EUA e Canadá: A Recuperação continua mas com potenciais ventos contrários. Cyclical Outlook: U.S. and Canada

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1 Cyclical Outlook: U.S. and Canada Abril de 2015 Your Global Investment Authority Ed Devlin Diretor Executivo Portfolio Manager EUA e Canadá: A Recuperação continua mas com potenciais ventos contrários Mike Cudzil Vice-Presidente Executivo Portfolio Manager Trimestralmente, os profissionais de investimento da PIMCO de todo o mundo reúnem-se em Newport Beach para discutir as perspectivas da empresa para a economia global e os mercados financeiros. Na entrevista a seguir, os portfolio managers Ed Devlin e Mike Cudzil discutem as perspectivas cíclicas da PIMCO para o Canadá e os EUA.

2 P: Em Dezembro, a PIMCO estava otimista em relação à economia dos EUA em Os EUA continuam a ser o caso de crescimento global entre as economias desenvolvidas? Cudzil: A PIMCO espera que, dentro do horizonte cíclico, os EUA cresçam entre 2,5% e 3,0%. Continuamos a acreditar que o fechamento do hiato do produto no mercado de trabalho e o reforço da renda disponível devido à queda no preço das commodities será favorável para o consumidor norte-americano. Com o consumo próximo de 70% do PIB, esse cenário favorável continuará a impulsionar o crescimento dos Estados Unidos. Isso posto, após nosso último fórum cíclico em Dezembro o petróleo continuou a cair e o dólar continuou a se valorizar: Embora sejamos da opinião que a queda do petróleo é definitivamente positiva para os EUA como um todo, haverá ganhadores e perdedores nesse processo. O benefício para os consumidores virá, até certo ponto, às custas das empresas de energia e mineração. Essa despesa pressionará o PIB via gastos de capital nesses setores e poderá chegar a reduzir o crescimento em entre 0,2% e 0,5%. A rápida valorização do dólar afetará o PIB através do canal das exportações líquidas e prejudicará o lucro das empresas. Todas essas peças em movimento agregaram um pouco mais de incerteza às projeções de crescimento em nosso horizonte cíclico, mas o alicerce sólido para o crescimento dos EUA continua intacto. P: Qual a perspectiva para a continuação da recuperação econômica do Canadá? Devlin: Existem duas forças opostas que têm o potencial de afetar significativamente a economia canadense. A primeira é a manutenção do crescimento econômico dos EUA, que continua a ser o principal fator para o aumento das exportações canadenses. A segunda é a forte queda no preço do petróleo que, sem sombra de dúvida, é um vento contrário para o Canadá, grande produtor e exportador de energia. Concordamos com o Banco do Canadá que o choque negativo da energia enfrentado pelos produtores será sentido no início de 2015, enquanto os benefícios da desvalorização cambial para os exportadores e da redução dos preços da gasolina para os consumidores serão graduais. Dada a projeção básica da PIMCO, de uma recuperação entre US$ 10 e US$ 15 nos preços do petróleo até o fim do ano, acreditamos que os riscos para nossa projeção de crescimento real do PIB entre 1,75% e 2,25% em 2015 estão inclinados para a alta. Os juros baixos, ajudados por uma redução surpresa de 25 pontos pelo Banco do Canadá em 21 de Janeiro, devem continuar a sustentar o consumo e o investimento das famílias em Embora juros ultrabaixos representem um risco para a estabilidade financeira futura, com superavaliação dos imóveis e endividamento excessivo dos consumidores, acreditamos que esse é um problema para depois de A nosso ver, o núcleo da inflação permanecerá ao redor do nível atual de 2%. Embora o recuo nos preços do petróleo afete a inflação total, grande parte dele é desconsiderado no núcleo da inflação. O declínio do dólar canadense continuará a pressionar o núcleo da inflação via aumento dos preços dos produtos importados. Dessa forma, estaremos bastante atentos ao petróleo, à economia dos EUA e à evolução das políticas do BC, conforme a economia canadense mantenha sua expansão volátil em P: Embora o nível de emprego nos EUA tenha melhorado sistematicamente nos últimos anos, finalmente começaram a surgir sinais de que os salários também estão subindo. Um aumento da inflação está a caminho? Cudzil: Com o desemprego se aproximando da taxa de desemprego não aceleradora da inflação (NAIRU, sigla em inglês) e com ganhos salariais apenas de metade a dois terços do que seriam em uma recuperação tradicional, os salários devem começar a dar sinais de normalização. Juntamente com alguns casos de empresas que elevaram seus pisos salariais, existem indicações baseadas em pesquisas e indicadores de velocidade que apontam para 2 ABRIL DE 2015 CYCLICAL OUTLOOK: U.S. AND CANADA

