Abril/2015. Panorama Geral. O mês que passou

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Abril/2015. Panorama Geral. O mês que passou"

Transcrição

1 Panorama Geral O mês que passou Abril/2015 O mês anterior teve como destaque na China, o anúncio, por parte do banco central chinês, do corte de um ponto porcentual no depósito compulsório das instituições financeiras comerciais, uma tentativa de estimular o crédito enquanto a economia demonstra desaceleração. Durante o mês de abril, o governo chinês anunciou que o Produto Interno Bruto (PIB) registrou expansão de 7% no primeiro trimestre de 2015 ante igual intervalo do ano passado, o pior resultado para o período desde 2009, quando houve avanço de 6,6%. Em relação a Europa, o destaque do mês anterior foi a Grécia, sendo que o Banco Central Europeu (BCE) elevou o valor do fundo de emergência ao qual os bancos gregos podem recorrer. A quantia passou para 1,4 bilhão de euros (US$ 1,5 bilhão). O aumento - que levou a Assistência Liquidez de Emergência (ELA) para 76,9 bilhões de euros - acontece em meio às negociações de Atenas com seus credores, FMI e UE, para um novo acordo. Segundo o BCE, considerando-se outros montantes não utilizados, os bancos gregos têm um total de 3 bilhões de euros em recursos disponíveis nesta semana. Em março, foram perdidos 2 bilhões de euros em saques de empresas e particulares, disse o Banco da Grécia nesta quarta-feira em comunicado. Os bancos gregos são dependentes do BCE para se financiarem, mas o Banco Central da zona do euro não aceita mais títulos soberanos como garantia de empréstimos. Sem esse mecanismo, os bancos gregos só podem contar com o ELA, que é mais caro do que costumam ser as operações padrão de refinanciamento dos bancos centrais. O governo grego afirmou que deve concluir em maio o acordo com seus credores, o que permitirá o país ter acesso aos 7,2 bilhões de euros que restam do pacote de ajuda da UE e do FMI. Por fim, em relação aos EUA, o resultado do PIB, apesar da alta, acendeu a luz amarela dos mercados acionários globais, mesmo com o Federal Reserve (banco central norte-americano) reafirmando que pretende segurar por mais algum tempo a elevação da taxa referencial de juros. No comunicado do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) divulgado no mês passado, a autoridade monetária voltou a mostrar otimismo em relação à recuperação econômica dos Estados Unidos, apesar da queda de alguns indicadores, por considerar que o arrefecimento do primeiro trimestre obedece a fatores transitórios, e com isso manteve seu enfoque flexível sobre uma alta nos juros. O Fed tinha dado sinais de que elevaria as taxas de juros em meados deste ano, se a economia continuar mostrando a consolidação de sua melhora. Desde o fim de 2008, elas variaram entre 0% e 0,25%. No cenário doméstico, no mês passado, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) confirmou a expectativa majoritária do mercado e aumentou a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Surpreendeu com a reprise do comunicado da reunião anterior e deixa aberta a possibilidade de ocorrer ao menos mais uma alta da taxa básica de 0,50 ou 0,25 ponto em junho. De junho para julho, mês em que o comitê se reúne novamente, o BC terá uma ideia mais clara do quanto a política fiscal e parafiscal poderá contribuir para o controle da inflação e, a partir dessa informação, melhor dosar o ciclo de aperto monetário que começou em setembro do ano passado, após três reuniões de Selic inalterada em 11%. A opção do comitê pelo ajuste mais agressivo da taxa básica confirma, de bate pronto, que o BC está mesmo disposto a levar a inflação para o centro da meta, de 4,5% em dezembro de E confirma também que o mercado tem razão quando calcula que o ajuste fiscal proposto pelo governo para assegurar superávit primário de 1,2% do PIB este ano é insuficiente. Logo, a política monetária, como de hábito no Brasil, terá de fazer mais para compensar o quanto a política fiscal fizer de menos. As contas do governo central no primeiro trimestre, divulgados pelo secretário do Tesouro Nacional, já mostraram que, neste período, Tesouro, INSS e Banco Central conseguiram economizar apenas R$ 4,485 bilhões montante muito inferior aos R$ 7,3 bilhões mensais, em média, necessários para o esforço fiscal que, no ano, leve à economia para pagamento de juros de R$65,62 bilhões.

