Estudo do desempenho de crianças com síndrome de Down em tarefas de consciência fonológica

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1 III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Estudo do desempenho de crianças com síndrome de Down em tarefas de consciência fonológica Bárbara de Lavra Pinto, Regina Ritter Lamprecht Programa de Pós-Graduação em Letras - Faculdade de Letras - PUCR Resumo Este estudo descreve e analisa o desempenho de crianças com síndrome de Down em tarefas de consciência fonológica por meio da aplicação do CONFIAS Consciência Fonológica: instrumento de avaliação seqüencial (Moojen et al., 2003). A utilização desse instrumento permitiu analisar a relação existente entre a consciência fonológica de crianças com síndrome de Down e seus níveis de escrita. Também foi possível comparar o desempenho dos sujeitos portadores da síndrome de Down com os resultados esperados, de acordo com o CONFIAS, para crianças com desenvolvimento típico, utilizando as hipóteses de escrita (Ferreiro & Teberoski, 1999) como critério de emparelhamento. A amostra foi composta por 11 crianças com síndrome de Down, alfabetizados ou não, com idades cronológicas entre 7 e 14 anos e média de 8,8 anos. Todos os sujeitos avaliados são falantes monolíngües do Português Brasileiro e freqüentam escola regular em classe especial ou em processo de inclusão. Os resultados preliminares revelam a existência de uma correlação positiva entre a consciência fonológica das crianças com síndrome de Down avaliadas e seus níveis de escrita. As crianças do nível de escrita pré-silábico apresentaram escores abaixo do mínimo esperado para indivíduos com desenvolvimento típico. As crianças dos níveis silábico, silábico-alfabético e alfabético apresentaram escores muito próximos, iguais ou maiores que o mínimo esperado para os sujeitos com desenvolvimento típico. Constatouse que as crianças com síndrome de Down apresentaram níveis mensuráveis de consciência fonológica tanto no nível silábico quanto fonêmico. A capacidade de reflexão envolvendo consciência fonêmica parece emergir concomitantemente à capacidade da criança em começar a atribuir valores sonoros aos grafemas utilizados para escrever.

2 Introdução O tema da presente pesquisa está relacionado à consciência lingüística de crianças com síndrome de Down, mais especificamente, à consciência fonológica. A análise do desempenho de crianças com síndrome de Down em tarefas de consciência fonológica e as relações com suas habilidades de escrita constituem o foco deste estudo. A síndrome de Down uma cromossomopatia cujo quadro clínico global é explicado por um desequilíbrio na constituição cromossômica celular (SCHWARTZMAN, 1999). Sua incidência está por volta de 1 para 1000 nascimentos a 1 para 800 nascidos vivos (Mustachi, 2000). Ela pode ser causada por três tipos de comprometimentos cromossômicos: trissomia simples ou não disjunção, translocação e mosaicismo. No primeiro, ocorre a presença de três cromossomos 21, ao invés de dois, em todas as células do corpo. Essa forma é responsável por aproximadamente 95% dos casos, o que caracteriza um cariótipo de 47 cromossomos. No segundo tipo, ocorre excesso de material genético do cromossomo 21 conectado a outro cromossomo, resultando em um cariótipo de 46 cromossomos, que é responsável por aproximadamente 4% dos casos. O terceiro tipo, com ocorrência em torno de 1%, é caracterizado por duas populações celulares diferentes. Isso significa que o indivíduo apresenta um percentual de células normais, contendo 46 cromossomos, e outro contendo 47 cromossomos. Somente algumas células apresentam a duplicação do cromossomo 21 (RONDAL, 2002; MUSTACHI, 2000; KOZMA, 2007). Os indivíduos com síndrome de Down já foram considerados deficientes mentais graves e irremediáveis. Atualmente, sabe-se que eles apresentam algum grau de déficit cognitivo, e que a maioria deles se desenvolve nos limites da deficiência mental leve a moderada (McCONNAUGHEY & QUINN, 2007). Observa-se unanimidade entre os estudiosos em afirmar que o desenvolvimento cognitivo é superior ao da linguagem, que a compreensão da linguagem é mais efetiva que a expressão oral, que a linguagem não-verbal exerce uma função importante na comunicação, que as habilidades motoras orais contribuem até certo ponto para a ininteligibilidade da fala, que os déficits de memória de curto-prazo e processamento auditivo relacionam-se com as outras dificuldades, e que as condições de desenvolvimento global e ambiental devem sempre ser consideradas (BADDELEY & JARROLD, 2007; LIMONGI et al. 2006; RONDAL, 2006; RONDAL, 2002; CHAPMAN & HESKETH, 2001; SCHWARTZMAN, 1999 ; CHAPMAN,