3 salários em alta ao longo do horizonte cíclico. Seja pelos dados sobre total de vagas e taxa de demissões da Pesquisa de Abertura de Vagas e Rotatividade de Mão de Obra (JOLTS, sigla em inglês) ou pelas pesquisas de pequenas empresas da NFIB sobre cargos difíceis de preencher e planos para aumentar salários, todos os indicadores estão próximos dos níveis pré-recessão e apontam para salários mais altos. Com esse cenário para os salários, nossa perspectiva para a inflação é relativamente otimista em comparação com as expectativas do mercado, mas ela não deverá atingir os objetivos de longo prazo do Fed dentro de nosso horizonte cíclico. Embora os salários estejam aumentando, é provável que a inflação seja mantida sob controle pelo substancial aumento do dólar e pela queda nos preços das commodities, observados após nosso último fórum cíclico, em Dezembro. Essa queda no petróleo deve levar a inflação total para níveis próximos ou inferiores a zero até o inverno. Isso posto, acreditamos que o núcleo do IPC deve atingir um mínimo entre 1,5% e 1,6% no terceiro trimestre antes de retornar a algo entre 1,75% e 2,0% no fim de Com tantos bancos centrais aliviando e alguns conduzindo políticas de afrouxamento quantitativo (AQ) devido à demanda global agregada deficiente, nossa hipótese básica é de apenas uma alta modesta na inflação até o fim do ano. P: A PIMCO espera que o Fed comece a subir as taxas pela primeira vez em nove anos. Discuta como isso deve ocorrer. Será uma transição instável? Como será o efeito no mercado imobiliário? Cudzil: Dada a melhora continuada no mercado de trabalho e a projeção da PIMCO de um aumento na inflação dentro do horizonte cíclico, acreditamos que o Fed aumentará as taxas nos próximos três a seis meses, dando início ao processo de normalização da política monetária. Como não há precedentes de um banco central saindo do nível zero em tempos de paz, certamente existem riscos para como isso pode ocorrer. A PIMCO acredita que o Fed começará a normalizar os juros desde que a taxa de desemprego continue a se mover na direção de sua meta para a NAIRU e que a instituição está razoavelmente confiante que, no médio prazo, a inflação subirá para seu objetivo de longo prazo. Além disso, uma vez iniciado o processo de elevação das taxas, o Fed irá monitorar atentamente o mercado financeiro e as condições econômicas para avaliar se pode continuar a aumentar lentamente os juros. Acreditamos que isso seja importante. O Fed continuará a elevar os juros e a normalizar a política monetária na medida em que o mercado e a economia assim o permitirem. Se o crescimento vier a dar sinais de enfraquecimento ou os mercados vierem a mostrar um aperto muito rápido nas condições financeiras, o Fed atuará de forma mais lenta ou poderá até mesmo vir a interromper o aumento dos juros. Da mesma forma, o Fed elevará os juros em ritmo mais normal se a inflação e o nível de emprego atingirem seus objetivos e os mercados estiverem funcionando bem. Finalmente, acreditamos que o destino final da taxa dos fed funds é menor neste ciclo, já que níveis elevados de endividamento levarão a instituição a aceitar uma taxa neutra de longo prazo próxima de zero. Em nossa opinião, a mentalidade do Fed evitará que, por si só, a política monetária tenha um impacto significativo sobre o mercado habitacional. Em 2013, a histeria da redução gradual do AQ pesou bastante sobre a atividade imobiliária, já que as taxas subiram rapidamente no vácuo, sem um movimento proporcional na atividade econômica e na inflação. Tendo em vista nossa hipótese básica, de um Fed atento às condições financeiras e à atividade econômica durante a elevação das taxas fed funds, ele apenas iniciará (ou continuará) o processo de normalização se a economia e os mercados puderem suportá-lo. Não acreditamos que o mercado de imóveis residenciais seja negativamente afetado se os juros subirem porque os salários e o nível de emprego continuam a melhorar. Nossa hipótese básica continua a ser de uma valorização anual de 3% no