O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE COLETIVA: Estudo de Caso no Município de Divinópolis/MG - Brasil

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1 Fundação Educacional de Divinópolis - FUNEDI Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG Mestrado em Educação, Cultura e Organizações Sociais O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE COLETIVA: Estudo de Caso no Município de Divinópolis/MG - Brasil Maria Elisa Erhardt Teatini Divinópolis MG 2008

2 Maria Elisa Erhardt Teatini O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE COLETIVA: Estudo de Caso no Município de Divinópolis/MG - Brasil Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado da Fundação Educacional de Divinópolis, unidade associada à Universidade do Estado de Minas Gerais da, como requisito à obtenção do título de Mestre em Educação, Cultura e Organizações Sociais. Área de concentração: Estudos Contemporâneos Linha de Pesquisa: Saúde Coletiva Orientadora: Profª. Drª. Batistina Maria de Sousa Corgozinho Divinópolis MG 2008

3 Teatini, Maria Elisa Erhardt. T253s O serviço social e a saúde coletiva: estudo de caso no município de Divinópolis/ MG - Brasil [manuscrito] / Maria Elisa Erhardt Teatini f., enc. Orientador : Batistina Maria de Sousa Corgozinho Dissertação (mestrado) - Universidade do Estado de Minas Gerais, Fundação Educacional de Divinópolis. Bibliografia: f Serviço Social. 2. Saúde coletiva Inserção. 3. Saúde - Divinópolis - MG. 4. Paulo Sérgio Carneiro M., Tese. I. Corgozinho, Batistina. Maria de Sousa. III. Universidade do Estado de Minas Gerais. Fundação Educacional de Divinópolis. IV. Título. CDD: 362.1

4 Dissertação intitulada Serviço Social e Saúde Coletiva estudo de caso no Município de Divinópolis MG - Brasil, de autoria da mestranda Maria Elisa Erhardt Teatini, aprovada pela banca examinadora constituída pelos seguintes professores: Profª. Drª. Batistina Maria de Sousa Corgozinho (Orientadora) FUNEDI/UEMG Prof. Dr. Antônio Leite Alves Radicchi UFMG Prof. Dr. Leandro Pena Catão FUNEDI/UEMG Mestrado em Educação, Cultura e Organizações Sociais Fundação Educacional de Divinópolis Universidade do Estado de Minas Gerais Divinópolis, 13 de Junho de 2008.

5 AUTORIZAÇÃO PARA A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA DA DISSERTAÇÃO Autorizo, exclusivamente para fins acadêmicos e científicos, a reprodução total ou parcial desta dissertação por processos de fotocopiadoras e eletrônicos. Igualmente, autorizo sua exposição integral nas bibliotecas e no banco virtual de dissertações da FUNEDI/UEMG. Maria Elisa Erhardt Teatini Divinópolis, 13 de Junho de 2008

6 Dedicatória Dedico este trabalho ao Paulo, que sentiu comigo esta feitura. Entendeu e acolheu.

7 Agradecimentos Aos meus pais, que sempre proporcionaram tranqüilidade em toda a minha trajetória de vida. Brilharam mais uma vez. Eternamente obrigada. A minha filha, que me acompanhou diariamente nesse processo, percebendo todos os meus movimentos e muitas vezes se envolvendo e tentando sempre ajudar. Aos meus irmãos, cunhadas, sobrinhos, que apesar da distância, torcem por mim. Aos entrevistados, que se mostraram muito atenciosos e felizes em resgatarem a trajetória do Serviço Social e da Saúde Coletiva em Divinópolis. Todos me acolheram com muito carinho. A Lais e Juliana, futuras assistentes sociais, que não apenas transcreveram as fitas como também, junto comigo, aprenderam um pouco sobre a história do Serviço Social. Aos colegas, professores e demais funcionários da FUNEDI, pela parceria, pela contribuição e pelo empenho. A Prefeitura Municipal de Divinópolis e a Câmara Municipal de Divinópolis que gentilmente disponibilizaram todos os documentos solicitados. A Professora Batistina pela orientação deste trabalho..

8 RESUMO A presente investigação teve por objeto o estudo sobre a relação Serviço Social Saúde Coletiva, tendo como campo de estudo, Divinópolis, cidade de porte médio, com população de cerca de habitantes, pólo regional e de referencia em saúde na região centrooeste de Minas Gerais. O objetivo geral da pesquisa foi o de conhecer e analisar como ocorreu o processo de inserção do Serviço Social na área de Saúde Coletiva, neste município. Partiu-se da hipótese de que esta inclusão do Serviço Social na Saúde Coletiva, na cidade, encontra-se inserida em uma dinâmica, ao mesmo tempo nacional e local, dialeticamente situadas. Ao mesmo tempo sofrendo influências do que se passou a nível estadual/federal, mas também, sendo influenciada por especificidades locais que, por vezes, anteciparam as propostas de direcionamento de níveis hierárquicos superiores. Para o desenvolvimento do estudo foi utilizado o método histórico dialético, o que conduziu a uma Pesquisa Documental e a metodologia da História Oral. Através da técnica de entrevista semi-estruturada foram ouvidos informantes-chave oriundos do Serviço Social e/ou da Saúde Coletiva local, que vivenciaram este processo de inserção. Esses informantes (médicos, assistentes sociais, psicólogo) demonstraram possuir uma visão convergente, interdisciplinar; e inclusive uma perspectiva transdisciplinar, sobre o objeto em estudo. A partir dos resultados obtidos dialogou-se com autores que se debruçaram sobre o tema e que foram revistos na pesquisa bibliográfica. Concluiu-se que uma dinâmica estadual/federal, manifesta, inclusive através da vontade política institucional (Constituição, Leis, Decretos, etc) tem expressivo papel nas ações locais sejam das instituições ou dos indivíduos -; no entanto, se não houver uma correspondência local que, também, se direcione, e muitas, vezes, antecipe a vontade política institucional hierarquicamente superior, os conflitos e contradições podem levar a obstáculos que comprometam a relação Serviço Social Saúde Coletiva. No caso específico estudado, uma visão integradora local, em um momento histórico determinado favoreceu esta inserção e o desenvolvimento que se seguiu, inclusive na modificação da atuação atual do assistente social no sistema. Palavras Chave: Serviço Social, Saúde Coletiva, Inserção.

9 ABSTRACT The present investigation expressed in the form of a Master s dissertation has a target: the study of the relation between Social Service and Collective Public Health.It was developed utilizing as an area of study the city of Divinópolis. A medium size city with the population of approximately 200,000 people, is a regional hub in the field of Health. Divinópolis is located Mid-West region of the state of Minas Gerais.The general objective of this research was to understand and analize how it took place the process of Social Services penetration into collective health in the city of Divinópolis. This was derived from the hypothesis in which the inclusion of Social Service in Collective Health find itself in a dynamic that can be considered simultaneously national and local. At the same time being determined by what happens on the federal and state levels as well as being influenced by specific facts on the local level. In addition, anticipating the directive proposals on the hierarchical levels sometimes directly related to those levels.in order to develop this study the historical dialectic method was utilized, alloweing the author to conduct the research of documents (historical and conceptual) and the primary sources. Through the technique interviews semi-structured one can detected key informants coming straight from public services and/or local public health officials consequently bringing to life the process of insertion.the contrast between the spoken and written words allowed for a better proximity and understanding of the case studied. The careful analysis of the informant`s information (Doctors, Psychologists, Social Workers) enabled to conduct a disciplinary lood, and also a convergence interdisciplinary as well as a transdisciplinary perspective. Judgin by the results obtained, several constrictors dedicated themselves to this theme and helped in the revision of the researched documents.it`s concluded that the dynamic in the state and federal levels manigest itself through the will of political institutions, such as the Constitution, Laws, Decrets, etc. Having a direct impact in the local levels. However, if there`s a lack of local action and participation that in some levels anticipate the political will. The results in this case can involuntarily generate limited and insuficient changes.the conclusion can be applied by the Social Worker, in this case, the student. In the absence of convergences between the political will in the hierarchical and practial levels, the Social Worker and every other worker in the Public Health field can be compromised. Key Words: Social Service, Public Health, Inclusion.

10 Lista de Siglas AIS - Ações Integradas de Saúde. BH - Cidade de Belo Horizonte. CAD - Centro de Apoio e Diagnóstico. CAP - Caixa de Aposentadoria e Pensão. CBAS - Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais CBCISS - Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio em Serviço Social. CEAPS - Consórcio de Entidades de Assistência e Promoção Social. CEAS -Centro de Estudos e Ação Social. CFESS - Conselho Federal de Serviço Social. CEPROS - Centro de Promoção da Saúde. ENESSO - Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social IAP - Instituto de Aposentadoria e Pensão INPS - Instituto Nacional de Previdência Social. LBA - Legião Brasileira de Assistência. NESCON - Núcleo de Educação em Saúde Coletiva. NOB - Norma Operacional Básica. OMS - Organização Mundial de Saúde. ONU - Organização das Nações Unidas. PLANSFER - Plano de Saúde dos Ferroviários. PAB - Piso de Atenção Básica. PACS - Programa de Agentes Comunitários da Saúde. PCCS - Plano de Cargos, Carreiras e Salários. PMD - Prefeitura Municipal de Divinópolis. PSF - Programa de Saúde da Família PUC - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. RH - Recursos Humanos. RFFSA - Rede Ferroviária Federal S/A. RJ - Estado do Rio de Janeiro. SAD - Serviço de Apoio e Diagnóstico SEMUSA -Secretaria Municipal de Saúde.

11 SENAI SESEF SESI SETAS SINPAS SP SUDS SUS TFD UBS - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. - Serviço Social das Estradas de Ferro - Serviço Social da Indústria. - Secretaria do Trabalho e Ação Social. - Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social - Estado de São Paulo. - Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde. - Sistema Único de Saúde. - Tratamento Fora de Domicílio. - Unidade Básica de Saúde.

12 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 O Serviço Social no Brasil: surgimento e evolução CAPÍTULO 2 O Serviço Social e a Saúde Coletiva : relações e inserção CAPÍTULO 3 A inserção do Serviço Social na Saúde Coletiva em Divinópolis O início do trabalho do Assistente Social em Divinópolis A origem da Saúde Coletiva em Divinópolis O Serviço Social e a Saúde Coletiva em Divinópolis CONCLUSÃO REFERÊNCIAS...74 ANEXOS...80

13 12 INTRODUÇÃO O ensino superior sempre foi no Brasil o lócus de formação acadêmica do assistente social instituída através do curso de graduação em Serviço Social. Esse curso foi concebido na década de 1930 e expressa em seu processo de construção a dinâmica social contemporânea. As matrizes que fundamentam os princípios do pensamento e da ação do Serviço Social adquirem diferentes formas na medida em que acompanham as transformações societárias. Os campos de atuação do assistente social na atualidade são bastante diversificados e localizam-se tanto nas áreas da esfera pública e privada, como no terceiro setor, particularmente nas Organizações não Governamentais. No Brasil a inclusão do assistente social no mercado de trabalho vem crescendo gradativamente. Esta demanda responde a um reconhecimento da necessidade de que haja um aumento da extensão e aprofundamento da intervenção deste profissional junto à questão social compreendida como o conjunto das expressões das desigualdades da sociedade capitalista madura (IAMAMOTO, 2005, p. 27). Mas é na esfera pública, especificamente na área da saúde, que encontramos inserido o maior número de assistentes sociais e, em Divinópolis/MG, isso não tem ocorrido de forma diferente. O campo da assistência social no Brasil é antigo, mas a institucionalização da profissão aconteceu na década de quarenta. Ao longo desse tempo, essa profissão foi exercida predominantemente pelo gênero feminino. O que é novo e que instiga essa investigação é a inclusão do Serviço Social no campo da Saúde Coletiva. Para contextualizar essa questão precisamos considerar as mudanças de perspectivas ocorridas nos campos de atuação da saúde e do Serviço Social. Desde os anos setenta vem sendo construído o conceito de Saúde Coletiva superando a visão tradicional do que era considerada Saúde Pública. Não é uma mera mudança de nome, mas de perspectiva considerando-se, dentre outros aspectos, a necessidade de estimular a atuação de profissionais diversificados na área da saúde, tradicionalmente entendida como campo de atuação de médicos e enfermeiras, partindo-se do princípio que a questão da saúde deve ser vista a partir de uma visão social. À medida que se desencadeou no Brasil o processo de redemocratização política, em meados dos anos oitenta, e considerando o quadro alarmante de desigualdades sócioeconômicas e miséria de um percentual altamente significativo da população, ressurgiram os

14 13 movimentos sociais que expressaram demandas e exigências quanto a uma maior atuação do Estado na organização e na implementação da Saúde Coletiva. Por outro lado, nessa mesma época, o Serviço Social estava consolidando tanto seu processo de autocrítica quanto buscando novas bases teóricas fundamentais. Esse processo teve início em meados da década de 1960 e consistia em reavaliar a postura conservadora, positivista e assistencialista predominante desde os anos trinta, quando o Serviço Social foi estruturado pelo Estado, pela Igreja e pela burguesia industrial. Tal processo, denominado Movimento de Reconceituação foi iniciado não somente no Brasil, mas também em outros países da América Latina na mesma década. Apesar das dificuldades de superação de sua prática conservadora, um grupo de assistentes sociais, localizado na Região Sul do Brasil, inserido nesse movimento, buscou uma aproximação com o legado marxista e com uma visão da sociedade a partir da ótica das classes sociais, como forma de fundamentar o referido movimento, conforme nos explica Yazbek (2000). Hoje o Serviço Social vivencia a construção de um projeto denominado Projeto Ético Político do Serviço Social iniciado a partir de 1975, período compreendido como final do Movimento de Reconceituação, associado a um projeto de transformação da sociedade como um todo, fundamentado em outros segmentos e disciplinas. Está baseado na dimensão política da intervenção profissional contida no processo de ruptura de um Serviço Social conservador iniciado no referido movimento conforme nos mostra Reis (2004). No final da década de oitenta, novas perspectivas referentes à Saúde Coletiva foram incluídas na Constituição de 1988 e, a partir daí, passou-se a considerar também como importante, a atuação do Serviço Social em intervenções relacionadas à saúde da população na perspectiva de uma transformação social que vem cada vez mais, inserindo-se no Projeto Ético Político da profissão. O mercado de trabalho no campo da Saúde Coletiva reestruturouse, ocorrendo a contratação, dentre outros profissionais, de assistentes sociais e psicoterapeutas, além daqueles que tradicionalmente já atuavam. Evidentemente tornou-se necessária uma mudança no código de ética (uma ocorrida em 1986 e a última em 1993) e no currículo dos cursos de Serviço Social de modo que a formação acadêmica oferecida fosse compatível com novas demandas atendendo uma necessidade de melhor atuação daquele profissional nas políticas públicas. Buscou-se formar um novo assistente social que mostrasse ser capaz de sustentar sua inclusão no campo da Saúde Coletiva. Mais do que um executor das políticas oficiais ele deveria se transformar num profissional reflexivo, questionador e propositivo capaz de intervir de uma forma não imediatista e alienante junto à população.

15 14 Devido à necessidade cada vez maior de implementação da Saúde Coletiva é significativo investigar como que o assistente social atendeu à solicitação de sua atuação neste campo e analisar como ocorreu esse processo de inserção em seus vários aspectos. A forma como o assistente social enfrentou este novo desafio - seus conflitos e contradições; mudanças e resistências; limitações e possibilidades - constitui-se como o problema instigador desta investigação. A construção desse problema não se respalda somente em uma preocupação intelectual, mas também em nossa história profissional. De acordo com Marsiglia (2006), a justificativa de um trabalho de pesquisa também se baseia nas razões da escolha de tal problema. As razões que nos levaram a escolher o tema deste trabalho e, consequentemente, analisar o problema levantado, iniciam-se em nossa experiência enquanto assistente social na área da saúde empresarial especificamente no PLANSFER (Plano de Saúde dos Ferroviários) do SESEF (Serviço Social das Estradas de Ferro), durante os anos de 1992 a 1997 e consolidam-se em nossa experiência enquanto assistente social na área da Saúde Coletiva a partir de O SESEF, criado em 1961, esteve ligado até 1974, ao Departamento de Estradas de Ferro, autarquia vinculada ao Ministério dos Transportes. Tinha como principal objetivo prestar assistência social aos ferroviários e seus dependentes. A partir desta data, com a extinção do departamento, passou a ser subordinado a RFFSA (Rede Ferroviária Federal) Em 1989 o SESEF criou o PLANSFER em território nacional para os funcionários ferroviários e dependentes com o qual estes não necessitavam contribuir. Nas cidades que possuíam um grande número de trabalhadores ferroviários, como Belo Horizonte, Araguari, Juiz de Fora, Divinópolis além de outras localizadas nos demais estados, o SESEF possuía um CEPROS (Centro de Promoção da Saúde) que compunha a estrutura do PLANSFER. Estes CEPROS eram unidades ambulatoriais próprias e de uso exclusivo dos ferroviários e dependentes. Eram constituídos de profissionais da área da saúde, como enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais e médicos. Os demais serviços oferecidos aos usuários, eram conveniados pelo PLANSFER, como laboratório de análises clínicas, hospitais e outros. A partir de 1995, a RFFSA, alegando dificuldades financeiras em manter um plano de saúde de tamanho porte a tantos usuários, deixou de ser a mantenedora exclusiva do SESEF/PLANSFER e passou a dividir tal responsabilidade com os ferroviários (incluindo a categoria de aposentados) os quais passaram a ter que optar em comprar ou não os diferentes tipos de planos que foram oferecidos pelo PLANSFER (básico, com internação, sem internação, etc). Até então os serviços eram oferecidos igualmente para todos os funcionários e dependentes. A adesão ao plano não foi unânime considerando que nem todos os

16 15 funcionários tiveram interesse e ou, principalmente possibilidade financeira de pagamento por um plano de saúde. Esta não adesão repercutiu sobre a receita do SESEF que passou a ter complicações financeiras. Agravando ainda mais a situação, em 1998, trechos da malha ferroviária da RFFSA passaram a ser arrendados por diferentes empresas privadas. Coube a cada empresa oferecer a assistência à saúde de seus funcionários de acordo com seu interesse e não sendo de interesse da maioria das empresas manter a estrutura do PLANSFER, principalmente os serviços oferecidos pelos CEPROS. Este fato ocasionou a demissão de maioria dos funcionários dos CEPROS, principalmente os profissionais da saúde, transformando este ambulatório em um escritório administrativo responsável por funções burocráticas, como emissão de guias e contabilidade de serviços conveniados, destinadas às poucas pessoas que continuaram usuárias do PLANSFER, como, por exemplo, alguns aposentados. As empresas que arrendaram os trechos ferroviários passaram a oferecer aos funcionários planos de saúde de medicina de grupo vinculado à iniciativa privada. A malha ferroviária na qual Divinópolis encontra-se situada foi arrendada pela empresa Ferrovia Centro Atlântica (F.C.A.) que institui o Plano de Saúde Bradesco como serviço de atenção à saúde dos funcionários. Entre os anos de 1992 a 1996, atuamos como assistente social no CEPROS do município de Lavras (MG) cujo quadro de profissionais da saúde foi extinto em decorrência da mudança ocorrida no PLANSFER e principalmente devido ao arrendamento da RFFSA. A Gerência Regional do SESEF se localizava em Belo Horizonte, e em Divinópolis existia um CEPROS onde demos continuidade ao trabalho de assistente social na área da saúde, a partir de Porém, os mesmos motivos que levaram o CEPROS de Lavras à redução quase que total de seus funcionários, também afetaram o CEPROS de Divinópolis. No início de 1998 o referido centro, assim como o de Lavras e outros já não contava mais com os funcionários da área da saúde sendo todos demitidos. Assim como ocorreu a demissão da maioria dos funcionários dos CEPROS, nesse mesmo contexto político - econômico nacional, ocorreu a demissão de muitos funcionários da RFFSA em decorrência do seu processo de arrendamento. Vivenciamos a forma como a iniciativa privada se apropria de uma organização estatal através de um projeto neoliberal. Através de um concurso público ingressamos na Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis como assistente social. Baseado nos princípios constitucionais, onde a saúde é instituída como um direito da população e um dever do Estado, experimentamos uma

17 16 intervenção profissional que se baseia na efetivação dos direitos conquistados e na busca pela participação democrática da população junto à gestão do serviço e pela execução dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Assim conhecemos uma outra forma de atuação na relação instituição coletividade, que não tem como primeiro princípio as relações de mercado, como vimos anteriormente quando tratamos do PLANSFER, mas sim que se fundamenta nos direitos constitucionais. Na área da Saúde Coletiva, percebe-se que a forma como o sistema de saúde foi implantado em Divinópolis apresentou características singulares e instigantes principalmente no período inicial de sua implantação. Analisar o tema proposto a partir das transformações ocorridas, além de possibilitar compreendê-lo de forma mais crítica, permite também a percepção sobre as bases que fundamentaram essas transformações. Não é interesse, deste trabalho, dissertar sobre as atribuições da profissão bem como sua instrumentalidade e operacionalidade e sim revelar aspectos considerados importantes sobre seu processo de inserção na área da saúde. A opção em pesquisar especificamente sobre a inserção do assistente social na área da Saúde Coletiva em Divinópolis baseia-se no fato de ser este o campo de trabalho que mais se aproxima de nossa prática profissional. Portanto, essa investigação foi realizada através de um estudo de caso tomando a experiência ocorrida no município de Divinópolis/MG. O Serviço Social é uma das áreas envolvidas com a saúde e, em Divinópolis, tem uma participação na Saúde Coletiva destacada a partir da Constituição de 1988, marco de referência para a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), onde o Serviço Social tem uma atuação específica e complementar às outras áreas envolvidas na busca pela saúde. A escolha de Divinópolis, como campo de estudo, deveu-se não só a ser nosso espaço de atuação profissional, mas também ao fato de ser uma cidade que possui uma população de cerca de habitantes; cidade-pólo, inclusive na área da saúde, considerada desde a década de 1970, referência regional. Ela é dotada de recursos humanos e capacidade instalada que lhe permitem oferecer uma assistência baseada na integralidade e na universalidade, seja no âmbito ambulatorial ou hospitalar. Divinópolis é cidade de porte médio de Minas Gerais, tendo ainda singularidades que a diferenciam no campo da Saúde Coletiva. Na atualidade, Divinópolis encontra-se dividida em seis Distritos Sanitários, sendo estes suas estruturas administrativas sanitárias básicas. Distribuídos nestes distritos estão quinze Unidades Básicas de Saúde (U.B.S.) e doze unidades do Programa de Saúde da Família, consideradas as estruturas operacionais mais próximas da população. Dispõe também de uma Policlínica para onde são encaminhados os casos provenientes das U.B.S. que