3 1997). A sintaxe expressiva é considerada uma área de particular dificuldade para indivíduos com síndrome de Down (CHAPMAN & HESKETH, 2001). Em relação ao aprendizado da leitura e da escrita, Rondal (2006) menciona que os níveis de alfabetização que as crianças com síndrome de Down conseguem alcançar são muito variáveis, algumas atingem níveis funcionais de alfabetização, e outras, níveis que lhes permitem acompanhar o trabalho realizado em sala de aula e ler com apoio. O mesmo autor relata que não existem dados referentes a um aprendizado diferente das demais crianças com desenvolvimento típico; entretanto, as crianças com síndrome de Down tendem a utilizar a estratégia logográfica por mais tempo. Posteriormente, passam a utilizar estratégias alfabéticas para ler e soletrar. O aprendizado da escrita, tanto para crianças com desenvolvimento típico quanto para indivíduos com síndrome de Down, apresenta uma seqüência evolutiva, que está relacionado às hipóteses que a criança faz sobre o que é escrever. As hipóteses são classificadas em hipótese pré-silábica, silábica, silábico-alfabética e alfabética (FERREIRO & TEBEROSKY, 1999). Os estudos sobre a consciência fonológica de crianças com síndrome de Down são recentes. A maioria deles têm mostrado a existência de uma correlação positiva entre níveis de consciência fonológica e habilidades de leitura. A consciência fonológica ou metafonologia é um subtipo das habilidades metalingüísticas. Yavas & Haase (1988) definem habilidade metalingüística como a capacidade do ser humano de tratar a linguagem como um objeto de análise e reflexão, a qual pode ser observada em situações em que o indivíduo emite julgamentos sobre as unidades lingüísticas. A atenção dirige-se à expressão lingüística, ao invés da mensagem. Segundo os autores, a habilidade metalingüística pode ser considerada um aspecto do desenvolvimento cognitivo mais geral. Gough, Larson & Yopp (1996) mencionam que a consciência fonológica é formada por um conjunto de habilidades heterogêneas que possui uma estrutura hierárquica, iniciando com a consciência de unidades mais globais até chegar à consciência dos segmentos fonêmicos da fala. Yavas (1989) assegura que a consciência no nível das palavras é a primeira a se desenvolver, seguida da consciência ao nível das sílabas, que, por sua vez, se desenvolve antes da consciência fonêmica. Moojen et al. (2003) afirmam que as habilidades metafonológicas envolvem o reconhecimento do indivíduo de que as palavras são formadas por diferentes sons que podem ser manipulados, abrangendo tanto a capacidade de reflexão quanto de operação com

4 fonemas, sílabas e rimas. As habilidades em consciência fonológica podem se encontrar, de acordo com as autoras, em três níveis diferenciados: consciência ao nível da sílaba, das unidades intra-silábicas e do fonema. Elas podem ser testadas por meio de diversas tarefas, tais como: segmentação, identificação, produção, exclusão e transposição em cada um dos níveis. Cabe ressaltar que a consciência fonológica pode se manifestar de forma implícita ou explícita (ROAZZI & DOWKER, 1989). Comportamentos de brincar com as palavras, como os de segmentação espontânea, que caracteriza a forma implícita, aparecem em crianças pequenas durante os estágios iniciais de aquisição da linguagem oral. O nível explícito requer reflexão e manipulação consciente dos sons da fala, incluindo julgamentos refinados como o de isolar os fonemas de uma palavra. A consciência fonológica também é considerada como um dos três níveis de processamento fonológico que apresentam relações com as habilidades de leitura e escrita (TORGESEN et al. 1994; CAPOVILA & CAPOVILLA, 2004). Os outros dois níveis são: o acesso ao léxico mental e a memória de trabalho fonológica. Entendem-se, por processamento fonológico, as operações mentais com base na estrutura fonológica da linguagem oral. Autores contemporâneos concordam com a existência de uma relação entre consciência fonológica e alfabetização (BRITTO et al., 2006; PAULA et al., 2005; MORAIS, 2004; CAPOVILLA et al., 2004; SANTAMARIA et al., 2004; FREITAS, 2004; BARRERA & MALUF, 2003; COSTA, 2003; CIELO, 1998; CARDOSO-MARTINS, 1995). Existem, entretanto, controvérsias em relação ao entendimento da natureza dessa relação. Alguns pesquisadores acreditam ser a instrução formal de um sistema alfabético o fator primordial para a consciência fonológica. Dentro dessa perspectiva, a relação entre consciência fonológica e alfabetização é de conseqüência, é o conhecimento das características da escrita que tornará possível a consciência fonológica (READ et al., 1986; GOSWAMI & BRYANT, 1990). Por outro lado, existem estudiosos (BRYANT & BRADLEY, 1987; WIMMER, 1990 et al.; CARDOSO-MARTINS, 1995; CIELO, 1996) que defendem o ponto de vista de que a consciência fonológica constitui um pré-requisito para a alfabetização. Esses autores propõem que níveis mais desenvolvidos de consciência fonológica levam melhores habilidades de leitura e escrita. Esse tipo de relação é denominado de causa. Atualmente, a existência de uma relação de reciprocidade entre consciência fonológica e alfabetização tem alcançado grande consenso. Dentro dessa visão, o