mercado habitacional nos próximos dois anos, com a velocidade das construções aumentando conforme a nova geração sair das casas dos pais para constituir suas próprias famílias. P: Por que o Banco do Canadá reduziu os juros no início deste ano e qual é a perspectiva de sua política monetária? Devlin: O Banco do Canadá caracterizou o corte de 25 pontos nas taxas, efetuado em 21 de Janeiro, como uma apólice de seguro. O banco está preocupado com a possibilidade de que a queda expressiva nos preços do petróleo respingue sobre a confiança de empresas e consumidores e com o risco de que isso leve a uma queda na produção maior do que a sugerida pelos modelos tradicionais. Liderado por Stephen Poloz, o Banco do Canadá está claramente mais conciliatório do que sob a CYCLICAL OUTLOOK: U.S. AND CANADA ABRIL DE

4 presidência de Mark Carney. Na gestão de Poloz, o Banco do Canadá tem mostrado disposição para olhar além dos dados econômicos positivos e dar atenção aos números mais fracos. Por esse motivo, acreditamos que o BC adquirirá outra apólice de seguros com o corte de mais 25 pontos ainda em Julgamos que o banco continuará a priorizar o lado do fomento ao crescimento econômico e que, com tantas interrogações no caminho da recuperação econômica em 2015, uma terceira redução nos juros este ano é possível se os preços do petróleo continuarem a cair. P: Quais são as implicações para os investimentos da perspectiva econômica da PIMCO para os EUA? Cudzil: Embora continuemos a acreditar na tese do New Neutral (Novo Neutro), também acreditamos que os mercados estão mais do que precificados para essa realidade. É nesse cenário que a PIMCO acredita ser justificável um posicionamento abaixo do neutro em duration na parte frontal da curva de juros dos EUA. Conforme os consumidores continuem a se beneficiar da melhoria no quadro do emprego e do aumento da renda disponível decorrente da queda do petróleo, isso deve ser um bom augúrio para as atividades relacionadas aos gastos de consumo e ao mercado habitacional. Continuamos a dar preferência a títulos hipotecários não vinculados a órgãos governamentais e a setores de créditos selecionados que contem com poder de determinação de preços e barreiras de entrada. Finalmente, dada nossa perspectiva favorável de inflação em relação ao consenso e aos preços de mercado, consideramos atraentes os títulos com correção monetária do Tesouro dos EUA (TIPS). P: Quais são as implicações para os investimentos da perspectiva da PIMCO para o Canadá? Devlin: O rendimento nominal dos títulos federais de longo prazo parece desestimulante (1,4% para os de 10 anos e 2,0% para os de 30). O BC tem um longo histórico de atingir sua meta de inflação de 2,0%, logo com uma taxa de inflação de equilíbrio para os títulos de retorno real (RRBs, sigla em inglês) de 30 anos de cerca de 1,7% (em 30 de março de 2015) acreditamos que esses papéis superarão os títulos prefixados. Como os spreads de crédito não acompanharam a queda no rendimento dos títulos federais, preferimos nos abster dos papéis canadenses e nos direcionar para os títulos emitidos por províncias e bancos canadenses, que possuem rendimentos relativamente superiores. FORECAST PIB Real HEADLINE INFLATION ATUAL* Q1 15 Q1 16 ATUAL* Q1 15 Q1 16 ESTADOS UNIDOS +2.4% +2.5% a +3.0% +1.6% +1.5% a +2.0% EUROZONA +0.9% +1.25% a +1.75% +0.2% +0.75% a +1.25% GRÃ-BRETANHA +2.7% +2.5% a +3.0% +1.6% +1.0% a +2.0% JAPÃO -0.5% +1.25% a +1.75% +0.5% +0.75% a +1.25% CHINA +7.3% +5.75% a +6.75% +1.5% +1.5% a +2.5% CANADÁ +2.5% +1.75% a 2.25% NÚCLEO: +2.2% NÚCLEO: +1.75% a +2.25% BRIM** +1.9% +1.5% a +2.5% +7.0% +6.0% a +7.5% MUNDO*** +2.5% +2.5% a +3.0% +1.7% +1.75% a +2.25% *Dados atuais para PIB Real e inflação representam os quatro trimestres que terminam no 4 trimestre de 2014 ou 3 trimestre de 2014 caso o dado não tenha sido publicado **BRIM = Brazil, Russia, India, Mexico ***Mundo é a média ponderada dos países listados na tabela acima Fonte: Bloomberg, PIMCO calculations. 4 ABRIL DE 2015 CYCLICAL OUTLOOK: U.S. AND CANADA

5 O desempenho passado não é uma garantia nem uma indicação confiável dos resultados futuros. Todos os investimentos apresentam riscos e podem perder valor. O investimento no mercado de renda fixa está sujeito a riscos, inclusive riscos de mercado, taxa de juros, emissor, crédito, inflação e liquidez. O valor da maioria dos títulos e estratégias de renda fixa é afetado pelas oscilações nas taxas de juros. Títulos e estratégias de renda fixa com prazo médio mais longo tendem a ser mais sensíveis e voláteis do que aqueles com prazo médio mais curto; de forma geral, o preço dos títulos cai quando os juros sobem e o ambiente atual de juros baixos aumenta este risco. Reduções correntes na capacidade da contraparte dos títulos de renda fixa podem contribuir para a diminuição da liquidez do mercado e aumentar a volatilidade dos preços. Quando resgatados, os investimentos em títulos de renda fixa podem ter valor superior ou inferior a seu custo original. As ações podem perder valor devido a condições setoriais, econômicas e de mercado reais ou supostas. O investimento em títulos denominados em moeda estrangeira e/ou de empresas sediadas no exterior pode envolver um risco maior devido a oscilações cambiais e a riscos políticos e econômicos, que podem ser maiores nos mercados emergentes. Os títulos lastreados por hipotecas e ativos podem ser sensíveis a oscilações nas taxas de juros, estar sujeitos ao risco de pagamento antecipado e, embora geralmente sejam garantidos por um governo, órgão governamental ou garantidor privado, não há garantia de que tal garantidor irá honrar suas obrigações. De forma geral, os títulos soberanos são garantidos pelo governo emissor. As obrigações de agências e autoridades governamentais dos EUA são garantidas em graus variados, mas, de forma geral, não contam com a garantia incondicional do governo dos EUA. Portfólios que aplicam em tais títulos não são garantidos e seu valor pode oscilar. Os títulos vinculados à inflação (ILBs, sigla em inglês) emitidos por um governo são títulos de renda fixa cujo principal é corrigido monetariamente de acordo com a inflação; de forma geral, eles perdem valor quando a taxa de juros real aumenta. Os Títulos com Correção Inflacionária (TIPS) são ILBs emitidos pelo governo dos EUA. As afirmações relativas às tendências do mercado financeiro ou estratégias de portfólio são baseadas nas condições atuais de mercado, que podem se alterar. Não é possível garantir que essas estratégias de investimento funcionarão em todas as condições de mercado ou sejam adequadas a todos os investidores, e cada investidor deve avaliar sua capacidade de investir no longo prazo, especialmente em períodos de queda no mercado. Os investidores devem consultar seus próprios assessores antes de tomar uma decisão de investimento. Este material contém as opiniões de seus autores, mas não necessariamente as da PIMCO, e tais opiniões estão sujeitas a alterações sem aviso prévio. Este material foi distribuído para fins exclusivamente informativos. As projeções, estimativas e certas informações aqui contidas são baseadas em pesquisas próprias, e não devem ser encaradas como uma orientação para investimentos nem recomendação de qualquer título, estratégia nem produto de investimento específicos. As informações aqui contidas foram obtidas junto a fontes consideradas confiáveis, mas não podem ser garantidas. Nenhuma parte deste material poderá ser reproduzida em qualquer forma, nem citada em qualquer outra publicação, sem autorização prévia por escrito. A PIMCO presta serviços apenas a instituições e investidores qualificados. Esta não é uma oferta para qualquer pessoa em qualquer jurisdição onde seja ilícita ou não autorizada. 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O Número de Registro de Instrumentos Financeiros de Negócio da PIMCO Japan Ltd (Toranomon Towers Office 18F, , Toranomon, Minato-ku, Tokyo, Japão ) é Diretor do Bureau Local de Finanças de Kanto (Firma de Instrumentos Financeiros) no 382. A PIMCO Japan Ltd é membro da Associação de Assessores de Investimento do Japão e da Associação de Fundos de Investimento do Japão. Os produtos e serviços de gestão de investimentos da PIMCO Japan Ltd são oferecidos somente para as pessoas localizadas em sua respectiva jurisdição e não estão disponíveis onde não forem autorizados. A avaliação dos ativos variará segundo o preço dos valores mobiliários e o valor das transações de derivativos da carteira, condições de mercado, taxas de juros e risco de crédito, entre outros fatores. Os investimentos em ativos denominados em moeda estrangeira serão afetados pelas taxas de câmbio. 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