresfriamento (pré-chiller) 4. Outras variáveis que podem ser consideradas: intensidade do borbulhamento, tipo de corte abdominal, adição de coadjuvantes de tecnologia.

38 Controle de temperaturas Utilização obrigatória de termorregistrador para monitorar continuamente a temperatura da água dos tanques de pré-resfriamento. A temperatura da água dos tanques, medidas nos pontos de entrada e saída das carcaças, devem obedecer ao disposto no item 4.5.5, Anexo II da Portaria nº 210/1998, ou seja, não deve ser superior a 16ºC e 4ºC, respectivamente, no primeiro e último estágio. Os termômetros devem ser calibrados periodicamente, garantindo a confiabilidade do registro.

39 Renovação contínua de água A renovação de água (ou água gelada ou água + gelo) nos tanques de pré-resfriamento deve obedecer ao disposto no item 4.5.2, Anexo II da Portaria nº 210/1998, ou seja, deverá ser constante e em sentido contrário à movimentação das carcaças (contracorrente), na proporção mínima de 1,5 litro por carcaça no primeiro estágio e 1,0 litro no último estágio. O gelo adicionado aos tanques de pré-resfriamento deve ser considerado nos cálculos das quantidades definidas para renovação constante de água no sistema.

40 Tempo de permanência (1º estágio) O tempo máximo de permanência das carcaças de aves no primeiro estágio do sistema de pré-resfriamento (préchiller) é de 30 minutos, conforme disposto no item 4.5.5, Anexo II da Portaria nº 210/1998. É proibida a manutenção de carcaças de aves nos tanques de pré-resfriamento durante os intervalos de trabalho.

41 Outros Parâmetros Borbulho: A intensidade deve ser especificada em suave, moderada, forte ou sem borbulho. Corte Abdominal: O corte abdominal pode ser feito manual ou mecanicamente. Dependendo do tipo, pode proporcionar maior ou menor contato da carne com a água durante o pré-resfrimento. Coadjuvante de Tecnologia: Atualmente está proibida a utilização de qualquer substância que acarrete retenção de água pelas carcaças.

42 PPCAAP São consideradas avaliações laboratoriais obrigatórias de produtos e processos: Método do Controle Interno: os estabelecimentos de abate deverão realizar o teste de absorção interna em intervalos não superiores a 2 horas. Dripping-Test: o programa deve prever a coleta de uma amostra (composta de 6 unidades), no mínimo, por turno, para realização do teste pela empresa.

43 PPCAAP Adição de salmoura A empresa deve ter registros da produção do volume de salmoura que será adicionado a cada batelada ou unidade de medida de matéria-prima utilizada. Esse registro deve ser claro na porcentagem de salmoura a ser atingida no final de processo. Esse monitoramento deve ser contínuo. A empresa deve desenvolver um plano de amostragem para a verificação, pela própria empresa, da adição de salmoura nos cortes e carcaças que atenda ao volume produzido e ao tipo de processamento (tambleamento, injeção, etc...).

44 Regime Especial de Fiscalização REF Histórico de algumas empresas com relação à fraude por adição de água às carcaças de aves e produtos; Constatação de desvios no índice de hidratação e composição de produtos, durante a realização de auditorias, no tocante à adição de água. Considerando o inciso V do art. 2 da Lei nº 7.889/1989: interdição, total ou parcial, do estabelecimento, quando a infração consistir na adulteração ou falsificação habitual do produto ou se verificar, mediante inspeção técnica realizada pela autoridade competente, a inexistência de condições higiênico-sanitárias adequadas.

45 Regime Especial de Fiscalização REF OFÍCIO CIRCULAR nº 16/2007/DIPOA 1. Suspensão da produção e comercialização do produto em questão. 2. Para liberação da produção, será necessária a revisão do PPCAAP, incluindo a indicação da possível causa de descontrole do processo e ação corretiva sobre essa causa identificada, para avaliação e aceite pelo DIPOA. 3. Como ação cautelar de proteção ao consumidor, a empresa deverá apresentar resultados obtidos em laboratórios oficiais ou credenciados de todos lotes produzidos durante o período de REGIME ESPECIAL DE FISCALIZAÇÃO.

46 Programa Complementar de Combate a Fraude OFÍCIO CIRCULAR nº 13/2008/DIPOA 1. Elaborado em decorrência da continuidade de constatação de fraudes envolvendo aspectos econômicos em detrimentos aos interesses e direitos dos consumidores. 2. Identificar carcaças, cortes e miúdos de aves com índices de adição de água/ salmoura acima do aprovado pelo DIPOA, mediante avaliação pericial de amostras colhidas no mercado varejista, para tomada das ações fiscais necessárias, visando a proteção do consumidor.

