Escola Secundária de Casquilhos Teste 1 de Física e Química A 10º ANO 22/10/ minutos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Escola Secundária de Casquilhos Teste 1 de Física e Química A 10º ANO 22/10/2013 90 minutos"

Transcrição

1 Escola Secundária de Casquilhos Teste 1 de Física e Química A 10º ANO 22/10/ minutos NOME Nº Turma Informação Professor Enc. de Educação 1. Os átomos dos isótopos e do carbono têm (A) números atómicos diferentes. (B) números de massa iguais. (C) igual número de eletrões. (D) igual número de neutrões. 2. O ião hidróido, OH -, é constituído pelos elementos químicos oigénio e hidrogénio. O ião hidróido apresenta, no total (A) dez eletrões, oito dos quais são de valência. (B) dez eletrões, sete dos quais são de valência. (C) dez eletrões, seis dos quais são de valência. (D) dez eletrões, nove dos quais são de valência. 3. A massa molecular relativa da água é: Mr(H 2 O)=18. Podemos então concluir que (A) uma molécula de água tem a massa de 18 g. (B) uma molécula de água tem 18 vezes menos massa que o padrão de unidade de massa atómica. (C) a Mr(H 2 O) = Ar(H) + Ar(O). (D) a massa molar da água é 18 g/mol. 4. A mole é (A) a unidade de medida de volume utilizada em química. (B) constituída por 6, partículas. (C) a unidade de quantidade de substância utilizada em química. (D) a unidade de massa atómica utilizada em química. 5. Considere as seguintes fórmulas químicas e os seguintes nomes de substâncias. Faça corresponder a cada uma das afirmações (de A a J) uma fórmula química ou um nome de uma substâncias abaio indicadas de modo a obter correspondências corretas. MgO ; Na 2 SO 4 ; CaCl 2 ; Mg(OH) 2 ; HCl ; k 2 CO 3 ; CO 2 ; H 2 O ; carbonato de sódio ; K 2 SO 4 (A) Cloreto de hidrogénio. HCl (B) Substância molecular denominada dióido de carbono. CO 2 (C) Substância cuja temperatura de ebulição é 100ºC à pressão de 1 atmosfera. H 2 O (D) Carbonato de potássio. k 2 CO 3 (E) Substância iónica constituída por iões cloreto e iões cálcio. CaCl 2 (F) Sulfato de sódio. Na 2 SO 4 (G) Óido de magnésio. MgO (H) Uma substância cuja unidade estrutural seja constituída por dois iões Na +. Na 2 SO 4 ou carbonato de sódio (I) Uma substância que, em solução aquosa, origina uma solução de ph menor que 7. HCl (J) Uma substância molecular. CO 2 ; H 2 O ; HCl Página 1 de 6

2 6. Observe a figura seguinte na qual está representada a curva de solubilidade para várias substâncias Qual das substâncias representadas é a mais solúvel a 30 º C? NaNO Indique a massa que deveria dissolver em 50 g de água para obter uma solução saturada de nitrato de sódio (NaNO 3 ) a 10º C. 40 g 6.3. Eplique sucintamente como prepararia a solução anterior. Pesava 40 g de nitrato de sódio; dissolvia essa quantidade numa pequena quantidade de água; transferia a mistura para um balão volumétrico com a ajuda de um funil e de uma vareta; repetia as duas últimas etapas as vezes necessárias até o soluto estar dissolvido; completava o volume com água destilada e agitava e rotulava Eplique sucintamente o que entende por solução saturada. É uma solução que apresentam a quantidade máima de soluto que é possível dissolver numa dada quantidade de solvente, a uma dada pressão e temperatura Considere que, ao fazer o estudo eperimental da solubilidade do KNO 3 em água em função da temperatura, um grupo de alunos obteve o valor de 55 g de KNO 3 por 100 g de água à temperatura de 30º C. Determine o erro relativo (%) do valor eperimental em relação ao valor tabelado. Apresente todas as etapas de resolução. Etapa A - A partir do gráfico é possível ver que, a 30ºC, é possível dissolver 50 g de KNO 3 em 100 g de água. Este é o valor tabelado. Etapa B Assim a = = 5 r = Página 2 de 6

3 7. Observe a seguinte figura Faça a legenda do material de laboratório. 1. Gobelé ou copo de precipitação 2. Tubo de ensaio 3. Ampola de decantação 4. Esguicho 5. Pipeta graduada 6. Pipeta volumétrica 7. Balão de destilação 8. Balão volumétrico 9. Proveta graduada 10. Erlenmeyer 7.2. Eplique qual dos instrumentos de medida de líquidos representados, 5 ou 9, é mais rigoroso. É o instrumento de medida cinco (pipeta graduada), porque o seu diâmetro é muito menor pelo que a precisão da medida a ela associada também Indique, de entre os representados, dois materiais de laboratório imprescindíveis à preparação de uma solução a partir de um soluto sólido. 1 - Gobelé 8 - Balão volumétrico Página 3 de 6

4 7.4. Uma das várias inscrições que vem impressa no vidro das provetas é o alcance e a menor divisão da escala. Defina cada uma delas. Alcance - é o máimo valor da grandeza que se consegue medir eatamente num dado instrumento de medida. Menor divisão da escala - é o menor valor da grandeza que se consegue medir eatamente num dado instrumento de medida. 8. Observe a figura seguinte: 8.1. Faça a sua legenda Eplosivo 2. Inflamável 3.Comburente 4.Tóico 5.Corrosivo 8.2. Refira dois cuidados a ter quando manusear um reagente que contenha o pictograma 5. Evitar o contacto com a pele, olhos e corpo usar luvas, viseira, roupa e calçado adequado. Lavar bem as mãos após a sua utilização. 9. Observe os seguintes nuclídeos representados: 9.1. Indique quantos elementos diferentes estão representados. Quatro 9.2. Identifique, se eistirem, os isótopos do mesmo elemento químico. e ; e 9.3. Defina isótopo de um elemento. Isótopos são átomos do mesmo elemento químico mas com diferentes números de massa ou diferente número de neutrões. 10. Um grupo de alunos determinou eperimentalmente o diâmetro das moedas de 2 cêntimos tendo obtido os seguintes resultados eperimentais. Ensaio Diâmetro de 1 moeda (cm) 1 1, , ,620 Nota: O valor tabelado do diâmetro destas moedas encontra-se disponibilizado online num dos sites do Banco de Portugal e tem o valor de 18,75 mm. Página 4 de 6

