AGO. Seu Investimento em Foco. Newsletter Mensal. São dois pra lá e dois pra cá. Expectativas melhoram. A SELIC vai subir. Quando? Quanto?

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1 AGO Seu Investimento em Foco Referente a julho/2009 São dois pra lá... O mês começou mal, com dados pouco animadores de emprego. A folha de pagamentos nos EUA interrompeu série de 4 meses de melhoras. milhares de empregos Fonte: Bloomberg Expectativas melhoram Nonfarm Payroll Variação mensal jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 As previsões para o PIB de 2009 melhoram, mas o resultado final ainda deve ser bastante fraco. Crescimento anual (%) 5% 4% 3% 2% 1% 0% -1% Expectativas dos diretores do FED para o crescimento do PIB dos EUA Expectativa em abril Expectativa em junho... e dois pra cá. No entanto, dados de atividade econômica sugerem que o pior já passou. Os indicadores do setor imobiliários estabilizaram-se e ameaçam começar a melhorar. '000 (anualizado) Fonte: US Census Bureau Venda de residências novas - EUA A SELIC vai subir. Quando? Quanto? A julgar pela curva futura de juros, logo e muito. Parece pouco provável. 12,00 11,50 11,00 10,50 10,00 9,50 9,00 8,50 8,00 Decisões do Copom implícitas na curva de juros 22-out-09 Hoje 2-set-09 Fonte: BM&F / Western 21-jan dez abr mar jul jun out-10 9-set-10 9-dez-10-2% Fonte: Federal Reserve Renda fixa tem bom desempenho novamente......puxado principalmente pelos vencimentos mais curtos. 18,9% 18,8% 18,6% 12 meses Fonte: Andima/Western 17,3% 15,1% Setor imobiliário é o destaque da bolsa Sinais de retomada da demanda por imóveis continuaram a beneficiar as empresas do setor. Por outro lado, Petrobras acompanhou as idas e vindas dos preços do petróleo. 45,2% 12,0% 31,7% 31,7% 29,6% Julho 6,4% 1,37% 1,27% 1,18% 0,97% 0,94% 0,79% -3,1% -4,9% -9,8% IMA-B IMA-B 5 IMA-B 5 IRF-M IMA-Geral IMA-S IMA-B 5 IMA-B IMA-B 5 IRF-M IMA-Geral IMA-S -17,5% Fonte: Economática Gafisa Rossi VCP Cyrela Ibovespa Petrobrás Redecard Light TIM ON Western Asset 1

2 Comentário Econômico O QUE ACONTECEU para cima o crescimento de 2009, mostrando que também eles foram surpreendidos pelos dados. O debate continua... Internacional As percepções sobre o timing e o ritmo da retomada da atividade econômica no mundo em geral e nos EUA em particular dominaram os movimentos dos mercados ao longo do mês de julho. O mês não começou muito bem para os ativos de risco. Os dados de desemprego de junho nos EUA, 460 mil vagas a menos contra um consenso de -350 mil, interromperam uma série de quatro meses de melhora deste indicador, colocando em dúvida o ritmo da recuperação da atividade econômica. Também as discussões sobre a eventual necessidade de novos estímulos fiscais, levantada por pesos-pesados como o presidente do FED de Chicago e Laura Tyson, uma das mais importantes conselheiras econômicas de Barack Obama, reforçaram a percepção de que a recuperação talvez ainda seja uma realidade distante. No entanto, a partir de meados do mês, alguns dados positivos fizeram com que a esperança vencesse o medo. O anúncio do crescimento do PIB chinês de 7,9% no 2º trimestre (frente ao mesmo período do ano anterior) marcou a retomada pós-crise da aceleração da economia daquele país, fortalecida dessa vez não pelo comércio exterior e sim pela expansão da demanda doméstica, puxada pelos investimentos, mas com sinais de forte aumento do consumo, como indicado pelas vendas no varejo. Aliás, de maneira geral, os dados de crescimento nos países asiáticos (ex-japão) vêm surpreendendo positivamente. Os EUA, por sua vez, apresentaram dados do setor imobiliário melhores do que o esperado, tanto em termos de vendas quanto de novas construções. Também alimentaram a euforia dos mercados na segunda metade do mês os resultados positivos das empresas no 2º trimestre. Até o fim do mês, aproximadamente 60% das empresas do S&P500 já haviam publicado seus balanços. Destas, cerca de ¾ apresentaram lucros acima dos esperados pelos analistas, incluindo algumas das principais instituições financeiras, como Goldman Sachs, JP Morgan e Citigroup. Considerando que os lucros estão, em média, caindo 20% em relação há um ano, pode-se concluir que os analistas estavam prevendo uma catástrofe, e