47 Produtos Temperados OFÍCIO CIRCULAR nº 08/2010/DIPOA 1. Suspensão da elaboração e comercialização de produtos temperados (carcaças e cortes de aves). 2. A suspensão aplica-se aos produtos obtidos mediante a tecnologia de injeção com agulha única, ou múltiplas, mesmo quando complementada pelo tumbleamento. 3. As máquinas injetoras permanecem lacradas e a rotulagem referente aos produtos injetados deve ser segregada, com uso proibido até posterior deliberação do DIPOA.

48 Produtos Temperados OFÍCIO CIRCULAR nº 08/2010/DIPOA 1. Admite-se a aplicação da tecnologia da injeção somente nas seguintes situações: Na preparação de carcaças e cortes de aves especiais; Nas carcaças de aves temperadas destinadas à venda institucional, com objetivo de processamento térmico, sendo obrigatória a inserção da seguinte expressão no rótulo: ESTE PRODUTO SOMENTE PODERÁ SER DESTINADO AO CONSUMIDOR APÓS PROCESSAMENTO TÉRMICO.

49 Instrução Normativa nº 08/2009 Estabelece o método para determinação dos parâmetros para avaliação do teor total de água contida em cortes de aves, já utilizado pela União Européia. Fundamenta-se na determinação dos teores de água e de proteína e da relação água/proteína de amostras de cortes de aves in natura, resfriados ou congelados, com ou sem pele, com ou sem osso. A técnica ainda não foi implementada pois atualmente está sendo determinado qual o valor da relação água/proteína das carnes de aves brasileiras. Primeiramente, serão considerados frangos, galinhas, galos e galetos.

50 Dados estatísticos UF s participantes do PPCAAP: Região CO DF, GO, MT e MS 2. Região Sul PR, SC e RS 3. Região NE BA, PE, PI e SE 4. Região SE MG, ES e SP 5. Região Norte TO, PA e RO Nº plantas de abate de aves existentes: 183 Nº de empresas monitoradas por dripping-test: 119 (*) as demais produzem cortes ou frangos temperados

51 Dados estatísticos Ano Nº de análises realizadas (dripping-test)

52 Dripping-Test Ano Nº de Análises Conformes Não Conformes Nº % Nº %

53 Dripping-Test Amostras Coletadas Total de análises 2006 Conformes 2007 Não conformes 2008

54 Perspectivas Intensificar as ações sobre os Estados com tendência à fraude econômica. Aumentar o número de análises laboratoriais. Aumentar a capacidade dos laboratórios oficiais e o número de laboratórios credenciados. Implantar metodologia para cortes e temperados (IN 08/2009). Revisão da legislação (RIISPOA, Portaria 210/1998, IN 89/2003 e Lei 7.889/89). Ação conjunta DIPOA/DPDC-MJ: valores mais elevados das multas.

55 Obrigado. Cesar Plinio Mantuano Barradas FFA - SIF 3300 SIPAG/SFA/PR

Simpósio Latino Americano da Associação Internacional para a Proteção de Alimentos -IAFP -

Simpósio Latino Americano da Associação Internacional para a Proteção de Alimentos -IAFP - Simpósio Latino Americano da Associação Internacional para a Proteção de Alimentos -IAFP - VII Simpósio Associação Brasileira de Proteção dos Alimentos ABRAPA - Melhorando a inocuidade da carne de aves

Leia mais

Nota Técnica. Relação de Estabelecimentos Autuados por excederem o limite estabelecido na legislação, para absorção de água em carcaças de aves.

Nota Técnica. Relação de Estabelecimentos Autuados por excederem o limite estabelecido na legislação, para absorção de água em carcaças de aves. Nota Técnica Relação de Estabelecimentos Autuados por excederem o limite estabelecido na legislação, para absorção de água em carcaças de aves. Considerando-se o que estabelece o Artigo nº 895 do Regulamento

Leia mais

Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar

Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012 RESUMO Finalidade da Responsabilidade Civil Segurança Jurídica Sistema de Garantias Tutela

Leia mais

Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania DPPC. Divisão de Investigações Sobre Infrações Contra à Saúde Pública

Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania DPPC. Divisão de Investigações Sobre Infrações Contra à Saúde Pública Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania DPPC Divisão de Investigações Sobre Infrações Contra à Saúde Pública 2ª Delegacia de Polícia de Saúde Pública e Investigações de Crimes que Envolvem Medicamentos

