O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE COLETIVA: Estudo de Caso no Município de Divinópolis/MG - Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE COLETIVA: Estudo de Caso no Município de Divinópolis/MG - Brasil"

Transcrição

1 Fundação Educacional de Divinópolis - FUNEDI Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG Mestrado em Educação, Cultura e Organizações Sociais O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE COLETIVA: Estudo de Caso no Município de Divinópolis/MG - Brasil Maria Elisa Erhardt Teatini Divinópolis MG 2008

2 Maria Elisa Erhardt Teatini O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE COLETIVA: Estudo de Caso no Município de Divinópolis/MG - Brasil Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado da Fundação Educacional de Divinópolis, unidade associada à Universidade do Estado de Minas Gerais da, como requisito à obtenção do título de Mestre em Educação, Cultura e Organizações Sociais. Área de concentração: Estudos Contemporâneos Linha de Pesquisa: Saúde Coletiva Orientadora: Profª. Drª. Batistina Maria de Sousa Corgozinho Divinópolis MG 2008

3 Teatini, Maria Elisa Erhardt. T253s O serviço social e a saúde coletiva: estudo de caso no município de Divinópolis/ MG - Brasil [manuscrito] / Maria Elisa Erhardt Teatini f., enc. Orientador : Batistina Maria de Sousa Corgozinho Dissertação (mestrado) - Universidade do Estado de Minas Gerais, Fundação Educacional de Divinópolis. Bibliografia: f Serviço Social. 2. Saúde coletiva Inserção. 3. Saúde - Divinópolis - MG. 4. Paulo Sérgio Carneiro M., Tese. I. Corgozinho, Batistina. Maria de Sousa. III. Universidade do Estado de Minas Gerais. Fundação Educacional de Divinópolis. IV. Título. CDD: 362.1

4 Dissertação intitulada Serviço Social e Saúde Coletiva estudo de caso no Município de Divinópolis MG - Brasil, de autoria da mestranda Maria Elisa Erhardt Teatini, aprovada pela banca examinadora constituída pelos seguintes professores: Profª. Drª. Batistina Maria de Sousa Corgozinho (Orientadora) FUNEDI/UEMG Prof. Dr. Antônio Leite Alves Radicchi UFMG Prof. Dr. Leandro Pena Catão FUNEDI/UEMG Mestrado em Educação, Cultura e Organizações Sociais Fundação Educacional de Divinópolis Universidade do Estado de Minas Gerais Divinópolis, 13 de Junho de 2008.

5 AUTORIZAÇÃO PARA A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA DA DISSERTAÇÃO Autorizo, exclusivamente para fins acadêmicos e científicos, a reprodução total ou parcial desta dissertação por processos de fotocopiadoras e eletrônicos. Igualmente, autorizo sua exposição integral nas bibliotecas e no banco virtual de dissertações da FUNEDI/UEMG. Maria Elisa Erhardt Teatini Divinópolis, 13 de Junho de 2008

6 Dedicatória Dedico este trabalho ao Paulo, que sentiu comigo esta feitura. Entendeu e acolheu.

7 Agradecimentos Aos meus pais, que sempre proporcionaram tranqüilidade em toda a minha trajetória de vida. Brilharam mais uma vez. Eternamente obrigada. A minha filha, que me acompanhou diariamente nesse processo, percebendo todos os meus movimentos e muitas vezes se envolvendo e tentando sempre ajudar. Aos meus irmãos, cunhadas, sobrinhos, que apesar da distância, torcem por mim. Aos entrevistados, que se mostraram muito atenciosos e felizes em resgatarem a trajetória do Serviço Social e da Saúde Coletiva em Divinópolis. Todos me acolheram com muito carinho. A Lais e Juliana, futuras assistentes sociais, que não apenas transcreveram as fitas como também, junto comigo, aprenderam um pouco sobre a história do Serviço Social. Aos colegas, professores e demais funcionários da FUNEDI, pela parceria, pela contribuição e pelo empenho. A Prefeitura Municipal de Divinópolis e a Câmara Municipal de Divinópolis que gentilmente disponibilizaram todos os documentos solicitados. A Professora Batistina pela orientação deste trabalho..

8 RESUMO A presente investigação teve por objeto o estudo sobre a relação Serviço Social Saúde Coletiva, tendo como campo de estudo, Divinópolis, cidade de porte médio, com população de cerca de habitantes, pólo regional e de referencia em saúde na região centrooeste de Minas Gerais. O objetivo geral da pesquisa foi o de conhecer e analisar como ocorreu o processo de inserção do Serviço Social na área de Saúde Coletiva, neste município. Partiu-se da hipótese de que esta inclusão do Serviço Social na Saúde Coletiva, na cidade, encontra-se inserida em uma dinâmica, ao mesmo tempo nacional e local, dialeticamente situadas. Ao mesmo tempo sofrendo influências do que se passou a nível estadual/federal, mas também, sendo influenciada por especificidades locais que, por vezes, anteciparam as propostas de direcionamento de níveis hierárquicos superiores. Para o desenvolvimento do estudo foi utilizado o método histórico dialético, o que conduziu a uma Pesquisa Documental e a metodologia da História Oral. Através da técnica de entrevista semi-estruturada foram ouvidos informantes-chave oriundos do Serviço Social e/ou da Saúde Coletiva local, que vivenciaram este processo de inserção. Esses informantes (médicos, assistentes sociais, psicólogo) demonstraram possuir uma visão convergente, interdisciplinar; e inclusive uma perspectiva transdisciplinar, sobre o objeto em estudo. A partir dos resultados obtidos dialogou-se com autores que se debruçaram sobre o tema e que foram revistos na pesquisa bibliográfica. Concluiu-se que uma dinâmica estadual/federal, manifesta, inclusive através da vontade política institucional (Constituição, Leis, Decretos, etc) tem expressivo papel nas ações locais sejam das instituições ou dos indivíduos -; no entanto, se não houver uma correspondência local que, também, se direcione, e muitas, vezes, antecipe a vontade política institucional hierarquicamente superior, os conflitos e contradições podem levar a obstáculos que comprometam a relação Serviço Social Saúde Coletiva. No caso específico estudado, uma visão integradora local, em um momento histórico determinado favoreceu esta inserção e o desenvolvimento que se seguiu, inclusive na modificação da atuação atual do assistente social no sistema. Palavras Chave: Serviço Social, Saúde Coletiva, Inserção.

