Reforma do PIS/Cofins Questões para discussão

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1 Reforma do PIS/Cofins Questões para discussão Apresentação para o Observatório da Reforma Tributária Centro de Cidadania Fiscal - CCiF

2 A proposta do Governo em 2014

3 A proposta do Governo em 2014 Aspectos mantidos Em 2014 o Governo apresentou para discussão uma proposta de reforma do PIS/Cofins, cujas principais características eram as seguintes: I Unificação dos dois tributos em uma única contribuição sobre o valor agregado (CVA) II Aspectos Mantidos: Manutenção do regime cumulativo para os setores atualmente sujeitos a este regime de incidência (instituições financeiras, construção civil, telecomunicações, turismo etc.) Manutenção da maioria dos regimes especiais de incidência, especialmente os regimes de incidência monofásica (como combustíveis) Manutenção dos créditos presumidos atualmente previstos na legislação de PIS/Cofins

4 III Aspectos alterados: A proposta do Governo em 2014 Aspectos alterados Ampliação do direito aos créditos (adoção do regime de crédito financeiro) Elimina o principal foco de contencioso relativo ao regime atual de PIS/Cofins Adoção do sistema de imposto contra imposto em substituição ao sistema atual de base contra base no regime não-cumulativo Valor do tributo passaria a ser discriminado nas notas fiscais Valor do crédito seria limitado ao valor do débito incidente nas notas fiscais de entrada (eliminaria uma das distorções do modelo atual que é a concessão de crédito de 9,25% para entradas tributadas a 3,65% pelo regime cumulativo) Eliminação do tratamento diferenciado para as empresas do regime de lucro presumido, mas manutenção da possibilidade das empresas com receita anual até R$ 3,6 milhões (limite do SIMPLES) optarem pelo regime cumulativo Proposta do Governo não era clara quanto à necessidade de ajuste da alíquota para compensar pela redução na receita dos tributos

5 A proposta atual do Governo

6 A proposta atual do Governo Pontos sobre os quais há mais clareza Ainda não há certeza sobre qual será a proposta do Governo para a reforma do PIS/Cofins a ser eventualmente enviada ao Congresso em Segundo informações da imprensa, algumas questões parecem definidas enquanto que outras estão menos claras I Pontos da proposta de 2014 que, ao que tudo indica, serão mantidos Adoção do regime de crédito financeiro Adoção do sistema de imposto contra imposto Eliminação do modelo diferenciado (cumulativo) para as empresas do regime de lucro presumido, mantendo possibilidade de opção apenas para empresas com faturamento dentro do limite do SIMPLES II Pontos da proposta de 2014 que, aparentemente, serão alterados Manutenção, ao menos em um primeiro momento, de duas contribuições e início das mudanças pelo PIS, com adoção para a Cofins em um segundo momento Elevação da alíquota, de modo a manter a receita do imposto constante

7 A proposta atual do Governo III Pontos que ainda não estão claramente definidos Pontos menos claros Manutenção do regime cumulativo para alguns setores econômicos ou adoção do regime não-cumulativo para todos ou quase todos os setores Na hipótese de adoção ampla do regime não-cumulativo também não está claro se haveria uma alíquota diferenciada para o setor de serviços Manutenção dos benefícios atuais de crédito presumido (há informações na imprensa de que o Governo teria intenção de rever benefícios do PIS/Cofins na mudança) Manutenção dos atuais regimes especiais Possível mudança no conceito de empresa preponderantemente exportadora A rigor, não há sequer segurança de que o Governo enviará a proposta de reforma do PIS/Cofins ao Congresso este ano, pois, dada a situação fiscal, só o fará se tiver garantia de que não haverá perda de arrecadação e se avaliar que não há um grande risco do Congresso desfigurar a proposta

8 Posicionamento do CCiF sobre a Reforma do PIS/Cofins

9 Posicionamento do CCiF Pontos pacíficos Pontos sobre os quais a diretoria do CCiF tem posição clara Adoção do regime de crédito financeiro Adoção do regime de imposto contra imposto Incidência por fora, com ajuste na alíquota Ressarcimento tempestivo dos créditos CCiF fará levantamento sobre práticas adotadas em outros países para ajudar na discussão sobre o tema Manutenção do regime cumulativo para a atividade de intermediação financeira Eliminação da incidência do tributo sobre receitas financeiras para empresas não financeiras

10 Posicionamento do CCiF Pontos pacíficos Pontos sobre os quais a diretoria do CCiF tem posição clara Eliminação do tratamento diferenciado para as empresas do regime de lucro presumido Mantém-se a possibilidade de opção pelo regime cumulativo para empresas com receita inferior a R$ 3,6 milhões/ano Garantia de manutenção da carga tributária através do estabelecimento de faixa de crescimento real da receita, ajustando-se a alíquota apenas se a receita (acumulada em 12 meses) extrapolar o limite superior ou inferior da faixa Definição de um prazo de pelo menos 12 meses para entrada em vigor das mudanças

11 Posicionamento do CCiF Pontos para discussão Há alguns pontos sobre os quais cabe maior debate Adoção ampla do regime não-cumulativo para todos os setores (exceto intermediação financeira) em princípio sim Manutenção dos regimes especiais de tributação (monofásico, desoneração de investimentos e crédito presumido) CCiF não se pronunciará sobre o tema em um primeiro momento, até porque é muito difícil que reforma do PIS/Cofins passe no Congresso se regimes atuais forem eliminados Em princípio regimes especiais para investimentos se tornam desnecessários com ressarcimento tempestivo de créditos Sequenciamento da mudança em duas etapas (primeiro PIS e depois Cofins) em princípio apoiar mudança em duas etapas para minimizar o risco de elevação (ainda que temporária) da carga tributária

12 Posicionamento do CCiF Setor de serviços Em princípio sugere-se adoção de alíquota única, compensando-se o aumento da carga para o setor se serviços via redução da alíquota da contribuição previdenciária sobre folha Setor de serviços privados não financeiros (R$ milhões de 2012) Receita Bruta PIS e Cofins Insumos Alíquota Equivalente Serviços prestados às famílias ,9% Serv. de informação e comunicação ,8% Serviços prestados às empresas ,8% Transportes e correios ,8% Atividades imobiliárias ,9% Serv. de manutenção e reparação ,6% Outras atividades de serviços ,8% Total ,9% Fonte: CNS.

13 Reforma do PIS/Cofins Questões para discussão Apresentação para o Observatório da Reforma Tributária Centro de Cidadania Fiscal - CCiF

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