Software para controle do plantio e colheita de café:

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1 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. 1 Software para controle do plantio e colheita de café: Amanda Luiz de Oliveira, Arimatéia Batista Vicente, Tânia Maria Rodrigues Ribeiro. Centro Universitário do Sul de Minas - UNIS Gestão da Educação Tecnológica - GETEC Rodovia Varginha-Elói Mendes, Km 232, , Varginha, MG, Brasil s: Resumo O presente artigo relata um experimento com uso de ferramentas DOT.NET e banco de dados relacional para o desenvolvimento de um sistema de controle do plantio e colheita de café. O sistema em questão foi desenvolvido para a plataforma Windows e roda em ambiente desktop. Os resultados obtidos são promissores e indicam a relevância do uso de novas tecnologias nas fazendas de café para a sustentabilidade do agronegócio. Palavras-chave: DOT.NET, banco de dados relacional, agronegócio. Abstract - This article reports an experiment with the use of DOT.NET tools and relational database to develop a control system of planting and harvesting of coffee. The system has been developed for the Windows platform and runs on desktop environment. The results are promising and indicate the relevance of the use of new technologies in the farms of coffee for the sustainability of agribusiness. Keywords: DOT.NET, relational database, agribusiness. O 1. INTRODUÇÃO Café, bebida popular no Brasil (Figura 1), descoberto no século IX, é hoje um gigante mundial da industria ficando em segundo lugar após o petróleo em termos de dólares negociados mundialmente. O ramo da cafeicultura emprega mais de 20 milhões de pessoas e trouxe ao Brasil a liderança absoluta em pesquisas cafeeiras assegurando competitividade ao mercado e sustentabilidade ao agronegócio. Cabe dizer, que o café brasileiro é produzido em sua quase totalidade em mais de 5 estados da federação, sendo que Minas Gerais é o maior e melhor produtor nacional (Tabela 1). Apesar de toda a produção de café, o Brasil ainda reclama atrativos para a industrialização e a informatização no campo, já que, muitos softwares são voltados apenas para o financeiro, deixando de lado à parte de manutenção e produção do mesmo. O presente artigo relata um experimento com o uso de ferramentas DOT.NET e banco de dados relacional para o desenvolvimento de um software de controle do plantio e colheita do café levando em conta análises de solos e atividades efetuadas no mesmo durante o período de produção. O sistema em questão foi desenvolvido para a plataforma Windows e roda em ambiente desktop, sendo que sua interface simples e intuitiva tem como objetivo a compreensão do sistema por pessoas leigas em informática. O software foi testado em uma fazenda de café e poderá trazer uma redução de retrabalho e conseqüentemente uma baixa nos custos das atividades. Figura 1: Consumo de bebidas no Brasil. Fonte: Abic [1] Tabela 1: Produção do café nos estados do Brasil. UF / Região Produção (mil sacas beneficiadas) Arábica Conilon Total MINAS GERAIS Sul e centro-oeste Cerrado Zona da Mata ESPÍRITO SANTO SÃO PAULO PARANÁ BAHIA RONDÔNIA MATO GROSSO PARÁ RIO DE JANEIRO OUTROS Fonte: CONAB [2]