5 10.1. Calcule o valor mais provável do diâmetro das moedas de 2 cêntimos Calcule a incerteza ou desvio absoluto e apresente corretamente o resultado da medição efetuada. i = i - 1 = 1,625-1,620 = = 1,615-1,620 = = 1,620-1,620 = X = i ( máimo) = 0,05 mm D = D = X Indique justificando se os valores obtidos foram precisos e/ou eatos. Os valores obtidos não são eatos pois eiste uma grande diferença entre o valor tabelado (18,75 mm) e o valor mais provável do diâmetro obtido (16,20 mm). Os valores das três medidas realizadas são bastante precisos entre si pois o desvio de cada uma delas em relação ao valor mais provável não ultrapassa os 0,05 mm. 11. Um grupo de alunos determinou eperimentalmente o peso de diferentes corpos tendo obtido os seguintes resultados eperimentais: Ensaio Força/N 1 63,5 2 0, ,9 Escolha a opção correta. (A) A ordem de grandeza das medidas efetuadas é respetivamente:10 2, 10-1,10 3 (B) A ordem de grandeza das medidas efetuadas é respetivamente:10 2, 10-2,10 3 (C) A representação das medidas em notação científica é respetivamente: 6, ; 9, e 8, (D) O número de algarismos significativos em cada medida é respetivamente: 3, 3, Numa aula eperimental foi pedido a um grupo de alunos que separassem uma mistura de álcool etílico (50 ml) e água (100mL) que haviam sido previamente misturados Classifique, justificando, o tipo de mistura que foi apresentada ao aluno. Foi apresentada uma mistura homogénea porque a mistura é constituída por uma só fase (álcool disperso no seio da água) Elabore um pequeno teto onde eplique: - o processo de separação que utilizaria e o motivo da sua opção; - em que consiste esse processo de separação eplicitando as suas principais etapas; - a grandeza física que permite a separação dos constituintes da mistura. Nota: tenha em atenção que as temperaturas de ebulição do álcool etílico e da água são respetivamente 73,8 e 100 ºC Para ter uma separação eficaz dos dois constituintes da mistura efetuava uma destilação fracionada uma vez que temos uma mistura homogénea em que a diferença entre os pontos de ebulição do soluto (álcool) e do solvente (água) são inferiores a 30º C. A destilação fracionada consiste em aquecer, num circuito fechado, a mistura a separar. Os vapores do componente menos volátil ascendem primeiro na coluna de fracionamento. Esses vapores ao passarem pelo condensador passam ao estado líquido sendo recolhidos num recipiente e separados do componente menos volátil. A separação é possível graças a diferença entre os pontos de ebulição dos dois componentes da mistura. Página 5 de 6

6 13. O João dissolveu 10 g de nitrato de sódio em 250 ml de solução, enquanto a Maria dissolveu 5,0 g do mesmo composto em 100 ml de solução. Qual dos alunos preparou a solução mais concentrada? Apresente todos os cálculos necessários à justificação da resposta. Apresente os resultados em g/dm 3. João Maria O aluno que preparou a solução mais concentrada foi a Maria. 14. Escolha apenas um dos temas seguintes e elabore um pequeno teto sobre ele. Tema A: Refira as etapas da metodologia da resolução de problemas por via eperimental referindo o que caracteriza cada uma delas. Tema B: Qualquer medição por mais cuidada que seja está sempre sujeita a erros eperimentais. Refira, para cada um dos tipos de erros que podem surgir quando efetua uma medição, três características que os caraterizam e duas causas para a sua ocorrência. Tema A: Na metodologia de resolução de problemas por via eperimental eistem quatro etapas que devem ser seguidas: Problematização, planificação, eperimentação e interpretação. A primeira fase é a fase do questionamento: o que já sabemos, que informações precisamos recolher, que caminho seguir, que hipóteses de resolução; Na segunda fase escolhemos as técnicas, o equipamento, as condições eperimentais, as grandezas a medir e os aspetos relacionados com a segurança. A terceira fase é a eecução laboratorial, da medição de grandezas e do tratamento estatístico. A quarta e última etapa é a fase da comparação dos resultados obtidos com as previsões efetuadas e o da reformulação se for caso disso. Tema B: Os erros eperimentais podem ser sistemáticos ou podem ser erros acidentais. Os primeiros verificam-se sempre no mesmo sentido mas podem ser compensados ou mesmo eliminados se conseguirmos identificar a causa do erro. A impureza dos reagentes ou a descalibração de uma balança podem ser causadores deste tipo de erros. Os segundos tipos de erros são imprevisíveis, oscilam aleatoriamente para um lado e para o outro do valor da grandeza podem ser minimizados através do calculo do valor mais provável da grandeza. O mau posicionamento do observador, os movimentos bruscos do observador ou as variações de pressão e temperatura podem ser as causas para este tipo de erros. COTAÇÃO Questão TOTAL Cotação i = i - Calculadora Tabela periódica FORMULÁRIO C m - concentração mássica m - massa de soluto V - volume de solução i - incerteza da medida de ordem i i - valor da medida de ordem i - valor mais provável da grandeza - erro absoluto - valor da medida - valor eato da grandeza - erro relativo - erro absoluto - valor eato da grandeza MATERIAL PERMITIDO Página 6 de 6

Escola Secundária de Casquilhos Teste 1 de Física e Química A 10º ANO 22/10/2013 90 minutos

Escola Secundária de Casquilhos Teste 1 de Física e Química A 10º ANO 22/10/2013 90 minutos Escola Secundária de Casquilhos Teste 1 de Física e Química A 10º ANO 22/10/2013 90 minutos NOME Nº Turma Informação Professor Enc. de Educação 1. Os átomos dos isótopos e do carbono têm (A) números atómicos

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS.º teste sumativo de FQA 7. OUTUBRO. 204 Versão 0.º Ano Turma A Professor: Maria do Anjo Albuquerque Duração da prova: 90 minutos. Este teste é constituído por 7 páginas

Leia mais

Verdadeiro dado que a massa dos protões e dos neutrões é muito superior à dos eletrões!