9 ABSTRACT The present investigation expressed in the form of a Master s dissertation has a target: the study of the relation between Social Service and Collective Public Health.It was developed utilizing as an area of study the city of Divinópolis. A medium size city with the population of approximately 200,000 people, is a regional hub in the field of Health. Divinópolis is located Mid-West region of the state of Minas Gerais.The general objective of this research was to understand and analize how it took place the process of Social Services penetration into collective health in the city of Divinópolis. This was derived from the hypothesis in which the inclusion of Social Service in Collective Health find itself in a dynamic that can be considered simultaneously national and local. At the same time being determined by what happens on the federal and state levels as well as being influenced by specific facts on the local level. In addition, anticipating the directive proposals on the hierarchical levels sometimes directly related to those levels.in order to develop this study the historical dialectic method was utilized, alloweing the author to conduct the research of documents (historical and conceptual) and the primary sources. Through the technique interviews semi-structured one can detected key informants coming straight from public services and/or local public health officials consequently bringing to life the process of insertion.the contrast between the spoken and written words allowed for a better proximity and understanding of the case studied. The careful analysis of the informant`s information (Doctors, Psychologists, Social Workers) enabled to conduct a disciplinary lood, and also a convergence interdisciplinary as well as a transdisciplinary perspective. Judgin by the results obtained, several constrictors dedicated themselves to this theme and helped in the revision of the researched documents.it`s concluded that the dynamic in the state and federal levels manigest itself through the will of political institutions, such as the Constitution, Laws, Decrets, etc. Having a direct impact in the local levels. However, if there`s a lack of local action and participation that in some levels anticipate the political will. The results in this case can involuntarily generate limited and insuficient changes.the conclusion can be applied by the Social Worker, in this case, the student. In the absence of convergences between the political will in the hierarchical and practial levels, the Social Worker and every other worker in the Public Health field can be compromised. Key Words: Social Service, Public Health, Inclusion.

10 Lista de Siglas AIS - Ações Integradas de Saúde. BH - Cidade de Belo Horizonte. CAD - Centro de Apoio e Diagnóstico. CAP - Caixa de Aposentadoria e Pensão. CBAS - Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais CBCISS - Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio em Serviço Social. CEAPS - Consórcio de Entidades de Assistência e Promoção Social. CEAS -Centro de Estudos e Ação Social. CFESS - Conselho Federal de Serviço Social. CEPROS - Centro de Promoção da Saúde. ENESSO - Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social IAP - Instituto de Aposentadoria e Pensão INPS - Instituto Nacional de Previdência Social. LBA - Legião Brasileira de Assistência. NESCON - Núcleo de Educação em Saúde Coletiva. NOB - Norma Operacional Básica. OMS - Organização Mundial de Saúde. ONU - Organização das Nações Unidas. PLANSFER - Plano de Saúde dos Ferroviários. PAB - Piso de Atenção Básica. PACS - Programa de Agentes Comunitários da Saúde. PCCS - Plano de Cargos, Carreiras e Salários. PMD - Prefeitura Municipal de Divinópolis. PSF - Programa de Saúde da Família PUC - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. RH - Recursos Humanos. RFFSA - Rede Ferroviária Federal S/A. RJ - Estado do Rio de Janeiro. SAD - Serviço de Apoio e Diagnóstico SEMUSA -Secretaria Municipal de Saúde.

11 SENAI SESEF SESI SETAS SINPAS SP SUDS SUS TFD UBS - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. - Serviço Social das Estradas de Ferro - Serviço Social da Indústria. - Secretaria do Trabalho e Ação Social. - Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social - Estado de São Paulo. - Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde. - Sistema Único de Saúde. - Tratamento Fora de Domicílio. - Unidade Básica de Saúde.

12 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 O Serviço Social no Brasil: surgimento e evolução CAPÍTULO 2 O Serviço Social e a Saúde Coletiva : relações e inserção CAPÍTULO 3 A inserção do Serviço Social na Saúde Coletiva em Divinópolis O início do trabalho do Assistente Social em Divinópolis A origem da Saúde Coletiva em Divinópolis O Serviço Social e a Saúde Coletiva em Divinópolis CONCLUSÃO REFERÊNCIAS...74 ANEXOS...80

13 12 INTRODUÇÃO O ensino superior sempre foi no Brasil o lócus de formação acadêmica do assistente social instituída através do curso de graduação em Serviço Social. Esse curso foi concebido na década de 1930 e expressa em seu processo de construção a dinâmica social contemporânea. As matrizes que fundamentam os princípios do pensamento e da ação do Serviço Social adquirem diferentes formas na medida em que acompanham as transformações societárias. Os campos de atuação do assistente social na atualidade são bastante diversificados e localizam-se tanto nas áreas da esfera pública e privada, como no terceiro setor, particularmente nas Organizações não Governamentais. No Brasil a inclusão do assistente social no mercado de trabalho vem crescendo gradativamente. Esta demanda responde a um reconhecimento da necessidade de que haja um aumento da extensão e aprofundamento da intervenção deste profissional junto à questão social compreendida como o conjunto das expressões das desigualdades da sociedade capitalista madura (IAMAMOTO, 2005, p. 27). Mas é na esfera pública, especificamente na área da saúde, que encontramos inserido o maior número de assistentes sociais e, em Divinópolis/MG, isso não tem ocorrido de forma diferente. O campo da assistência social no Brasil é antigo, mas a institucionalização da profissão aconteceu na década de quarenta. Ao longo desse tempo, essa profissão foi exercida predominantemente pelo gênero feminino. O que é novo e que instiga essa investigação é a inclusão do Serviço Social no campo da Saúde Coletiva. Para contextualizar essa questão precisamos considerar as mudanças de perspectivas ocorridas nos campos de atuação da saúde e do Serviço Social. Desde os anos setenta vem sendo construído o conceito de Saúde Coletiva superando a visão tradicional do que era considerada Saúde Pública. Não é uma mera mudança de nome, mas de perspectiva considerando-se, dentre outros aspectos, a necessidade de estimular a atuação de profissionais diversificados na área da saúde, tradicionalmente entendida como campo de atuação de médicos e enfermeiras, partindo-se do princípio que a questão da saúde deve ser vista a partir de uma visão social. À medida que se desencadeou no Brasil o processo de redemocratização política, em meados dos anos oitenta, e considerando o quadro alarmante de desigualdades sócioeconômicas e miséria de um percentual altamente significativo da população, ressurgiram os

