NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Escola de Agronomia Departamento de Engenharia Agrícola NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO Vital Pedro da Silva Paz Francisco A. C. Pereira Aureo Silva de Oliveira

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE AGRONOMIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA ASPERSÃO CONVENCIONAL - Projeto e Dimensionamento - AGR 182 Irrigação e Drenagem Prof. Vital Pedro da Silva Paz

3 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO Projeto INFORMAÇÕES GERAIS Cultura: xxxxxxxx Profundidade do sistema radicular: 40 cm Altura média m da cultura: 2,0 m Evapotranspiração máxima: 4,5 mm/dia Disponibilidade de água no solo: 50% Solo: Capacidade de campo: Ucc = 32% Ponto de murcha permanente: Upm = 17% Densidade global: dg = 1,2 g/cm 3 Velocidade de infiltração básica: b VIB = 10 mm/h

4 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto Área: Dimensões: 400m x 540m (21,6 ha) Declividade: 4% 540m 4% 400m Rio

5 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto INFORMAÇÕES TÉCNICAST Aspersor Critério rio de escolha: Ia VIB (Catálogo dos fabricantes) Aspersor: : Tipo, modelo Diâmetros dos bocais: (mm x mm) Pressão de serviço: Ps = 3,5 kgf/cm 2 = 35 m.c.a. Vazão do aspersor: q a = 3,93 m 3 /h Espaçamento: amento: E = 18m x 24m Intensidade de aplicação: IA = 9,10 mm/h Tubulação Aço zincado: : C = 120 PVC: C = 140 Disposição do sistema no campo Critério: rio: facilidade operacional, declividade do terreno (sempre que possível, linhas laterais em nível, n custos,...)

6 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto Disposição do sistema em campo 270m 4% 400m MB

7 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 1. Lâmina de irrigação Disponibilidade total de água DTA = ( θ θ )Z CC PM DTA = (0,32 0,17)x1,2x40 = 7,2cm = 72mm Disponibilidade real de água DRA = f DTA DRA = 0,50x72 = 36mm

8 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto Lâmina bruta de irrigação Considerando uma eficiência de irrigação de 80% (mínimo de 75% para sistemas de irrigação por aspersão), visto que em sistemas pressurizados ocorrem perdas na condução e distribuição da água; os efeitos de temperatura e vento podem ser significativos no arrastamento e deriva da água aspergida pelos aspersores DRA 36,0 Lb = = = 45mm Ef 0,80

9 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 2. Turno de rega (ou intervalo entre irrigações) A reposição de água à cultura, via irrigação, deve ocorrer toda vez que for consumido 50% da disponi- bilidade total de água no solo (DRA = 36,0mm), sabendo-se se que a cultura a ser explora demanda ou necessita de 4,5mm/dia (ETm( ETm), tem-se portanto: DRA 36,0mm TR = = = 8 ETm 4,5mm/ dia dias

10 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 3. Tempo de irrigação Para assegurar uma reposição uma lâmina líquida de 36,0mm, considerou-se se uma eficiência de irrigação de 80% e com isso Lb = 45mm; A reposição será por meio de aspersores que apresentam IA = 9,1mm/h (< VIB) Assim, Ti Lb 45,0mm = = = 4,95 horas Ia 9,1mm / h 5 horas Se não é considerado tempo de mudança para as tubulações, pressupõe-se a opção de linhas de espera

11 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO Projeto Como dispor em campo?

12 SISTEMA POR ASPERSÃO Projeto nstalação/disposi ão/disposição em campo

13 SISTEMA POR ASPERSÃO Projeto nstalação/disposi ão/disposição em campo

14 SISTEMA POR ASPERSÃO Projeto NEAS

15 SISTEMA POR ASPERSÃO Projeto NEAS nstalação/disposi ão/disposição em campo Uma linha lateral móvel em operação (sem linha de espera) (com linha de espera)

16 SISTEMA POR ASPERSÃO Projeto NEAS nstalação/disposi ão/disposição em campo Duas linhas laterais móveis em operação (sem linha de espera) (com linha de espera)

17 SISTEMA POR ASPERSÃO Projeto NEAS nstalação/disposi ão/disposição em campo Quatro linhas laterais móveis em operação (com ou sem linha de espera)

18 SISTEMA POR ASPERSÃO Projeto NEAS nstalação/disposi ão/disposição em campo RETANGULAR El Ea El Ea 12m x 18m 18m x 24m 24m x 36m Ea x El : 18m x 24m

19 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 4. Posições da linha lateral Na disposição do sistema no campo a opção foi pela localização da linha principal no centro do terreno; com isso as linhas laterais se movimentarão no terreno em ambos os lados, 4.1. Comprimento da linha principal CP = 400 m (comprimento teórico, correspondente ao trecho onde efetivamente ocorrerá linhas laterais) movimentação das

20 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 270m 400m MB

21 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto Posições da linha lateral

22 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto Assim, 4.2. Número N de posições da linha lateral CP 400 N = = = 16, 6 El 24,0 posições A opção de 16 ou 17 posições ficará a cargo do projetista observando os limites e a possibilidade de maior área a ser irrigada; ressalta-se a necessidade de verificar a funcionalidade e operacionalização do sistema com 16 ou 17 posições

23 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 5. Número total de posições da linha lateral Considerando a instalação da linha principal no centro do terreno, para 16 posições em cada lado: N' = 2N = 16 x 2 = 32 posições 6. Comprimento efetivo da linha principal Visto que a irrigação ocorrerá ao longo de 16 posições, em cada lado da linha principal, a posição da linha lateral na extremidade do terreno poderá se considerado igual a metade do espaçamento entre linhas; como 16 posições tem-se, portanto, 15 trecho de 24m: CP = 15x24 = 360 m NEAS

24 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 7. Número N de posições a serem irrigadas por dia A reposição de água deverá ocorrer a cada 8 dias (TR = 8 dias) Tratando-se de sistemas de irrigação por aspersão convencional, em que as tubulações se movimentam ao longo do terreno, com um total de 32 posições da linha lateral, toda a área deverá ser irrigada no máximo m em 8 dias.

25 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 7. Número N de posições a serem irrigadas por dia É preferível, sempre que possível, que a irrigação seja completada em TR-1 1 dias (Período de Irrigação), reservando um dia para reparos e manutenção do sistema, além m de folga semanal; porém, é viável vel realizar a irrigação em um período igual ao turno de rega Assim, fazendo PI = TR, tem-se: NP N 32 posições = = = 4 pos PI 8 dias / dia

26 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 8. Número N de posições que cada lateral deve irrigar por dia, considerando a jornada de trabalho na propriedade Tratando-se de irrigação, é normal considerar uma jornada de trabalho (JT) superior a 12h/dia, porém, inferior a 20h (caso da irrigação por aspersão convencional) Considerando JT = 12h/dia e sabendo-se se que o tempo de irrigação (Ti) necessário para repor a lâmina de água à cultura é de 5 h/posição, tem- se: N pl = JT Ti = 12 h / dia 5 h / pos / dia = 2,4 pos / lat / dia 2 pos/lat/dia

27 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto Ajustando: Npl Npl = 2 pos/lat lat/dia A jornada de trabalho será de 10 horas/dia efetivas de funcionamento do sistema, restando outras 2 h para mudanças as de posição da lateral, se este for o caso, ou para reparos e manutenção do sistema. 9. Número N de laterais necessárias Para irrigar toda a área em 8 dias (PI = TR), 4 posições devem ser irrigadas por dia, totalizando 32 posições; com a jornada de trabalho estabelecida, cada lateral funcionará em 2 posições por dia. Assim, NL = NP N PL = 2 4 pos / dia pos / lat / dia = 2 laterais

28 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - Projeto 10. Vazão total necessária (vazão de projeto) Qn = PI A x x Tf Lb x 3600 Qn vazão necessária; l/s A área total a ser irrigada; m2 Lb lâmina bruta de irrigação; mm PI período de irrigação; dias Tf tempo de funcionamento do sistema, por dia; h Qn = x 45,0 3 = 33,75 l / s = 121,5 m 8 x 10 x 3600 / h

29 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico 1. Linha lateral Dimensionamento hidráulico de linhas laterais de irrigação por aspersão (tubulações de múltiplas saídas)

30 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico 1. Linha lateral 1.1. Comprimento da linha lateral De acordo com a disposição do sistema na área, o comprimento teórico da linha lateral será: LL = 270 m 1.2. Espaçamento dos aspersores na linha lateral Com a escolha do aspersor, tem-se que o espaçamento entre aspersores na linha será: Ea = 18 m

31 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico 1. Linha lateral 1.3. Número de aspersores na linha lateral Para um comprimento de 270 m e aspersores espaçados de 18 m, tem-se: LL 270 Na = = = 15 aspersores El

32 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico 1. Linha lateral 1.4. Comprimento efetivo da linha lateral Com a linha principal no centro do área, o primeiro aspersor deverá funcionar à metade do espaçamento (Ea/2 = 9m), complementando a aplicação em ambos os lados da área dividida Ea/2 Ea

33 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico 1. Linha lateral 1.4. Comprimento efetivo da linha lateral Assim, Ea 18 Ll ' = = ( Na 1) Ea + = ( 15 1) 18 + m Comercialmente, como as tubulações têm comprimento padrão de 6m, serão adquiridos 44 tubos, totalizando 264 m de tubulação; entende-se que hidraulicamente o funcionamento se dá em 261m, comprimento considerado para efeito de dimensionamento.

34 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico 1. Linha lateral 1.5. Número de saídas Hidraulicamente verifica-se que uma linha lateral de irrigação por aspersão constitui uma tubulação com múltiplas saídas (aspersores), correspondente ao número de aspersores em funcionamento; portanto: N = Na = 15

35 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico 1. Linha lateral 1.6. Vazão da linha lateral Sendo uma tubulação de múltiplas saídas, a vazão da linha lateral corresponde a vazão de todos os aspersores em funcionamento; Portanto: QLL = Na x q a QLL = 15 x 3,92 m 3 /h = 58,98 m 3 /h

36 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico REVISÃO DE HIDRÁULICA - 1 Equação de Hazen-Willians (perda de carga ao longo de uma tubulação sob pressão) 1,852 hf = 87 Q 10,645 C 1 4, D L Tratando-se de uma tubulação com múltiplas saídas, cuja vazão decresce com o comprimento, a perda de carga deve ser ajustada por um fator de correção apresentado por Christiansen (F), tabelado, ou estimado a partir das seguintes expressões:

37 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico REVISÃO DE HIDRÁULICA - 1 F = 1 m N + m 1 6 N 2 Sendo: m expoente da velocidade ou da vazão na equação de perda de carga; N número de saídas (no caso, correspondente ao número de aspersores) Q = 10,645 C 1,852 hf 4, 87 D 1 L F

38 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico REVISÃO DE HIDRÁULICA - 2 Critério para Dimensionamento de Linhas Laterais Deve-se permitir no máximo uma variação de vazão de 10% entre os aspersores extremos na lateral. Assumindo que todos os aspersores são iguais (teoricamente todos apresentam a mesma área da secção transversal do bocal e o mesmo coeficiente de descarga), cuja vazão é função da pressão, para uma variação de vazão de 10%, a pressão pode variar de aproximadamente 20%, como demonstrado a seguir. A variação de 10% da vazão assegura uma regularidade e uniformidade aceitável ao longo do comprimento L, sem maiores efeitos na distribuição da água para a cultura.

39 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico REVISÃO DE HIDRÁULICA - 2 Critério para Dimensionamento de Linhas Laterais ΔQ = 10% ΔP 20% 1 2 Linha principal Linha lateral

40 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico REVISÃO DE HIDRÁULICA - 2 Critério para Dimensionamento de Linhas Laterais ΔQ = 10% ΔP 20% Se a vazão varia com a pressão e sendo o aspersor 1 localizado no início da LL e o aspersor 2 localizado na extremidade da linha: q 2 i = Cd A g H i q i = k H i q 1 = k H 1 q 2 = k H 2 Para uma vazão unitária do aspersor da extremidade (q 2 = 1), o aspersor do início da linha lateral deve ter vazão 10% superior (q 1 = 1,10), ou seja, q 1 = 1,10 q 2

41 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico REVISÃO DE HIDRÁULICA - 2 Critério para Dimensionamento de Linhas Laterais ΔQ = 10% ΔP 20% Sendo assim: k H 1,1 H H = 1 1,1 qq H 2 q 1 = q2 k H 2 2 H 2 H 1 = = (,1) = 1, 21 H Resulta, portanto, que: H1 = 1,21 H2

42 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico REVISÃO DE HIDRÁULICA - 2 Critério para Dimensionamento de Linhas Laterais ΔQ = 10% ΔP 20% Para assegurar uma variação de vazão de 10% entre os aspersores extremos da LL, e portanto, ao longo de toda a tubulação, a variação de pressão permitida é 21%. A variação de pressão é expressa em relação a pressão de serviço do aspersor.

43 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico REVISÃO DE HIDRÁULICA - 2 Critério para Dimensionamento de Linhas Laterais ΔQ = 10% ΔP 20% Hidraulicamente, variação de pressão em uma tubulação de condução de água é sinônimo de perda de carga (hf); Assim, a máxima perda de carga permitida na Linha Lateral de aspersores será de 20% (hfmax = 0,20 Ps)

44 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NA L. LATERAL Como foi demonstrado anteriormente, sendo uma tubulação com múltiplas saídas, a pressão ao longo do comprimento L, deve variar no limite de 20% da pressão de serviço do arpersor, de forma que a vazão não varie mais que 10%. A linha lateral pode estar disposta na superfície do terreno em três situações: em nível, em aclive e em declive.. A perda de carga corresponde a diferença de pressão entre o início e o final da linha lateral (aspersores extremos);. NEAS

45 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NA L. LATERAL A distribuição de pressões obedece ao que está representado na figura abaixo, para linhas em nível, aclive ou declive. ¾ da perda de carga ocorre a cerca de 40% do comprimento total da tubulação. A pressão de serviço (ou aspersor) está localizada a aproximadamente 0,4 L.

46 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NA L. LATERAL Pin ¾hf hf Ps Pf 1/4 hf 0,4 L L

47 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NA L. LATERAL a) Linha lateral em nível hf = 0, 20 P s 3 Pin = Ps + hf + 4 Aa 1 Pf = Ps hf + 4 Aa

48 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NA L. LATERAL a) Linha lateral em aclive 0,20 P s = hf + ΔZ 3 1 Pin = Ps + hf + ΔZ Pf = Ps hf ΔZ Aa Aa 0,4L Ps ½ ΔZ ΔZ

49 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NA L. LATERAL a) Linha lateral em declive 0,20 P s = hf ΔZ 0,4L 3 1 Pin = Ps + hf ΔZ Aa ΔZ Ps 1 1 Pf = Ps hf + ΔZ Aa ½ ΔZ

50 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico RETORNANDO Perda de carga na linha lateral Como a linha lateral está em nível (verificar a área do projeto), tem-se hf = 0,20 Ps hf = 020 x 35,0 = 7,0 m.c.a

51 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico RETORNANDO Diâmetro da linha lateral Ql = 58,95 m 3 /h = 0, m 3 /s L = 261 m F = 0,385 C = 120 hf = 7,0 m.c.a F 0, = 10, , , D, 87 D = 0,0952m = 95,2mm Dc = 100mm 261 ( 0,385) Q = 10,645 C 1,852 hf 4, 87 1 = + m N D L N 2 F m 1

52 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico RETORNANDO Diâmetro da linha lateral (Diâmetro comercial Dc = 100mm) Perda de carga corrigida 1,852 0, hf = 10, ( 0,385) hf = 5,51m 4, ,1 Pressão no início e no final da linha lateral 3 Pin = 35,0 + 5,51 + 2,0 = 41, 13m 4 1 Pf = 35,0 5,51 + 2,0 = 38, 37m 4 NEAS

53 ASPERSÃO - Dimensionamento Hidráulico 2. Linha Principal Em construção...

NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO

NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Centro de Ciências Agrárias, Biológicas e Ambientais NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO Vital Pedro da Silva Paz vpspaz@ufba.br Francisco A. C. Pereira pereiras@ufba.br

Leia mais

Dimensionar um projeto de irrigação por aspersão para as seguintes condições:

Dimensionar um projeto de irrigação por aspersão para as seguintes condições: Departamento de Engenharia Rural - ESALQ/USP LER 1571 Irrigação Prof. Marcos V. Folegatti Projeto de um sistema de irrigação por ASPERSÃO Dimensionar um projeto de irrigação por aspersão para as seguintes

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias Mestradoe Doutorado

Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias Mestradoe Doutorado UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas NEAS - Núcleo de Engenharia de Água e Solo Campus Universitário de Cruz das Almas, Bahia Programa de Pós-Graduação

Leia mais

HISTÓRIA DA IRRIGAÇÃO PAISAGÍSTICA

HISTÓRIA DA IRRIGAÇÃO PAISAGÍSTICA HISTÓRIA DA IRRIGAÇÃO PAISAGÍSTICA Assírios: mestres da irrigação e drenagem Invenção do aspersor de impacto Divisão da irrigação de acordo com os métodos e aplicação Califórnia -EUA, em 1926. Final dos

Leia mais

Avaliação de uniformidade de aplicação de água de um sistema de irrigação por aspersão convencional no setor de olericultura do IFMG, campus-bambuí

Avaliação de uniformidade de aplicação de água de um sistema de irrigação por aspersão convencional no setor de olericultura do IFMG, campus-bambuí Avaliação de uniformidade de aplicação de água de um sistema de irrigação por aspersão convencional no setor de olericultura do IFMG, campus-bambuí Marco Antônio Pereira LOPES 1 ; Everton Geraldo de MORAIS

Leia mais

Fenômenos de Transporte I Lista de Exercícios Conservação de Massa e Energia

Fenômenos de Transporte I Lista de Exercícios Conservação de Massa e Energia Fenômenos de Transporte I Lista de Exercícios Conservação de Massa e Energia Exercícios Teóricos Formulário: Equação de Conservação: Acúmulo = Entrada - Saída + Geração - Perdas Vazão Volumétrica: Q v.

Leia mais

1.3.1 Princípios Gerais.

1.3.1 Princípios Gerais. 1.3 HIDRODINÂMICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL 1.3.1 Princípios Gerais. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 1 - NOÇÕES DE HIDRÁULICA

Leia mais

6. Conceito e dimensionamento do tronco em uma residência

6. Conceito e dimensionamento do tronco em uma residência AULA 7 6. Conceito e dimensionamento do tronco em uma residência Vamos pegar como primeiro exemplo uma residência térrea abastecida por um único reservatório superior. Esse reservatório vai atender um

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL CARNEIRO HIDRÁULICO Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista I - INTRODUÇÃO O carneiro hidráulico, também

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 11 Equação da Continuidade para Regime Permanente. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 11 Equação da Continuidade para Regime Permanente. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 11 Equação da Continuidade para Regime Permanente Tópicos Abordados Nesta Aula Equação da Continuidade para Regime Permanente. Regime Permanente Para que um escoamento seja permanente, é necessário

Leia mais

EFICIÊNCIA DA IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO DE BAIXA PRESSÃO COM USO DE DUAS METODOLOGIAS

EFICIÊNCIA DA IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO DE BAIXA PRESSÃO COM USO DE DUAS METODOLOGIAS EFICIÊNCIA DA IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO DE BAIXA PRESSÃO COM USO DE DUAS METODOLOGIAS S. Silva 1 ; M. A. L. Santos 1 ; A. E. Q. Rocha 1 ; P. L. V. S. Sarmento 1 ; L. A. Sá 1 ; I. Teodoro 2 RESUMO: Este trabalho

Leia mais

Hidráulica Geral (ESA024A)

Hidráulica Geral (ESA024A) Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Hidráulica Geral (ESA04A) º semestre 011 Terças de 10 às 1 h Quintas de 08 às 10h Análise dos Sistemas de Recalque Objetivos -Analisar as condições de funcionamento

Leia mais

MANEJO DA VENTILAÇÃO PARA FRANGOS

MANEJO DA VENTILAÇÃO PARA FRANGOS Universidade Federal do Pampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Avicultura I MANEJO DA VENTILAÇÃO PARA FRANGOS Profa. Lilian Kratz Semestre 2016/1 Conceitos importantes Ventilação mínima

Leia mais

VÁLVULAS DE ALÍVIO E VENTOSAS. Existem algumas formas de se limitar o golpe. Dentre elas, o uso de válvula

VÁLVULAS DE ALÍVIO E VENTOSAS. Existem algumas formas de se limitar o golpe. Dentre elas, o uso de válvula UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁULICA APLICADA AD 0195 Prof.: Raimundo Nonato Távora Costa VÁLVULAS DE ALÍVIO E VENTOSAS de alívio. Existem algumas formas de se limitar

Leia mais

Sistema de Abastecimento de Água 1 CAPÍTULO 5 REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

Sistema de Abastecimento de Água 1 CAPÍTULO 5 REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Sistema de Abastecimento de Água 1 CAPÍTUO 5 REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Sistema de Abastecimento de Água 2 1. Considerações Gerais A rede de distribuição de água é constituída por um conjunto de condutos

Leia mais

Figura 1: Ilustrações dos quatro métodos de irrigação.

Figura 1: Ilustrações dos quatro métodos de irrigação. 10 Capítulo 2: Métodos de irrigação, sistemas e suas partes Métodos de irrigação Existe uma confusão sobre a diferença entre as definições de método de irrigação e sistema de irrigação. Vamos usar o dicionário

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO - FESP LABORATÓRIO DE FENÔMENOS DE TRANSPORTE - BT1 CENTRO TECNOLÓGICO DE HIDRÁULICA - CTH

FACULDADE DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO - FESP LABORATÓRIO DE FENÔMENOS DE TRANSPORTE - BT1 CENTRO TECNOLÓGICO DE HIDRÁULICA - CTH FACULDADE DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO - FESP LABORATÓRIO DE FENÔMENOS DE TRANSPORTE - BT CENTRO TECNOLÓGICO DE HIDRÁULICA - CTH APOSTILA DO EXPERIMENTO - MEDIDOR VENTURI Esta apostila contém o roteiro da

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA PERDA DE CARGA EM TUBO DE PVC E COMPARAÇÃO NAS EQUAÇÕES EMPÍRICAS

DETERMINAÇÃO DA PERDA DE CARGA EM TUBO DE PVC E COMPARAÇÃO NAS EQUAÇÕES EMPÍRICAS DETERMINAÇÃO DA PERDA DE CARGA EM TUBO DE PVC E COMPARAÇÃO NAS EQUAÇÕES EMPÍRICAS CAVALCANTI, R.A. 1 ; CRUZ, O.C. 2 ; BARRETO A.C. 2 1 Graduando do Curso Superior de Tecnologia em Irrigação e Drenagem,

Leia mais

9 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO CONVENCIONAL

9 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO CONVENCIONAL 9 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO CONVENCIONAL 9.1 TIPOS DE SISTEMAS FIXOS PERMANENTES FIXOS TEMPORÁRIOS SEMIFÍXOS PORTÁTEIS 9.2 VANTAGENS, LIMITAÇÕES E PESRPECTIVAS VANTAGENS Dispensa sistematização ou uniformização

Leia mais

UNIFORMIDADE DE APLICAÇÃO DE ÁGUA DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO CONVENCIONAL NO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO CALÇADO - ES

UNIFORMIDADE DE APLICAÇÃO DE ÁGUA DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO CONVENCIONAL NO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO CALÇADO - ES UNIFORMIDADE DE APLICAÇÃO DE ÁGUA DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO CONVENCIONAL NO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO CALÇADO - ES Camila Aparecida da Silva Martins 1, Michelle Machado Rigo 1, Maria José

Leia mais

AULA A 1 INTRODUÇÃ INTR O ODUÇÃ E PERDA D A DE CARGA Profa Pr. C e C cília cília de de Castr o Castr o Bolina.

AULA A 1 INTRODUÇÃ INTR O ODUÇÃ E PERDA D A DE CARGA Profa Pr. C e C cília cília de de Castr o Castr o Bolina. AULA 1 INTRODUÇÃO E PERDA DE CARGA Profa. Cecília de Castro Bolina. Introdução Hidráulica É uma palavra que vem do grego e é a união de hydra = água, e aulos = condução/tubo é, portanto, uma parte da física

Leia mais

MEDIDAS DE VAZÃO ATRAVÉS DE VERTEDORES

MEDIDAS DE VAZÃO ATRAVÉS DE VERTEDORES MEDIDAS DE VAZÃO ATRAVÉS DE VERTEDORES 1. OBJETIVO Familiarização com o uso de vertedores como medidores de vazão. Medir a vazão de canais com vertedores de soleira delgada triangulares e retangulares,

Leia mais

Engenharia Econômica

Engenharia Econômica UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO ACADÊMICO DO AGRESTE NÚCLEO DE TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL Engenharia Econômica Aula I Professora Jocilene Otilia da Costa, Dra Conteúdo Juros Simples Juros

Leia mais

TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários

TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 17 Instalações de Esgoto Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de esgotamento sanitário Objetivo

Leia mais

25% PLANO DIRETOR DE COMBATE ÀS PERDAS DE ÁGUA NOS MUNICÍPIOS INTRODUÇÃO PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA

25% PLANO DIRETOR DE COMBATE ÀS PERDAS DE ÁGUA NOS MUNICÍPIOS INTRODUÇÃO PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA INTRODUÇÃO PLANO DIRETOR DE COMBATE ÀS PERDAS DE ÁGUA NOS MUNICÍPIOS PERDAS DE ÁGUA PERDAS DE ÁGUA Volume de entrada no setor Consumo autorizado Perda de água Consumo autorizado faturado Consumo autorizado

Leia mais

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB DITEC Reforma das instalações Código do Projeto: 1564-12 Pág. 2 Índice Sumário 1. Memorial Descritivo

Leia mais

Objetivos da segunda aula da unidade 6. Introduzir a classificação da perda de carga em uma instalação hidráulica.

Objetivos da segunda aula da unidade 6. Introduzir a classificação da perda de carga em uma instalação hidráulica. 370 Unidade 6 - Cálculo de Perda de Carga Objetivos da segunda aula da unidade 6 Introduzir a classificação da perda de carga em uma instalação hidráulica. Caracterizar as condições para ocorrer à perda

Leia mais

1º exemplo : Um exemplo prático para a determinação da vazão em cursos d'água

1º exemplo : Um exemplo prático para a determinação da vazão em cursos d'água 185 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos A partir deste ponto, procuramos mostrar através de 2 exemplos práticos a interligação da nossa disciplina com disciplinas profissionalizantes da Engenharia, além

Leia mais

Sexta aula de mecânica dos fluidos para engenharia química (ME5330) 23/03/2010

Sexta aula de mecânica dos fluidos para engenharia química (ME5330) 23/03/2010 Sexta aula de mecânica dos fluidos para engenharia química (ME5330) 23/03/2010 PLANEJAMENTO DA SEXTA AULA Ver quem fez Ver quem acertou Tirar as dúvidas Determinação da CCI pelo inversor de frequência

Leia mais

Carneiro Hidráulico de PVC - Comercial

Carneiro Hidráulico de PVC - Comercial Carneiro Hidráulico de PVC - Comercial Centro Federal de Ensino Tecnológico de Uberaba Av. Edilson Lamartine Mendes, 300 B. São Benedito Cep. : 38045-000 Uberaba MG www.cefetuberaba.edu.br Uberaba - 2004

Leia mais

1) Determine o peso de um reservatório de óleo que possui uma massa de 825 kg.

1) Determine o peso de um reservatório de óleo que possui uma massa de 825 kg. PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO ESCOLA DE ENGENHARIA Disciplina: Fenômenos de Transporte Professor: M. Sc. Felipe Corrêa Veloso dos Santos Lista de exercício pré-avaliação

Leia mais

Irrigação: Gotejamento x Aspersão Eficiência do Uso da Água

Irrigação: Gotejamento x Aspersão Eficiência do Uso da Água TECNOLOGIAS DE IRRIGAÇÃO PARA SITUAÇÃO DE ESCASSEZ DE RECURSOS HÍDRICOS Irrigação: Gotejamento x Aspersão Eficiência do Uso da Água 17/10/14 Palestra 30 minutos Prof. Dr. Rubens Duarte Coelho Departamento

Leia mais

MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS SP

MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS SP MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS SP PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO (Medições de Vazões) AGOSTO/2012 3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 05 2. ATIVIDADES REALIZADAS... 13 2.1. Medições de vazão nos poços do sistema de

Leia mais

05. COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA

05. COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA 05. COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA 5.1 COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA AGÊNCIAS Agências sem recuo em relação à calçada 1 2 3 4 Elementos de comunicação visual As fachadas das agências dos Correios, sem recuo em

Leia mais

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE - Dimensionamento

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE - Dimensionamento INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE - Dimensionamento Sistemas prediais de água quente Sistemas prediais de água quente As tubulações da rede de distribuição de água quente devem ser dimensionadas como

Leia mais

Curso de Manejo de Águas Pluviais Capitulo 6- Vazão excedente Engenheiro Plínio Tomaz pliniotomaz@uol.com.br 5de agosto de 2010

Curso de Manejo de Águas Pluviais Capitulo 6- Vazão excedente Engenheiro Plínio Tomaz pliniotomaz@uol.com.br 5de agosto de 2010 Capítulo 6- Vazão excedente 6.1 Introdução As enchentes causam um grande problema em áreas urbanas conforme se pode ver na Figura (6.1). As obras de boca de lobo e galerias são chamadas de obras de microdrenagem.

Leia mais

Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos

Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos METODOLOGIA DE MONITORAMENTO DA Seleção dos pontos de monitoramento (localização dos provadores) Histórico de agressividade do fluido; Histórico

Leia mais

Sistemas de filtragem para irrigação. Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP

Sistemas de filtragem para irrigação. Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP Sistemas de filtragem para irrigação Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP III SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA Bebedouro, 21 de setembro de 2005 Objetivos Discutir a aplicação

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS FENÔMENOS DE TRANSPORTE - ESTÁTICA DOS FLUIDOS -

LISTA DE EXERCÍCIOS FENÔMENOS DE TRANSPORTE - ESTÁTICA DOS FLUIDOS - LISTA DE EXERCÍCIOS FENÔMENOS DE TRANSPORTE - ESTÁTICA DOS FLUIDOS - 1) Um reservatório de água possui formato cilíndrico com altura de 20m e diâmetro de 5m. Qual a pressão efetiva no fundo do reservatório

Leia mais

ESCOAMENTO SUPERFICIAL

ESCOAMENTO SUPERFICIAL ESCOAMENTO SUPERFICIAL Considerações Escoamento superficial pode ser compreendido, como o movimento das águas na superfície da terra em deslocamento, em função do efeito da gravidade. Esse escoamento é

Leia mais

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HIDRÁULICA E VAZÃO NA UNIDADE OPERACIONAL DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA 1 RESUMO

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HIDRÁULICA E VAZÃO NA UNIDADE OPERACIONAL DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA 1 RESUMO 481 ISSN 1808-3765 ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HIDRÁULICA E VAZÃO NA UNIDADE OPERACIONAL DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA Francisco F. N. Marcussi 1 ; João C. C. Saad 2 ; Saulo A. de Souza 1

Leia mais

Com relação aos projetos de instalações hidrossanitárias, julgue o item a seguir.

Com relação aos projetos de instalações hidrossanitárias, julgue o item a seguir. 57.(CREA-RJ/CONSULPLAN/0) Uma bomba centrífuga de 0HP, vazão de 40L/s e 30m de altura manométrica está funcionando com 750rpm. Ao ser alterada, a velocidade para 450 rpm, a nova vazão será de: A) 35,5L/s

Leia mais

Variação na Curva do Sistema

Variação na Curva do Sistema Variação na Curva do Sistema Envelhecimento da Tubulação Variação dos níveis de Sucção e Recalque ou variação de Hg MOTIVAÇÕES: Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF Associação de Bombas Inexistência

Leia mais

Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira

Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Nov/2012 Para que serve? Definir as quantidades de cada matéria prima necessária para

Leia mais

I TORNEIO DE INTEGRAÇÃO CIENTÍFICA TIC

I TORNEIO DE INTEGRAÇÃO CIENTÍFICA TIC I TORNEIO DE INTEGRAÇÃO CIENTÍFICA TIC EDITAL DO DESAFIO ÁREA: RECURSOS HÍDRICOS TEMA: BOMBEAMENTO ALTERNATIVO DE ÁGUA Maceió 2012 1- Introdução Diante da preocupação atual com a preservação do meio ambiente,

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD SUMÁRIO 1. SISTEMA DE DETECÇÃO OVERHEAD... 2 2. PROCEDIMENTO DE TESTE DE SISTEMA DE DETECÇÃO OVERHEAD PARA O SISTEMA SCOOT... 3 3. DOCUMENTAÇÃO...

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA 26. Considere o desenho abaixo: Dentre as vista apresentadas a seguir, qual representa corretamente a elevação (vista frontal)? a) b) c) d) e)

Leia mais

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS 27 PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS PROJETO GEOMÉTRICO DE VIAS 4 SEÇÃO TRANSVERSAL 4.1 ELEMENTOS BÁSICOS DIMENSÕES Perpendicularmente ao eixo, a estrada pode ser constiutída pelos seguintes elementos:

Leia mais

RESPOSTA: C. a) só a I. b) só a II. c) só a III. d) mais de uma. e) N.d.a. RESPOSTA: C

RESPOSTA: C. a) só a I. b) só a II. c) só a III. d) mais de uma. e) N.d.a. RESPOSTA: C 1. (ITA - 1969) Usando L para comprimento, T para tempo e M para massa, as dimensões de energia e quantidade de movimento linear correspondem a: Energia Quantidade de Movimento a) M L T -1... M 2 L T -2

Leia mais

DISTRIBUIÇÕES DE VENTOS EXTREMOS. Função Densidade de Probabilidade para Ventos Extremos Tipo I (Gumbel) exp

DISTRIBUIÇÕES DE VENTOS EXTREMOS. Função Densidade de Probabilidade para Ventos Extremos Tipo I (Gumbel) exp II. DISTRIBUIÇÕES DE VENTOS EXTREMOS A seguir, são apresentadas as distribuições de probabilidade utilizadas no desenvolvimento dos mapas de ventos extremos para o Rio Grande do Sul, conforme descrito

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO. O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos.

MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO. O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos. MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos. ÍNDICE O QUE É ABRIGO MODELO? VANTAGENS DO NOVO ABRIGO COMO INSTALAR POSIÇÕES POSSÍVEIS PARA INSTALAÇÃO MATERIAIS

Leia mais

Norma Técnica Interna SABESP NTS 023

Norma Técnica Interna SABESP NTS 023 Norma Técnica Interna SABESP NTS 023 RESERVATÓRIOS Elaboração de Projetos Procedimento São Paulo Maio - 1999 NTS 023 : 1999 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1 RECOMENDAÇÕES DE PROJETO...1 2 DIMENSIONAMENTO

Leia mais

OFICINA CULTURAL GLAUCO PINTO DE MORAIS

OFICINA CULTURAL GLAUCO PINTO DE MORAIS SECRETARIA DA CULTURA PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO DE CÁLCULO ESTRUTURAL OFICINA CULTURAL GLAUCO PINTO DE MORAIS BAURU / SP SETEMBRO/2013 SUMÁRIO 1. PROJETO ESTRUTURAL... 2 1.1. Reforço estrutural...

Leia mais

Bombas & Instalações de Bombeamento

Bombas & Instalações de Bombeamento 1. Definições 2. Grandezas envolvidas no cálculo das bombas 3. Cálculos da altura manométrica e potência de acionamento das bombas 4. Curvas 5. Cavitação 6. Arranjo de bombas Definições : as máquinas hidráulicas

Leia mais

f (x) = a n x n + a n - 1 x n - 1 +... + a 0 = 0 (a n > 0)

f (x) = a n x n + a n - 1 x n - 1 +... + a 0 = 0 (a n > 0) Lista de Exercícios Resolução de Equações Não Lineares 1) Para a delimitação das raízes reais de uma equação polinomial, além do teorema de Lagrange, existem vários outros como, por exemplo, o apresentado

Leia mais

GOLPE DE ARÍETE TRANSIENTE HIDRÁULICO

GOLPE DE ARÍETE TRANSIENTE HIDRÁULICO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁULICA APLICADA AD 0195 Prof.: Raimundo Nonato Távora Costa GOLPE DE ARÍETE TRANSIENTE HIDRÁULICO 01. INTRODUÇÃO: Sempre que uma coluna

Leia mais

Neste tipo de medidor o elemento sensível é um fole que pode ser interno ou externo.

Neste tipo de medidor o elemento sensível é um fole que pode ser interno ou externo. O Manómetro de Fole é um medidor de pressão em que a medição se faz por equilíbrio da força produzida numa área conhecida com a tensão actuante num meio elástico. Neste tipo de medidor o elemento sensível

Leia mais

Definição: representação matemática computacional da distribuição de um fenômeno espacial que ocorre dentro de uma região da superfície terrestre.

Definição: representação matemática computacional da distribuição de um fenômeno espacial que ocorre dentro de uma região da superfície terrestre. MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO Modelagem Digital de Elevação Definição: UmModeloDigitaldeElevação (MDE) é uma UmModeloDigitaldeElevação (MDE) é uma representação matemática computacional da distribuição de

Leia mais

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS FOLHA DE CAPA TÍTULO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA TUBOS DE COBRE RÍGIDOS E FLEXÍVEIS NÚMERO ORIGINAL NÚMERO COMPAGAS FOLHA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS ET-65-200-CPG-039 1 / 7 ESTA FOLHA DE CONTROLE INDICA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENERGIA E FENÔMENOS DE TRANSPORTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENERGIA E FENÔMENOS DE TRANSPORTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENERGIA E FENÔMENOS DE TRANSPORTE UTILIZAÇÃO DE UM SENSOR BASEADO EM TUBO DE PITOT PARA MEDIR ESCOAMENTOS

Leia mais

1. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIOS

1. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIOS 1. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIOS 1.1 - CONCEPÇÃO DO PROJETO: O projeto constará de plantas, detalhes, memória de cálculo e especificações, que sejam necessárias para que haja o perfeito entendimento. 1.

Leia mais

Professor: José Junio Lopes

Professor: José Junio Lopes Aula 2 - Tensão/Tensão Normal e de Cisalhamento Média; Tensões Admissíveis. A - Tensão Normal Média 1. Exemplo 1.17 - A luminária de 80 kg é sustentada por duas hastes, AB e BC, como mostra a Figura 1.17a.

Leia mais

Sistema elétrico. Geração Transmissão Transformação

Sistema elétrico. Geração Transmissão Transformação Sistema elétrico O sistema elétrico está formado pelo conjunto de estruturas e obras civis responsáveis por enviar energia elétrica aos consumidores O sistema elétrico está dividido em 3 partes principais

Leia mais

PLANILHA DE ESPECIFICAÇÃO

PLANILHA DE ESPECIFICAÇÃO 1.1 AGITADOR MAGNÉTICO, MULTIPOSIÇÕES, COM AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS: POSIÇÕES DE AGITAÇÃO: 05. FAIXA DE VELOCIDADE: RANGE DE 50-1200 RPM QUANTIDADE MÁXIMA DE AGITAÇÃO POR POSIÇÃO: 0,5 LITROS. DISTÂNCIA

Leia mais

SISTEMA ST. Escamoteável de 13 cm, serviço superior, arco ajustável, êmbolo de aço inoxidável, roscas de entrada BSP e 6 bocais

SISTEMA ST. Escamoteável de 13 cm, serviço superior, arco ajustável, êmbolo de aço inoxidável, roscas de entrada BSP e 6 bocais SISTEMA ST Aplicação: Campos esportivos de grama sintética Raio: 31,4 a 50,3 m Vazão: 16,9 a 74,2 m 3 /hr; 282,0 a 1.237 l/min 1½" BSP, 1½" ACME & 2" BSP CARACTERÍSTICAS Modelos - ST-90: Tampa roscável

Leia mais

Circuito integrado Temporizador 555. Circuito Integrado Temporizador (Timer) 555

Circuito integrado Temporizador 555. Circuito Integrado Temporizador (Timer) 555 Circuito Integrado Temporizador (Timer) 555 Apesar de não se tratar de um componente digital, faremos agora um estudo do Timer 555. Este circuito Integrado é largamente utilizado como base de marcação

Leia mais

Aula 6 Propagação de erros

Aula 6 Propagação de erros Aula 6 Propagação de erros Conteúdo da aula: Como estimar incertezas de uma medida indireta Como realizar propagação de erros? Exemplo: medimos A e B e suas incertezas. Com calcular a incerteza de C, se

Leia mais

Dimensionamento de um sistema fotovoltaico. Fontes alternativas de energia - dimensionamento de um sistema fotovoltaico 1

Dimensionamento de um sistema fotovoltaico. Fontes alternativas de energia - dimensionamento de um sistema fotovoltaico 1 Dimensionamento de um sistema fotovoltaico Fontes alternativas de energia - dimensionamento de um sistema fotovoltaico 1 Sistemas fotovoltaicos Geralmente são utilizado em zonas afastadas da rede de distribuição

Leia mais

Questões Gerais de Geometria Plana

Questões Gerais de Geometria Plana Aula n ọ 0 Questões Gerais de Geometria Plana 01. Uma empresa produz tampas circulares de alumínio para tanques cilíndricos a partir de chapas quadradas de metros de lado, conforme a figura. Para 1 tampa

Leia mais

Placa de orifício, modelo FLC-OP Flange de orifício, modelo FLC-FL Câmara anular, modelo FLC-AC

Placa de orifício, modelo FLC-OP Flange de orifício, modelo FLC-FL Câmara anular, modelo FLC-AC Medição de vazão Placa de orifício, modelo FLC-OP Flange de orifício, modelo FLC-FL Câmara anular, modelo FLC-AC WIKA folha de dados FL 10.01 Aplicações Geração de energia Produção de óleo e refino Tratamento

Leia mais

ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS CLIENTE: ÁREA: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA - ELETROTÉCNICA FOLHA: SEP: RLAM: ÍNDICE DE REVISÕES 1 de 18 Emissão original. DESCRIÇÃO

Leia mais

NORMA TÉCNICA 23/2014

NORMA TÉCNICA 23/2014 ESTADO DE GOIÁS CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 23/2014 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos

Leia mais

CONTROLE DE INTERFERÊNCIAS ELÉTRICAS ORIUNDAS DE SISTEMAS FERROVIÁRIO ELETRIFICADO EM ADUTORA LINHA TRONCO EM FERRO FUNDIDO UM CASO PRÁTICO

CONTROLE DE INTERFERÊNCIAS ELÉTRICAS ORIUNDAS DE SISTEMAS FERROVIÁRIO ELETRIFICADO EM ADUTORA LINHA TRONCO EM FERRO FUNDIDO UM CASO PRÁTICO CONTROLE DE INTERFERÊNCIAS ELÉTRICAS ORIUNDAS DE SISTEMAS FERROVIÁRIO ELETRIFICADO EM ADUTORA LINHA TRONCO EM FERRO FUNDIDO UM CASO PRÁTICO Luciano Pereira da Silva Francisco Müller Filho KATÓDICA Projetos

Leia mais

FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ESTACAS DE CONCRETO PARA FUNDAÇÕES - carga de trabalho e comprimento

FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ESTACAS DE CONCRETO PARA FUNDAÇÕES - carga de trabalho e comprimento FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo ESTACAS DE CONCRETO PARA FUNDAÇÕES - carga de trabalho e comprimento Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios ESTACAS PRÉ-MOLDADAS DE CONCRETO NBR 6122/1996

Leia mais

Disciplina de Matemática Professora Valéria Espíndola Lessa. Atividades de Revisão 1º ano do EM 1º bimestre de 2011. Nome: Data:

Disciplina de Matemática Professora Valéria Espíndola Lessa. Atividades de Revisão 1º ano do EM 1º bimestre de 2011. Nome: Data: Disciplina de Matemática Professora Valéria Espíndola Lessa tividades de Revisão 1º ano do EM 1º bimestre de 011. Nome: Data: a) I b) I e II c) II d) III e) II e III. Num curso de espanhol, a distribuição

Leia mais

3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS. 3.1 Sistema Direto

3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS. 3.1 Sistema Direto 3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS 3.1 Sistema Direto No sistema direto, as peças de utilização do edifício estão ligadas diretamente aos elementos que constituem o abastecimento, ou seja, a instalação é a própria

Leia mais

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES REVISÃO 01 SETEMBRO/2011 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Informações operacionais do Terminal Mucuripe - Fortaleza-Ceará ELABORADO PELA Gerência de Comercialização de Serviços de Terminais e Oleodutos Transpetro

Leia mais

Sistemas Geotérmicos no Brasil Desafios e Oportunidades Edison Tito Guimarães Datum 24/02/2016 - Rio de Janeiro

Sistemas Geotérmicos no Brasil Desafios e Oportunidades Edison Tito Guimarães Datum 24/02/2016 - Rio de Janeiro Projeto Demonstrativo para o Gerenciamento Integrado no Setor de Chillers Sistemas Geotérmicos no Brasil Desafios e Oportunidades Edison Tito Guimarães Datum 24/02/2016 - Rio de Janeiro Execução Implementação

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS - PRA FENÔMENOS DE TRANSPORTE

LISTA DE EXERCÍCIOS - PRA FENÔMENOS DE TRANSPORTE LISTA DE EXERCÍCIOS - PRA FENÔMENOS DE TRANSPORTE A - Viscosidade 1. (Exercício 1.1, pág. 11, Brunetti) A viscosidade cinemática ν de um óleo é de 0,028 m 2 /s e o seu peso específico relativo r é de 0,85.

Leia mais

Calibração Pulverizador de Barras

Calibração Pulverizador de Barras Calibração Pulverizador de Barras INÍCIO ANALISAR pulverizador e corrigir Medir a VELOCIDADE do tractor Medir DÉBITO dos BICOS Usar apenas água na calibragem do pulverizador PULVERIZAR Preparar a CALDA

Leia mais

NORMA TÉCNICA 34/2014

NORMA TÉCNICA 34/2014 ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 34/2014 Hidrante Urbano SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5

Leia mais

Principais dificuldades na proteção do solo e da água em unidades de destino final de resíduos sólidos. Eng. Geraldo Antônio Reichert

Principais dificuldades na proteção do solo e da água em unidades de destino final de resíduos sólidos. Eng. Geraldo Antônio Reichert SANEAMENTO E AMBIENTE: ENCONTROS DA ENGENHARIA - 3º Encontro Confinamento de resíduos: técnicas e materiais Principais dificuldades na proteção do solo e da água em unidades de destino final de resíduos

Leia mais

4.1 Esquema de ligação para Baixa Tensão

4.1 Esquema de ligação para Baixa Tensão 15 4 Esquemas elétricos 4.1 Esquema de ligação para Baixa Tensão Os projetos elétricos em baixa tensão devem ser utilizados, conforme esquemas de ligação, onde as ligações são desenvolvidas através de

Leia mais

SOLUÇÕES EM CLIMATIZAÇÃO. Solução para o seu projeto

SOLUÇÕES EM CLIMATIZAÇÃO. Solução para o seu projeto SOLUÇÕES EM CLIMATIZAÇÃO Solução para o seu projeto ASSISTÊNCIA TÉCNICA KOMECO Você tranquilo da instalação à manutenção. PEÇAS ORIGINAIS KOMECO Para prolongar o alto desempenho e a vida útil do seu equipamento,

Leia mais

NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO

NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Centro de Ciências Agrárias, Biológicas e Ambientais NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO Vital Pedro da Silva Paz vpspaz@ufba.br Francisco A. C. Pereira pereiras@ufba.br

Leia mais

O número mínimo de usuários para que haja lucro é 27.

O número mínimo de usuários para que haja lucro é 27. MATEMÁTICA d Um reservatório, com 0 litros de capacidade, já contém 0 litros de uma mistura gasolina/álcool com 8% de álcool. Deseja-se completar o tanque com uma nova mistura gasolina/álcool de modo que

Leia mais

CÓDIGO: DC 1.2/14 REVISÃO: 01 PÁGINA: 1 de 5

CÓDIGO: DC 1.2/14 REVISÃO: 01 PÁGINA: 1 de 5 CÓDIGO: DC 1.2/14 REVISÃO: 01 PÁGINA: 1 de 5 NBR 13966:1997 - Móveis para escritório - Mesas - Classificação e características físicas e dimensionais O Objetivo desta Norma é especificar as características

Leia mais

Se a força de tração de cálculo for 110 kn, a área do tirante, em cm 2 é A) 5,0. B) 4,5. C) 3,0. D) 2,5. E) 7,5.

Se a força de tração de cálculo for 110 kn, a área do tirante, em cm 2 é A) 5,0. B) 4,5. C) 3,0. D) 2,5. E) 7,5. 25.(TRT-18/FCC/2013) Uma barra de aço especial, de seção circular com extremidades rosqueadas é utilizada como tirante em uma estrutura metálica. O aço apresenta f y = 242 MPa e f u = 396 MPa. Dados: Coeficientes

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CAMPUS SÃO MATEUS

INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CAMPUS SÃO MATEUS INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CAMPUS SÃO MATEUS CRYSTIARA PAULA SANTOS DA SILVA, 2º MIV GABRIEL MILANEZ DUARTE, 2º MIV MATEUS DEPRÁ FRANÇA, 2º MIV CARNEIRO HIDRÁULICO ÁREA DE CONHECIMENTO: CIÊNCIAS

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA DE UM SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 1. Gabriel Attuati 2, Paulo Sausen 3.

MODELAGEM MATEMÁTICA DE UM SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 1. Gabriel Attuati 2, Paulo Sausen 3. MODELAGEM MATEMÁTICA DE UM SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 1 Gabriel Attuati 2, Paulo Sausen 3. 1 Parte integrante do Projeto de pesquisa Análise, Modelagem e Desenvolvimento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA: IMPLANTAÇÃO DE TRILHAS RETAS E PARCELAS EM CURVA DE NÍVEL EM FLORESTAS NA REGIÃO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA.

TERMO DE REFERÊNCIA: IMPLANTAÇÃO DE TRILHAS RETAS E PARCELAS EM CURVA DE NÍVEL EM FLORESTAS NA REGIÃO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA. TERMO DE REFERÊNCIA: IMPLANTAÇÃO DE TRILHAS RETAS E PARCELAS EM CURVA DE NÍVEL EM FLORESTAS NA REGIÃO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA. 1. Objeto Contratação de serviço especializado de topografia plani-altimétrica

Leia mais

Dispositivos comuns para insuflação de ar

Dispositivos comuns para insuflação de ar www.decflex.com Dispositivos comuns para insuflação de ar Condutas têxteis Prihoda Princípios básicos das condutas têxteis Permitem a distribuição de ar de equipamentos de ar condicionado, unidades de

Leia mais

Poros Bloqueados ou Porosidade Livre de Água. Nota: A Porosidade Livre de Água é importante na aeração do solo.

Poros Bloqueados ou Porosidade Livre de Água. Nota: A Porosidade Livre de Água é importante na aeração do solo. POROSIDADE DO SOLO Definição: representa a porção do solo em volume, não ocupada por sólidos. Var + Vágua Vt Determinação da Porosidade Total: a) Porosidade Total Calculada = Vporos Vt b) Porosidade Total

Leia mais

Objetivos da sétima aula da unidade 5: Simular a experiência do medidor de vazão tipo tubo de Venturi

Objetivos da sétima aula da unidade 5: Simular a experiência do medidor de vazão tipo tubo de Venturi 319 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos Objetivos da sétima aula da unidade 5: Simular a experiência do medidor de vazão tipo tubo de Venturi Propor a experiência do medidor tipo - tubo de Venturi 5.13.

Leia mais

Aula de Laboratório de Materiais de Construção Civil Professora: Larissa Camporez Araújo

Aula de Laboratório de Materiais de Construção Civil Professora: Larissa Camporez Araújo Aula de Laboratório de Materiais de Construção Civil Professora: Larissa Camporez Araújo De acordo com a NBR 12655, o responsável pelo recebimento do concreto é o proprietário da obra ou o responsável

Leia mais

EFICIÊNCIA DA ADUBAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR RELACIONADA AOS AMBIENTES DE PRODUÇÃO E AS ÉPOCAS DE COLHEITAS

EFICIÊNCIA DA ADUBAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR RELACIONADA AOS AMBIENTES DE PRODUÇÃO E AS ÉPOCAS DE COLHEITAS EFICIÊNCIA DA ADUBAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR RELACIONADA AOS AMBIENTES DE PRODUÇÃO E AS ÉPOCAS DE COLHEITAS André Cesar Vitti Eng. Agr., Dr. PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA acvitti@apta.sp.gov.br Entre

Leia mais

SIMULADO. Matemática 1 (UFCG-PB) 2 (IBMEC)

SIMULADO. Matemática 1 (UFCG-PB) 2 (IBMEC) (UFCG-PB) (IBMEC) Um jornalista anuncia que, em determinado momento, o público presente em um comício realizado numa praça com formato do trapézio isósceles ABCD, com bases medindo 00 m e 40 m (vide figura

Leia mais

OS MÉTODOS DE IRRIGAÇÃO

OS MÉTODOS DE IRRIGAÇÃO OS MÉTODOS DE IRRIGAÇÃO ASPERSÃO Convencionais Mecanizados MICROIRRIGAÇÃO Gotejamento Microaspersão SUPERFÍCIE Sulcos Faixas Inundação QUAL O MELHOR SISTEMA DE IRRIGAÇÃO? Não existe um único sistema de

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação LI-100 Indicador de Nível Cod: 073AA-018-122M Outubro / 2003 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999 FAX: (11) 3488-8980

Leia mais

Revisado em 18/11/2008

Revisado em 18/11/2008 PROCEDIMENTOS PARA VERIFICAÇÃO INICIAL E SUBSEQUENTE DE TANQUES DE ARMAZENAMENTO E RESFRIAMENTO DE LEITE A GRANEL NORMA N o NIE-DIMEL- APROVADA EM N o Revisado em 18/11/2008 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo

Leia mais