2 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Definição 2. CAFÉ Segundo a Wikipedia [13], O café é uma bebida preparada e fabricada a partir de sementes torradas, chamada de café em grão. Devido ao seu teor de cafeína, o café tem um efeito estimulante em seres humanos. Hoje, o café é uma bebida muito popular no Brasil (Figura 2). Figura 2: Evolução do consumo de café no Brasil. Fonte: Abic [1] Quando maduros, os cafés são colhidos, processados, secos e depois torrados em diferentes graus, dependendo do sabor desejado, passando por várias alterações físicas e químicas. 2.2 Surgimento Segundo a Wikipedia [13], O café foi descoberto em terras altas da Etiópia sendo consumido pela primeira vez no século IX e se espalhando para vários países como: Egito, Iêmen, Azerbaijão, Turquia, norte da África, Itália, Pérsia, Turquia, norte da África, Itália, seguindo para o resto da Europa, Indonésia e Américas. Há uma lenda que diz que um árabe chamado Khalid goatherder reparou que as suas cabras tornaram-se mais animadas depois da ingestão dos frutos do cafeeiro, Intrigado, ele cozinhou os frutos produzindo a primeira bebida. O café se tornou uma cultura para muitos países do Terceiro Mundo, trazendo a cem milhões de pessoas o café como sua principal fonte de renda. 2.3 Café no Brasil Segundo a ABIC [2], em 1727, foi conseguida a primeira muda de café, que já tinha grande valor comercial, trazida clandestinamente da Guiana Francesa para o Brasil. As primeiras plantações foram feitas em Belém e as mudas foram usadas para plantios no Maranhão e na Bahia. As condições climáticas não eram as melhores nessa primeira escolha e, entre 1800 e 1850, tentou-se o cultivo na região do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, locais onde o sucesso foi total, desenvolvendo-se de tal forma que se tornou a mais importante fonte de receitas do Brasil durante muitas décadas. Vale ressaltar que o sucesso da lavoura do café em São Paulo durante a primeira parte do século XX, levou a que o Estado se tornasse uns dos mais ricos do país, fazendo com que vários fazendeiros indicassem ou se tornassem eles próprios presidentes do Brasil (política do café com leite). Atualmente o café é um dos mais importantes produtos agrícolas brasileiros comercializados nos mercados nacional e internacional. O Brasil produz duas espécies de café: O arábica (Coffea arabica L.) e o robusta (Coffea canephora L.). O País detém a liderança absoluta na produção mundial (Tabela 2) e em pesquisas cafeeiras, assegurando competitividade no mercado e sustentabilidade do agronegócio. Tabela 2: Ranking mundial do café Produção Mundial Países Prod. % Prod % Prod % Brasil , , ,23 Vietinã , , ,39 Colômbia , , ,58 Indonésia , , ,21 Etiópia , , ,66 Índia , , ,25 México , , ,30 Guatemala , , ,41 Peru , , ,47 Costa do Marfim , , ,54 El Salvador , , ,38 Nicarágua , , ,46 Outros , , ,14 TOTAL , , ,00 Fonte: Mapa/SPAE/CONAB; O.I.C. [3] 2.4 Café em Minas Gerais De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento CONAB [3], Minas Gerais é principal produtor de café do país, respondendo por 50,4% da produção nacional, o que corresponde a mil sacas de café. Segundo Melo [9], Minas Gerais é o Estado que mais colhe café no Brasil, mas fica bem longe de uma liderança quando o assunto é industrialização e informatização. Os empresários há anos reclamam atrativos para instalação de indústrias cafeeiras no estado, mas ainda não foram atendidos. 2.5 Talhões e Glebas Segundo a ORMOND [12], A Gleba é uma parte da terra com propriedades agrícolas dividida para a cultura e o talhão é um grupo de plantas delimitado pelo produtor, com características próprias quanto à idade, variedade, manejo e etc.

3 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas FERRAMENTAS E MÉTODOS UTILIZADOS 3.1 Microsoft Visual Studio 2008 Express Edition SP1 O Microsoft Visual Studio 2008 Express Edition SP1 é um pacote de programas da Microsoft, para desenvolvimento de Software, especialmente dedicado ao framework.net e às linguagens Visual Basic (VB), C, C++ (C Plus Plus), C# (C Sharp) e J# (Jey Sharp). Segundo a Microsoft [10], o Microsoft Visual Studio 2008 Express Edition SP1 é um conjunto gratuito de ferramentas simples, divertidas e fáceis de usar. 3.2 Banco de dados Relacional: Banco de dados relacional é o modelo de banco cujas informações são armazenadas no formato de tabelas interrelacionáveis por campo-chave. Dicweb [5]. Segundo Kaufeld [8], o modelo de banco de dados relacional possui a capacidade de lidar com grandes volumes de informações, eliminando dados redundantes. No modelo relacional existe a possibilidade de elaboração de um relacionamento lógico entre as informações evitando-se a necessidade da repetição de informações e agilizando as consultas feitas às fontes de dados. Com base em Dalcin [4], na prática, o modelo relacional oferece os seguintes benefícios: Simplicidade e uniformidade (o modelo relacional é compacto); Independência dos dados físicos; Interfaces de alto nível para usuários finais; Visões múltiplas dos dados; Melhoria na segurança dos dados; Redução significativa do tempo gasto na manutenção da base de dados; Possibilidade de expansão devido à flexibilidade do sistema. aplicativos incorporados, aplicativos web simples e armazenamentos de dados locais. 3.4 WBS (working breakdown structure) Segundo Fonseca [7] apud Fialho [6], o WBS é Modelo que formula um diagrama hierárquico cuja a fidelidade é explicitar as etapas de trabalho que são necessárias para alcançar o objetivo do projeto. Assim, o WBS é uma forma de apresentação do projeto que o explicita em suas partes físicas, em softwares, serviços e outros tipos de trabalho, a qual organiza, define e graficamente mostra tanto o produto a ser feito como o trabalho a ser realizado para obtê-lo. 3.5 Redes de procedência Após definida as tarefas / atividades do projeto e as suas respectivas durações, pode-se estimar uma duração total para o mesmo. Segundo Fonseca [7], este método consiste em identificar as interdependências das tarefas definidas que deve obedecer restrições de precedência, conflito de recursos, fluxo de recursos e janelas de oportunidades. 3.6 Project evoluation and review Technique PERT Segundo Fonseca [7] apud Fialho [6], o project evoluation and review technique é a representação gráfica que consiste em uma rede onde as atividades e eventos do projeto são apresentados na forma de um grafo direcional ponderado onde os vértices são os eventos e as arestas as atividades cujos pesos representam suas durações. 3.7 C/SCSC (Cost / Schedule Control Systems Criteria) Segundo Fonseca [7], C/SCSC É uma metodologia que exerce o controle integrado de custos, prazos e do trabalho efetivamente realizado no decorrer de um projeto. 3.8 Gráfico de Gantt Após a etapa de sequenciamento de tarefas, é desenvolvido um cronograma, onde as tarefas do projeto, respeitando-se as restrições de interdependência e de alocação de recursos, são dispostas em função do tempo, a longo de um calendário. Segundo Fonseca [7], o gráfico de Gantt é a ferramenta mais comum para apresentar esse cronograma que é feito na forma de um gráfico de barras horizontais representando tarefas e tempos (Figura 3). 3.3 SQL Server 2005 O SQL Server é um SGBD (Sistema gerenciador de Banco de dados relacional). Segundo a Microsoft [11], o SQL Server Express é um produto de gerenciamento de dados poderoso e confiável que fornece recursos robustos, proteção de dados e desempenho para clientes de

4 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. 4 Concluída esta etapa passou-se a implementação do sistema. 6. SISTEMA IMPLEMENTADO Os recursos listados no item 3 permitiram o desenvolvimento de um sistema para controle do plantio e colheita de café com uma interface simples e amigável, trazendo muito mais controle ao plantio e colheita do café. Antes, os dados que eram armazenados de uma forma insegura e desorganizada, agora podem ser manipulados de uma forma segura e profissional. Figura 3: Exemplo de Gráfico de Gantt 4. VISÃO GERAL DO SOFTWARE O projeto de software tem como objetivo principal auxiliar os produtores cafeeiros no controle do plantio e colheita de café, possibilitando o cadastramento, alteração e consulta de seus armazéns, produtos, equipamentos e trabalhadores para posterior armazenamento de plantios, colheitas e atividades realizadas de acordo com uma análise do local, registrando em seu estoque os produtos colhidos, armazenados e vendidos, possibilitando a impressão de relatórios periódicos para uma posterior análise de dados sobre todos os cadastros e movimentos. 6.1 Telas do sistema desenvolvido Após o usuário, previamente cadastrado, acessar o sistema, a tela inicial apresenta um menu com todos os links para os módulos (Cadastro, Produção, Relatórios, Utilitários e Sair), conforme a Figura CASO EM ESTUDO A empresa abordada foi a fazenda Pontal que está no ramo da cafeicultura à 10 anos na área de plantio de café e tem como dono o senhor José Roberto Domingueti Bueno. Após uma entrevista com aproximadamente 50 perguntas e vários questionários, foi feita uma análise sobre os dados anotados em papéis, onde se concluiu uma falta de organização dos dados, já que, muitos produtores não usam de tecnologia para o mesmo, tornando suas informações inconsistentes. Para o desenvolvimento do software foi elaborada uma documentação baseada em análise de requisitos, ferramentas gerenciais e também composta de dicionário de dados (Figura 4), diagramas, Folhas de atividades (Figura 5) e controles formais com atas de reuniões. Nome da tabela Coluna Descrição DataType Nulabilidade Figura 4: Dicionário de dados realizado Projeto: Atividade nº Título: Responsável: Duração: Início: Descrição: Esta atividade constará de: FL: Figura 6: Interface inicial do sistema. Este cadastro é possível através do login de administrador onde o mesmo poderá inserir um usuário ou fazer alterações em seu perfil. O primeiro módulo (cadastro) será acessado para cadastrar informações que serão utilizadas no módulo Produção. A primeira informação que deverá ser preenchida pelo usuário são os seus armazéns de café, conforme a Figura 7. Figura 5: Folha de atividades do projeto.

5 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. 5 Figura 7: Tela de cadastro de armazéns. O cadastro de armazéns será utilizado posteriormente pela tela de colheita para verificar onde os grãos serão estocados. Após o cadastro de armazéns, a segunda informação a ser preenchida são as atividades que poderão ser exercidas no solo, tais como: Adubagem, irrigação, fertilização do solo e outros, conforme a Figura 8. Figura 10: Tela de cadastro de produtos. Os produtos de utilização são aqueles usados para atividades no solo (Adubos, sementes, outros.) e os de produção são os produzidos pela fazenda (Café arábico, outros.) Depois de efetuar o cadastro de produtos, é necessário cadastrar as máquinas que trabalharão na fazenda, conforme a Figura 11. Figura 8: Tela de cadastro de Atividades. Para cada atividade deverá ser informado qual é a sua abreviação para posterior utilização na tela de atividades exercidas no talhão. A terceira informação a ser preenchida pelo usuário são os talhões e glebas, conforme a Figura 9. Figura 11: Tela de cadastro de Máquinas. A máquina poderá trabalhar por empreita ou hora, o usuário preencherá os respectivos ganhos. Após efetuar o cadastro das máquinas, o usuário terá que cadastrar os trabalhadores envolvidos nas variadas atividades da fazenda, conforme a Figura 12. Figura 9: Cadastro de Talhões / Glebas Estas informações indicarão o lugar de plantio e de colheita em módulos posteriores e deve ser preenchida cuidadosamente por se tratar de um dos módulos mais importantes, pois envolve todas as áreas do sistema. A quarta informação a ser preenchida são os produtos de utilização ou de produção, conforme a Figura 10.

6 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. 6 Figura 12: Tela de cadastro de Trabalhadores. Os trabalhadores poderão ser assalariados ou temporários e cada um terá sua área de trabalho especificada com o seu respectivo ganho. Após cadastrar os funcionários, o módulo cadastro estará pronto e o sistema apto a armazenar plantios (Figura 13), colheitas (Figura 14) e atividades nos talhões (Figura 15). Figura 14: Tela de cadastro da colheita. Figura 15: Tela de Cadastro das atividades nos Talhões / Glebas Figura 13: Tela de cadastro do plantio O sistema permite que o usuário cadastre suas análises de solo referente a cada talhão de uma forma fácil, já que os componentes que podem comparecer nesta análise estão previamente cadastrados no sistema no campo Elemento, conforme Figura 16.