14 13 movimentos sociais que expressaram demandas e exigências quanto a uma maior atuação do Estado na organização e na implementação da Saúde Coletiva. Por outro lado, nessa mesma época, o Serviço Social estava consolidando tanto seu processo de autocrítica quanto buscando novas bases teóricas fundamentais. Esse processo teve início em meados da década de 1960 e consistia em reavaliar a postura conservadora, positivista e assistencialista predominante desde os anos trinta, quando o Serviço Social foi estruturado pelo Estado, pela Igreja e pela burguesia industrial. Tal processo, denominado Movimento de Reconceituação foi iniciado não somente no Brasil, mas também em outros países da América Latina na mesma década. Apesar das dificuldades de superação de sua prática conservadora, um grupo de assistentes sociais, localizado na Região Sul do Brasil, inserido nesse movimento, buscou uma aproximação com o legado marxista e com uma visão da sociedade a partir da ótica das classes sociais, como forma de fundamentar o referido movimento, conforme nos explica Yazbek (2000). Hoje o Serviço Social vivencia a construção de um projeto denominado Projeto Ético Político do Serviço Social iniciado a partir de 1975, período compreendido como final do Movimento de Reconceituação, associado a um projeto de transformação da sociedade como um todo, fundamentado em outros segmentos e disciplinas. Está baseado na dimensão política da intervenção profissional contida no processo de ruptura de um Serviço Social conservador iniciado no referido movimento conforme nos mostra Reis (2004). No final da década de oitenta, novas perspectivas referentes à Saúde Coletiva foram incluídas na Constituição de 1988 e, a partir daí, passou-se a considerar também como importante, a atuação do Serviço Social em intervenções relacionadas à saúde da população na perspectiva de uma transformação social que vem cada vez mais, inserindo-se no Projeto Ético Político da profissão. O mercado de trabalho no campo da Saúde Coletiva reestruturouse, ocorrendo a contratação, dentre outros profissionais, de assistentes sociais e psicoterapeutas, além daqueles que tradicionalmente já atuavam. Evidentemente tornou-se necessária uma mudança no código de ética (uma ocorrida em 1986 e a última em 1993) e no currículo dos cursos de Serviço Social de modo que a formação acadêmica oferecida fosse compatível com novas demandas atendendo uma necessidade de melhor atuação daquele profissional nas políticas públicas. Buscou-se formar um novo assistente social que mostrasse ser capaz de sustentar sua inclusão no campo da Saúde Coletiva. Mais do que um executor das políticas oficiais ele deveria se transformar num profissional reflexivo, questionador e propositivo capaz de intervir de uma forma não imediatista e alienante junto à população.

15 14 Devido à necessidade cada vez maior de implementação da Saúde Coletiva é significativo investigar como que o assistente social atendeu à solicitação de sua atuação neste campo e analisar como ocorreu esse processo de inserção em seus vários aspectos. A forma como o assistente social enfrentou este novo desafio - seus conflitos e contradições; mudanças e resistências; limitações e possibilidades - constitui-se como o problema instigador desta investigação. A construção desse problema não se respalda somente em uma preocupação intelectual, mas também em nossa história profissional. De acordo com Marsiglia (2006), a justificativa de um trabalho de pesquisa também se baseia nas razões da escolha de tal problema. As razões que nos levaram a escolher o tema deste trabalho e, consequentemente, analisar o problema levantado, iniciam-se em nossa experiência enquanto assistente social na área da saúde empresarial especificamente no PLANSFER (Plano de Saúde dos Ferroviários) do SESEF (Serviço Social das Estradas de Ferro), durante os anos de 1992 a 1997 e consolidam-se em nossa experiência enquanto assistente social na área da Saúde Coletiva a partir de O SESEF, criado em 1961, esteve ligado até 1974, ao Departamento de Estradas de Ferro, autarquia vinculada ao Ministério dos Transportes. Tinha como principal objetivo prestar assistência social aos ferroviários e seus dependentes. A partir desta data, com a extinção do departamento, passou a ser subordinado a RFFSA (Rede Ferroviária Federal) Em 1989 o SESEF criou o PLANSFER em território nacional para os funcionários ferroviários e dependentes com o qual estes não necessitavam contribuir. Nas cidades que possuíam um grande número de trabalhadores ferroviários, como Belo Horizonte, Araguari, Juiz de Fora, Divinópolis além de outras localizadas nos demais estados, o SESEF possuía um CEPROS (Centro de Promoção da Saúde) que compunha a estrutura do PLANSFER. Estes CEPROS eram unidades ambulatoriais próprias e de uso exclusivo dos ferroviários e dependentes. Eram constituídos de profissionais da área da saúde, como enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais e médicos. Os demais serviços oferecidos aos usuários, eram conveniados pelo PLANSFER, como laboratório de análises clínicas, hospitais e outros. A partir de 1995, a RFFSA, alegando dificuldades financeiras em manter um plano de saúde de tamanho porte a tantos usuários, deixou de ser a mantenedora exclusiva do SESEF/PLANSFER e passou a dividir tal responsabilidade com os ferroviários (incluindo a categoria de aposentados) os quais passaram a ter que optar em comprar ou não os diferentes tipos de planos que foram oferecidos pelo PLANSFER (básico, com internação, sem internação, etc). Até então os serviços eram oferecidos igualmente para todos os funcionários e dependentes. A adesão ao plano não foi unânime considerando que nem todos os

16 15 funcionários tiveram interesse e ou, principalmente possibilidade financeira de pagamento por um plano de saúde. Esta não adesão repercutiu sobre a receita do SESEF que passou a ter complicações financeiras. Agravando ainda mais a situação, em 1998, trechos da malha ferroviária da RFFSA passaram a ser arrendados por diferentes empresas privadas. Coube a cada empresa oferecer a assistência à saúde de seus funcionários de acordo com seu interesse e não sendo de interesse da maioria das empresas manter a estrutura do PLANSFER, principalmente os serviços oferecidos pelos CEPROS. Este fato ocasionou a demissão de maioria dos funcionários dos CEPROS, principalmente os profissionais da saúde, transformando este ambulatório em um escritório administrativo responsável por funções burocráticas, como emissão de guias e contabilidade de serviços conveniados, destinadas às poucas pessoas que continuaram usuárias do PLANSFER, como, por exemplo, alguns aposentados. As empresas que arrendaram os trechos ferroviários passaram a oferecer aos funcionários planos de saúde de medicina de grupo vinculado à iniciativa privada. A malha ferroviária na qual Divinópolis encontra-se situada foi arrendada pela empresa Ferrovia Centro Atlântica (F.C.A.) que institui o Plano de Saúde Bradesco como serviço de atenção à saúde dos funcionários. Entre os anos de 1992 a 1996, atuamos como assistente social no CEPROS do município de Lavras (MG) cujo quadro de profissionais da saúde foi extinto em decorrência da mudança ocorrida no PLANSFER e principalmente devido ao arrendamento da RFFSA. A Gerência Regional do SESEF se localizava em Belo Horizonte, e em Divinópolis existia um CEPROS onde demos continuidade ao trabalho de assistente social na área da saúde, a partir de Porém, os mesmos motivos que levaram o CEPROS de Lavras à redução quase que total de seus funcionários, também afetaram o CEPROS de Divinópolis. No início de 1998 o referido centro, assim como o de Lavras e outros já não contava mais com os funcionários da área da saúde sendo todos demitidos. Assim como ocorreu a demissão da maioria dos funcionários dos CEPROS, nesse mesmo contexto político - econômico nacional, ocorreu a demissão de muitos funcionários da RFFSA em decorrência do seu processo de arrendamento. Vivenciamos a forma como a iniciativa privada se apropria de uma organização estatal através de um projeto neoliberal. Através de um concurso público ingressamos na Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis como assistente social. Baseado nos princípios constitucionais, onde a saúde é instituída como um direito da população e um dever do Estado, experimentamos uma

17 16 intervenção profissional que se baseia na efetivação dos direitos conquistados e na busca pela participação democrática da população junto à gestão do serviço e pela execução dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Assim conhecemos uma outra forma de atuação na relação instituição coletividade, que não tem como primeiro princípio as relações de mercado, como vimos anteriormente quando tratamos do PLANSFER, mas sim que se fundamenta nos direitos constitucionais. Na área da Saúde Coletiva, percebe-se que a forma como o sistema de saúde foi implantado em Divinópolis apresentou características singulares e instigantes principalmente no período inicial de sua implantação. Analisar o tema proposto a partir das transformações ocorridas, além de possibilitar compreendê-lo de forma mais crítica, permite também a percepção sobre as bases que fundamentaram essas transformações. Não é interesse, deste trabalho, dissertar sobre as atribuições da profissão bem como sua instrumentalidade e operacionalidade e sim revelar aspectos considerados importantes sobre seu processo de inserção na área da saúde. A opção em pesquisar especificamente sobre a inserção do assistente social na área da Saúde Coletiva em Divinópolis baseia-se no fato de ser este o campo de trabalho que mais se aproxima de nossa prática profissional. Portanto, essa investigação foi realizada através de um estudo de caso tomando a experiência ocorrida no município de Divinópolis/MG. O Serviço Social é uma das áreas envolvidas com a saúde e, em Divinópolis, tem uma participação na Saúde Coletiva destacada a partir da Constituição de 1988, marco de referência para a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), onde o Serviço Social tem uma atuação específica e complementar às outras áreas envolvidas na busca pela saúde. A escolha de Divinópolis, como campo de estudo, deveu-se não só a ser nosso espaço de atuação profissional, mas também ao fato de ser uma cidade que possui uma população de cerca de habitantes; cidade-pólo, inclusive na área da saúde, considerada desde a década de 1970, referência regional. Ela é dotada de recursos humanos e capacidade instalada que lhe permitem oferecer uma assistência baseada na integralidade e na universalidade, seja no âmbito ambulatorial ou hospitalar. Divinópolis é cidade de porte médio de Minas Gerais, tendo ainda singularidades que a diferenciam no campo da Saúde Coletiva. Na atualidade, Divinópolis encontra-se dividida em seis Distritos Sanitários, sendo estes suas estruturas administrativas sanitárias básicas. Distribuídos nestes distritos estão quinze Unidades Básicas de Saúde (U.B.S.) e doze unidades do Programa de Saúde da Família, consideradas as estruturas operacionais mais próximas da população. Dispõe também de uma Policlínica para onde são encaminhados os casos provenientes das U.B.S. que

18 17 necessitam assistência especial. Divinópolis tem também um Pronto Socorro Regional que procura atender, não só as urgências e emergências da população do município como também das cidades localizadas na região; um serviço especializado em odontologia e ações vinculadas aos setores de Zoonoses e Vigilância Sanitária. Como estrutura de suporte às atividades ambulatoriais, a cidade conta com um Centro de Apoio e Diagnóstico (CAD), um serviço de assistência farmacêutica, e um serviço de Tratamento Fora de Domicílio (TFD), cuja função é assistir e encaminhar os pacientes a serviços que por motivos variados não são prestados em Divinópolis, mas são fundamentais no cumprimento do princípio da integralidade em saúde. Assim, em 1991 foi elaborado no município de Divinópolis um Plano Municipal de Saúde, poucos anos após a criação do SUS pela Constituição de Seu objetivo era orientar a organização dos serviços de saúde no município com base nos pressupostos do Sistema Único de Saúde SUS (Secretaria Municipal de Divinópolis, 1991 p. 04). Tal Plano de Saúde buscava, já naquela época, superar avanços conseguidos no passado. Neste sentido, foram traçadas metas para o triênio , cujas estratégias fundamentais visavam a implantação do SUS no município. Entre as metas previstas no Plano de 1991, destacavam a construção de centros de saúde e policlínicas; a instalação de distritos sanitários; a implementação de modelo assistencial com referência e contra-referência e a participação da comunidade. Vale destacar que todas as metas citadas estavam em consonância com os preceitos da então nova política nacional de saúde, onde se propunha a integralidade das ações, a regionalização dos serviços, a articulação com outros municípios da região, a hierarquia dos serviços de saúde e a democratização dos processos decisórios. Para a implementação de tal plano o município teve que levar em frente uma proposta de expansão da capacidade instalada, de estruturação de modelo de gestão, de contratação de profissionais de áreas diretamente ligadas a área da saúde e de outras que até então se colocavam como áreas indiretamente ligadas a saúde. Tendo este porte e relevância, Divinópolis foi e é palco de expressão das políticas de Saúde Coletiva e da atuação do Serviço Social neste setor, o que justifica ter sido escolhida para este estudo de caso. As experiências de trabalho nessa área e as reflexões daí advindas, estimularam alguns questionamentos. Não significa, portanto, uma questão única para a qual almeja-se uma resposta específica. Traduz-se em compreender o processo de inclusão do assistente social na área da Saúde Coletiva, através de questionamentos sobre o porquê, como e quando ocorreu essa inclusão e se o profissional incorporou em suas atribuições os pressupostos básicos de

19 18 atenção à saúde, calcados principalmente no trabalho de caráter preventivo. Dessa forma, foram buscados dados que permitissem uma visão mais ampliada sobre o processo de transformação que ocorreu e que está acontecendo na forma e nos espaços de atuação do assistente social, no nível local. Questionamos também sobre quais eram as características ou qualidades que o assistente social possuía nas décadas anteriores que o tornaram atrativo para integrar o campo de atuação da Saúde Coletiva. Em qual contexto sócio-político isso ocorreu? Quais as dificuldades que o assistente social experimentou? Outras questões foram levantadas: o que levou os gestores públicos municipais a incluírem no quadro de Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis (SEMUSA) o profissional do Serviço Social? Quais eram seus interesses, expectativas ou demandas? Quais foram os atores sociais envolvidos? Por quê? Qual o caminho percorrido que possibilitou tal inclusão? Como? Em que época isto ocorreu de forma mais significativa: ano, perfil da gestão pública municipal, legislação vigente? Quando? As indagações suscitadas exigiram uma retomada sobre o processo de desenvolvimento tanto do Serviço Social quanto da Saúde Coletiva no Brasil, durante as últimas décadas. Através de levantamento bibliográfico encontramos importantes obras que tratam sobre o tema em questão, com registros variados sobre as transformações do Serviço Social e da Saúde Coletiva e em que contexto manifestou-se a necessidade de inclusão do Serviço Social como campo de atuação também nesta área. Dentro desse princípio, o objetivo geral desse trabalho é conhecer e analisar como ocorreu o processo de inserção do Serviço Social na área da Saúde Coletiva em Divinópolis/ MG. Para tanto, será necessário destacar tal inserção, especificando seu processo de desenvolvimento, seus fatores determinantes, suas necessidades, importância, contradições, limites e possibilidades. As hipóteses elaboradas, nesse trabalho, são frutos de reflexões feitas sobre o fenômeno Serviço Social / Saúde Coletiva. Encontram-se situadas dentro do princípio da totalidade e especificidade a partir do momento em que foram estabelecidas correlações entre o campo de estudo delimitado e a conjuntura externa a esse campo. Estudos bibliográficos nos mostram que a inserção do Serviço Social na área da Saúde Coletiva ocorreu de acordo e a partir da Constituição de Entretanto, somente após a resolução nº 218/1997 do Conselho Nacional de Saúde é que o assistente social passou a ser reconhecido como profissional de saúde de nível superior. Esse reconhecimento foi reafirmado pela resolução nº 338/1999 do Conselho Federal de Serviço Social. Entende-se,

20 19 portanto, que a Constituição de 1988 e as resoluções daí advindas decidiram a inserção do assistente social na área da Saúde Coletiva. A primeira hipótese é que no município de Divinópolis, as causas que influenciaram esta inclusão encontram-se inseridas em uma dinâmica local e nacional, dialeticamente situadas. A inserção do Serviço Social na área da Saúde Coletiva ocorreu a partir das determinações gerais preconizadas na Constituição de 1988 e antes da resolução nº 218/1997 do Conselho Nacional de Saúde. Para validar tal hipótese, foram investigadas as questões intrínsecas a esse fato correlacionando-o ao contexto sócio-político municipal para evidenciar as especificidades em seus diversos aspectos. Na década de 1980, o Serviço Social já havia atravessado períodos significativos que muito influenciaram o surgimento de novos referenciais teórico práticos da profissão. Esses avanços possibilitaram ao profissional uma revisão no âmbito de sua operacionalidade. Considerando que a inserção do assistente social na Saúde Coletiva corresponde a um período de mudanças de paradigmas quanto à atenção a saúde, como, mudança de modelos assistenciais e demanda por maior investimento em ações básicas de saúde de caráter preventivo, torna-se coerente ao tema proposto nesse trabalho avaliar se e como o profissional do Serviço Social atendeu a demanda acima evidenciada. De acordo com tal reflexão, a segunda hipótese é: no município de Divinópolis o assistente social incorporou as novas expectativas de atenção à saúde propostas pelos princípios básicos preconizados pela Constituição de 1988 e as determinações daí advindas. A abordagem teórico-metodológica aplicada nesse estudo baseou-se nos princípios do método histórico-dialético o qual considera que quantidade e qualidade são inseparáveis e interdependentes. O objeto estudado é parte de uma totalidade situada dentro de um processo histórico determinado constituído de acontecimentos, muitas vezes, contraditórios e conflitantes capazes de promover mudanças e transformações societárias substanciais. O trabalho de investigação não é neutro - pois o investigador também é um produto social -, o que não o impede de aproximar-se da verdade, podendo inclusive contribuir com sua transformação. Outro importante princípio da dialética é o da totalidade mostrando a relação existente entre o particular dentro do geral e o geral dentro do particular, conforme Dicionário da Fundação Getúlio Vargas (1987). A compreensão sobre o processo de inclusão do Serviço Social no campo da Saúde Coletiva exige que sejam considerados diversos fatores políticos e sociais de forma dinâmica e contextualizada historicamente para evidenciar suas contradições, impasses, conflitos, mudanças quantitativas e qualitativas e o surgimento de novas sínteses, em permanente processo de transformação. Por isso, considerou-se a abordagem histórico-dialética como a