2 O que olhar neste mês No cenário internacional, na China, os dados fracos seguem-se a uma série de indicadores econômicos decepcionantes divulgados nas últimas semanas que forçaram Pequim a implementar diversas medidas de estímulo neste ano, incluindo ações para impulsionar o crédito bancário e entradas menores para compradores de imóveis. O Índice de Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) medido por instituições privadas mostrou que a atividade das indústrias chinesas sofreu em abril a maior contração em um ano com queda nas novas encomendas. Sobre a Europa, acredita-se que os estímulos monetários atuais devem gerar algum impulso para a região e tirá-la da armadilha do baixo crescimento e da deflação. Isto já pode estar ocorrendo, já que a deflação vem cedendo nos últimos meses. Em janeiro, pelo CPI anualizado, chegou a 0,6%, em fevereiro registrou 0,3% e em março 0,1%. Este, aliás, é o principal desafio do BCE, além de recuperar a Grécia, atolada no seu populismo fiscal do passado e tentando agora retornar seu acesso aos empréstimos da troica. Sobre o comportamento do euro, observa-se que com os estímulos do BCE este vem se desvalorizando, convergindo aos poucos para a paridade um para um com o dólar. Isto deve resultar num maior ganho de competitividade pelo lado do preço, ou seja, pela taxa de câmbio depreciada, o que deve fortalecer as exportações, embora encarecendo as importações. Para o FMI, a Zona do Euro deve crescer em torno de 0,9% a 1,6% entre 2015 e Por fim, em relação aos EUA, o país se mantém como destaque na cena global, mas por quanto tempo? No primeiro trimestre deste ano, o crescimento foi fraco, devido ao inverno rigoroso e o câmbio valorizado, mas muitos acham que a recuperação já está encaminhada. Estimativas de crescimento do FMI indicam algo em torno de 3,1% para este ano e o próximo. Boa parte deste ajuste se deve ao dólar valorizado, estimulando as importações e derrubando as exportações, além da inflação. Neste contexto, atenção deve ser dada ao aperto monetário inevitável (gradualista) do Fed, devendo ocorrer entre julho e setembro próximos. A taxa de juros de curto prazo deve ser ajustada entre 0,25 e 0,5 ponto percentual. Talvez ao fim de 2016 esteja em torno de 1%, devendo ser ajustada até 3% a 3,5% anuais, taxa histórica dos T Bonds de 10 anos nos EUA. Para isto, o Fed olhará com uma lupa para o mercado de trabalho (payroll veio mais fraco na última apuração e a taxa de desemprego se manteve em 5,5%) e a atividade econômica, que deixa um pouco de lado o comportamento da inflação, em queda pelo recuo da energia e valorização do dólar. No cenário doméstico, a perspectiva para o curto prazo continua bastante desfavorável, com provável recuo do PIB (recessão) no primeiro semestre do ano e a inflação ainda elevada. Neste contexto, ainda esperamos por mais ajustes na taxa básica de juros. A alta dos juros e o recuo da atividade econômica tendem a incentivar a manutenção de postura cautelosa entre os investidores, que devem privilegiar as alocações em ativos pós fixados. Uma reversão dessa postura de forma mais consistente dependerá de uma percepção mais clara do final do ciclo de alta dos juros (acreditamos que este momento está próximo), e essencialmente do sucesso do ajuste fiscal, que deverá provocar uma melhora no cenário de médio prazo. Dessa forma, a divulgação dos números fiscais, mês após mês, continuará a ter fundamental relevância, ao longo do ano, para o comportamento dos ativos financeiros.

3 Estratégia de Investimento Renda Fixa No mês de abril, os juros subiram nas pontas mais curtas e caíram nos vértices mais longos (2018 em diante). Esse movimento ganhou mais força na ultima semana com a alta de 50bps da Selic na última reunião do COPOM. O Banco Central do Brasil tem adotado uma postura vigilante em relação à política monetária, combatendo a inflação corrente e buscando convergir as expectativas futuras para o centro da meta. Contudo, não deixou claro quais serão seus próximos movimentos. Assim, os agentes precificam um ajuste mais forte no curto prazo afim de ancorar as expectativas inflacionarias. Como o ajuste pode ser maior que o esperado, as pontas mais longas precificaram que os juros vão começar a cair mais cedo. Com o atual ajuste de juros, o CDS (Risco Brasil) caiu ao longo do ultimo mês, mostrando que as políticas monetária e fiscal contracionistas melhoram as perspectivas para o Brasil. Externamente, com uma série de dados mais fracos nos Estados Unidos, o mercado adiou para o fim deste ano o início da normalização de juros no país. A divulgação dos indicadores do segundo trimestre, menos poluídos por fatores de clima, serão de extrema importância para verificar se o crescimento econômico norte-americano é realmente robusto e permitem a normalização. Pós-Fixado: Under Over Pré-Fixado e Inflação: Under Over Renda Variável O mês de abril deverá ficar na lembrança dos investidores que aplicam em mercados emergentes. Depois de um longo período sem performar, os ativos de renda variável desses países tiveram uma valorização expressiva, tendo como pano de fundo a forte recuperação dos preços do minério de ferro e do petróleo. Dados mais fracos dos EUA e estímulos na China ajudaram nesse movimento do último mês. Por outro lado, depois de um trimestre espetacular por conta do anúncio do QE (afrouxamento monetário) e da melhora de alguns indicadores econômicos, em especial os PMI s, os investidores aproveitaram para colocar no bolso um pouco dos lucros acumulados no período. A alta nos índices asiáticos também chama atenção e já coloca em alerta as autoridades de alguns países pela possível formação de bolhas em algumas classes de ativos. A recuperação dos índices de mercados emergentes frente aos desenvolvidos tende a continuar, a medida que se consolide os atuais níveis de preço das commodities e o dólar americano perca força com dados mais fracos nos EUA. Vindo para o Brasil, o principal destaque no mês foi a forte recuperação do índice Ibovespa, que foi puxado principalmente por Petrobras e Vale. A divulgação do balanço auditado da companhia e a recuperação no preço do petróleo ajudaram na forte alta do ativo, apesar de que duvidas ainda existem quando a capacidade da empresa de diminuir sua Dívida Líquida/Ebtida, hoje próximo de 5x. Olhando para a Vale, apesar de um resultado muito ruim no primeiro trimestre de 2015 e um preço do minério de ferro baixo no período, estímulos na China e uma melhora na percepção de execução da companhia ajudaram na recuperação do ativo na segunda quinzena de abril. A forte entrada de capital externo no ano vem chamando atenção dos investidores locais, que continuam céticos em relação aos ativos de renda variável no Brasil, preferindo alocações no exterior, tendo como preferência Ásia e Europa. Para o mês de maio, devemos acompanhar de perto os primeiros dados do segundo trimestre da economia americana e os efeitos no dólar. Uma nova rodada de valorização do dólar (DXY) poderia ser muito ruim para as commodities, moedas de emergentes e consequentemente para as bolsas da região. Neste contexto, estamos com uma posição neutra em relação aos ativos de renda variável local, esperando o fim do ciclo de aumento dos juros e dados fiscais mais forte para aumento das posições em bolsa.