os lucros estão vindo apenas muito ruins. De qualquer modo, apesar dos dados acima das expectativas, os debates sobre a volta do crescimento ainda devem tomar a agenda dos mercados por muito tempo. Por exemplo, a ata da última reunião do FOMC ressaltou que a recuperação norte-americana deverá ser lenta e com um elevado nível de desemprego, enquanto o Livro Bege adotou basicamente o mesmo tom. Por outro lado, os membros do FED revisaram Brasil Os ativos locais, com exceção das taxas de juros, refletiram as idas e vindas do cenário externo: pioraram na primeira quinzena e melhoraram na segunda, conforme os dados sobre atividade econômica foram sendo divulgados. O câmbio, após ter atingido uma alta de mais de 3%, fechou o mês em baixa de mais de 4%. Da mesma forma, a bolsa, após estar perdendo quase 5% de seu valor no mês, fechou julho com valorização de 6,4%. O setor de construção civil continuou sendo destaque positivo na bolsa, além da recuperação do setor de papel e celulose. Do lado negativo, destacamos Petrobras, que recuou 3% no mês. Apesar de ter acompanhado o preço do petróleo ao longo do mês, tanto na queda quanto na recuperação, o papel não conseguiu acompanhar a média do índice, em função da boa performance dos setores ligados à atividade doméstica. Também sofreram as ações de setores mais defensivos, como energia elétrica e telecomunicações. As taxas de juros fecharam praticamente no zero a zero, depois de alguma volatilidade durante o mês. De maneira geral, duas forças influenciaram os juros: a percepção sobre a retomada (ou não) da atividade econômica internacional, e as perspectivas para a política monetária após a última decisão do COPOM. O primeiro fator foi comum a todos os ativos de risco, pressionando as taxas de juros para baixo na primeira metade do mês e para cima na segunda metade. Já o segundo fator foi influenciado pelos dados de atividade e inflação domésticas. Por exemplo, os dados de atividade industrial de maio surpreenderam para cima, enquanto a venda de automóveis cresceu em junho 22% em relação há um ano, um número inimaginável seis meses atrás. Por outro lado, a inflação medida pelo IPCA-15 surpreendeu para baixo, ficando em apenas 0,22%, contra um consenso de 0,37%. Também o IGP-M veio abaixo do consenso, fechando julho em -0,43%, cravando uma deflação de -0,66% em 12 meses. Até então, a única vez em que isso aconteceu havia sido em abril/maio de A inflação de alimentos vem surpreendendo para baixo. Por isso, as expectativas para a inflação de 2009/2010 continuam bem ancoradas. Conforme o esperado por 9 entre 10 analistas, o BC cortou a SELIC em mais 50 pontos-base, para o seu menor nível histórico, 8,75% ao ano. Tanto o comunicado quanto a ata deixam claro que o BC não deve continuar o processo de afrouxamento monetário. A ata, inclusive, mostrou que alguns diretores até consideraram não reduzir a SELIC na última reunião do CO- POM. A questão agora, e que discutiremos na próxima seção, está no timing para a retomada da alta dos juros. Western Asset 2

3 Comentário Econômico (cont.) O QUE ESPERAMOS Internacional Em 13 de dezembro de 1968, o regime militar editou o AI-5, fechando o Congresso e cassando liberdades políticas. O ano de 1968 ficou então conhecido como o ano que não terminou. O ano de 2009, pelo menos do ponto de vista do mercado financeiro, poderá ser considerado como o ano que já terminou. Depois do rali dos ativos de risco no primeiro semestre, que recuperaram uma parte de seu valor perdido devido ao pânico do final do ano passado, os mercados estão agora em modo de espera. Espera principalmente por novas evidências de recuperação consistente da atividade econômica. Recuperação esta que já foi parcialmente antecipada pelos preços dos ativos. Por isso, a espera não é só por dados que corroborem o movimento já realizado pelos mercados, mas, sobretudo, por algo que dê motivo para novos avanços nos preços. Como, no entanto, a economia real insiste em funcionar em seu próprio (e lento) ritmo, os mercados devem permanecer em compasso de espera por um longo tempo. Mesmo porque, a recuperação não será um passeio pelo parque no domingo pela manhã: são muitos os riscos associados, como a recuperação da capacidade do sistema financeiro de fornecer crédito e o desemprego. De qualquer forma, começa a ganhar volume uma discussão que deve influenciar os preços dos ativos ao longo dos próximos meses: o timing da retirada dos estímulos monetários e fiscais dados desde o início da crise. A tendência dos bancos centrais, principalmente o dos Estados Unidos, é o de não arriscar abortar uma incipiente recuperação da economia pelo receio de ficar behind the curve no combate aos efeitos inflacionários causados pelos estímulos. Tanto Ben Bernanke (que já declarou não querer ser o presidente do Banco Central da 2ª grande depressão) quanto os assessores econômicos de Barack Obama, como Christina Romer e Laura Tyson, já mostraram suas preferências por estender os estímulos até que fique realmente claro que não há mais ameaça ao crescimento. Por outro lado, outros membros do FED, como Charles Plosser, presidente do FED da Filadélfia, já mostram preocupação dos efeitos inflacionários (inclusive inflação de ativos), que a forte expansão monetária pode acarretar no futuro, e acredita que o FED terá que atuar num futuro não muito distante. Enfim, a construção de um consenso deve demandar ainda bastante tempo. Vale lembrar, entretanto, que muitos críticos atribuem a virulência da atual crise, entre outros fatores, à política monetária frouxa de Alan Greenspan em 2003/2004, quando as taxas de juros permaneceram em patamares historicamente baixos por um período de tempo excessivamente longo. Estaríamos então contratando a próxima bolha? Ou, por outro lado, a leniência na condução da política monetária poderia levar a um descontrole inflacionário, obrigando os bancos centrais a elevarem fortemente os juros e, assim, abortar um processo incipiente de retomada do crescimento? Nesta equação, ainda falta colocar a questão fiscal, que deve se agravar bastante nos próximos anos. Não somente em função das toneladas de estímulos fiscais concedidos pelos governos dos países desenvolvidos, mas também por questões mais estruturais, como o Medical Care nos EUA ou os gastos com previdência na Europa e no Japão. Isto, além da preferência pela inflação citada acima, deve fazer com que os prêmios na parte longa da curva permaneçam altos durante um longo período, o que deve prejudicar uma retomada mais rápida do crescimento. Por fim, e não menos importante, não conseguimos ver nenhuma ação sendo realizada no sentido de atenuar o desequilíbrio que levou à atual crise: o binômio China-exportadora x EUA-consumidor, baseado por um lado em um câmbio fictício na China e, por outro, na alavancagem do consumidor norteamericano. Com o intuito de estimular a economia no curto prazo, os governos dos dois países vêm atuando na direção de agravar o desequilíbrio. Podemos tentar acreditar que, uma vez passado o pior da recessão, haverá um acordo para um ajuste de longo prazo, onde a China passaria a estimular o consumo interno, aumentando salários e deixando sua moeda se valorizar, enquanto os EUA passariam a desestimular o consumo das famílias, limitando a alavancagem. Não parece ser o cenário mais provável. Não fazer este ajuste, no entanto, pode levar, daqui a algum tempo, à mesma ruptura que observamos no ano passado. De todo modo, esta não é a preocupação do momento, e nem será por alguns anos. Por enquanto, os mercados vão continuar aguardando sinais de recuperação da atividade econômica. Feliz Natal! Western Asset 3

4 Comentário Econômico (cont.) Brasil Pedimos desculpas aos nossos leitores, mas não temos alternativa a não ser repetir exatamente a mesma análise que fizemos no mês passado sobre as taxas de juros. A decisão do COPOM foi absolutamente em linha com o que esperávamos e os dados da economia corroboraram um cenário de crescimento modesto. Assim, permanecemos com nosso cenário-base de que o atual ritmo de recuperação das economias brasileira e global não deve trazer riscos inflacionários no médio prazo. Por isso, esperamos que o COPOM mantenha a taxa SELIC nos níveis atuais (8,75% a.a.) por um período longo de tempo. Mais, acreditamos que a remoção do estímulo monetário possa ser feita de forma bastante gradual. Assim, existe espaço para um recuo ainda maior da curva de juros dos atuais patamares. O comportamento do câmbio deve continuar sendo função, no curto prazo, do comportamento do dólar em relação a todas as outras moedas. Não vislumbramos grandes oscilações em relação aos atuais níveis, que parecem ser adequados para o financiamento do déficit em contas correntes. No entanto, caso o país continue a receber recursos externos para aplicação em portfólio, o câmbio pode apreciar ainda mais. Por fim, a bolsa, depois do rali do 2º trimestre, já antecipou alguma recuperação da economia mundial, que ainda precisa se provar. Portanto, alguma realização pode ocorrer no curto prazo. JULHO EM FOCO Mercados Internacionais 30/jun 31/jul Variação EMBI pontos-base EMBI Brasil pontos-base FED Funds 0%-0,25% 0%-0,25% - Treasury 10Y 3,55% 3,54% -1 ponto-base Dow Jones S&P Euro/US$ 1,40 1,43 8,58% 7,41% 1,62% Mercados Locais 30/jun 31/jul Variação Selic 9,25% 8,75% -50 pontos-base IMA-S (LFTs) 1.752, ,40 0,79% IMA-C (NTNs-C) 1.864, ,81 0,34% IMA-C , ,27 0,36% IMA-B (NTNs-B) 1.929, ,57 1,27% IMA-B , ,78 1,37% IRF-M (LTNs) 4.101, ,11 0,97% IMA-Geral 1.827, ,01 0,94% Swap 1 ano pré 9,31% 9,31% 0 pontos-base Swap 1 ano IGP-M 6,57% 5,24% -133 pontos-base Cupom IPC-A ago/10 5,05% 4,78% -27 pontos-base Dólar (PTAX) 1,95 1,87-4,05% Cupom Dólar 6 meses 1,62% 1,53% -9 pontos-base Ibovespa Fechamento ,41% IBrX Fechamento ,98% Western Asset 4

5 Renda Fixa FUNDOS E CARTEIRAS DE BENCHMARK IMA-GERAL: de maneira geral, apresentaram performance acima do benchmark.... o BC teria espaço para manter a SELIC em patamar baixo durante um tempo significativamente longo, o que não estava refletido nos vencimentos de médio prazo da curva de juros prefixados.... haveria espaço para recuos adicionais das taxas de juros reais, dado o ainda fraco nível de atividade econômica, mas as taxas prefixadas pareciam mais atraentes nesses níveis.... os títulos privados são boas fontes de retorno em prazos mais longos, mesmo podendo sofrer perdas no curto prazo.... continuamos a aumentar a posição sobre-exposta ao IRF-M, principalmente no vencimento Jan/11, pois este seria o vencimento que primeiro refletiria o nosso cenário.... mantivemos relativamente baixa a exposição na classe de ativo, mantendo exposição sobre-exposta ao IMA-B5 (inflação de curto prazo), e ligeiramente sub-exposta em relação ao IMA-B5 (inflação de longo prazo).... mantivemos as atuais posições em títulos privados corporativos, e adquirimos um FIDC de uma empresa petroquímica, além de uma debênture de uma holding financeira e de duas de empresas do setor elétrico, uma delas para substituir a debênture de CPFL, que venceu. As taxas prefixadas com vencimento em 2011 recuaram quase 20 pontos-base, refletindo, ainda que de maneira tímida, o nosso cenário. Os vencimentos Jan/12 em diante permaneceram estáveis. As taxas de juros reais dos vencimentos de curto/médio prazos (até 2015) recuaram de 20 a 40 pontos-base, beneficiando esta parcela da carteira. Os vencimentos mais longos permaneceram estáveis. Os spreads das debêntures recuaram de maneira geral, beneficiando esta parcela da carteira. FUNDOS E CARTEIRAS DE BENCHMARK CDI: de maneira geral, apresentaram performance acima do benchmark.... o BC teria espaço para manter a SELIC em patamar baixo durante um tempo significativamente longo, o que não estava refletido nos vencimentos de médio prazo da curva de juros prefixados.... continuamos a aumentar a duration da parcela prefixada, principalmente no vencimento Jan/11, pois este seria o vencimento que primeiro refletiria o nosso cenário. As taxas prefixadas com vencimento em 2011 recuaram quase 20 pontos-base, refletindo, ainda que de maneira tímida, o nosso cenário. Os vencimentos Jan/12 em diante permaneceram estáveis.... haveria espaço para recuos adicionais das taxas de juros reais, dado o ainda fraco nível de atividade econômica, mas as taxas prefixadas pareciam mais atraentes nesses níveis.... diminuímos mais um pouco a exposição na classe de ativo, mantendo exposição nos vencimentos mais curtos (até 2012). As taxas de juros reais dos vencimentos de curto/médio prazos (até 2015) recuaram de 20 a 40 pontos-base, beneficiando esta parcela da carteira.... os títulos privados são boas fontes de retorno em prazos mais longos, mesmo podendo sofrer perdas no curto prazo.... mantivemos as atuais posições em títulos privados corporativos, e adquirimos um FIDC de uma empresa petroquímica, além de uma debênture de uma holding financeira e de duas de empresas do setor elétrico, uma delas para substituir a debênture de CPFL, que venceu. Os spreads das debêntures recuaram de maneira geral, beneficiando esta parcela da carteira. Western Asset 5

6 Renda Fixa (cont.) FUNDOS E CARTEIRAS DE BENCHMARK COMPOSTO CDI (OU IMA-S) IMA-B: de maneira geral, apresentaram performance acima do benchmark.... o BC teria espaço para manter a SELIC em patamar baixo durante um tempo significativamente longo, o que não estava refletido nos vencimentos de médio prazo da curva de juros prefixados.... haveria espaço para recuos adicionais das taxas de juros reais, dado o ainda fraco nível de atividade econômica, mas as taxas prefixadas pareciam mais atraentes nesses níveis.... os títulos privados são boas fontes de retorno em prazos mais longos, mesmo podendo sofrer perdas no curto prazo.... continuamos a aumentar a duration da parcela prefixada, principalmente no vencimento Jan/11, pois este seria o vencimento que primeiro refletiria o nosso cenário.... mantivemos relativamente baixa a exposição na classe de ativo, mantendo exposição sobre-exposta ao IMA-B5 (inflação de curto prazo), e ligeiramente sub-exposta em relação ao IMA-B5 (inflação de longo prazo).... mantivemos as atuais posições em títulos privados corporativos, e adquirimos um FIDC de uma empresa petroquímica, além de uma debênture de uma holding financeira e de duas de empresas do setor elétrico, uma delas para substituir a debênture de CPFL, que venceu. As taxas prefixadas com vencimento em 2011 recuaram quase 20 pontos-base, refletindo, ainda que de maneira tímida, o nosso cenário. Os vencimentos Jan/12 em diante permaneceram estáveis. As taxas de juros reais dos vencimentos de curto/médio prazos (até 2015) recuaram de 20 a 40 pontos-base, beneficiando esta parcela da carteira. Os vencimentos mais longos permaneceram estáveis. Os spreads das debêntures recuaram de maneira geral, beneficiando esta parcela da carteira. FUNDOS DE TÍTULOS PÚBLICOS: desempenho superior ao benchmark (CDI).... seria mais adequado manter baixa a volatilidade deste produto.... mantivemos a carteira posicionada em vencimentos até 2 anos. Os spreads das LTNs swapadas e das LFTs recuaram marginalmente no mês. Western Asset 6

7 Renda Fixa (cont.) FUNDOS MULTIMERCADOS INSTITUCIONAIS: desempenho superior ao benchmark (CDI).... o BC teria espaço para manter a SELIC em patamar baixo durante um tempo significativamente longo, o que não estava refletido nos vencimentos de médio prazo da curva de juros prefixados.... aumentamos mais um pouco a duration da parcela prefixada, principalmente no vencimento Jan/11, pois este seria o vencimento que primeiro refletiria o nosso cenário. Além disso, mantivemos exposição, via opções, na inclinação da curva, entre Jan/10 e Jan/12. = As taxas prefixadas com vencimento em 2011 recuaram quase 20 pontos-base, refletindo, ainda que de maneira tímida, o nosso cenário. No entanto, a inclinação da curva aumentou um pouco mais, pois o Jan/10 recuou, anulando o ganho com o recuo das taxas.... haveria espaço para recuos adicionais das taxas de juros reais, dado o ainda fraco nível de atividade econômica, mas as taxas prefixadas pareciam mais atraentes nesses níveis.... mantivemos a exposição na classe de ativo, concentrando a exposição nos vencimentos mais curtos (até 2012). As taxas de juros reais dos vencimentos de curto/médio prazos (até 2015) recuaram de 20 a 40 pontos-base, beneficiando esta parcela da carteira.... o fluxo de recursos estrangeiros para investimento em portfólio poderia continuar, causando valorizações adicionais do Real.... aumentamos a exposição vendida na classe de ativo. Em função da continuidade do fluxo de recursos para o país, o Real apreciou-se durante o mês.... devido à timidez dos incentivos concedidos até o momento, e à falta de coordenação entre os países, a economia européia deverá demorar mais a sair da recessão.... mantivemos a posição vendida em Euro contra o Dólar. - O Dólar desvalorizou-se marginalmente em relação ao Euro.... a bolsa havia se valorizado em