18 17 necessitam assistência especial. Divinópolis tem também um Pronto Socorro Regional que procura atender, não só as urgências e emergências da população do município como também das cidades localizadas na região; um serviço especializado em odontologia e ações vinculadas aos setores de Zoonoses e Vigilância Sanitária. Como estrutura de suporte às atividades ambulatoriais, a cidade conta com um Centro de Apoio e Diagnóstico (CAD), um serviço de assistência farmacêutica, e um serviço de Tratamento Fora de Domicílio (TFD), cuja função é assistir e encaminhar os pacientes a serviços que por motivos variados não são prestados em Divinópolis, mas são fundamentais no cumprimento do princípio da integralidade em saúde. Assim, em 1991 foi elaborado no município de Divinópolis um Plano Municipal de Saúde, poucos anos após a criação do SUS pela Constituição de Seu objetivo era orientar a organização dos serviços de saúde no município com base nos pressupostos do Sistema Único de Saúde SUS (Secretaria Municipal de Divinópolis, 1991 p. 04). Tal Plano de Saúde buscava, já naquela época, superar avanços conseguidos no passado. Neste sentido, foram traçadas metas para o triênio , cujas estratégias fundamentais visavam a implantação do SUS no município. Entre as metas previstas no Plano de 1991, destacavam a construção de centros de saúde e policlínicas; a instalação de distritos sanitários; a implementação de modelo assistencial com referência e contra-referência e a participação da comunidade. Vale destacar que todas as metas citadas estavam em consonância com os preceitos da então nova política nacional de saúde, onde se propunha a integralidade das ações, a regionalização dos serviços, a articulação com outros municípios da região, a hierarquia dos serviços de saúde e a democratização dos processos decisórios. Para a implementação de tal plano o município teve que levar em frente uma proposta de expansão da capacidade instalada, de estruturação de modelo de gestão, de contratação de profissionais de áreas diretamente ligadas a área da saúde e de outras que até então se colocavam como áreas indiretamente ligadas a saúde. Tendo este porte e relevância, Divinópolis foi e é palco de expressão das políticas de Saúde Coletiva e da atuação do Serviço Social neste setor, o que justifica ter sido escolhida para este estudo de caso. As experiências de trabalho nessa área e as reflexões daí advindas, estimularam alguns questionamentos. Não significa, portanto, uma questão única para a qual almeja-se uma resposta específica. Traduz-se em compreender o processo de inclusão do assistente social na área da Saúde Coletiva, através de questionamentos sobre o porquê, como e quando ocorreu essa inclusão e se o profissional incorporou em suas atribuições os pressupostos básicos de

19 18 atenção à saúde, calcados principalmente no trabalho de caráter preventivo. Dessa forma, foram buscados dados que permitissem uma visão mais ampliada sobre o processo de transformação que ocorreu e que está acontecendo na forma e nos espaços de atuação do assistente social, no nível local. Questionamos também sobre quais eram as características ou qualidades que o assistente social possuía nas décadas anteriores que o tornaram atrativo para integrar o campo de atuação da Saúde Coletiva. Em qual contexto sócio-político isso ocorreu? Quais as dificuldades que o assistente social experimentou? Outras questões foram levantadas: o que levou os gestores públicos municipais a incluírem no quadro de Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis (SEMUSA) o profissional do Serviço Social? Quais eram seus interesses, expectativas ou demandas? Quais foram os atores sociais envolvidos? Por quê? Qual o caminho percorrido que possibilitou tal inclusão? Como? Em que época isto ocorreu de forma mais significativa: ano, perfil da gestão pública municipal, legislação vigente? Quando? As indagações suscitadas exigiram uma retomada sobre o processo de desenvolvimento tanto do Serviço Social quanto da Saúde Coletiva no Brasil, durante as últimas décadas. Através de levantamento bibliográfico encontramos importantes obras que tratam sobre o tema em questão, com registros variados sobre as transformações do Serviço Social e da Saúde Coletiva e em que contexto manifestou-se a necessidade de inclusão do Serviço Social como campo de atuação também nesta área. Dentro desse princípio, o objetivo geral desse trabalho é conhecer e analisar como ocorreu o processo de inserção do Serviço Social na área da Saúde Coletiva em Divinópolis/ MG. Para tanto, será necessário destacar tal inserção, especificando seu processo de desenvolvimento, seus fatores determinantes, suas necessidades, importância, contradições, limites e possibilidades. As hipóteses elaboradas, nesse trabalho, são frutos de reflexões feitas sobre o fenômeno Serviço Social / Saúde Coletiva. Encontram-se situadas dentro do princípio da totalidade e especificidade a partir do momento em que foram estabelecidas correlações entre o campo de estudo delimitado e a conjuntura externa a esse campo. Estudos bibliográficos nos mostram que a inserção do Serviço Social na área da Saúde Coletiva ocorreu de acordo e a partir da Constituição de Entretanto, somente após a resolução nº 218/1997 do Conselho Nacional de Saúde é que o assistente social passou a ser reconhecido como profissional de saúde de nível superior. Esse reconhecimento foi reafirmado pela resolução nº 338/1999 do Conselho Federal de Serviço Social. Entende-se,

20 19 portanto, que a Constituição de 1988 e as resoluções daí advindas decidiram a inserção do assistente social na área da Saúde Coletiva. A primeira hipótese é que no município de Divinópolis, as causas que influenciaram esta inclusão encontram-se inseridas em uma dinâmica local e nacional, dialeticamente situadas. A inserção do Serviço Social na área da Saúde Coletiva ocorreu a partir das determinações gerais preconizadas na Constituição de 1988 e antes da resolução nº 218/1997 do Conselho Nacional de Saúde. Para validar tal hipótese, foram investigadas as questões intrínsecas a esse fato correlacionando-o ao contexto sócio-político municipal para evidenciar as especificidades em seus diversos aspectos. Na década de 1980, o Serviço Social já havia atravessado períodos significativos que muito influenciaram o surgimento de novos referenciais teórico práticos da profissão. Esses avanços possibilitaram ao profissional uma revisão no âmbito de sua operacionalidade. Considerando que a inserção do assistente social na Saúde Coletiva corresponde a um período de mudanças de paradigmas quanto à atenção a saúde, como, mudança de modelos assistenciais e demanda por maior investimento em ações básicas de saúde de caráter preventivo, torna-se coerente ao tema proposto nesse trabalho avaliar se e como o profissional do Serviço Social atendeu a demanda acima evidenciada. De acordo com tal reflexão, a segunda hipótese é: no município de Divinópolis o assistente social incorporou as novas expectativas de atenção à saúde propostas pelos princípios básicos preconizados pela Constituição de 1988 e as determinações daí advindas. A abordagem teórico-metodológica aplicada nesse estudo baseou-se nos princípios do método histórico-dialético o qual considera que quantidade e qualidade são inseparáveis e interdependentes. O objeto estudado é parte de uma totalidade situada dentro de um processo histórico determinado constituído de acontecimentos, muitas vezes, contraditórios e conflitantes capazes de promover mudanças e transformações societárias substanciais. O trabalho de investigação não é neutro - pois o investigador também é um produto social -, o que não o impede de aproximar-se da verdade, podendo inclusive contribuir com sua transformação. Outro importante princípio da dialética é o da totalidade mostrando a relação existente entre o particular dentro do geral e o geral dentro do particular, conforme Dicionário da Fundação Getúlio Vargas (1987). A compreensão sobre o processo de inclusão do Serviço Social no campo da Saúde Coletiva exige que sejam considerados diversos fatores políticos e sociais de forma dinâmica e contextualizada historicamente para evidenciar suas contradições, impasses, conflitos, mudanças quantitativas e qualitativas e o surgimento de novas sínteses, em permanente processo de transformação. Por isso, considerou-se a abordagem histórico-dialética como a

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