4 Moedas No mês de abril a moeda brasileira reagiu frente ao dólar, chegando a ser negociada a R$2,90 durante o período, mas terminou o mês cotado a R$3,01 (+5,70%), após forte movimento de desvalorização observado em março, quando a cotação chegou a ultrapassar R$3,20. A melhora da percepção de risco país e a divulgação do balanço da Petrobras beneficiaram este movimento. Em abril o real seguiu um movimento global de desvalorização da moeda norte-americana, onde o índice DXY fechou o mês com queda de 3,82%, mas segue com uma alta de 5,12% no ano e 19,03% em 12 meses. Os dados mais fracos que o esperado do primeiro trimestre da economia norte-americana, juntamente com a incerteza do início de normalização da taxa de juros no país pressionou o dólar. Ainda que no curto prazo a melhora das condições internas abra espaço para novas quedas do dólar, no médio e longo prazo acreditamos numa alta estrutural da moeda americana, principalmente depois que o FED, Banco Central dos Estados Unidos, comece o ciclo de normalização de juros. Multiestratégia Diferente do primeiro trimestre do ano, abril foi um mês negativo para os fundos multimercados. Os fundos de estratégia MACRO que estão trabalhando com posições compradas no Dólar, seja frente ao Real ou cesta de Moedas, foram os que mais sofreram no mês, com a desvalorização da divisa norte americana. Os gestores que trabalharam com posições mais táticas neste período, conseguiram melhor resultado. Os fundos com estratégias de LONG SHORT e EQUITY HEDGE no mercado de Renda Variável também registraram desempenho abaixo do esperado no mês. O desempenho foi impactado pela performance positiva de papéis ligados as commodities, com destaque para VALE e PETROBRÁS, nos quais os gestores estavam com baixa exposição por falta de convicção e conservadorismo. Nossa visão permanece positiva para os fundos MACRO, pois acreditamos que a valorização do Dólar é estrutural. Além disso, acreditamos que o mercado de juros será uma nova fonte de retorno para os gestores nos próximos meses. Para os gestores com estratégias de Renda Variável, estamos dando preferência para aqueles que trabalham com posições direcionais.

5 INFORMAÇÕES IMPORTANTES AO INVESTIDOR Este material, meramente informativo, foi preparado pela área de Estratégia do Votorantim Private Bank e não se caracteriza como relatório de análise, para fins da Instrução CVM nº 483/2010, e, não foi produzido por analista de valores mobiliários. Este material não constitui, nem deve ser interpretado, como oferta ou solicitação de compra, venda ou distribuição de valores mobiliários. As informações contidas neste material foram obtidas por meio de comunicação de acesso público, tais como jornais, revistas, internet entre outros, de forma aleatória. Tais informações estão sujeitas a alterações, a qualquer momento, sem que haja necessidade de comunicação neste sentido. Apesar das informações aqui contidas terem sido obtidas de fontes consideradas confiáveis, a área de Estratégia não pode garantir a precisão e veracidade das mesmas. As recomendações de alocação deste documento refletem única e exclusivamente a opinião pessoal dos profissionais da área de Estratégia do Votorantim Private Bank, de modo que as recomendações foram elaboradas de forma independente e autônoma com relação às demais áreas da Votorantim Asset Management DTVM Ltda., ao Banco Votorantim S.A. e demais empresas do Consolidado Econômico Financeiro Votorantim. As recomendações de alocação deste documento não levam em consideração os objetivos de investimento, a situação financeira ou as necessidades específicas de um determinado investidor. Os investidores devem obter orientação financeira, tributária e contábil independente, com base em suas características pessoais, antes de tomar qualquer decisão de investimento. Rentabilidade passada não é necessariamente indicativa de resultados futuros e nenhuma segurança ou garantia, de forma expressa ou implícita, é dada neste material em relação a desempenhos futuros. As recomendações de alocação contidas neste documento apresentam riscos de investimento e não são asseguradas pelos fatos nem contam com qualquer tipo de garantia ou segurança, de forma expressa ou implícita, da área de Estratégia. O Votorantim Private Bank e suas áreas de negócio não serão responsáveis por perdas diretas, indiretas ou lucros cessantes decorrentes da utilização deste material para quaisquer finalidades, incluindo, mas não se limitando a realização de negócios, investimentos ou transações baseadas nestas informações. Em caso de dúvidas, sugestões e reclamações, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente: , Deficientes Auditivos e de Fala horas por dia, 7 dias por semana, ou Caso suas dúvidas, sugestões ou reclamações não tenham sido satisfatoriamente solucionadas pelo Serviço de Atendimento ao Cliente, entre em contato com a Ouvidoria: , Deficientes Auditivos e de Fala de 2ª a 6ª feira - 9:00 às 18:00 hs, exceto em feriados nacionais; ou Caixa Postal 21212, Rua Barão do Triunfo, 242, São Paulo SP, CEP: ; ou pelo formulário disponível no site do Banco Votorantim S.A. 4

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 12 de janeiro de 2015 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Deflação na Europa reforça crença no QE (22/11); Pacote de U$1 trilhão em infraestrutura

Leia mais

Maio/2015. Panorama Geral

Maio/2015. Panorama Geral Panorama Geral Maio/2015 O mês que passou O mês de maio teve como principais destaques: a continuidade das negociações da Grécia com a Troika; novos estímulos monetários na economia Chinesa e preocupações

Leia mais

Dezembro/2014. Panorama Geral

Dezembro/2014. Panorama Geral Panorama Geral Dezembro/2014 O mês que passou Nesse mês o grande destaque internacional foram as ações de política monetária por parte dos Bancos Centrais. Enquanto os Estados Unidos se preparam para um

Leia mais

Julho/2015. Panorama Geral

Julho/2015. Panorama Geral Panorama Geral Julho/2015 O mês que passou O mês de Junho teve como principal destaque o fracasso das negociações sobre um acordo de permanência da Grécia na União Europeia. O não pagamento da dívida de

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 22 de junho de 2015 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Reunião do FOMC ainda com tom dovish; Preocupações com a Grécia ainda persistem e compromete

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 17 de novembro de 2014 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaque da Semana Economia internacional: Bancos Centrais dominam atenção dos mercados. BCE sinaliza política monetária expansionista;

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 15 de dezembro de 2014 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Pessimismo marca cenário internacional ; Petróleo continua em queda Economia brasileira:

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Agosto 2011

Relatório Econômico Mensal Agosto 2011 Relatório Econômico Mensal Agosto 2011 Tópicos Economia Americana: Confiança em baixa Pág.3 EUA X Japão Pág. 4 Mercados Emergentes: China segue apertando as condições monetárias Pág.5 Economia Brasileira:

Leia mais

Carta ao Cotista Abril 2015. Ambiente Macroeconômico. Internacional

Carta ao Cotista Abril 2015. Ambiente Macroeconômico. Internacional Carta ao Cotista Abril 2015 Ambiente Macroeconômico Internacional O fraco resultado dos indicadores econômicos chineses mostrou que a segunda maior economia mundial continua em desaceleração. Os dados

Leia mais

Setembro/2015. Panorama Geral. O mês que passou

Setembro/2015. Panorama Geral. O mês que passou Panorama Geral O mês que passou Setembro/2015 A China foi o principal destaque do cenário internacional em agosto. A decisão inesperada do governo de desvalorizar a sua moeda perante o dólar norte-americano

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Agosto de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: PIB e Juros... Pág.3 Europa: Recuperação e Grécia... Pág.4

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV São Paulo, 06 de julho de 2010. CENÁRIO ECONÔMICO EM JUNHO A persistência dos temores em relação à continuidade do processo de recuperação das economias centrais após a divulgação dos recentes dados de

Leia mais

O desafio da competitividade. Maio 2012

O desafio da competitividade. Maio 2012 O desafio da competitividade Maio 2012 ECONOMY RESEARCH Roberto Padovani Economista-Chefe (55 11) 5171.5623 roberto.padovani@votorantimcorretora.com.br Rafael Espinoso Estrategista CNPI-T (55 11) 5171.5723

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV São Paulo, 07 de março de 2012. CENÁRIO ECONÔMICO EM FEVEREIRO O mês de fevereiro foi marcado pela continuidade do movimento de alta dos mercados de ações em todo o mundo, ainda que em um ritmo bem menor

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 10 de agosto de 2015 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Agentes veem maior probabilidade de alta de juros nos Estados Unidos em setembro e bolsa

Leia mais

Panorama Econômico Abril de 2014

Panorama Econômico Abril de 2014 1 Panorama Econômico Abril de 2014 Alerta Esta publicação faz referência a análises/avaliações de profissionais da equipe de economistas do Banco do Brasil, não refletindo necessariamente o posicionamento

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV CENÁRIO ECONÔMICO EM JULHO São Paulo, 05 de agosto de 2011. O desordenado cenário externo seguiu impondo fortes perdas aos mercados de ações em todo o mundo durante o mês de julho. As bolsas de valores

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Em Compasso de Espera

Em Compasso de Espera Carta do Gestor Em Compasso de Espera Caros Investidores, O mês de setembro será repleto de eventos nos quais importantes decisões políticas e econômicas serão tomadas. Depois de muitos discursos que demonstram

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV CENÁRIO ECONÔMICO EM OUTUBRO São Paulo, 04 de novembro de 2010. O mês de outubro foi marcado pela continuidade do processo de lenta recuperação das economias maduras, porém com bons resultados no setor

Leia mais

Relatório Mensal Agosto/2015

Relatório Mensal Agosto/2015 1. Cenário Econômico Relatório Mensal GLOBAL: A ata da reunião de julho do FOMC (Federal Open Market Committee) trouxe um tom mais conciliador. Embora a avaliação em relação à atividade econômica tenha

Leia mais

A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando

A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando INFORMATIVO n.º 42 NOVEMBRO de 2015 A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando Fabiana D Atri - Economista Coordenadora do Departamento de Pesquisas e

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 14 de setembro de 2015 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Expectativa de alta de juros nos EUA continua trazendo volatilidade para os mercados;

Leia mais

Relatório Mensal. 2015 Março. Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS

Relatório Mensal. 2015 Março. Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Relatório Mensal 2015 Março Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Composição da Carteira Ativos Mobiliários, Imobiliários e Recebíveis

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 9 de março de 2015 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Dados positivos nos Estados Unidos aproximam aumento de juros; DXY tem forte alta na semana;

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JANEIRO DE 2015 1

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JANEIRO DE 2015 1 No quarto trimestre de 2014, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de 0,79%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 2,76% e o mercado de bolsa mostrou queda

Leia mais

Relatório Mensal - Fevereiro de 2015

Relatório Mensal - Fevereiro de 2015 Relatório Mensal - Relatório Mensal Carta do Gestor O Ibovespa encerrou o mês de fevereiro com alta de 9,97%, recuperando as perdas do início do ano. Mesmo com o cenário macroeconômico bastante nebuloso

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Carta Mensal Abr/Mai de 2013 nº 175

Carta Mensal Abr/Mai de 2013 nº 175 Carta Mensal Abr/Mai de 2013 nº 175 Destaques do mês - Preocupado com a inflação, mas também com as incertezas do cenário internacional, Copom inicia ciclo de aperto monetário com elevação de apenas 0,25%

Leia mais

Relatório Mensal. Janeiro de 2015. Cenário Internacional:

Relatório Mensal. Janeiro de 2015. Cenário Internacional: Relatório Mensal Janeiro de 2015 Cenário Internacional: EUA O diagnóstico dos membros do Federal Open Market Comittee (Fomc) sobre a atividade econômica é positivo: os EUA estão crescendo mais que a previsão,

Leia mais

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JULHO DE 2014 1

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JULHO DE 2014 1 No segundo trimestre de 2014, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de 1,41%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 2,51% e o mercado de bolsa valorizou-se

Leia mais

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE OUTUBRO DE 2014 1

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE OUTUBRO DE 2014 1 No terceiro trimestre de 2014, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de -0,07%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 2,72% e o mercado de bolsa valorizou-se

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Março de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Março de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Março de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Fed e Curva de Juros...Pág.3 Europa: Melhora dos Indicadores...Pág.4

Leia mais

Carta Mensal Mauá Sekular

Carta Mensal Mauá Sekular Mauá Participações I e II www.mauasekular.com.br contato@mauasekular.com.br Carta Mensal Mauá Sekular Fundos Macro Maio 2015 Sumário (I) (II) (III) Cenário Internacional Cenário Doméstico Principais Estratégias

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014 Data: 29/04/2014 Participantes Efetivos: Edna Raquel Rodrigues Santos Hogemann Presidente, Valcinea Correia da Silva Assessora Especial,

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 23 de fevereiro de 2015 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaques da Semana Economia internacional: Ata do FED vem com tom mais dovish; DXY e Commodities tem movimento lateral durante a

Leia mais

Boletim RPPS. Resenha Macroeconômica Comentários do Gestor Entenda o Mercado Fique de Olho Portfólio de Fundos

Boletim RPPS. Resenha Macroeconômica Comentários do Gestor Entenda o Mercado Fique de Olho Portfólio de Fundos 1 Boletim RPPS Resenha Macroeconômica Comentários do Gestor Entenda o Mercado Fique de Olho Portfólio de Fundos Gerência Nacional de Investidores Corporativos (11) 3555-6350 geico@caixa.gov.br Resenha

Leia mais

EconoWeek Relatório Semanal. EconoWeek 18/05/2015

EconoWeek Relatório Semanal. EconoWeek 18/05/2015 18/05/2015 EconoWeek DESTAQUE INTERNACIONAL Semana bastante volátil de mercado, com uma agenda mais restrita em termos de indicadores macroeconômicos. Entre os principais destaques, os resultados de Produto

Leia mais

Baixa do dólar e recuo das Treasuries corroboram para fechamento dos juros futuros; Fatores domésticos levam a depreciação do dólar frente ao real;

Baixa do dólar e recuo das Treasuries corroboram para fechamento dos juros futuros; Fatores domésticos levam a depreciação do dólar frente ao real; 20-jan-2014 Baixa do dólar e recuo das Treasuries corroboram para fechamento dos juros futuros; Fatores domésticos levam a depreciação do dólar frente ao real; Ibovespa recuou 1,04% na semana, seguindo

Leia mais

China: crise ou mudança permanente?

China: crise ou mudança permanente? INFORMATIVO n.º 36 AGOSTO de 2015 China: crise ou mudança permanente? Fabiana D Atri* Quatro grandes frustrações e incertezas com a China em pouco mais de um mês: forte correção da bolsa, depreciação do

Leia mais

Carta do gestor Setembro 2013

Carta do gestor Setembro 2013 Carta do gestor Setembro 2013 Em setembro, observamos significativa desvalorização do dólar e alta dos preços dos ativos de risco em geral. Por trás destes movimentos temos, principalmente, a percepção

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Julho de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Julho de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Julho de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Inflação e Salários...Pág.3 Europa: Grexit foi Evitado,

Leia mais

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013 Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013 Política e Economia Atividade Econômica: Os indicadores de atividade, de forma geral, apresentaram baixo desempenho em maio. A produção industrial

Leia mais

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional Ano 6 Edição: outubro/2014 nº 50 Informações referentes a setembro/2014 Cenários Cenário Internacional A economia norte-americana continua indicando crescimento sustentável. No entanto, nos últimos meses,

Leia mais

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest SUMÁRIO PANORAMA 3 ATUAL CONTEXTO NACIONAL 3 ATUAL CONTEXTO INTERNACIONAL 6 CENÁRIO 2015 7 CONTEXTO INTERNACIONAL 7 CONTEXTO BRASIL 8 PROJEÇÕES 9 CÂMBIO 10

Leia mais

Relatório Mensal - Setembro de 2013

Relatório Mensal - Setembro de 2013 Relatório Mensal - Relatório Mensal Carta do Gestor O Ibovespa emplacou o terceiro mês de alta consecutiva e fechou setembro com valorização de 4,65%. Apesar dos indicadores econômicos domésticos ainda

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

Relatório Econômico Mensal JANEIRO/13

Relatório Econômico Mensal JANEIRO/13 Relatório Econômico Mensal JANEIRO/13 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 5 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 9 Indicadores Financeiros Projeções Economia Global

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV CENÁRIO ECONÔMICO EM FEVEREIRO São Paulo, 04 de março de 2011. O mês de fevereiro foi positivo para os mercados de ações. Entretanto, o período foi marcado pelo aumento das tensões geopolíticas, com diversos

Leia mais

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

Relatório Semanal de Estratégia de Investimento 17 de dezembro de 2012 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaque da Semana A recuperação da economia norte-americana nos mantém relativamente otimistas para 2013, ainda que a questão do

Leia mais

Carta de Gestão Agosto 2009

Carta de Gestão Agosto 2009 Carta de Gestão Agosto 2009 O mês de agosto foi marcado pela continuidade no processo de recuperação da economia global, com indicadores econômicos surpreendendo positivamente as expectativas dos agentes.

Leia mais

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE OUTUBRO DE 2015 1

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE OUTUBRO DE 2015 1 No terceiro trimestre de 2015, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de -2,75%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 3,43% e o mercado de bolsa apresentou

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

RENDA FIXA TESOURO DIRETO 09/10/2012

RENDA FIXA TESOURO DIRETO 09/10/2012 DESTAQUES DO RELATÓRIO: Carteira Recomendada A nossa carteira para este mês de Outubro continua estruturada considerando a expectativa de aumento da taxa de juros a partir do próximo ano. Acreditamos que

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Junho de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Junho de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Junho de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Reunião do FOMC...Pág.3 Europa: Grécia...Pág.4 China: Condições

Leia mais

RB CAPITAL ANHANGUERA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII. CNPJ nº 13.568.181/0001-07 (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.

RB CAPITAL ANHANGUERA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII. CNPJ nº 13.568.181/0001-07 (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing. RB CAPITAL ANHANGUERA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII CNPJ nº 13.568.181/0001-07 (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.) 1 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Seção I Objeto do Fundo 2 Seção I

Leia mais

Extrato de Fundos de Investimento

Extrato de Fundos de Investimento Extrato de Fundos de Investimento São Paulo, 02 de Janeiro de 2015 Prezado(a) Período de Movimentação FUNDO DE PENSAO MULTIPATR OAB 01/12/2014 a 31/12/2014 Panorama Mensal Dezembro 2014 A volatilidade

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV São Paulo, 06 de abril de 2011. CENÁRIO ECONÔMICO EM MARÇO O otimismo relativo à continuidade do processo de recuperação econômica perdeu um pouco do ímpeto no mês de março após os eventos catastróficos

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA RS RELATÓRIO BIMESTRAL 01/2015 JANEIRO E FEVEREIRO DE 2015

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA RS RELATÓRIO BIMESTRAL 01/2015 JANEIRO E FEVEREIRO DE 2015 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA RS RELATÓRIO BIMESTRAL 01/2015 JANEIRO E FEVEREIRO DE 2015 Como Presidente e Gestora do Instituto de Previdência

Leia mais

Relatório Econômico Mensal JULHO/13

Relatório Econômico Mensal JULHO/13 Relatório Econômico Mensal JULHO/13 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 5 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 9 Indicadores Financeiros BOLSA DE VALORES AMÉRICAS mês

Leia mais

PANORAMA INTERNACIONAL. Embora inibida pelos efeitos do câmbio valorizado, atividade segue forte

PANORAMA INTERNACIONAL. Embora inibida pelos efeitos do câmbio valorizado, atividade segue forte PANORAMA INTERNACIONAL EUA Grande revisão do PIB Performance do 2º trimestre (1,3%), pior do que esperada (1,8%)...e forte revisão do passado Recessão de 2008/2009 foi mais forte Mais modesta formação

Leia mais

Economia e mercados. Abril 2012

Economia e mercados. Abril 2012 Economia e mercados Abril 2012 Economia e mercados 1. Como o economista é visto; 2. O papel do economista; 3. O que projetar e como projetar: onde investir hoje? [CONFIDENCIAL] 2 A imagem do economista

Leia mais

AGOSTO/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO AGOSTO/2015

AGOSTO/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO AGOSTO/2015 RELATÓRIO ECONÔMICO ÍNDICE Indicadores Financeiros Pág. 3 Projeções Pág. 4-5 Cenário Externo Pág. 6 Cenário Doméstico Pág. 7 Renda Fixa e Renda Variável Pág. 8 INDICADORES FINANCEIROS BOLSA DE VALORES

Leia mais

Cenários. Plano Milênio. Ano II SETEMBRO/2012 Nº 26

Cenários. Plano Milênio. Ano II SETEMBRO/2012 Nº 26 Ano II SETEMBRO/2012 Nº 26 Cenários Cenário Internacional A fraca recuperação da atividade econômica americana impulsionou o FOMC a anunciar, no mês de setembro, um novo programa de flexibilização monetária

Leia mais

PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013

PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013 PANORAMA EUA VOL. 3, Nº 5, JUNHO DE 2013 PANORAMA EUA OBSERVATÓRIO POLÍTICO DOS ESTADOS UNIDOS INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA ESTUDOS SOBRE OS ESTADOS UNIDOS INCT-INEU ISSN 2317-7977 VOL.

Leia mais

Relatório Mensal Dezembro de 2015

Relatório Mensal Dezembro de 2015 Relatório Mensal Relatório Mensal Carta do Gestor O Ibovespa teve um desfecho melancólico no ultimo mês de 2015, fechando com queda de 3,92% e acumulando uma retração de 13,31% no ano. O cenário econômico

Leia mais

Relatório Econômico Mensal ABRIL/14

Relatório Econômico Mensal ABRIL/14 Relatório Econômico Mensal ABRIL/14 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 5 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 9 Indicadores Financeiros BOLSA DE VALORES AMÉRICAS mês

Leia mais

Panorama Econômico. Principais Fatos da Semana. 04 de Maio de 2015. Sumário. Acompanhamento De 27 de Abril a 01 de Maio

Panorama Econômico. Principais Fatos da Semana. 04 de Maio de 2015. Sumário. Acompanhamento De 27 de Abril a 01 de Maio Panorama Econômico 04 de Maio de 2015 Sumário Principais Fatos da Semana 1 Economia EUA 2 Economia Brasileira 3 Índices de Mercado 5 Calendário Semanal 5 Acompanhamento Principais Fatos da Semana Nos Estados

Leia mais

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional Ano 7 Edição: março/2015 nº 55 Informações referentes a fevereiro/2015 Cenários Cenário Internacional O mês de fevereiro trouxe menos volatilidade para os mercados financeiros quando comparado ao mês anterior.

Leia mais

Relatório Econômico Mensal DEZEMBRO/14

Relatório Econômico Mensal DEZEMBRO/14 Relatório Econômico Mensal DEZEMBRO/14 Índice INDICADORES FINANCEIROS 3 PROJEÇÕES 4 CENÁRIO EXTERNO 6 CENÁRIO DOMÉSTICO 7 RENDA FIXA 8 RENDA VARIÁVEL 8 Indicadores Financeiros BOLSA DE VALORES AMÉRICAS

Leia mais

Cenário Macroeconômico

Cenário Macroeconômico INSTABILIDADE POLÍTICA E PIORA ECONÔMICA 24 de Março de 2015 Nas últimas semanas, a instabilidade política passou a impactar mais fortemente o risco soberano brasileiro e o Real teve forte desvalorização.

Leia mais

Perspectiva Mensal. Brasil: desafios para 2015 ficam ainda maiores

Perspectiva Mensal. Brasil: desafios para 2015 ficam ainda maiores Perspectiva Mensal Ano 2015 Fevereiro 20/02/15 Brasil Brasil: desafios para 2015 ficam ainda maiores As primeiras semanas do ano trouxeram más notícias, mostrando que os desafios domésticos em 2015 serão

Leia mais

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional Ano 6 Edição: dezembro/2014 nº 52 Informações referentes a novembro/2014 Cenários Cenário Internacional Nos Estados Unidos, os dados seguem positivos, mostrando solidez e consistência na recuperação econômica,

Leia mais

Relatório Mensal - Junho de 2013

Relatório Mensal - Junho de 2013 Relatório Mensal - Relatório Mensal Carta do Gestor Junho foi mais um mês bastante negativo para o Ibovespa. O índice fechou em queda pelo sexto mês consecutivo impactado pela forte saída de capital estrangeiro

Leia mais

Carta Mensal Fev/Mar de 2013 nº 173

Carta Mensal Fev/Mar de 2013 nº 173 Carta Mensal Fev/Mar de 2013 nº 173 Destaques do mês - Copom sinaliza alta de juros, mas não se compromete com ação já na próxima reunião, em meados de abril; - Atividade econômica mostra sinais de recuperação

Leia mais

INFORMATIVO FUNDOS GALT FIA - FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES GERAL DIVIDENDO - FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES. Química 12% Papel e Celulose 8%

INFORMATIVO FUNDOS GALT FIA - FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES GERAL DIVIDENDO - FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES. Química 12% Papel e Celulose 8% Outubro de 2015 INFORMATIVO FUNDOS GALT FIA - FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES O Geral Asset Long Term - GALT FIA é um fundo de investimento que investe em ações, selecionadas pela metodologia de análise

Leia mais

Portfólio Dinâmico Julho 2013

Portfólio Dinâmico Julho 2013 Portfólio Dinâmico Julho 2013 : : O ÚLTIMO MÊS O desempenho dos ativos em Julho e no acumulado de 12 meses está descrito nas figuras abaixo: ntnb 1,51 ntnb 0,6 pré 1,34 pré 5,4 ações 1,49 ações 6,0 dolar

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 20 de março de 2015

INFORME ECONÔMICO 20 de março de 2015 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS FED reduz projeções de crescimento e inflação nesse ano, e mostra cautela em relação ao início do aperto monetário nos EUA. No Brasil, inflação se mantém pressionada. O Comitê

Leia mais

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA HENRIQUE MARINHO MAIO DE 2013 Economia Internacional Atividade Econômica A divulgação dos resultados do crescimento econômico dos

Leia mais

Carteira Recomendada RENDA FIXA segunda-feira, 1 de junho de 2015

Carteira Recomendada RENDA FIXA segunda-feira, 1 de junho de 2015 1. Alocação recomendada para Junho de 2015 Classe de Ativo Carteira Conservadora* Carteira Moderada* Carteira Agressiva* Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo Curto Prazo Longo Prazo Pós-Fixado

Leia mais

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional Ano 7 Edição: setembro/2015 nº 61 Informações referentes a agosto/2015 Cenários Cenário Internacional Em agosto, não tivemos grandes alterações na situação econômica da Europa. A novidade fica por conta

Leia mais

ECONOMIA INTERNACIONAL

ECONOMIA INTERNACIONAL No mês de fevereiro foram divulgadas as estatísticas das principais economias mundiais. Cabe ressaltar ainda, o efeito negativo da crise na Ucrânia nos mercados internacionais, uma vez que o grau de tensão

Leia mais

Relatório do Administrador Anual Fundo de Investimento Imobiliário Polo Shopping Indaiatuba (CNPJ no. 14.721.889/0001-00)

Relatório do Administrador Anual Fundo de Investimento Imobiliário Polo Shopping Indaiatuba (CNPJ no. 14.721.889/0001-00) Relatório do Administrador Anual Fundo de Investimento Imobiliário Polo Shopping Indaiatuba (CNPJ no. 14.721.889/0001-00) Ref.: Exercício de 2013 Em conformidade com o Artigo n. 39 da Instrução CVM n.

Leia mais

São Paulo (SP), 14 de agosto de 2015.

São Paulo (SP), 14 de agosto de 2015. São Paulo (SP), 14 de agosto de 2015. Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil, na abertura do X Seminário Anual sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária.

Leia mais

Choques Desequilibram a Economia Global

Choques Desequilibram a Economia Global Choques Desequilibram a Economia Global Uma série de choques reduziu o ritmo da recuperação econômica global em 2011. As economias emergentes como um todo se saíram bem melhor do que as economias avançadas,

Leia mais

Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Joaçaba - SC

Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Joaçaba - SC A Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Joaçaba - SC Relatório da Carteira de Investimentos ABRIL Os recursos do IMPRES são aplicados respeitando os princípios de segurança,

Leia mais

Relatório Econômico Mensal. Abril - 2012

Relatório Econômico Mensal. Abril - 2012 Relatório Econômico Mensal Abril - 2012 Índice Indicadores Financeiros...3 Projeções...4 Cenário Externo...5 Cenário Doméstico...7 Renda Fixa...8 Renda Variável...9 Indicadores - Março 2012 Eduardo Castro

Leia mais

Propel Axis FIM Crédito Privado

Propel Axis FIM Crédito Privado Melhora expressiva na economia dos EUA; Brasil: inflação no teto da meta, atividade econômica e situação fiscal mais frágil; A principal posição do portfólio continua sendo a exposição ao dólar. 1. Cenário

Leia mais

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais

Leia mais

Report Mensal Outubro 2009

Report Mensal Outubro 2009 São Paulo, 18 de novembro de 2009. Prezado Investidor, Assim como mencionamos nas últimas cartas, em outubro tivemos mais evidências corroborando nosso cenário de que os estímulos fiscais e monetários

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Carta ao Cotista Dezembro 2015. Ambiente Macroeconômico. Internacional

Carta ao Cotista Dezembro 2015. Ambiente Macroeconômico. Internacional Carta ao Cotista Dezembro 2015 Ambiente Macroeconômico Internacional O Federal Reserve elevou a taxa de juros em 25bps, subindo os juros no intervalo de 0,25% a 0,50%. Mais importante foi a sinalização

Leia mais

AS CONTAS EXTERNAS DO BRASIL ESTÃO SE DETERIORANDO?

AS CONTAS EXTERNAS DO BRASIL ESTÃO SE DETERIORANDO? AS CONTAS EXTERNAS DO BRASIL ESTÃO SE DETERIORANDO? Josué Pellegrini 1 As contas externas de um país estão retratadas no seu balanço de pagamentos, registros das transações econômicas entre residentes

Leia mais

Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio

Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio MB ASSOCIADOS Perspectivas para o Agribusiness em 2011 e 2012 Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio 26 de Maio de 2011 1 1. Cenário Internacional 2. Cenário Doméstico 3. Impactos no Agronegócio 2 Crescimento

Leia mais

Renda Fixa: 88%[(78% [CDI+0,5%]+17% IMAB + 5%IMAB5)+12%(103%CDI)] Renda Variável Ativa = 100%(IBrx+6%) Inv. estruturados = IFM Inv. no exterior = BDRX

Renda Fixa: 88%[(78% [CDI+0,5%]+17% IMAB + 5%IMAB5)+12%(103%CDI)] Renda Variável Ativa = 100%(IBrx+6%) Inv. estruturados = IFM Inv. no exterior = BDRX Objetivo Os investimentos dos Planos Básico e Suplementar, modalidade contribuição definida, tem por objetivo proporcionar rentabilidade no longo prazo através das oportunidades oferecidas pelos mercados

Leia mais

Carta Mensal Iporanga Março de 2015

Carta Mensal Iporanga Março de 2015 O mês de Março foi marcado pela alta volatilidade em diferentes classes de ativos, grande parte desses movimentos é explicada pelos anúncios sobre a política monetária dos diversos bancos centrais, que

Leia mais

Extrato de Fundos de Investimento

Extrato de Fundos de Investimento São Paulo, 04 de Maio de 2015 Prezado(a) FUNDO DE PENSAO MULTIPATR OAB 01/04/2015 a 30/04/2015 Panorama Mensal Abril 2015 No cenário internacional, o mês de abril foi marcado por surpresas negativas em

Leia mais

Renda Fixa: 88%[(78% [CDI+0,5%]+17% IMAB + 5%IMAB5)+12%(103%CDI)] Renda Variável Ativa = 100%(IBrx+6%) Inv. estruturados = IFM Inv. no exterior = BDRX

Renda Fixa: 88%[(78% [CDI+0,5%]+17% IMAB + 5%IMAB5)+12%(103%CDI)] Renda Variável Ativa = 100%(IBrx+6%) Inv. estruturados = IFM Inv. no exterior = BDRX Objetivo Os investimentos dos Planos Básico e Suplementar, modalidade contribuição definida, tem por objetivo proporcionar rentabilidade no longo prazo através das oportunidades oferecidas pelos mercados

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais