MÓDULO 7 GESTÃO EMPRESARIAL DA UNIDADE LOTÉRICA 7.1 APRESENTAÇÃO GERENCIAMENTO ETAPAS BÁSICAS DA GESTÃO...

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MÓDULO 7 GESTÃO EMPRESARIAL DA UNIDADE LOTÉRICA 7.1 APRESENTAÇÃO... 03 7.2 GERENCIAMENTO... 04 7.2.1 ETAPAS BÁSICAS DA GESTÃO..."

Transcrição

1 MÓDULO 7 GESTÃO EMPRESARIAL DA UNIDADE LOTÉRICA SUMÁRIO 7.1 APRESENTAÇÃO GERENCIAMENTO ETAPAS BÁSICAS DA GESTÃO PLANEJAMENTO ANALISANDO O AMBIENTE ESTABELECENDO METAS E OBJETIVOS ELABORANDO O PLANO DE AÇÃO Implementando e acompanhando o Plano de Ação Análise de Ambiente ORGANIZAÇÃO MELHORANDO OS PROCESSOS CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO CONTROLE FINANCEIRO MODELO DE PLANILHA DE CUSTOS MODELO DE PLANILHA DE RECEITAS MODELO DE PLANILHA APURAÇÃO DE RESULTADO MENSAL FLUXO DE CAIXA RELACIONAMENTO COM A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Guia de Gestão de Rede de Parceiros

2 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

3 GESTÃO EMPRESARIAL DA UNIDADE LOTÉRICA GESTÃO EMPRESARIAL APRESENTAÇÃO Este tópico foi concebido para que sejam facilmente encontrados alguns itens de grande importância para o sucesso de seu negócio, como planejamento, organização, administração de pessoas e controle. O seu negócio faz parte do contexto empresarial como qualquer outro do mercado. No entanto, ele tem características próprias, que devem ser identificadas na análise de ambiente para o estabelecimento das metas e objetivos. Qualquer empreendimento tem seus riscos, mas, por outro lado, tem seus pontos fortes e oferece ao empresário grandes oportunidades. Com as Unidades Lotéricas não é diferente. Os riscos são minimizados, e os pontos fortes, maximizados quando são colocados em prática os conceitos da Gestão Empresarial. Então, cabe ao Empresário Lotérico planejar e pôr em prática o que planejou, redimensionando suas ações, melhorando permanentemente seus processos, motivando sua equipe e fazendo seu negócio crescer ainda mais. Afinal, começar com a marca Loterias da CAIXA já é um negócio premiado! Guia de Gestão de Rede de Parceiros 3

4 7.2 - GERENCIAMENTO GERENCIAMENTO Gerenciar é um processo extremamente simples, desde que sejam observados e adotados princípios básicos de gestão. Os resultados da sua Unidade Lotérica dependem disso ETAPAS BÁSICAS DA GESTÃO Planejamento analisar a situação da Unidade Lotérica, determinar os objetivos almejados e decidir antecipadamente as ações necessárias para atingir esses objetivos. Organização reunir, ordenar e dispor os recursos necessários à execução das atividades, de modo que se obtenha a otimização das rotinas e dos processos. Gestão de pessoas selecionar, desenvolver, liderar, motivar e identificar talentos, estimulando um alto desempenho. Controle - monitorar o progresso da empresa em direção aos objetivos, adotando ações corretivas sempre que forem necessárias. 4 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

5 7.3 - PLANEJAMENTO PLANEJAMENTO O processo de planejamento inicia-se com a análise do ambiente, ou seja, com o levantamento da potencialidade do mercado, dos riscos e das oportunidades do negócio. Feita essa análise, são definidos os objetivos e as metas, e elaborado o Plano de Ação da Unidade Lotérica Analisando o ambiente Analisar o ambiente é conhecer o mercado em que a Unidade Lotérica está inserida, buscando identificar: potenciais clientes; concorrentes; fornecedores; parceiros; produtos substitutos aos seus no mercado; ameaças ou oportunidades para o seu negócio. Roteiro: Identificar: Qual o negócio da nossa empresa? Qual o nosso mercado? Quem é nosso cliente? Quais os pontos fracos da nossa empresa? E as ameaças do mercado? Quais são os pontos fortes da nossa empresa? E as oportunidades do mercado? Formular objetivos que devem ser atingidos a curto, médio e longo prazo. O Empresário Lotérico tem à sua disposição, no final da seção Planejamento, dicas para fazer a análise de ambiente, por meio do F O F A (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) Estabeleça Metas e Objetivos Com base na análise do ambiente, são estabelecidos os objetivos e as metas para a Unidade Lotérica. O objetivo retrata O QUE deve ser alcançado. A meta diz respeito ao QUANTO e em QUE PRAZO devem ser alcançados os objetivos definidos. DICAS: Os objetivos e as metas devem ser adequados à realidade, para que sejam atingíveis. Devem-se estabelecer metas desafiadoras, porém factíveis. Todo cuidado é pouco no processo de definição de objetivos e metas. Caso contrário, os esforços serão nulos. Envolva a equipe - as pessoas são os grandes agentes transformadores. Uma idéia só pode ser concretizada com a ação direta de pessoas comprometidas e conscientes de seu papel. Guia de Gestão de Rede de Parceiros 5

6 7.3 - PLANEJAMENTO Elaborando o Plano de Ação Estabelecidos os objetivos e as metas, chega o momento de estabelecer como alcançá-los. O Plano de Ação é o instrumento que permite reunir todas as atividades necessárias para o alcance dos objetivos e metas definidas. Envolva a equipe - as pessoas são os grandes agentes transformadores. Uma idéia só pode ser concretizada com a ação direta de pessoas comprometidas e conscientes de seu papel. Como envolver a equipe? reúna sua equipe, apresente o objetivo e discuta o porquê de sua importância; esclareça o que será buscado, ou seja, as metas; provoque a criatividade das pessoas, buscando delas como atingir as metas estabelecidas; busque o comprometimento com os resultados, definindo os papéis e o que cada um receberá pelos resultados obtidos. Quando a equipe estiver comprometida com os objetivos e com os resultados da Unidade Lotérica, liste as ações que levarão à consecução do plano: discuta com sua equipe que recursos serão necessários para a concretização e liste-os passo a passo; para cada passo listado, determine o responsável por sua execução; defina prazos realistas para as tarefas; disponibilize local adequado para os trabalhos; estipule o custo de cada fase do plano Implementando e acompanhando o Plano de Ação Definidas as pessoas, as ações, os prazos, os recursos e os custos, é necessário estabelecer, ainda, como acompanhar a execução do seu Plano de Ação. Acompanhar é fundamental para que, ao término do prazo estabelecido, obtenha-se o sucesso desejado. O acompanhamento do Plano de Ação permite o redirecionamento das ações tanto para o alcance dos resultados esperados como para a sua otimização. O Empresário Lotérico tem à sua disposição, no término desta seção, modelo de Plano de Ação com as principais dicas de como implementá-lo. 6 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