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate ALEXANDRE DE SOUZA RAMOS 1 Saúde como direito de cidadania e um sistema de saúde (o SUS) de cunho marcadamente

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

Maria Rachel Jasmim de Aguiar

Maria Rachel Jasmim de Aguiar III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família A ATENÇÃO PRIMÁRIA E A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO EM UM MODELO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE Maria Rachel Jasmim de Aguiar Orientação: Carlos Eduardo Aguilera

Leia mais

Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007).

Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007). Anexo 1. Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007). I. Disciplinas Obrigatórias SOCIOLOGIA CLÁSSICA Os paradigmas sociológicos clássicos (Marx, Weber, Durkheim).

Leia mais

O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS

O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS MÁRCIA APARECIDA DOS SANTOS SOLANGE RODRIGUES DE ALMEIDA BERNACHI ACADEMICAS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL 2012 ASSOCIAÇÃO DE ENSINO

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES 122 O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES Carlise Cadore Carmem Lúcia Colomé Beck Universidade Federal de Santa Maria Resumo Os movimentos da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica

Leia mais

CONTROLE SOCIAL: ESTUDOS E VIVÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA - PR. PALAVRAS-CHAVE Democracia. Controle Social. Observatório Social.

CONTROLE SOCIAL: ESTUDOS E VIVÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA - PR. PALAVRAS-CHAVE Democracia. Controle Social. Observatório Social. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CONTROLE

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL: PERSPECTIVA HISTÓRICA E ATUAL FERREIRA, CMA 1 ; ROCHA, LM 2 ; FERREIRA, CMA 3

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL: PERSPECTIVA HISTÓRICA E ATUAL FERREIRA, CMA 1 ; ROCHA, LM 2 ; FERREIRA, CMA 3 A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL: PERSPECTIVA HISTÓRICA E ATUAL FERREIRA, CMA 1 ; ROCHA, LM 2 ; FERREIRA, CMA 3 1 Catyelle Maria de Arruda Ferreira, autora, aluna do Curso de Ciências

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O surgimento do Serviço Social O serviço social surgiu da divisão social e técnica do trabalho, afirmando-se

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual

Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual Pedro Bruno Barros de Souza Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO LÍVIA CRISTINA FRIAS DA SILVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE Ms. Maria de Fátima Lires Paiva Orientadora São Luís 2004 INTRODUÇÃO Sistema Único de Saúde - Universalidade

Leia mais

GESTÃO DAS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS NOS GOVERNOS ESTADUAIS BRASILEIROS

GESTÃO DAS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS NOS GOVERNOS ESTADUAIS BRASILEIROS Inter-American Development Bank Banco Interamericano de Desarrollo Banco Interamericano de desenvolvimento Banque interámericaine de développment BR-P1051 Departamento de Países do Cone Sul (CSC) Rascunho

Leia mais

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE)

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE (SÍNTESE) Ao longo de mais de cinco décadas, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) estruturou um ambiente acadêmico intelectualmente rico

Leia mais

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 1. A saúde é direito de todos. 2. O direito à saúde deve ser garantido pelo Estado. Aqui, deve-se entender Estado como Poder Público: governo federal, governos

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A 9 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A QUESTÃO 16 O Capítulo II das Entidades de Atendimento ao Idoso, da Lei nº 10.741, de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, coloca no Parágrafo Único

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

HELENA NAVARRO GIMENEZ

HELENA NAVARRO GIMENEZ HELENA NAVARRO GIMENEZ O ASSISTENTE SOCIAL NA GESTÃO ESTADUAL DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A APLICABILIDADE DO CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL NESSE ESPAÇO DE ATUAÇÃO O presente artigo tem por objetivo

Leia mais

1 Introdução. 1 O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um programa de política social, garantido pela

1 Introdução. 1 O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um programa de política social, garantido pela 1 Introdução O Programa Bolsa Família (PBF) é o maior programa sócio assistencial atualmente no país, que atende cerca de 11,1 milhões de famílias brasileiras. O PBF tem sido objeto de várias questões

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPE N 49/2005*

RESOLUÇÃO CEPE N 49/2005* RESOLUÇÃO CEPE N 49/2005* Ratifica o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Serviço Social, em implantação a partir do ano letivo de 2002. CONSIDERANDO a Lei n.º 9394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da

Leia mais

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS LISY MOTA DA CRUZ Orientador: Prof. Dr. Gilberto Tadeu Reis da Silva

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O CURRÍCULO DA FAMEMA (2012) Os currículos dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) estão em permanente transformação por entendermos que esse processo permite uma

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Resumo 1 Discente do Curso de Serviço Social da Faculdade Novos Horizontes MG 2 Discente do Curso de Serviço

Leia mais

Políticas públicas e a assistência a saúde

Políticas públicas e a assistência a saúde Universidade de Cuiabá UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde História da Saúde no Brasil: Políticas públicas e a assistência a saúde Profª Ma. Kaline A. S. Fávero,

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E SAÚDE MENTAL ABSTRACT

SERVIÇO SOCIAL E SAÚDE MENTAL ABSTRACT SERVIÇO SOCIAL E SAÚDE MENTAL Sofia Laurentino Barbosa Pereira 1 Simone de Jesus Guimarães 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo fazer uma revisão teórico-crítica acerca do Serviço Social no campo

Leia mais

POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL

POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL Edriane Cristhina Catarin Peretti 1 RESUMO: A proposta de pesquisa refere-se à compreensão do instrumento de entrevista situado nos processos

Leia mais

PROJOVEM E INCLUSÃO DIGITAL: UM ESTUDO SOBRE AS REPERCUSSÕES DO PROGRAMA NA FORMAÇÃO DOS JOVENS ATENDIDOS NO RECIFE

PROJOVEM E INCLUSÃO DIGITAL: UM ESTUDO SOBRE AS REPERCUSSÕES DO PROGRAMA NA FORMAÇÃO DOS JOVENS ATENDIDOS NO RECIFE PROJOVEM E INCLUSÃO DIGITAL: UM ESTUDO SOBRE AS REPERCUSSÕES DO PROGRAMA NA FORMAÇÃO DOS JOVENS ATENDIDOS NO RECIFE Maria do Rozario Gomes da Mota Silva Orientadora: Profª Drª Márcia Ângela da Silva Aguiar

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Jocelma Tossin Martins (UNICENTRO), Rosângela Bujokas de Siqueira (Orientadora), e-mail: janja.bujokas@uol.com.br

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ

Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ Metodologia da Pesquisa Cientifica Metodologia Como se procederá a pesquisa? Caminhos para se

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares 590 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares Raquel Renzo Silva - UNESP Analúcia Bueno dos Reis Giometti - UNESP INTRODUÇÃO A atualidade

Leia mais

Valéria Debórtoli de Carvalho Queiroz. Entre o passado e o presente: a atuação do Assistente Social no campo da saúde mental. Dissertação de Mestrado

Valéria Debórtoli de Carvalho Queiroz. Entre o passado e o presente: a atuação do Assistente Social no campo da saúde mental. Dissertação de Mestrado Valéria Debórtoli de Carvalho Queiroz Entre o passado e o presente: a atuação do Assistente Social no campo da saúde mental Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação

Leia mais

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação Introdução A investigação e análise contidas neste trabalho tomam por

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 43 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Medeiros (2005) esclarece que a pesquisa científica tem por objetivo maior contribuir para o desenvolvimento humano. Para isso, conta com métodos adequados que devem ser planejados

Leia mais

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência.

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência. ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO Nara FUKUYA 1 ; Ana Elisa Bauer Camargo SILVA 2 1,2 Universidade Federal de Goiás, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, Núcleo de Estudo

Leia mais

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL Historicamente, o ensino da administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelos currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria das Graças Oliveira Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, Brasil. Resumo Este texto é parte de uma Tese de Doutorado

Leia mais

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Arnaldo Rezende Setembro/2010. Um pouco da origem... 1543 Implantação da 1ª. Santa Casa de Misericórdia. 1549 - Chegada dos Jesuítas no

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art.1º - A SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE - SUSAM integra a Administração Direta do Poder Executivo, na forma da Lei nº 2783, de 31 de janeiro de 2003, como órgão responsável,

Leia mais

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS/UEMG

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS/UEMG PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS/UEMG Maio de 2015 SUMÁRIO I - INTRODUÇÃO...2 II - CONCEPÇÃO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA...3 III - CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que:

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que: CARTA DE BRASÍLIA Contribuições do I Seminário Internacional sobre Políticas de Cuidados de Longa Duração para Pessoas Idosas para subsidiar a construção de uma Política Nacional de Cuidados de Longa Duração

Leia mais

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE RESUMO Leandro Pedro de Oliveira José Rubens de Lima Jardilino (orientador) Este trabalho

Leia mais

ATORES HUMANOS NA EAD: UMA PESQUISA A PARTIR DAS METODOLOGIAS E EXPERIÊNCIAS EXITOSAS NA REDE E-TEC BRASIL

ATORES HUMANOS NA EAD: UMA PESQUISA A PARTIR DAS METODOLOGIAS E EXPERIÊNCIAS EXITOSAS NA REDE E-TEC BRASIL 1 ATORES HUMANOS NA EAD: UMA PESQUISA A PARTIR DAS METODOLOGIAS E EXPERIÊNCIAS EXITOSAS NA REDE E-TEC BRASIL Florianópolis - SC - abril/2015 Júlio César da Costa Ribas IFSC julio@ifsc.edu.br Andreza Regina

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social PALESTRA 03: Investigação em Serviço Social: para quê, a

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1245 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Maria Luiza de Sousa Pinha, José Camilo dos

Leia mais

A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva

A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva Jakeline Gonçalves Bonifácio Vitória Régia Izaú Resumo Partimos do princípio

Leia mais

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR.

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. Resumo: CARNEIRO, Alana Caroline 1. SIVEIRA, Adriane 2. SOUZA,

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS CÂMARA TÉCNICA DA ATENÇÃO BÁSICA COREN MG 2006, 2007, 2008 e 2009 PROTOCOLOS ASSISTENCIAS DA ATENÇÃO BÁSICA DEFINIÇÕES Protocolo, do grego protókollon, primeira

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas a exclusão social tornou-se assunto de importância mundial nos debates sobre planejamento e direcionamento de políticas públicas (Teague & Wilson, 1995). A persistência

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA REGULAR: UM ESTUDO SOBRE A VISAO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO

Leia mais

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão O PAIF NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Fica instituída a Política Municipal de Educação Ambiental, seus objetivos, princípios

Leia mais

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 761 CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Fabiana Gonçalves Monti 1, Sérgio

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

O PLANO DE AÇÕES ARICULADAS (PAR) NA EDUCAÇÃO DO ALTO SERTÃO ALAGOANO 1

O PLANO DE AÇÕES ARICULADAS (PAR) NA EDUCAÇÃO DO ALTO SERTÃO ALAGOANO 1 O PLANO DE AÇÕES ARICULADAS (PAR) NA EDUCAÇÃO DO ALTO SERTÃO ALAGOANO 1 Aline Nunes da Silva Edilânia Maiara de Lima Silva Nathália Pereira Silva RESUMO: O presente texto tem a finalidade de apresentar

Leia mais

BOA SORTE! Não deixe de preencher as informações a seguir. Nome. Nº de Identidade Órgão Expedidor UF Nº de Inscrição AATENÇÃO

BOA SORTE! Não deixe de preencher as informações a seguir. Nome. Nº de Identidade Órgão Expedidor UF Nº de Inscrição AATENÇÃO FUNDAÇÃO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DE PERNAMBUCO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Não deixe de preencher as informações a seguir. Prédio Sala Nome Nº de Identidade Órgão Expedidor UF Nº de Inscrição ASSISTENTE

Leia mais

A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ALA DE PEDIATRIA EM UM HOSPITAL PÚBLICO DO ESPÍRITO SANTO.

A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ALA DE PEDIATRIA EM UM HOSPITAL PÚBLICO DO ESPÍRITO SANTO. A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ALA DE PEDIATRIA EM UM HOSPITAL PÚBLICO DO ESPÍRITO SANTO. Pesquisadoras: Fernanda da Vitória Fernandes Sueli Lauvers Orientadora: Profª Drª Silvia Moreira Trugilho OBJETIVOS

Leia mais

EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM E A PRÁXIS DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE 1

EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM E A PRÁXIS DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE 1 EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM E A PRÁXIS DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE 1 Márcia Maria Bragança Lopes 2 Marta Lenise do Prado 3 Denise Maria Guerreiro Vieira da Silva 4 Alacoque Lorenzini Erdmann 5

Leia mais

O PSF em Aracaju: um estudo de caso sobre os processos de trabalho

O PSF em Aracaju: um estudo de caso sobre os processos de trabalho 1 III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA AUTOR DO TEXTO: Maria Cecília Tavares Leite O PSF em Aracaju: um estudo de caso sobre os processos de trabalho RESUMO: A reflexão empreendida nesse estudo

Leia mais

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR - CAPES FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO (versão preliminar) Brasília, setembro

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

A PROFISSÃO DO SERVIÇO SOCIAL: DA GÊNESE A ATUALIDADE Sibeli Ribas

A PROFISSÃO DO SERVIÇO SOCIAL: DA GÊNESE A ATUALIDADE Sibeli Ribas A PROFISSÃO DO SERVIÇO SOCIAL: DA GÊNESE A ATUALIDADE Sibeli Ribas A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores. Karl Marx e Friederich Engels Resumo O presente artigo tem por objetivo

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Leia mais

ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR

ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR Autora: Lívia Costa de ANDRADE- liviacandrade@uol.com.br Orientadora: Sandra de Fátima OLIVEIRA sanfaoli@gmail.com.br

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

REVISTA SABER ACADÊMICO N 16 / ISSN 1980-5950 SQUIZATTO, E. P. S. 2013.

REVISTA SABER ACADÊMICO N 16 / ISSN 1980-5950 SQUIZATTO, E. P. S. 2013. 86 Artigo original A PRÁXIS PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL SQUIZATTO, E. P. S. 1 Nome Completo Ediléia Paula dos Santos Squizatto Artigo submetido

Leia mais

CURSO: MESTRADO ACADÊMICO

CURSO: MESTRADO ACADÊMICO COMUNICADO no 002/2012 ÁREA DE ZOOTECNIA E RECURSOS PESQUEIROS ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Zootecnia e Recursos Pesqueiros PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO DE PUBLICAÇÃO

Leia mais

O Serviço Social no processo transexualizador no HUPE/ UERJ

O Serviço Social no processo transexualizador no HUPE/ UERJ O Serviço Social no processo transexualizador no HUPE/ UERJ Equipe: Márcia Brasil Beatriz Baptista Elisa Prestes Laura Barbosa Monalisa Argolo Gabriela Lyrio Marcela Vendraminni Carolina Brito Pryscilla

Leia mais

COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE?

COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE? COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE? Vinícius Ximenes M. da Rocha Médico Sanitarista Diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde SESu/MEC Dificuldades para Implementação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

DIMENSÃO TÉCNICO OPERATIVA DO SERVIÇO SOCIAL

DIMENSÃO TÉCNICO OPERATIVA DO SERVIÇO SOCIAL DIMENSÃO TÉCNICO OPERATIVA DO SERVIÇO SOCIAL PROFESSORA: DENISE CARDOSO O serviço social é uma especialização do trabalho coletivo, inserido na divisão sóciotécnica do trabalho, cujo produto expressa-se

Leia mais

Edital para Seleção de Estudantes. Edital nº 01/2013

Edital para Seleção de Estudantes. Edital nº 01/2013 Edital nº 01/2013 A Coordenação do Programa Rede de Atenção às Mulheres em Situação de Violência: Construindo e Fortalecendo, no uso de suas atribuições, faz saber que estarão abertas as inscrições para

Leia mais

Rafaela Noronha Brasil

Rafaela Noronha Brasil Saúde Pública e Epidemiologia 2013.1 Rafaela Noronha Brasil Fonoaudióloga ESP/CE Mestre em Saúde, Ambiente e Trabalho Profa Adjunto FATECI/CE Economia agrícola: exportação café (e açúcar) Imigração de

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 Sete Lagoas Março de 2014 Sumário 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO... 4 1.1. Composição da Comissão

Leia mais

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS Informações gerais Estado Amazonas Organizadores (sindicato e Sindicato dos Farmacêuticos

Leia mais

PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ

PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Art. 1 - A Política Estadual

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL E O ATUAL PROJETO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 1

O SERVIÇO SOCIAL E O ATUAL PROJETO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 1 O SERVIÇO SOCIAL E O ATUAL PROJETO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 1 AVILA, Lisélen 2 ; AVILA, Evelisen 3 ; AGUINSKY, Beatriz 4 1 Trabalho do tipo bibliográfico 2 Assistente Social, Mestranda em Serviço Social

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SILVA, IVANNA SILIANA DO NASCIMENTO 1, ALVES, MARIA GERALDA 2, SILVA, IRBIA SONALY DO NASCIMENTO 3, NASCIMENTO, MARIA ANAZUILA 4, LEANDRO, DARLANIA

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais