Nos últimos anos, diversas áreas modernas de aplicação de banco de dados como comércio eletrônico e sistemas multimídia, estão lidando com o desafio

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Nos últimos anos, diversas áreas modernas de aplicação de banco de dados como comércio eletrônico e sistemas multimídia, estão lidando com o desafio"

Transcrição

1 Implementação de uma Linguagem de Consulta com Suporte a Preferências Condicionais Aluna: Fabíola S. F. Pereira 1, Orientadora: Sandra de Amo 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Uberlândia MG Brasil Nível: Mestrado Ano de ingresso: 2009 Época esperada de conclusão: Fevereiro de 2011 Etapa concluída: Defesa da proposta de dissertação Abstract. Many important applications like e-commerce and multimedia systems require the use of efficient techniques for customizing and manipulating user preferences. In the database field, the researches are focused on the development of query languages able to express and filter preferences. This paper proposes the implementation of the CPref-SQL query language, which is an extension of SQL with support to conditional preferences. Algorithms are proposed to implement the new preference operators: Select-Best and SelectK-Best. They are capable of evaluating top-k queries with preferences, i.e., queries that return the k most preferred tuples according to a hierarchy of user preferences. The proposal is the direct implementation of these algorithms in the PostgreSQL query processor. Also is part of the scope of this work to develop a method that allows to insert the notion of preferences in the context of similarity queries. Keywords: conditional preferences, SQL extension, top-k queries Resumo. Muitas aplicações importantes como comércio eletrˆonico e sistemas multimídia demandam o uso de técnicas eficientes para personalização e manipulação de preferḙncias do usuário. No campo de banco de dados, as pesquisas estão voltadas para o desenvolvimento de linguagens de consulta capazes de expressar e filtrar preferḙncias. Este trabalho propõe a implementação da linguagem de consulta CPref-SQL, que é uma extensão da SQL com suporte a preferḙncias condicionais. São propostos algoritmos que implementam os novos operadores de preferḙncia Select-Best e SelectK-Best, capazes de avaliar consultas top-k com preferḙncias, ou seja, consultas que retornam as k tuplas mais preferidas de acordo com uma hierarquia de preferḙncias do usuário. A proposta é a implementação direta desses algoritmos no core do processador de consultas do PostgreSQL. Também faz parte do escopo deste trabalho desenvolver um método que possibilite adicionar a noção de preferḙncias ao contexto de consultas por similaridade. Palavras-chave: preferḙncias condicionais, extensão da SQL, consultas top-k

2 1. Introdução e Motivação Nos últimos anos, diversas áreas modernas de aplicação de banco de dados como comércio eletrônico e sistemas multimídia, estão lidando com o desafio de recuperar informações de acordo com preferências do usuário. A pesquisa com o foco em expressar e filtrar preferências do usuário através de consultas em banco de dados tem ganhado espaço na comunidade de BD [Kießling and Köstler 2002, Chomicki 2003]. Mais especificamente, o interesse está em retornar as tuplas mais preferidas de acordo com uma ordem de preferência. O tratamento de preferências pode ser feito de forma quantitativa ou qualitativa. Por exemplo, dada uma relação de viagens turísticas, para encontrar aqueles pacotes mais interessantes para o usuário de maneira quantitativa, basta solicitar que o mesmo dê uma nota a cada opção de viagem, de maneira que aquelas com maiores notas serão as selecionadas. Entretanto, esse método pode ser inviável para uma grande relação de viagens. Pela abordagem qualitativa, é possível obter do usuário informações sobre quais atributos afetam sua preferência. Assim, se o usuário prefere viagens nacionais a internacionais, já consegue-se obter uma classe de destinos preferidos sem que tenha sido necessário avaliar cada opção individualmente. Nesse contexto de consultas personalizadas, em [de Amo and Ribeiro 2009] foi introduzida a linguagem CPref-SQL que permite expressar consultas contendo preferências condicionais (consultas-pc), através de uma abordagem qualitativa. As consultas em CPref-SQL incorporam as usuais restrições hard (declaradas na cláusula WHERE), além das restrições soft, especificadas através de um conjunto de regras de preferências e referenciadas pela cláusula ACCORDING TO PREFERENCES. Juntamente com a linguagem CPref-SQL, em [de Amo and Ribeiro 2009] também foi proposto o operador Select-Best que obtém as tuplas dominantes. Entretanto, não foi abordada a implementação da linguagem. Outro aspecto que vem sendo discutido em relação a consultas com preferências, é a possibilidade do usuário poder controlar a quantidade de tuplas preferidas a serem retornadas [Papadias et al. 2005]. Caso isso não aconteça, dois cenários podem existir: (1) as regras especificadas pelo usuário podem ser muito restritivas e, assim, o conjunto das tuplas mais preferidas será muito pequeno; (2) as regras podem ser muito permissivas, fazendo com que o usuário confronte novamente com um conjunto de dados que pode ser tão grande quanto a própria base. Assim, é importante que uma linguagem de consultas com suporte a preferências tenha a flexibilidade de permitir que o usuário especifique a quantidade de tuplas preferidas que devem ser retornadas. Por exemplo, diante de uma lista de opções de viagens turísticas, é interessante que o usuário realize uma consulta top-k com preferências do tipo: gostaria de obter uma lista com os 4 destinos que mais se adequam às minhas preferḙncias. Este trabalho tem como objetivo (1) propor uma nova abordagem para obter as k tuplas preferidas pelo usuário: através de consultas-pc top-k. A proposta é incorporar à linguagem CPref-SQL um novo operador, SelectK-Best, que avalia consultas-pc retornando as k tuplas mais preferidas de acordo com uma hierarquia de preferência. Uma vez especificado o operador, também é objetivo desse trabalho (2) implementar a linguagem CPref-SQL, através de algoritmos para os operadores Select-Best e SelectK-Best codificados diretamente no core do SGBDR PostgreSQL. Por fim, diante do avanço de sistemas que manipulam dados complexos como imagens e áudio, torna-se interessante uma integração entre aspectos de similaridade e preferências em uma consulta sobre dados convencionais e complexos. Uma integração significa a possibilidade de realizar consultas do tipo: Dentre as minhas viagens mais preferidas, liste aqueles destinos que mais se assemelham à essa imagem de um ponto turístico. Em [Barioni et al. 2006] foi proposto o SIREN (SImilarity Retrieval ENgine), um avaliador de consultas por similari-

3 dade através de comandos que estendem a SQL. Assim, um terceiro objetivo desse trabalho é (3) combinar os operadores de preferência da CPref-SQL com operadores de similaridade do SIREN, para realizar consultas que incorporam as duas abordagens. Este artigo encontra-se organizado da seguinte maneira: na Seção 2 são apresentados alguns trabalhos correlatos. A Seção 3 descreve os principais objetivos do trabalho, expondo as soluções propostas que estão sendo desenvolvidas. A Seção 4 apresenta alguns resultados obtidos em relação à implementação da CPref-SQL e, na Seção 5, são feitas considerações finais acerca do andamento das atividades envolvidas no projeto. 2. Trabalhos Correlatos Extensões da SQL e Algoritmos para Avaliação de Consultas com Preferências. Em [Borzsonyi et al. 2001] foi proposto o operador skyline, bem como o algoritmo básico BNL (block-nested-loop) para avaliar consultas skyline. [Kießling and Köstler 2002] introduziram a linguagem Preference SQL que estende a SQL com construtores de preferências. As consultas em Preference SQL são traduzidas em SQL padrão para serem executadas. Já no contexto de consultas com preferências condicionais, o algoritmo BNL foi proposto em [de Amo and Ribeiro 2009] para avaliar o operador Select-Best. Ele segue as linhas do algoritmo BNL e utiliza um grafo better-than reduzido, através do qual é possível comparar duas tuplas conforme suas listas de escopos. Esse algoritmo não foi implementado. No presente trabalho, é proposto um segundo algoritmo, BNL, que utiliza agora um Programa Datalog para comparar duas tuplas. Consultas Top-k. As consultas top-k dominantes foram introduzidas em [Papadias et al. 2005] como uma extensão das consultas skyline de [Borzsonyi et al. 2001]. Uma consulta top-k dominante retorna as k tuplas que dominam o maior número de tuplas na base de dados. Esse conceito é ortogonal às consultas skyline e pareto, bem como às consultas-pc. Preferências em Consultas por Similaridade. Em [Bartolini et al. 2007] é discutida a utilização de mecanismos de feedback do usuário para consultas interativas por similaridade sob uma abordagem de preferências qualitativas skyline. Em [Barioni et al. 2006] foi proposto o sistema SIREN que avalia e executa comandos expressos em uma extensão da SQL para consultas por similaridade. O SIREN está implementado entre o SGBDR e a aplicação, interceptando as consultas submetidas. É um potencial sistema que pode utilizar preferências do usuário para otimizar suas respostas. Um dos objetivos deste trabalho é propor uma integração entre o SIREN e o SGBDR PostgreSQL estendido, possibilitando a realização de consultas por similaridade com preferências condicionais do usuário. 3. Descrição do Trabalho Os principais objetivos do trabalho são: (1) Introduzir o conceito de consultas com preferências condicionais top-k (consultas-pc top-k); (2) Propor os algoritmos BNL** e R-BNL** para avaliação de consultas-pc e consultas-pc top-k, respectivamente e implementá-los no core do SGBDR PostgreSQL; (3) Propor uma aplicação do sistema de preferências implementado, integrando-o com um sistema de consultas por similaridade para possibilitar maior expressividade e otimizações nas consultas. A seguir, cada um desses objetivos são detalhados Consultas Top-k com Preferências Condicionais A CPref-SQL foi proposta seguindo o formalismo lógico de [Wilson 2004] para especificação e raciocínio com preferências. De acordo com tal formalismo, as preferências do usuário são expressas através de um conjunto de regras de preferências condicionais (regras-pc) sobre uma relaçãor(a 1,...,A n ) do tipo: ϕ : B 1 = b 1... B k = b k (A = a 1 ) > (A = a 2 )[W 1,...,W j ], onde {B 1,...,B k,a,w 1,...,W j } {A 1,...,A n }, b i dom(b i ), para i {1,...,k}, e a 1,a 2

4 dom(a). Aqui, dom(x) denota o domínio do atributo X. Um conjunto de regras-pc determina uma ordem parcial (ordem de preferência) sobre o conjunto de tuplas da relação R. A semântica de uma regra-pc é: sejam u,v tuplas da relação R. Diz-se que u é preferido a v (u > v) se u[b i ] = v[b i ] = b i, parai {1,...,k},u[A] = a 1 ev[a] = a 2 eu[z] = v[z], para cada atributo Z / {B 1,...,B k,a,w 1,...,W j }. Duas tuplas podem ser comparadas pela transitividade da ordem parcial associada ao conjunto de regras-pc [de Amo and Ribeiro 2009]. A partir da ordem de preferência, é possível introduzir o conceito de nível (level) de uma tuplat(denotadol(t)) dada uma instânciar sobrer: l(t) = 0, se não existet r tal quet > t. Caso contrário, l(t) = max {l(t ) t > t}+1. O novo operador SelectK-Best(K,r) retorna o conjunto das K tuplas com os menores níveis. Representa, portanto, a inserção da abordagem top-k com preferências na linguagem CPref-SQL. O exemplo a seguir ilustra a realização de uma consulta-pc top-k através da linguagem CPref-SQL. Exemplo 3.1 Seja uma relação VIAGENS que armazena informações sobre opções de pacotes turísticos com os atributos D (Destino), T (Temporada), R (Roteiro), T r (Transporte), C (Categoria). A Figura 1(a) descreve uma instância de VIAGENS. As seguintes sentenças expressam as preferências de um turista: (1) Em geral, prefiro viajar para praia do que para um centro urbano; (2) Para viagens de carnaval a centros urbanos, prefiro que o transporte seja rodoviário (rod); (3) Para roteiros a centros urbanos, prefiro viajar nas férias do que no carnaval. Liste os 4 destinos que mais se adequam aos meus desejos, desde que não sejam viagens na temporada de Páscoa. A consulta-pc top-k correspondente é: CREATE PREFERENCES MyPrefs FROM VIAGENS AS R= praia > R= urbano [D,Tr,C] AND IF T= carnaval and R= urbano THEN Tr= rod > Tr= aereo [D,C] AND IF R= urbano THEN T= ferias > T= carnaval [D]; SELECT D FROM VIAGENS WHERE T <> pascoa ACCORDING TO PREFERENCES (4, M yp ref s); Nessa consulta a restrição hard é T <> pascoa e as restrições soft são dadas pelas regras MyPrefs. Através do operador SelectK-Best, serão retornadas as 4 tuplas com os menores níveis. A ordem induzida em VIAGENS pelo conjunto de regras é ilustrada no grafo better-than da Figura 1(b). Uma seta de t para t significa que t > t (setas obtidas pelo fecho transitivo não estão representadas). Note, por exemplo, que t 1 > t 2 pela regra 1, t 2 > t 3 pela regra 3, e t 1 > t 3 por transitividade. De acordo com tal ordem e pela definição de nível, tem-se: SelectK-Best(4, VIAGENS) = {t 1,t 4,t 5,t 2 }. SelectK-Best(2, VIAGENS) = {t 1,t 4 } (note que l(t 5 ) = l(t 4 ) = l(t 1 ) = 0, mas tuplas de mesmos níveis são consideradas pela ordem que aparecem na relação. Finalmente, Select-Best(VIAGENS) = {t 1,t 4,t 5 } Implementação dos Operadores de Preferência Neste trabalho, são propostos os algoritmos BNL** e R-BNL** (Ranked BNL**) para avaliar os operadores Select-Best e SelectK-Best, respectivamente. Eles seguem as linhas dos algoritmos de laços aninhados existentes na literatura [Borzsonyi et al. 2001, Chomicki 2003]. Basicamente, o Select-Best retorna as tuplas dominantes e o SelectK-Best envolve a avaliação das tuplas dominantes de maneira iterativa. Um ponto essencial nos algoritmos é o teste de dominˆancia, que decide se uma tupla t 1 domina outra tupla t 2, seja por inferência direta a partir de uma regra, ou devido a uma inferência por transitividade sobre duas ou mais regras. Como solução do problema, o teste de dominˆancia foi implementado através de um Programa Datalog. Cada teste de dominância executado pelos algoritmos corresponde à satisfação da instanciação de um goal para o programa. Os novos operadores não aumentam o poder de expressão da SQL, já que eles podem ser expressos em álgebra relacional [Chomicki 2003]. Assim, com uma reescrita é possível traduzir

5 consultas CPref-SQL em consultas SQL com recursão. Entretanto, na Seção 4 são apresentados alguns resultados que comprovam ganhos em performance com a definição explícita dos novos operadores, estendendo a SQL, através dos algoritmos específicos propostos. O plano de execução canônico associado a um bloco CPref-SQL (sem construtores de agregação) é mostrado na Figura 1(c). Neste trabalho, a implementação da linguagem CPref- SQL adota uma abordagem built-in, ou seja, a codificação dos algoritmos foi feita diretamente no código-fonte do SGBDR PostgreSQL para possibilitar que os novos operadores de preferência interajam com operações internas do plano de execução de consultas SQL (seleções, junções, projeções), abrindo caminhos para futuras otimizações. Figura 1. (a)instância r de VIAGENS; (b)grafo better-than de r; (c)plano de execução da CPref-SQL 3.3. Consultas por Similaridade com Preferências Condicionais do Usuário A proposta de aproximar o tópico de preferências às consultas por similaridade visa poder contribuir na qualidade das respostas fornecidas ao usuário, em se tratando de bases de dados multimídia. Os operadores de similaridade do SIREN [Barioni et al. 2006] e os de preferência do PostgreSQL estendido para CPref-SQL se complementam e serão combinados para realização de consultas sob duas abordagens: (i) consultas-pc sobre os objetos mais similares; (ii) consultas por similaridade sobre os objetos mais preferidos. Assim, o usuário poderá estabelecer suas preferências e fazer consultas do tipo: dentre as minhas viagens mais preferidas, liste aqueles destinos que mais se assemelham à essa foto. Ou ainda, dentre as imagens que mais se assemelham a essa foto, liste meus destinos preferidos. O SIREN possui um módulo de mineração de dados, através do qual obtém regras de associação para otimizar consultas. Acredita-se, num segundo momento, ser possível traduzir essas regras de associação em regras-pc, possibilitando a união entre as regras mineradas e aquelas fornecidas pelo usuário para melhor acurácia nos resultados. 4. Resultados Experimentais Os testes referentes à implementação da linguagem foram feitos utilizando o benchmark TPC- H 1, que possui um gerador de dados sintéticos e um conjunto de consultas SQL padrão 2. Tais consultas foram adaptadas com a inserção da cláusula ACCORDING TO PREFERENCES e remoção das funções de agregação (não suportadas pela atual implementação dos operadores). Na Figura 2 são apresentados alguns resultados de performance e escalabilidade. Os parâmetros default são: base de dados de 10MB, preferências com 6 regras, 8MB de buffer e consulta Q5 do TPC-H. Foram analisados os desempenhos das consultas CPref-SQL, que utilizam o operador Select-Best, em comparação com suas traduções em SQL recursivo. A Figura 2(a) mostra que a performance da consulta SQL decresce numa proporção bem maior à medida que o número de regras aumenta. Por exemplo, uma consulta CPref-SQL com Ambiente de testes: PC 2.2GHz AMD Turion X2 Ultra Dual-Core, com 4GB de memória RAM, executando Linux. Foi utilizado o psql como front-end para o PostgreSQL 8.4.

6 regras é aproximadamente 4 vezes mais rápida. O mesmo comportamento pode ser observado durante a variação do tamanho da base (Figura 2(b)). Para um banco de dados de 100MB, a consulta em SQL recursivo demora 5 vezes mais que sua correspondente em CPref-SQL. Ao variar o parâmetro K em consultas com o operador SelectK-Best (Figura 2(c)) o algoritmo R- BNL necessita de um tempo extra para processar o nível das tuplas em relação ao BNL, daí a performance parak = 1 (Select-Best) ser melhor. Figura 2. Resultados de performance e escalabilidade 5. Considerações Finais O projeto está sendo conduzido de acordo com as etapas descritas a seguir. A tabela 1 apresenta o cronograma semestral das atividades até a defesa. No momento, a etapa 3 foi concluída e a etapa 4 está em execução. 1. Levantamento bibliográfico e seminários para entendimento do problema 2. Proposta da abordagem top-k em consultas-pc, desenvolvimento de algoritmos para os operadores Select-Best e SelectK-Best e implementação no SGBD 3. Realização de experimentos sobre o método implementado 4. Estágio no GbdI-ICMC/USP pelo projeto PROCAD para proposta e desenvolvimento de uma integração entre consultas por similaridade e preferências 5. Redação e submissão de um artigo para um periódico 6. Redação da dissertação 7. Conclusão do trabalho e defesa Etapas 1/2009 2/2009 1/2010 2/2010 1/2011 Etapas 1/2009 2/2009 1/2010 2/2010 1/2011 Etapa 1 Etapa 5 Etapa 2 Etapa 6 Etapa 3 Etapa 7 Etapa 4 Tabela 1. Cronograma de atividades para a execução do projeto Referências Barioni, M. C. N., Razente, H., Traina, A., and Traina, Jr., C. (2006). Siren: a similarity retrieval engine for complex data. In Proceedings of the 32nd international conference on Very large data bases, Bartolini, I., Ciaccia, P., Oria, V., and Özsu, M. T. (2007). Flexible integration of multimedia sub-queries with qualitative preferences. Multimedia Tools Appl., 33: Borzsonyi, S., Kossmann, D., and Stocker, K. (2001). The skyline operator. In Proc. 17th International Conference on Data Engineering (ICDE 2001), Germany, Chomicki, J. (2003). Preference formulas in relational queries. ACM Transactions on Database Systems, de Amo, S. and Ribeiro, M. R. (2009). Cpref-sql: A query language supporting conditional preferences. In 24th Annual ACM Symposium on Applied Computing (ACM SAC), March 2009, Hawaii, USA., Kießling, W. and Köstler, G. (2002). Preference sql - design, implementation, experiences. In VLDB, Papadias, D., Tao, Y., and Fu, G. (2005). Progressive skyline computation in database systems. TODS, 30: Wilson, N. (2004). Extending cp-nets with stronger conditional preference statements. In AAAI,

TPref-SQL: uma linguagem de consultas para bancos de dados com suporte a preferências temporais

TPref-SQL: uma linguagem de consultas para bancos de dados com suporte a preferências temporais TPref-SQL: uma linguagem de consultas para bancos de dados com suporte a preferências temporais Autor: Marcos Roberto Ribeiro 1, Orientadora: Sandra Aparecida de Amo 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência

Leia mais

CPrefSQL-Tool: Uma Ferramenta Web para Consultas com Suporte a Contextos e Preferências do Usuário

CPrefSQL-Tool: Uma Ferramenta Web para Consultas com Suporte a Contextos e Preferências do Usuário CPrefSQL-Tool: Uma Ferramenta Web para Consultas com Suporte a Contextos e Preferências do Usuário Vinicius V. S. Dias 1, Sandra de Amo 1 1 Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Leia mais

NOVAS FUNCIONALIDADES PARA A LINGUAGEM CPREF-SQL COM SUPORTE A PREFERÊNCIAS DO USUÁRIO RESUMO

NOVAS FUNCIONALIDADES PARA A LINGUAGEM CPREF-SQL COM SUPORTE A PREFERÊNCIAS DO USUÁRIO RESUMO NOVAS FUNCIONALIDADES PARA A LINGUAGEM CPREF-SQL COM SUPORTE A PREFERÊNCIAS DO USUÁRIO 1 VINÍCIUS V. S. DIAS ¹, SANDRA DE AMO ² RESUMO A noção de especificação de preferências do usuário vem conquistando

Leia mais

Extensão do SGBD PostgreSQL para suportar recuperação de imagens por conteúdo

Extensão do SGBD PostgreSQL para suportar recuperação de imagens por conteúdo Extensão do SGBD PostgreSQL para suportar recuperação de imagens por conteúdo Ernani Viriato de Melo V Jornada Científica 24/10/2006 Tópicos Abordados Motivação Imagens e Características PostgreSQL-IE:

Leia mais

PLANO DE ENSINO. PRÉ-REQUISITO: Modelagem e Programação Orientada a Objetos. PROFESSOR RESPONSÁVEL : Josino Rodrigues Neto

PLANO DE ENSINO. PRÉ-REQUISITO: Modelagem e Programação Orientada a Objetos. PROFESSOR RESPONSÁVEL : Josino Rodrigues Neto UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n Dois Irmãos 52171-900 Recife-PE Fone: 0xx-81-332060-40 proreitor@preg.ufrpe.br PLANO DE ENSINO

Leia mais

2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software

2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software 2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software A uso da abordagem de agentes de software 1 pode trazer benefícios a áreas de aplicação em que é necessário construir sistemas autônomos, ou seja,

Leia mais

Aula 02 Modelagem de Dados. Banco de Dados. Aula 02 Modelagem de Dados. Superior /2011 Redes Computadores - Disciplina: Banco de Dados -

Aula 02 Modelagem de Dados. Banco de Dados. Aula 02 Modelagem de Dados. Superior /2011 Redes Computadores - Disciplina: Banco de Dados - Banco de Dados Aula 02 Modelagem de Dados Roteiro Definição Evolução Projeto de BD Abstração Esquema e Instância Definição É uma representação, normalmente gráfica, de estruturas de dados reais. Auxilia

Leia mais

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas Processamento e Otimização de Consultas Banco de Dados Motivação Consulta pode ter sua resposta computada por uma variedade de métodos (geralmente) Usuário (programador) sugere uma estratégia para achar

Leia mais

SQL Linguagem de Definição de Dados. Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri

SQL Linguagem de Definição de Dados. Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri SQL Linguagem de Definição de Dados Banco de Dados SQL Structured Query Language Uma das mais importantes linguagens relacionais (se não a mais importante) Exemplos de SGBD que utilizam SQL Oracle Informix

Leia mais

Banco de Dados. Prof. Antonio

Banco de Dados. Prof. Antonio Banco de Dados Prof. Antonio SQL - Structured Query Language O que é SQL? A linguagem SQL (Structure query Language - Linguagem de Consulta Estruturada) é a linguagem padrão ANSI (American National Standards

Leia mais

Processamento e Otimização de Consultas

Processamento e Otimização de Consultas Introdução Processamento e Banco de Dados II Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Departamento de Computação DECOM 1 Processamento

Leia mais

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível de independência do

Leia mais

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível

Leia mais

Extensão do WEKA para Métodos de Agrupamento com Restrição de Contigüidade

Extensão do WEKA para Métodos de Agrupamento com Restrição de Contigüidade Extensão do WEKA para Métodos de Agrupamento com Restrição de Contigüidade Carlos Eduardo R. de Mello, Geraldo Zimbrão da Silva, Jano M. de Souza Programa de Engenharia de Sistemas e Computação Universidade

Leia mais

Comandos de Manipulação

Comandos de Manipulação SQL - Avançado Inserção de dados; Atualização de dados; Remoção de dados; Projeção; Seleção; Junções; Operadores: aritméticos, de comparação,de agregação e lógicos; Outros comandos relacionados. SQL SQL

Leia mais

Table 1. Dados do trabalho

Table 1. Dados do trabalho Título: Desenvolvimento de geradores de aplicação configuráveis por linguagens de padrões Aluno: Edison Kicho Shimabukuro Junior Orientador: Prof. Dr. Paulo Cesar Masiero Co-Orientadora: Prof a. Dr. Rosana

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE VARIAÁ VEL Antes de iniciarmos os comandos referentes a Banco de Dados, precisamos de uma breve descrição técnica sobre Variáveis que serão uma constante em programação seja qual for sua forma de leitura.

Leia mais

UMA PROPOSTA DE PERSONALIZAÇÃO DE CONSULTAS EM DOCUMENTOS XML BASEADA EM PREFERÊNCIAS CONDICIONAIS

UMA PROPOSTA DE PERSONALIZAÇÃO DE CONSULTAS EM DOCUMENTOS XML BASEADA EM PREFERÊNCIAS CONDICIONAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE INFORMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA UMA PROPOSTA DE PERSONALIZAÇÃO DE CONSULTAS EM DOCUMENTOS XML BASEADA EM PREFERÊNCIAS CONDICIONAIS ANGÉLICA

Leia mais

Introdução à Banco de Dados. Nathalia Sautchuk Patrício

Introdução à Banco de Dados. Nathalia Sautchuk Patrício Introdução à Banco de Dados Nathalia Sautchuk Patrício Histórico Início da computação: dados guardados em arquivos de texto Problemas nesse modelo: redundância não-controlada de dados aplicações devem

Leia mais

Apêndice A. Documento de Especicação de Requisitos de Software do Classroom experience

Apêndice A. Documento de Especicação de Requisitos de Software do Classroom experience Apêndice A Documento de Especicação de Requisitos de Software do Classroom experience 103 Especificação dos Requisitos do Software < Classroom experience > Versão 2.0 Preparado por < Taffarel Brant Ribeiro,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II BANCO DE DADOS II AULA 1 Linguagem SQL Linguagem de definição de dados (DDL) DISCIPLINA: Banco de Dados

Leia mais

Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br

Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br 1. Abordagem geral Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br Em primeiro plano, deve-se escolher com qual banco de dados iremos trabalhar. Cada banco possui suas vantagens,

Leia mais

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 Banco de Dados Fundamentos de SQL Structured Query Language Aula2 Apresentado por: Robson do Nascimento Fidalgo rdnf@cin.ufpe.br IF685

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 04 SGBD Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com Conceitos Básicos DADOS: são fatos em sua forma primária. Ex: nome do funcionário,

Leia mais

SQL Linguagem de Definição de Dados. Laboratório de Bases de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri

SQL Linguagem de Definição de Dados. Laboratório de Bases de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri SQL Linguagem de Definição de Dados SQL Structured Query Language Uma das mais importantes linguagens relacionais (se não a mais importante) Exemplos de SGBD que utilizam SQL Oracle Informix Ingress SQL

Leia mais

Comparativo de Desempenho entre Bancos de Dados de Código Aberto

Comparativo de Desempenho entre Bancos de Dados de Código Aberto Comparativo de Desempenho entre Bancos de Dados de Código Aberto Carlos E. S. Pires, Rilson O. Nascimento, Ana C. Salgado Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Caixa Postal 7851

Leia mais

SQL Linguagem de Manipulação de Dados. Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri

SQL Linguagem de Manipulação de Dados. Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri SQL Linguagem de Manipulação de Dados Banco de Dados SQL DML SELECT... FROM... WHERE... lista atributos de uma ou mais tabelas de acordo com alguma condição INSERT INTO... insere dados em uma tabela DELETE

Leia mais

Álgebra Relacional. Conjunto de operações que usa uma ou duas relações como entrada e gera uma relação de saída. Operações básicas:

Álgebra Relacional. Conjunto de operações que usa uma ou duas relações como entrada e gera uma relação de saída. Operações básicas: Álgebra Relacional Conjunto de operações que usa uma ou duas relações como entrada e gera uma relação de saída operação (REL 1 ) REL 2 operação (REL 1,REL 2 ) REL 3 Operações básicas: seleção projeção

Leia mais

Sumário. Introdução... 1. 1 O Problema... 3

Sumário. Introdução... 1. 1 O Problema... 3 Sumário Introdução... 1 1 O Problema... 3 1.1 Definição do Problema... 3 1.2 A Solução... 3 1.2.1 Projeto Conceitual...4 1.2.2 Projeto Lógico... 5 1.2.3 Projeto Físico... 6 2 Criação de Bancos de Dados...

Leia mais

Busca Estocástica Baseada em Planejamento para Maximizar Metas em Jogos de RTS

Busca Estocástica Baseada em Planejamento para Maximizar Metas em Jogos de RTS Busca Estocástica Baseada em Planejamento para Maximizar Metas em Jogos de RTS Autor:Thiago França Naves 1, Orientador: Carlos Roberto Lopes 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011

Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Banco de Dados Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Roteiro Apresentação do professor e disciplina Definição de Banco de Dados Sistema de BD vs Tradicional Principais características de BD Natureza autodescritiva

Leia mais

14/08/2008. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan

14/08/2008. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 2 Introdução a SQL 2 Leitura Obrigatória ELMASRI,

Leia mais

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br 1 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias 2 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias Modelo de dados: Conjunto de conceitos

Leia mais

Modelagem Flexível para Processos de Negócio. Resultados de um Estudo Experimental

Modelagem Flexível para Processos de Negócio. Resultados de um Estudo Experimental Modelagem Flexível para Processos de Negócio Resultados de um Estudo Experimental Fabiane Albino Aluna Mestrado Prof. Ricardo Massa Orientador Cenário Atual Modelagem de Processos de Negócio de maneira

Leia mais

GEE051 - Banco de Dados (BD) Plano de Curso. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/bd UFU/FACOM - 2011/2

GEE051 - Banco de Dados (BD) Plano de Curso. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/bd UFU/FACOM - 2011/2 GEE051 - Banco de Dados (BD) Plano de Curso Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/bd UFU/FACOM - 2011/2 Motivação Problemas reais encontrados por engenheiros exigem uma visão

Leia mais

Banco de Dados Aula 02. Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian

Banco de Dados Aula 02. Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian Banco de Dados Aula 02 Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian Conceitos básicos Dado: Valor do campo quando é armazenado dento do BD; Tabela Lógica: Representa a estrutura de armazenamento

Leia mais

1. Introdução. Anais do EATI - Encontro Anual de Tecnologia da Informação e Semana Acadêmica de Tecnologia da Informação

1. Introdução. Anais do EATI - Encontro Anual de Tecnologia da Informação e Semana Acadêmica de Tecnologia da Informação 152 Avaliação de Técnicas para Redução de Base de Dados de Produção Edward Alves R. Neto¹, André Assis Lôbo de Oliveira¹, Plínio de Sá L. Junior¹, Celso G. Camilo Junior¹, Cassio Leonardo Rodrigues¹, Auri

Leia mais

Engenharia Reversa para Recuperação de Modelos de Sistemas Desenvolvidos em PL/SQL

Engenharia Reversa para Recuperação de Modelos de Sistemas Desenvolvidos em PL/SQL Engenharia Reversa para Recuperação de Modelos de Sistemas Desenvolvidos em PL/SQL Rodnei Couto 1, Luana Lachtermacher 1, Soeli Fiorini 1, Akeo Tanabe 1, Gustavo Carvalho 1, Arndt von Staa 1, Ricardo Choren

Leia mais

Introdução a Banco de Dados

Introdução a Banco de Dados Introdução a Banco de Dados O modelo relacional Marta Mattoso Sumário Introdução Motivação Serviços de um SGBD O Modelo Relacional As aplicações não convencionais O Modelo Orientado a Objetos Considerações

Leia mais

Introdução. Motivação. Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) Banco de Dados (BD) Sistema de Banco de Dados (SBD)

Introdução. Motivação. Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) Banco de Dados (BD) Sistema de Banco de Dados (SBD) Pós-graduação em Ciência da Computação CCM-202 Sistemas de Banco de Dados Introdução Profa. Maria Camila Nardini Barioni camila.barioni@ufabc.edu.br Bloco B - sala 937 2 quadrimestre de 2011 Motivação

Leia mais

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Curso de Gestão em SI Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Rodrigo da Silva Gomes (Extraído do material do prof. Ronaldo Melo - UFSC) Banco de Dados (BD) BD fazem parte do nosso dia-a-dia!

Leia mais

Sistemas de Banco de Dados

Sistemas de Banco de Dados Sistemas de Banco de Dados Everson Santos Araujo everson@por.com.br Conceitos Dado - Um fato que pode ser armazenado Banco de dados (BD) - Coleção de dados interrelacionados Sistema Gerenciador de Banco

Leia mais

Mineração de Preferências em Data Streams

Mineração de Preferências em Data Streams Mineração de Preferências em Data Streams Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da Universidade Federal de Uberlândia Aluna: Jaqueline Aparecida Jorge Papini jaque@comp.ufu.br Orientadora:

Leia mais

Básico da Linguagem SQL. Definição de Esquemas em SQL. SQL(Structured Query Language)

Básico da Linguagem SQL. Definição de Esquemas em SQL. SQL(Structured Query Language) Básico da Linguagem SQL Definição de Esquemas em SQL SQL(Structured Query Language) Desenvolvida como a linguagem de consulta do protótipo de SGBD Sistema R (IBM, 1976). Adotada como linguagem padrão de

Leia mais

Tuning em queries em Banco de Dados

Tuning em queries em Banco de Dados Tuning em queries em Banco de Dados Alison K. L. Leite 1, Izabella C. A. M. S. Bosco 1, Juliana M. Massoni 1, Patrícia B. Ribeiro 1 1 Curso de Tecnologia em Banco de Dados - Faculdade de Tecnologia de

Leia mais

Integridade dos Dados

Integridade dos Dados 1 Integridade dos Dados Integridade dos Dados Melissa Lemos melissa@inf.puc-rio.br A integridade dos dados é feita através de restrições, que são condições obrigatórias impostas pelo modelo. Restrições

Leia mais

Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos

Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos Objetivos: Criar restrições para atributos, chaves primárias e estrangeiras; Explorar consultas SQL com uso de

Leia mais

ROSAI - Uma abordagem baseada em lógica para representar e consultar objetos de aprendizado

ROSAI - Uma abordagem baseada em lógica para representar e consultar objetos de aprendizado ROSAI - Uma abordagem baseada em lógica para representar e consultar objetos de aprendizado Francisco H. T. Costa 1, Fábio A. M. Porto 2 Instituto Militar de Engenharia IME-RJ 1 Departamento de Engenharia

Leia mais

INE 5616 Banco de Dados II

INE 5616 Banco de Dados II UFSC-CTC-INE Curso de Sistemas de Informação INE 5616 Banco de Dados II Ronaldo S. Mello 2011/1 http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5616 Programa da Disciplina Objetivo Conteúdo Avaliação Bibliografia Cronograma

Leia mais

SQL Structured Query Language

SQL Structured Query Language Janai Maciel SQL Structured Query Language (Banco de Dados) Conceitos de Linguagens de Programação 2013.2 Structured Query Language ( Linguagem de Consulta Estruturada ) Conceito: É a linguagem de pesquisa

Leia mais

Bancos de Dados Objeto-Relacionais

Bancos de Dados Objeto-Relacionais CEFET-PI Pós-graduação Lato Sensu Especialização em Banco de Dados Bancos de Dados Objeto-Relacionais Prof. Ricardo Ramos BDOR Abril 2008 1 Evolução dos SGBDs Sistemas de Arquivos SGBD Hierárquico (1ª

Leia mais

5 Trabalhos Relacionados

5 Trabalhos Relacionados 5 Trabalhos Relacionados Existem ferramentas (por exemplo, (Morelli et al, 2012), (Bruno et al, 2011), (Rangaswamy et al, 2011), (Monteiro et al, 2012), (Elghandour, 2010) e (Goasdoué et al, 2011)) e abordagens

Leia mais

BANCO DE DADOS II Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

BANCO DE DADOS II Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 10 - PROCEDIMENTOS ARMAZENADOS - STORED PROCEDURES 1. INTRODUÇÃO Em muitas situações será necessário armazenar procedimentos escritos com a finalidade de se utilizar recursos como loop, estruturas

Leia mais

Definida pelo American National Standard Institute (ANSI) em 1986

Definida pelo American National Standard Institute (ANSI) em 1986 2.3. Linguagens Relacionais SQL Structured Query Language Linguagem para o modelo relacional: Definida pelo American National Standard Institute (ANSI) em 1986 Adoptada em 1987 como um standard internacional

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS EM EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS EM EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS EM EDUCAÇÃO Jader dos Santos Teles Cordeiro Orientador Prof. Paulo Guilhermeti PERSISTÊNCIA EM OBJETOS JAVA: UMA ANÁLISE

Leia mais

pfilipe@isel.pt, Tel: +351.1.8317211 2 Instituto Superior Técnico, Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa, Portugal

pfilipe@isel.pt, Tel: +351.1.8317211 2 Instituto Superior Técnico, Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa, Portugal Algoritmo de Tradução de Interrogações Lógicas para SQL Porfírio P. Filipe 1, Nuno J. Mamede 2 1 Inst. Sup. de Eng. de Lisboa, R. Conselheiro Emídio Navarro, 1949-014 Lisboa, Portugal pfilipe@isel.pt,

Leia mais

BANCO DE DADOS WEB AULA 4. linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

BANCO DE DADOS WEB AULA 4. linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com BANCO DE DADOS WEB AULA 4 linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML professor Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com O que é SQL? Structured Query Language, ou Linguagem de Consulta Estruturada ou SQL,

Leia mais

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Carla Gomes de Faria1, Ismênia Ribeiro de Oliveira1, Rosario Girardi1 1Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Leia mais

Arquitetura para Seleção de Índice no SGBD PostgreSQL, utilizando abordagem baseada em custos do Otimizador

Arquitetura para Seleção de Índice no SGBD PostgreSQL, utilizando abordagem baseada em custos do Otimizador ISSN: 1981-8882 Arquitetura para Seleção de Índice no SGBD PostgreSQL, utilizando abordagem baseada em custos do Otimizador Wendel Góes Pedrozo 1, Maria Salete Marcom Gomes Vaz 1,2 1 Departamento de Informática

Leia mais

Banco de Dados. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Profa. Flávia Cristina Bernardini

Banco de Dados. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Profa. Flávia Cristina Bernardini Banco de Dados Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados Profa. Flávia Cristina Bernardini Relembrando... Vantagens da Utilização de SGBD Redundância controlada Consistência dos dados armazenados

Leia mais

Faculdade Lourenço Filho - ENADE 2011-1

Faculdade Lourenço Filho - ENADE 2011-1 1. Quando se constrói um banco de dados, define-se o modelo de entidade e relacionamento (MER), que é a representação abstrata das estruturas de dados do banco e seus relacionamentos. Cada entidade pode

Leia mais

Structured Query Language (SQL) Ambiente Simplificado de um SGBD

Structured Query Language (SQL) Ambiente Simplificado de um SGBD Structured Query Language (SQL) Ambiente Simplificado de um SGBD 2 1 Características dos SGBDs Natureza auto-contida de um sistema de banco de dados: metadados armazenados num catálogo ou dicionário de

Leia mais

Algoritmos para Processamento e Otimização de Consultas. Adriano Douglas Girardello Ana Paula Fredrich Tiago Alexandre Schulz Sippert

Algoritmos para Processamento e Otimização de Consultas. Adriano Douglas Girardello Ana Paula Fredrich Tiago Alexandre Schulz Sippert UNIOESTE Universidade Estadual do Oeste do Paraná CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Colegiado de Informática Curso de Bacharelado em Informática Algoritmos para Processamento e Otimização de Consultas

Leia mais

Integração de Dados na Web. Ana Carolina Salgado Bernadette Lóscio

Integração de Dados na Web. Ana Carolina Salgado Bernadette Lóscio Integração de Dados na Web Ana Carolina Salgado Bernadette Lóscio Conteúdo Introdução Integração de Informações Consultando a Web Introdução Motivação Web e BD Arquitetura na Web Introdução Evolução da

Leia mais

CIn/UFPE Projeto Conceitual de BD - Prof. Robson Fidalgo 1

CIn/UFPE Projeto Conceitual de BD - Prof. Robson Fidalgo 1 CIn/UFPE Projeto Conceitual de BD - Prof. Robson Fidalgo 1 Projeto Conceitual de BD Transformação ER/Relacional Por: Robson do Nascimento Fidalgo rdnf@cin.ufpe.br CIn/UFPE Projeto Conceitual de BD - Prof.

Leia mais

BDII SQL Junção Revisão 8

BDII SQL Junção Revisão 8 exatasfepi.com.br BDII SQL Junção Revisão 8 André Luís Duarte Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos. Provérbios 27:6 SQL Introdução Produto cartesiano Nomes alternativos

Leia mais

Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow

Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow Resumo. A fim de flexibilizar o fluxo de controle e o fluxo de dados em Sistemas Gerenciadores de Workflow (SGWf),

Leia mais

SQL. SQL (Structured Query Language) Comando CREATE TABLE. SQL é uma linguagem de consulta que possibilita:

SQL. SQL (Structured Query Language) Comando CREATE TABLE. SQL é uma linguagem de consulta que possibilita: SQL Tópicos Especiais Modelagem de Dados Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Mestrado Profissional em Ensino de Ciências

Leia mais

INE 5336 Banco de Dados II

INE 5336 Banco de Dados II UFSC-CTC-INE Curso de Ciências da Computação INE 5336 Banco de Dados II Ronaldo S. Mello 2008/2 http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5336 Programa da Disciplina Objetivo Conteúdo Avaliação Bibliografia Cronograma

Leia mais

Oracle PL/SQL Overview

Oracle PL/SQL Overview Faculdades Network Oracle PL/SQL Overview Prof. Edinelson PL/SQL Linguagem de Programação Procedural Language / Structured Query Language Une o estilo modular de linguagens de programação à versatilidade

Leia mais

NOME SEXO CPF NASCIMENTO SALARIO

NOME SEXO CPF NASCIMENTO SALARIO Tutorial SQL Fonte: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=2973 Para começar Os Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Relacionais (SGBDr) são o principal mecanismo de suporte ao armazenamento

Leia mais

Evolução. Tópicos. Bancos de Dados - Introdução. Melissa Lemos. Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos. Características de SGBDs

Evolução. Tópicos. Bancos de Dados - Introdução. Melissa Lemos. Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos. Características de SGBDs 1 Bancos de Dados - Introdução Melissa Lemos melissa@inf.puc-rio.br Tópicos Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos Conceitual Lógico Características de SGBDs 2 Evolução tempo Programas e

Leia mais

Banco de dados 1. Linguagem SQL DDL e DML. Professor: Victor Hugo L. Lopes

Banco de dados 1. Linguagem SQL DDL e DML. Professor: Victor Hugo L. Lopes Banco de dados 1 Linguagem SQL DDL e DML Professor: Victor Hugo L. Lopes Agenda: Introdução à linguagem de dados; DDL; DML; CRUD; Introdução à linguagem SQL. 2 Por que precisamos da linguagem SQL? A algebra

Leia mais

Tipos de dados complexos e objectos Tipos de dados estruturados e herança em SQL Herança de tabelas Matrizes e multi-conjuntos em SQL Identidade de

Tipos de dados complexos e objectos Tipos de dados estruturados e herança em SQL Herança de tabelas Matrizes e multi-conjuntos em SQL Identidade de Capítulo 8: BDs Objecto-Relacional Tipos de dados complexos e objectos Tipos de dados estruturados e herança em SQL Herança de tabelas Matrizes e multi-conjuntos em SQL Identidade de Objectos e Referência

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies Cap. 1 Module Introduction Objectivos O propósito e a origem da arquitectura de base de dados a três níveis. O conteúdo dos níveis externo,

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA

PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE PARANAENSE - UNIPAR Reconhecida pela Portaria - MEC nº 1580, de 09/11/93 - D.O.U. 10/11/93 Mantenedora Associação Paranaense de Ensino e Cultura - APEC UMUARAMA TOLEDO GUAÍRA PARANAVAÍ CIANORTE

Leia mais

Modelos de Dados e Arquitetura de um SGBD. Introdução 1º Bimestre Prof. Patrícia Lucas

Modelos de Dados e Arquitetura de um SGBD. Introdução 1º Bimestre Prof. Patrícia Lucas Modelos de Dados e Arquitetura de um SGBD Introdução 1º Bimestre Prof. Patrícia Lucas Abstração Modelo de Dados Conjunto de conceitos que podem ser utilizados para descrever a estrutura lógica e física

Leia mais

Linguagem de Consulta Estruturada SQL- DML

Linguagem de Consulta Estruturada SQL- DML Linguagem de Consulta Estruturada SQL- DML INTRODUÇÃO A SQL - Structured Query Language, foi desenvolvido pela IBM em meados dos anos 70 como uma linguagem de manipulação de dados (DML - Data Manipulation

Leia mais

PROGRAMA. Objectivos Gerais :

PROGRAMA. Objectivos Gerais : PROGRAMA ANO LECTIVO : 2005/2006 CURSO : ENGENHARIA MULTIMÉDIA ANO: 2.º DISCIPLINA : SISTEMA DE GESTÃO DE BASE DE DADOS DOCENTE RESPONSÁVEL PELA REGÊNCIA : Licenciado Lino Oliveira Objectivos Gerais :

Leia mais

Banco de Dados. Maurício Edgar Stivanello

Banco de Dados. Maurício Edgar Stivanello Banco de Dados Maurício Edgar Stivanello Agenda Conceitos Básicos SGBD Projeto de Banco de Dados SQL Ferramentas Exemplo Dado e Informação Dado Fato do mundo real que está registrado e possui um significado

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Fundamentos de Banco de Dados Aula 01 Introdução aos Sistemas de Bancos de Dados Introdução aos Sistemas de BD Objetivo Apresentar

Leia mais

SQL: Interrogações simples

SQL: Interrogações simples SQL: Interrogações simples Fernando Lobo Base de Dados, Universidade do Algarve 1 / 20 Structured Query Language (SQL) É uma implementação da álgebra relacional incluindo os operadores extendidos. Contém

Leia mais

Introdução. Unidade 1. Engenharia de Computação / Engenharia de Produção Banco de Dados Prof. Maria das Graças da Silva Teixeira

Introdução. Unidade 1. Engenharia de Computação / Engenharia de Produção Banco de Dados Prof. Maria das Graças da Silva Teixeira Unidade 1 Introdução Engenharia de Computação / Engenharia de Produção Banco de Dados Prof. Maria das Graças da Silva Teixeira Material base: Banco de Dados, 2009.2, prof. Otacílio José Pereira Contexto

Leia mais

Programação WEB II. PHP e Banco de Dados. progweb2@thiagomiranda.net. Thiago Miranda dos Santos Souza

Programação WEB II. PHP e Banco de Dados. progweb2@thiagomiranda.net. Thiago Miranda dos Santos Souza PHP e Banco de Dados progweb2@thiagomiranda.net Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net PHP e Banco de Dados É praticamente impossível

Leia mais

Índice. Introdução às bases de dados. Parte 1 ÍNDICE DE FIGURAS E QUADROS 11 CONVENÇÕES USADAS NESTE MANUAL 15 PREFÁCIO 17

Índice. Introdução às bases de dados. Parte 1 ÍNDICE DE FIGURAS E QUADROS 11 CONVENÇÕES USADAS NESTE MANUAL 15 PREFÁCIO 17 Índice ÍNDICE DE FIGURAS E QUADROS 11 CONVENÇÕES USADAS NESTE MANUAL 15 PREFÁCIO 17 Parte 1 Introdução às bases de dados 1. Introdução 21 1.1. Os sistemas de bases de dados 23 1.1.1. Breve historial 23

Leia mais

Banco de Dados Objeto Relacional

Banco de Dados Objeto Relacional Banco de Dados Objeto Relacional características Banco de Dados Objeto- Relacional (BDOR) Banco de dados relacional com extensões para manipulação de objetos e outras fatores de banco de dados orientado

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO BANCO DE DADOS RELACIONAL ESTENDIDO

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO BANCO DE DADOS RELACIONAL ESTENDIDO UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO BANCO DE DADOS RELACIONAL ESTENDIDO MAURICIO VOLKWEIS ASTIAZARA IGOR CASA NOVA DOS SANTOS Banco de Dados

Leia mais

Roteiro. Modelo de Dados Relacional. Processo de Projeto de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I. Ementa. Posicionamento.

Roteiro. Modelo de Dados Relacional. Processo de Projeto de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I. Ementa. Posicionamento. Roteiro Modelo de Dados Relacional Posicionamento Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto luizhenrique@iceb.ufop.br www.decom.ufop.br/luiz Introdução

Leia mais

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS. Prof. Adriano Pereira Maranhão

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS. Prof. Adriano Pereira Maranhão SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Prof. Adriano Pereira Maranhão 1 REVISÃO BANCO DE DADOS I O que é banco de dados? Ou seja afinal o que é um SGBD? REVISÃO BD I REVISÃO DE BD I Um Sistema de Gerenciamento de

Leia mais

Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL (Parte 2)

Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL (Parte 2) Minicurso: Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL (Parte 2) Geomar A. Schreiner - schreiner.geomar@posgrad.ufsc.br Ronaldo S. Mello r.mello@ufsc.br Departamento de

Leia mais

Plano de Ensino. Apresentação da Unidade Curricular

Plano de Ensino. Apresentação da Unidade Curricular Plano de Ensino Plano de Ensino Apresentação da Unidade Curricular o Funcionamento, arquitetura e conceitos fundamentais dos bancos de dados relacionais e objeto relacionais. Utilização de linguagem DDL

Leia mais

Banco de Dados. Otimização de consultas. Prof. Joao Eduardo Ferreira Prof. Osvaldo Kotaro Takai. Última atualização: 15 de maio de 2006

Banco de Dados. Otimização de consultas. Prof. Joao Eduardo Ferreira Prof. Osvaldo Kotaro Takai. Última atualização: 15 de maio de 2006 Banco de Dados Otimização de consultas Última atualização: 15 de maio de 2006 Prof. Joao Eduardo Ferreira Prof. Osvaldo Kotaro Takai Introdução Consulta em linguagem de alto nível Análise e validação Forma

Leia mais

Hugo Pedro Proença, 2007

Hugo Pedro Proença, 2007 Stored Procedures À medida que a complexidade dos sistemas aumenta, torna-se cada vez mais difícil a tarefa de integrar o SQL com as aplicações cliente. Além disto, é necessário que todas as aplicações

Leia mais

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico Banco de Dados // 1 Banco de Dados // 2 Conceitos BásicosB Engenharia da Computação UNIVASF BANCO DE DADOS Aula 1 Introdução a Banco de Dados Campo representação informatizada de um dado real / menor unidade

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Modelagem e Projeto de Banco de Dados Especialização em Tecnologia da Informação - Ênfases Março- 2009 1 Modelo Físico Introdução

Leia mais

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Prof. Marcos Francisco Pereira da Silva Especialista em Engenharia de Software Jogos Digitais - Computação Gráfica 1 Agenda Vantagens de usar a abordagem

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO. webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA. Entidade de formação credenciada e homologada

CURSO DE FORMAÇÃO. webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA. Entidade de formação credenciada e homologada CURSO DE FORMAÇÃO webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA Entidade de formação credenciada e homologada 1. Fundamentação A investigação nas ciências humanas e sociais tem passado nas últimas décadas

Leia mais