Turismo residencial procura recuperar dinamismo perdido

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1 Quarta-feira 22 Junho 2011 Turismo residencial procura recuperar dinamismo perdido Compradores estão a regressar e ajustamento dos preços foi menos significativo em Portugal. Entrevista a José Serra, responsável por nova marca a apostar neste sector Página 4 Lisboa Santos City Design é a nova aposta da Edifer Imobiliária

2 % 8% 6% 4% 2% 0% -2% -4% NEWSLETTER IMOBILIÁRIA IÁR IA IBÉRICAICA Ricardo Guimarães Novembro 2010 Desde 1988 Após desvalorizar em Setembro, registaram-se perdas de 0,7% nos novos e de 0,1% nos usados. s Mercado Residencial na AM Lisboa Vendas de usados 30% abaixo do preço médio dos novos, segundo Arrendamento Habitacional Rendas em Lisboa perdem mais 0,4% no 3º trimestre, acumulando uma descida anual de 1,0%. Mercado de Retalho Artigo da Jones Lang lasalle, sobre as perspectivas e tendências no mercado de retalho para o ano Projectos em Carteira Os projectos residenciais em carteira superam os 10 mil fogos na AM Lisboa, segundo dados Ci/ADENE. Tendências e Parcerias Retalho nos centros urbanos e a recuperação económica, em artigo do Urban Land Institute. Mercado Angolano Oportunidades e riscos do investimento em Angola, por Patrícia Viana e Berta Grilo da Abreu Advogados. 2 Público Imobiliário Quarta-feira 22 Junho 2011 Opinião A tributação também deve ser justa e amigável Luís Lima De acordo com a lei, o pagamento em sede de tributação imobiliária é feito em função do maior valor. Se o maior valor for o valor patrimonial tributário, é sobre esse valor sobre o qual incidem os impostos, como o IMT ou as mais valias. A lei protege os interesses do Estado, sem prejudicar os cidadãos, salvo quando o valor o valor patrimonial tributário é superior ao valor da transacção. Em situações normais de mercado, esta situação dificilmente aconteceria, mas no actual contexto há casos em que se verifica o contrário, isto é, que o valor da transacção é inferior ao valor patrimonial tributário. Situação clássica de quem, com a corda no pescoço, vende ao desbarato, por estar aflito ou por precisar, com urgência, de transformar um bem em dinheiro. Embora Portugal não tenha conhecido uma bolha imobiliária especulativa semelhante à que marcou outros mercados, como o dos Estados Unidos da América ou, mais próximo, o da Espanha, verificam-se algumas situações de desvalorização artificial e gratuita do património imobiliário que podem levar à ocorrência da injustiça fiscal, que resulta de pagar impostos sobre valores que não se receberam. Reflectindo um pouco mais sobre o espírito da lei, que refere expressamente que o pagamento em sede de tributação imobiliária seja feito em função do maior valor e não em função do valor real da transacção, como seria mais rigoroso, somos tentados a pensar que o legislador jamais pensou que pudessem ocorrer situações de transacções imobiliárias a preços inferior ao do valor tributário. Não sendo admissível (embora pudesse ser compreensível) que esta norma legal incorporasse, subjectivamente, a ideia de que os contribuintes possam ser tentados a mentir para fugir ao fisco, será mais transparente e mais justo que a legislação em causa possa ser melhorada no sentido de evitar situações que, sendo excepcionais, não deixam de ser profundamente lesivas de quem as suporta. A desvalorização artificial e gratuita do património imobiliário não está, nem deve estar, na ordem do dia. Não me canso de o dizer, alertando para a tentação de colocar produto imobiliário no mercado a preços tão excepcionais que chegam a ser abaixo do custo. Uma tal prática sublinho sempre - nem chega a atingir os objectivos pretendidos, que serão, na maioria dos casos, esgotar stock imobiliário não desejado. Temos de reconhecer que situações excepcionais justificam soluções excepcionais. Este exemplo