7 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas TESTES E RESULTADOS OBTIDOS O objetivo do teste realizado era verificar a eficácia do sistema de controle do plantio e colheita de café. Para isso o sistema foi implantado na fazenda Pontal durante o período de plantio e colheita do café do ano de No teste foram analisados produtividade, retrabalho e custos da fazenda após a implantação comparando-os com os dados obtidos no mesmo período do ano de 2008 pelas anotações da fazenda Pontal conforme Tabela 3. Figura 16: Tela de cadastro das Análises realizadas. Cada componente é cadastrado com seu teor encontrado na data da análise. No módulo Produção também há uma tela de estoque, onde os produtos estocados podem ser acertados, baixados do estoque ou vendidos, dando ao produtor uma total visibilidade dos produtos produzidos, conforme Figura 17 Tabela 3: Dados da fazenda pontal em 2008 Pontos de Controle 2008 Prejuízo Retrabalho 35% Prejuízo Altos custos 55% Produtividade em litros L Os dados geraram gráficos que comprovam uma queda nos prejuízos com retrabalho e altos custos da fazenda Pontal (Figura 18), fazendo a produtividade da fazenda crescer conforme a Figura 19. Antes da implantação 10% 35% Retrabalho Custos Outros 55% Depois da implantação 3% 2% Retrabalho Custos Outros Figura 17: Tela de Estoque O módulo Relatório do sistema permite imprimir relatórios periódicos a qualquer momento, tais como: De produtos, armazéns, plantios, colheitas e outros. O ultimo módulo é o Utilitários que possibilita ao usuário utilizar calculadora, cotação on-line do dólar e também executar backup para a segurança do sistema. 95% Figura 18: Gráficos comparativos. Antes (2008) e depois (2009) da implantação

8 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Antes da implantação Depois da implantação Figura 19: Gráfico da Produtividade em litros colhidos Após a realização do teste, foi efetuado também um questionário de feedback ao Sr. José Roberto e os resultados foram satisfatórios, como mostra a Tabela 4. Tabela 4: Resultado do questionário de feedback Questão Resposta Usabilidade Interface Eficiência Eficácia Fidelidade da informação Em relação aos testes executados, pode-se dizer que a resposta obtida foi melhor que a esperada, implicando, portanto, em êxito no funcionamento do software proposto. 8. CONCLUSÃO O objetivo de desenvolver um sistema de controle do plantio e colheita de café foi atingido plenamente, trazendo resultados relevantes e atingindo os principais problemas levantados pela análise. O mercado de café tende a crescer cada vez mais e com ele novas soluções para facilitar a vida do produtor cafeeiro. O constante desenvolvimento e aprimoramento das ferramentas utilizadas mostra a potencialidade e adequação de seu uso para o desenvolvimento de softwares cada vez mais eficazes. REFERÊNCIAS [1] ABIC, 15 de junho de Arquivo de Tendências de consumo de café mo_nov08.pdf [2] ABIC, 15 de junho de A história do café Origem e trajetória [3] CONAB, 9 de junho de Companhia Nacional de Abastecimento [4] DALCIN, 18 de junho de Banco de dados relacional para cadastro, avaliação e manejo da arborização pública [5] DICWEB, 15 de junho de Dicionário de termos de Informática [6] FIALHO, Lúcio Leão. Tasker: Sistema de coordenação de equipes Dissertação (Mestrado em Ciências) Engenharia de Sistemas e Computação UFRJ. Rio de Janeiro. 128p. [7] FONSECA, Letícia Rodrigues Apostila de gestão de projetos [8] KAUFELD, J. Access 95 para Windows para leigos: Um manual para novos usuários. São Paulo: Berkeley Brasil, p. [9] MELO, Bianca, 15 de junho de Produtividade do café em MG &produtividade-do-cafe-em-minas-gerais-cresce-mais-que-odobro.html [10] MICROSOFT, 9 de junho Detalhes do download Microsoft Visual Studio 2008 Express Edition SP1. 7 e9-d1bf-4326-a683-5ebddb62e07e&displaylang=pt-br [11] MICROSOFT, 9 de junho Detalhes do download microsoft SQL Server b5-0b dcc397514b41&displaylang=pt-br [12] ORMOND, 15 de junho de Termos técnicos para café orgânico fe Organico_2ed/glossario.htm [13] WIKIPEDIA, 9 de junho de O café AGRADECIMENTOS Os autores gostariam de agradecer ao Centro Universitário do Sul de Minas e ao professor orientador Renato Bernardes de Mello por toda a assistência e dedicação.

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