demasia nos últimos quatro meses, refletindo uma duvidosa recuperação da atividade econômica no curto prazo.... mantivemos baixa a exposição na classe de ativo, protegida por opções de venda. Apesar da baixa exposição, o bom desempenho da bolsa beneficiou a carteira.... uma posição em treasuries poderia servir como hedge de nossa exposição prefixada, na medida em que perspectivas positivas para a economia causaria o aumento de ambas as taxas.... montamos uma pequena posição comprada. = As taxas das treasuries chegaram a subir até meados do mês, em função do otimismo com relação à atividade econômica, retornando posteriormente até os patamares do início do mês. Western Asset 7

8 Renda Fixa (cont.) TEMAS E ESTRATÉGIAS Temas de Investimento As taxas de prazos médios e longos (a partir de 2011) vêm refletindo a possibilidade de recuperação da atividade econômica mais cedo do que o esperado, apreçando aperto da política monetária já na virada do ano. Estratégias Na medida em que ficar mais claro que o BC terá espaço para manter a taxa SELIC em níveis baixos por um longo período, a ponta longa da curva de juros deve recuar. A inflação implícita nos títulos atrelados à inflação mantevese em patamar compatível com nosso cenário. Neste momento, os juros prefixados parecem oferecer prêmio maior. O câmbio vem refletindo a diminuição da aversão ao risco e o fluxo de investimentos em portfólio. Ainda parece haver algum espaço para apreciações adicionais do Real. A economia européia demorará mais a sair da recessão devido à timidez dos incentivos concedidos até o momento e à falta de coordenação entre os países. O Euro deve mostrar enfraquecimento ao longo do tempo em relação ao Dólar, mas ainda sujeito a muita volatilidade. A bolsa estabilizou-se nos atuais patamares, depois do rally dos últimos quatro meses, refletindo uma duvidosa recuperação da atividade econômica no curto prazo. Posições compradas devem ser mantidas com cautela, e posições vendidas podem ser feitas nos exageros do mercado. A inclinação da curva das treasuries parece ter a mesma explicação que a inclinação da curva local: incertezas com relação ao timing da retirada dos estímulos monetários. Uma posição em treasuries poderia servir como hedge de nossa exposição prefixada. Western Asset 8

9 Renda Variável e Balanceados FUNDOS E CARTEIRAS DE BENCHMARK IBOVESPA: em geral, apresentaram rentabilidade acima do benchmark, que valorizou-se em 6,4% no mês.... apesar da preocupação com a velocidade da recuperação econômica que poderia diminuir os investimentos em infra-estrutura, prejudicando os setores de Transporte & Logística, as ações das empresas do sub-setor de autopeças estavam abaixo dos preços justos.... os valores das ações de algumas empresas do setor de construção civil ligadas à incorporação de imóveis residenciais estavam abaixo dos preços justos, apesar de certa preocupação com a lentidão do processo de financiamento ao mutuário.... dentro do sub-setor de logística, apesar que assumirmos um cenário mais fraco de margens para a Tegma (empresa de transporte de automóveis e de soluções integradas de logística), o preço da ação estava descontado em relação ao mercado.... dentro do setor de tecnologia, apesar da boa performance recente, o valor da ação de Positivo Informática estava abaixo do preço justo.... mantivemos posição em Marcopolo e em Randon (ausentes no benchmark).... mantivemos uma posição acima do benchmark neste setor, concentrando a exposição em Brookfield (ex- Brascan), empresa cujo valuation, apesar da alta recente, encontra-se entre os mais atrativos de todo o mercado).... mantivemos o posicionamento em Tegma (ausente no benchmark).... mantivemos o posicionamento em Positivo Informática, dada a perspectiva de recuperação do setor de computadores, com a melhora da confiança do consumidor e do mercado de crédito. Randon subiu 25,5% (o BNDES aprovou em julho novas linhas de financiamento pra caminhões). Marcopolo subiu 21,3%. Brookfield subiu 39,3% em julho, refletindo o bom desempenho de vendas da empresa nos últimos meses. Tegma subiu 26,7% (com o mercado de autos apresentando números melhores do que o esperado, apesar da forte alta no ano aumentou, somente agora, o interesse dos