NACIONALIDADE. Inicialmente, para compreender a matéria é precisa-se de alguns conceitos:

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1 NACIONALIDADE Segundo Paulo e Alexandrino, nacionalidade é o vínculo jurídico-político de direito público interno que faz da pessoa um dos elementos componentes da dimensão do Estado (p. 246: 2010). Inicialmente, para compreender a matéria é precisa-se de alguns conceitos: nação agrupamento humano cujos membros, fixados num território, são ligados por laços históricos, culturais, econômicos e linguísticos (p. 247: 2010); povo conjunto de pessoas que fazem parte de um Estado, é o elemento humano do Estado, ligado a este pelo vínculo da nacionalidade (p. 247: 2010); população designa o conjunto de residentes num território, quer sejam nacionais, quer sejam estrangeiros (p. 247: 2010); nacionais são todos aqueles que o Direito de um Estado define como tais (p. 247: 2010), qualificado por um vínculo jurídico; cidadão conceito restrito, para designar os nacionais (natos ou naturalizados) no gozo dos direitos políticos e participantes da vida do Estado (p. 247: 2010); estrangeiros são todos aqueles que não tidos por nacionais, em relação a um determinado estado (p. 247: 2010); polipátrida aquele que possui mais de uma nacionalidade, em razão de o seu nascimento o enquadrar em distintas regras de aquisição de nacionalidade (p. 247: 2010) e apátrida também conhecido como heimatlos é aquele que, dada circunstância de seu nascimento, não adquire nacionalidade, por não se enquadrar em nenhum critério estatal que lhe atribua nacionalidade (p. 247: 2010). Espécies de nacionalidade 1

2 Diferencia-se nacionalidade primária de nacionalidade secundária. Aquela resulta de fato natural como o nascimento, a partir do qual, segundo critérios determinados pelo Estado sanguíneos ou territoriais, será estabelecida. Esta é a que se adquire por ato volitivo, após o nascimento, portanto. Ocorre, em regra, pelo procedimento de naturalização. Quanto aos critérios para atribuição da nacionalidade distingue-se ius sanguinies de ius solis. O critério ius sanguinis funda-se no vínculo do sangue, segundo o qual será nacional todo aquele que for filho de nacionais, independentemente do local de nascimento (p. 248: 2010). O critério ius solis atribui a nacionalidade a quem nasce no território do Estado que o adota, independentemente da nacionalidade dos ascendentes (p. 248: 2010). Espécies de nacionalidade originária constituem hipóteses calcadas nos critérios ius solis e ius sanguinis: 1) IUS SOLIS (ART. 12, I, A, DA CRFB) são considerados brasileiros natos os nascidos no Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço do seu país. Desta hipótese, decorre o entendimento de que para afastar o critério do ius solis no Brasil, são necessários dois requisitos: a) ambos os pais estrangeiros e b) pelo menos um deles estar a serviço do seu país de origem. 2) IUS SANGUINIS + CIRTÉRIO FUNCIONAL (ART. 12, I, B, DA CRFB) são considerados brasileiros natos os nascidos do exterior, de pai ou mãe brasileiros, desde que qualquel deles esteja a serviço do Brasil. São, portanto, dois requisitos para considerar o nascido brasileiro: a) filho de pai ou mãe brasileiro e b) pai ou mãe estar a serviço do Brasil. 3) IUS SANGUINIS + REGISTRO (ART. 12, I, C, DA CRFB) são considerados brasileiros natos os nascidos no estrangeiro de pai ou mãe brasileiros, desde que registrado em repartição brasileira competente. 4) IUS SANGUINIS + OPÇÃO + C/ RESIDÊNCIA NO BRASIL são considerados brasileiros natos os nascidos no estrangeiros de pai ou mãe brasileiros, desde que venham a residir no Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira. Nesta hipótese são necessários dois requisitos: a) residência no Brasil e b) opção, após a maioridade pela nacionalidade brasileira. Segundo Paulo e Alexandrino, esta possibilidade é hipótese de nacionalidade originária potestativa, uma vez que, manifestada a opção, não se pode recursar o reconhecimento da 2

3 nacionalidade do interessado (p. 250: 2010). Contudo, conforme entendimento do STF, embora potestativa, sua forma não é livre: a opção há de ser feita em juízo, em processo de jurisdição voluntária, que finda com a sentença que homologa a opção e lhe determina a transcrição, uma vez acertados os requisitos objetivos e subjetivos dela (ECR nº 3/94). Desta forma, se o nascido no estrangeiro, ainda menor, já possuir residência no Brasil, será considerado brasileiro nato, ficando a nacionalidade à ulterior manifestação de vontade do interessado, tal como se estivesse sob condição resolutiva se não exercer a opção (RE nº ). Após a maioridade o entendimento muda. Enquanto pendente o reconhecimento judicial da opção pela nacionalidade brasileiro, não se pode considerar o optante brasileiro nato, cuidando-se, portanto, de condição suspensiva, cujos efeitos serão ex tunc (retroativos), uma vez realizada a opção conforme exigências (QO.AC nº 70/RS). Espécies de nacionalidade secundária constituem hipóteses que necessitam de processo de naturalização, sempre mediante manifestação de vontade do interessado. 1) TÁCITA é aquela adquirida independentemente de manifestação expressa do naturalizado por força das regras jurídicas de nacionalização adotadas por determinado Estado (p. 252: 2010). Esta hipótese não existe em nossa República. 2) EXPRESSA depende de requerimento do interessado em adquirir a nova nacionalidade. São duas possibilidades de aquisição secundária expressa: 2.1) ORDINÁRIA (ART. 12, II, A, DA CRFB) são brasileiros naturalizados os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, exigidos ao originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral. São dois requisitos a serem observados: a) residência no Brasil por um ano ininterrupto e b) idoneidade moral Entende-se que a concessão da naturalização, neste caso, é discricionária do Presidente (Chefe do Poder Executivo). 2.2) EXTRAORDINÁRIA (ART. 12, II, B, DA CRFB) são brasileiros naturalizados os estrangeiros de qualquer nacionalidade residentes no Brasil há mais de 15 anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira. Neste caso, são três os requisitos: a) residência ininterrupta no Brasil a mais de 15 anos; b) ausência de condenação penal e c) requerimento do interessado. Ao contrário da naturalização ordinária, na extraordinária não há discricionariedade do Presidente. Caso preenchidos os requisitos terá o postulante direito à naturalização. 3

4 Portugueses residentes no Brasil Nossa CRFB confere tratamento favorecido aos portugueses residentes no Brasil, desde que haja a reciprocidade em favor dos brasileiros residentes em Portugal. Esse tratamento favorecido consiste na igualdade de direito em relação aos atribuídos aos brasileiros em geral, exceto algumas excepcionalidades previstas na própria CRFB, como os cargos cuja ocupação se dá apenas por brasileiros natos, por exemplo. Não se trata de hipótese de concessão de nacionalidade brasileira, apenas uma extensão de direitos aos estrangeiros portugueses, em razão dos laços históricos. São dois requisitos para tal tratamento: 1) residência permanente no Brasil e 2) haja reciprocidade no direito português aos residentes brasileiros em Portugal. Tratamento diferenciado entre brasileiro nato e naturalizado Não se admite tal distinção, EXCETO, os casos previstos na CRFB, quais sejam: cargos conforme o art. 12, 3º, são privativos de brasileiros natos os seguintes cargos: Presidente, Vice-Presidente, Presidente da Câmara dos Deputados, Presidente do Senado Federal, Ministro do STF, cargos de carreira diplomática, Oficial das Forças Armadas e Ministro de Estado de Defesa; função no Conselho da República conforme o art. 89, IV, são vagas destinadas a cidadão nato no órgão superior de consultado do Presidente; extradição conforme o art. 5º, LI, o brasileiro nato, em nenhuma hipótese, poderá ser extraditado. Ao contrário o naturalizado poderá ser extraditado em duas hipóteses: a) crime comum praticado antes da naturalização ou b) envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes, praticados a qualquer tempo e direito de propriedade conforme o art. 222, o brasileiro naturalizado a menos de 10 anos não pode ser proprietário de empresa jornalística e de radiofusão sonora de sons e imagens, tampouco ser sócio com mais de 30% do capital total e do capital votante e participar da gestão dessas empresas. Perda da nacionalidade Conforme o art. 12, 4º, da CRFB, a perda da nacionalidade ocorrerá em duas hipóteses: 1) se a pessoa tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude de atividade nociva ao interesse nacional ou 2) se a pessoa adquirir outra nacionalidade, SALVO duas exceções abaixo. 4

5 A regra é adquirida outra nacionalidade, perde-se a brasileira, mas a própria CRFB apresenta duas exceções: 1) nos casos de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira ou 2) imposição de naturalização pela norma estrangeira, ao brasileiro residente em Estado estrangeiro, como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis. 5

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