Plano Diretor de Tecnologia da Informação Ciclo

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1 Plano Diretor de Tecnologia da Informação Ciclo Rio de Janeiro Fevereiro de 2014 Ministério de Minas e Energia

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3 Plano Diretor de Tecnologia da Informação Ciclo Diretoria Presidente Mauricio Tiomno Tolmasquim Diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos de Energia Elétrica José Carlos de Miranda Farias Diretor de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis Elson Ronaldo Nunes Diretor de Gestão Corporativa Alvaro Henrique Matias Pereira Grupo de Trabalho Carlos Henrique Brasil de Carvalho Chaim Ruchleimer Elzenclever F. de Aguiar José G. de A. Pacheco Marcos F.F. de Souza Marcos Ribeiro Conde Plinio De Almeida Sergio L. G. De Miranda Thiago C. Cesar Escritório Central Av. Rio Branco, n.º 01 11º Andar Rio de Janeiro RJ Rio de Janeiro Fevereiro de 2014

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5 APRESENTAÇÃO A finalidade desse primeiro Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) da EPE é estabelecer um plano de ação, tático e operacional, na área de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) para atingir os objetivos estratégicos definidos no Plano Estratégico de Tecnologia da Informação (PETI), assegurando seu alinhamento com os objetivos de negócio da Empresa contidos no Plano Estratégico Institucional (PEI). O documento descreve sucintamente a metodologia utilizada na sua elaboração, resume os resultados alcançados no Plano de Implantação da Infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicações (PIITIC), enumera os princípios e diretrizes levadas em consideração, contextualiza a unidade de TI, lista o inventário de necessidades da Empresa e define metas e objetivos a serem alcançados. O PDTI tem um horizonte de três anos, devendo ser revisto todo ano para adequar-se às mudanças nas demandas da Empresa. Essa primeira edição cobre o período 2013 a Mauricio Tolmasquim Presidente da EPE

6 Controle de Revisão Revisão Data Natureza da Revisão Elaborador Revisor 6

7 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 5 1. INTRODUÇÃO FATORES MOTIVACIONAIS ALINHAMENTO ESTRATÉGICO PREMISSAS ABRANGÊNCIA E PERÍODO TERMOS E ABREVIAÇÕES ABREVIAÇÕES TERMOS METODOLOGIA DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA PRINCÍPIOS E DIRETRIZES ORGANIZAÇÃO DA TI RESULTADOS DO PDTI ANTERIOR REFERENCIAL ESTRATÉGICO DE TI MISSÃO VISÃO VALORES 23

8 8.4 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS ANÁLISE SWOT ALINHAMENTO COM A ESTRATÉGIA DA ORGANIZAÇÃO FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO PLANO DE AÇÕES CRITÉRIOS DE PRIORIDADE CONCLUSÃO 31 ANEXO I PREVISÃO DE DESPESAS 32 ANEXO II PROJETOS DO PLANO DE AÇÕES VS. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 33 ANEXO III: PROJETOS E ATIVIDADES DO PLANO DE AÇÃO DO PDTI ANEXO IV: ANÁLISE DE CONFORMIDADE COM O COBIT E ITIL 55 ANEXO V: CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE TIC NA EPE 61 ANEXO VI: AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS TERCEIRIZADOS 62 8

9 1. INTRODUÇÃO A Empresa de Pesquisa Energética - EPE tem por finalidade prestar serviços na área de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético nacional. A fim de bem cumprir sua missão, a EPE necessita lidar, diariamente, com os mais variados tipos de informação obtida de diversas fontes como: as empresas geradoras, distribuidoras e consumidoras de energia, as empresas que compõem os vários segmentos da indústria, comércio e serviços, os órgãos da Administração Pública Federal (APF), de natureza direta ou indireta, e também de órgãos públicos estaduais e municipais. Enfim, todas as instituições que fazem parte da cadeia de informações relacionadas ao mercado de energia. Essas informações servem como entrada em diversos processos de tratamento e gestão e, uma vez processadas, retornam à sociedade na forma de estudos, boletins e balanços, auxiliando no processo de planejamento e tomada de decisão em todas as esferas do poder público e áreas de negócio em geral. Sendo assim, na EPE a informação é insumo básico e produto final. Por isso, todos os cuidados devem ser tomados para que essa informação seja utilizada dentro dos mais fortes princípios de segurança, economicidade, eficiência e legalidade. Com esse objetivo, a Empresa deve utilizar um mecanismo de planejamento focado num plano de ação para implantá-lo, de forma a nortear suas ações na área de TI. Entende-se, então, o Planejamento de TI como um processo gerencial administrativo, de identificação e organização de pessoal, de aplicações e de ferramentas baseadas em TI, que é relevante e imprescindível à instituição na execução de seu plano de negócios e no alcance de seus objetivos institucionais. O planejamento de TI possibilita uma gestão efetiva dos recursos críticos de TI, dentre eles: os aplicativos, as informações, a infraestrutura e as pessoas. 1.1 FATORES MOTIVACIONAIS Além dos aspectos denotados acima, os seguintes tópicos podem ser citados como fatores motivacionais ou justificativas para elaboração do PDTI na EPE: Possibilitar que a EPE possa tomar decisões com a maior assertividade possível sobre aspectos relacionados a TI. Consolidar as necessidades futuras de TI, derivadas do Planejamento Estratégico Institucional da EPE e do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação da EPE para, com isso, direcionar os investimentos em TI. Orientar o direcionamento da Tecnologia da Informação no âmbito da EPE, em alinhamento com as diretrizes do governo federal. 9