da tributação sobre o património imobiliário é uma dessas situações. Como também o são os casos dos promotores imobiliários que adquiriram terrenos com vista à construção de imóveis num contexto que se alterou radicalmente, e que são forçados a alterar os projectos urbanísticos, pagando novas taxas municipais e duplicando as que já pagaram para o projecto que têm de alterar. Tudo isto deve ser revisto para que, às vicissitudes das crises não se somem as vicissitudes de situações claramente desfasadas mas que ninguém quer alterar na ilusão de que possam interessar a alguns. O que se ganhará rapidamente se perde no acréscimo de desconfiança que se instala junto dos contribuintes, dos consumidores, dos cidadãos. Presidente da APEMIP, Este é o momento para rever o código dos contratos públicos Reis Campos A actividade das empresas do sector deve desenvolver-se em condições, se não iguais, pelo menos semelhantes às das suas congéneres europeias. Por isso, considero que as iniciativas legislativas assumem uma dupla importância. Se o seu primeiro objectivo é regular, tal não pode ser feito de modo a impedir o funcionamento de uma concorrência sã no mercado global, potenciando a competitividade dos agentes económicos. Os últimos anos trouxeram alterações profundas ao quadro legal do sector, algumas delas em áreas fundamentais para a actividade das nossas empresas. Foi o que sucedeu no licenciamento municipal, na reabilitação urbana, no arrendamento, na contratação pública e, ainda na semana passada, no ingresso e permanência na actividade, com a lei dos alvarás. Desde 2008, tivemos de nos adaptar a novas regras e procedimentos, os quais, marcando nalguns casos autênticas rupturas com práticas há muito instituídas e testadas, têm sido geradores de inúmeras dificuldades e distorções, fruto da sua desadequação em face da realidade que deverão ter por objecto. Um dos exemplos mais paradigmáticos é o Código dos Contratos Públicos. Este diploma foi apresentado como visando assegurar a simplificação, a responsabilização e a transparência no mercado de obras públicas. Todavia, passados quase três anos após a sua entrada em vigor, já demonstrou a sua desadequação. De facto, a experiência acumulada ao longo deste período, permite-nos concluir que a lei ignora a realidade dos seus destinatários, não dá resposta às necessidades do universo empresarial a que se dirige, antes contribuindo para o seu enfraquecimento, ou seja, que, em suma, não atingiu os objectivos que se propunha alcançar. A ausência de regras eficazes para prevenir os preços anormalmente baixos, uma prática que se tem vindo a generalizar de forma preocupante nos últimos tempos e que é reflexo das graves dificuldades que as empresas enfrentam, o regime dos erros e omissões, a definição do preço base, os limites impostos à execução de trabalhos a mais, a amplitude permitida na utilização do ajuste directo, a possibilidade de estipulação de critérios desproporcionados nos concursos limitados com prévia qualificação, as regras relativas ao funcionamento das plataformas electrónicas, a inexistência de uma tentativa de conciliação extrajudicial, prévia ao recurso aos tribunais, o actual regime de liberação das cauções e garantias prestadas, neste momento mais agravado em face das dificuldades na sua obtenção junto da Banca, são algumas das soluções que terão de ser repensadas com urgência, pois esta lei, sobretudo ao nível das empreitadas, introduziu, desnecessariamente, mecanismos desajustados do mercado, abriu as portas à discricionariedade, potenciou desequilíbrios e gerou litigiosidade acrescida entre donos de obras e empresas de construção. E se, até agora, estávamos dependentes da vontade política para o fazer, neste momento estamos obrigados a alterar o Código dos Contratos Públicos. De facto, um dos aspectos sobre o qual incidiu a atenção da Troika foi o regime de contratação pública português que, aliás, motivou a inclusão de diversas medidas sobre esta matéria no Memorando de Entendimento. Sublinho, por isso que não podemos perder esta oportunidade. É tempo de converter este diploma num verdadeiro instrumento em prol da transparência do mercado, da simplificação e da responsabilização, contribuindo, não só para uma mais eficiente e rigorosa gestão dos dinheiros públicos, mas, em especial, para a salvaguarda da sã concorrência e da competitividade de um sector que é essencial para combater a crise, fazer crescer o emprego e promover o desenvolvimento do País. Presidente da AICCOPN Subscreva a Confidencial Imobiliário! J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O Índice Confidencial Imobiliário (2005=100) Taxa de Variação Homóloga N E W S L E T T E R I M O B I L I Á R I A I B É R I C A Mercado Residencial na AM Lisboa Índice Ci acumula ula duas quedas consecutivas Director Ricardo Guimarães Novembro 2010 Desde 1988 Vendas de usados 30% abaixo do preço médio dos novos, segundo a base de dados do SIR. Arrendamento Habitacional Rendas em Lisboa perdem mais 0,4% no 3º trimestre, acumulando uma descida anual de 1,0%. Mercado de Retalho Artigo da Jones Lang lasalle, sobre as perspectivas e tendências no mercado de retalho para o ano Projectos em Carteira Os projectos residenciais em carteira superam os 10 mil fogos na AM Lisboa, segundo dados Ci/ADENE. Tendências e Parcerias Retalho nos centros urbanos e a recuperação económica, em artigo do Urban Land Institute. Mercado Angolano Índice Ci acumula duas quedas consecutivas Após desvalorizar em Setembro, registaram-se perdas de 0,7% nos novos e de 0,1% nos usados. Oportunidades e riscos do investimento em Angola, por Patrícia Viana e Berta Grilo da Abreu Advogados. A unidade de inteligência sobre imobiliário em Portugal. Assine já! Com a subscrição da Ci, aceda gratuitamente* ao Geo-Ci, a plataforma estatística da Confidencial Imobiliário! Com o Geo-Ci configure as suas tabelas, construa os seus cartogramas de dados, com elevada flexibilidade. Saiba mais sobre o Geo-Ci em *Acesso a dados Ci/LardoceLar e Ci/ADENE para um concelho.

3 Mercados Público Imobiliário Quarta-feira 22 Junho SIR para AM LISBOA: Taxas de desconto excedem os 5 por cento A base de dados SIR - Sistema de Informação Residencial para a Área Metropolitana de Lisboa (AM Lisboa) referente a 2010, registou mais de fogos em oferta que se repartiam entre habitações novas e usadas. Para os fogos em estado novo o valor médio de oferta, em 2010, cifrava-se em / m2. Já para os usados, que concentravam a maioria da oferta, o valor médio de oferta ascendeu a /m2. A base de dados SIR agrega informação relativa às carteiras de fogos em oferta para venda bem como às transações realizadas por um conjunto INTELIGÊNCIA DE IMOBILIÁRIO INFORMAÇÃO SOBRE INVESTIMENTO E VENDAS, PARA PROFISSIONAIS de entidades que formam a denominada pool SIR. Vendas na AM Lisboa As empresas da pool SIR reportaram, em 2010, um total de vendas na AM Lisboa, sendo que a maioria se refere a fogos em estado usado, nomeadamente 59%. As vendas relativas a fogos em estado novo não só apresentaram uma menor quota, como perderem peso face ao volume observado em 2009, ano em que representaram 45% do total de vendas. Quanto ao preço pelo qual se efetuaram as vendas, em 2010, quer os fogos novos quer os usados foram transacionados abaixo do registado em 2009: o preço médio registado para os novos em 2010 foi de / m2 e para os usados de /m2, 1% e 2% abaixo do verificado em 2009, respetivamente. Taxas de Desconto As taxas de desconto, que resultam da comparação entre o preço final de venda com o último valor de oferta no mercado, registaram um agravamento ao longo do ano de 2010, atingindo -5.0% no 4o trimestre de No mercado de alojamentos novos a taxa de desconto passou de -3,3%, no 1.