Verdadeiro dado que a massa dos protões e dos neutrões é muito superior à dos eletrões! Escola Secundária de Lagoa Física e Química A 10º Ano Turma A Paula Melo Silva Correção da Ficha de Trabalho 1 Unidade Zero Materiais: diversidade e constituição 2014/2015 1. Atualmente conhecem-se mais

Leia mais

Exame de Recuperação Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

Exame de Recuperação Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Exame de Recuperação Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos DISCIPLINA: Física e Química Módulo: Q1 2015/2016 10 ºAno de escolaridade Data: 30 de outubro de 2015

Leia mais

Questão Aula. Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

Questão Aula. Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Questão Aula Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos DISCIPLINA: Física e Química Módulo: Q1 2015/2016 10 ºAno de escolaridade Duração: 90 minutos Nome: N.º 8 páginas

Leia mais

1 Seleccionar material adequado à separação dos componentes de uma mistura heterogénea.

1 Seleccionar material adequado à separação dos componentes de uma mistura heterogénea. ACTIVIDADE LABORATORIAL Ciências Físico-Químicas 7ºANO VOU SEPARAR OS COMPONENTES DE UMA MISTURA O que se pretende 1 Seleccionar material adequado à separação dos componentes de uma mistura heterogénea.

Leia mais

Critérios Específicos de Classificação da Questão Aula

Critérios Específicos de Classificação da Questão Aula Critérios Específicos de da Questão Aula Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos DISCIPLINA: Física e Química Módulo: Q 05/06 0 ºAno de escolaridade Data: 3 de novembro

Leia mais

Lista de Exercícios. Estudo da Matéria

Lista de Exercícios. Estudo da Matéria FACULDADE PITÁGORAS DE BETIM Credenciada pela portaria 792, de 27 de março de 2006. Curso: Engenharia Química Lista de Exercícios Disciplina: Química Geral Semestre: 2º / 2013 Docente: Carla Soares Souza

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS 7º Teste sumativo de FQA 29. abril. 2015 Versão 1 11º Ano Turma A Professor: Maria do Anjo Albuquerque Duração da prova: 90 minutos. Este teste é constituído por 8 páginas

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente. Trabalho Prático nº 1

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente. Trabalho Prático nº 1 INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente QUÍMICA I (1º Ano 1º Semestre) 1. Introdução Trabalho Prático nº 1 Medição do volume e massa

Leia mais

Escola Secundária de Casquilhos Teste 4 de Física e Química A 10º ANO 25/03/2014 90 minutos

Escola Secundária de Casquilhos Teste 4 de Física e Química A 10º ANO 25/03/2014 90 minutos Escola Secundária de Casquilhos Teste 4 de Física e Química A 10º ANO 25/03/2014 90 minutos NOME Nº Turma Informação Professor Enc. de Educação TABELA DE CONSTANTES Constante de Avogadro N A = 6,02 10

Leia mais

Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada

Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada 1 Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada 1. Questões de estudo - Como preparar uma solução aquosa de NaOH 0,1 M? - Como preparar uma solução

Leia mais

Aos materiais que a Química usa como matéria-prima podemos classificá-los como:

Aos materiais que a Química usa como matéria-prima podemos classificá-los como: Sumário Módulo inicial Unidade temática 0 A sua origem, a sua constituição e a sua composição. Classificação de misturas e classificação de substâncias. Processos físicos de separação de misturas. Unidades

Leia mais

[CADERNO DE EXERCÍCIOS I]

[CADERNO DE EXERCÍCIOS I] Escola Básica e Secundária de Velas FÍSICA E QUÍMICA A 10º Ano [CADERNO DE EXERCÍCIOS I] UNIDADE 2 NA ATMOSFERA DA TERRA: RADIAÇÃO, MATÉRIA E ESTRUTURA 2. ATMOSFERA: TEMPERATURA, PRESSÃO E DENSIDADE EM

Leia mais

MASSA ATÔMICA, MOLECULAR, MOLAR, NÚMERO DE AVOGADRO E VOLUME MOLAR.

MASSA ATÔMICA, MOLECULAR, MOLAR, NÚMERO DE AVOGADRO E VOLUME MOLAR. MASSA ATÔMICA, MOLECULAR, MOLAR, NÚMERO DE AVOGADRO E VOLUME MOLAR. UNIDADE DE MASSA ATÔMICA Em 1961, na Conferência da União Internacional de Química Pura e Aplicada estabeleceu-se: DEFINIÇÃO DE MASSA

Leia mais

GOIÂNIA, / / 2016. PROFESSORA: Núbia de Andrade. DISCIPLINA:Química SÉRIE: 2º. ALUNO(a):

GOIÂNIA, / / 2016. PROFESSORA: Núbia de Andrade. DISCIPLINA:Química SÉRIE: 2º. ALUNO(a): GOIÂNIA, / / 2016 PROFESSORA: Núbia de Andrade DISCIPLINA:Química SÉRIE: 2º ALUNO(a): Lista de Exercícios P1 I Bimestre No Anhanguera você é + Enem Antes de iniciar a lista de exercícios leia atentamente

Leia mais

Proposta de Resolução

Proposta de Resolução A educação para a cidadania e o sucesso escolar e social dos alunos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AVEIRO 160933 Direção Regional de Educação do Centro Ficha de Trabalho Módulo Q1 Física e Química CURSO PROFISSIONAL

Leia mais

Para compreender o conceito de reacção de precipitação é necessário considerar as noções básicas de dissolução e de solubilidade de sais em água.

Para compreender o conceito de reacção de precipitação é necessário considerar as noções básicas de dissolução e de solubilidade de sais em água. ESTUDO DA SOLUBILIDADE DE ALGUNS SAIS EM ÁGUA INTRODUÇÃO Para compreender o conceito de reacção de precipitação é necessário considerar as noções básicas de dissolução e de solubilidade de sais em água.

Leia mais

Boas Práticas Laboratoriais Preparo de soluções

Boas Práticas Laboratoriais Preparo de soluções Boas Práticas Laboratoriais Preparo de soluções Disciplina de Reumatologia 2011 http://www.ruf.rice.edu/~bioslabs/schedules/talks/solutions_dilutions/bioedmixtures.htm O que fazer antes do preparo Vc sabe

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA MASSA VOLÚMICA DE UM SÓLIDO

DETERMINAÇÃO DA MASSA VOLÚMICA DE UM SÓLIDO Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Santo António Ciências Físico-Químicas 2009/2010 DETERMINAÇÃO DA MASSA VOLÚMICA DE UM SÓLIDO Trabalho realizado por: Ano: Nº T: Índice Introdução 3 Objectivos.4 Material/

Leia mais

Métodos de separação dos componentes de uma mistura. Métodos de separação de misturas heterogéneas

Métodos de separação dos componentes de uma mistura. Métodos de separação de misturas heterogéneas TEXTO DE APOIO Métodos de separação dos componentes de uma mistura Na natureza as substâncias raramente existem no estado "puro". Elas surgem quase sempre como componentes de uma mistura. Como no estado

