MEMÓRIA: 15ª. Reunião do Comitê de Comércio Exterior

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1 Assunto: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: 15ª. Reunião do Comitê de Comércio Exterior 15ª. Reunião do Comitê Temático de Comércio Exterior Data / Horário / Local: 13/06/ h00 às 15h00 Sala de Reuniões da CNC 18º. Andar Condução: Sérgio Nunes Diretor do DEPME/MDIC André Marcos Favero Coordenador de Governo Valdemar Thomsen Coordenador da Iniciativa Privada do Comitê de Comércio Exterior Considerações: 1) O Sr. Sérgio Nunes, diretor do DEPME/MDIC, fez a abertura da reunião dando boas-vindas e apresentou os informes sobre a reunião do Grupo de Assessoramento Técnico (GAT), atribuições dos coordenadores, consultores e informou que está sendo desenvolvido um material para orientação sobre a participação dos representantes das entidades nas reuniões ordinárias do Fórum Permanente, com vistas a potencializar as contribuições dessas entidades. Abordou sobre o Seminário Internacional sobre a Política Nacional de Empreendedorismo que será realizado no dia 26/06 às 14h no auditório da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Convidou todos os presentes que se apresentassem. Em seguida apresentou o Sr. André Favero, diretor do Departamento de Normas e Competitividade (DENOC) da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX/MDIC) como novo coordenador de governo do comitê de comércio exterior. 2) O Sr. André Favero agradeceu a oportunidade e expressou a satisfação em contribuir com as atividades do Fórum Permanente. Em seguida ressaltou a importância do tema comércio exterior na realidade das empresas brasileiras como diferencial competitivo e também como estratégia de sobrevivência frente aos concorrentes estrangeiros que já atuam no mercado doméstico, com destaque para a concorrência chinesa. Esclareceu que o Plano Brasil Maior (PBM) é um dos instrumentos do governo brasileiro para medidas de políticas públicas, inclusive de comércio exterior. Reiterou que o Fórum Permanente é o ambiente para apresentação das dificuldades das micro e pequenas empresas, sejam elas em forma de proposta (que seria o recomendado) ou mesmo apenas como demanda. O desafio do comitê será transformar as dificuldades apresentadas em políticas públicas. Expressou sua disposição em contribuir com a coordenação entre os comitês temáticos de maneira que os trabalhos possam ser articulados e, assim, proporcionar melhorias no ambiente de negócio das empresas brasileiras. Abordou também sobre o desafio histórico de aumentar o número de micro, pequenas e médias empresas brasileiras exportadoras e considerou o fórum como ferramenta importante para busca desse objetivo. Demonstrou satisfação em assumir a coordenação do comitê de comércio exterior, principalmente porque reconhece a importância e relevância do Fórum

2 Permanente como instrumento para contribuir com a mudança da realidade da micro e pequena empresa brasileira. Colocou-se à disposição para receber todos os presentes no MDIC e também por contato por e- mail e telefone. Agradeceu ao Sr. Sérgio Nunes pelo convite e parabenizou o Sr. Maurício do Val pelo trabalho realizado na gestão anterior. 3) A Sra. Camilla Cunha, consultora do comitê de comércio exterior, apresentou os encaminhamentos das ações do atual plano de trabalho. Sobre a primeira ação que trata da ampliação do alcance do Drawback para as empresas que exportam por meio de DSE explicou que a mesma está em estágio avançado de negociação entre a SECEX e Receita Federal do Brasil (RFB), já foi enviada nota técnica à RFB e o comitê continuará monitorando essa ação. Na segunda ação que trata da ampliação da divulgação da ferramenta PROEX (Programa de Crédito às Exportações) informou que está bem encaminhada e seu produto final é a Cartilha PROEX, cujo lançamento será na reunião plenária do Fórum Permanente no dia 12/07. Esclareceu que nesta ocasião também será divulgada a operacionalização da flexibilização das garantias do PROEX, tema discutido na 14ª reunião ordinária deste comitê. Sobre a terceira ação 3 que trata da Exportação Simplificada via Marítima informou que é liderada pela RFB, passou a ser chamada de Simples Aduaneiro e o prazo para implementação é até o final de O comitê está monitorando essa ação. 4) O Sr. Valdemar Thomsen, coordenador da iniciativa privada do comitê de comércio exterior, esclareceu que o Simples Aduaneiro contempla a logística marítima, rodoviária e aérea e neste novo formato ficará englobado o Exporta Fácil, Brasil Web Trade Rodoviário e o marítimo. 