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

PROGRAMA DE PROTEÇÃO JURÍDICO-SANITÁRIA DOS CONSUMIDORES DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (POÁ) - TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA

PROGRAMA DE PROTEÇÃO JURÍDICO-SANITÁRIA DOS CONSUMIDORES DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (POÁ) - TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA SIG-MP n. 06.2015.00000348-8 PROGRAMA DE PROTEÇÃO JURÍDICO-SANITÁRIA DOS CONSUMIDORES DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (POÁ) - TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO

Leia mais

DIPOA. Origem Animal. José Luis Ravagnani Vargas

DIPOA. Origem Animal. José Luis Ravagnani Vargas DIPOA Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal José Luis Ravagnani Vargas SIF (Competências) Fiscalização de estabelecimentos produtores de produtos de origem animal Exemplo: Matadouros frigoríficos,

Leia mais

Art. 1º Aprovar o REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LEITE EM PÓ MODIFICADO, em anexo.

Art. 1º Aprovar o REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LEITE EM PÓ MODIFICADO, em anexo. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 12 DE JUNHO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA IC.00929.00050/2014

COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA IC.00929.00050/2014 COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA IC.00929.00050/2014 Aos trinta dias do mês de outubro do ano de 2014, na Promotoria de Justiça de Veranópolis, perante o DR. LUCIO FLAVO MIOTTO, Promotor de Justiça,

Leia mais

Programa de avaliação de conformidade de padrões físicoquímicos e microbiológicos de produtos de origem animal comestíveis e água de abastecimento

Programa de avaliação de conformidade de padrões físicoquímicos e microbiológicos de produtos de origem animal comestíveis e água de abastecimento de padrões físicoquímicos e microbiológicos de produtos de origem animal comestíveis e água de abastecimento PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. O que fazer se o estabelecimento não estiver produzindo nenhum dos

Leia mais

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS - DCAn DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes 2013 INTRODUÇÃO Principais

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13)

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, usando da atribuição que lhe confere o Art. 45, Inciso XIV, da Lei Estadual nº 8.485

Leia mais

Programa de Análise de Produtos 1

Programa de Análise de Produtos 1 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO PROGRAMA DE ANÁLISE DE PRODUTOS RELATÓRIO

Leia mais

b) preparado contendo laranja (fruta) e banana (fruta) corresponde a um ingrediente característico;

b) preparado contendo laranja (fruta) e banana (fruta) corresponde a um ingrediente característico; MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17, DE 19 DE JUNHO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

DCCP - DELEGACIA DE DEFESA DO CONSUMIDOR OBJETIVO

DCCP - DELEGACIA DE DEFESA DO CONSUMIDOR OBJETIVO OBJETIVO A delegacia de defesa do consumidor é especializada e fica sob a coordenação no Departamento de crimes contra o patrimônio. Tem atribuição para os crimes cujo motriz seja a relação de consumo,

Leia mais

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano Seminário de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos Mesa Redonda I Exposição humana a agrotóxicos: ações em desenvolvimento Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano Coordenação

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

FRAUDES EM ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL

FRAUDES EM ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL Universidade de Passo Fundo Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento - MAPA/DIPOA. Controle de Qualidade na Indústria de Alimentos - CQIA FRAUDES

Leia mais

GSC EXPLICA SÉRIE EXPERTISE VETERINÁRIA

GSC EXPLICA SÉRIE EXPERTISE VETERINÁRIA GSC EXPLICA SÉRIE EXPERTISE VETERINÁRIA ANÁLISE DE RAÇÃO PARA CÃES E GATOS Fonte: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/racao.asp Para a realização dos ensaios foram utilizados os seguintes documentos:

Leia mais

EM EMBUTIDOS CÁRNEOS

EM EMBUTIDOS CÁRNEOS CONTROLE DE QUALIDADE EM EMBUTIDOS CÁRNEOS Prof. Nelcindo N.Terra Depto. de Tecnologia e Ciência dos Alimentos Centro de Ciências Rurais Universidade Federal de Santa Maria nelcindo@terra.com.br DIFERENCIAL

Leia mais

Não conformidades mais comuns em inspeções de Boas Práticas de Fabricação de medicamentos realizadas pelas Visas

Não conformidades mais comuns em inspeções de Boas Práticas de Fabricação de medicamentos realizadas pelas Visas Não conformidades mais comuns em inspeções de Boas Práticas de Fabricação de medicamentos realizadas pelas Visas Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa Roteiro da Apresentação Dados sobre os