5 desenvolvimento precoce de certas habilidades em consciência fonológica contribui positivamente para o aprendizado da leitura e da escrita. A alfabetização interage, então, com a consciência fonológica contribuindo para o seu desenvolvimento (MORAIS et al. 1998; MORAIS, 2004; FREITAS, 2004; PESTUN, 2005; PAES & PESSOA, 2005, ADAMS, 2006; BRITO et al., 2006). Esses autores acreditam que as crianças podem apresentar habilidades de consciência fonológica antes de iniciarem o aprendizado formal da leitura e da escrita, o que poderá, dependendo do nível de consciência, facilitar o processo da alfabetização. Quando a criança inicia o contato com o ensino formal da escrita, outras habilidades são desenvolvidas e as já existentes são aprimoradas (FREITAS, 2004; ADAMS, 2006). As pesquisas sobre a consciência fonológica de crianças com síndrome de Down iniciaram na década de noventa com o objetivo de investigar a relação com as habilidades de leitura. Até o presente momento, o número de trabalhos publicados é pequeno e os resultados apresentados apresentam algumas divergências. Essas dissensões aparecem nas explicações quanto à natureza da relação existente entre consciência fonológica e o aprendizado da leitura, e nos resultados relacionados às tarefas nas quais as crianças com síndrome de Down apresentam melhor desempenho. Pesquisadores, abaixo comentados, passaram a apresentar um interesse particular pela consciência fonológica de crianças com síndrome de Down a partir da publicação do estudo de Cossu, Rossini & Marshall (1993). Nesse estudo, foi observado que crianças com síndrome de Down apresentavam um desempenho significativamente inferior a crianças com desenvolvimento típico em tarefas envolvendo consciência fonêmica, apesar de ambos os grupos apresentarem o mesmo nível em leitura. Esses resultados levaram os pesquisadores a questionarem a hipótese de relação causal entre consciência fonológica e leitura. O estudo realizado por Evans (1994) apresenta resultados que corroboram a hipótese de Cossu et al. (1993), indicando que o aprendizado da leitura por crianças com síndrome de Down pode ocorrer na ausência de habilidades em consciência fonológica. Os achados desses dois estudos impulsionaram outros pesquisadores a estudarem a consciência fonológica e sua relação com a leitura em crianças com síndrome de Down. A grande maioria das pesquisas realizadas após a publicação dos estudos de Cossu et al. (1993) demonstrou que, apesar do desempenho considerado fraco em tarefas de consciência fonológica, existem evidências de associação entre as habilidades metafonológicas e o aprendizado da leitura em crianças com síndrome de Down.

6 Cardoso-Martins & Frith (1999) investigaram as habilidades de leitura e a consciência fonológica de crianças com síndrome de Down. Os resultados dessa pesquisa sugerem que a hipótese de relação recíproca entre consciência fonológica e o aprendizado da leitura pode ser verdadeira também para indivíduos com síndrome de Down. Kay-Raining Bird et al. (2000) demonstraram que o uso de tarefas de consciência fonológica, freqüentemente utilizadas com pré-escolares, também revela informações válidas sobre o desenvolvimento da consciência fonológica de crianças com síndrome de Down. Cuples & Iacono (2000), em um estudo longitudinal, encontraram correlações positivas entre o desempenho em tarefas envolvendo consciência fonêmica e medidas de leitura em crianças com síndrome de Down. Os pesquisadores interpretaram os resultados encontrados como evidências para uma relação causal entre consciência fonológica e o aprendizado da leitura. Entretanto, sugerem que novos estudos sejam realizados para a confirmação da hipótese de relação causal. Fletcher & Buckley (2002) demonstraram haver correlações significativas entre a consciência fonêmica e as habilidades em leitura e soletração de crianças com síndrome de Down. Os autores ressaltaram, entretanto, que somente estudos longitudinais podem fornecer dados para explicações consistentes quanto à natureza dessa relação. Kennedy & Flynn (2002) examinaram o uso da consciência fonológica como base de um programa de intervenção em três crianças com síndrome de Down. Os resultados indicaram que níveis de consciência fonêmica mais avançados aumentam a capacidade da criança de estabelecer conexões entre fonemas e grafemas. Os autores concluíram, então, que intervenções baseadas em consciência fonológica podem trazer benefícios para crianças com síndrome de Down durante o processo de alfabetização. Kennedy & Flynn (2003) estudaram a consciência fonológica de nove crianças portadoras da síndrome. Os participantes que atingiram os escores mais altos em medidas de consciência fonêmica foram os que alcançaram melhores resultados nas medidas de leitura. Esses achados embasam a hipótese de uma ligação entre níveis de consciência fonêmica e habilidades de decodificação de textos em crianças com síndrome de Down. Os autores apontam, contudo, que essas crianças, por apresentarem dificuldades em tarefas de consciência fonológica, são consideradas de risco para problemas no aprendizado da leitura e escrita. Verucci et al. (2006) acreditam na importância da aquisição de habilidades de processamento fonológico mais complexas em crianças pré-escolares, para um melhor desempenho no aprendizado da leitura. Os autores sugerem que as dificuldades de crianças com síndrome de Down na leitura de não-palavras, as quais envolvem o uso de processo de

7 conversão fonema-grafema podem estar relacionadas a níveis baixos de consciência fonológica. Lara et al. (2007) testaram consciência fonológica de 40 crianças com síndrome de Down. O instrumento utilizado foi uma parte do CONFIAS Consciência fonológica: instrumento de avaliação seqüencial (MOOJEN et al. 2003). As pesquisadoras aplicaram as tarefas de nível silábico como proposto originalmente em um grupo de 20 crianças. As mesmas provas adaptadas com figuras de apoio para todas as palavras foram aplicadas no outro grupo. A média de acertos do grupo que fez o teste com apoio visual foi significativamente maior. As autoras concluíram que o apoio visual é importante para diminuir a interferência de um possível déficit de memória de curto-prazo. Ao verificar que as crianças com melhor desempenho nas tarefas de consciência fonológica apresentavam níveis mais avançados de escrita, as pesquisadoras desse estudo consideraram a existência de uma relação de reciprocidade entre consciência fonológica e alfabetização. Diante das controvérsias encontradas e da exigüidade de estudos a presente pesquisa justifica-se por contribuir para o desenvolvimento dos trabalhos científicos relacionados à consciência fonológica de crianças com síndrome de Down. Estudar as habilidades metafonológicas dessas crianças é relevante por fornecer possibilidades de um melhor entendimento da relação com o processo da alfabetização. O objetivo geral deste estudo é investigar o desempenho de crianças com síndrome de Down em tarefas de consciência fonológica. A partir do objetivo geral foram traçados os seguintes objetivos específicos: Verificar o desempenho de crianças com síndrome de Down, alfabetizados ou não, que freqüentam escola regular, em tarefas de consciência fonológica por meio da aplicação do instrumento de avaliação seqüencial CONFIAS. Analisar a relação existente entre o desempenho das crianças com síndrome de Down nas tarefas de consciência fonológica e seus níveis de escrita. Comparar o desempenho dos sujeitos com síndrome de Down com os resultados esperados, de acordo com o CONFIAS, para crianças com desenvolvimento típico, utilizando as hipóteses de escrita como critério de emparelhamento. Verificar quais tarefas são mais fáceis e quais são mais difíceis para as crianças com síndrome de Down.

8 A partir da revisão de literatura foram levantadas quatro hipóteses: As crianças com síndrome de Down apresentarão níveis mensuráveis de consciência fonológica através da aplicação do instrumento de avaliação seqüencial - CONFIAS. Haverá correlação positiva entre os escores da avaliação de consciência fonológica e os níveis de escrita dos indivíduos com síndrome de Down. Os escores da avaliação de consciência fonológica dos indivíduos com síndrome de Down serão menores do que os esperados para crianças com desenvolvimento típico, considerando o mesmo nível de escrita. Tarefas envolvendo consciência fonológica dentro do nível silábico serão mais fáceis que as do nível fonêmico. Metodologia O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital São Lucas da PUCRS, sob protocolo número 08/ Para participar da pesquisa foram selecionadas crianças com síndrome de Down do Centro Lydia Coriat e da Escola Estadual de Ensino Fundamental Visconde de Pelotas, ambos localizados na cidade de Porto Alegre- RS. O processo de amostragem foi realizado de acordo critérios de inclusão e exclusão, citados abaixo. Critérios de inclusão: sujeitos com síndrome de Down alfabetizados ou não; freqüentadores de escola regular em classe especial ou em processo de inclusão (do jardim às séries iniciais); falantes monolíngües do Português Brasileiro; crianças cujos pais ou responsáveis assinarem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Critérios de exclusão: perda auditiva não corrigida detectada em avaliação auditiva nos últimos dois anos; perda visual não corrigida; Crianças com co-morbidades associadas do tipo:

9 - comprometimentos neurológicos além dos causados pela SD; - alterações emocionais importantes diagnosticadas por psicólogo ou psiquiatra, ou observadas pela professora; - crianças com diagnóstico de autismo ou psicose associados. - crianças cujos pais ou responsáveis não assinarem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. A amostra foi composta por 11 crianças com idades cronológicas entre 7 e 14 anos (média de 8,8 anos), todas as crianças estavam freqüentando escola regular, três delas em classe especial e nove em processo de inclusão. Inicialmente foi realizada uma coleta-piloto por meio da aplicação dos instrumentos em três sujeitos. Os pais ou responsáveis responderam um questionário sobre o desenvolvimento geral da criança. Outro questionário foi entregue à professora ou ao profissional responsável pelo atendimento fonoaudiológico clínico da criança. Esse questionário envolvia questões sobre aspectos da linguagem compreensiva e expressiva da criança, do aprendizado da leitura e da escrita e de atividades de estimulação em consciência fonológica já realizadas. Para a avaliação da consciência fonológica, será utilizado o CONFIAS Consciência fonológica: instrumento de avaliação seqüencial (MOOJEN et al. 2003). Esse instrumento permite avaliar as habilidades metafonológicas de crianças a partir dos 4 anos, considerando a relação com suas hipóteses de escrita (FERREIRO & TEBEROSKY, 1999). As tarefras do instrumento estão divididas em nível da sílaba e nível do fonema. O nível da sílaba é composto por nove tarefas e o nível do fonema é constituído de sete tarefas. O instrumento avalia habilidades de síntese, segmentação, identificação, produção, exclusão e transposição nos dois níveis. As tarefas seguem uma escala de complexidade crescente. Antes da avaliação da consciência fonológica, foi solicitado que a criança nomeasse as figuras do instrumento. Essa atividade não é prevista pelas etapas de aplicação do CONFIAS, mas foi considerada importante para que as crianças se familiarizassem com as palavras utilizadas durante a avaliação. Para a conclusão da avaliação foram necessários em média três encontros com cada criança. Os dados de escrita foram coletados no último encontro por meio da utilização de um livro de história infantil. Foi solicitado que a criança escrevesse, além do próprio nome, três palavras (gato, castelo e esqueleto) e uma frase (O fantasma abriu a porta). Os dados de

10 escrita dos sujeitos pesquisados foram analisados de acordo com a teoria da psicogênese da escrita proposta por Ferreiro & Teberosky (1999). Essa teoria permite a classificação das crianças em níveis gerais durante o processo de aquisição do sistema de notação alfabético: hipótese pré-silábica, silábica, silábico-alfabética e alfabética. No final dos três encontros realizou-se uma análise qualitativa do desempenho e comportamento de cada criança durante a avaliação da consciência fonológica. O instrumento para a investigação qualitativa foi elaborado pela pesquisadora com base em sugestões das autoras do CONFIAS. Para facilitar análises posteriores ao momento da avaliação, as sessões de avaliação foram gravadas em áudio. Após a coleta-piloto foram realizados ajustes nos instrumentos e foram realizadas adaptações nos critérios de pontuação do CONFIAS. De acordo com o instrumento, as palavras devem ser ditas pelo aplicador e repetidas apenas uma vez, caso a criança necessite mais de uma repetição, a resposta deve ser desconsiderada. Somente a primeira resposta da criança é válida. A aplicação do instrumento neste estudo foi realizada considerando válida a segunda resposta da criança. Durante a coleta piloto foi observado que a primeira resposta era, muitas vezes, inconsistente devido à distração ou interferência da memória de trabalho auditiva. Após a realização dos ajustes, os instrumentos acima citados foram aplicados nas 11 crianças com síndrome de Down selecionadas. A computação dos dados foi realizada para posterior análise estatística através da utilização do programa SPSS versão A primeira e a quarta hipótese desta pesquisa serão avaliadas a partir da análise dos resultados obtidos com a aplicação do CONFIAS. A segunda hipótese será avaliada com base no coeficiente de correlação entre as duas variáveis: nível de escrita e escore da avaliação de consciência fonológica. Se o coeficiente for igual ou superior a 0,045 a hipótese será corroborada. A terceira hipótese será corroborada se a diferença entre as duas variáveis (escores da avaliação de consciência fonológica e tipo de indivíduo - com ou sem síndrome de Down) for estatisticamente significativa. Resultados Serão apresentados nessa sessão alguns resultados preliminares anteriores à análise estatística. A discussão dos resultados ainda não foi realizada.

11 As tabelas 1 e 2 mostram dados referentes ao tipo de síndrome de Down, à idade cronológica, tipo de escola (estadual ou particular), tipo de ensino (especial ou regular), nível de escrita (hipóteses de escrita), tempo de contato com o ensino da escrita em ambiente escolar e os escores obtidos com a aplicação do CONFIAS (nível silábico, nível fonêmico e escore total). Abaixo dos escores obtidos pela criança aparecem, entre parênteses, os escores mínimos esperados pelo CONFIAS para criança com desenvolvimento típico e a possibilidade de pontuação total em cada nível (Moojen et al., 2003). Legenda das tabelas: SD= Síndrome de Down T-21 = Trissomia do cromossomo 21 IC = Idade cronológica (em anos) TCA= Tempo de contato com o ensino da escrita no ambiente escolar (em anos) HE = Hipótese de escrita ENS= Escore no nível da sílaba ENF= Escore no nível do fonema ET = Escore total no CONFIAS Tabela I Sujeito 1 Sujeito 2 Sujeito 3 Sujeito 4 Sujeito 5 Sujeito 6 Tipo de T-21 T-21 T-21 T-21 T-21 T-21 SD IC 8,7 10,7 7,8 9,4 7 7,2 Série Classe Especial Classe Especial: JB 1º ano (sistema de 9 anos) 1º ano (sistema de 9 anos) 1º ano (sistema de 9 anos) Escola Estadual Estadual Particular Particular Particular Particular Tipo especial especial regular regular regular regular ensino TCE 1 3,5 1,7 1,7 1 1 HE Pré-silábica Pré-silábica Pré-silábica Pré-silábica Pré-silábica Pré-silábica NS 9 (18/40) 6 (18/40) 11 (18/40) 12 (18/40) 16 (18/40) 11 (18/40) NF 2 (6/30) 3 (6/30) 1 (6/30) 5 (6/30) 3 (6/30) 4 (6/30) ET (24/70) 11 (24/70) 9 (24/70) 12 (24/70) 17 (24/70) 19 (24/70) 15 (24/70)

12 Tabela II Sujeito 7 Sujeito 8 Sujeito 9 Sujeito 10 Sujeito 11 Tipo de SD Mosaico T-21 T-21 T-21 T-21 IC 10,1 10,1 14,1 12,3 10,1 Série Classe Especial Classe Especial 2ª ano (sistema de 9 anos) 3ª ano (sistema de 8 anos) 3ª série (sistema de 8 anos) Escola Estadual Estadual Estadual Estadual Particular Tipo especial especial regular regular regular ensino TCE 3,5 3,5 6,8 5,2 3,4 HE Silábica Silábicoalfabética Alfabética Alfabética Alfabética NS 19 (23/40) 29 (27/40) 31 (31/40) 34 (31/40) 26(31) (31/40) NF 10 (6/30) 15 (12/30) 13 (15/30) 16 (15/30) 13 (15/30) ET 29 (29/70) 44 (39/70) 44 (46/70) 52 (46/70) 39 (46/70) A seguir serão apresentados alguns resultados das avaliações qualitativas do desempenho durante a aplicação do CONFIAS. As principais manifestações observadas foram: Opção freqüente pela última palavra ouvida; Dependência de apoio concreto para resolver a tarefa (bater com o dedo na mesa na tarefa de segmentação silábica: sor-ve-te); Escolha de palavra que mantém relação de significado, e não de som. Exemplos: - Tarefa de produção de rima - diga uma palavra que termina como chapéu: cabelo café: xícara rato: queijo - Tarefa de identificação de fonema final diga uma palavra que termina com o mesmo som de chave: porta

13 Utilização do conhecimento do nome das letras para tentar resolver as tarefas. Exemplos: - Tarefa de produção de palavra com a sílaba dada: Diga uma palavra que comece com ba [ba]: b [be] - Tarefa de produção de palavra que inicia com o som dado: Diga uma palavra que comece com [ž]: g [že] j [jota] gato - Tarefa de produção de rima diga uma palavra que termina como rato: r [ǫxi] Interferência de alterações fonéticas e/ou fonológicas nas respostas. Exemplos.: - Tarefa de identificação de sílaba inicial diga uma palavra que começa como pipoca: bigode [pikodži] faca: vaso [vazo] - Tarefa de produção de palavra que inicia com o som dado: Diga uma palvra que inicie com [š]: girafa [širafa] Diga uma palvra que inicie com [s]: zebra [sebra] / xícara [sikara] Discussão A discussão dos resultados será realizada após a análise estatística dos resultados. Entretanto pode-se afirmar que existem estudos que corroboram os resultados preliminares e as conclusões prévias desta pesquisa (Fletcher & Buckley, 2002; Kennedy & Flynn, 2002; Kennedy & Flynn, 2003; Cardoso-Martins & Frith, 1999; Kay-Raining Bird et al., 2000; Cuples & Iacono, 2000;Verucci et al., 2006; Lara et al.,2007; Fowler, 1995) Conclusões prévias Foi possível mensurar níveis de consciência fonológica nas crianças da amostra por meio do uso do CONFIAS. Existe correlação positiva entre os escores obtidos na avaliação de consciência fonológica e os níveis de escrita das crianças com síndrome de Down avaliadas neste

14 estudo. Quanto mais avançado o nível de escrita, melhor o desempenho nas tarefas de consciência fonológica. As crianças do nível pré-silábico apresentaram escores abaixo do mínimo esperado para crianças com desenvolvimento típico. As crianças dos níveis silábico, silábico-alfabético e alfabético apresentaram escores muito próximos, iguais ou maiores que o mínimo esperado para crianças com desenvolvimento típico, mas nenhuma delas atingiu o máximo esperado para essas crianças. As tarefas de nível silábico são mais fáceis do que as do nível fonêmico para crianças com síndrome de Down avaliadas nesta pesquisa. A capacidade de reflexão envolvendo consciência fonêmica parece emergir concomitantemente à capacidade da criança em começar a atribuir valores sonoros aos grafemas utilizados para escrever. Os resultados sugerem a existência de uma relação de reciprocidade entre a consciência fonológica e a alfabetização das crianças com síndrome de Down avaliadas nesta pesquisa. Referências do projeto de pesquisa ADAMS, M.J.; FOORMAN, B.R.; LUNDENBERG, I.; BEELER, T. Consciência fonológica em crianças pequenas. Traduzido por Roberto Cataldo Souza. Porto Alegre: Artmed, p , BADDELEY, A.; JARROLD, C. Working memory and Down syndrome. Journal of Intellectual Disability Research, v. 51, n. 12, p , dec BARRERA, S.D.; MALUF, M.R. Consciência metalingüística e alfabetização: um estudo com crianças da primeira série do ensino fundamental. Psicologia: reflexão e crítica, v. 16, n. 3, p , BERTELSON, P. Reading acquisition and phonemic awareness testing: how conclusive are data from Down's syndrome? (Remarks on Cossu, Rossini, and Marshall (1993). Cognition, v. 48, n. 3, p , discussion , sep BRITTO, D.B.O.; CASTRO, C.D.; GOUVÊA, F.G.; SILVEIRA, O.S. A importância da consciência fonológica no processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita. Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, v. 11, n. 3, p.142-6, BRYANT, P.; BRADLEY, L. Problemas de leitura na criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.

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