5) Sobre a quarta ação que trata da extensão do benefício do aumento do limite de enquadramento no SIMPLES às empresas exportadoras de serviços o Sr. Mauricio do Val, diretor da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS), informou que o assunto já está sendo tratado com o Secretário Executivo do Simples Nacional e com o Secretário da Receita Federal do Brasil. O retorno de ambos foi positivo e há consenso que se estabeleça o ajuste, sobretudo em razão da implantação do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (SISCOSERV). Com isso a SCS aguarda o momento mais favorável para propor alteração na Lei Complementar. Informou ainda que no dia 28/06 terá uma reunião com o secretário da Receita e este assunto está pautado. 6) O Sr. Augusto Carvalho, representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), perguntou se fazendo uma diferenciação tarifária mais extensiva na exportação não causaria algum problema para o Brasil. O Sr. Maurício do Val explicou que a ideia desta ação nada mais é que estabelecer uma equidade de tratamento entre bens (mercadorias) e serviços e que por um vício na elaboração da proposta de lei o aspecto do serviço não foi observado. O Sr. Rodrigo Cota, coordenador geral de competitividade exportadora do DENOC/MDIC, explicou que todos os países do mundo estão autorizados dentro dos acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC) retirar das exportações os tributos indiretos. No caso das exportações do SIMPLES o tratamento tributário é menos benéfico que o tratamento geral, uma vez que neste as exportações são isentas de IPI, ICMS, PIS, COFINS, sendo que elas não pagam sobre o faturamento e ainda tem direito ao crédito. No caso do SIMPLES as empresas não pagam o percentual sobre o faturamento, mas não tem direito ao crédito. As empresas optam por ficar no SIMPLES porque elas majoritariamente atuam no mercado interno e aproveitam as vantagens desse regime. Sendo assim, não teria risco de ser acusado de subsídio junto a OMC e mesmo que isso ocorresse teriam argumentos para a defesa. 7) Sobre a quinta ação que trata da ampliação das Zonas de Processamento das Exportações (ZPEs) para serviços, o Sr. Rodrigo Cota explicou que está ocorrendo uma revisão do marco legal das ZPEs tanto de bens como a possibilidade de inclusão dos serviços, já existem dois projetos de lei tramitando no congresso sobre ZPEs de serviços e a própria Secretaria Executiva do Conselho das Zonas de Processamento das Exportações (CZPE) tem uma proposta de reforma legal que será submetida ao conselho da CZPE e está prevista a questão dos serviços. Informou que o tema também está incluído no PBM e será objeto de um comitê específico coordenado pela Secretaria Executiva da CZPE e SCS. A

3 proposta é que o comitê acompanhe essas iniciativas e também está aberto a receber novas propostas para a continuidade da condução deste pleito. 8) O Sr. Valdemar Thomsen explicou sobre a sexta ação que trata da Alteração da Instrução Normativa 650/2006 na Habilitação Simplificada, cuja proposta é aumentar o limite de trezentos mil dólares semestrais para R$ ,00 ao ano em conformidade a lei complementar 139/2011 que se estabeleceu esse limite para operação em exportação às empresas optantes do Simples Nacional. Isso permitirá aumento das exportações das MPEs sem alterar a opção tributária das empresas e permanecer na habilidade simplificada. O Sr. Rodrigo Cota explicou que esse pleito ainda não chegou a Receita Federal, mas ainda no mês junho será enviada uma nota técnica da SECEX fazendo uma análise da proposta e defendendo sua implementação, o que naturalmente não garante que o pleito será prontamente atendido pela Receita, considerando que a receita tem seus procedimentos e prazos. 9) O Sr. José Alfredo da Luz, representante do SEBRAE São Paulo, explicou que a Receita Federal tem que cumprir a Lei e esta diz que as microempresas podem exportar até R$ ,00, sendo assim não tem sentido o radar ordinário ficar em trezentos mil por semestre. 