Leia mais

1.2. Os alunos colocaram sobrecargas sobre o paralelepípedo, para averiguar se a intensidade da força de atrito depende:

1.2. Os alunos colocaram sobrecargas sobre o paralelepípedo, para averiguar se a intensidade da força de atrito depende: Escola Secundária de Lagoa Física e Química A 11º Ano Turma A Paula Melo Silva Ficha de Trabalho 24 Global 1. Numa segunda série de ensaios, os alunos colocaram sobrecargas sobre o paralelepípedo e abandonaram

Leia mais

Escola Secundária de Lagoa. Ficha de Trabalho 4. Física e Química A 11º Ano Turma A Paula Melo Silva. Revisão 10º Ano: As três miudinhas

Escola Secundária de Lagoa. Ficha de Trabalho 4. Física e Química A 11º Ano Turma A Paula Melo Silva. Revisão 10º Ano: As três miudinhas Escola Secundária de Lagoa Física e Química A 11º Ano Turma A Paula Melo Silva Ficha de Trabalho 4 Cálculos estequiométricos Parte Um Revisão 10º Ano: As três miudinhas Quantidade em química corresponde

Leia mais

É o cálculo das quantidades de reagentes e/ou produtos das reações químicas.

É o cálculo das quantidades de reagentes e/ou produtos das reações químicas. Estequiometria Introdução Estequiometria É derivada da palavra grega STOICHEON (elemento) e METRON (medida) significa medida dos elementos químicos", ou ainda medir algo que não pode ser dividido. É o

Leia mais

Resolução: Resposta: D. Resolução: Resposta: B.

Resolução: Resposta: D. Resolução: Resposta: B. 45 Em química, uma solução apresenta, como característica importante, a: A presença de soluto e de solvente na mesma concentração em quantidade de matéria. B propriedade de dispersar a luz. C ocorrência

Leia mais

EXPERIMENTO 1 MEDIDAS E TRATAMENTO DE DADOS

EXPERIMENTO 1 MEDIDAS E TRATAMENTO DE DADOS EXPERIMENTO 1 MEDIDAS E TRATAMENTO DE DADOS 1. OBJETIVOS No final deste experimento o aluno deverá ser capaz de: Ler e usar corretamente termômetros, balanças, provetas e pipetas. Utilizar algarismos significativos.

Leia mais

www.professormazzei.com PROPREDADES COLIGATIVAS Folha 03 João Roberto Mazzei

www.professormazzei.com PROPREDADES COLIGATIVAS Folha 03 João Roberto Mazzei 01. (UNESP 1989) Considerar duas soluções de ácido clorídrico e outra de ácido acético (ácido etanóico), ambas 10 2 M. Pergunta-se: a) Qual das duas soluções apresenta menor temperatura de congelação?

Leia mais

A.L. 1.2 SÍNTESE DO SULFATO DE TETRAMINOCOBRE (II) MONO-HIDRATADO

A.L. 1.2 SÍNTESE DO SULFATO DE TETRAMINOCOBRE (II) MONO-HIDRATADO A.L. 1.2 SÍNTESE DO SULFATO DE TETRAMINOCOBRE (II) MONO-HIDRATADO QUÍMICA 11.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA O que se pode fazer com amoníaco? O amoníaco é uma substância utilizada mundialmente em larga escala para

Leia mais

Escola Básica e Secundária da Calheta. Físico-Química 7.º Ano de escolaridade

Escola Básica e Secundária da Calheta. Físico-Química 7.º Ano de escolaridade Escola Básica e Secundária da Calheta Físico-Química 7.º Ano de escolaridade Ano letivo 2015/2016 FICHA INFORMATIVA 1 Classificação dos materiais NOME: N.º TURMA DATA DA REALIZAÇÃO: / / CLASSIFICAÇÃO DOS

Leia mais

CURSINHO TRIU QUÍMICA FRENTE B

CURSINHO TRIU QUÍMICA FRENTE B CURSINHO TRIU QUÍMICA FRENTE B AULA 3 EXPRESSÕES DE CONCENTRAÇÃO (CONT.) E PROPRIEDADES COLIGATIVAS DATA: 01/09/2014 1) EXPRESSÕES DE CONCENTRAÇÃO (CONTINUAÇÃO) a. FRAÇÃO EM MOL Fração em mols ou fração

Leia mais

Maria do Anjo Albuquerque

Maria do Anjo Albuquerque ispersões na atmosfera Maria do Anjo Albuquerque Atmosfera A atmosfera é uma solução gasosa de vários gases (sobretudo oxigénio, dióxido de carbono e vapor de água) dispersos em azoto (componente maioritário);

Leia mais

PROPRIEDADES: Hidróxido de Sódio NaOH.

PROPRIEDADES: Hidróxido de Sódio NaOH. Densidade: 2,3 g cm 3 Massa Molar: 40,01 g mol -1. Ponto de Fusão: 318ºC Ponto de Ebulição: 1390ºC PROPRIEDADES: Hidróxido de Sódio NaOH. Toxicidade: Pode causar graves queimaduras na boca, garganta e

Leia mais

Experiência 1 Medidas: Leitura de instrumentos:

Experiência 1 Medidas: Leitura de instrumentos: 1 Experiência 1 Medidas: Leitura de instrumentos: Quando realizamos uma medida precisamos estabelecer a confiança que o valor encontrado para a medida representa. Para representar corretamente a medida

Leia mais

Curvas de Solubilidade

Curvas de Solubilidade Curvas de Solubilidade Solução é uma mistura homogênea de duas ou mais substâncias. Para se obter uma solução, devemos ter dois componentes importantes: o soluto e o solvente. O soluto é a substância que

Leia mais

Reacções de precipitação

Reacções de precipitação Reacções de precipitação Ocorre uma reacção de precipitação quando se forma uma precipitado, ou seja, um sólido insolúvel que se separa da solução. Na precipitação a partir de soluções aquosas normalmente

Leia mais

HOMOGÊNEO HETEROGÊNEO

HOMOGÊNEO HETEROGÊNEO Sistemas materiais HOMOGÊNEO SUBSTÂNCIA PURA? SIMPLES MISTURA HOMOGÊNEA? COMPOSTA SISTEMA? HETEROGÊNEO SUBSTÂNCIA PURA MISTURA HETEROGÊNEA Sistema É parte do universo físico f que contenha ou não matéria,

Leia mais

Purificação por dissolução ou recristalização

Purificação por dissolução ou recristalização Purificação por dissolução ou recristalização Química 12º Ano Unidade 3 Vidros, plásticos e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Março 2006 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng. Cerâmica