7 7.3 - PLANEJAMENTO Análise de Ambiente (F O F A) Missão da Rede de Casas Lotéricas Contribuir para a arrecadação de recursos para aplicação no desenvolvimento social do País e prestar serviços à comunidade em nome da Caixa Econômica Federal. Propósito Empresarial Ser a maior e mais qualificada rede de prestação de serviços do País. Qual o negócio da nossa Empresa? Sonhos, entretenimento e serviços. Qual o nosso mercado? Quem é o nosso cliente? Liste abaixo as Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças do ambiente da loja. Dê condições de participação à sua equipe para que você possa obter as opiniões de todos. Em caso de dúvida, peça apoio ao seu Consultor de Campo. AMBIENTE INTERNO AMBIENTE EXTERNO F O F A Guia de Gestão de Rede de Parceiros 7

8 7.3 - PLANEJAMENTO Plano de Ação Trimestral - / UNIDADE LOTÉRICA: CÓDIGO: CIDADE: ASSUNTO: AÇÃO COMO REALIZAR QUEM QUANDO RESULTADO ESPERADO 8 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

9 7.3 - PLANEJAMENTO Com base na Análise de Ambiente (F-O-F-A), o Empresário Lotérico terá condições de elaborar um Plano de Ação voltado para a realidade. Abaixo, seguem dicas para elaborar o Plano de Ação trimestral da sua loja. Envolva a sua equipe, pois ninguém consegue nada sozinho. Reproduza o modelo acima para abranger todas as ações da equipe (Empresário Lotérico e Colaboradores). ASSUNTO Tema trabalhado pela Equipe. Exemplo: Incrementar Venda de Prognósticos, ou de MEGA-SENA especificamente, etc. AÇÃO Ação estratégica a ser implementada. Exemplo: Explorar novos mercados, Ratear a meta por vendedor da loja, Campanhas, Qualificar o atendimento, etc. COMO REALIZAR Explicitar como será executada a ação, colocando-a de forma factível e compreensível a todos os envolvidos. Em termos práticos, é o passo a passo da ação. É a seqüência lógica das etapas necessárias para que a ação principal seja realizada. Exemplo: - Definir a venda mínima média diária para que o negócio se sustente. - Apresentar o custo de cada empregado para a Unidade Lotérica. - Definir política de incentivos, etc. QUEM Para cada etapa, deverá haver um responsável ou envolvido mais diretamente. Exemplo: Empresário Lotérico, Vendedor X, Vendedor Y, etc. QUANDO Prazo final para a conclusão de cada etapa (ação que não tem prazo não se cumpre) Exemplo: SETEMBRO/2003) RESULTADO Qual o resultado esperado com aquela ação. O resultado poderá ser expresso em percentual (%) que representa, por exemplo, o índice de incremento em vendas, fidelização, comissões, etc. Exemplo: aumento da venda de prognósticos: 50%; aumento da comissão de serviços: 30%; OU poderá ser expresso em VALOR: Exemplo: vender R$ 1.000,00 por semana em MEGA-SENA); OU poderá ser expresso em quantidade: Exemplo: arrecadar contas por mês, arrecadar 500 GPS por mês) Guia de Gestão de Rede de Parceiros 9

10 7.3 - PLANEJAMENTO OU subjetivamente, a fim de expressar o resultado para aquelas ações de melhoria que facilitarão e qualificarão a gestão do negócio. LISTE O MATERIAL E RECURSOS NECESSÁRIOS PARA EXECUÇÃO DAS AÇÕES. Cartazetes informativos das promoções Microcomputador para confecção de malas-diretas Papel Carimbo para controle das promoções, quando necessário Fornecedor para impressão dos panfletos LEVANTE OS CUSTOS PARA A EXECUÇÃO DAS AÇÕES. CUSTOS Impressão de cartazetes e panfletos...r$ Alimentação, quando necessária...r$ Apostas brindes...r$ Confecção de carimbo para controle de promoções...r$ Papel...R$ Lembre-se: os custos deverão ser transformados em investimento. Para que você tenha retorno desse investimento, equilibre o custo com a receita e acompanhe as vendas e o incremento da prestação de serviços, semanalmente, para que, ao final da promoção, você obtenha LUCRO! 10 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

11 7.4 - ORGANIZAÇÃO ORGANIZAÇÃO >> Utilizar os recursos, de maneira racional, a fim de atingir os objetivos que foram definidos para a Unidade Lotérica, a um menor custo, menor prazo e com maior retorno. >> Ao organizar (ou reorganizar) uma empresa, deve sempre ser questionado: de que recursos necessitamos para vender mais loterias e prestar com excelência os serviços à comunidade? Ao responder a essa questão, devemos ter em mente que a Unidade Lotérica precisa ser competitiva e ter lucratividade. Assim, a gestão desses recursos deve conferir à empresa maior velocidade, maior qualidade e maximização dos resultados: menor custo, maior receita Melhorando os Processos 1 Liste as atividades da Unidade Lotérica. 2 De posse dessa relação de atividades, estabeleça quais as que são principais, isto é, as diretamente ligadas ao objetivo e às metas estabelecidas para a Unidade Lotérica. 3 Para cada atividade, faça um passo a passo, anotando todas as tarefas necessárias. 4 Analise cada tarefa, certificando-se de que todas as etapas são realmente necessárias. Enxugue os procedimentos até o mínimo necessário para maximização dos resultados. 5 Avalie, pelo grau de dificuldade ou pelo tempo a ser despendido em cada tarefa, qual a quantidade de pessoas necessárias para a realização de todas as atividades. 6 Verifique se todos os colaboradores têm competência e habilidades para a execução das tarefas que lhes serão atribuídas. 7 Treine os funcionários, se houver necessidade. 8 Adote um padrão de procedimento para as atividades rotineiras que dê segurança ao funcionário que for executar a tarefa e que garanta a qualidade ao cliente. Responsáveis pela elaboração e revisão do conteúdo: Escritório de Negócios SAO JOSE DO RIO PRETO, SP Escritório de Negócios JUIZ DE FORA, MG JOSE ROBERTO DE ALMEIDA LIMA (Coordenador) EDUARDO DE SOUZA CELICE RUBENS PEREIRA DA SILVA ROSEANE ALVES VENTURELLI SERGIO ORTEGA GUERRERO Guia de Gestão de Rede de Parceiros 11