º trimestre de 2010, para -5,2% no 4o trimestre de No segmento dos usados verificou-se um comportamento idêntico com a taxa de desconto a cair de -3,9% para -5,6% no mesmo período. Na AM Lisboa, no final de 2010, os descontos mais elevados, acima da média metropolitana (-5,0%), encontravam-se em Lisboa, Cascais e Oeiras. Ainda de destacar Sesimbra que no 4º trimestre de 2010 apresentava a taxa de desconto mais elevada da região metropolitana: -6,5%. Revisão de Tabelas de Preços À semelhança do ocorrido em termos de taxas de desconto, também ao longo de 2010 se observou uma tendência de agravamento na revisão de tabelas de preços. No segmento dos fogos novos a quebra mostrou-se mais acentuada, com a taxa de revisão a cair 2,7 p.p. do 1º trimestre para o 4º trimestre de 2010, passando de -2,1% para -4,8%. Os fogos usados, apesar de apresentarem taxas de revisão acima de -5,0%, ao longo de 2010 observaram uma diminuição de apenas 0,3 p.p.. No caso dos usados, no 4º trimestre do ano a taxa média de revisão de tabelas foi de -5,6%. 14h30 REGISTO DE PARTICIPANTES E WELLCOME DRINK Conferência 5ª Edição Turismo Residencial Desafios e Oportunidades 8 Julho h30 Centro de Eventos Aqualuz Tróia troiaresort Save the date 8 Julho 2011 Inscreva-se até 27 de Junho e beneficie de 25% de desconto 14h50 BOAS VINDAS António Gil Machado, Director da Vida Imobiliária e Administrador da Viva In Portugal 15h00 PAINEL 1 MERCADO DE TURISMO RESIDENCIAL EM PORTUGAL STATE OF THE ART 16H30 Intervenções: 15h00 A Oferta Novas formas de Organização Diogo Gaspar Ferreira, Presidente, Associação Portuguesa de Resorts 15h30 16H00 PAUSA O Mercado de Turismo Residencial em Portugal Eduardo Abreu, Sócio, neoturis O Financiamento à promoção de Imobiliário Turístico Orador a anunciar 17h00 PAINEL 2 NOVAS VIAS, VISÕES E CONTRIBUTOS PARA FAZER CRESCER E DINAMIZAR O TURISMO RESIDENCIAL PORTUGUÊS Tabela de Preços Assinantes Vida Imobiliária 180 Assinante VI inscrição antecipada 135 Outros Participantes / Não Assinantes 230 Não Assinante inscrição antecipada 172,50 MAIS INFORMAÇÕES: Paula Moreira, ou Mesa de Debate: Moderação: Pedro Seabra, Presidente, CB Richard Ellis Composição Mesa: João Carvalho das Neves, Economista e Professor Catedrático, ISEG; Teresa Ferreira, Directora Dep. Produtos e Destinos, Turismo de Portugal; Ricardo Diniz, Presidente, Portugal Ocean Race; Rui D Ávila, Administrador, Sonae Turismo Nota: A Mesa de debate poderá ser alterada até à hora do evento, contando com novos intervenientes. PATROCINADORES MEDIA PARTNERS 18h00 ENCERRAMENTO Convite ao Secretário de Estado do Turismo

4 4 Público Imobiliário Quarta-feira 22 Junho 2011 Empreendimento Temos condições únicas para fazer a ligação entre a oferta e a procura Rui Pedro Lopes José Serra, marketing manager da Fine & Country, falou da entrada da empresa em Portugal e dos objectivos já estipulados para o nosso país PÚBLICO Imobiliário Porque é que a Fine & Country Western resolveu apostar em Portugal e mais precisamente no Algarve? José Serra Portugal dispõe, no Algarve e noutras regiões, de um conjunto significativo de resorts e projectos imobiliários de grande qualidade que se enquadram no tipo de produto que o perfil de clientes da Fine & Country procura. Por outro lado, a marca dispõe de uma rede alargada de escritórios com uma presença relevante em mercados estratégicos para Portugal. Pensamos que temos condições únicas para fazer a ligação entre a oferta e a procura. A entrada em Portugal, num momento de extrema fragilidade económica e financeira do país, pode representar um risco? Quando iniciámos o projecto em Portugal já eram evidentes estes sinais e estamos conscientes das dificuldades, contudo pensamos que após um período de alguma estabilização os compradores manterão o seu nível de confiança relativamente a este mercado e à segurança dos seus investimentos. O turismo