investidores). Positivo Informática subiu 31,7%. FUNDOS DE RETORNO ABSOLUTO: rentabilidade bem maior que a do Ibovespa.... dentro do sub-setor de logística, apesar que assumirmos um cenário mais fraco de margens para a Tegma (empresa de transporte de automóveis e de soluções integradas de logística), o preço da ação estava descontado em relação ao mercado.... apesar da preocupação com a velocidade da recuperação econômica que poderia diminuir os investimentos em infra-estrutura, prejudicando os setores de Transporte & Logística, as ações das empresas do sub-setor de autopeças estavam abaixo dos preços justos.... dentro do setor de tecnologia, apesar da boa performance recente, o valor da ação de Positivo Informática estava abaixo do preço justo.... mantivemos o posicionamento em Tegma.... mantivemos posição em Marcopolo e em Randon.... mantivemos o posicionamento em Positivo Informática, dada a perspectiva de recuperação do setor de computadores, com a melhora da confiança do consumidor e do mercado de crédito. Tegma subiu 26,7% (com o mercado de autos apresentando números melhores do que o esperado, apesar da forte alta no ano aumentou, somente agora, o interesse dos investidores). Randon subiu 25,5% (o BNDES aprovou em julho novas linhas de financiamento pra caminhões). Marcopolo subiu 21,3%. Positivo Informática subiu 31,7%. Western Asset 9

10 Renda Variável e Balanceados (cont.)... o valor da ação de Ferbasa no setor de outros metais estava abaixo do preço justo.... mantivemos o posicionamento em Ferbasa (empresa produtora de ferrocromo e ferro-silício). Ferbasa subiu 20,1% em julho. FUNDOS E CARTEIRAS DE BENCHMARK IBRX: IBrX: em geral, tiveram rentabilidade acima do benchmark, que valorizou-se em 5,0% no mês. IBrX50: em geral, tiveram rentabilidade acima do benchmark, que valorizou-se em 4,7% no mês.... os valores das ações de algumas empresas do setor de construção civil ligadas à incorporação de imóveis residenciais estavam abaixo dos preços justos, apesar de certa preocupação com a lentidão do processo de financiamento ao mutuário.... apesar da preocupação com a velocidade da recuperação econômica que poderia diminuir os investimentos em infra-estrutura, prejudicando os setores de Transporte & Logística, as ações das empresas do sub-setor de autopeças estavam abaixo dos preços justos.... dentro do sub-setor de logística, apesar que assumirmos um cenário mais fraco de margens para a Tegma (empresa de transporte de automóveis e de soluções integradas de logística), o preço da ação estava descontado em relação ao mercado.... dentro do setor de tecnologia, apesar da boa performance recente, o valor da ação de Positivo Informática estava abaixo do preço justo.... mantivemos uma posição acima do benchmark neste setor, concentrando a exposição em Brookfield (ex- Brascan), empresa cujo valuation, apesar da alta recente, encontra-se entre os mais atrativos de todo o mercado).... mantivemos posição acima do benchmark em Marcopolo e em Randon.... mantivemos o posicionamento em Tegma (ausente no benchmark).... mantivemos o posicionamento em Positivo Informática, dada a perspectiva de recuperação do setor de computadores, com a melhora da confiança do consumidor e do mercado de crédito. Brookfield subiu 39,3% em julho, refletindo o bom desempenho de vendas da empresa nos últimos meses. Randon subiu 25,5% (o BNDES aprovou em julho novas linhas de financiamento pra caminhões). Marcopolo subiu 21,3%. Tegma subiu 26,7% (com o mercado de autos apresentando números melhores do que o esperado, apesar da forte alta no ano aumentou, somente agora, o interesse dos investidores). Positivo Informática subiu 31,7%. Western Asset 10

11 Renda Variável e Balanceados (cont.) FUNDOS SMALL CAP: rentabilidade acima do parâmetro de performance (SMLL - Índice Small Cap) que subiu 15,9%, refletindo uma recuperação de ações de menor liquidez.....as ações de empresas do setor de energia elétrica, consideradas defensivas em função da menor elasticidade do setor em relação ao desaquecimento da economia, haviam recebido forte fluxo de investidores e se tornado, em média, menos atrativas.... apesar do setor de equipamentos para petróleo e gás continuar com boas perspectivas, as ações das empresas do setor apresentavam diferentes relações de preço e preço justo.... mantivemos posição abaixo do SMLL no setor.... mantivemos posição acima do SMLL em Confab e permanecemos ausentes de Lupatech. Acumulando fraca performance no ano, a maioria das ações das empresas do setor novamente apresentou performance significativamente inferior ao SMLL, com destaques para Cesp (caiu 1,4%), Light (caiu 9,8%) e EDP - Energias do Brasil (subiu apenas 1,3%). Confab subiu 23,1% em julho, enquanto Lupatech caiu 13,0%, após comunicar os fracos resultados do 2º trim. e a revisão das expectativas de crescimento para dentro do setor de tecnologia, apesar do recuperação do mercado de crédito e da boa performance recente, o valor da ação de Positivo Informática ainda estava abaixo do preço justo....mantivemos posição acima do SMLL em Positivo Informática (fabricante de PCs, que se destaca como líder de mercado, com forte posição no varejo e sólida rede de distribuição). Positivo Informática subiu 31,7%.... apesar da preocupação com a velocidade da recuperação econômica, os valores das ações de algumas empresas do setor de comércio varejista estavam abaixo dos preços justos.... mantivemos posição acima do SMLL em Dufry, Marisa e Saraiva. Marisa (após divulgar os resultados do 2º trim. acima das expectativas) subiu 28,2%. Saraiva também subiu 21,4%. TEMAS E ESTRATÉGIAS Temas de Investimento Apesar da preocupação com a velocidade de uma eventual recuperação econômica, os valores de boa parte das ações de empresas dos setores de comércio varejista, de construção civil, de serviços, de transportes e auto-peças estão abaixo do preço justo. Recentes dados da economia global sinalizam uma recuperação econômica lenta, dificultando a manutenção da recente recuperação dos preços das commodities e prejudicando todos os setores ligados a elas, com destaque para o setor de energia. Estratégias Devemos manter posição acima do benchmark nestes setores. Devemos manter posição levemente abaixo do benchmark nos setores ligados a commodities, principalmente em Petrobras. Western Asset 11

12 Renda Variável e Balanceados (cont.) ASSET ALLOCATION: em geral, efeito positivo sobre os portfólios balanceados.... apesar da recuperação recente da bolsa e da preocupação com a velocidade da recuperação econômica, o valuation da bolsa permanecia atrativo.... mantivemos posições acima do ponto neutro. A bolsa valorizou-se em 6,4% em julho. Este material é um breve resumo de determinados assuntos econômicos, sob a ótica dos gestores da Western Asset Management Company DTVM Limitada ( Western Asset ) e possui finalidade meramente informativa. O conteúdo deste material não tem o propósito de prestar qualquer tipo de consultoria financeira, de recomendação de investimentos, nem deve ser considerado uma oferta para aquisição de produtos da Western Asset. A relação das instituições distribuidoras dos produtos da Western Asset pode ser obtida por meio do telefone: (11) Recomenda-se ao leitor consultar seus analistas e especialistas particulares antes de realizar qualquer investimento. A Western Asset não se responsabiliza pelas decisões de investimento tomadas pelo leitor. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR DO FUNDO, DO GESTOR DA CARTEIRA, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU, AINDA, DO FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITOS - FGC. A RENTABILIDADE OBTIDA NO PASSADO NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. É RECOMENDADA A LEITURA CUIDADOSA DO PROSPECTO E DO REGULAMENTO DO FUNDO DE INVESTIMENTO PELO INVESTIDOR AO APLICAR SEUS RECURSOS. Western Asset Management Company DTVM Limitada Esta publicação é de propriedade da Western Asset Management Company DTVM Limitada e é de uso exclusivo de nossos clientes e de seus respectivos consultores de investimentos. Esta publicação não deve ser enviada a qualquer outra pessoa. O conteúdo deste material deve ser tratado como confi dencial e não poderá ser reproduzido ou utilizado sob qualquer forma sem a nossa expressa autorização. Western Asset 12

Reação - 1 7,00 6,00 5,00 4,00. (% a.a.) 3,00 2,00 1,00 0,00. Reação - 2 1.500 1.400 1.300 1.200 1.100. US$ bilhões 1.000.

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