Nuevas Ideas en Informática Educativa TISE 2014

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1 O Aluno de EAD em Fóruns do AVA Moodle: um estudo sobre suas competências Augusto Weiand Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) / Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Av. Ipiranga, 6681 Partenon Porto Alegre RS Brasil, CEP , R Andrio dos Santos Pinto Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) / Curso de Licenciatura em Informática Rua 24 de maio, 141 Centro, Osório RS Brasil, CEP , R. 229 ABSTRACT This paper presents a research about the construction of a data mining system based on clinical research skills of students to distance education, as well as in research on data mining systems. Therefore we designed and implemented a model mapping skills of learners in discussion forums through the implementation of the developed tool. For this purpose, several steps were followed, including: bibliographic studies on students skills in distance learning and data mining techniques; model implementation mapping students skills through data mining tool for the LMS Moodle forums developed, the simulation tool usage in a test environment, analysis and validation of the results obtained through the tool; propose the use of the tool to map the skills of students in distance education as a support in the development of content for this mode. Through these steps, we generated data and graphs showing the results obtained, the same analyzes were carried out in order to obtain more knowledge about the concepts and deductions. This study also sought to develop a system to possibly help the teachers in the future, tutors and administrators EAD systems, in the development and improvement of content. RESUMO Este trabalho apresenta uma pesquisa acerca da construção de um sistema de Mineração de Dados embasado em pesquisas sobre competências de alunos para educação a distância, assim como nas pesquisas sobre sistemas de Mineração de Dados. Desta forma foi elaborado e implementado um modelo de mapeamento de competências dos discentes em fóruns de discussões. Para tal, seguiram-se diversas etapas, dentre elas: estudos bibliográficos sobre competências discentes em EAD e técnicas de Mineração de Dados; implementação do modelo de mapeamento de competências discentes através da ferramenta de Mineração de Dados para fóruns do AVA Moodle; a simulação do uso da ferramenta em ambiente de teste; análise e validação dos resultados obtidos através da ferramenta; propor a utilização da ferramenta para mapear as competências dos alunos na EAD como suporte na elaboração de conteúdos para esta modalidade. Através destas etapas, foram gerados dados e gráficos que demonstram os resultados obtidos, assim foram efetuadas análises dos mesmos, a fim de se obterem maiores conhecimentos e deduções acerca dos conceitos. Este trabalho buscou desenvolver também um sistema ao qual se fosse possível futuramente auxiliar os professores, tutores e administradores de sistemas EAD, no desenvolvimento e aprimoramento de conteúdos. Descritor de Categorias e Assuntos K.3.1 [Computer Uses in Education]: Distance learning. Termos Gerais Measurement. Palavras Chave Educação a Distância, Mineração de Dados, Moodle, Competências. 1. INTRODUÇÃO Com os avanços tecnológicos, as telecomunicações e a Informática aperfeiçoaram o método de ensino que já era conhecido por sua facilidade e amplitude, desde os primórdios do ensino a distância, em 1880, onde ocorriam os primeiros passos de Educação a Distância (EAD), com o estudo por correspondência, até a década de 1980 quando houve pela primeira vez uma experiência real de interação de um grupo em EAD potencializado pelas tecnologias de informação e comunicação. [13] Com o intuito de auxiliar à EAD em suas demandas foram surgindo diversas plataformas, chamadas de Ambientes Virtuais de Aprendizado (AVAs). Os AVAs supriram a necessidade de um novo método para desenvolver cursos de forma virtual onde o professor tém mais autonomia e liberdade, para gerenciar os processos de ensino e de aprendizagem dentro da modalidade EAD, dentro do novo paradigma ao qual estava se vivenciando no modelo de EAD que se formou, pois disponibiliza ao professor recursos como: chat, fórum, hipertextos, blog, wiki... integrando de diversas maneiras a informação. Podemos citar um grande exemplo de uso de AVAs de iniciativa livre e mantido sob a comunidade Open Source, sendo hoje um dos mais utilizados em todo o Mundo, o Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment ou Ambiente Modular de Aprendizagem Dinâmica Orientado a Objeto (Moodle). Ainda contemplando a Sociedade da Informação vivida nos tempos atuais, notamos o surgimento em paralelo a todo este roldão de informações do mundo acadêmico, a qual se relaciona e surge conjuntamente com áreas administrativas, a Mineração de Dados (MD) busca de informações valiosas em grandes bases de dados. Um esforço de cooperação entre homens e computadores. [22] Um dos grandes desafios da EAD se desenvolve à medida que é necessário que se conheça de uma forma mais completa, e a distância, principalmente o aluno ou a turma onde determinado conteúdo é desenvolvido. Juntamente com esta necessidade 469

2 encaixamos a MD, pois ela nos traz conceitos e implementações computacionais para determinar diversas informações relevantes pedagogicamente para o docente. Frente a estes cenários, esta pesquisa propõe o desenvolvimento de uma nova metodologia de avaliação de atividades específicas dentro do AVA, onde o docente atualmente desprende um tempo considerável na análise comportamental relacionada ao desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes (CHA). Partindo dos princípios discutidos nos parágrafos anteriores, consegue-se vislumbrar os objetivos específicos desta pesquisa, iremos através das seções e subseções explanar acerca das competências discentes para ambientes EAD, assim como sobre técnicas de MD mais adequadas e específicas para os objetivos da pesquisa. Após estes estudos apresentaremos um modelo de mapeamento de competências de discentes em um curso de EAD, através de uma ferramenta de MD, específica para fóruns do AVA Moodle. Com esta ferramenta simularemos e analisaremos os relatórios obtidos, a fim de se avaliar primeiramente inconsistências, para aperfeiçoar os métodos, e após, homologar a ferramenta através da proposição do uso dela em um ambiente de um curso EAD já em andamento, para auxiliar o desenvolvimento dos conteúdos propostos pelo professor. O ambiente desta pesquisa foi composto pelo AVA Moodle da Faculdade Cenecista de Osório (FACOS), por meio de uma análise da disciplina de Apropriação Tecnológica, do curso de MBA em Gestão Educacional. Com estes dados levantados, o professor teve um mapeamento completo de sua turma, relacionado a cada tópico em questão e desta forma, conseguirá dirigir sua turma de uma forma mais adequada na busca dos CHA's específicos, para cada turma, grupo ou mesmo a um aluno, traçando inclusive um panorama geral, inicial e final. 2. O ENSINO POR COMPETÊNCIAS Apesar do termo competência ser originado no âmbito jurídico, qualificando algo a ser julgado, ele tem tomado esta grande fatia das produções atuais de Educação. Vários autores como Le Boterf, definem as competências como sendo algo mutável, que acompanham o passar dos anos, ou seja, uma competência como Fluência Digital, na década de 50 não tem o mesmo sentido e/ou conceito atualmente. Este fato ocorre principalmente pelos acontecimentos histórico-sociais e culturais, assim como as mudanças tecnológicas. [11] Mesmo com o embasamento teórico dos autores, há ainda uma resistência à utilização desta metodologia, em razão da visão taylorista fordista que fora empregada nas competências na década de Porém, este paradigma de construção do conhecimento é muito mais completo e complexo do que aparenta. O estudo das competências leva o sujeito a ter o conhecimento, visando não a memorização dele, mas sim a formação integral do aluno. Desta maneira o conhecimento não é uma fonte isolada de aprendizado, mas sim uma parte integralizante dele, que juntamente com suas atitudes e habilidades, formarão as competências. [5] Assim sendo, este conjunto de elementos, correspondem ao conjunto de recursos que uma pessoa dispõe. Segundo [16] uma competência pressupõe a existência de recursos; nenhum recurso pertence, com exclusividade, a uma competência, na medida em que pode ser mobilizado por outras. Desta maneira, mobilizados os Conhecimentos, Habilidades e Atitudes (CHA), ao mesmo tempo de forma inter-relacionada para que a competência seja alcançada. [12] propõe que a competência seja concebida como a capacidade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos para enfrentar uma situação complexa. Desta maneira a competência não reside nos recursos (conhecimentos, capacidades...) a serem mobilizados, mas na própria mobilização desses recursos. A competência pertence a ordem do saber mobilizar. Assim a mobilização de recursos é a metáfora utilizada para exemplificar como os elementos do CHA se relacionam quando o sujeito se depara com uma nova situação. [14] acrescenta que a mobilização não é apenas o uso ou aplicação, mas também, a adaptação, diferenciação, integração, generalização ou especificação, combinação, orquestração, coordenação; de um conjunto de operações mentais complexas, que, ao deslocá-las às situações, transformam os conhecimentos em vez de deslocá-los. Vamos entender um pouco mais cada elemento do CHA, para então podermos analisar com maior nitidez as competências EAD. O conhecimento é construído através das relações com o meio. Não é sinônimo de informação ou de saber. Este estudo entende o conhecimento a partir da visão construtivista de [17] que diz que: [...] o conhecimento resulta de interações entre o sujeito e o objeto que são mais ricas do que aquilo que os objetos podem fornecer por eles. Em geral a habilidade é menos ampla que uma competência, por este motivo ela é classificada por muitos autores como um dos elementos da competência. De fato, diferentes habilidades compõem uma ou mais competências, ou seja, elas são utilizadas em diferentes situações. Assim, as habilidades seriam tanto as que apresentam processos mentais/cognitivos como motores e técnicos. [15] Já as atitudes determinam como os indivíduos se posicionam em relação aos outros e aos acontecimentos. É em função delas que se avaliam sentimentos, comportamentos e escolhas. Diante desse contexto, o processo de desenvolvimento de uma atitude é compreendido como um esquema mental, desenhando o comportamento do processo de interação humana, que se dá pela socialização e comunicação. Nesse processo, a atitude é um dos elementos que resultam no comportamento. [4] 3. OS AVAs Os AVAs tornaram-se locais cada vez mais acessados e discutidos dentro da academia. Desta maneira, [2] destacam que a Web se tornou um espaço de apoio ao desenvolvimento de cursos a distância suportados por uma diversidade de ambientes informatizados online direcionados às atividades educacionais. Tendo início em cursos semipresenciais, os AVAs se desenvolvem cada vez mais rapidamente, acompanhando a evolução das TIC. Com estas tecnologias os AVAs levam a metodologia de ensino e aprendizagem a métodos diferenciados, onde o professor exerce o papel de mediador durante o processo de aprendizagem, estando o aluno no centro do processo. [21] [24] citam o uso das TIC como uma introdução a ambientes mais interativos na modalidade de EAD, permitindo aprendizados colaborativos online, desta maneira as tecnologias interativas 470

3 foram agregadas a formatos antigos, tais como: rádio, televisão, telefone, etc. Para [23] o ensino baseado na Web possui um grande potencial para modelos pedagógicos colaborativos, tendo em vista as seguintes características: Comunicação de grupo a grupo, permitindo que o estudante se comunique diretamente com outros colegas através do AVA; Independência temporal, observando que o acesso poderá ser realizado a qualquer momento, possibilitando tempo necessário ao aluno para suas reflexões e análises de temas postados em discussões no AVA; Independência espacial, pois o acesso ao ambiente online pode ser realizado de qualquer lugar; Interação entre os participantes via comunicação mediada por computadores que requer do estudante a organização de ideias através da escrita. Desta maneira os AVAs foram se modelando de forma que tendem a reduzir a distância transacional na educação online, visando um aprimoramento e aperfeiçoamento do processo educacional. Sem desmerecer a constante interatividade entre os participantes, ponto fundamental para a utilização de um AVA. De acordo com [19], o ponto mais importante a ser observado na utilização de um AVA é o critério didático-pedagógico com o qual ele foi construído. Segundo a autora, o desenvolvimento de um produto para a educação é permeado por uma concepção epistemológica. Já na visão de [6] o AVA é um espaço que favorece a interação dos sujeitos, possibilitada através de uma plataforma. A autora também corrobora dizendo que o AVA é um: ambiente coletivo que favorece a interação dos sujeitos participantes, sendo este um todo constituído pela plataforma e por todas as relações estabelecidas pelos sujeitos usuários a partir do uso das ferramentas de interação. Porém, para [20], os AVAs são softwares construídos com o objetivo de gerenciar a aprendizagem via Web. Eles são sistemas que sintetizam a Comunicação Mediada por Computador, e possibilitam a entrega do material dos cursos realizados. Para os fins desta pesquisa estudamos o AVA Moodle. Este nome traduz o principal propósito do sistema, ser um software simples, composto por módulos, editáveis e configuráveis por qualquer pessoa. Desenvolvido em 2001, por Martin Dougiamas, em seu projeto de doutorado, foi disponibilizado como software livre. Com o passar do tempo vem sendo aperfeiçoado pela comunidade open source que envolve profissionais da área de TIC e diversas outras. Segundo [8], o Moodle consiste em um software livre open source, isto é, de código aberto (todo e qualquer indivíduo pode contribuir para o desenvolvimento do software). Além disso, o Moodle possui diversos recursos, tais como: glossários, chats, questionários e fóruns de discussão; os quais são disponibilizados no AVA a critério do professor e de acordo com as necessidades da disciplina. Como podemos perceber através das relações entre os autores citados nos parágrafos anteriores o Moodle é um dos AVAs que tem maior destaque no ambiente acadêmico. A escolha da utilização deste AVA para os fins desta pesquisa se originaram de todos estes dados e comentários descritos acima. Também pela forma na qual o Moodle utiliza de suas ferramentas e modelagem para sistematizar os fóruns, os quais são o objeto central de análise da ferramenta desenvolvida. 4. COMPETÊNCIAS DISCENTES EM EAD Com os equipamentos a cada momento sendo reduzidos e, o alto tráfego de informações que as redes, criadas para socialização de dados, disponibilizam às pessoas, podemos concluir que elas acabam por desenvolver e tomar para si posturas mais criativas, colaborativas e cooperativas. [3] Desta maneira a sociedade atual vive em um novo momento, onde a troca de informação, e todos os outros itens citados levam à utilização em larga escala da tecnologia em seu seio. Causando transformações sociais, econômicas e culturais. Paralelamente a isso surge o fenômeno da EAD, o qual em um período curto de seis anos o número de alunos aumentou praticamente 40%. [1] Com este fato várias discussões e investigações sobre o tema foram iniciadas, não somente sobre os processos envolvidos, mas também acerca dos sujeitos. Entre estas diversas discussões, surgem às relacionadas com as Competências EAD, em várias delas são citadas as necessidades de acompanhamento constante dos docentes com os alunos, para garantir o desenvolvimento adequado e correto das competências. Assim observamos que além do acompanhamento, se lança mão da utilização de diversas ferramentas que a WEB 2.0 trouxe aos usuários, a saber: mobilidade; agilidade; e dinamicidade. Para tanto, segundo [3], para a educação a distância, são consideradas competências básicas: organização, planejamento, fluência digital, autonomia, comunicação e presencialidade virtual. O desenvolvimento dessas competências requer constante aperfeiçoamento de estratégias educacionais, incluindo o uso das ferramentas tecnológicas já citadas. 5. MINERAÇÃO DE DADOS Define-se Mineração de Dados, como a análise de grandes volumes de informação em busca de padrões consistentes prédefinidos, utilizando para isso algoritmos de busca, ordenação e análise, criando assim novos conjuntos de dados processados. Na opinião de [22], a MD é a busca de informações valiosas em grandes bancos de dados. É uma tarefa de busca e auxílio entre homens e computadores. Os homens desenvolvem estes bancos, descrevem problemas e definem seus objetivos. Os computadores analisam dados e padrões que conciliem com as metas estabelecidas pelos homens. Assim, a MD tem sido considerada e classificada dentro de diversas áreas do conhecimento, como a Estatística, a Inteligência Artificial (IA) e Bancos de Dados (BD). Desta maneira organizados podemos enxergar vários traços de cada uma dentro do processo principal de mineração e suas interrelações. Para a área de BD, MD é o processo de descoberta de conhecimento interessante a partir de grandes quantidades de dados armazenados em BD's, Data Warehouses (DW), ou outros repositórios. [9] Na perspectiva da área de Inteligência Artificial, trata-se da extração de informação implícita, previamente desconhecida, e potencialmente útil a partir de dados. [25] Para tal a IA lança mão de vários algoritmos computacionais dentro dos quais podemos citar os mais utilizados, Árvore de Decisão e Clusterização. Já para a Estatística, MD é a análise de (frequentemente grande) conjuntos de dados para encontrar relacionamentos inesperados e para resumir os dados em novas formas que sejam compreensíveis e úteis para o proprietário dos dados. [10] 471

4 [18] sintetiza que, durante a identificação dos problemas, é relevante: definir as metas do processo; estabelecer os critérios de desempenho; estabelecer a relação entre simplicidade e precisão do conhecimento extraído; e definir se um conhecimento resultante deve ser compreensível a seres humanos ou se um modelo do tipo caixa-preta é suficiente. Esses pontos interferem nas escolhas posteriores, nas diversas etapas do processo de descoberta de conhecimento. 6. METODOLOGIA Existem diversos caminhos metodológicos que norteiam uma pesquisa, conforme [12], a metodologia é como um conjunto de métodos e técnicas aplicadas para um determinado fim. É a estrada percorrida, a forma como vai ser desenvolvida e utilizada para atingir seu objetivo. Neste trabalho a metodologia utilizada foi a quali-quanti. Esta pesquisa se preocupou, portanto, com aspectos da realidade que não podem ser quantificados, centrando-se na compreensão e explicação das Competências EAD, estudadas a partir das pesquisas realizadas por [3], porém, não podemos deixar de lado o aspecto quantitativo presente também nesta pesquisa, aspectos necessários para o desenvolvimento do Minerador, e que os dados a serem analisados resultaram em gráficos e números. Com estas premissas foi desenvolvido um método misto a fim de tornar possível o desenvolvimento do Minerador, baseado nas competências de [3], e nos aspectos quantitativos armazenados no BD do AVA. Desta maneira o desenvolvimento do software pautou-se nas seguintes etapas: 1. Estudo sobre as Competências de alunos, com foco na EAD; 2. Escolha de uma técnica de MD para realizar a análise quantitativa dos fóruns a fim de se avaliar as competências desenvolvidas neles; 3. Definição dos modelos de pesquisa das Competências elencadas, que foram mineradas no Fórum do AVA, implementadas no Minerador; 4. Construção do Minerador e validação dos resultados obtidos; e 5. Realização de experimentos em um BD real. Para os fins de descoberta de conhecimento foi utilizado um BD do Centro de Educação a Distância (CEAD), pertencente ao grupo CNEC, o qual continha um curso de MBA em Gestão Educacional, oferecido para os colaboradores da rede, na modalidade EAD. A disciplina analisada foi a de Apropriação Tecnológica, na segunda semana de andamento. O motivo desta escolha foi a de que esta disciplina é a primeira do curso, tendo um número maior de colaboradores cursando-a, assim como um número de postagens mais elevado. 6.1 Estudo Sobre Competências Escolheu-se a autora Patrícia Alejandra Behar para nortear a base das competências elencadas aqui, pela sua trajetória notória na EAD, assim como suas diversas pesquisas na área do desenvolvimento de conteúdos e análise dos mesmos baseando-se em competências. Com o intuito de entender melhor os significados das competências, a fim de tornar possível a conversão dos conceitos qualitativos em quantitativos, fez-se necessária uma pesquisa profunda sobre o tema. Esta pesquisa mais aprofundada nos revelou diversas competências as quais [3] elencou como fundamentais aos alunos, professores, tutores e administradores de EAD, porém, como esta pesquisa está focada na identificação de competências de alunos, não levamos em consideração as demais competências elencadas. Desta mesma maneira a autora havia elencado diversas outras além das citadas nesta pesquisa, mas devido às metodologias de descoberta dos dados no BD, assim como a complexidade de transformação das informações qualitativas das competências explicitadas por ela, em quantitativas, esta pesquisa utilizou apenas as competências já citadas anteriormente. Com estes dados constituídos, foram desenhadas as maneiras de se elencar quantitativamente as competências nos fóruns, para isso construímos os diagramas tabelas, as quais foram analisadas e consultadas para se obterem as informações necessárias ao desenvolvimento dos métodos para as consultas. Foram utilizadas diversas tabelas do BD a fim de se obterem os dados necessários, procurou-se utilizar apenas um mínimo de tabelas e registros possíveis para não dificultar o processo de mineração tornando-o muito vagaroso. As tabelas envolvidas foram somente as necessárias a consultas de fórum e de logs de acesso aos recursos instanciados no curso especificado. 6.2 Técnica de Mineração de Dados Escolhida A técnica escolhida para a MD teve que levar em conta os aspectos específicos desta pesquisa, tais como as competências elencadas por [3], com seus aspectos qualitativos, assim como os aspectos quantitativos os quais são partes integrantes do sistema desenvolvido pela pesquisa, a fim de analisar os dados do fórum do AVA Moodle. Como já foi visto na seção 5, existem diversas técnicas de MD, que buscam desenvolver diferentes respostas a diferentes perguntas e sistemas, assim, após a análise delas, decidiu-se utilizar a técnica de árvore de decisão, pois a mesma se encaixa bem ao sistema proposto. Esta percepção de encaixe foi obtida conforme os estudos realizados e apresentados no referencial teórico desta pesquisa. O algoritmo de árvore de decisão proporciona ao sistema basicamente uma cadeia de perguntas organizadas conforme uma árvore binária, filtrando os dados encontrados e disponibilizados a este algoritmo, resultando em um filtro eficientemente adequado aos fins desta pesquisa. Conforme os dados foram coletados no AVA, foram sendo armazenados em vetores multidimensionais, os quais contêm informações dos alunos, e também as informações resgatadas do BD acerca das competências, neste momento já em formato quantitativo. Após este vetor estar em formato adequado, foi submetido ao algoritmo de árvore de decisão, o qual aplicou as regras de decisão, explicitadas nos modelos de pesquisa, a fim de adequar as informações ao modelo final de resultado, tornando assim possível a análise visual dos dados extraídos, processados e analisados pelo Minerador. 6.3 Definição dos Modelos de Pesquisa Com os estudos desenvolvidos acerca do objetivo desta pesquisa, desenvolvemos modelos de captura dos dados do BD do AVA. Para isso utilizamos as competências EAD relacionadas nas seções anteriores, porém, com foco na metodologia de pesquisa no BD. Para a competência Organização verificou-se as datas previstas para conclusão dos fóruns com as de postagens iniciais, se as mesmas encontravam-se até dois terços antes da data de finalização do fórum em média; na competência Fluência Digital com os registros de acesso ao fórum, e o número de posts, criouse uma relação, de visitas/posts, caso o aluno visitasse o fórum diversas vezes, postando em boa parte delas algo, ele era fluente digital, em relação à produção escrita e a navegabilidade no AVA; para a competência Autonomia verificou-se se o aluno conversava mais com os colegas do que com os professores, assim concluiu- 472

5 se que ele tinha autonomia no assunto. Porém, comparou-se se dentro da conversa havia alguma palavra relacionada com o tópico em questão, verificando se realmente as conversas tinham relação com o assunto; na competência Comunicação buscou-se a clareza e a objetividade da expressão oral, gestual e escrita; e para a competência Presencialidade Virtual obteve-se as visitas do aluno ao fórum, estipulando o mínimo de 75% de frequência, este índice foi comparado à modalidade de ensino presencial, que requer este valor para que o aluno possa ser aprovado. De posse destas análises, o Minerador, após a extração de dados do BD do AVA, aplica o algoritmo de árvore de decisão ao vetor recebido, desta forma linearizando-o e enviando ao método de construção do relatório final. 6.4 Construção do Minerador Com os demais aspectos já elencados foi estipulada a utilização da linguagem de programação Hypertext Preprocessor (PHP) juntamente com Structured Query Languagem (SQL), preferiu-se utilizar o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) MySQL dentre os demais suportados pelo Moodle (PostgreSQL, Oracle, SQL Server), por sua utilização em nossa base final. Com estes sistemas obtivemos os dados para a pré-análise e definição, contemplando desta maneira os aspectos esperados. Após a escolha das ferramentas, iniciamos o desenvolvimento com a análise do BD do Moodle, definindo as tabelas e campos aos quais seriam necessárias as consultas a serem realizadas, a fim de se obterem os dados. Com a análise do BD completa, iniciou-se o desenvolvimento do sistema de Mineração, o qual foi desenvolvido sob o paradigma da Orientação a Objeto, o que nos traz maiores possibilidades de aprimoramentos do sistema, assim como uma maior portabilidade desta aplicação para possíveis trabalhos futuros. Foram criados diversos métodos dentro da classe denominada datamining, aos quais couberam as funções de extrair do sistema, conforme o modelo de pesquisa no BD citado, os dados necessários a fim de se montar o relatório de competências dos alunos. Estes dados foram submetidos ao algoritmo de árvore de decisão, que foi responsável pela MD. Após esta etapa realizamos a validação dos dados. 7. ANÁLISES E RESULTADOS Nesta seção procuramos apresentar alguns dados coletados no Minerador, os quais tiveram como objetivo demonstrar a transformação das competências elencadas por [3] de maneira qualitativa, em aspectos quantitativos. Neste cenário o curso contou com 457 alunos frequentando a disciplina e consequentemente o fórum analisado. Iniciamos a análise dos resultados partindo da tela inicial do Minerador, a qual demonstra de uma forma completa o ambiente analisado e seus resultados. No início da página, temos um resumo da disciplina, o qual nos informa os dados resumidos da disciplina, do curso e do fórum, com a quantidade de dias que o mesmo possuí, assim como o número de alunos e os nomes dos ambientes em questão. Com este relatório demonstrado acima foram feitas as análises de cada competência específica. Analisando a Competência Organização, a qual se relaciona com a ordenação, estruturação e sistematização de atividades, materiais e grupos, observamos que ela demonstrou 8%, considerado o segundo melhor índice de tendência dos alunos a possuí-la. Percebe-se aqui que os alunos desta disciplina tendenciaram a ter um perfil mais desorganizado perante este fórum, onde podemos ressaltar que talvez por ser o início da disciplina, ou talvez pelo fato de estarem iniciando no curso, eles apresentaram menos trocas de mensagens no fórum. Analisando a Competência Fluência Digital, ela está ligada à utilização da tecnologia de modo que o sujeito sinta-se digitalmente ativo/participante dos avanços tecnológicos. A Fluência possibilita não só o uso, mas também a criação produção de conteúdos/materiais. Podemos ver que 1% dos alunos, apesar de acessarem o fórum e postarem, o fizeram poucas vezes se comparados ao número de dias que o fórum ficou aberto na disciplina, levando a análise demonstrar que os mesmos tiveram demasiadamente poucas conversas no decorrer do fórum. Para [17], autonomia significa ser governado por si mesmo. É o oposto de heteronomia, que significa que uma pessoa é governada por outra pessoa. Nesta competência, percebe-se que os alunos trocaram poucas conversas entre si e mais com os professores, levando o sistema a minerar seus dados de forma que demonstraram que eles tendenciaram a não se apropriar do assunto debatido, perfazendo um total de 8%. A Competência Comunicação está fundamentada na clareza e na objetividade da expressão oral, gestual e escrita, no modelo desenvolvido neste projeto ela se basiou na troca de mensagem por semana. Podemos observar que nenhum dos alunos apresentou o índice necessário para alcançar o número desejado de posts no período do fórum para ter a tendência desta competência. A presença no AVA foi analisada de acordo com a Competência Presencialidade Virtual, a qual é relacionada através da interação com os colegas e da realização das atividades. Podemos constatar que os alunos não habitavam o ambiente com frequência, não estavam debatendo o suficiente para elevar os dados gerados através do Minerador. Com isso, podemos observar que os alunos poderiam ter tido mais incentivos por parte dos professores/tutores, que poderiam disponibilizar mais espaços para este tipo de interação. Para finalizar, observamos que os alunos tendem a ter parcelas bem distintas de algumas competências estudadas e analisadas através dos dados coletados no Minerador, o qual nos leva a perceber que os alunos tendem a ter competências gerais como comuns, que o aluno que apresenta este quadro, não tem uma competência definida, podendo ser causada por falta de atividade no Fórum analisado, por estar com alguma dificuldade de acesso à plataforma, ou apresentar algum problema em se apropriar da metodologia EAD, ou ainda da própria disciplina. 8. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com este sistema constituído, acredita-se que poderemos auxiliar em diversas formas, muitos professores e alunos a desenvolverem materiais de forma mais completa, visando um maior aprendizado, assim como auxiliar os administradores no acompanhamento das atividades pedagógicas. Os caminhos que nos levaram a escolher as competências elencadas por [3] nortearam a pesquisa, dando-lhe a visão necessária para que se construísse um olhar focado e completo acerca das competências EAD, assim como nortearam o desenvolvimento do sistema Minerador, e com certeza levarão ao desenvolvimento de diversos aprimoramentos e extensões deste sistema visando sempre o aperfeiçoamento das diversas etapas do aprendizado EAD. 473

6 As teorias acerca das etapas e dos métodos de Mineração de Dados nos levaram a um entendimento mais profundo desta técnica de descoberta de conhecimento, a qual está sendo largamente utilizada nos dias atuais, sendo de extrema importância para grandes bases de dados, na busca por novos conhecimentos. Desta maneira, a construção deste sistema de Mineração de Dados, buscou em diversas áreas a multidisciplinaridade dos sistemas, assim como a integração dos dados dispostos no AVA, a fim de relacioná-los com os aspectos qualitativos que foram obtidos com o respaldado dos autores estudados, trazendo à realidade o desenvolvimento desta ferramenta de auxílio multidisciplinar. Atingiu-se, portanto, o objetivo deste projeto com o desenvolvimento de um modelo de mapeamento de competências dos discentes em fóruns de discussões através da implementação da ferramenta desenvolvida. Espera-se que as contribuições para o meio acadêmico sejam de grande valia, podendo nortear diversos trabalhos futuros, acerca deste objeto de pesquisa e de demais, os quais busquem a transformação de aspectos qualitativos em quantitativos, a fim de ser possível a MD em diversas bases de dados, para diversos fins. Da mesma forma, projetamos como alguns trabalhos futuros, o aprimoramento deste sistema, podendo realizar integrações mais diretas com o AVA Moodle, e também com as demais competências elencadas por [3], buscando atingir não somente os alunos, mas também professores e tutores, em suas competências específicas. 9. REFERÊNCIAS [1] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. CensoEAD.br. Relatório analítico da aprendizagem a distância no Brasil. São Paulo: Pearson Education do Brasil, [2] ANDRADE A. F.; VICARI, R. M. Construindo um ambiente de aprendizagem a distância inspirado na concepção sociointeracionalista de Vigotsky. In: SILVA, M. (Org.). 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