residencial será a área de negócio em destaque na vossa actividade. Quais são as expectativas relativamente a um segmento de mercado que tem sofrido imenso com a crise internacional? Existem alguns sinais positivos vindos de mercados importantes para Portugal que indicam que os compradores estão a regressar, ainda não ao ritmo ambicionado mas indiciando uma retoma de interesse sério pelos projectos nacionais. Vários promotores nacionais têm-se queixado das dificuldades de comercialização dos seus empreendimentos tanto em Portugal como no estrangeiro. Que mais-valias pode a vossa empresa oferecer a estas empresas? A Fine & Country dispõe actualmente de uma rede com mais de 300 escritórios que aumenta a cada dia com a abertura a novos mercados, permitindo-nos chegar, de forma directa e privilegiada, junto destes clientes. Por outro lado, a marca tem investido de forma significativa no desenvolvimento de ferramentas de marketing e canais de comunicação com o mercado que lhe permitem apresentar de modo apelativo e bem direccionado os projectos que representa. Como é que se consegue obter sucesso na comercialização de projectos de turismo residencial, numa altura em que os bancos estão a apertar as condições para a concessão de crédito? Tem que existir uma boa formatação da oferta relativamente a cada projecto, identificando bem quais os targets com maior potencial e com capacidade própria de investimento ou que reúnem condições de recurso ao crédito que se enquadrem nos actuais critérios impostos pelas entidades financeiras. É aqui que o profundo conhecimento que os escritórios da Fine & Country da comunidade onde se inserem é uma mais-valia poderosa. Que projectos fazem já parte da carteira de comercialização da Fine & Country Western Algarve? Neste momento, dispomos já de uma carteira muito interessante quer em número e qualidade dos projectos, quer em termos da diversidade de localizações, tipologias, componentes de lifestyle e investimento. Martinhal, Alma Verde, Marina de Lagos, Pestana Resorts, Longevity e Castro Marim Golfe são alguns dos projectos que nos confiaram a sua representação. A aposta está apenas concentrada no Algarve ou estão a olhar para outras regiões do país? A estratégia da Fine & Country é trabalhar os melhores projectos a Compradores estão a regressar a Portugal nível nacional independentemente da sua localização. O Algarve foi o ponto de arranque por razões que se prendem com a tradição como destino e oferta de projectos, contudo estamos já a trabalhar com projectos noutras localizações, como por exemplo Óbidos, onde estabelecemos já acordos com o Royal Óbidos e o Bom Sucesso, existindo negociações com promotores com projectos nestas e noutras regiões. Que tipo de objectivos estabeleceram para este primeiro ano de actividade em Portugal? É um ano fundamentalmente para consolidação da marca a nível nacional, fortalecer a estrutura de distribuição/promoção ao longo de toda a rede, reforçando também a visibilidade dos projectos nacionais junto destes mercados. Este trabalho resultará naturalmente na concretização de um número interessante de transacções. A Fine & Country Western Algarve já anunciou que pretende desenvolver, em conjunto com a Prime Yeld, um relatório anual sobre a performance do mercado do turismo residencial de luxo. O que poderemos esperar deste documento? Resorts Portugal transmite imagem de maior estabilidade Os mercados tradicionais que compravam em Portugal, designadamente a Espanha e a Irlanda, estão a atravessar uma profunda crise. A solução poderá ser ir à procura de novos mercados para os resorts portugueses? E que mercados poderão ser esses? O Reino Unido continua a ser um mercado fundamental e onde se começa a perceber uma clarificação da situação com um regresso ao mercado, ainda um pouco tímido mas com expectativa de evolução favorável. Naturalmente, existem outros mercados que têm ganho alguma importância, numa escala menor, e nos quais a Fine & Country está já presente ou a preparar a sua entrada. Quais? África do Sul em termos de mercado com ligações importantes relativamente a Portugal por via da extensa comunidade aí instalada há várias décadas; temos também outros mercados mais numa óptica de investidores imobiliários como os Estados Unidos ou o Dubai. Relativamente a mercados de compradores lifestyle, estamos muito atentos, entre outros, à Escandinávia, Rússia e Europa Central. Tem sido voz corrente que boa parte dos resorts nacionais tem vindo a perder alguma valorização, em termos de investimento. É uma análise correcta? Em alguns projectos têm existido ligeiras correcções de valores, naturais em períodos económicos como o que atravessamos, contudo são projectos que pelo seu conceito e qualidade geral estão mais salvaguardados que imóveis fora de ambiente resort ou em segmentos de mercado mais baixos. É também importante salientar que estes ajustamentos foram na generalidade menos significativos que noutros destinos concorrentes com Portugal, o que transmite uma imagem de maior estabilidade nos preços importante para os investidores. O objectivo é transmitir ao mercado uma visão global, quantificada e fundamentada, sobre as valorizações nas diversas regiões que o estudo abarca, que auxilie promotores e investidores a posicionarem os seus projectos e investimentos. Sonae Sierra desenvolve centro comercial na Alemanha Pedro Farinha A Sonae Sierra e a MAB Development estabeleceram uma joint-venture para o desenvolvimento do projecto de um centro comercial na cidade alemã de Solingen. Este novo empreendimento, cuja construção arranca durante o Verão, ficará instalado no antigo edifício Karstadt, que aquelas duas empresas adquiriram à HLG/ Movesta. O novo centro comercial, actualmente conhecido como projecto Hofgarten, está localizado no coração da cidade, na antiga zona de Karstadt, onde está planeada a construção de um centro comercial de três pisos num terreno de m2. A parte subterrânea da construção existente será alargada para além da área do edifício principal estendendo-se até à zona da estação de autocarros que se situa em frente ao futuro centro comercial. A abertura está prevista para o final de 2013/início de 2014, indica um comunicado enviado à imprensa. Representando um investimento aproximado de 120 milhões de euros, este novo centro comercial disporá de uma Área Bruta Locável (ABL) de m2 e reunirá uma oferta comercial de alta qualidade com lojas de reconhecidas marcas nacionais e internacionais, assim como insígnias locais. Contemplará, ainda, amplas áreas destinadas à restauração e serviços, acrescenta o mesmo documento, que informa ainda que os visitantes terão ao seu dispor um parque de estacionamento subterrâneo com mais de 600 lugares, acesso a uma central de autocarros e a uma zona pedonal. Para Fernando Guedes de Oliveira, CEO da Sonae Sierra, a cidade de Solingen representa uma grande oportunidade para o renascimento de um moderno e sustentável destino de compras e de lazer que permitirá a revitalização de uma parte considerável da Baixa da cidade. Em conjunto com o nosso parceiro, procuramos avançar para as mais inovadoras soluções de comércio e lazer tendo em consideração as necessidades ambientais e sociais dos habitantes de Solingen. Este projecto irá representar outro importante passo em frente no nosso compromisso de desenvolvermos produtos de alta qualidade para o mercado alemão. Estamos satisfeitos em desenvolver com o projecto de Solingen mais um empreendimento para o mercado alemão, que consideramos importante, sublinhou Jan G.F. Eijkemans, director de Negócios Internacionais do Grupo MAB Development, frisando que a nossa ambição é utilizar o potencial desta localização urbana e criar um espaço onde as pessoas gostem de estar.