10) A Sra. Ruth, representante da Suframa Manaus, parabenizou o trabalho realizado na gestão anterior, especificamente pelo Sr. Sérgio Nunes, Sr. Maurício do Val e Sr. Valdemar Thomsen e manifestou satisfação ao saber que Sr. André Favero dará continuidade ao trabalho e desejou sucesso a nova gestão. 11) O Sr. Luciano Michelan, representante da Secretaria do Fórum Regional de Santa Catarina, sugeriu que na quinta ação que trata da ZPE de serviços fosse observada a questão física/geográfica, de maneira que as empresas localizadas em regiões diferentes pudessem ser beneficiadas com o tratamento diferenciado da ZPE. O Sr. Maurício do Val explicou que nesta proposta de revisão legal estão sendo feitas pesquisas em vários países com zonas especiais em serviços e se observa características distintas sobre o aspecto de definição territorial, em que alguns há essa delimitação territorial dentro de uma estrutura de recinto alfandegário, até porque coabitam empresas industriais e há lugares que não existe essa delimitação, como é o caso do Uruguai. 12) O Sr. Márcio Monteiro, representante da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Sergipe, abordou sobre a dificuldade de obtenção de informações sobre retenção de cargas e barreiras. Sugeriu a criação de um canal direto para consulta, ou seja, um serviço semelhante ao plantão fiscal de maneira que as empresas pudessem tirar dúvidas sobre essas questões. Sobre esse assunto, o Sr. André Favero explicou que o INMETRO é o ponto focal para barreiras técnicas, cujo site possibilita esta consulta. Além disso, informou que o MDIC também fornece essas informações por meio dos seus departamentos como o DEINT ou pode buscá-las com órgãos afins. Explicou ainda que as empresas buscam o INMETRO para criação de regulamentos técnicos para blindar o mercado brasileiro, mas acontece que os produtores internacionais acabam adaptando mais rapidamente que os produtores nacionais. 13) O Sr. Augusto Carvalho perguntou o que o Uruguai produz ou presta de serviço para o Brasil que da uma diferença de 400 milhões de dólares. Sobre esse assunto, o Sr. Maurício do Val respondeu que são serviços financeiros e Business Process Outsourcing (BPO), em que as empresas se estabelecem no país por vantagens tributárias e executam serviços lá para clientes daqui. 14) O Sr. Paulo Márcio, representante da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, sugeriu que integrantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária fizessem parte do Fórum, considerando que existem demandas das empresas na solicitação de registros e habilitação para exportar. 15) A Sra. Camilla Cunha questionou se haveria alguma consideração sobre a memória da 14ª reunião ordinária do comitê de comércio exterior e, não houve nenhuma consideração, e a mesma foi considerada aprovada. 16) Em seguida a Sra. Camilla Cunha passou para o debate sobre a agenda estratégica e ações que

4 permanecerão no plano de trabalho do comitê. Esclareceu que este foi um primeiro encaminhamento, mas que este é o momento oportuno para rever, alterar e validar a proposta. Além disso, explicou que pelo curto tempo da reunião, seriam discussões preliminares e o material será enviado a todos os presentes para análise e envio de contribuições, ou seja, o objetivo é desenvolver um trabalho coletivo de maneira que todas as entidades possam expressar as demandas das empresas que representam. O primeiro eixo trata da cultura exportadora cujas ações em sua maioria tratam de capacitação e divulgação das medidas que vem sendo utilizadas para difusão da cultura exportadora. Com isso, o comitê julgou que elas deveriam ser tratadas pelo comitê de rede de disseminação, informação e capacitação. 17) O Sr. André Favero reiterou que o plano apresentado é apenas uma sugestão colocada para consulta e o comitê está aberto a receber contra-argumentações e novas sugestões. 18) O Sr. Rodrigo Cota explicou que no documento da Agenda Estratégica as ações estão divididas em seis eixos. Entretanto, muitas dessas ações estavam canceladas ou concluídas, daí se percebeu que não seria necessário manter todos os eixos e sim distribuir as ações em novos quatros eixos. Explicou que algumas ações propostas já são desenvolvidas pelo MDIC, Banco do Brasil, SEBRAE e outros. 19) Sobre o eixo cultura exportadora, o Sr. Maurício do Val explicou que no momento de concepção da Agenda Estratégica observou-se que existam muitas ações de capacitação, mas elas estavam desconexas. Destacou a modalidade Educação a Distância (EAD), como alternativa para minimizar os custos na capacitação. Ressaltou o papel do comitê de rede de disseminação, informação e capacitação, mas considerou importante levar em conta o conhecimento técnico para decidir onde fica cada ação, pois isso levaria a um desperdício de energia menor. Sendo assim, cada coordenador se envolveria nos assuntos do seu comitê, caso contrário eles teriam que participar de todos os comitês. Exemplificou dizendo que assuntos como PROEX e Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC) foram tratados no comitê de comércio exterior e não no comitê de financiamentos porque naquele comitê tinham especialistas no tema. 20) O Sr. Sérgio Nunes reforçou que o Fórum Permanente não se propõe a fazer treinamento e, por isso, está sendo desenvolvido um Plano Nacional de Capacitação com as grandes diretrizes que podem ser em modalidade presencial e a distância. 21) O Sr. Marcelo Lima, consultor do comitê de rede de disseminação, informação e capacitação, informou que o referido comitê está voltado para a capacitação em termos macro e não temático, o que ficaria a cargo de cada comitê. Sugeriu que cada comitê deve atuar dentro da sua área e não seria viável migrar as ações de capacitação o comitê de rede de disseminação, informação e capacitação. 22) O Sr. Rodrigo Cota explicou que o entendimento inicial era que havia consenso sobre o encaminhamento das ações, mas percebeu-se que isto não está pacificado. Com isso, julgou pertinente o argumento de manter o tema no comitê de comércio exterior, mas também necessário analisar o que já está sendo feito no Plano Nacional de Capacitação. 23) O Sr. Sérgio Nunes reiterou a importância das instituições presentes nas ações de capacitação, considerando que elas estão em contato direto com as empresas e entendem melhor a realidade. Compartilhou sua experiência na frente do programa de cultura exportadora, com a formação dos multiplicadores e esses como formadores das empresas, estratégia bem sucedida que formou muitos empresários no Brasil. 24) O Sr. Pedro Donato, representante da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), sugeriu não perder de vista o que já vem sendo implementado na área de capacitação no Brasil como Plano Nacional de Cultura Exportadora, Projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEX), 1ª Exportação, de maneira que essas ações sejam incorporadas e tenham sinergia. 25) O Sr. Ivan Barbosa, representante da Exportaminas, sugeriu uma aproximação com os estados que já eles possuem experiências bem sucedidas de maneira a proporcionar uma aceleração do desenvolvimento das ações da área de capacitação. Compartilhou que em Minas Gerais foram identificadas junto às principais

5 entidades quais as demandas de capacitação com vistas a potencializar as ofertas e não ter duplicidade na atuação. Informou ainda que em Minas Gerais percebeu-se que as empresas não iam até a capital Belo Horizonte para participar de capacitação e, com isso, mudou-se a estratégia, de maneira que as entidades de forma articulada vão para as regiões atender as demandas. 26) O Sr. Valdemar Thomsen informou que a área de capacitação já está sendo atendida pelo MDIC, governos de estado, SEBRAE e há várias opções de cursos de comércio exterior disponíveis na internet, que apesar de pagos, são alternativas para as empresas. Considerou que a cultura exportadora no Brasil não está melhor por falta de se empreender na exportação e não por falta de capacitação. 27) O Sr. André Favero enfatizou que as experiências e sugestões compartilhadas serão consideradas e está contente ao perceber as manifestações favoráveis, pois difícil seria convencer da necessidade. Reiterou que independente de onde ficará a ação, é importante destacar que é uma iniciativa do Fórum. O comitê de comércio exterior continuará sendo o formulador dos temas prioritários na capacitação e também será aproveitado o que já vem sendo executado, sem a necessidade de retrabalho. 28) A Sra. Camilla Cunha explicou sobre o eixo financiamento e ressaltou que algumas ações já estão sendo desenvolvidas pelo comitê no atual plano de trabalho como o PROEX. Sobre a revisão das linhas de crédito para MPE e fundo garantidor informou que estão sendo tratadas pelo comitê de financiamento e investimento. 29) O Sr. Rodrigo Cota continuou explicando que o eixo financiamento faz parte do trabalho que já vem sendo desenvolvido pela SECEX, com exceção da criação da linha Exim-bank que não está prevista. A sugestão foi manter todas as ações no comitê de comércio exterior. Informou que no eixo consciência associavista é importante discutir com mais profundidade, pois não está claro o que se pretende com as ações. Para o eixo políticas públicas e privadas, pelo escopo das ações apresentadas, a sugestão é que se transforme para divulgação de políticas públicas e privadas. Na ação chamada integração dos sistemas de inteligência comercial existentes, observa-se que existem muitas ferramentas disponíveis para acesso a informações de comércio exterior como o Radar Comercial e Alice Web, o que falta é divulgação, por isso a sugestão para alteração do nome. Para eixo carga tributária a sugestão foi alterar para desoneração da exportação e também dividir essas atribuições com o setor privado, tendo em vista que existem basicamente propostas relacionadas aos estados e municípios. 30) O Sr. Valdemar Thomsen informou que na próxima semana será realizado um evento em Vitória no Espírito Santo com a Frente Nacional dos Prefeitos, ocasião em que será proposta a questão da desoneração do ISS sobre serviços. 31) O Sr. Rodrigo Cota explicou que a sugestão para o comitê de comércio exterior é trabalhar com quatro eixos principais: financiamentos, desoneração, facilitação do comércio e divulgação de políticas públicas, onde poderiam ser enquadradas as ações de capacitação ou mesmo ser criado outro eixo para capacitação. 32) Assim, ficou acordado que a Sra. Camilla Cunha enviará a todos os presentes a relação de ações apresentadas para análise e envio de propostas. As sugestões recebidas serão tabuladas e apresentadas na próxima reunião ordinária para validação. 33) O Sr. Augusto Carvalho reiterou que com a definição dos eixos ficou claro que as ações são específicas da área de comércio exterior e devem ser tratadas neste comitê. Esclareceu que a zona de coincidência de objetivos acontece com todos os comitês e sempre vai ocorrer convergência de ações. Reiterou que o Fórum é um órgão de assessoramento do governo, mas as ações não executadas neste ambiente. 34) O Sr. Valdemar Thomsen esclareceu que as ações da Agenda Estratégica têm um horizonte temporal de 2 a 5 anos e isso deve ser levado em consideração no momento da análise. 35) O Sr. André Favero esclareceu que as ações da área de comércio exterior serão desenvolvidas neste comitê e estão abertos para buscar parcerias com outros comitês. Reconhece a importância da governança para

6 que não tenham esforços dobrados ou temas fiquem descobertos. Agradeceu antecipadamente a colaboração de todos na discussão e proposição de novas ações para o plano de trabalho do comitê de comércio exterior e se colocou à disposição para debater esses temas tanto presencialmente no MDIC, contato por e telefone. Para as próximas reuniões informou que o material vai ser encaminhado por antes para que todos tenham acesso à informação antes e a discussão fique mais madura. 36) A Sra. Silmara, integrante da Secretaria Técnica do Fórum, ressaltou a necessidade de preencher a ficha de avaliação, utilizada como instrumento de melhoria das atividades. Informou que a lista de presença é por comitê, ou seja, mesmo que tenham assinado pela manhã, há necessidade de assinar novamente. Explicou que a contagem de frequência é importante para as entidades e cada representante pode assinar representando apenas uma entidade. 37) O Sr. Sérgio Nunes agradeceu a presença de todos e encerrou a reunião. Memória elaborada por: Camilla Sara Gonçalves Cunha Consultora SEBRAE Nacional Pendências/Encaminhamentos: Responsável pela Sugestão Coordenadores Ação Responsável Prazo Encaminhar aos presentes a lista com as ações da Agenda Estratégica Consultora/ Secretaria Técnica Junho/2012 Coordenadores Agendar reunião com o Comitê de Rede, Disseminação, Informação e Capacitação para discutir o tema de capacitação Consultora Julho/2012

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