Leia mais

Como Elaborar um Relatório

Como Elaborar um Relatório AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CANAS DE SENHORIM E s c o l a E B 2, 3 / S E n g º D i o n í s i o A u g u s t o C u n h a B I B L I O T E C A E S C O L A R C E N T R O D E R E C U R S O S E D U C A T I V O

Leia mais

A) 11,7 gramas B) 23,4 gramas C) 58,5 gramas D) 68,4 gramas E) 136,8 gramas

A) 11,7 gramas B) 23,4 gramas C) 58,5 gramas D) 68,4 gramas E) 136,8 gramas Questão 1 Sejam dadas as seguintes soluções aquosas: I) 0,2 mol/l de cloreto de potássio (KCl) II) 0,3 mol/l de glicose (C 6 H 12 O 6 ) III) 0,1 mol/l de sacarose (C 12 H 22 O 11 ) IV) 0,2 mol/l de sulfato

Leia mais

A.L.2.3 NEUTRALIZAÇÃO: UMA REACÇÃO DE ÁCIDO-BASE

A.L.2.3 NEUTRALIZAÇÃO: UMA REACÇÃO DE ÁCIDO-BASE A.L.2.3 NEUTRALIZAÇÃO: UMA REACÇÃO DE ÁCIDO-BASE QUÍMICA 11.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Como neutralizar resíduos de ácidos/bases do laboratório de Química da escola? Como identificar se os resíduos são de uma

Leia mais

Átomos & Moléculas. Definição: é uma porção de matéria que tem propriedades bem definidas e que lhe são característica.

Átomos & Moléculas. Definição: é uma porção de matéria que tem propriedades bem definidas e que lhe são característica. Átomos & Moléculas H + H H H H + H + O O H H Átomos Moléculas Definição: é uma porção de matéria que tem propriedades bem definidas e que lhe são característica. SUBSTÂNCIA (Material Puro): material formado

Leia mais

1 2 3 4 5 6 Total. Nota: Apresente todos os cálculos que efectuar

1 2 3 4 5 6 Total. Nota: Apresente todos os cálculos que efectuar 12 de Março 2011 (Semifinal) Pergunta 1 2 3 4 5 6 Total Classificação Escola:. Nome:. Nome:. Nome:. Nota: Apresente todos os cálculos que efectuar Dados: Questão 1 Constante de Avogadro: N A = 6,022 x

Leia mais

Substâncias Puras e Misturas

Substâncias Puras e Misturas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS LAGES Substâncias Puras e Misturas Elementos Químicos

Leia mais

Introdução à Volumetria. Profa. Lilian Lúcia Rocha e Silva

Introdução à Volumetria. Profa. Lilian Lúcia Rocha e Silva Introdução à Volumetria Profa. Lilian Lúcia Rocha e Silva INTRODUÇÃO À VOLUMETRIA TITULAÇÃO Processo no qual uma solução padrão ou solução de referência é adicionada a uma solução que contém um soluto

Leia mais

Concurso de Seleção 2004 NÚMERO DE INSCRIÇÃO - QUÍMICA

Concurso de Seleção 2004 NÚMERO DE INSCRIÇÃO - QUÍMICA QUÍMICA QUESTÃO 21 Muitas pessoas já ouviram falar de gás hilariante. Mas será que ele é realmente capaz de provocar o riso? Na verdade, essa substância, o óxido nitroso (N 2 O), descoberta há quase 230

Leia mais

Laboratório de Física I. Experiência 3 Determinação do coeficiente de viscosidade de líquidos. 26 de janeiro de 2016

Laboratório de Física I. Experiência 3 Determinação do coeficiente de viscosidade de líquidos. 26 de janeiro de 2016 4310256 Laboratório de Física I Experiência 3 Determinação do coeficiente de viscosidade de líquidos 1 o semestre de 2016 26 de janeiro de 2016 3. Determinação do coeficiente de viscosidade de líquidos

Leia mais

I OLIMPÍADA DE QUÍMICA DO GRANDE ABC - 13/06/2015 ENSINO MÉDIO - FASE 2

I OLIMPÍADA DE QUÍMICA DO GRANDE ABC - 13/06/2015 ENSINO MÉDIO - FASE 2 I OLIMPÍADA DE QUÍMICA DO GRANDE ABC - 13/06/2015 ENSINO MÉDIO - FASE 2 INSTRUÇÕES: 1. A prova consta de 3 questões discursivas (5 pontos cada) e de 17 questões objetivas (1 ponto cada), cada uma com 4

Leia mais

C o l é g i o R i c a r d o R o d r i g u e s A l v e s

C o l é g i o R i c a r d o R o d r i g u e s A l v e s C o l é g i o R i c a r d o R o d r i g u e s A l v e s Educação Infantil - Ensino Fundamental I - Ensino Médio 1 TRIMESTRE Química 1ª Série do Ensino Médio Conteúdo Introdução a Química Átomo Molécula

Leia mais

ferro bromo brometo de ferro 40g 120g 0g 12g 0g 148g 7g 40g 0g 0g x g 37g

ferro bromo brometo de ferro 40g 120g 0g 12g 0g 148g 7g 40g 0g 0g x g 37g 01) (FCMSC-SP) A frase: Do nada, nada; em nada, nada pode transformar-se relaciona-se com as idéias de: a) Dalton. b) Proust. c) Boyle. d) Lavoisier. e) Gay-Lussac. 02) Acerca de uma reação química, considere

Leia mais

Valor máximo que é possível medir

Valor máximo que é possível medir MEDIÇÃO EM QUÍMICA Escola Secundária José Saramago FQA 10.ºAno 2009/2010 Marília Peres I NSTRUMENTOS DE MEDIDA Alcance Valor máximo que é possível medir Sensibilidade ou Natureza do aparelho Valor da menor

Leia mais

mais vapores do vinho. É, portanto, uma mistura homogênea.

mais vapores do vinho. É, portanto, uma mistura homogênea. Resolução das atividades complementares Química p. I. Falsa. As amostras A e B contêm a mesma substância (naftalina). Essas amostras se fundem, portanto, na mesma temperatura. II. Falsa. A temperatura

Leia mais

CURSO APOIO QUÍMICA RESOLUÇÃO

CURSO APOIO QUÍMICA RESOLUÇÃO QUÍMICA CURSO APOIO 15. O sulfato de sódio é um composto utilizado na indústria de celulose e na fabricação de detergentes. Por apresentar grande afinidade por água, pode ser encontrado na forma de um

Leia mais

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ QUIMICA GERAL DOCENTE: ADRIANO LUIZ SANTANA AULAS PRÁTICAS DE QUÍMICA GERAL. Discente:

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ QUIMICA GERAL DOCENTE: ADRIANO LUIZ SANTANA AULAS PRÁTICAS DE QUÍMICA GERAL. Discente: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ QUIMICA GERAL DOCENTE: ADRIANO LUIZ SANTANA AULAS PRÁTICAS DE QUÍMICA GERAL Discente: AULA PRÁTICA N º VI ASSUNTO: REAÇÕES QUIMICAS OBJETIVOS: Observar as reações químicas em soluções

Leia mais

A.L. 1.3 IDENTIFICAÇÃO DE UMA SUBSTÂNCIA E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA

A.L. 1.3 IDENTIFICAÇÃO DE UMA SUBSTÂNCIA E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA A.L. 1.3 IDENTIFICAÇÃO DE UMA SUBSTÂNCIA E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA QUÍMICA 10.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Como identificar materiais no laboratório? Como avaliar o grau de pureza de algumas substâncias? Através

Leia mais

ANÁLISE QUÍMICA QUALITATIVA

ANÁLISE QUÍMICA QUALITATIVA Escola Secundária do Padre António Martins Oliveira de Lagoa Técnicas Laboratoriais de Química ANÁLISE QUÍMICA QUALITATIVA Pedro Pinto Nº 14 11ºA 22/04/2004 Índice Objectivo do Trabalho... 2 Fundamentos

Leia mais

SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS

SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS NOTAS DE AULA (QUÍMICA) SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS PROFESSOR: ITALLO CEZAR 1 INTRODUÇÃO A química é a ciência da matéria e suas transformações, isto é, estuda a matéria. O conceito da

Leia mais

c B = 25 g/l m soluto = 200 g V solução = 2,5 L ; V esfera = πr 3 F I C H A N. o 2 T E R R A E M T R A N S F O R M A Ç Ã O

c B = 25 g/l m soluto = 200 g V solução = 2,5 L ; V esfera = πr 3 F I C H A N. o 2 T E R R A E M T R A N S F O R M A Ç Ã O F I C H A N. o 2 T E R R A E M T R A N S F O R M A Ç Ã O Nome N. o Turma Data / / Prof. Enc. de educação 01. Considera duas soluções aquosas de sulfato de cobre, ambas de cor azul. Solução A m soluto =

Leia mais

Medição de massa específica com base no método de Arquimedes. Química 12º Ano

Medição de massa específica com base no método de Arquimedes. Química 12º Ano Medição de massa específica com base no método de Arquimedes Parte I: Aplicação a líquidos Química 12º Ano Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2006

Leia mais

TABELA PERIÓDICA FAMÍLIAS DOS ELEMENTOS QUÍMICOS

TABELA PERIÓDICA FAMÍLIAS DOS ELEMENTOS QUÍMICOS TABELA PERIÓDICA A grande diversidade de elementos químicos levou à sua organização de acordo com as suas propriedades físicas e químicas. A Tabela Periódica que hoje conhecemos foi sofrendo alterações

Leia mais

Propriedades coligativas: são propriedades que dependem da concentração de partículas (solutos) dissolvidas, mas não da natureza dessas partículas.

Propriedades coligativas: são propriedades que dependem da concentração de partículas (solutos) dissolvidas, mas não da natureza dessas partículas. Química Geral Aula 2 Marcelo Propriedades coligativas: são propriedades que dependem da concentração de partículas (solutos) dissolvidas, mas não da natureza dessas partículas. Em 50 C a água pura estará

Leia mais

Actualmente existe uma preocupação com alguns poluentes atmosféricos, devido à sua toxicidade.

Actualmente existe uma preocupação com alguns poluentes atmosféricos, devido à sua toxicidade. Actualmente existe uma preocupação com alguns poluentes atmosféricos, devido à sua toxicidade. Então quando é que dizemos que um poluente tem efeito tóxico? Quando é prejudicial para os seres vivos, afectando

Leia mais

Unidade 2 Substâncias e átomos

Unidade 2 Substâncias e átomos Unidade 2 Substâncias e átomos Substâncias Puras pág. 51 A matéria é composta por uma ou mais substâncias químicas. Porém, é difícil saber se um corpo é composto por uma única substância ou por uma mistura

Leia mais

SEBENTA DE FÍSICA E QUÍMICA SOLUÇÕES

SEBENTA DE FÍSICA E QUÍMICA SOLUÇÕES MÓDULO Q2 Módulo Q2 1 de 16 1. Dispersões SEBENTA DE FÍSICA E QUÍMICA MÓDULO Q2 1.1 Dispersões na atmosfera A atmosfera é uma solução gasosa com vários gases dispersos que não se distinguem uns dos outros.

Leia mais

MEDIÇÃO EM QUÍMICA. Escola Secundária José Saramago FQA nível 1-2007/2008. Adaptado por Marília Peres Fonte: Corrêa, C., Química, 2007, Porto Editora

MEDIÇÃO EM QUÍMICA. Escola Secundária José Saramago FQA nível 1-2007/2008. Adaptado por Marília Peres Fonte: Corrêa, C., Química, 2007, Porto Editora MEDIÇÃO EM QUÍMICA Escola Secundária José Saramago FQA nível 1-2007/2008 Adaptado por Marília Peres Fonte: Corrêa, C., Química, 2007, Porto Editora A L 1.1 Medição em Química SUMÁRIO: Obtenção e tratamento

Leia mais

TÍTULO DA PRÁTICA: OPERAÇÃO DE MEDIDAS E NOTAÇÃO CIENTÍFICA

TÍTULO DA PRÁTICA: OPERAÇÃO DE MEDIDAS E NOTAÇÃO CIENTÍFICA ROTEIRO DA AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL TÍTULO DA PRÁTICA: OPERAÇÃO DE MEDIDAS E NOTAÇÃO CIENTÍFICA 1 - A incerteza na ciência A natureza intrínseca da observação científica traz consigo o fato de que

Leia mais

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 17/04/10

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 17/04/10 P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 17/04/10 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 Dados R 0,081 atm L mol -1 K -1 T (K) T ( C) + 73,15

Leia mais

7. EQUILÍBRIO QUÍMICO

7. EQUILÍBRIO QUÍMICO Departamento de Química Inorgânica IQ / UFRJ IQG 18 / IQG 1 7. EQUILÍBRIO QUÍMICO I. INTRODUÇÃO Quando a concentração de todos os reagentes e produtos, em um sistema fechado, não variam mais com o tempo

Leia mais

A ÁLISE TITRIMÉTRICA

A ÁLISE TITRIMÉTRICA A ÁLISE TITRIMÉTRICA Análise titrimétrica - O termo análise titrimétrica refere-se à análise química quantitativa feita pela determinação do volume de uma solução, cuja concentração é conhecida com exatidão,

Leia mais

A.L. 0.1 RENDIMENTO NO AQUECIMENTO

A.L. 0.1 RENDIMENTO NO AQUECIMENTO A.L. 0.1 RENDIMENTO NO AQUECIMENTO FÍSICA 10.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Como poderemos aumentar o rendimento no aquecimento, quando cozinhamos? Esta actividade laboratorial está integrada no módulo inicial

Leia mais

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 10/09/08

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 10/09/08 P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 10/09/08 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 Dados R 0,081 atm L mol -1 K -1 T (K) T ( C) + 73,15

Leia mais

Química Prof. Rogério 2016. Química. Professor Rogério. Imagens meramente ilustrativas, domínio público sites diversos/internet

Química Prof. Rogério 2016. Química. Professor Rogério. Imagens meramente ilustrativas, domínio público sites diversos/internet Química Prof. Rogério 2016 Química Professor Rogério Imagens meramente ilustrativas, domínio público sites diversos/internet 1º MOMENTO - Propriedades básicas da matéria - Tabela periódica - Estrutura

Leia mais

PRÁTICA 03 - DETERMINAÇÃO DE CLORETO PELO MÉTODO DE MOHR E FAJANS

PRÁTICA 03 - DETERMINAÇÃO DE CLORETO PELO MÉTODO DE MOHR E FAJANS PRÁTICA 03 - DETERMINAÇÃO DE CLORETO PELO MÉTODO DE MOHR E FAJANS Aula 13 METAS Familiarizar com as técnicas de preparo e padronização de uma solução de AgNO3; determinar a concentração de cloreto em soro

Leia mais

t 1 t 2 Tempo t 1 t 2 Tempo

t 1 t 2 Tempo t 1 t 2 Tempo Concentração 01)Uma reação química atinge o equilíbrio químico quando: a) ocorre simultaneamente nos sentidos direto e inverso. b) as velocidades das reações direta e inversa são iguais. c) os reatantes

Leia mais

Erros e Incertezas. Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011.

Erros e Incertezas. Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011. Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011.) I. INTRODUÇÃO Quando se faz um experimento, deseja-se comparar o resultado obtido

Leia mais

PROPRIEDADES COLIGATIVAS PARTE 2

PROPRIEDADES COLIGATIVAS PARTE 2 PROPRIEDADES COLIGATIVAS PARTE 2 1. (Adaptado) Tendo em vista o momento em que um líquido se encontra em equilíbrio com seu vapor, leia atentamente as afirmativas abaixo: I. A evaporação e a condensação

Leia mais

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 08/10/07

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 08/10/07 P2 - PRVA DE QUÍMICA GERAL - 08/10/07 Nome: Nº de Matrícula: GABARIT Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 R = 8,314 J mol -1 K -1 = 0,0821 atm L mol

Leia mais

b) Qual é a confusão cometida pelo estudante em sua reflexão?

b) Qual é a confusão cometida pelo estudante em sua reflexão? 1º B EM Química A Lailson Aval. Trimestral 28/03/11 1. Qual o estado físico (sólido, líquido ou gasoso) das substâncias da tabela a seguir, quando as mesmas se encontram no Deserto da Arábia, à temperatura

Leia mais

Após agitação, mantendo-se a temperatura a 20ºC, coexistirão solução saturada e fase sólida no(s) tubo(s)

Após agitação, mantendo-se a temperatura a 20ºC, coexistirão solução saturada e fase sólida no(s) tubo(s) 01) (Covest-2006) Uma solução composta por duas colheres de sopa de açúcar (34,2g) e uma colher de sopa de água (18,0 g) foi preparada. Sabendo que: MMsacarose = 342,0g mol -1, MMágua = 18,0 g mol -1,

Leia mais

Considere que, no intervalo de temperatura entre os pontos críticos do gelo e da água, o mercúrio em um termômetro apresenta uma dilatação linear.

Considere que, no intervalo de temperatura entre os pontos críticos do gelo e da água, o mercúrio em um termômetro apresenta uma dilatação linear. 1. (Uerj 2014) Observe na tabela os valores das temperaturas dos pontos críticos de fusão e de ebulição, respectivamente, do gelo e da água, à pressão de 1 atm, nas escalas Celsius e Kelvin. Pontos críticos

Leia mais

PROCESSOS DE SEPARAÇÃO. Prof FERENC

PROCESSOS DE SEPARAÇÃO. Prof FERENC PROCESSOS DE SEPARAÇÃO Prof FERENC SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido Separação magnética: Separa misturas do tipo sólido-sólido nas quais um

Leia mais

Ciências Físico-Químicas Parte 1

Ciências Físico-Químicas Parte 1 Teste-tipo Intermédio de Ciências Físico-Químicas Parte 1 Teste-tipo Intermédio Ciências Físico-Químicas Parte 1 Duração da Parte 1: 40 minutos 9.º Ano de Escolaridade Esta parte da prova tem a duração

Leia mais

Prática 04 Determinação Da Massa Molar De Um Líquido Volátil

Prática 04 Determinação Da Massa Molar De Um Líquido Volátil UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC Disciplina: Química Geral Experimental QEX0002 Prática 04 Determinação Da Massa Molar De Um Líquido

Leia mais

tem-se no equilíbrio que 1 mol de HCl reagiu com 1 mol de NaOH, ou seja: n(hcl) = n(naoh)

tem-se no equilíbrio que 1 mol de HCl reagiu com 1 mol de NaOH, ou seja: n(hcl) = n(naoh) Experiência 8: TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE 1. Objetivos Após a realização desta atividade experimental, espera-se que o aluno seja capaz de: - Determinar a concentração de um ácido e uma base por titulação.