5 Empreendimento Público Imobiliário Quarta-feira 22 Junho Edifer Imobiliária apresenta Santos City Design Pedro Farinha Projecto representa investimento de 17 milhões de euros e disponibiliza 31 apartamentos e cinco lojas O empreendimento posiciona-se no mercado com um factor preço bastante competitivo face aos padrões de oferta na zona envolvente e está dirigido a clientes que procuram uma residência de qualidade no centro de Lisboa, e que dão importância à arquitectura de interiores. É desta forma que os responsáveis da Edifer Imobiliária apresentam o novo empreendimento Santos City Design, que compreende um investimento de cerca de 17 milhões de euros. Situado no Largo de Santos, em Lisboa, este projecto é valorizador do quarteirão e de todo o bairro, encontrando-se exposto directamente ao Largo de Santos e ao Rio Tejo, o que constitui, actualmente, uma oferta praticamente ímpar na cidade de Lisboa, pode ler-se num comunicado da Edifer Imobiliária. O Santos City Design, concebido pelo arquitecto Telmo Barata, do gabinete Dinamarq, compreende 31 apartamentos e cinco lojas. No caso dos apartamentos, a Edifer Imobiliária oferece três conceitos distintos: Santos Homes Design, Santos Studios Design e Santos Flats Design. Assim, o Santos Homes Design disponibiliza 12 apartamentos nas tipologias T2, T4 e T5, além de dois duplex-premium (T4+1 e T6+1). É a oferta mais tradicional, com excelentes áreas e desenhos dos apartamentos, explica a promotora. Empreendimento foi concebido pelo arquitecto Telmo Barata Já o Santos Studios Design é composto por 15 apartamentos (T0 a T2), versáteis e alguns com terraço privativo, informa a Edifer Imobiliária, que não tem dúvidas em afirmar que estas habitações são a solução ideal para adultos celibatários e jovens famílias que pretendem espaços flexíveis e de design contemporâneo. Quanto ao Santos Flats Design, a B.I. Santos City Design Promotor: Edifer Imobiliária Localização: Largo de Santos, em Lisboa Investimento: cerca de 17 milhões de euros Projecto de arquitectura: arquitecto Telmo Barata, do gabinete Dinamarq Oferta imobiliária: 31 apartamentos e 5 lojas Comercialização: Castelhana Construção: Edifer Construções oferta é constituída por quatro apartamentos de tipologia T2, com excelentes áreas, um por piso, num edifício autónomo, preparados para proporcionar uma vivência muito independente e uma vida social activa, e que permite incutir a personalidade de cada um ao respectivo espaço, acrescenta o mesmo comunicado. O empreendimento, cuja construção arrancou em Abril, tem comercialização a cargo da Castelhana. A Edifer Imobiliária espera fazer as primeiras escrituras no primeiro trimestre de Cushman & Wakefield anuncia transacção de edifício A Cushman & Wakefield (C&W) anunciou a transacção de um edifício localizado no número 240 da Avenida da Liberdade, em Lisboa. A consultora imobiliária assessorou a Imocom na colocação deste edifício junto de um investidor privado internacional. Este emblemático edifício, que ocupa uma das esquinas com maior visibilidade da Avenida da Liberdade, totaliza uma Área Bruta Locável (ABL) de aproximadamente 3.000m² de construção acima do solo, e será totalmente reabilitado para escritórios e comércio, revela um comunicado da C&W. Segundo Luís Rocha Antunes, director de Investimento da C&W, este é um projecto que por diversas razões está parado há demasiados anos, com perda de valor para a economia e para a cidade. A sua colocação junto de um investidor internacional é um claro sinal de que, desde que exista realismo na equação económica, há interesse em projectos de reabilitação no centro de Lisboa. Lisbon Prime index Escritórios novos pouco procurados Desde o inicio de 2011 que os escritórios do segmento novo têm tido pouca dinâmica, se contabilizarmos os arrendamentos efetuados até Maio de 2010 apenas se realizaram seis. Destes, três foram concretizados no Parque das Nações com uma absorção de 764m². Dois negócios foram efetuados no CBD de Lisboa, mais concretamente na Rua Rodrigues Sampaio, com uma área total absorvida de 1200m². A zona 3 também registou um negócio, um arrendamento com cerca de 930m² efetuado no Edifício Bloom. Numa análise agregada destes negócios o valor médio por metro quadrado média transacionada de 626m² de um total Visite para saber mais sobre o Lisbon Prime index. Proibida a reprodução. The World of Property m m m m m 2 0 m 2 Lisboa Novo LN NOV 10 DEZ 10 JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11 Área Renda Média Renda Máximo 20 /m 2 15 /m 2 de metade foram realizados por empresas Tel.: (+351) Residencial Escritórios SHOPPING NATURA TOWERS ZONA 3: EIXO DA 2ª CIRCULAR AO CAMPO GRANDE, INCLUINDO PRAÇA DE ESPANHA /JOSÉ MALHOA Inspirado no funcionamento perfeito da natureza, este projecto apresenta características bioclimáticas e sistemas sustentáveis únicos no mercado de escritórios. As duas torres têm, entre outras particularidades, a capacidade de captar e armazenar águas pluviais e de aproveitar a energia solar para aquecimento e iluminação dos espaços comuns. Para além do seu cariz sustentável, o projecto inclui ainda vários espaços exteriores. A sua localização, acessos e transportes, a qualidade dos espaços e a preocupação com o meio ambiente fazem das Natura Towers um dos mais exclusivos projectos de escritórios na capital. A Torre Sul, para arrendamento, é constituída por cerca de 3.900m 2, divididos por 7 pisos, 840m 2 destinados a lojas e 149 lugares de estacionamento. Na Torre Norte está instalada a nova sede do Grupo MSF. Caracterização da zona envolvente (a menos de 500 metros): Paragem de Autocarro; Escola SecundáriaJardim Público. Áreas disponíveis: de 126 m² a 631 m² Pisos disponíveis: 1 a 7 Data disponibilidade: imediata Preço arrendamento desde: 14,5 /m² Tel encontre o seu novo escritório EDIFÍCIO MULTITECH O Ed. MULTITECH está inserido no conjun- Lisboa - LISPOLIS, junto ao INETI na zona do Paço do Lumiar. O edifício é composto por 3 pisos destinados a escritórios e uma cave destinada a estacionamento. O átrio de entrada é vazado até à cobertura, e os dois elevadores que fazem a interligação dos pisos são panorâmicos para o átrio. A área disponível encontra-se ao nível do primeiro piso, com orientação nascente/sul, usufruindo de uma excelente iluminação natural. O Ed. MULTITECH oferece ainda uma grande visibilidade para a Estrada envolvente de Carnide, com possibilidade de sinalética exterior na fachada principal. O escritório possui uma área em open-space, e outra com gabinetes. Está equipado com pavimento técnico sobrelevado com caixas equipadas, climatização por zonas e tecto falso com iluminação embutida. De referir também que já possui bastidor e rede estruturada já distribuída. Áreas disponíveis: de 220 m² Número de estacionamentos: 20 Data disponibilidade: imediata Preço arrendamento desde: /m² Tel EDIFICIO D. JOÃO II EDIFICIO D. JOÃO II ZONA 5: RECINTO DO PARQUE DAS NAÇÕES Edifício localizado na zona central do Parque das Nações. Os espaços de escritórios estão em Open Space. Cada espaço possui IS e Copa. Excelentes acessibilidades e junto ao interface da Gare do Oriente e Centro Comercial Vasco da Gama. Características: Pavimento técnico; tectos falsos; climatização; segurança 24h.; Estacionamentos. Caracterização da zona envolvente (a menos de 500 metros): Banco; Centro Comercial; Polícia; Estação de Metro; Paragem de Autocarro; Cinema; Complexo Desportivo; Creche; Escola Primária; Universidade; Farmácia; Hospital; Ginásio; Parque de Estacionamento; Rio; Jardim Público. Áreas disponíveis: de 192 m² a 488 m² Pisos disponíveis: 1, 2, 3 e 6 Data disponibilidade: imediata Preço arrendamento desde: 15,5 /m² Tel

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