12 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO Uma das condições básicas para o sucesso da Unidade Lotérica é o monitoramento das suas receitas e de suas despesas. O sucesso do negócio só se viabiliza quando é bem administrado e cria condições de medir os resultados. Um eficiente controle de custos possibilita ao Empresário Lotérico: conhecer a rentabilidade de sua empresa; determinar o volume mínimo de venda para a Unidade Lotérica não sofrer prejuízo; atuar para a redução dos custos controláveis; conhecer o comportamento e as variações dos custos; fornecer dados para tomada de decisão. Vários são os modelos existentes de controles administrativos que podem ser usados por uma Unidade Lotérica. O Empresário pode escolher o melhor modelo para a sua empresa e desenvolvê-lo com seriedade e persistência. É importante saber, a qualquer momento, quanto a loja já vendeu em jogos e o que recebeu pelos serviços realizados, de tal modo que possa levantar quais as suas tarifas e comissões recebidas. Essas informações serão de grande auxilio no planejamento para alcance da meta estipulada para o período. Apesar de as máquinas emitirem relatórios que ajudam na contabilidade da empresa, independentemente do tamanho da loja, é necessário um controle eficiente do Empresário Lotérico para que se atinja o sucesso empresarial. O Empresário Lotérico vencedor, entre outras coisas, tem organização, disciplina, dedicação e favorece o envolvimento de toda a equipe. Estamos numa época em que não basta ter pressa, é necessário ser veloz. É preciso ser empreendedor e inovador a cada instante. Além do controle diário da loja, é necessário também o controle mensal CONTROLE FINANCEIRO: 1º Passo: Identificar e listar todas as despesas da Unidade Lotérica ( fixas e variáveis). Como DESPESAS OU CUSTOS FIXOS se entendem os pagamentos efetuados mensalmente, independentemente do faturamento: >> aluguel; >> condomínio; >> energia elétrica; >> água; >> telefone; >> pró-labore; >> contador; >> salários e encargos; >> impostos; >> manutenção da loja. 12 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

13 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO Como DESPESAS OU CUSTOS VARIÁVEIS entendem-se os pagamentos que variam mês a mês: >> estudos de mercado; >> publicidade e propaganda; >> treinamento; >> promoções; >> participação nos lucros; >> comissões sobre vendas; >> benefícios; >> bonificações. 2º Passo: Identificar e listar todas as Receitas da Unidade Lotérica. RECEITAS DA UNIDADE LOTÉRICA: Comissões diárias obtidas pelas vendas das loterias de prognósticos ( 9% bruto do valor das vendas). Comissões pela venda de loterias federais de bilhetes: Loteria Federal lucro sobre o preço de plano de até 31,5 % Loteria Instantânea Federal comissão de 13 % Tarifas sobre o pagamento de prêmios realizados pela Unidade Lotérica. Comissões sobre venda de produtos conveniados. Tarifas pela prestação de serviços, creditadas em conta-corrente da Unidade Lotérica nos dias 2, 12 e 22 de cada mês. Essas tarifas são referentes aos dois sistemas: Lotérico e Financeiro. Outras receitas oriundas da venda de jogos e da prestação de serviços. A rotina para o fechamento do caixa e para a prestação de contas está disponível no Módulo 4. Como sugestão, apresentamos modelo de planilha para a apuração do Resultado Mensal (lucro ou prejuízo) da empresa, a partir do controle das Receitas e Despesas diárias. Guia de Gestão de Rede de Parceiros 13

14 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO Modelo de Planilha de Custos Data do Movimento: / / CUSTOS FIXOS R$ ALUGUEL CONDOMÍNIO ENERGIA ELÉTRICA ÁGUA TELEFONE CONTADOR SALÁRIOS INSS / FGTS EMPREGADOS( consultar o contador) INSS / FGTS PRÓ-LABORE (consultar o contador) OUTROS ENCARGOS ISSQN (de acordo com a alíquota do Município) PIS (consultar o contador) COFINS (consultar o contador) IMPOSTO DE RENDA (consultar o contador). CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (consultar o contador) OUTROS IMPOSTOS SEGURO RETIRADA PRÓ-LABORE CPMF, TARIFAS E ENCARGOS BANCÁRIOS MATERIAL ESCRITÓRIO MATERIAL LIMPEZA SINDICATO FUNDO DE PROVISÃO 13º SALÁRIO (1/12 do valor dos salários) FUNDO DE PROVISÃO PARA PAGAMENTO DE FÉRIAS FUNDO DE PROVISÃO BENFEITORIAS DA LOJA OUTROS TOTAL DE CUSTOS FIXOS CUSTOS VARIÁVEIS ESTUDOS MERCADO PUBLICIDADE E PROPAGANDA TREINAMENTO PRÊMIOS PARA SORTEIO SERVIÇO DE GRÁFICA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS COMISSÕES BENEFÍCIOS OUTROS TOTAL DE CUSTOS VARIÁVEIS TOTAL CUSTOS(Fixos + Variáveis) 14 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

15 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO Modelo de Planilha de Receitas Data do Movimento: / / VENDAS TOTAL COMISSÃO Produtos Lotéricos: LOTERIA FEDERAL LOTERIA INSTANTÂNEA MEGA -SENA LOTOMANIA DUPLA SENA QUINA LOTECA LOTOGOL Produtos Conveniados: BAÚ TELESENA SHOW DO MILHÃO SUPER X CAP Outras Receitas: TOTAL CONTAS ARRECADADAS: TARIFAÇÃO DIA 02 TARIFAÇÃO DIA 12 TARIFAÇÃO DIA 22 TOTAL COMISSÕES CONTAS SISTEMA FINANCEIRO: TARIFAÇÃO DIA 02 TARIFAÇÃO DIA 12 TARIFAÇÃO DIA 22 TOTAL COMISSÕES FINANCEIRO TOTAL RECEITAS (JOGOS + CONTAS) Guia de Gestão de Rede de Parceiros 15

