DOSIE CASA ABRIGO 1993/2008 GABINETE VEREADORA AMÉLIA NAOMI - PT

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1 DOSIE " CASA ABRIGO / 1993/2008 GABINETE VEREADORA AMÉLIA NAOMI - PT SubseCfatslia de Apolo /;.~ c~m~~r; S.ÃO JOSÉ DOS CAMPOS Especiais 9 petlemantrr 0 n Q) Recebido l!"('-j0._ horas. As ""~ c AntOnio Oscar Gul ar.as ~65Slo Secrotârio de CCrni~~O-C

2 RELATÓRIO ALBERGUE Dia: 15/10/07. Hora: 14:00 Local: Centro de Emergência e Calamidade Após ato realizado na Praça Afonso Pena no dia 10/10/07 - Dia Nac~o~al de luta contra à violência a Mulher e Coletiva para denunciar os requerimentos rejeitados pela Câmara de Vereadores as mulheres presentes neste ato montara';! uma comiss~o para fazer uma visita ao Centro de Emergência e Calamidade em funçao da dec~araçao dada pelo Secretario de Desenvolvimento Social Kiko Savaia afirmando ter em Sao José dos Campos uma rede de proteção às mulheres vitimas de violência incluindo abrigo. A visita contou com a vereadora Amélia Naomi Omura, Integrantes do Central de Movimentos Populares, Secretaria de Mulheres do PT, Promotoras Legais Populares, Lideranças Comunitárias e imprensa" Jornal Vale Paraibano". Ao chegar,no.centro de Emergência e Calamidade inicialmente fomos impedidos de entrar na entidade sob a alegação de que a visita não estava autorizada. Depois de longa espera em frente ao local, o funcionário voltou com a resposta de que não seria permitido a entrada. Ponderamos que não se poderia impedir a entrada do vereador em entidade publica, a entrada só foi permitida mediante a presença da Guarda Municipal e da Diretora de Desenvolvimento Social SI"" Quitéria - alegan,do "Queria acompanhar a visita". Há de se ressaltar que fiscalizar entidades públicas é função do vereador, Ponluamos as seguintes questões: 'Centro de Emergência e Calamidade, este local é destinado a pernoite de migrantes e no último caso moradores de rua; 'local misto recebendo homens e mulheres, o que já é um agravante para os casos de mulheres vitimas de violência que necessitam de um lugar seguro e acolhedor, neste caso as mulheres vítimas de violência que chegam neste local com seus filhos dividem o, mesmo dormitório.com pessoas com histórico de situações diversas; 'A ala masculina e feminina é dividida apenas por um pequeno corre,dor deixando mais uma vez essas mulheres e seus filhos em situação de vulnerabilidade; 'A informação obtida é de que nestes casos as mulheres ficam de um a três dias no local e retornam à sua casa para a companhia do agressor ou ganham passagens para mudarem de cidades ou estado onde têm familiares;. 'No banheiro não há privacidade para a higiene; 'Na parte onde se localiza o vaso sanitário não há ventilação;

3 *A entidade não. temos serviços de psicólogos, havendo apenas uma assistente social que faz o plantão; Denunciamos: Que todas as propostas tiradas e aprovadas na Audiê~cia Publica realizada no dia 26 de Setembro de 2007 na Câmara Municipal de São José dos Campos com a presença de mais de 900 pessoas e da própria Maria da Penha, símbolo da luta das mulheres co~tra a violência Doméstica e apresentados pela vereadora Amélia Naomi Omura na sessao de Câmara do dia 04 de Outubro de 2007 foram rejeitados em.bloco pelos vereadores da bancada governista; -Requerimento 8625-Sugerindo a capacitação do Governo do Estado de São Paulo a criação de Programas de Capacitação Permanente das Policias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros no tocante a Lei Maria da Penha - Requerimento Que a Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de Saúde garanta Assistência a Mulher em situação de Violência Doméstica. - Requerimento Que Indica a necessidade da Construção dapasa Abrigo. - Requerimento Sugerindo aos sindicatos Patronais e de Trabalhadores que se de Publicidade do Direito da Manutenção do vinculo trabalhista e afastamento do local de trabalho da Mulher em situação de Violência Doméstica e Familiar. - Requerimento Que a Prefeitura municipal de São José dos Campos que cadastre em seus Programas Assistenciais as Mulheres em Situação de Violência Domésticas e familiar. - Requerimento Sugerindo que a Prefeitura Municipal de São José dos Campos sobre a criação de programa se capacitação permanente da Guarda Municipal no tocante a Lei Maria da Penha. - Requerimento Solicitando um melhor atendimento no Conselho Tutelar e fórum da Vara Familiar. - Requerimento 8627 Relatando a intenção da SI" Dilva Batista da Silva e reformar sua casa pêra atender mulheres e filhos vitimas de violência. Iniciativas Populares: Somente no anade 2007 em 7 Conferências realizadas no municipio ou em Conferências regionais e estaduais foram colocadas e aprovadas propostas da CasÇl Abrigo para Mulheres Vitimas de Violência. 11 Conferência Regional de Polltica Publicas Para as Mulheres do Vale do Paralba e Litoral Norte - 02/06/07 11 Conferência estadual de Pollticas para as Mulheres - 13/06/07 V Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - 29/06/07 VI Conferência Municipal de Assistência Social -21/07/07 XI Conferência Municipal de Saúde - 04/08107 ' <::P F~O VI Conferência Regional dos Direitos da Criança e do Adolescente - 10/08/07. ~'?: <-<'1\ UJ F1.3 J> Cf) s. O_r- In

4 " VI Conferência Regional de Assistência Social-28/08/07. Abaixo assinado c;om mais de ,00 assinaturas pedindo a Casa Abrigo para Mulheres vítimas de Violência. Conclusão:, Que a mulher abrigada no Centro de Emergência e Calamidade mais uma vez vitimizada por não ter um suporte adequado; o Centro de Emergência e Calamidade não é Casa Abrigo Para as Mulheres Vitimas de Violência. Proposta: Que a Prefeitura Municipal de São José dos Campos implemente a Casa Abrigo Para Mulheres Vitimas de Violência como preconiza a Lei 1' A lei Maria da Penha. Assinam este relatório: Ciência: Delegacia de Defesa da Mulher Mulher - São José dos Campos Defensoria Publica I

5 .~PRESENTAÇÁO DO PACTO NACIONAL PELO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A f(!ulher. DIA:29/02/0S Hora :14:00 Local: Assembléia Legislativa de São Paulo-' Salão Teotônio Vilela..A DECISSÃO O DE CONSTRUIR UMA AGENDA QUE NÃO TRABALHASSE SOMENTE A QUESTÃO DA VIOLENCIA CONTRA AS MULHERES,MAS TRATASSE O DETERMINANTE DAS VIOLENCIAS CONTRA AS MULHERES E AS CONSEQUENCIAS DESTA VIOLENCIA CONSTRUIMOS ESTE PACTO DENTRO DE UM CONTEXTO DE TRABALHO DETERMINADO PELO PRESIDENTE LUIZ INACIO LULA DA SILVA. O PACTO ENVOLVE DIFERENTES MINISTERIOS NA SUA EXECUÇÃO É COORDENADO PELA SECRETARIA DE POLlTICAS PARAS AS MOLHRES E NA MONTAGEM OS RECURSOS DE CADA MINISTERIO FORAM ALOCADOS PARA AS AÇÕES QUE ESTÃO PREVISTAS DENTRO DO PACTO E SERÃO EXECUTADAS POR TODOS OS MINISTERIOS. I DEFINIU-SE 11 ESTADOS PRIORITARIOS POR ONDE INICIARIAMOS OS TRABALHOS SÃO PAUI>O É PRIORITARIO, ALIAS PRIORIDADE DAS PRIORIDADE S - SÃO PAULO E RIO E JANEIRO PELA COMPLEXIDADE DAS SUAS REGiÕES METROPOLITANAS, PELA COMPLEXIDADE DA VIOLÊNCIA. O PACTO INOVA E COM ISSO A GENTE DEIXA DE TRATAR DO PONTO DE VISTA DO GOVERNO FEDERAL A POLITICA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLENCIA. PASSAMOS A NÃO FINANCIAR PROJETOS PONTUAIS,PELO MENOS PRIORITARIAMENTE, PASSAMOS A FINANCIAR PROJETOS COM UMA LOGICA ESTADUAL, A IDEIA,E QUE OS ESTADOS VENHAM A ADERIR O PACTO E QUE POSSAMOS TRATAR COM UMA LOGICA.TRIPARTITE- UNIÃO ESTADO - MUNICIPIO. JÁ ADERIRAM AO PACTO: mo DE JANEIRO,PARTE DOS RECURSOS JÁ ESTÃO EM ANDAMENTO. ESPIRITO SANTO- BAHIA ESTA SENDO FORi\IATADO, VAI ASSINAR EM MARÇO, PERNAMBUCO O PROJETO ESTA EM ANDAMENTO- RIO GRANDE DO SUL TAMBÉM EM FASE FORMATAÇAO E EM SÃOO PAULO PELA SUA IMPORTANClA DO ESTADO A PRIMEIRA CONVERSA NO ESTADO EU QVIS FAZER PESSOALMENTE A IDEIA É QVE A GENTE TRABALHE O PLANEJAMENTO DAS AS AÇOES DE MANEIRA COMPARTILHADA DEPOIS O ESTADOS DESENVOLVE O PROJETO E SE HÁ A NECESSIDADE A SECRETARIA DE POLlTlCAS PARA AS MUHERES FORNECE ASSESSORIA PARA A MONTAGEM DO PROJETO, PORTANTO ESTE PROJETO NÃO TEM EDITAL, NÃO TEM CHAMADA PUBLICA E QUANDO ACABA DE FORMATAR O PROJETO A GENTE ASSINA E PROVIDENCIA OS RECURSOS PARA O PROJETO SER DESENVOVIDO. DESDE O INICIO DO MÊS EU VENHO TENDO CONTATO COM O GABINETE SO GOVERNADOR, GOSTARIA DE FAZENDO ESTA REUNIÃO DE POIS DE TER CONVERSADO COM O GOVERNADOR JOSÉ SERRA, MAIS ENFIM, NÃO HOUVE ESTA OPORTUNIDADE. DE MANHA TIVEMOS REUNI'AO EM GUARULHOS COM AS REPRESENTANTES DOS ORGANISMOS GOVERNAMENTAIS DE POLlTICAS PARAS MULHERES - TODOS OS MUNICIPIOS ESTAVAM PRESENTES -INCLUSIVE O MUNICIPIOE SÃO PAULO -COMO SÃO PAULO TEM UMA ESTRUTURA POLlTICO ADMINISTRATIVA BASTANTE COMPLEXA, A I'OPULAÇÃO É MUITO GRANDE; 'ENTENDEMOS QUE SERA MELHOR TRABALHAR REGIONALMENTE - E AS ESTRATEGIAS QUE NOS PENSAMOS FOI DE TERMOS PROJETOS REGIONAIS ENGLOBANDO VALUAS PREFEITURAS - ESTES PROJETOS SÃO CONSTRUIDOS AO MESMO TEMPO E A:RTlCVLADOS COM O GOVERNO DO ESTADOS -ATÉ PORQUE A ATRIBUIÇAO E COMPETENCIAS ESTÃO NO NIVEL ESTADUAL COMO A QtJESTÃO DAS SEGURANÇA PUBLICA E DAS DELEGACIAS E ONDE OS MUNICIPIOS NÃO TEM GOVERNABILIDADE PARA TRABAI,;D~'i:F';;I2~ ~(). b~ $ 1- ~ (/)Fls _"_r- Ir-:>

6 , SOZINHO NEM A UNIÃO. DENTRO DESTA ESTRATEGlA TAMBÉM PROPOMOS A CRIAÇAO, OOMO NOS TEMOS NO AMBITO DO GOVERNO FEDERALjCRIAÇÃO DE UMA CAMARA GETORA DO PACTO NO AMBITO DO ESTADO COM AS REPRESENTANTAÇÕES DOS MUNICIPIOS E DAS SECRETARIAS QUE ESTÃO ATUANDO NO PACTO E FIUTA ESTA REUNIÃO COM OS ORGANISMOS C.oVERNAMENTAIS EU PEDI PARA AS COMPANHEIRAS FAZER ESTA MESMA CONVERSA DE APRESENTAR O PACTO ADISCUSS'AO DE UMA ESTRATERGIAS DE COMO A GENTE FAZER CHEGAR AS BENEFICIARIAS QUE DEVEM SER AS MULHERES, CIDADÃS DO ESTADO DE SÃO PAULO. ESSA INICATIVA DE SE CONTRUIR ESTA PARCERIA QUE É UMA PARCERIA ENTRE A- UNI,\O -ESTADO E OS MUNICIPIOS - E A SOCIEDADE CIVIL- A DEFENSORIA PUBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO ABSOLUTAMENTE ENGAJADA PRA GENTE D1SCUTlR- TEMOS I BILHÃO DE REAIS PARA IMPLENTAR O PACTO NOS PROXIMOS 3 ANOS INCLUINDO O ANO DE QUANDO COLOCAMOS UM FOCO ESPECIAL AS MULHERES NEGRAS INDIGENAS E TRABALHADORAS RURAIS NOS ESTAMOS TRABALHANDO COM DEMANDAS HISTORICAS DESSE CONJUNTO DE MULHERES -DO PONTO VISTA DAS MULHERES NEGRAE CER.TAMEN'I.:E ESTAMOS TRABALlIAI'lDO COM UM A NECESIDADE DE LAI'lÇAR UM OLHAR ESPECIFICO NAO EXATAMENTE NA QUESTÃO DA VIOLENCIA DOMESTICA E FAMILIAR PORQUE - O PACTO E DE ENFRENTAMENTO AS VIOLENCIAS - CONTRA AS MULHERES - SÃO DIMENÇÔES DA VIOLENCIA DIFERENCIADAS E CONSIDERAMOS O RACISMO COMO UMA FORMA DE VIOLENCIA CONTRA AS MULHERES NEGRAS - EM RELAÇÃO AS MULHERES RURAIS E QUE VIVEM NO CAMPO, NA FLORESTA,AS MULHERES INDIGINAS - A SECRETARIA DISCUTE COM OS DIFER..ENTES MOVIMENTOS DE MULHERES TRABALHADORAS RURAIS DESDE 2004 TANTO AS MULHERES DA FETAG, FETRASP E DO MST. APROVEITAI'lDO E DIZER DA DIVERSIDADE DE ORIENTAÇÃO SEXUAL E NOS TEMOS QUE APROFUNDAR, POIS TEM AUMENTADO OS CASOS DE LESBOFOBIA,AS MULHERES LESmCAS TEM SE ORGANIZADO E A PARTICIPAÇÃO. NA H CNPM FOI FUNDAMENTAL. QUERO DIZE R QUE É PRECISO NÃO SÓ A SOCIEDADE, MAIS TAMBÉM É NECESSÁRIO QUE OS GOVERNOS SE PREPAREM - TENHO TODA A HUMILDADE PRA ADMITIR QUE TALVEZ Os NOSSOS SERVIÇOS 180 QUE TEM TODA A ORIENTAÇÃO TENHAM QUE TER MAIS ORIENTAÇÃO NOS CASOS DE ATENDIMENTO DE LESBOFOBIA E RACISM O. TEMOS QUE AMPLIAR O NUMERO E SERVIÇOS PARA QUE POSSAM FAZER O ATENDIMENTO TAMBÉM É POR ISSO QUE ESTAMOS AQUI PARAENCORPORARE RECEBERAS SUGESTÕES -o PACTO FOI LANÇADO ANTES DA CONFERÊNCIA ESTAMOS ENCORPORANDO A PARTIR DO QUE FOI VOTADO, ESTAMOS UI,TlMANDO OS TRABALHOS -INCLUSIVE O NOVO EIXO QUE TRATA DO LESBOFOBlA, DO RACISMO, QUE É O EIXO QUE TRATA EXPLICITAMENTE DAS BASES IDEOLOGICAS DA DISCRIMINAÇAO -- COM RELAj'AO A CPMF NINGUEM FALOU QUE A GENTE VAI SER CORTADA EM NADA, COMO ElJ SOlJ UMA PESSOA IRREMEDIAVELMENTE ESPERANÇOSA, OTIMISTA, EU ACREDITO QUE VAMOS CORTAR NA CARNE PARA SUPRIR A FALTA DA CPMF, VAMOS ECONOMIZAR EM TUDO QUE PODEMOS E N'\O VAMOS CORTAR NAQUILO QlJE É ESSENCIAL- E QUANDO FIZEMOS A APRESENTAj'EM CADA UMA DESSAS AGENDAS, PRIMEIRO FORAM DISCUTIDAS NA CAMARA DE POLITICAS SOCIAIS - E DEPOIS APRESENTADAS AO PRESIDENTE LULA QUE VALlDOU CADA UMA DESSAS AGENDAS E NA HORA DE VALIDAR O ORÇAMENTO ESTAV'\0 PRESENTES O MINISTRO DO PLANEJAMENTO E O MINISTRO DA FAZENDA; QUEM SE PRONUNCIOU PRIMEIRO FOI O MINISTRO MANTEGA- }'ICOlJ MUITO TOCADO, EMOCIONADO SENCIBILIZADO. TEMOS CERTEZA QUE O MINISTRO MANTEGA'VAI SER O GRANDE DEFENSOR NOSSO PACTO PARA NINGUEM CORTAR NENHUM DINHEIRO NOSSO - - TODO PROGRAMA FINANCIADO PELO GOV. FEDERAL PRESUPOE UMA CONTRAPARTIDA DO ESTADOS, E!--A É DEFINIDA PELO PORTE DO E~TADO,. DO MUNICIPIO PELO VOLUME DE RECUROS QUE E COLOCADO PELO GOVERNO FEDERAL ESTA NA LEGISLAÇAO,NO ENTAN NO PACTO, AGENTE SENTA E PACTUA, CONSIDERO QUE A GRANDE CONTRAPARTIDA ~ii(j~g::;'~ê'~ô ~~ ~ t:ff1s- n'_'_~ h i

7 ESTADOS DARÃO AO PACTO É DE AMPLIAR AS DELEGACIAS ESPECIALIZADAS E COL9CAR H.{A FUNCIONAR DIREITO ISSO JÁ VAI SER A CONTRAPARTIDA E DEPOIS A MANUTENÇAO DO QUE FOI CRIADO -ENTÃO TODA A CONTRA PARTIDA ELA E DISCUTIDA E NEGOCIADA CASO A CASO. NÓS ESTAMOS TRABALHANDO COM A SEGUINTE LOGICA: QUANDO OS PROJETOS SÃO APRESENTADOS SE APRESENTA OS OBJETIVOS AS SUAS METAS DE TODAS AS AREAS OPROJETO 'Ê GLOBAL INTEGRAL. ARTICULADO NÃO IMPORTA OUEM VAI FINACIAR O PROJETO ELE TEM OUE SERAPRESENTADO INTEGRALMENTE. Ex! 10 NOVOS CENTROS DE ATENDIMENTO A VIOLENCIASEXUAl:NA AREA DE SAUDE E CINCO NOVOS SERVIÇOS DE ABORTAMENTO LEGAI, NO EST. DE SAO PAULO, QUEM VAI FINANCIAR ISTO É A SAÚDE SÃO RECURSOS MINISTERIO DA SAUDE - O RECURSOS QUE VEM DE FORMA HABITUAL E CONVENIADO COM O MINISTERIO DA SAUDE. EM ALGUNS CASOS ELES VÃO FAZER O DESTAQUE ORÇAMENTARIO l'ara NOS E NOS MESMOS REPASSAMOS -EM OUTROS CASOS NOS REPASSAMOS PRA ELE, POR ISSO QUE ESSA CAMARA GETORA DO PACTO É IMPORTANTE POIS É ELA QUE COORDENA INCLUSIVE ESTE TRABALHO DA MECANICA DE FUNCIONAMENTO- EM ~UE INOVA? 1- O MONITORAMENTO DE TODAS AS AÇÕES EM CONJUNTO 2-A SIMUTANIDADES E A POTENCIALIZAÇÃO DE UMA AÇÃO PELA OUTRA. - ESTAMOS ABANDONANDO ESTE TIPO DE MODELO - Ex - O MUNICIPIO FAZ UM PROJETO PARA MONTAR UM CENTRO DE REFERENCIA,FINANCIAMOS NO PRIMEIRO ÁL'lO A CONSTRUÇÃO DO CENTRO DE REFERENCIA, AI FAZ A LICITAÇÃO E DEMORA MAIS UM ANO E MEIO, AI VEM O PROJETO O PARA EQUIPAR,DEPOIS VEM O PROJETO DE CAPACITAÇÃO ESSA COISA NÃO TEM FIM E O SERVIÇO NUNCA CHEGA -' FICA O CENTRO SOZINHO SEM SE COMUNICAR COM NINGUEM E SEM APOIO. A LOGICAÉ OUTRA O PROJETO A SER ApRESENTADO NO CASO PELO ESTADO DE SÃO PAULO E PELOS SEUS MUNICIPIOS É UM PROJETO DE 3 ANOS E A AMPLICAÇÃO DE RECURSOS ELA VAI SENDO FEITA EM ETAPAS A CADA ORÇAMENTO, PARA NÃO'TER QUE FICAR APRESENTANDO E REAPRESENTANDO PROJETOS -E POR ISSO A ARTICULAÇÃO FEITA PELO ESTADO EÉ ABSOLUTAI\IENTE ESSENCIAL E POR ISSO QUE SUGERIMOS A CAMARA GESTORA NO AMBITO DOS ESTADOS COM AS REPRESENTAÇÕES DOS MUNICIPIOS -E HOJE DE MANHA NOS SUGERIMOS QUE SE ORGANI7XM DENTRO DA LEGISLAÇÃO QUE PERMITE A CRIAÇÃO DE CONSORCIOS TEMATICOS - ISSO NOS FACILITA MUITO POIS OS PROJETOS SÃO APRESENTADOS VIA CONSORCIOS. NOS TEMOS FLEXIBILIDADE PARA TRABALHAR - NÃO FAZEMOS QUALQUE R NEGOCIO - MAIS TEMOS QUE TER A CAPACIDADE PARA INVENTAR E REINVENTAR POSSIBILIDADES. * PODEMOS CONVENIAR COM O ESTADOS E ELE REPASSA AOS SEUS MUNICIPIOS. * EM OUTROS CASOS ESTAMOS CONVENIANDO COM O ESTADO NAS AÇÕES QUE SÃO DO ESTADO. * E TAMBÉM DIRETOS COM OS MUNICIPIOS NAS AÇÕES QUE SÃO MUNICIPAIS. O QUE NÃO ABRIMOS MÃO É DE TER O PROJETO INTEGRADO -SE NÃO FOR ASSIM NUNCA IREMOS CONSEGUIR MUDAR,NÃO VAMOS CONSEGUIR PRODUZIR O ESPAÇO QUE A GENTE QUER. HÁ COISAS QUE SÓ O MOVIMENTO SOCIAL É CAPAZ DE FAZERE SE NÓS GOVERNO QUANDO FAZEMOS TROCAMOS O PÉS PELAS MÃos - MUITAS VEZES O MOVIMENTOS SOCIAIS, MOVIMENTOS DE MULHERES FAZEM MELHOR DO QUE A GENTE. A CAMPANHA DE 16 DIAS DE ATIVISMO É O EXEMPLO DISSO- QUEREMOS CHEGAR EM 2010 COM UMA CENTRAL NACIONAL DE ABRIGAMENTO"

8 , Trechos da fala da MINISTRA NILCEÀ FREIRE - S~;CRETARIA DE POLITICAS PARA AS MULHERES. Documento apresentado no Fórum Municipal de Mulheres Dia: 11/03/08 ROl'a: 19:00 Local: Escritório do Dep. Carlinhos Almeida. I

9 / -' Câmara Municipal de São José dos Campos ENTRADA 05 I 02 I 1997 PROC. N~ 6~3ê.:4!J.129'.L7 _ ", ARQUIVO / ~/ - NATUREZA "-P"'R-..éOOilll Pr02:o:~,... ".I,,,. /." frozo emendo~-,':5::, '-----~--~ ASSU~ITO:.. ~.> , Autoriza o Executivo a instituir a "Casa do Abrigo para Mulheres vítimas de Violência." )O~}çO ~ t:tttl'~tn ft( t' -~'-""~"-...,...-- " -,.,,,..._ ,...'-...-,-o ~,. JOclol.M.

10 - -...,... '.-...,,,r-, 'J' j', Cámara Munidpal de Sáo José do. Campos Palâdo Juscelino Kubitschek Praça Afonso Pena, 29 Fone.: (012134/ Cilixa Posfal 233 F,ilx: {OI2} Telex; t' 23) CSJc.!.:...:'Çlf IlZ,Jfl:090 Sào Jose dm Campos SP fev 97 05?! " JJ Proj. de Resolução nº ~C~~~()~~~ clmra I!UHICIIll lisje ' fls~! POS APROVA A SEGUINTE RESOLUÇÃO: instituir a Autoriza o Executivo a instituir a sa do Abrigo para Mulheres Vítimas Viol~nciall. A CÂMARA MUNICIPAL DE IICas de SÃO JOSÉ DOS CAM Art. lº - É o Município autorizado a "Casa do Abrigo para Mulheres Vítimas de Violência", que consiste no fornecim~nto de hospedagem à mulheres e crian ças que se encontrem na iminência de sofrerem ou vítimas de violência, por parte do esposo, companheiro ou assemelhado. Art. 2º - A "Casa do Abrigo para Mulheres Vítimas de Violência" deverá seguir os seguintes preceitos: I - funcionamento diário ininterrupto, oferecendo pernoite, alimentação e so quanto ao seu endereço;, mais do que dez mulheres e condições de higiene; 11 - revestir-se de caráter sigilo cada unidade nao pode abrigar seus respectivos filhos; IV - oferecer acompanhamento jurídico, judiciário, psicológico e social. Art. 3º - A operacionalização do dispo~ to nesta lei poderá ser realizado em conjunto com entidades so ciais. parágrafo único - Na falta de entidades sociais que atuem em conjunto com o Poder Público, este,deverá f ') 'assumir integralmente a implementação e funcionamento da "Casa f do Abrigo para Mulheres vítimas de Violência", nos termos lei. desta Art. 4º - Esta lei entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Plenário "Mário Scholz", 04/02/97. W~~I Vera. Amélia Naomi - P.T. CMSJC 076

11 Câmara Municipal de São José dos Campos Paláclo Juscelino Kubitschek - Praça Afonso Pena. 29 Fone: (012) Fax: (012) ex. Postal 233 CEP São José dos Campos SP CIMI!1 NUllClfIl Jtc= s.j.t fls' 3ª SESSÃO ORDINARIA - 13/02/ SESSAO LEGISLATIVA LEGISLATURA ANEXO I - Relação dos Projetos Novos para leitura e abet~tul-a dos prazos para emendas. 1 AOS PRESIDENTES DAS COMISSOES ABAIXO DISCRIMINA PARA DISTRIBUICAO. Plenário "Mário Scholz, i3/02/97 ORA Autor: AMtLIA NAOMI Proc. 110.: Ano: 1997 Prazo para apreso emendas: Comissoes: Justiça. '2'7 FEV í997 Autoriza o Ementa: Executivo Municipal a instituir a "Casa do Abrigo para Mulheres Vitima de Violência". ===================~============~===================== ============= Autor: Proc. No.: Ano: 1997 DILERMANDO Dlt Prazo para apreso emendas: '2 7 FEV /\997 Comissoes; Ju~tfça. Ementa: Dispõe sobre a instalação, na Câmara ~lunici.pal, de uma Capela Ecumênica. =================================================================== Autor: DILERMAI1DO Dlt. Pn,Jc. 110.: Ano: 1997 Prazo para apreso emendas; '2 7 FE"V 1':1(:7 Comissoes: Justiça. 1//1 Ementa: Autoriza o Executivo Municipal a instalar, na Prefeitura, uma Capela Ecumênica. =~~~================================================== =====.======== Autor: ITAMAR COPPIO P "o,c. ND.: Ano: 1997 Prazo para apreso emendas: ~~:~~:~es: Justiça e Economia. 27 FEV '\997 Torna obrigatório a Prefeitura Municipal a instalar sinalização e redutores de velocidade ao redor das escolas do Municipio. =================================================================== Autor: 11ESA DIRETORA DA CAMARA MUNICIPAL Proc. No.: Ano: 1997 Prazo pal'a apres, emendas: 27 FEV '\997 Comissoes: Justiça. Ementa:

12 ~.. ~"l~,. wc..-. = '"~ ~ ;; -. w o:: ~ Camara Municipal de São José dos Campos Recibo de entrega de cópia dos Processos referente ao Anex d Vereador Adriana Prado Alexandre da Farmácia Aloísio Petiti Amélia Naomi Carlinhos Almeida Cristóvão Gonçalves Dilermando -- Dié DulceRiL'l Flãvia Camargo Florivaldo Rocha Hélio Nishimoto Itamar Coppio Jairo Pintos Nome -)/1. '. <;( I _ I (v'lcl."\...l:c~ ~"" d.g'-,,.. Função I Assin~tura (J~r- d)ta=(/~q J-t Q(~~'\QI. ;u;e/jj!;",,). I I' ;I!' () I 7 ;ç-~' 1X2,vtl\o/z--W' ~y.{/,,/\ 1.. i"tta"(..r)",i L!"Y --:h.,-;,],,;l:t-<;ç/,j,o! i/fi/ir'; rir -i,1;j,/j~~ ~T 75)f Y'1/660J, -- ~-- F7-- ; '1-7 '.' - \1,/ " -l-'),;-t.z.ú...<j>,. s--<: C.-h_.- ':"7:' "l.~> k~ 7J,-C"", emir.:- I. GwA,v'-'~ PO',J ~ 1-7'1: /! /~~ ~",</0C"'---'I ;)c-l.<'~" J'~~.L"..., I :t2jkj Data 1{3}%)9+ (jpl'0 tpij í3~;:ljil 1:::, j.;;.!-;:; P/oz/')}- /~?/97-1 ~ r 1/ 'r-,(\!\ ~, 1'\- ç. ~, " 1 V.J--1i -\..J/'j"~7>. \ );. ". r,... I..,,; C 1-\\ \C;,_ \,'i L~'Á(''''''' I _;/,9_C/.j_ 0.)..._ C-,,-,~ 't.'.:,.h'::'.à.â...-.-c-u- \.'C. f;:..c_ }l- -l i - 1/\''') I ",I I "i>xt\f';'! -.' I ;--li" "f."." ~ r\, ',.t. I, \), r"::""1r-:""'.~.-. - I. :."'l '), '.,.,Ç)-(.,,,ç 'c,d J.:v c<.../li..".. l ~7L'l, 1 " J-') (,Q.. 17 ~.'-=.1,"/) ;-:---' "I -": ::---Z ) ~ffiZ;:/i // 1..-/'7,....-"j:~ 1..///v-./i'C!-é',2C ".~2-'::,vZ//'~/J...-<,..--"../w...;i';L,:...".~. V.}/C,2/.91

13 C;imaril Munkipóll de SiID Jolé doi campol PalJcio JuscelIno KubItschek - Praça Afonso Pena, 29 Fone.: (0123) CaiX<7l Posti'll 233 Fax: (O 123) 21.()293 Telex: (I C.S.J.c. CEP, I São José dos Campos. SP cly.1!a M~C rll $.J.t fls J. \~ Proc. no Projeto de Resolução n \ --.At:~ A/~.., ; r-t"''ciju '"«VI''' Dispõe sobre criação da "Casa do Abrigo às Mulheres Vítimas,.I", \'I oian""i ~ " \.Iv" '1;;.11" u. A unidade social que se pretende criar está prevista no art. 308 da Lei Orgânica do Município, como um dos primados da ação governamental. Todavia, isso não significa que a sua materialização possa ocorrer por iniciativa 'Iegislativa da C$mara, ante o imperativo categórico dos arts. 67 e 68 da Lei Orgânica. De fato, aludidos dispositivos reservaram como competência privativa do Prefeito a inicjativa de projetos de lei que importem em despesas adicionais ao Município, além de tornar coativa a indicação de 0i1":)$ fonf.o.c',..{o,..""h~rh 'f"a vucl I t,v.,;) \.10;;;;;,-,VIJ\JII.UI Assim, em que pese seu elevado propósito, a proposição de autoria da ilustre Vereadora AMÉLlA NAOMI esbarra nesse obstáculo Juridicamente intransponível, sem embargo da correção da natureza da proposição, que não se enfeixa no conceito de resolução. Assim, é de nosso entendimento que a matéria não se encontra, sob o prisma da legalidade, em c diçôes de ser apreciada pelo E. Plenário. É o parecer, s.m.j. 17/02/97, i 1 ~,_.._ CMSJC 075

14 Ciim;or.. Municip;ol da São Jasé dos Campos Palácio Juscelino Kubltschelo:: - Pr3Çél Nomo Pena, 29 Fone.: jol23j u;xq post3l 233 Fax: lo 123) Telex: 1123) 3458 C.SJ,C. CEP 122' I O..Q90. $..:'lo José dos CJmpos SP CI~lftl I.s. NUIICI7ll He- C5 #I MEMORANDO DE SECRE'l'ARIA LEGISLATIVA PARA: VER. AMf;LIA NAOMI Nº 12/SL/97 DATA: 20/02/97, ASSUNTO: Cópia(s) de Processo(s) em Situação Irregular. Encaminho-lhe cópia(s) da(s) certidão (ões) envia ~a("1 pela Secretaria de Assunto~ Juridicos da Prefeitura Mu~! cipal de são Jos~ dos Campos, e/ou do(s) Parecer(es) da Asses Li_~-,Jurídica. desta Casa, a respeito do(s) seguinte(s) proces~ sc,(c;) : CÓPIA(S) DA(S) CERTIDÃO (OES) : PROC. 9995/96- PIo 254/96. CÓPIA(S) DO(S) PARECER(ES): PROC. 634/97 - PR 002/97; PROC. 3816/95 - PL 93/95 um! ORIGINAl EM: 'L. \ I 2 f"'"t-,;c';:~7~.+:.>~;;~~.'.0iº.~~~:::º Informo que o(s) mesmo(s) f;;::çt.::.~.~-c:.f_ ;;::-':~.-r'-, (L " T SE f CP.: _..A::.:.\-~.~,~)~ _S~:E\º:~~..;.._ ASIINA1UR;;~:;::Z -jl- I encontr.a(am)-se Secretaria, aguardando manifestação de Vossa Senhoria. CO~IFERE COM O O?IGINAL, QU~ ~: fr-lt:of'.jfr t, :,- -:. ':','\00 r~/\ S.:.=f::T!.RI \ l::':;;.\ I, 'i,~.... tf.!..:l ~ Secretario Legislolivo 'f(o nesta SECRETARIA LEGISLATIVA

15 Câmara Municipal de Sâo José dos Campos Palácio Juscelino Kubitschek Praça Afonso Pena, 29 Fone: (012) Fax: (012) ' ex. Porta/ 233 CEP São José dos Campos SP COMiSSÃO DE JUSTiÇA TITULARES SUPLENTES Presidente,.. WaUer Hayas}ti-PDT Vice-Presidenlc. Jairo Píntos-PPB Relator....Amélia Naomi-PT Relator,.. Flávia C3nwrgo-Pr-.1N Rel.alor..... Diletmando-Ílié-PPS PROCESSO N' AUTOR: Designo como: ";'. Relator ora) Ver'<b.Lj,.A.U'I."'lA.\M."""-=:...~'J.'-,,6.--J'\ 10 Revisor ora) Vere).:.rJll'--"'\(,)UJ.,i.tf.'1J,lC~~e 20 Re isor ora) vel(0~b ~ r Revlsor-Clenle:.,lL! (j) 1-/ _Í/ ) Re'r1sor (Asslo tura) Prazo: /:' I. I I~- Prazo: " I :l. Prazo:.< I' Presldente-Clente: I I ~tn.attl1'a) Presidente (Assinatura) Pruzo: Prazo: I ' I

16 Câmara Municipal de Sâo José dos Campos Pa/Jâo Juscelino Kubitschek - Praça Afonso Pena, 29 Fone: (012) ~ Fax: (012) ex. Pcstal233 CEP São José dos Campos $1' COMISSÃO DE ECONOMIA TI,ULARES SUPLENTES Prcsidert1í.',..... Michih.aru Sogabe-PDT Vice-Presidente... Dclce Rita PT Relator.... Sanlús Neves-PTB Relator.....Hétio gishimoto.psdb Relator... ~.~.. r:::w:;:~lt~ar..:cc: ::JPélP::.io~-::.p.:.:~::m-::B::-_. -I PROCESSO N' I AUT;;;9R=:. -:;: ; De:>ig.no cü,-nq; 1/' /'_I..> ~~ Rdol0: «a) Véf('):#.'.:.J1!/...2L:!./...!;Z/'dt?./& ;,-;,~d/ ~/'i/'?;/? 1" Rev1S'0f 0(3) Vere).:p~/tJl ~ e 2,-,. Revisor o(r.) Ver.e) Ela 15',f'...ª-.t I{9._ ~ (" -/~ '. Pr.sl~ éi.)._ r."7l'-r--""r-c-\i:sor_clcl}{(., v=\-l -tr-- RcnC s-o-r."ç"'-cn-['""e-:-""'-'''''''''''''''''l"---i atum:) Pr37.o: (/~ I :J.. I Pruo: /., f r I ~,Pr:tzo:. I I --- ~P7~~;â~:lk~ i~~~k;--/ =t_ -~~~ -=-"" ~'""---Tl) r('~!d;;:;;-:ciz~!tç:-~í-:- J. _ f \'1,'e l"i,-~ d\?lltê (\-lslnultr.,)~- ~ Plcsiucnt~ (J.sslnatiú:,) -. L:rno.! I J"'f;\lO: I I --=...='>,..,.-'~~-_...~_._----~ _---~--=-=- =''''-...,..I~.'-""-_..._------_... ~.~-...~ I

17 Câmara Municipal de São José dos Campos Pala do Jw(cJíno Kubitschek Praça Afonso Pena, 29 Fone; (012) Fax: (012) ex. Postal 233 ctp José dos Campos 5P CA~lnl NU;' ns. Os. COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL TITULARES SUPLENTES Presidente".."...,... ~. Crisl6v~?ünç~.ves-PSDB..... (,:;.: :' ' Vice-Presidente A10lS10 Pel1U~PrL RelaLof Saúde c Meio Ambiente,," Sérgio AlIgusto-PSDB Relator Educação c Cultura "... '..... Alexandre da FmIruíciaHPTB,.. Relator da Cidadania......d:'......, Roberto Baibosa-PDT,'.,.. PROCESSO N I AUTOR:. Dê-se ciêncía aús relatores Li I IJ-i.-{ ("- -1/. Em AujJj~I3.L, 111' -./"t---pr,luente. I Rel.Saúdc c r-.'1;a0 Ambiente v ReI. E:ducação e<:}j1hira Clente:...:l2I! 1- '\Y Clenlc;,)i2,I~LJ~ r,'., -~ Clenle; 1J2.. ReI. cld;ti1,ja i'i q:? ""~'"'""(M" d./b.. ~ /' fi&.ij/\,.c.,""",,,,-/\, > ReI.. Ed~çJ\O e Culturn(Ass) Im ;rom.<ass) =;Z:' - Prnzo:- I~.: L-..' Prnzo: I. I rnto: I ',- \~Ce-pre\ltlenle_cle~_:.!!'!-lt;..L, Presidente-Ciente:~,,, e Prazo: I Prnl,O~L-_~ -- - Vice fpfe$l~cnle (Assinatura) Presidente (Assinatura)

18 ,,~>'. Cãm"-,,.. Mu;'icT;;;.id~sio;kisÍidos é=1pos,. P~Jdo JUs celi ~~: K~-bi~cJ,ek'! p~~' Nons~ p~. -29 f fone.: ( Ú\lxa PosteI 233 fvx: {O 123} w Telex: (123) C.S.J.c. Cf.? w SJo José dos Úlrnpos - SP :.i~"""- --, rih\,iúul.ttjiu UC..'. g f.. ir MEMORANDO DE PAIU\: SECRETArtIA LEGISLATIVA verª AMÉLIA NAOMI Nº 30/sL/97 DATA: 08/04/97 ASSUl,TO: Cópia(s) de Processo(s) em situação Irregular. Encaminho-lhe cópia(s) dais) Certidão (óes) enviacq(s} pela S2creta~ia de Assuntos Jurídicos da Prefeitura Mun~ cipal de são Jos~ dos Campos. e/ou dois) Parecer (es) da Assesria Juridica desta Casa, _a respeito does) seguinte(s). proces- COPIA(S) D~(S} CE~TID~O(ÚES}: PROC.N Q 9995/96-PL 254/96: C6PIA(S) DO(S) PARECER(ES): PROC.NQ 3816/95-PL ; PROC.NQ 634/97-PR Informo que 0(5) mesmo(s) encontra(am)-se Secretariu, aguardalldo manifestação de Vossa Senhoria. CONFERE COM O ORIGINAL, QUE SE ENCONTR.~ ARQUIVADO.~...~~.~~~~.~~~~I~~..~~.,.~.~- Secrelo,~~1~~gi510IjVO '.EmI 01.IGIIIAl EM.9..~l..;Q:0..lg '7 }:[n~~:..;r;.(,~.:... ()?.l:.:::.s~.~,:sb... ; Ç?.L-(" C"..Cj._,?~:??~~_'.:.~... :::'":,::o,~~ (b~';,. _ AtencioS2mente nesta ( /, "'Vi /;1,.. SECRETÁRIA EGISLATIVA

19 Cãmara Munldpal de São José dos Campos Pill<kio Juscelino Kubitschek - Praça Afonso Pen<l. 29 Fone.: {O/lI Caixa posrai2..p Fax' (012) Telex: fj23} 3458 C.SJc. CEP 122 I São Jcm! dos Campos SP CJ~!~RR 'W:íli:lf; fls:. _ jo,..... Proc. nq 634/97 PRo nº 02/97 Amélia Naomi Autoriza o Executivo a instituir a "Casa do abrigo para Mulheres Vitimas de Violéncia". COMISSÃO DE JUSTIÇA PARECER Conforme parecer da Assessoria Juridica, a matéria infringe os arts 67 e 68 da Lei Orgânica, que reservam como competên cia privativa do Prefeito a iniciativa de projetos de.1ei que.importem em despesas adicionais ao Município. Portanto, o projeto nâo se encontra, sob o aspecto legal em condições de ser apreciado pelo Plenário. Plen&rio "Mãrio Scholz ll, CMSJC - 076

20 Câmara Municipal de Sâo Jo.é do. Campo. PalácJo Juscelino Kubltsheck Praça Afonso Pena, 29 Fone.: (012} 34J.6566 Fax: J-0293 CaIxa Postal 233 CEP 122 J l)..090 São José dos Campos - SP 11:[ s.j.c CINIH N fls:.:: M~\-'k-- DESPACHO DO PRESIDENTE Red.istribuam-sc os processos em tram.itaçào aos presi.dentes das Coruissàes Permancl1te~ em sua nova composição. Plenário "Mário Seho)z", 18 de Janeiro de mara! /

21 Câmara Municipa' de Sâo José dos Campos Palácio Juscelino KubU:sheck - Praça Atonso Pena, 29 Fone.: 1012) Fax: 1012) CaIxa Postal 233 CEP t 22 J Silo José dos Campos ~ SP..- ' Comissão de Justica, Redacão e Defesa dos Direitos Humanos " " '1'l'ruLARBS', " Presidente... DILERMANDO-DIE, ">".,-- Vice-Presidente... ADRiANA PRADO Relator...JAIRO PINTOS Re!alor... WALTER H,AYASHI Ilelator... ITAMAR COPPIO. ProCesso n.. (> Autor. Designo como:, Relator 0(2) Ver. I" Revisor oca) Ver. e 2 Revisor o (a) Ver. Em...J_I. Presidente Relawr - Ciente em--.1_1_ Revisor.. Ciente em_i...j_ Revisor - Ciente em cj_i_ Relator (AAsinatura) Revisor (As.ln<ltll{a) Revisor (Assinatura) Prazo: 1 1 prazo: I I P1'U'O: I 1 Vice-Presidente - Ciente em_1_1_ Presiden(c. Ciente em_1_1_ Vice-Presi,dente(Assinatura) Presídente(Assinaeura) pmzo: I I prazo: I 1 "

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