Leia mais

Cálculo Químico ESTEQUIOMETRIA

Cálculo Químico ESTEQUIOMETRIA Cálculo Químico ESTEQUIOMETRIA Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É o estudo da quantidade de reagentes e produtos em uma reação química, portanto é uma análise quantitativa de um fenômeno

Leia mais

CONDIÇÃO: Sólidos que facilmente são separados à mão ou com a ajuda de um. CONDIÇÃO: Sólidos com densidades diferentes, em que um deles facilmente é

CONDIÇÃO: Sólidos que facilmente são separados à mão ou com a ajuda de um. CONDIÇÃO: Sólidos com densidades diferentes, em que um deles facilmente é TEMA B TERRA EM TRANSFORMAÇÃO B1 MATERIAIS 1.1 Constituição do mundo material 1.2 Substâncias e misturas de substâncias 1.3 Soluções 1.4 Transformações dos materiais 1.5 Propriedades físicas e químicas

Leia mais

Colégio Saint Exupéry

Colégio Saint Exupéry Colégio Saint Exupéry Apostila QUÍMICA No nosso dia-a-dia o ato de classificar as coisas é algo corriqueiro. Em um faqueiro colocamos em um mesmo espaço as facas, em outro os garfos, etc. Agrupar coisas

Leia mais

Faculdade Pitágoras de Londrina Disciplina: Química Geral Prof. Me. Thiago Orcelli. Aluno:

Faculdade Pitágoras de Londrina Disciplina: Química Geral Prof. Me. Thiago Orcelli. Aluno: 1 Faculdade Pitágoras de Londrina Disciplina:. Aluno: Turma: Exercícios de Fixação englobando conteúdos das Aulas 1-4. Orientação: Escolha um livro de Química Geral disponível na biblioteca e resolva os

Leia mais

PRÁTICA 03 CALIBRAÇÃO DE APARELHOS VOLUMÉTRIOS.

PRÁTICA 03 CALIBRAÇÃO DE APARELHOS VOLUMÉTRIOS. PRÁTICA 03 CALIBRAÇÃO DE APARELHOS VOLUMÉTRIOS. MATERIAIS Termômetro Erlenmeyer Pipetas volumétricas de 10 e 25 ml Bureta de 25 ml Balão volumétrico de 100 ml Suporte universal e garra para bureta Balanças

Leia mais

A.L.1.3 EFEITOS DA TEMPERATURA E DA CONCENTRAÇÃO NA PROGRESSÃO GLOBAL DE UMA REACÇÃO

A.L.1.3 EFEITOS DA TEMPERATURA E DA CONCENTRAÇÃO NA PROGRESSÃO GLOBAL DE UMA REACÇÃO A.L.1.3 EFEITOS DA TEMPERATURA E DA CONCENTRAÇÃO NA PROGRESSÃO GLOBAL DE UMA REACÇÃO QUÍMICA 11.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Como pode evoluir um sistema em equilíbrio quando se faz variar a temperatura ou a

Leia mais

Aula 5_ Cursinho TRIU - 08_04_2013-Profa: Luciana Assis Terra. Tópicos: MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS_2

Aula 5_ Cursinho TRIU - 08_04_2013-Profa: Luciana Assis Terra. Tópicos: MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS_2 Aula 5_ Cursinho TRIU - 08_04_2013-Profa: Luciana Assis Terra Tópicos: MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS_2 Continuação de Métodos de Separação de Misturas Heterogênea Sedimentação ou decantação é o processo

Leia mais

8ª série / 9º ano U. E. 13

8ª série / 9º ano U. E. 13 8ª série / 9º ano U. E. 13 Introdução ao estudo da química A ciência é formada por um conjunto de disciplinas que se relacionam entre si. A química faz parte desse conjunto e é responsável por estudar

Leia mais

LIGAÇÕES QUÍMICAS Folha 04 João Roberto Mazzei

LIGAÇÕES QUÍMICAS Folha 04 João Roberto Mazzei 01. Assinale a fórmula de Lewis da molécula HCN. a) H x C xn b) H x C x N c) H x C x N x d) H x C x x N e) Hx C x xn 0. Assinale a alternativa que apresenta, ao mesmo tempo, ligações covalentes e iônicas.

Leia mais

M A S S A S E M E D I D A S

M A S S A S E M E D I D A S M A S S A S E M E D I D A S PROF. AGAMENON ROBERTO < 2010 > Prof. Agamenon Roberto ATOMÍSTICA www.agamenonquimica.com 2 MASSAS E MEDIDAS UNIDADE DE MASSA ATÔMICA (u.m.a.) Para pesar ou medir algo se torna

Leia mais

CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 9º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ

CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 9º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 9º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ Prova elaborada

Leia mais

1. (G1 - ifsul 2016) Para o processo de purificação da água, são adicionadas substâncias como sulfato de alumínio, A 2(SO 4) 3,

1. (G1 - ifsul 2016) Para o processo de purificação da água, são adicionadas substâncias como sulfato de alumínio, A 2(SO 4) 3, 1. (G1 - ifsul 2016) Para o processo de purificação da água, são adicionadas substâncias como sulfato de alumínio, A 2(SO 4) 3, para formação de flocos com a sujeira da água; cloro, C 2, para desinfecção;

Leia mais

PROBLEMAS DE TERMOLOGIA

PROBLEMAS DE TERMOLOGIA PROBLEMAS DE TERMOLOGIA 1 - Numa estação meteorológica, foi registrada uma temperatura máxima de 25ºC. Qual é a indicação da máxima na escala Fahrenheit? 2 - Numa escala termométrica X, marca-se -10ºX

Leia mais

Experiência 01: Algarismos significativos, medidas e tratamento de dados. Calibração de equipamentos volumétricos

Experiência 01: Algarismos significativos, medidas e tratamento de dados. Calibração de equipamentos volumétricos Experiência 01: Alarismos sinificativos, medidas e tratamento de dados. Calibração de equipamentos volumétricos 1. Introdução Química é uma ciência teórica-experimental e por isso consideramos importante

Leia mais

Aula 01 QUÍMICA GERAL

Aula 01 QUÍMICA GERAL Aula 01 QUÍMICA GERAL 1 Natureza da matéria Tales de Mileto (624-548 a. C.) Tudo é água Anaxímenes de Mileto (585-528 a. C.) Tudo provém do ar e retorna ao ar Empédocle (484-424 a. C.) As quatro raízes,

Leia mais

VI Olimpíada Norte - Nordeste de Química e

VI Olimpíada Norte - Nordeste de Química e VI Olimpíada Norte - Nordeste de Química e Seletiva para a Olimpíada Ibero-americana de Química - 2000 Exame aplicado em 27.05.2000 Somente as questões de números 1 a 6 serão consideradas na composição

Leia mais

Ficha de Trabalho de Química 11º ano

Ficha de Trabalho de Química 11º ano 1. Escreve as fórmulas químicas das seguintes espécies/substâncias: (A) Ácido sulfúrico (B) Ácido carbónico (C) Hidróxido de magnésio (D) Ião hidrogenossulfato (E) Ião mono-hidrogenofosfato (F) Ião amónio

Leia mais