16 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO É importante ressaltar que as receitas devem ser provisionadas (guardadas) para fazer frente às despesas que deverão ser assumidas no decorrer do mês. Os produtos conveniados e os bilhetes de loteria, entregues no início do dia aos atendentes para vendas normais, devem ser controlados. Sugerimos o controle diário e o mensal, de forma que facilite o fechamento do caixa, além de facilitar a verificação da rentabilidade daqueles produtos. Cada Empresário deverá definir a forma de fechamento diário, em que poderá utilizar programas próprios, planilhas eletrônicas ou controle manual. Abaixo, passamos algumas sugestões. Entretanto ressaltamos que as rotinas operacionais sobre o Fechamento de Caixa e a Prestação de Contas são tratadas no Módulo 4 deste guia. Fechamento Financeiro Diário + R$ ,00 Dinheiro em caixa (troco, cofre, etc...) preparado para ser depositado na conta 043 nesta data + R$ ,00 Saldo da conta 043 no dia anterior, já incluído o valor pago no financeiro no dia anterior que entra em D+0 ( no próprio dia) - R$ ,00 Total do Cobrança Diária de Contas - R$ 4.000,00 Total de débito do Cobrança Diária do Financeiro - R$ 1.300,00 Total líquido arrecadado em loterias de prognósticos no dia anterior (total obtido com a soma dos valores de loterias apresentados no resumo do dia de cada terminal, menos a comissão do lotérico 8,609% ) + R$150,00 Valor dos prêmios pagos no dia anterior e tarifas de prêmios pagos (valor obtido na Cobrança Diária de Loterias) R$ 1.360,00 SALDO DA LOTÉRICA (esse valor corresponde à comissão das loterias de prognósticos do dia anterior, mais os valores obtidos com a venda de Loteria Federal, Loteria Instantânea e produtos conveniados). As planilhas de custos e de receitas devem ser preenchidas diariamente, a fim de possibilitar o controle do fluxo de caixa da empresa e a apuração do resultado mensal, como se segue: 16 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

17 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO Modelo de Planilha Apuração de Resultado Mensal Mês de Referência: / TOTAL DE RECEITAS NO MÊS (Soma das receitas apuradas nas planilhas diárias) TOTAL CUSTOS(Fixos + Variáveis) (Soma dos custos apurados nas planilhas diárias) RESULTADO MENSAL DA EMPRESA R$ (-) menos (Lucro ou Prejuízo) O sucesso financeiro da empresa vai depender da relação entre as suas despesas e as suas receitas, ou seja, para que o resultado seja positivo, com lucros, é necessário que haja ampliação das receitas mediante o incremento das vendas com produtos lotéricos e com a prestação de serviços. O ponto de equilíbrio também conhecido como ponto de nivelamento constitui o ponto da atividade da empresa no qual não há lucro, nem prejuízo. Nele, os custos são iguais às receitas e indicam o volume mínimo de vendas necessário para evitar um prejuízo.! Para aumentar a lucratividade da Unidade Lotérica, é necessário atuar na redução de custos e aumento das Receitas. É necessário trabalhar focando o volume de vendas e de prestação de serviços, e a minimização de custos ( evitar desperdícios). ATENÇÃO Redução de custos nem sempre está associado a corte de despesas. Custos podem ser reduzidos a partir da otimização dos processos e dos recursos, ou seja, fazer mais com menos. É importante que você acompanhe os resultados num determinado período - 6 meses, por exemplo, porque o tempo é um dos fatores que influencia as variações do mercado e pode interferir nos resultados. Essas variações deverão ser identificadas e consideradas na análise financeira da Unidade Lotérica. A avaliação isolada de um pequeno período não possibilita a visualização da lucratividade ou do prejuízo do seu negócio. Por exemplo: um mês com menos dias úteis, poderá implicar um menor faturamento. Nos meses de férias, suas receitas poderão ser reduzidas ou ampliadas, conforme a localização geográfica da Unidade Lotérica. Isso deve ser considerado, mas não tomado como regra geral. Se se estabelecer um período maior, um semestre ou um ano, poderão ser identificadas quais as despesas e as receitas que você vai considerar para atuar na maximização dos resultados. Reveja, se necessário, os objetivos e as metas estabelecidas. Guia de Gestão de Rede de Parceiros 17

18 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO É importante, ainda, que o Empresário Lotérico constitua reservas financeiras para o pagamento do 13º salário, para o pagamento das férias, para os períodos de menor faturamento, a fim de buscar sempre o equilíbrio entre as receitas e as despesas. Essas reservas poderão ser úteis para a modernização e a expansão do seu negócio. Lembre-se: Mantenha o controle financeiro da sua empresa diferenciado do seu orçamento doméstico. Mensalidades escolares e compras de supermercado devem ser contabilizadas no seu orçamento doméstico e não no orçamento da Unidade Lotérica. O nome pró-labore é a denominação do somatório de retiradas dos sócios ou proprietários. O pró-labore necessita estar condizente com o resultado financeiro da loja, pois, senão, os próprios sócios contribuirão para o prejuízo. É extremamente importante que o Empresário Lotérico invista no seu próprio aprendizado, participando de palestras, cursos, pois com o aumento dos seus conhecimentos teóricos e com a sua experiência, ele terá condição de atuar de maneira assertiva utilizando as ferramentas necessárias para a condução sadia dos negócios. As despesas que visam ao aumento da rentabilidade da Unidade Lotérica devem ser tratadas como investimento Fluxo de caixa É importante saber que existe uma diferença básica entre o Fluxo de Caixa e o Resultado Econômico da Unidade Lotérica: o tempo. O Demonstrativo de Resultado que foi apresentado anteriormente é estanque, ou seja, é uma fotografia da loja em um determinado momento. O Fluxo de Caixa, porém, é dinâmico e é considerado o lado financeiro; pode ser visto como um filme do dia-a-dia da empresa no qual se vêem apenas entradas e saídas de recursos financeiros em seu caixa. No Fluxo de Caixa, a realização financeira (dinheiro que entra e que sai) não ocorre necessariamente ao mesmo tempo com os fatos geradores. Por exemplo, quando a Unidade Lotérica compra a Loteria Instantânea, o dinheiro vivo não entra no caixa da loja de imediato. O produto torna-se estoque e terá a sua saída em 30 dias (prazo concedido para pagamento). Porém, é uma despesa certa ( se vender ou não o produto) na data marcada. A Unidade Lotérica é uma empresa em que não se observa uma significativa defasagem de tempo entre recebimentos e pagamentos realizados, se comparada com outras atividades do comércio. Por isso, não existe também necessidade de capital de giro significativa. 18 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

19 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO Capital de giro Já sabemos que o modelo econômico das Unidades Lotéricas não é um modelo de empresa que gere muita necessidade de capital de giro. Entretanto, deve-se salientar a importância de ter conhecimento das variáveis que afetam essa necessidade que, resumidamente, são: a) Prazo médio concedido aos clientes No caso de Unidade Lotérica, quase a totalidade das vendas é recebida à vista. Alguns Empresários realizam vendas de jogos a prazo, o que propicia um maior prazo médio de contas a receber, conforme o volume dessas vendas. Portanto, esse prazo se aproxima do zero quando os fiados são de valores pequenos. Vale ressaltar que, diante das obrigações da Unidade Lotérica, o fiado pode tornar-se um complicador no fechamento da prestação de contas, caso o Empresário Lotérico não disponha de um capital de giro para essa situação. b) Prazo médio obtido com os fornecedores. No caso de Unidades Lotéricas, deve-se levar em consideração apenas as faturas de bilhetes da Loteria Instantânea e dos Produtos Conveniados, já que, para a Loteria Federal, é, no máximo, de 5 dias úteis o prazo para pagamento. (Mais detalhes no Módulo 4 Rotinas Operacionais). Portanto, o Empresário Lotérico deverá estar atento às faturas a vencer para que as vendas dos produtos estocáveis não fiquem sem controle. c) Prazo médio de permanência das mercadorias no estoque (rotação estoque) Uma mercadoria que permaneça muito tempo no estoque gera uma necessidade de recursos, no caixa da empresa, muito maior do que outra que permaneça pouco tempo, se elas são do mesmo valor. No caso das Unidades Lotéricas, algumas perguntas são fundamentais: De quanto em quanto tempo faço compras deste produto? Qual o tempo de permanência, em média, das raspadinhas na loja? Dada a procura por instantâneas, quantas devem ser compradas por semana ou por mês? O que é melhor para o caixa da empresa: comprar mensalmente ou semanalmente? Quanto tempo há entre a compra do produto e a sua revenda? Essas questões também servem para os produtos conveniados. Em síntese, o Empresário Lotérico deverá estar constantemente atento ao Fluxo de Caixa da loja, para não se perder no controle, pois as conseqüências são danosas à saúde financeira do negócio. Guia de Gestão de Rede de Parceiros 19

20 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO Relacionamento com a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Os Empresários Lotéricos recebem da CAIXA a outorga para a permissão de funcionamento da Unidade Lotérica. Essa vinculação é regulamentada pela CIRCULAR CAIXA, disponível no MÓDULO 1 deste guia, na qual se estabelecem os deveres/direitos a serem cumpridos pelas Unidades Lotéricas. O descumprimento das normas poderá ocasionar a aplicação de penalidades pela CAIXA conforme essa Circular. Cuidados importantes quanto ao controle financeiro da UL: O depósito da prestação de contas deve ser efetuado nas Agências da CAIXA, ou por meio de boleto ( SICOB) em outro banco. É necessário depositar diariamente o valor devido na conta 043 para cobrir seus compromissos financeiros ( prestação de contas). É de extrema importância ter o controle da conta de operação 003 (conta corrente da Unidade Lotérica), pois a ocorrência de saldo negativo, além de gerar tarifas e encargos, que aumentam a despesa da Unidade Lotérica, constitui penalidade passível até de suspensão compulsória da Unidade Lotérica. No módulo 4 deste guia, o Empresário Lotérico tem à sua disposição um Guia de Consulta Rápida para verificar os lançamentos na conta da Unidade Lotérica e na conta de Prestação de Contas. Bibliografia: Rezende, Dalmo. Primeira Enciclopédia de Jogos, Loterias e Sorteios no Brasil. São Paulo: 4C Gráfica e Editora Ltda Texto: Capacitação empresarial e os pequenos empresários Autor: Elyseu Eduardo Ely (site Leitura Complementar Recomendada: DOLABELLA, Fernando. O segredo de Luísa. São Paulo: Cultura, DRUCKER, Peter. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, PEREIRA, Heitor. Criando seu próprio negócio. São Paulo: Ed. da USP, Guia de Gestão de Rede de Parceiros

21 7.5 - CONTROLE E ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO Responsáveis pela elaboração e revisão do conteúdo: Escritório de Negócios PALMAS, TO Escritório de Negócios GOIÂNIA, GO DECIO NEY ROCHA NAVES (Coordenador) LUCIANO FERREIRA PASSOS MÁRCIA AMINA ASMAR PASSOS MARIZETE DA SILVEIRA SOARES ROMERO BRAGATO Guia de Gestão de Rede de Parceiros 21

22 22 Guia de Gestão de Rede de Parceiros

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Prezado empreendedor,

Prezado empreendedor, Prezado empreendedor, Caderno do Empreendedor Este é o Caderno do Empreendedor, criado para facilitar o dia-a-dia da sua empresa. Com ele você poderá controlar melhor suas despesas, saber quanto está vendendo

Leia mais

CUSTOS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

CUSTOS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 1 CUSTOS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Temos observado que é muito comum encontrar empresários do segmento da prestação de serviços que apresentam dificuldades na Gestão dos Custos em suas empresas. Essas dificuldades

Leia mais

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO 04 APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE nas mais diversas áreas: organização empresarial, finanças, marketing,

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS E CONTROLES

GESTÃO DE CUSTOS E CONTROLES GESTÃO DE CUSTOS E CONTROLES No fascículo anterior tratamos da importância de desenvolver e treinar os profissionais que trabalham no consultório médico e o quanto são importantes para que a empresa seja

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso

Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso 01 Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE-SP nas seguintes áreas: Organização Empresarial Finanças

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

Guia do Franqueado GESTÃO DO NEGÓCIO

Guia do Franqueado GESTÃO DO NEGÓCIO Por que a Contem1g existe? Para colaborar com a felicidade do maior número possível de pessoas. Esta é a nossa missão! 1 Guia do Franqueado GESTÃO DO NEGÓCIO Por que a Contem1g existe? Para colaborar com

Leia mais

Organizando e administrando o negócio

Organizando e administrando o negócio NEGÓCIO CERTO COMO CRIAR E ADMINISTRAR BEM SUA EMPRESA Organizando e administrando o negócio Manual Etapa 4/Parte 1 Boas vindas! Olá, caro empreendedor! É um prazer estar com você nesta etapa de sua viagem

Leia mais

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques Seguindo a estrutura proposta em Dornelas (2005), apresentada a seguir, podemos montar um plano de negócios de forma eficaz. É importante frisar

Leia mais

Avaliação da Lucratividade da Rede de Unidades Lotéricas - 2009

Avaliação da Lucratividade da Rede de Unidades Lotéricas - 2009 Avaliação da Lucratividade da Rede de Unidades Lotéricas - 2009 Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA Caixa Econômica Federal Novembro/2010 Objetivos da avaliação de lucratividade das Unidades

Leia mais

Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul

Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul O segredo do sucesso da sua empresa é conhecer e entender o que entra e o que sai do caixa durante um dia, um mês ou um ano. 1 Fluxo de caixa: organize

Leia mais

4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S

4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S como organizar as finanças da sua empresa 4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S AUTHOR NAME ROBSON DIAS Sobre o Autor Robson Dias é Bacharel em Administração de Empresas e Possui MBA em Gestão Estratégica

Leia mais

Plano de Negócios. Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa. Modelo de Planejamento prévio

Plano de Negócios. Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa. Modelo de Planejamento prévio Plano de Negócios Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa Modelo de Planejamento prévio Fraiburgo, 2015 Plano de Negócios Um plano de negócios é uma descrição do negócio

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA.

DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA. DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA. Ter uma boa gestão financeira em seu negócio garante a saúde de sua empresa e a tranquilidade do empresário. Mantendo dinheiro em caixa, os compromissos

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

COMO A GIR NA CRI $E 1

COMO A GIR NA CRI $E 1 1 COMO AGIR NA CRI$E COMO AGIR NA CRISE A turbulência econômica mundial provocada pela crise bancária nos Estados Unidos e Europa atingirá todos os países do mundo, com diferentes níveis de intensidade.

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS FRALDAS QUARESMA "FRALDAS DESCARTAVEIS" Empreendedor(a): FLÁVIO QUARESMA DE LIMA SILVA

PLANO DE NEGÓCIOS FRALDAS QUARESMA FRALDAS DESCARTAVEIS Empreendedor(a): FLÁVIO QUARESMA DE LIMA SILVA PLANO DE NEGÓCIOS FRALDAS QUARESMA "FRALDAS DESCARTAVEIS" Empreendedor(a): FLÁVIO QUARESMA DE LIMA SILVA Fevereiro/2013 SUMÁRIO 1 SUMÁRIO EXECUTIVO 1.1 Resumo dos principais pontos do plano de negócio

Leia mais

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO O Sr. Fúlvio Oliveira, empresário de uma loja de confecções, está seriamente preocupado com seu negócio. As dívidas não param de crescer. Vamos entender sua situação.

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS W ARTE "SERRALHARIA E ESQUADRIA RAPOSÃO" Empreendedor(a): WALBER MACEDO DOS SANTOS

PLANO DE NEGÓCIOS W ARTE SERRALHARIA E ESQUADRIA RAPOSÃO Empreendedor(a): WALBER MACEDO DOS SANTOS PLANO DE NEGÓCIOS W ARTE "SERRALHARIA E ESQUADRIA RAPOSÃO" Empreendedor(a): WALBER MACEDO DOS SANTOS Maio/2013 SUMÁRIO 1 SUMÁRIO EXECUTIVO 1.1 Resumo dos principais pontos do plano de negócio 1.2 Empreendedores

Leia mais

ETEP TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 2012 PÓS MÉDIO

ETEP TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 2012 PÓS MÉDIO 2012 TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 PÓS MÉDIO 1 AULA 1 Verificação de Erros cometidos no Domínio Escrita Fiscal Para verificar o que já foi realizado no domínio escrita fiscal (e também

Leia mais

O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul

O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul Educação financeira. Esta é a palavra-chave para qualquer

Leia mais

ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS.

ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS. ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS. Resumo efetuado a partir do Manual Como Elaborar um plano de negócios SEBRAE/ 2013 Profa. Célia Regina Beiro da Silveira ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS PARA O 1º CONCURSO

Leia mais

Determinação do Capital de Giro

Determinação do Capital de Giro Determinação do Capital de Giro Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos básicos para determinação e gerenciamento do Capital de Giro da empresa. Classificar e analisar as fontes e aplicações

Leia mais

ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO

ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO CATEGORIAS TÉCNICO TECNÓLOGO TEMAS LIVRE INCLUSÃO SOCIAL COOPERATIVISMO 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO 1.1 Nome da Instituição 1.2 Nome do Reitor(a)/Diretor(a)-Geral/Diretor(a) 1.3

Leia mais

Finanças. Contas a Pagar e a Receber

Finanças. Contas a Pagar e a Receber 2 Dicas de Finanças Finanças Você pode achar que falar de finanças é coisa para grandes empresas. Talvez este assunto nem tenha sido tratado com a devida importância mesmo em sua informalidade. Contudo,

Leia mais

PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE

PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE PDV: DE OLHO NA RENTABILIDADE Muitas vezes o desconhecimento sobre políticas de estoque, finanças e parcerias comerciais é a principal explicação das dificuldades que muitas empresas têm em progredir ou

Leia mais

CUSTOS NO COMÉRCIO. Só de lembrar disso tudo, quase que o Sr. João teve um ataque. Respirou fundo e disse:

CUSTOS NO COMÉRCIO. Só de lembrar disso tudo, quase que o Sr. João teve um ataque. Respirou fundo e disse: 1 CUSTOS NO COMÉRCIO O Sr. João da Lojinha, um comerciante muito experiente, tem uma pequena loja de diversos artigos, localizada no centro comercial da sua cidade. Dia desses, preocupou-se com a situação

Leia mais

Palestrante: Anderson Aleandro Paviotti

Palestrante: Anderson Aleandro Paviotti Palestrante: Anderson Aleandro Paviotti Perfil do Palestrante: Contador, Consultor e Professor Universitário Colaborador do Escritório Santa Rita desde 1991 Tributação das Médias e Pequenas Empresas Como

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0401 01 IDENTIFICAÇÃO Título: CONTABILIDADE E EFICIÊNCIA NA ADMINISTRAÇÃO DO NEGÓCIO Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: ACOMPANHAMENTO CONTÁBIL O QUE É : Este é

Leia mais

Prof. Carlos Barretto

Prof. Carlos Barretto Unidade IV CONTABILIDADE FINANCEIRA Prof. Carlos Barretto Objetivos gerais Capacitar os estudantes a adquirir conhecimentos necessários para o desenvolvimento das seguintes competências: consciência ética

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

www.uvaeverde.com.br

www.uvaeverde.com.br O GrupoM8 utiliza o formato Norte-americano na administração e comercialização de sua rede de franquias Você Sabia? Há trinta anos os Estados Unidos adotaram um modelo inovador na gestão de redes de franquia

Leia mais

uvaeverde.com.br Apresentação ao Shopping

uvaeverde.com.br Apresentação ao Shopping Apresentação ao Shopping Retorno do investimento garantido em contrato ou a devolução da verba inicial investida* Cláusula vigésima: do retorno do investimento inicial 20.1 A Franqueadora se compromete

Leia mais

CMV Custo de Mercadoria Vendida

CMV Custo de Mercadoria Vendida CMV Custo de Mercadoria Vendida Guia para Food Service Restaurante & Pizzarias Apresentação Para manter sempre os parceiros alinhados com as informações do mercado, a PMG criou este guia falando um pouco

Leia mais

ANEXO 2 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA O PARTICIPANTE

ANEXO 2 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA O PARTICIPANTE ANEXO 2 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA O PARTICIPANTE 1. APRESENTAÇÃO Abaixo estão as principais informações que você precisa saber sobre o 7º Concurso Estadual de Planos de Negócio para Universitários SEBRAE/SC.

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

Tema Nº 3 Primeiros Passos

Tema Nº 3 Primeiros Passos Tema Nº 3 Primeiros Passos Habilidades a Desenvolver: Reconhecer as etapas iniciais do empreendedorismo. Analisar o tipo de negócio, bem como sua viabilidade e demandas de recursos de novos empreendimentos.

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente

4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente 4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente Saiba como melhorar a gestão financeira da sua empresa e manter o fluxo de caixa sob controle Ciclo Financeiro Introdução Uma boa gestão financeira é um dos

Leia mais

Guia completo para o sucesso de sua loja de veículos: dicas de como ter sucesso e manter uma alta lucratividade neste segmento

Guia completo para o sucesso de sua loja de veículos: dicas de como ter sucesso e manter uma alta lucratividade neste segmento Guia completo para o sucesso de sua loja de veículos: dicas de como ter sucesso e manter uma alta lucratividade neste segmento Introdução Planejamento Divulgando sua loja Como fechar as vendas Nota Fiscal

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Faça você mesmo

PLANO DE NEGÓCIOS Faça você mesmo PLANO DE NEGÓCIOS Faça você mesmo INTRODUÇÃO É um instrumento que visa estruturar as principais concepções e alternativas para uma análise correta de viabilidade do negócio pretendido, proporcionando uma

Leia mais

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center O GrupoM8 utiliza o formato Norte-americano na administração e comercialização de sua

Leia mais

Gestão. Práticas. Editorial. Geovanne. Acesse online: 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) 03 e 04

Gestão. Práticas. Editorial. Geovanne. Acesse online: 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) 03 e 04 Práticas de Gestão Editorial Geovanne. 02 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) Como faço isso? Acesse online: 03 e 04 www. No inicio da década de 90 os

Leia mais

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center O GrupoM8 utiliza o formato Norte-americano na administração e comercialização de sua

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center

Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center Nós nos responsabilizamos pelo processo de procura, estudo de viabilidade e planejamento do ponto em shopping center Criamos o que as pessoas amam antes que elas saibam o que querem Hoje nossos franqueados

Leia mais

Planejamento Financeiro

Planejamento Financeiro Planejamento Financeiro Geralmente quando um consultor é chamado a socorrer uma empresa, ele encontra, dentre outros, problemas estruturais, organizacionais, de recursos humanos. O problema mais comum

Leia mais

Maria Tereza da Silva Santos. Confecção - Exemplo. Elaborado por: Plano de Negócio - Exemplos

Maria Tereza da Silva Santos. Confecção - Exemplo. Elaborado por: Plano de Negócio - Exemplos Maria Tereza da Silva Santos Confecção - Exemplo Elaborado por: Plano de Negócio - Exemplos Data criação: 09/01/2014 14:36 Data Modificação: 21/02/2014 14:36 Tipo Empresa: Empresa nascente 1 - Sumário

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA MÓDULO I

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA MÓDULO I 1 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA MÓDULO I 2 ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO Todos os Direitos Reservados 3 Bem Vindo ao Curso! 1- O Que é Fluxo de Caixa _Fatores que Afetam

Leia mais

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007 PLANO DE S FOLHA: 000001 1 - ATIVO 1.1 - ATIVO CIRCULANTE 1.1.1 - DISPONÍVEL 1.1.1.01 - BENS NUMERÁRIOS 1.1.1.01.0001 - (0000000001) - CAIXA 1.1.1.02 - DEPÓSITOS BANCÁRIOS 1.1.1.02.0001 - (0000000002)

Leia mais

Manual - Relatórios Gerenciais.

Manual - Relatórios Gerenciais. Manual - Relatórios Gerenciais. Perguntas que temos que responder quase que diariamente sobre: Vendas Financeiro Produção Emissão: 04/02/2014 Revisão: 28/05/2015 Revisado por: Juliana 1 Área de Vendas

Leia mais

Verificando a viabilidade do negócio

Verificando a viabilidade do negócio NEGÓCIO CERTO COMO CRIAR E ADMINISTRAR BEM SUA EMPRESA Verificando a viabilidade do negócio Manual Etapa 2/Parte 2 Bem-vindo! Olá, caro empreendedor! É um prazer ter você na Etapa 2 do Programa de Auto-Atendimento

Leia mais

08 Capital de giro e fluxo de caixa

08 Capital de giro e fluxo de caixa 08 Capital de giro e fluxo de caixa Qual o capital que sua empresa precisa para funcionar antes de receber o pagamento dos clientes? Como calcular os gastos, as entradas de dinheiro, e as variações de

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional.

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Empresa MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Nossa filosofia e oferecer ferramentas de gestão focadas na

Leia mais

O caso da loja de confecção da dona Marieta da Modda

O caso da loja de confecção da dona Marieta da Modda GESTÃO FINANCEIRA Quando temos problemas de saúde procuramos um médico, sendo ele clínico geral ou especialista, conforme o caso. Normalmente, selecionamos um médico bastante conhecido e com boas referências

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

Produtos e Subprodutos

Produtos e Subprodutos Produtos e Sub-Produtos Alguns itens comercializados na Loja têm uma característica marcante: eles possuem uma validade bem definida, enquanto que outros não têm validade, porém apresentam séries distintas

Leia mais

Balanço Patrimonial e DRE

Balanço Patrimonial e DRE Balanço Patrimonial e DRE Administração financeira e orçamentária Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com 2 Demonstrações Financeiras (Contábeis) Dados Dados Coletados Coletados

Leia mais

Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender Informações e Contatos

Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender Informações e Contatos FORMAR SEU PREÇO Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender TODOS OS DIREITOS RESERVADOS Não é permitida a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio. Informações e Contatos Mania de

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DE SITUADA NO MUNICÍPIO DE

Leia mais

www.analise-grafica.com SIMULAÇÃO DE VIABILIDADE DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO

www.analise-grafica.com SIMULAÇÃO DE VIABILIDADE DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 Olá! Tudo Bem? JOSÉ CARLOS GONÇALVES falando! Muito Obrigado por ter comprado este infoproduto! Espero que você tenha lido o e-book GERIR CUSTOS & FORMAR PREÇOS que disponibilizei

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO SIMONSEN PLANO DE NEGÓCIO

PÓS-GRADUAÇÃO SIMONSEN PLANO DE NEGÓCIO PÓS-GRADUAÇÃO SIMONSEN PLANO DE NEGÓCIO RESUMO DO EMPREENDIMENTO 01 EMPREENDIMENTO 02 NEGÓCIO E MERCADO: DESCRIÇÃO 2.1 ANÁLISE MERCADOLÓGICA 2.2 MISSÃO DA EMPRESA 03 CONCORRÊNCIA 04 FORNECEDORES 05 PLANO

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

Empresário Empreendedor

Empresário Empreendedor Empresas x Tributação Empresário Empreendedor Carga Tributária Obrigações acessórias Receita Federal Receita Estadual Previdência Social Receita Municipal Situação Tributária do Negócio Para o Empresário

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

Programa de Auto-Atendimento. Manual Etapa 4. Organizando e Administrando o Negócio

Programa de Auto-Atendimento. Manual Etapa 4. Organizando e Administrando o Negócio Programa de Auto-Atendimento Manual Etapa 4 Organizando e Administrando o Negócio Etapa 0 Acesso ao Programa. Etapa 1 Gerando Idéias de Negócio. Etapa 2 Verificando a Viabilidade do Negócio. Etapa 3 Formalizando

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA January, 99 1 CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Paulo César Leite de Carvalho 1. INTRODUÇÃO A administração financeira está estritamente ligada à Economia e Contabilidade, e pode ser vista

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira darianer@fia.com.br www.fia.com.br/proced Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira 1 Objetivo Planejamento

Leia mais

Apresentação ao Shopping

Apresentação ao Shopping Apresentação ao Shopping O GrupoM8 utiliza o formato Norte-americano na administração e comercialização de sua rede de franquias Você Sabia? Há trinta anos os Estados Unidos adotaram um modelo inovador

Leia mais

04 Os números da empresa

04 Os números da empresa 04 Os números da empresa Além de conhecer o mercado e situar-se nele, o empreendedor tem de saber com clareza o que ocorre com os números de sua empresa. Neste capítulo conheça os principais conceitos,

Leia mais

GUIA RÁPIDO: FLUXO DE CAIXA. Conheça os 5 passos fundamentais para você controlar e planejar as suas finanças de forma rápida e confiável

GUIA RÁPIDO: FLUXO DE CAIXA. Conheça os 5 passos fundamentais para você controlar e planejar as suas finanças de forma rápida e confiável GUIA RÁPIDO: FLUXO DE CAIXA Conheça os 5 passos fundamentais para você controlar e planejar as suas finanças de forma rápida e confiável SUMÁRIO 1. Sobre o Guia Rápido 03 2. Passo 1 - Plano de Contas 04

Leia mais

Viabilidade de Negócios. Indústria

Viabilidade de Negócios. Indústria Viabilidade de Negócios Indústria SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ANALISANDO A VIABILIDADE DO NEGÓCIO... 12 3. INVESTIMENTOS FIXOS... 17 4. GASTOS FIXOS MENSAIS... 23 5. CAPITAL DE GIRO INICIAL... 36 6.

Leia mais

Curso de Graduação em Ciências Contábeis

Curso de Graduação em Ciências Contábeis PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO TEMA: Contabilidade Empresarial e Trabalhista OBJETIVO: Olá, sejam todos muito bem vindos, para mais um semestre do Curso de Ciências Contábeis. Vocês terão a

Leia mais

COMO ADMINISTR OS CUSTOS DE SUA EMPRESA

COMO ADMINISTR OS CUSTOS DE SUA EMPRESA 45 AR COMO ADMINISTR OS CUSTOS DE SUA EMPRESA 1 A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE nas mais diversas áreas: organização empresarial, finanças,

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

APRESENTACÃO APRESENTAÇÃO

APRESENTACÃO APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO APRESENTACÃO Toda empresa que faz de sua capilaridade, aliada ao seu papel social, um diferencial competitivo deve buscar, obrigatoriamente, a padronização de rotinas operacionais e o relacionamento

Leia mais

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011 Resumo Executivo Modelo de Planejamento O Resumo Executivo é comumente apontada como a principal seção do planejamento, pois através dele é que se perceberá o conteúdo a seguir o que interessa ou não e,

Leia mais

Unidade II. Unidade II

Unidade II. Unidade II Unidade II 6 PLANO DE NEGÓCIOS (PN): UMA VISÃO GERAL - O QUE É E PARA QUE SERVE? Plano de negócios (do inglês business plan), também chamado plano empresarial, é um documento que especifica, em linguagem

Leia mais

Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA

Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA O papel das Micro e Pequenas Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA PROF. LÍVIO GIOSA Especialista em modelos de Gestão Empresarial Presidente do CENAM: Centro Nacional de Modernização

Leia mais

Guia de Recursos e Funcionalidades

Guia de Recursos e Funcionalidades Guia de Recursos e Funcionalidades Sobre o Treasy O Treasy é uma solução completa para Planejamento e Controladoria, com o melhor custo x benefício do mercado. Confira alguns dos recursos disponíveis para

Leia mais

3.3 - LOTERIAS DE PROGNÓSTICOS

3.3 - LOTERIAS DE PROGNÓSTICOS mod3 11/21/03 11:58 AM Page 17 3.3 - Segundo o Dicionário Aurélio, a palavra PROGNÓSTICO também significa PROFECIA. Portanto, o apostador, ao fazer sua aposta nesse tipo de Loteria, está profetizando,

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2

PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2 1 PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2 RESUMO O Plano de Negócios é parte fundamental do processo empreendedor, visto que os empreendedores precisam saber planejar suas ações e delinear

Leia mais

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas?

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas? Conceitos de Gestão O intuito desse treinamento, é apresentar aos usuários do software Profit, conceitos de gestão que possam ser utilizados em conjunto com as informações disponibilizadas pelo sistema.

Leia mais

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS 11 MODELO DE PLANO DE CONTAS Apresentamos a seguir uma sugestão de plano de contas, para as empresas de construção civil, utilizável também por aquelas que trabalham com obras por empreitada MODELO DE

Leia mais

Controles financeiros Edição de bolso

Controles financeiros Edição de bolso 03 Controles financeiros Edição de bolso A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE-SP nas seguintes áreas: Organização Empresarial Finanças Marketing

Leia mais

Bolões CAIXA com Dezenas Combinadas APRESENTAÇÃO SOFTWARES

Bolões CAIXA com Dezenas Combinadas APRESENTAÇÃO SOFTWARES Bolões CAIXA com Dezenas Combinadas APRESENTAÇÃO SOFTWARES CRV Sistemas e Consultoria Comercializamos s, entregamos soluções, geramos otimização de lucros, somos pioneiros, inovadores e o mais importante:

Leia mais