Produção de plantas de eucalipto em Portugal

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Produção de plantas de eucalipto em Portugal"

Transcrição

1 Produção de plantas de eucalipto em Portugal Armando Goes 20 de Outubro de 2014, COTF CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel

2 1. O eucalipto em Portugal 2. O novo PDR Produção de plantas de eucalipto em Portugal 4. Programas de melhoramento genético 5. O futuro Índice 2

3 1. O eucalipto em Portugal 2. O novo PDR Produção de plantas de eucalipto em Portugal 4. Programas de melhoramento genético 5. O futuro Índice 3

4 A evolução da área de eucalipto está directamente relacionada com a produção de pasta para papel a partir desta espécie O eucalipto (E. globulus) tem uma elevada produtividade e características tecnológicas muito adequadas à produção de pasta; Desenvolvimento do processo de industrialização; Fonte: CELPA e ICNF Potencialidades do território para a adaptação ecofisiológica do eucalipto; Capacidade técnica (aperfeiçoamento dos processos de instalação dos povoamentos, produção de plantas em viveiro, preparação do solo). 4

5 Dados de inventário Actualmente, existem 811 mil hectares de eucalipto em Portugal Continental (resultados preliminares IFN6, 2010) De acordo com o IFN5 (2005/2006): Volume em pé de 38,7 milhões de m 3 (52,3 m 3 /ha) Densidade média de 551 árvores/varas maiores que 5 cm de dap/ha (muito baixa!!!) 29% da área com idade irregular (fogos!!!) 28% da área com um IQE inferior a 14 (a classe de pior qualidade!!!) 5

6 A CELPA estima que mais de metade da área de eucaliptal privado tem AMA inferior a 8 m 3 eq. sc/ha/ano 6

7 O eucaliptal privado encontra-se em áreas de boa produtividade, mas a produzir muito aquém do seu potencial - Fogos, doenças, ausência de gestão, sublotação, envelhecimento 7

8 O eucaliptal privado encontra-se em áreas de boa produtividade, mas a produzir muito aquém do seu potencial - Fogos, doenças, ausência de gestão, sublotação, envelhecimento 8

9 Rearborizações com aumentos de produtividade 9

10 1. O eucalipto em Portugal 2. O novo PDR Produção de plantas de eucalipto em Portugal 4. Programas de melhoramento genético 5. O futuro Índice 10

11 PDR 2020 O PDR 2020 prevê: uma intervenção integrada ao nível da exploração florestal e agro-florestal centrada na sustentabilidade; apoios em áreas florestais com escala territorial relevante identificados como de interesse colectivo, visando a protecção e a reabilitação de povoamentos florestais danificados por agentes bióticos e abióticos e de povoamentos florestais envelhecidos ou em más condições vegetativas que potenciam riscos ambientais graves e provocam um impacto negativo na paisagem. 11

12 O PDR 2020 e o eucalipto Rearborizações e melhoria dos povoamentos: Medida Melhoria do valor Económico das Florestas 40% de apoio (a validar) Sanidade: Medida Prevenção da Floresta contra agentes bióticos e abióticos Medida Restabelecimento da Floresta afectada por agentes bióticos e abióticos ou por acontecimentos catastróficos 60% de apoio (a validar) 12

13 1. O eucalipto em Portugal 2. O novo PDR Produção de plantas de eucalipto em Portugal 4. Programas de melhoramento genético 5. O futuro Índice 13

14 Actualmente, 76% das plantas certificadas em Portugal são de eucalipto As plantas certificadas de eucalipto passaram de 11,1 milhões em 2005 para 28,5 milhões em 2013 (+158%); Actualmente, os viveiros que não pertencem à indústria são responsáveis pela produção de mais de 50% das plantas certificadas de eucalipto em Portugal; Mudança de atitude face ao cancro resinoso do pinheiro e à dificuldade de aprovação de financiamento público para projectos de arborização com outras espécies; Os eucaliptos passaram de 29% da produção nacional de plantas certificadas em 2005 para 76% em

15 1. O eucalipto em Portugal 2. O novo PDR Produção de plantas de eucalipto em Portugal 4. Programas de melhoramento genético 5. O futuro Índice 15

16 Objectivos de um programa de melhoramento genético Aumentar a produtividade de clones/semente melhorados; Melhorar as características da madeira para o processo industrial; Aumentar as fronteiras de adaptação; Disponibilizar indivíduos com desempenho estável em diferentes condições. Tolerância a pragas e doenças; Capacidade de enraizamento; Capacidade de rebentação. 16

17 Programa de melhoramento genético: Elementos históricos em Portugal 1º Pomar de semente de eucalipto globulus - SOCEL (Portucel)/Herdade de Palma, 1972; 1ª Propagação vegetativa de eucalipto globulus (CELBI, 1979) 17

18 Exemplo: Aumentar as fronteiras de adaptação 18

19 Desafio: Reduzir os ciclos de melhoramento 19

20 Desafio: Aplicação de novas tecnologias 20

21 O futuro? 21

22 Resultados de programa de melhoramento genético 22

23 Aracruz (início de uma era) (Foto 1979) 23

24 Enxertia de eucalipto em pomar de produção de semente 24

25 1. O eucalipto em Portugal 2. O novo PDR Produção de plantas de eucalipto em Portugal 4. Programas de melhoramento genético 5. O futuro Índice 25

26 O futuro Actualmente, o mercado de produção de plantas de eucalipto ronda os 30 milhões; É expectável que se mantenha (ou que aumente ligeiramente) com o apoio do PDR 2020 às rearborizações; É fundamental efectuar esta produção, na sua totalidade, com material proveniente de programas de melhoramento genético; Em que condições? Conversando todos uns com os outros! 26

27 MUITO OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO! 27

6 Maio 2015. José Nordeste grupo PortucelSoporcel

6 Maio 2015. José Nordeste grupo PortucelSoporcel 6 Maio 2015 José Nordeste grupo PortucelSoporcel Índice 1. Caracterização do Sector Pasta e Papel 2. Industrias de Base Florestal 3. Competitividade do Sector Pasta e Papel Nacional 4. Caracterização do

Leia mais

Florestas plantadas (cultivadas)

Florestas plantadas (cultivadas) Florestas plantadas (cultivadas) Curso de Engenharia Industrial Madeireira AT073 Introdução a Engenharia Industrial Madeireira Dr. Umberto Klock Professor - Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal

Leia mais

A Sustentabilidade do Uso da Biomassa Florestal

A Sustentabilidade do Uso da Biomassa Florestal A Sustentabilidade do Uso da Biomassa Florestal Francisco Goes Aveiro, 20 de Março de 2014 CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel Índice 1. A CELPA 2. O eucaliptal nacional 3.

Leia mais

REALIDADES E PERSPECTIVAS DA FILEIRA FLORESTAL DO BRASIL

REALIDADES E PERSPECTIVAS DA FILEIRA FLORESTAL DO BRASIL REALIDADES E PERSPECTIVAS DA FILEIRA FLORESTAL DO BRASIL A. Sérgio Fabres, sergio.fabres@portucelsoporcel.com RAIZ Instituto de Investigação da Floresta e Papel, Aveiro, Portugal I Encontro de Engenheiros

Leia mais

A Fileira de Madeira em Portugal 2006. Caracterização estatística do Sector Madeira e Mobiliário

A Fileira de Madeira em Portugal 2006. Caracterização estatística do Sector Madeira e Mobiliário A Fileira de Madeira em Portugal 2006 Caracterização estatística do Sector Madeira e Mobiliário A economia portuguesa 2002 2003 2004 2005 2006 estimativa 2007 previsão Produto Interno Bruto 0,8-1,2 1,2

Leia mais

Planificação Anual de Ciências Naturais 8ºano

Planificação Anual de Ciências Naturais 8ºano Planificação Anual de Ciências Naturais 8ºano Colégio Teresiano 2011*2012 COMPETÊNCIAS GERAIS A DESENVOLVER: (1) Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para

Leia mais

Regulamento de creditação da formação anterior no Mestrado em Recursos Florestais da Escola Superio Agrária de Coimbra

Regulamento de creditação da formação anterior no Mestrado em Recursos Florestais da Escola Superio Agrária de Coimbra Regulamento de creditação da formação anterior no Mestrado em Recursos Florestais da Escola Superio Agrária de Coimbra 1. Os alunos com o grau de licenciado (com planos de estudos de 5 anos) pelos cursos

Leia mais

Planificação anual de Ciências Naturais 8º Ano de escolaridade

Planificação anual de Ciências Naturais 8º Ano de escolaridade Departamento de Ciências Experimentais Grupo de Recrutamento 520 - Biologia e Geologia Planificação anual de Ciências Naturais 8º Ano de escolaridade 2013/14 Tema Organizador: Terra no Espaço Conteúdos

Leia mais

Os Incêndios como um Problema de Engenharia Florestal

Os Incêndios como um Problema de Engenharia Florestal Contributo da Engenharia para a Defesa da Floresta Contra Incêndios DFCI, Auditório da Ordem dos Engenheiros, Lisboa, 14 de Abril 2014 Os Incêndios como um Problema de Engenharia Florestal Paulo Fernandes

Leia mais

É utilizada há vários séculos e baseia-se na selecção artificial para obter variedades de plantas com características vantajosas.

É utilizada há vários séculos e baseia-se na selecção artificial para obter variedades de plantas com características vantajosas. Reprodução selectiva tradicional É utilizada há vários séculos e baseia-se na selecção artificial para obter variedades de plantas com características vantajosas. Em cada geração, são promovidos os cruzamentos

Leia mais

Plantações de eucalipto Povoamentos existentes Necessidades da indústria instalada

Plantações de eucalipto Povoamentos existentes Necessidades da indústria instalada Plantações de eucalipto Povoamentos existentes Necessidades da indústria instalada João Lé A Floresta e a Crise Cenários e Consequências para a Biodiversidade Sociedade de Geografia Lisboa 23 de Abril

Leia mais

A FILEIRA DO PINHO EM 2016

A FILEIRA DO PINHO EM 2016 A FILEIRA DO PINHO EM 2016 Indicadores da Fileira do Pinho www.centropinus.org info@centropinus.org setembro 2017 EDITORIAL Em 2016, o Centro PINUS iniciou um projeto de comunicação anual de Indicadores

Leia mais

Evolução histórica da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho

Evolução histórica da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Evolução histórica da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Docente: Mestre Jorge Pires Discentes: Adriana Martins nº10378 Ana Carapinha nº 10379 Ana Lopes nº 10334 Raquel Pina nº10404 O que é saúde,

Leia mais

DFCI DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS 2012

DFCI DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS 2012 DFCI DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS 2012 1. SISTEMA NACIONAL DE DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS (SNDFCI) SNDFCI assenta em 3 pilares centrais prevenção estrutural Autoridade Florestal Nacional

Leia mais

O Setor de Celulose e Papel

O Setor de Celulose e Papel O Setor de Celulose e Papel Polpa e Papel Tecnologia de produção de polpa celulósica e papel Dr. Umberto Klock Professor - Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal Setor de Ciências Agrárias UFPR

Leia mais

monitorização da aplicação abordagem LEADER - PRODER da Estratégia Local de Desenvolvimento

monitorização da aplicação abordagem LEADER - PRODER da Estratégia Local de Desenvolvimento monitorização da aplicação da Estratégia Local de Desenvolvimento abordagem LEADER - PRODER 2009 2011 Projectos inovadores de revitalização do mundo rural, em Abrantes, Constância e Sardoal TAGUS, 12 de

Leia mais

Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes. APFCertifica. (Licença C014488)

Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes. APFCertifica. (Licença C014488) Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes APFCertifica (Licença C014488) 1. A Certificação Florestal FSC A Certificação Florestal FSC é uma garantia escrita, dada por uma

Leia mais

AgdA Águas Públicas do Alentejo, S.A.

AgdA Águas Públicas do Alentejo, S.A. Parceria Estado-Autarquias Locais Contrato de Parceria Pública AgdA Águas Públicas do Alentejo, S.A. Parceria Pública- Pública Beja, 26 de Abril de 2013 1 Parceria Estado-Autarquias Locais Contrato de

Leia mais

1. Nome da Empresa. 2. Sector de Actividade. 3. Responsável pelo preenchimento do questionário. 4. Formação/Habilitações literárias. Page 1.

1. Nome da Empresa. 2. Sector de Actividade. 3. Responsável pelo preenchimento do questionário. 4. Formação/Habilitações literárias. Page 1. Outro Projecto do Mestrado em Ambiente, Saúde e Segurança IMPLEMENTAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE AMBIENTE E DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO AO NÍVEL DAS GRANDES EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Leia mais

SECTOR FLORESTAL. AEP / Gabinete de Estudos

SECTOR FLORESTAL. AEP / Gabinete de Estudos SECTOR FLORESTAL AEP / Gabinete de Estudos Março de 2008 Índice 1. Sector florestal: uma riqueza estratégica do ponto de vista ambiental, económico e social... 3 2. Floresta: dados do último Inventário

Leia mais

AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA

AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Gerência de Gestão Ambiental Urbana e Territorial AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA Cidades Sustentáveis são pautadas em três

Leia mais

BATATA BERINGELA PIMENTO TOMATE

BATATA BERINGELA PIMENTO TOMATE BATATA BERINGELA PIMENTO TOMATE 0 CADERNO DE CAMPO A SER UTILIZADO NO ÂMBITO DA PROTEÇÃO INTEGRADA 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROPRIETÁRIO Nome: Morada: Nº HF: NIF: Código Postal: - Localidade: Telefone: Telemóvel:

Leia mais

5.º INVENTÁRIO FLORESTAL NACIONAL Apresentação do Relatório Final. Direcção Nacional de Gestão Florestal

5.º INVENTÁRIO FLORESTAL NACIONAL Apresentação do Relatório Final. Direcção Nacional de Gestão Florestal 5.º INVENTÁRIO FLORESTAL NACIONAL Apresentação do Relatório Final Direcção Nacional de Gestão Florestal SEFDR 7 de Setembro de 2010 1. INOVAÇÕES 1.ª cobertura aerofotográfica digital Utilização de software

Leia mais

O contributo da Investigação para o controlo do gorgulho-do-eucalipto

O contributo da Investigação para o controlo do gorgulho-do-eucalipto O contributo da Investigação para o controlo do gorgulho-do-eucalipto Carlos Valente Penela, 22 abril 2014 Colaboração de: Ana Reis Luís Bonifácio O eucalipto em Portugal Existem no mundo mais de 700 espécies

Leia mais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996 Tramitação 1988 Promulgação da Constituição Federal 1988 a 1991 Início de discussão do projeto Jorge Hage na Câmara

Leia mais

Baixo carbono por natureza

Baixo carbono por natureza Baixo carbono por natureza Baixo carbono por natureza As florestas fazem parte da solução global para a mitigação dos efeitos das alterações climáticas na medida em que são um dos sistemas mais eficazes

Leia mais

OS JOVENS AGRICULTORES EM PORTUGAL. Desafios na PAC 2014-2020

OS JOVENS AGRICULTORES EM PORTUGAL. Desafios na PAC 2014-2020 Desafios na PAC 2014-2020 Ameaça 1. Acesso à terra -Dificuldades do acesso ao trabalho e meios de produção noutras profissões -Existência de zonas com algum sub aproveitamento -Folga de progressão em aspectos

Leia mais

A empresa EMPRESA DA FAMÍLIA BALDASSO TRADICIONAL NO SETOR MADEIREIRO FUNDADA EM 1986 ATUAÇÃO: DIRETORES: MADEIRAS DE FLORESTA TROPICAL

A empresa EMPRESA DA FAMÍLIA BALDASSO TRADICIONAL NO SETOR MADEIREIRO FUNDADA EM 1986 ATUAÇÃO: DIRETORES: MADEIRAS DE FLORESTA TROPICAL A empresa EMPRESA DA FAMÍLIA BALDASSO TRADICIONAL NO SETOR MADEIREIRO FUNDADA EM 1986 ATUAÇÃO: MADEIRAS DE FLORESTA TROPICAL REFLORESTAMENTO AGRICULTURA DIRETORES: JOÃO CARLOS BALDASSO PRESIDENTE E DIRETOR

Leia mais

Encontro Regional da Medicus Mundi Maputo, 13 de Outubro de 2010 Rogério P. Ossemane (IESE)

Encontro Regional da Medicus Mundi Maputo, 13 de Outubro de 2010 Rogério P. Ossemane (IESE) Encontro Regional da Medicus Mundi Maputo, 13 de Outubro de 2010 Rogério P. Ossemane (IESE) Introdução: Crescimento e Desenvolvimento Características do padrão de crescimento Análise da actual estratégia

Leia mais

SUSTENTABILIDADE: estamos no caminho?

SUSTENTABILIDADE: estamos no caminho? SUSTENTABILIDADE: estamos no caminho? Susana A. Quacchia Feichas Ms. Ciências Ambientais e Administradora IPATINGA 13 de junho de 2012 1 SUSTENTABILIDADE CAPACIDADE DE RENOVAÇÃO/REPRODUÇÃO NATURAL DOS

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA. PROJECTO DE ARQUITECTURA Equipamento com função de apoio de praia

MEMÓRIA DESCRITIVA. PROJECTO DE ARQUITECTURA Equipamento com função de apoio de praia REMODELAÇÃO E ALTERAÇÃO DO EDIFÍCIO A ONDA Praia da Nazaré - Nazaré. MEMÓRIA DESCRITIVA PROJECTO DE ARQUITECTURA Equipamento com função de apoio de praia 1. DESCRIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO DA PROPOSTA Refere-se

Leia mais

Projeto Costa Verde: Território Sustentável na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica

Projeto Costa Verde: Território Sustentável na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Projeto Costa Verde: Território Sustentável na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Clayton F. Lino Fevereiro/ 2011 Mata Atlântica Fortaleza BRASIL Recife Brasília Salvador Costa Verde Rio de Janeiro

Leia mais

A cultura do Eucalipto em Portugal

A cultura do Eucalipto em Portugal Direção de Produção/Região Florestal Norte A cultura do Eucalipto em Portugal Miguel Monteiro Grillo Forum Florestal Estratégias e Oportunidades de Valorização Florestal Santa Comba Dão, 08 de Dezembro

Leia mais

Estratégia de Melhoramento Genético para o Pinheiro Manso em Portugal

Estratégia de Melhoramento Genético para o Pinheiro Manso em Portugal Isabel Carrasquinho INIAV Oeiras, Portugal Estratégia de Melhoramento Genético para o Pinheiro Manso em Portugal Alcácer do Sal, 28 Março 2014 isabel.carrasquinho@iniav.pt A Pinus pinea L. ocupa actualmente

Leia mais

C,T&I e a Defesa Nacional: a Visão da Indústria

C,T&I e a Defesa Nacional: a Visão da Indústria C, T & I e a Defesa Nacional: A visão da indústria C,T&I e a Defesa: a visão da indústria A indústria e a Defesa Nacional Os desafios de C,T&I no País e a visão da CNI para a Política de Inovação Os desafios

Leia mais

REABILITAÇÃO URBANA. a prioridade das políticas urbanas para a cidade

REABILITAÇÃO URBANA. a prioridade das políticas urbanas para a cidade REABILITAÇÃO URBANA a prioridade das políticas urbanas para a cidade DIMINUIÇÃO E ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM LISBOA 700.000 680.000 660.000 663.394 60% 50% 640.000 40% 620.000 600.000 30%

Leia mais

Plano de Ação para a Energia Sustentável. Go Local Por Uma Cidade Sustentável Sesimbra, 9 de maio de 2014

Plano de Ação para a Energia Sustentável. Go Local Por Uma Cidade Sustentável Sesimbra, 9 de maio de 2014 Plano de Ação para a Energia Sustentável Go Local Por Uma Cidade Sustentável Sesimbra, 9 de maio de 2014 Plano de Ação para a Energia Sustentável de Palmela (PAESP) Alterações climáticas? Pacto de Autarcas

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância Fialho de Almeida, Cuba Ano Lectivo 2007/2008

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância Fialho de Almeida, Cuba Ano Lectivo 2007/2008 9. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. O Império Colonial português no Séc. XVIII: - Recursos naturais e actividades económicas; - Movimentos da população, tráfico de escravos; - A sociedade

Leia mais

Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) O contributo dos Diagnósticos In Vitro

Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) O contributo dos Diagnósticos In Vitro Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) O contributo dos Diagnósticos In Vitro IACS - Um problema de Saúde Pública Taxa de IACS em Portugal (2012) Mortes em Portugal ICAS (2012) Custos associados

Leia mais

A sustentabilidade Financeira do Serviço Nacional de Saúde. Motivação

A sustentabilidade Financeira do Serviço Nacional de Saúde. Motivação A sustentabilidade Financeira do Serviço Nacional de Saúde Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Motivação 25º Aniversário do SNS Qual a sua sustentabilidade financeira? O

Leia mais

Projeto de arborização ou rearborização

Projeto de arborização ou rearborização Projeto de arborização ou rearborização ICNF/DCNF Registo n.º Data de submissão do projeto (dd/mm/aa) Índice 1 Elementos gerais 1.1 Identificação do requerente 1.2 Identificação e localização da área de

Leia mais

Intenções de Investimento

Intenções de Investimento Intenções de Investimento Primeiro Trimestre 2016 Principais Resultados:» Preocupações atuais» Intenções de investimento em: Tecnologia / Custeio Maquinas e Equipamentos Gestão de Pessoas Infraestrutura

Leia mais

Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação. IV.1. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos. Tipologia de Investimento

Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação. IV.1. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos. Tipologia de Investimento Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação IV.. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos Tipologia de Investimento Eixo IV IV. Objectivo Consolidar a cobertura regional das infra-estruturas e equipamentos

Leia mais

Novas Tecnologias de Produção de Trigo de Qualidade em Regadio

Novas Tecnologias de Produção de Trigo de Qualidade em Regadio Medida 4.1 Cooperação para a inovação Novas Tecnologias de Produção de Trigo de Qualidade em Regadio Início: Setembro de 2010 Fim: Dezembro de 2014 Precipitação Elvas - Outubro 2010 a Janeiro 2011 (Total

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural 2020

Programa de Desenvolvimento Rural 2020 Programa de Desenvolvimento Rural 2020 SEMINÁRIO TÉCNICO FLORESTA E BIOMASSA contributos para a criação de novos negócios e desenvolvimento do território Medida 8 Apoios para o sector florestal no PDR2020

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO FLORESTAL 30/08/2013

ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO FLORESTAL 30/08/2013 ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO FLORESTAL 30/08/2013 Objetivos da disciplina Visão de Administração e Planejamento Tomar decisões Fazer Planejamento Conhecimento para planejar e administrar Postura crítica

Leia mais

TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS

TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS Andréia Cristina Silva Hirata Eng. Agr., Doutora, Pesquisadora científica do Polo Regional Alta Sorocabana/APTA andreiacs@apta.sp.gov.br Edson Kiyoharu

Leia mais

A gestão da água no TROIA GOLF

A gestão da água no TROIA GOLF A gestão da água no TROIA GOLF A gestão da água no TROIA GOLF O TROIA RESORT é um espaço de lazer privilegiado, situado na península de Tróia, a 45 minutos de Lisboa. Foi inaugurado em setembro de 2008,

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 ANÁLISE SWOT

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 ANÁLISE SWOT Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 ANÁLISE SWOT PONTOS FORTES A - Sector Agroalimentar Os produtos do complexo agroflorestal são bens internacionalmente transacionáveis com

Leia mais

Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma dos Açores.

Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma dos Açores. Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma dos Açores www.arena.com.pt arena@arena.com.pt População:241.000 habitantes Área:2.322 km 2 PIB: 1,7% de Portugal PIB per capita: 8.100 (70% de

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Angola e as novas tecnologias de informação

UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Angola e as novas tecnologias de informação UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Angola e as novas tecnologias de informação Victor Nataniel Narciso Brasília 2004 Artigo publicado, em 04 de novembro de 2004, no Observatório da

Leia mais

Info Culturas Vegetais Vinha e Vinho

Info Culturas Vegetais Vinha e Vinho Info Culturas Vegetais Vinha e Vinho Agosto 2013 CONCURSO 1/2014: APRESESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PARA APOIO À PROMOÇÃO DE VINHOS EM MERCADOS DE PAÍSES TERCEIROS Até 1 de Outubro Encontra-se a decorrer,

Leia mais

O Impacto das Energias Limpas no Ambiente

O Impacto das Energias Limpas no Ambiente República de Angola Ministério do Ambiente Seminário Energias Limpas em Angola: Ministério da Energia e das Águas O Impacto das Energias Limpas no Ambiente Direcção Nacional de Tecnologias Ambientais 7

Leia mais

Planos Regionais de Ordenamento Florestal

Planos Regionais de Ordenamento Florestal Planos Regionais de Ordenamento Florestal Dia Regional Norte do Engenheiro 2016 José Aranha Eng.º Florestal j_aranha@utad.pt j.aranha.utad@gmail.com Teatro-Cinema Fafe 17 de Setembro de 2016 PROF Planos

Leia mais

Sistema de Informação IPS SIIPS

Sistema de Informação IPS SIIPS Sistema de Informação IPS SIIPS Relatório Abril 2008 Objectivos: Disponibilizar portais de interface com o público em cada unidade orgânica e um portal integrador ao nível dos serviços da presidência;

Leia mais

StandsSIM e Modelos de Silvicultura

StandsSIM e Modelos de Silvicultura StandsSIM e Modelos de Silvicultura Será a Foresta Portuguesa rentável? Workshop com stakeholders no âmbito do projecto SIMWOOD Susana Barreiro, João Rua, Sonia Faias, Paula Soares, João Palma, Joana Paulo,

Leia mais

A expansão dos recursos naturais de Moçambique. Quais são os Potenciais Impactos na Competitividade da indústria do Arroz em Moçambique?

A expansão dos recursos naturais de Moçambique. Quais são os Potenciais Impactos na Competitividade da indústria do Arroz em Moçambique? A expansão dos recursos naturais de Moçambique Quais são os Potenciais Impactos na Competitividade da indústria do Arroz em Moçambique? Moçambique depende das importações para dois terços do seu consumo

Leia mais

A macaúba pode gerar produtos de alto valor agregado, como óleo para cosméticos, óleos alimentícios e carvão ativado.

A macaúba pode gerar produtos de alto valor agregado, como óleo para cosméticos, óleos alimentícios e carvão ativado. Escrito por: Renato Anselmi Link: Panorama Rural A macaúba pode gerar produtos de alto valor agregado, como óleo para cosméticos, óleos alimentícios e carvão ativado. Minas Gerais está se tornando berço

Leia mais

Economia Florestal. Problemas económicos fundamentais

Economia Florestal. Problemas económicos fundamentais Economia Florestal Problemas económicos fundamentais O que é a economia? É o estudo da forma como as sociedades afectam os recursos escassos para produzirem bens com valor e a forma como os distribuem

Leia mais

Doutoranda em Turismo Universidade do Algarve/Capes

Doutoranda em Turismo Universidade do Algarve/Capes Panorama do Enoturismo no Brasil Joice Lavandoski Doutoranda em Turismo Universidade do Algarve/Capes Turismo, Vinho & Sabores - Nerga, 2011 1 Tópicos O Objetivos com o desenvolvimento do enoturismo, O

Leia mais

Localização da citricultura

Localização da citricultura Localização da citricultura Citricultura em São Paulo 659.000 hectares 348.4 milhões de caixas (40.8kg) Produtividade média: m 25.4 ton./ha 90% propriedades sem irrigação 93% laranjas Porta-enxerto: Pomar:

Leia mais

DOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS

DOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS PREVENÇÃO E CONTROLO Departamento de Gestão de Áreas Classificadas, Públicas e de Proteção Florestal SESSÃO PÚBLICA DE SENSIBILIZAÇÃO NOVEMBRO DE 2013 Disponível em www.icnf.pt ? A É CAUSADA PELO NEMÁTODO

Leia mais

O impacto de investimentos públicos e privados no rendimento monetário das culturas no meio rural de Moçambique, 2002-2005

O impacto de investimentos públicos e privados no rendimento monetário das culturas no meio rural de Moçambique, 2002-2005 O impacto de investimentos públicos e privados no rendimento monetário das culturas no meio rural de Moçambique, 2002-2005 B. Cunguara, D. Mather & D. Boughton 21 Julho 2011 MINAG/DE Motivação Valor de

Leia mais

TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL

TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º A Teste de Avaliação nº 4 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA

Leia mais

Departamento: ENGENHARIA FLORESTAL

Departamento: ENGENHARIA FLORESTAL Departamento: ENGENHARIA FLORESTAL Nome do professor Disciplina que está credenciado Curso N do Parecer Data da Aprovação ADELAR MANTOVANI Incêndios Florestais Ecologia Básica Biologia da Conservação Portaria

Leia mais

INTERAÇÃO ENTRE ESPAÇAMENTOS E VARIEDADES DE CAFÉ NA REGIÃO SUL DE MINAS. Matiello,, Almeida, Ferreira, Carvalho e Ferreira

INTERAÇÃO ENTRE ESPAÇAMENTOS E VARIEDADES DE CAFÉ NA REGIÃO SUL DE MINAS. Matiello,, Almeida, Ferreira, Carvalho e Ferreira INTERAÇÃO ENTRE ESPAÇAMENTOS E VARIEDADES DE CAFÉ NA REGIÃO SUL DE MINAS Matiello,, Almeida, Ferreira, Carvalho e Ferreira Justificativas A escolha de uma variedade de café considerar a sua boa adaptação

Leia mais

PORTUCEL SOPORCEL. INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA

PORTUCEL SOPORCEL. INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA PORTUCEL SOPORCEL INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA Com uma posição de grande relevo no mercado internacional de pasta e papel, o Grupo Portucel Soporcel é uma

Leia mais

Isabel Raposo INAG, I.P.

Isabel Raposo INAG, I.P. Isabel Raposo INAG, I.P. E se no futuro não tivermos água? O Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA) aprovado em 2005, pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 113/2005, de 30 de Junho,

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU CURSO DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA II Exercícios - nº 1 2000/01

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU CURSO DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA II Exercícios - nº 1 2000/01 ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU CURSO DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA II Exercícios - nº 1 2000/01 I - Escolha a resposta correcta (ou mais correcta) para cada uma das seguintes questões:

Leia mais

CONSELHO DE MINISTROS CNAG SAAS ELECTRA ASSOC. AGRIC. AGUABRAVA

CONSELHO DE MINISTROS CNAG SAAS ELECTRA ASSOC. AGRIC. AGUABRAVA Praia, 22 e 23 de Janeiro de 2010 O Sector da Água em Cabo Verde : Pontos Fortes e Fracos António Pedro B. BORGES Presidente do INGRH Estrutura da apresentação: Arquitectura do sector da água; Historial

Leia mais

Valorização da pecuária extensiva

Valorização da pecuária extensiva Valorização da pecuária extensiva Jornadas Técnicas Guarda, 2015/03/20 Carlos Alarcão Cada território tem as suas potencialidades Território abrangido pela Delegação Regional da Guarda Área Irrigável (%)

Leia mais

SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 Etimologia e evolução histórica Etimologia Evolução histórica A erva-mate nas diferentes regiões produtoras CAPÍTULO 2

SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 Etimologia e evolução histórica Etimologia Evolução histórica A erva-mate nas diferentes regiões produtoras CAPÍTULO 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... CAPÍTULO 1... Etimologia e evolução histórica... 1. Etimologia... 2. Evolução histórica... 3. A erva-mate nas diferentes regiões produtoras... 3.1. A erva-mate na Argentina... 3.2.

Leia mais

APLICAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES NO MELHORAMENTO GENÉTICO DA CANA-DE-AÇÚCAR

APLICAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES NO MELHORAMENTO GENÉTICO DA CANA-DE-AÇÚCAR APLICAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES NO MELHORAMENTO GENÉTICO DA CANA-DE-AÇÚCAR Luciana A. Carlini-Garcia Eng. Agr., Dr., PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA lacgarcia@apta.sp.gov.br Daniel Nunes da Silva

Leia mais

KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI

KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial Outubro de 2008 KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI José Nina de Andrade Índice 1. Adequabilidade do SGIDI à empresa 2. A implementação

Leia mais

Avaliação de variáveis do povoamento com base em parcelas

Avaliação de variáveis do povoamento com base em parcelas Avaliação de variáveis do povoamento com base em parcelas Inventário Florestal Licenciatura em Engª Florestal e dos Recursos Naturais 4º semestre 2015-2016 Altura dos povoamentos Relações hipsométricas

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Mecanismos Financeiros para a Biodiversidade

Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Mecanismos Financeiros para a Biodiversidade Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Mecanismos Financeiros para a Biodiversidade Manaus, Junho de 2010 New Orleans- 2005 Amazonas - 2005 165 billion 9 Movimento das chuvas no planeta Biodiversidade,

Leia mais

Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos. Aplicação Aérea. Foto: C. Machado

Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos. Aplicação Aérea. Foto: C. Machado Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos Aplicação Aérea Foto: C. Machado É proibida a aplicação aérea de produtos fitofarmacêuticos em todo o território nacional São admitidas derrogações

Leia mais

Seminário: Medidas Públicas na Gestão do Risco

Seminário: Medidas Públicas na Gestão do Risco Seminário: Estratégias de Gestão do Risco Medidas Públicas na Gestão do Risco Paulo Mateus Lisboa 18 de Março de 2010 A riqueza da nossa A riqueza da nossa TEMPO TEMPO A riqueza da nossa TEMPO A riqueza

Leia mais

RVCC SECUNDÁRIO Referencial STC

RVCC SECUNDÁRIO Referencial STC RVCC SECUNDÁRIO Referencial STC Sociedade, Tecnologia e Ciência A Área STC, num primeiro plano, estrutura-se a partir dos sete Núcleos Geradores (cada um deles na génese de uma das Unidades de Competência),

Leia mais

SAÚDE, EQUIPAMENTO MÉDICO E HOSPITAR. AEP - Associação Empresarial de Portugal

SAÚDE, EQUIPAMENTO MÉDICO E HOSPITAR. AEP - Associação Empresarial de Portugal SAÚDE, EQUIPAMENTO MÉDICO E HOSPITAR AEP - Associação Empresarial de Portugal Direcção de Serviços às Empresas - Internacionalização e Promoção Externa FEIRA MEDICAL EXPO CASABLANCA MARROCOS 13 A 16 DE

Leia mais

A disposição da vida na Terra

A disposição da vida na Terra Aula 01 A disposição da vida na Terra O que é a vida? Existe vida em outros planetas? Podemos viver sem o Sol? O nosso sistema solar possui os seguintes planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte Júpiter,

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020. Medidas Condições Gerais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020. Medidas Condições Gerais Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medidas Condições Gerais CONDIÇÕES GERAIS Na definição das medidas garantiu-se o adequado enquadramento do Regulamento (UE) Nº 1305/2013 do

Leia mais

Região Norte Sede: Urbanização das Fontainhas, Praça da Galiza, 33 4980-639 - Ponte da Barca Tlf: 25848834 Tlm: 96827 17 30

Região Norte Sede: Urbanização das Fontainhas, Praça da Galiza, 33 4980-639 - Ponte da Barca Tlf: 25848834 Tlm: 96827 17 30 Incentivos para a Agricultura Lurdes Gonçalves Contamais Projectos de Investimento Produção de mirtilo em vaso Algarve e Sul de Portugal 24 de Janeiro de 2014 Região Norte Sede: Urbanização das Fontainhas,

Leia mais

Inventários Florestais de Mogno Africano em diferentes Regiões do Brasil

Inventários Florestais de Mogno Africano em diferentes Regiões do Brasil Inventários Florestais de Mogno Africano em diferentes Regiões do Brasil Palestrante: Prof a. Ma. Andressa Ribeiro (UFPI) Colaborador: Prof. Dr. Antonio Carlos Ferraz Filho (UFLA) O que é o Inventário

Leia mais

RETROSPECTIVA. retrospectiva

RETROSPECTIVA. retrospectiva RETROSPECTIVA retrospectiva Participação do PROGRAMA MADEIRA É LEGAL Expo GBC Brasil 11 a 13 de agosto de 2015 Transamerica Expo Center A Proposta Promover o uso sustentável de espécies de madeiras menos

Leia mais

TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL

TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º B Teste de Avaliação nº 4 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA

Leia mais

A Nova Regulamentação dos Edifícios e o Sistema de Certificação Energética

A Nova Regulamentação dos Edifícios e o Sistema de Certificação Energética A Nova Regulamentação dos Edifícios e o Sistema de Certificação Energética 14 de Março o 2007 Consumo energia final Residencial 16% Seviços 13% Agricultura 2% Transportes 36% Contexto nacional energético

Leia mais

Processos de candidatura e metodologia de avaliação de projetos

Processos de candidatura e metodologia de avaliação de projetos Processos de candidatura e metodologia de avaliação de projetos Fórum empresarial - Portugal 2020 Beja, 22 de março de 2016 ENQUADRAMENTOS Março de 2016 AJUDAS AO INVESTIMENTO 2 ENQUADRAMENTOS PDR 2020

Leia mais

TÍTULO: Aumento da Produtividade de Água de Mananciais de Abastecimento

TÍTULO: Aumento da Produtividade de Água de Mananciais de Abastecimento TÍTULO: Aumento da Produtividade de Água de Mananciais de Abastecimento TEMA: Manejo de bacias hidrográficas, revitalização e conservação de nascentes. AUTORES: Marcos Antônio Gomes José Luiz Pereira Corrêa

Leia mais

ENGENHARIA FLORESTAL. COORDENADORA Angélica de Cássia Oliveira Carneiro cassiacarneiro@ufv.br

ENGENHARIA FLORESTAL. COORDENADORA Angélica de Cássia Oliveira Carneiro cassiacarneiro@ufv.br ENGENHARIA FLORESTAL COORDENADORA Angélica de Cássia Oliveira Carneiro cassiacarneiro@ufv.br 76 Currículos dos Cursos do CCA UFV Currículo do Curso de Engenharia Engenheiro ATUAÇÃO O Engenheiro estará

Leia mais

REGIONALIZAÇÕES MUNDIAIS

REGIONALIZAÇÕES MUNDIAIS REGIONALIZAÇÕES MUNDIAIS Vivian Q. Pretti -Geografia- REGIONALIZAR é dividir, e ao mesmo tempo agrupar, áreas do território que possuem características semelhantes. Para regionalizar é necessário estabelecer

Leia mais

Compensação Vegetal e a Lei Complementar nº 757/15 Inovações, Desafios e Perspectivas

Compensação Vegetal e a Lei Complementar nº 757/15 Inovações, Desafios e Perspectivas Porto Alegre 02 de junho de 2016 Compensação Vegetal e a Lei Complementar nº 757/15 Inovações, Desafios e Perspectivas João Roberto Meira Biólogo Estima-se que 60% das espécies de animais e plantas do

Leia mais

Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS AUDITORIAS ENERGÉTICAS. Inspecção, Debilidades e Optimização de Desempenho

Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS AUDITORIAS ENERGÉTICAS. Inspecção, Debilidades e Optimização de Desempenho Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS Inspecção, Debilidades e Optimização de Desempenho Paulo Santos www.itecons.uc.pt Objetivos Missão das auditorias energéticas no projeto

Leia mais

Graduandos Eng. Florestal UTFPR Campus Dois Vizinhos- PR (felipe_speltz@hotmail.com, carlosmezzalira89@hotmail.com, taci_frigotto27@hotmail.

Graduandos Eng. Florestal UTFPR Campus Dois Vizinhos- PR (felipe_speltz@hotmail.com, carlosmezzalira89@hotmail.com, taci_frigotto27@hotmail. Sobrevivência de clones e hídridos de Eucalyptus sp. em testes de adaptação na região de Dois Vizinhos- Paraná Raquel Rossi Ribeiro 1 ; Felipe Ribeiro Speltz 2 ; Carlos Cesar Mezzalira 2 ; Taciana Frigotto

Leia mais

O setor florestal no mundo

O setor florestal no mundo O setor florestal no mundo Segmentos: Energia térmica Produtos sólidos de madeira Celulose de mercado Papel O setor florestal no mundo Comércio internacional de produtos florestais: US$ 290 bilhões / ano

Leia mais

A fitossanidade dos povoamentos de eucalipto

A fitossanidade dos povoamentos de eucalipto A fitossanidade dos povoamentos de eucalipto Enquadramento Político e Institucional José Manuel Rodrigues Workshop A importância da silvicultura na sanidade dos povoamentos de eucalipto Auditório da CAP,

Leia mais

O Estado da Arte do Sector Florestal na Região Centro

O Estado da Arte do Sector Florestal na Região Centro O Estado da Arte do Sector Florestal na Região Centro Hugo Jóia (Eng.º) Licenciatura Eng.º Florestal Mestrado em Gestão Recursos Florestais Secretário Geral Fórum Florestal Dirigente da OPAFLOR (Associação

Leia mais

no campo social, o setor de papel e celulose gera empregos, ajuda a reduzir a pobreza e inclui os pequenos produtores na cadeia da economia.

no campo social, o setor de papel e celulose gera empregos, ajuda a reduzir a pobreza e inclui os pequenos produtores na cadeia da economia. o plantio em mosaico, áreas de florestas plantadas intercaladas com áreas de preservação natural, propicia um ambiente adequado para a conservação dos ecossistemas e a reprodução da fauna e da flora. no

Leia mais

Módulo 2. Conceitos do MIP

Módulo 2. Conceitos do MIP Módulo 2 Conceitos do MIP O que fazer para conter essa praga? A solução não está no MIP por cultura! MIP Soja Identificação das Pragas e dos Inimigos Naturais Monitoramento Tomada de decisão MIP Algodão

Leia mais

A Indústria Papeleira Portuguesa CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel

A Indústria Papeleira Portuguesa CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel A Indústria Papeleira Portuguesa CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel O Eucalipto em Portugal QUADRO 1 As indústrias de base florestal são responsáveis por 9,4% das exportações

Leia mais