10 Sustentar a análise de custo versus benefício dos investimentos em Tecnologia da Informação. Dar visibilidade para a organização sobre o papel e a atuação da área de TI e o valor que esta agrega aos produtos da EPE. Atendimento às Instruções Normativas (IN) da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Gestão e Orçamento (MP) nºs 04/2008 e 04/2010. Atendimento às determinações contidas no Acórdão do TCU nº 2523/2012 que estabelecem os padrões de governança e gestão a serem seguidos pelos órgãos da APF direta e indireta na área de TI. Atendimento à recomendação 3 do item de constatação (009), do Relatório de Auditoria de Gestão nº Alinhamento Estratégico O PETI e o PDTI devem estar integrados e alinhados com o planejamento estratégico e as estratégias de negócio da organização. Essa integração é que sustenta o plano de investimentos e de desenvolvimento das atividades da área de TI para apoiar as estratégias organizacionais mais efetivamente, permitindo que a TI formule suas estratégias, organize seus processos e, consequentemente, determine os investimentos e recursos humanos em TI necessários para a organização atinja seus objetivos de negócios. A figura abaixo apresenta a relação entre os diversos níveis organizacionais e seus respectivos instrumentos de planejamento, denotando a relação entre o PEI, o PETI e o PDTI: 10

11 Figura 1 - Níveis Organizacionais vs. Instrumentos de Planejamento. 1.3 Premissas Premissas são fatores assumidos como verdadeiros e que, caso não se confirmem, podem afetar os objetivos principais de um projeto. Para a elaboração do PDTI da EPE as seguintes premissas foram consideradas: Alinhamento do PDTI com o PETI e, desse último, com o Planejamento Estratégico Institucional (PEI). Aderência ao Modelo de Referência proposto pela SLTI em 2010, versão 1.0. Aderência ao Guia do Processo de Elaboração de Plano Diretor de Tecnologia da Informação SLTI de O PDTI não tem a finalidade de identificar, selecionar, indicar organizações ou serviços, ou prestadores de serviço de qualquer natureza, nem recomendar hardware ou software específico em particular ou em geral. Basear as ações mapeadas nesse PDTI nas melhores práticas de Governança de TI e nas diretrizes e orientações do Programa de Governo Eletrônico do Governo Federal. 1.4 Abrangência e Período As diretrizes estabelecidas neste PDTI aplicam-se tanto ao escritório-central quanto ao escritório-sede da EPE. Esse documento deverá ser observado por todos os empregados e demais colaboradores da EPE, sejam estagiários, consultores, prestadores de serviços terceirizados e, também, por 11

12 outros órgãos da Administração Pública de qualquer esfera, instituições de ensino ou empresas privada quando da execução de ações ou serviços de TIC mediante acordo, contrato, convênio ou termo congênere. O PDTI cobrirá o período e será revisto, no mínimo, uma vez por ano e nas revisões do PEI e do PETI de modo a atualizar as diretrizes, planos e, principalmente, quando da consolidação da proposta orçamentária de TI para o exercício seguinte. Seu conteúdo está baseado no Modelo de Referência para Elaboração de PDTI, versão 1.0, de 2010, da SLTI/MPOG, e está dividido em 24 tópicos a saber: Introdução, Fatores Motivacionais, Alinhamento Estratégico, Premissas, Abrangência e Período, Termos e Abreviações, Metodologia Aplicada, Documentos de Referência, Princípios e Diretrizes, Organização da TI, Resultados do PDTI Anterior, Referencial Estratégico, Missão da TI, Visão da TI, Valores, Objetivos Estratégicos, Analise SWOT da TI, Alinhamento com a Estratégia da Organização, Fatores Críticos de Sucesso, Plano de Metas, Plano de Ações, Critérios de Prioridade, Conclusão e Anexos. Na EPE, a convergência entre a Tecnologia da Informação (TI) e as Comunicações (C) é nativa, ou seja, desde sua criação a EPE tratou TI e C como TIC. Assim sendo, neste documento, as siglas TI e TIC são utilizadas com o mesmo significado, dependendo do contexto em que são empregadas, para tornar o texto mais próximo do jargão encontrado na literatura e nas publicações especializadas. 2. TERMOS E ABREVIAÇÕES 2.1 ABREVIAÇÕES As abreviações utilizadas no documento são as seguintes: Tabela 1 - Lista de Abreviações ABREVIAÇÃO APF BSC CGU CONJUR EGTI e-ping e-mag e-pwg GSIC GSIPR DESCRIÇÃO Administração Pública Federal Balanced Score Card Controladoria Geral da União Consultoria Jurídica Estratégia de Geral de Tecnologia da Informação Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico Padrões Web em Governo Eletrônico Gestor de Segurança da Informação e Comunicações Gabinete de Segurança da Informação da Presidência da República 12