Leia mais

PANORAMA SEMANAL DO MERCADO SUÍNO DO DF 06/02/2015

PANORAMA SEMANAL DO MERCADO SUÍNO DO DF 06/02/2015 PANORAMA SEMANAL DO MERCADO SUÍNO DO DF 06/02/2015 Cotação Diária do Suíno Vivo, por Unidade da Federação Data MG SP PR SC RS DF MT Carcaça CEPEA 05/02/2015 R$ 3,68 R$ 3,35 R$ 3,17 R$ 3,23 R$ 3,28 R$ 4,01

Leia mais

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09 O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09 Seminário Sul-Brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas ABES-RS Porto Alegre, 03 de Setembro de

Leia mais

TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS

TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS Inquérito Civil n.º 06.2014.00002449-0 1.ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SÃO BENTO DO SUL TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS Pelo presente instrumento, o Órgão do MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO

Leia mais

Metrologia Legal Aplicada ao Setor Automotivo

Metrologia Legal Aplicada ao Setor Automotivo Metrologia Legal Aplicada ao Setor Automotivo Luiz Carlos Gomes dos Santos Diretor de Metrologia Legal do Inmetro São Paulo, 27 de agosto de 2013 Fábio de Souza Lopes Eduardo Ribeiro de Oliveira Índice:

Leia mais

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação: DECRETO Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2015. Altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 31.455, de 1987, que regulamenta os arts. 30 e 31 da Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, que dispõem sobre alimentos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Florianópolis (SC), 21 de julho de 2008. O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Santa Catarina (CRMV- SC), em reunião com os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária dos Estados do

Leia mais

Leomar Luiz Prezotto

Leomar Luiz Prezotto LEGISLAÇÃO SANITÁRIA Leomar Luiz Prezotto Consultor em agroindústria Email: leomar.prezotto@mda.gov.br prezotto@consultoriaboavista.com.br www.consultoriaboavista.com.br Fone: 61 8128.9790 LEGISLAÇÃO SANITÁRIA

Leia mais

Resolução RDC nº 273, de 22 de setembro de 2005

Resolução RDC nº 273, de 22 de setembro de 2005 Resolução RDC nº 273, de 22 de setembro de 2005 Aprova o "REGULAMENTO TÉCNICO PARA MISTURAS PARA O PREPARO DE ALIMENTOS E ALIMENTOS PRONTOS PARA O CONSUMO". D.O.U. - Diário Oficial da União; Poder Executivo,

Leia mais

PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009

PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009 PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição,

Leia mais

Ranking nacional mostra PI em 6º com mais pessoas flagradas dirigindo sem CNH

Ranking nacional mostra PI em 6º com mais pessoas flagradas dirigindo sem CNH Levantamento divulgado pela Polícia Rodoviária Federal aponta um novo dado preocupante relacionado ao tráfego de veículos em BRs. De acordo com o Departamento Nacional da PRF, somente nos feriados prolongados

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre Rotulagem

Perguntas e Respostas sobre Rotulagem Perguntas e Respostas sobre Rotulagem Assuntos Gerais 1. Produtos destinados para fins industriais, institucionais, ou seja, sem venda direta ao consumidor, precisam ter na rotulagem o atendimento à RDC

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE METROLOGIA LEGAL LATU/INMETRO CRONOTACÓGRAFO

SEMINÁRIO SOBRE METROLOGIA LEGAL LATU/INMETRO CRONOTACÓGRAFO SEMINÁRIO SOBRE METROLOGIA LEGAL LATU/INMETRO CRONOTACÓGRAFO 1. Cronotacógrafo 2. Legislação CTB 3. Legislação Metrológica 4. Relação público/privado 5. Discos diagrama 6. Certificado 7. Prazos para verificação

Leia mais

ANEXO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº XX, DE XX DE XXXX DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe

ANEXO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº XX, DE XX DE XXXX DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe ANEXO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº XX, DE XX DE XXXX DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o Art. 87. parágrafo único, inciso II, da Constituição,

Leia mais

RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 273, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 273, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005. RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 273, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 7.841 DE 8 DE AGOSTO DE 1945 CÓDIGO DE ÁGUAS MINERAIS

DECRETO-LEI Nº 7.841 DE 8 DE AGOSTO DE 1945 CÓDIGO DE ÁGUAS MINERAIS DECRETO-LEI Nº 7.841 DE 8 DE AGOSTO DE 1945 CÓDIGO DE ÁGUAS MINERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º - Águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente

Leia mais

ROTEIRO PARA COLETA DE ALIMENTO EM CASO DE SURTOS DE DOENÇAS TRANSMITIDA POR ALIMENTO DTA

ROTEIRO PARA COLETA DE ALIMENTO EM CASO DE SURTOS DE DOENÇAS TRANSMITIDA POR ALIMENTO DTA ROTEIRO PARA COLETA DE ALIMENTO EM CASO DE SURTOS DE DOENÇAS TRANSMITIDA POR ALIMENTO DTA 1) PRIMEIRO PASSO - Recebimento da Notificação: Quando recebida a notificação de surto de DTA, deve-se notificar

Leia mais

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO- MAPA OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o, DE DE DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o, DE DE DE 2008. Portaria Nº 64, DE 23 DE ABRIL DE 2008 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 24/04/2008, Seção 1, Página 9 Ementa: Submete à Consulta Pública, pelo prazo de 60 (sessenta) dias a contar

Leia mais

INFORME TÉCNICO N. 54/2013 TEOR DE SÓDIO NOS ALIMENTOS PROCESSADOS

INFORME TÉCNICO N. 54/2013 TEOR DE SÓDIO NOS ALIMENTOS PROCESSADOS INFORME TÉCNICO N. 54/2013 TEOR DE SÓDIO NOS ALIMENTOS PROCESSADOS 1.Introdução Em 13 de dezembro de 2011 o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) assinaram termo de

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 362, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 362, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 362, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA

Leia mais

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO- MAPA OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

EVOLUÇÃO & PROGNÓSTICOS

EVOLUÇÃO & PROGNÓSTICOS APRESENTAÇÃO POPULAÇÃO CARCERÁRIA BRASILEIRA O objetivo deste trabalho, elaborado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação do DEPEN, é realizar um levantamento, de forma sucinta, sobre o quadro evolutivo

Leia mais

Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que RE 2605/2606

Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que RE 2605/2606 Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que Constam da Lista de Proibições RE 2605/2606 Luciana Pereira de Andrade Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária Gerência Geral de

Leia mais

A nova ABNT NBR 12655 e o Controle Tecnológico do Concreto

A nova ABNT NBR 12655 e o Controle Tecnológico do Concreto A nova ABNT NBR 12655 e o Controle Tecnológico do Concreto Dr. Carlos Britez Prof. Paulo Helene PhD Engenharia 11/08/2015 Criciúma - SC Atividade profissional regida por normas técnicas: de PROJETO de

Leia mais

SEÇÃO IV BEBIDAS EM GERAL, VINHOS E DERIVADOS DA UVA E DO VINHO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS a) Para a importação de bebida, fermentado acético, vinho e

SEÇÃO IV BEBIDAS EM GERAL, VINHOS E DERIVADOS DA UVA E DO VINHO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS a) Para a importação de bebida, fermentado acético, vinho e SEÇÃO IV BEBIDAS EM GERAL, VINHOS E DERIVADOS DA UVA E DO VINHO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS a) Para a importação de bebida, fermentado acético, vinho e derivados da uva e do vinho, o estabelecimento deve possuir

Leia mais

Desvio de Finalidade Papel Imune

Desvio de Finalidade Papel Imune Desvio de Finalidade Papel Imune Compliance com as Leis de Defesa da Concorrência ALERTA: Evitar quaisquer discussões ou conversações sobre temas sensíveis à livre competição entre as empresas associadas,

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

REFERENCIAL TÉCNICO. Insumos Uso Apropriado na Produção Orgânica

REFERENCIAL TÉCNICO. Insumos Uso Apropriado na Produção Orgânica na produção orgânica Aprovação: C. Página: 1/10 REFERENCIAL TÉCNICO Insumos Uso Apropriado na Produção Orgânica Este documento é de propriedade da ECOCERT. Toda reprodução integral ou parcial feita sem

Leia mais

Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional.

Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional. RESOLUCAO 3.380 --------------- Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 24, DE 08 DE JUNHO DE 2015

RESOLUÇÃO N 24, DE 08 DE JUNHO DE 2015 RESOLUÇÃO N 24, DE 08 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre recolhimento de alimentos e sua comunicação à Anvisa e aos consumidores. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de

Leia mais

GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL

GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL Nº PROPOSTA UF e Nº Original da Proposta 01 Garantir os 20% das vagas, e a efetivação das condições de acesso e permanência AC/08 necessárias para pessoas

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

C/ cópias para: SIF, UTRA, SIPAG, SFA e CGPE/DIPOA DICS/CGI/DIPOA/aft

C/ cópias para: SIF, UTRA, SIPAG, SFA e CGPE/DIPOA DICS/CGI/DIPOA/aft REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E DO ABASTECIMENTO MAPA SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA SDA DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL DIPOA COORDENAÇÃO

Leia mais

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

Leia mais

Sementes Principal insumo da agricultura. Perpetuação das espécies Veículo de toda tecnologia gerada Alimento Pesquisa

Sementes Principal insumo da agricultura. Perpetuação das espécies Veículo de toda tecnologia gerada Alimento Pesquisa Sementes Principal insumo da agricultura Perpetuação das espécies Veículo de toda tecnologia gerada Alimento Pesquisa Alto valor no mercado Inovações tecnológicas Crescimento no Comércio Internacional

Leia mais

CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO DE CARNES EM RESTAURANTE COMERCIAL NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1

CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO DE CARNES EM RESTAURANTE COMERCIAL NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1 CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO DE CARNES EM RESTAURANTE COMERCIAL NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA (RS) 1 MEDEIROS, Laissa Benites 2 ; NAISSINGER, Maritiele 2 ; PEREIRA, Larissa 2 ; SACCOL, Ana Lúcia de Freitas 2.

Leia mais

Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais

Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais A embalagem é instrumento de identificação, proteção, movimentação e exposição das frutas e hortaliças frescas. Ela identifica o produto e o seu responsável.

Leia mais

Carga Tributária dos Combustíveis por Estado. Referência: Junho/2015

Carga Tributária dos Combustíveis por Estado. Referência: Junho/2015 Carga Tributária dos Combustíveis por Estado Referência: Junho/2015 Pontos importantes da Lei 12.741/2012 para a revenda de combustíveis Art. 1º Emitidos por ocasião da venda ao consumidor de mercadorias

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013

Leia mais

Legislação Sanitária (sistema SUASA SISBI) FFA Suzane Bittencourt

Legislação Sanitária (sistema SUASA SISBI) FFA Suzane Bittencourt Legislação Sanitária (sistema SUASA SISBI) FFA Suzane Bittencourt SUASA DISPÕE SOBRE A POLITICA AGRICOLA Fixa os fundamentos, define os objetivos e as competências institucionais, prevê os recursos e estabelece

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA PROCON Nº 33, DE 1-12-2009 ALTERA A PORTARIA Nº 26, DE 15 DE AGOSTO DE

PORTARIA NORMATIVA PROCON Nº 33, DE 1-12-2009 ALTERA A PORTARIA Nº 26, DE 15 DE AGOSTO DE PORTARIA NORMATIVA PROCON Nº 33, DE 1-12-2009 ALTERA A PORTARIA Nº 26, DE 15 DE AGOSTO DE 2006, QUE DISPÕE SOBRE A ADOÇÃO DE PROCESSO SANCIONATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Informamos para conhecimento,

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 276, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 276, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 276, DE 2015 Altera a Lei nº 11.903, de 14 de janeiro de 2009, para aumentar os prazos de implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

CIRCULAR Nº 79/2009/CGPE/DIPOA BRASÍLIA/DF, 28/01/2009

CIRCULAR Nº 79/2009/CGPE/DIPOA BRASÍLIA/DF, 28/01/2009 CIRCULAR Nº 79/2009/CGPE/DIPOA BRASÍLIA/DF, 28/01/2009 Ao: Senhores DT/SFA C/V: aos SIPAG/DT e Servidores lotados em SIFs junto aos estabelecimentos produtores de carne de suínos e derivados De: DICS/CGI/DIPOA

Leia mais

NOTA TÉCNICA SPEIS/VISA nº 02/2015

NOTA TÉCNICA SPEIS/VISA nº 02/2015 Prefeitura Municipal de Salvador- PMS Secretaria Municipal de Saúde- SMS Diretoria de Vigilância á Saúde- DVIS Subcoordenação de Vigilância Sanitária- VISA Setor de Produtos e Serviços de Interesse á Saúde-

Leia mais

Ministério Público do Rio Grande do Sul PROMOTORIA DE JUSTIÇA CÍVEL DE ERECHIM

Ministério Público do Rio Grande do Sul PROMOTORIA DE JUSTIÇA CÍVEL DE ERECHIM Procedimento n.º INQUÉRITO CIVIL: 00763.00041/2014 Investigada: ASSOCIAÇÃO CULTURAL E INDUSTRIAL DE ERECHIM TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA No dia 18 de novembro de 2014, o MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

COMBATE À FALSIFICAÇÃO E FRAUDE DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO BRASIL

COMBATE À FALSIFICAÇÃO E FRAUDE DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO BRASIL COMBATE À FALSIFICAÇÃO E FRAUDE DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO BRASIL Antônio Carlos da Costa Bezerra ANVISA - BRASIL VII EAMI - Cancun / México M - 15 a 17 de Outubro de 2008 Lei nº. 9.782,

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 114, de 29 de junho de 1998. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL

Leia mais

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA 01. OBJETIVO: Esta norma tem por objetivo definir as características de

Leia mais

AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM ALIMENTOS COMERCIALIZADOS EM TERESINA - PI

AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM ALIMENTOS COMERCIALIZADOS EM TERESINA - PI AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM ALIMENTOS COMERCIALIZADOS EM TERESINA - PI Ferreira, L.C.R.P. (1) ; Lima, N.A. (1) ; Muratori, M.C.S. (1) ; Júnior, M.H.K. (1) ; Costa, M.S.J. (2) ; Nascimento, I.V.

Leia mais

PLATAFORMA DE GESTÃO AGROPECUÁRIA ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA CNA/MAPA

PLATAFORMA DE GESTÃO AGROPECUÁRIA ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA CNA/MAPA PLATAFORMA DE GESTÃO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA CNA/MAPA Histórico 2009/novembro Governo edita lei 12.097 que dispões sobre a rastreabilidade bovídea no Brasil: - Marca a Fogo - Guia de Transito Animal

Leia mais

Por dentro do Fisco On-line. São Paulo 12/02/2009

Por dentro do Fisco On-line. São Paulo 12/02/2009 Por dentro do Fisco On-line São Paulo 12/02/2009 Situação Atual Base 31/12/08 15.800 empresas emitindo NF-e, atingindo, em média, 35% da arrecadação das UF); 70 milhões NF-e autorizadas: Média 700.000

Leia mais

Desdobramentos do Programa de Monitoramento Estadual da Qualidade de Cosméticos 2006 Ações da GVMC/SVS/MG CATEC ANVISA/MS.

Desdobramentos do Programa de Monitoramento Estadual da Qualidade de Cosméticos 2006 Ações da GVMC/SVS/MG CATEC ANVISA/MS. Desdobramentos do Programa de Monitoramento Estadual da Qualidade de Cosméticos 2006 Ações da GVMC/SVS/MG CATEC ANVISA/MS Outubro/2006 Teresinha de Fátima Póvoa Diretora da GVMC/SVS/MG Programação Pactuada

Leia mais

Guia de Recebimento de Amostras da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários

Guia de Recebimento de Amostras da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários Guia de Recebimento de Amostras da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários Área de Identidade e Qualidade de Alimentos Divisão de Ensaios Químicos Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial IQA/DEQ/CGAL

Leia mais

23/04/2014. PADRÕES DE QUALIDADE DE FARINHAS E GORDURAS (não comestíveis) NA VISÃO DO MAPA DIPOA. Secretaria de Defesa Agropecuária

23/04/2014. PADRÕES DE QUALIDADE DE FARINHAS E GORDURAS (não comestíveis) NA VISÃO DO MAPA DIPOA. Secretaria de Defesa Agropecuária ORGANOGRAMA DA SDA/MAPA PADRÕES DE QUALIDADE DE FARINHAS E GORDURAS (não comestíveis) NA VISÃO DO MAPA DIPOA/MAPA XIII Congresso Brasil Rendering 2014 Campinas DFIA Secretaria de Defesa Agropecuária DSV

Leia mais

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência

Leia mais

Defesa do consumidor: responsabilidade do fornecedor por vício e por defeito do produto ou serviço

Defesa do consumidor: responsabilidade do fornecedor por vício e por defeito do produto ou serviço Defesa do consumidor: responsabilidade do fornecedor por vício e por defeito do produto ou serviço Por André Motoharu Yoshino Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).

Leia mais

Registro de Preços para Construção de Escolas do ProInfância B e C

Registro de Preços para Construção de Escolas do ProInfância B e C Construção Escolas ProInfância Registro de Preços para Construção de Escolas do ProInfância B e C Construção Escolas ProInfância Desafio: Melhorar a eficiência do processo, e garantir: 1. Edifícios com

Leia mais

DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA

DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA DATA: 04/05/2015 ARENA DO CONHECIMENTO TEMA: BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PALESTRANTE: NÁDYA MOLINA Boas Práticas Para um bom resultado na manipulação de alimentos deve-se trabalhar aplicando

Leia mais

Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose e Brucelose Bovídea - PROCETUBE

Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose e Brucelose Bovídea - PROCETUBE Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Defesa Sanitária Animal Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose

Leia mais

RESOLUÇÃO RDC/ANVISA Nº 161, de 23 de junho de 2004.

RESOLUÇÃO RDC/ANVISA Nº 161, de 23 de junho de 2004. RESOLUÇÃO RDC/ANVISA Nº 161, de 23 de junho de 2004. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do Regulamento da ANVISA

Leia mais

Ministério da Justiça

Ministério da Justiça Ministério da Justiça Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 47, de 13 de março de 1992 O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização

Leia mais

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional Diretoria de Livro, Leitura e Literatura Fundação Biblioteca Nacional Sistema Nacional de Bibliotecas PúblicasP Censo Nacional das Bibliotecas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 1215 Ementa: Regula as atribuições do farmacêutico na indústria e importação de produtos para a saúde, respeitadas as atividades afins com outras profissões. O

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR EM CARGOS DE E DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO Administrador AC 1 14 14.00 Administrador AL 1 53 53.00 Administrador AP 1 18 18.00 Administrador BA 1 75 75.00 Administrador DF 17 990 58.24 Administrador MT 1 55

Leia mais

Gestão da Qualidade da Banda Larga

Gestão da Qualidade da Banda Larga Gestão da Qualidade da Banda Larga Agência Nacional de Telecomunicações Brasília, 17 de maio de 2013 METODOLOGIA DE MEDIÇÃO INDICADORES DE BANDA LARGA FIXA Avaliações realizadas através de medidores instalados

Leia mais

Portaria Nº 65, DE 23 DE ABRIL DE 2008. Publicado no Diário Oficial da União de 24/04/2008, Seção 1, Página 11

Portaria Nº 65, DE 23 DE ABRIL DE 2008. Publicado no Diário Oficial da União de 24/04/2008, Seção 1, Página 11 Portaria Nº 65, DE 23 DE ABRIL DE 2008 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 24/04/2008, Seção 1, Página 11 Ementa: Submete à Consulta Pública, pelo prazo de 60 (sessenta) dias a contar

Leia mais

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade SISTEMA DA QUALIDADE Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade GARANTIA DA QUALIDADE Definição: Portaria 348/1997 RDC 48/2013 Todas as ações sistemáticas necessárias

Leia mais

Entenda como é produzida uma vacina Vacina de influenza, Instituto Butantan

Entenda como é produzida uma vacina Vacina de influenza, Instituto Butantan Entenda como é produzida uma vacina Vacina de influenza, Instituto Butantan Imagens apresentadas pela Dra. Cosue Miyaki, pesquisadora do Instituto Butantan, em Simpósio sobre Produção de Vacinas realizado

Leia mais

RESOLUÇÃO VISA/SMSA-SUS/BH Nº 002/00

RESOLUÇÃO VISA/SMSA-SUS/BH Nº 002/00 RESOLUÇÃO VISA/SMSA-SUS/BH Nº 002/00 Dispõe sobre Registro e Dispensa da Obrigatoriedade de Registro de Produtos pertinentes à Área de Alimentos no âmbito do Município. A Vigilância Sanitária Municipal,

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE ÁGUA BOA INQUÉRITO CIVIL n. o 002116-032/2013 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA No dia primeiro de outubro de 2013, no

Leia mais

Dispõe sobre a Licença Sanitária de Pequenas Fábricas Rurais de Laticínios e dá outras providências.

Dispõe sobre a Licença Sanitária de Pequenas Fábricas Rurais de Laticínios e dá outras providências. Lei nº 15607 DE 06/10/2015 Norma Estadual - Pernambuco Publicado no DOE em 07 out 2015 Dispõe sobre a Licença Sanitária de Pequenas Fábricas Rurais de Laticínios e dá outras providências. O Presidente

Leia mais

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL FOLHA 1

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL FOLHA 1 INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA REGISTRO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - O formulário deve ser preenchido em 2 vias. - Preencher a máquina ou por computador. FOLHA 1 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Esclarecimento 13/2014

Esclarecimento 13/2014 Segurança Alimentar Registo de temperaturas e controlo metrológico de registadores automáticos Esclarecimento 13/2014 Resumo: A manutenção da cadeia de frio é essencial para a segurança de alguns géneros

Leia mais

SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE

SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE V SEMINÁRIO BRASILEIRO DA BATATA 21 DE OUTUBRO 2010 UBERLÂNDIA - MG SAMIRA OMAR MOHAMAD EL TASSA FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS

Leia mais

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná Ministério da Saúde/ Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional - DSNVS Apresentaçã ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012 Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril

Leia mais