13 ABREVIAÇÃO IN INC MDS MGP MP PCN PDTI PSIC SISP SLTI STI TCU TI TIC DESCRIÇÃO Instrução Normativa Instrução Normativa Complementar Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Gerenciamento de Projetos Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Plano de Continuidade de Negócios Plano Diretor de Tecnologia da Informação Política de Segurança da Informação e Comunicações Sistema de Administração de Recursos de Tecnologia da Informação Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicações Tribunal de Contas da União Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação e Comunicações 2.2 TERMOS ITEM Boa prática Capacitação Dados Abertos DESCRIÇÃO Existência de consenso geral de que a aplicação correta de habilidades, ferramentas e técnicas pode aumentar as chances de sucesso em uma ampla gama de projetos. (Guia PMBOK, 4ª Edição, 2008) Processo permanente e deliberado de aprendizagem, com o propósito de contribuir para o desenvolvimento de competências institucionais por meio do desenvolvimento de competências individuais. Segundo a definição da Open Knowledge Foundation, dados são abertos quando qualquer pessoa pode livremente usá-los, reutilizá-los e redistribui-los, estando sujeito a, no máximo, a exigência de creditar a sua autoria e compartilhar pela mesma licença. Isso geralmente é satisfeito pela publicação dos dados em formato aberto e sob uma licença aberta. e-mag Consiste em um conjunto de recomendações a ser considerado para que o processo de acessibilidade dos sítios e portais do governo brasileiro seja conduzido de forma padronizada e de fácil implementação. e-ping Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico, que definem um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação no governo federal, estabelecendo as condições de interação com os demais poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral. 13

14 e-pwg ITEM DESCRIÇÃO São recomendações de boas práticas agrupadas em formato de cartilhas com o objetivo de aprimorar a comunicação e o fornecimento de informações e serviços prestados por meios eletrônicos pelos órgãos do Governo Federal. Gestão do Conhecimento A gestão do conhecimento pode ser vista como um conjunto de processos que orientam a criação, disseminação e utilização do conhecimento para atingir plenamente os objetivos da organização. (Davenport & Prusak, 1998) Governança de TI Inovação Consiste em aspectos de liderança, estrutura organizacional e processos que garantam que a área de TI da organização suporte e aprimore os objetivos e as estratégias da organização. É de responsabilidade dos executivos e da alta direção. (COBIT 4.1) Inovação significa novidade ou renovação, referindo-se a uma ideia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores. Pode ser também definida como fazer mais com menos recursos, por permitir ganhos de eficiência em processos, quer produtivos quer administrativos ou financeiros, quer na prestação de serviços, potenciar e ser motor de competitividade. A inovação quando cria aumentos de competitividade pode ser considerado um fator fundamental no crescimento econômico de uma sociedade. Plano de Continuidade de Negócios Plano Plurianual O Plano de Continuidade de Negócios (do inglês Business Continuity Plan - BCP), estabelecido pela norma ABNT NBR Parte 1, é o desenvolvimento preventivo de um conjunto de estratégias e planos de ação de maneira a garantir que os serviços essenciais sejam devidamente identificados e preservados após a ocorrência de um desastre, e até o retorno à situação normal de funcionamento da empresa dentro do contexto do negócio do qual ela faz parte. Instrumento legal de planejamento de maior alcance temporal no estabelecimento das prioridades e no direcionamento das ações do governo. Estabelece para a administração pública, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas que orientarão a aplicação dos recursos públicos para um período equivalente ao do mandato do chefe do Poder Executivo deslocado em um exercício (atualmente, quatro anos). Processo Representativo Tecnologia da Informação Conjunto definido de atividades ou comportamentos executados por humanos ou máquinas para alcançar uma ou mais metas. Os processos são disparados por eventos específicos e apresentam um ou mais resultados que podem conduzir ao término do processo ou a outro processo. Processos são compostos por várias tarefas ou atividades inter-relacionadas e consomem recursos na sua execução (tempo, dinheiro, materiais). (BPM-CBOK ) No âmbito do Comitê de TI, considera-se representativo quando a composição é feita pelos dirigentes das áreas de negócio, tendo a efetiva participação e deliberação por parte de seus membros nas reuniões periódicas. Recursos necessários para adquirir, processar, armazenar e disseminar informações. (NBR ISO/IEC 38500:2009) 3. METODOLOGIA A elaboração do PDTI é atribuição do Comitê Executivo de Tecnologia da Informação e Comunicações (CTIC-X) que constituiu um grupo de trabalho com a finalidade de preparar a sua 14

15 versão inicial. Essa versão inicial foi revista pelo CTIC-X e encaminhada ao Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicações CTIC-E para aprovação. A metodologia empregada na elaboração do PDTI foi a preconizada no Guia do Processo de Elaboração de PDTI do SISP levando em consideração o Modelo de Referência de PDTI , que serviu de base para a redação do PDTI, ambos documentos elaborados pela SLTI/MP. Os trabalhos tiveram início com entrevistas e análise dos Documentos de Referência, tais como a Estratégia Geral de TI (EGTI), o PEI, o PETI, e demais documentos constantes da Tabela 2. Para a elaboração do PDTI foram feitos levantamentos de necessidades de TI para atender aos objetivos estratégicos e demais direcionamentos encontrados nos documentos de referência. Das necessidades derivaram-se ações, projetos e metas. Além disso, as necessidades deram origem a Planos Específicos, como o de Gestão de Pessoas, Investimentos em Serviços e Equipamentos, Gestão de Riscos e Proposta Orçamentária. A metodologia para elaboração do PDTI contém três fases. São elas: Preparação: realização de tarefas necessárias para a criação de um Plano de Trabalho para elaboração do PDTI. Diagnóstico: realização de tarefas para identificar a situação atual da TI da EPE e as necessidades a serem atendidas. Planejamento: realização de tarefas para estipular prioridades das necessidades e estipular metas e ações para seu atendimento. Estas ações podem envolver a contratação de serviços, a aquisição de equipamentos ou o uso de recursos próprios inclusive humanos, para seu desenvolvimento. 4. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA A elaboração do PETI e do PDTI levaram em consideração as diretrizes, padrões, normas e orientações do governo, além da legislação pertinente e jurisprudência estabelecida pelos órgãos de controle. A Tabela 2 apresenta os documentos de referência que serviram como material de apoio e consulta na elaboração dos mesmos. Tabela 2 - Documentos de Referência ID Documento Descrição DR1 Decreto nº 2.271/1997 Trata da Política de terceirização para a Adm. Pública Federal. DR2 Instrução Normativa SLTI/MP nº 04/2010 Dispõe sobre o processo de contratação de Soluções de Tecnologia da Informação pelos órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP) do Poder Executivo Federal. DR3 Acordão nº 2.746/2010-P Relatório de auditoria do TCU. Avaliação de controles gerais de Tecnologia da Informação. DR4 Acórdão nº 2.308/2010-P Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal (APF), realizado pela Secretaria de Fiscalização e Tecnologia da Informação (Sefti) do TCU. DR5 Acórdão 2523/2012-P TCU avalia mecanismos sustentadores de sistemas integrados de gestão em cinco empresas. DR6 Estratégia Geral de Tecnologia da Informação EGTI 2010 Incorpora arranjos e ajustes necessários definidos pela SLTI. Busca o alinhamento de estratégias de TI visando alcançar o aumento da maturidade de processos de Governança de Tecnologia da Informação. 15

16 ID Documento Descrição DR7 Estratégia Geral de Tecnologia da Informação EGTI 2011 Estabelece metas de curto e médio prazos a serem cumpridas pelos órgãos do SISP, em diferentes perspectivas de atuação e propõe a mensuração objetiva de resultados por meio de indicadores. Incentiva e promove a troca de informações, experiências, conhecimento e desenvolvimento colaborativo entre os órgãos que compõem o sistema SISP. Define as diretrizes e ações da EPE a serem realizadas no período de 2012 a 2015, com revisão anual a partir do exercício de DR8 Plano Estratégico da EPE Ciclo DR9 COBIT 4.1 Control Objectives for Information and related Technology. Guia de boas práticas dirigido para gestão de tecnologia da informação (TI). DR10 ITIL v3 Information Technology Infrastructure Library. Conjunto de boas práticas a serem aplicadas na infraestrutura, operação e manutenção de serviços de tecnologia da informação (TI) DR11 Nota Técnica Sefti/TCU nº 2 Dispõe do uso do Pregão para aquisição de bens e serviços de Tecnologia da Informação. DR12 Instrução Normativa GSI/PR nº 1 Disciplina a Gestão de Segurança da Informação e Comunicações na Administração Pública Federal, direta e indireta. DR13 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 01 - normatizacao Estabelece critérios e procedimentos para elaboração, atualização, alteração, aprovação e publicação de normas complementares sobre Gestão de Segurança da Informação e Comunicações, no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. DR14 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 02 Defini a metodologia de gestão de segurança da informação e comunicações utilizada pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta. DR15 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 03 Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para elaboração, institucionalização, divulgação e atualização da Política de Segurança da Informação e Comunicações (POSIC) nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta - APF. DR16 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 04 Estabelece diretrizes para o processo de Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Comunicações GRSIC nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta APF. DR17 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 05 Disciplina a criação de Equipe de Tratamento e Resposta a Incidentes em Redes Computacionais ETIR nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta APF. DR18 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 06 Estabelece diretrizes para Gestão de Continuidade de Negócios, nos aspectos relacionados à Segurança da Informação e Comunicações, nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta APF. DR19 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 07 Estabelece diretrizes para implementação de controles de acesso relativos à Segurança da Informação e Comunicações nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta - APF. DR20 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 08 Disciplina o gerenciamento de Incidentes de Segurança em Redes de Computadores realizado pelas Equipes de Tratamento e Resposta a Incidentes de Segurança em Redes Computacionais - ETIR dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta - APF. DR21 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 09 Estabelece orientações específicas para o uso de recursos criptográficos como ferramenta de controle de acesso em Segurança da Informação e Comunicações, nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta (APF). DR22 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 10 Estabelece diretrizes para o processo de Inventário e Mapeamento de Ativos de Informação, para apoiar a Segurança da Informação e Comunicações (SIC), dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta APF. DR23 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 11 Estabelece diretrizes para avaliação de conformidade nos aspectos relativos à Segurança da Informação e Comunicações (SIC) nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta APF. DR24 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 12 Estabelece diretrizes e orientações básicas para o uso de dispositivos móveis nos aspectos referentes à Segurança da Informação e Comunicações (SIC) nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal (APF), direta e indireta. DR25 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 13 Estabelece diretrizes para a Gestão de Mudanças nos aspectos relativos à Segurança da Informação e Comunicações (SIC) nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta (APF). DR26 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 14 Estabelece diretrizes para a utilização de tecnologias de Computação em Nuvem, nos aspectos relacionados à Segurança da Informação e Comunicações (SIC), nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal (APF), direta e indireta. DR27 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 15 Estabelecer diretrizes de Segurança da Informação e Comunicações para o uso das redes sociais, nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal (APF), direta e indireta. DR28 Instrução normativa GSI/PR nº 1 - NC 16 Estabelecer diretrizes de Segurança da Informação e Comunicações para a obtenção de software seguro nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta. DR29 Decreto 1.048/1994 Dispõe sobre o Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática, da Administração Pública Federal. DR30 Portal do Software Livre da Portal da Presidência da República sobre conteúdos de software livre. Presidência da República (www.softwarelivre.gov.br) DR31 Regimento Interno da SUSEP Define a estrutura organizacional, responsabilidades e regras de cada uma das áreas da SUSEP. DR32 Guia do Processo de Elaboração de PDTI e Modelo Documento da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação/MPOG que dispõe sobre os padrões, orientações, diretrizes e templates para elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da 16

17 ID Documento Descrição de Referencia de PDTI 2011 Informação. 5. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES A Tabela 3 apresenta os princípios e diretrizes estabelecidos a partir dos documentos de referência listados no tópico anterior, que serviram para a elaboração do PDTI e que também servirão para nortear sua execução. Tabela 3 - Lista de Princípios e Diretrizes. ID PRINCÍPIO/DIRETRIZ ORIGEM PD1 PD2 PD3 PD4 Prover a informação de que a organização precisa para atingir os seus objetivos, as necessidades para investir, gerenciar e controlar os recursos de TI usando um conjunto estruturado de processos para prover os serviços que disponibilizam as informações necessárias para a organização. Proporcionar o alinhamento das soluções de TI com as metas do negócio e as necessidades da EPE A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência [..] Aos demais órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta, em seu âmbito de atuação, compete: I - coordenar as ações de segurança da informação e comunicações; II - aplicar as ações corretivas e disciplinares cabíveis nos casos de quebra de segurança; III - propor programa orçamentário específico para as ações de segurança da informação e comunicações; IV - nomear Gestor de Segurança da Informação e Comunicações; V - instituir e implementar equipe de tratamento e resposta a incidentes em redes computacionais; VI - instituir Comitê de Segurança da Informação e Comunicações; VII - aprovar Política de Segurança da Informação e Comunicações e demais normas de segurança da informação e comunicações; VIII - remeter os resultados consolidados dos trabalhos de auditoria de Gestão de Segurança da Informação e Comunicações para o GSI. Cobit 4.1 PEI EPE Ciclo ; COBIT 4.1.; Constituição Federal de 1988 Instrução Normativa GSI/PR nº 1, de ; PETI , Objetivo Estratégico nº 6 PD5 Garantir a Segurança da Informação e Comunicações EGTI PD6 Melhorar continuamente a prestação de serviços e a transparência de informações à sociedade EGTI PD7 Aprimorar a gestão de pessoas de TI EGTI PD8 Aperfeiçoar a gestão orçamentária de TI EGTI PD9 Aperfeiçoar a governança de TI EGTI PD10 Alcançar a efetividade na gestão de TI EGTI PD11 PD12 PD13 PD14 PD15 PD16 A contratação de serviços deve visar ao atendimento de objetivos de negócio, que será avaliado por meio de mensuração e avaliação de resultados. Avaliar e direcionar o uso da TI para dar suporte à organização e monitorar seu uso para realizar os planos, incluindo a estratégia e as políticas de uso da TI dentro da organização OS indivíduos e grupos dentro da organização compreendem e aceitam suas responsabilidades com respeito ao fornecimento e demanda de TI. Os planos estratégicos para TI devem satisfazer as necessidades atuais e contínuas da estratégia de negócio da organização. As aquisições de TI devem ser feitas por razões válidas, com base em análise apropriada e contínua, com tomada de decisão clara e transparente, existindo um equilíbrio apropriado entre benefícios, oportunidades, custos e riscos, de curto e longo prazo. A TI deve ser adequada ao propósito de apoiar a organização, fornecendo serviços, níveis de serviço e qualidade de serviço, necessários para atender aos requisitos atuais e futuros do Instrução Normativa SLTI/MP nº 4/2010 Norma ABNT NBR ISO/IEC Norma ABNT NBR ISO/IEC Norma ABNT NBR ISO/IEC Norma ABNT NBR ISO/IEC Norma ABNT NBR ISO/IEC

18 ID PRINCÍPIO/DIRETRIZ ORIGEM negócio. PD17 PD18 PD19 PD20 PD21 PD22 A TI deve cumprir com toda a legislação e regulamentos obrigatórios. As políticas e práticas devem ser claramente definidas, implementadas e fiscalizadas. As políticas, práticas e decisões de TI demonstram respeito pelo Comportamento Humano, incluindo as necessidades atuais e futuras de todas as pessoas no processo. Atender às recomendações do ACÓRDÃO Nº 2.308/2010-TCU-Plenário, itens: 9.1. recomendar ao Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais Dest que, no âmbito de sua respectiva área de atuação: orientem as unidades sob sua jurisdição, supervisão ou estrutura acerca da necessidade de estabelecer formalmente: (i) objetivos institucionais de TI alinhados às estratégias de negócio; (ii) indicadores para cada objetivo definido, preferencialmente em termos de benefícios para o negócio da instituição; (iii) metas para cada indicador definido; (iv) mecanismos para que a alta administração acompanhe o desempenho da TI da instituição; normatizem a obrigatoriedade de a alta administração de cada instituição sob sua jurisdição, supervisão ou estrutura estabelecer os itens acima; Atender às recomendações do ACÓRDÃO 2523/2012-TCU, itens: Política de segurança da informação formalmente aprovada, em obediência à Instrução Normativa nº 1/2008, art 5º, inciso VII, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, observando as diretrizes da Norma Complementar nº 03/IN01/DSIC/GSIPR, as práticas dos itens e da NBR ISO/IEC 27002:2005, e à semelhança das orientações do objetivo de controle DS5.2 do Cobit 4.1; Política de controle de acesso formalmente aprovada, em obediência à Norma Complementar nº 7, item 2.6, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, observando as diretrizes e recomendações dessa norma e do item da NBR ISO/IEC 27002:2005; Atender às recomendações do ACÓRDÃO 2523/2012-TCU, itens: Fomente a troca de informações e experiências entre as empresas fiscalizadas neste trabalho e outras que utilizem sistemas integrados de gestão, com o intuito de construir e divulgar parâmetros e indicadores objetivos para mensuração dos serviços de parametrização e customização de novas funcionalidades nesses sistemas; Oriente os órgãos e entidades sob sua jurisdição, com contratos vigentes de sistemas integrados de gestão, para que verifiquem a legalidade desses instrumentos no que diz respeito: ao modelo de remuneração da contratada vinculado a resultados; aos critérios objetivos de aceitabilidade dos produtos; ao uso de instrumentos para rastrear os serviços executados; ao uso de instrumentos de controle periódico da validade, quantidade e tipo de licenças contratadas e efetivamente utilizadas; à vinculação dos serviços de manutenção e suporte de licenças do sistema integrado de gestão a resultados objetivos e mensuráveis; Atender às recomendações do ACÓRDÃO 2523/2012-TCU, itens: Processo de planejamento estratégico de tecnologia da informação (TI) que torne explícita a vinculação entre os objetivos a serem atendidos com o uso do sistema integrado de gestão e os objetivos de negócio do plano estratégico institucional, à semelhança das orientações do Cobit 4.1, PO1.2 Alinhamento entre TI e Negócio e PO1.6 Gerenciamento do Portfólio de TI; Regulamentos corporativos formais que orientem e normatizem a atuação das empresas e contratados para a prestação de serviços de TI, incluindo desenvolvimento, manutenção e suporte dos sistemas integrados de gestão; Processo de gestão de riscos de TI que considere os riscos associados à gestão e ao uso do sistema integrado de gestão, à semelhança das orientações do Cobit 4.1, PO4.8 Responsabilidade por Riscos, Segurança e Conformidade, PO9.1 Alinhamento da gestão de riscos de TI e de Negócios e PO9.6 Manutenção e Monitoramento do Plano de Ação de Risco; Processo de avaliação de custo-benefício para a contratação de novos serviços e produtos relacionados ao sistema integrado de gestão, com indicadores de avaliação dos investimentos alinhados ao cumprimento dos objetivos estratégicos, e monitoramento periódico desses indicadores; Plano de capacitação de TI de modo que os treinamentos previstos no plano sejam executados de maneira efetiva e tempestiva, à semelhança das orientações do Cobit 4.1, Norma ABNT NBR ISO/IEC 38505; PETI , Objetivo Estratégico nº 3 Norma ABNT NBR ISO/IEC 38506; PETI , Objetivo Estratégico nº 4 ACÓRDÃO Nº 2.308/2010-TCU- Plenário ACÓRDÃO 2523/2012-TCU; PETI , Objetivo Estratégico nº 7 ACÓRDÃO 2523/2012-TCU ACÓRDÃO 2523/2012-TCU; PETI , Objetivo Estratégico nº 6 18

19 ID PRINCÍPIO/DIRETRIZ ORIGEM DS7.1 Identificação das Necessidades de Ensino e Treinamento e DS7.2 Entrega de Treinamento e Ensino; Processo de construção de novas funcionalidades no sistema integrado de gestão que contemple atividades de gestão dos requisitos da aplicação, à semelhança das orientações do Cobit 4.1, AI1.1 Definição e Manutenção de Requisitos Técnicos e Funcionais de Negócio, AI1.2 Relatório de Análise de Risco e AI1.4 Decisão e Aprovação de Requisitos e Estudo de Viabilidade; Processo de gestão de mudanças com controles específicos para situações de risco associadas a mudanças no sistema integrado de gestão, à semelhança das orientações do item da Norma NBR ISO/IEC :2005 e Cobit 4.1, AI6.1 Padrões e Procedimentos de Mudança, AI6.2 Avaliação de Impacto, Priorização e Autorização e AI6.3 Mudanças de Emergência, AI6.4 Acompanhamento de Status e Relatórios de Mudanças e AI6.5 Finalização da Mudança e Documentação; PD23 PD24 Atender às recomendações do ACÓRDÃO 2523/2012-TCU, itens: Processo de testes das funcionalidades implementadas no sistema integrado de gestão que contemple verificação e validação dos softwares entregues, à semelhança das orientações do Cobit 4.1, AI7.2 Plano de Teste, AI7.4 Ambiente de Testes, AI7.6 Teste de Mudanças, AI7.7 Teste de Aceitação Final; Processo de gestão dos manuais de uso do sistema integrado de gestão, de modo que sejam atualizados tempestivamente após a ocorrência de mudanças nas funcionalidades do sistema, à semelhança das orientações do Cobit 4.1, AI4.2 Transferência de Conhecimento ao Gerenciamento do Negócio, AI4.3 Transferência de Conhecimento aos Usuários Finais e AI4.4 Transferência de Conhecimento às Equipes de Operações e Suporte; Processo de auditoria interna com subsídios normativos, tecnológicos e pessoais necessários para fiscalização de controles internos e de aplicação associados ao sistema integrado de gestão, à semelhança do Cobit 4.1, ME2.1 Monitoramento da Estrutura de Controles Internos; Perfis de acesso específicos para auditores internos e externos para fiscalização de controles de aplicação do sistema integrado de gestão e uso de informações nele armazenadas, à semelhança do Cobit 4.1, ME2.1 Monitoramento da Estrutura de Controles Internos; Plano de continuidade de TI, observando as práticas dos itens da NBR ISO , da NBR ISO :2005 e à semelhança das orientações do Cobit 4.1, DS4.2 Planos de Continuidade de TI; Mecanismos de proteção das áreas com informações e instalações associadas ao sistema integrado de gestão, nos moldes do que estabelecem os itens 9.1 e 9.2 da NBR ISO/IEC :2005; Controles de segurança relacionados ao acesso do sistema integrado de gestão, considerando as práticas dos itens 11.2 e 11.3 da NBR ISO/IEC :2005; Mecanismos de controle sobre atividades conflitantes relacionadas ao sistema integrado de gestão, em especial, mapa que discrimine atividades e perfis de usuários conflitantes, procedimentos que garantam a efetiva aplicação das restrições do mapa, e revisão periódica dos perfis de acesso dos usuários, considerando as recomendações do item da NBR ISO/IEC :2005; Atender às recomendações do ACÓRDÃO 2523/2012-TCU, itens: Integração dos dados dos sistemas legados internos e o sistema integrado de gestão, à semelhança das orientações do processo PO2 Definir a Arquitetura da Informação, objetivos de controle PO2.1 Modelo de Arquitetura da Informação da Organização e PO2.4 Gerenciamento de Integridade, e no requisito de negócio de TI do processo PO3 Determinar o direcionamento tecnológico do Cobit 4.1; Processo de avaliação periódica do grau de satisfação dos usuários com o sistema integrado de gestão, à semelhança das orientações do Cobit 4.1, processo ME1 Monitorar e Avaliar o Desempenho de TI, objetivo de controle ME1.1 Abordagem de Monitoramento; Avaliação de funcionalidades e módulos necessários na automatização dos processos de negócio, bem como da disponibilidade dos controles a eles associados no núcleo operacional do sistema integrado de gestão; Avaliação dos riscos associados às customizações no sistema integrado de gestão, caso essa alternativa seja escolhida, inclusive aqueles com impactos financeiros decorrentes do esforço adicional de migração das customizações quando da ocorrência de mudanças de versão do sistema; ACÓRDÃO 2523/2012-TCU; PETI , Objetivo Estratégico nº 7 ACÓRDÃO 2523/2012-TCU; PETI , Objetivo Estratégico nº 8 19

20 6. ORGANIZAÇÃO DA TI A Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicações (STI) da EPE, responsável pela gestão de TIC, é subordinada à Diretoria de Gestão Corporativa. As atribuições da STI estão definidas no artigo 48 do Regimento Interno da EPE. Compete à STI: I. Promover a gestão e a administração dos recursos de tecnologia da informação e comunicações; II. III. IV. Prover os sistemas de apoio às áreas de negócio da Empresa; Prover os sistemas de apoio à gestão da Empresa; Promover a Segurança da Informação e Comunicações. A STI organiza-se, informalmente, em duas áreas de atuação, conforme mostrado na Figura 2. Ainda é função da STI o assessoramento aos Comitês Executivo e Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicações (CTIC-X e CTIC-E) e ao Comitê de Segurança da Informação e Comunicações (CSIC). As competências específicas de cada área interna da STI são: Desenvolvimento de Sistemas: é responsável pelo levantamento de requisitos, análise, desenvolvimento, apoio a homologação, documentação, implantação e manutenção de soluções tecnológicas para automatizar os processos de trabalho na EPE. Infraestrutura e Suporte: é responsável pelo suporte da infraestrutura de TIC, verificação de conformidade dos softwares e equipamentos adquiridos com a plataforma tecnológica da EPE, monitoramento da utilização e planejamento de capacidade dos ativos computacionais, manutenção dos serviços e equipamentos de rede de forma segura, administração dos ativos computacionais e suporte aos usuários da rede. 20

21 Figura 2 - Organização da STI Os Comitês de TI e Segurança da Informação são estruturados da seguinte maneira: Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicações: é um comitê representativo e tem como membros o Diretor Presidente, que o preside, os Diretores das três áreas finalísticas e o Diretor de Gestão Corporativa. Comitê Executivo de Tecnologia da Informação e Comunicações: tem como membros representantes, com os respectivos suplentes, designados pela presidência e cada uma das diretorias e é presidido pelo Superintendente da STI. Comitê de Segurança da Informação e Comunicações: tem como membros o Gestor de Segurança da Informação e Comunicações (GSIC), que o preside, um representante da STI, representantes da presidência e de cada uma das diretorias e um representante da Consultoria Jurídica (CONJUR). 7. RESULTADOS DO PDTI ANTERIOR Esta é a primeira versão do PDTI. No entanto, a EPE elaborou, em 2005, quando foi implantada, o Plano para Implantação da Infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicações 21

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