Índice. Palavra aos coordenadores Módulo 1 Apresentação Módulo 2 Estrutura e organização da escola...13

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Índice. Palavra aos coordenadores...03. Módulo 1 Apresentação...09. Módulo 2 Estrutura e organização da escola...13"

Transcrição

1

2

3 Índice Palavra aos coordenadores Módulo 1 Apresentação Módulo 2 Estrutura e organização da escola Módulo 3 Violência escolar: mito e realidade Módulo 4 O papel do policial e as imagens construídas Módulo 5 Adolescência e as relações de autoridade Módulo 6 Policiamento comunitário na escola Módulo 7 Legislação e liberdade assistida Módulo 8 Discricionariedade policial e crime de prevaricação Módulo 9 Depredações, furtos, ameaças, agressões físicas e verbais Módulo 10 Drogas e porte de armas Módulo 11 Violência escolar: ampliando a visão Lista de material Alternativas de aquecimentos

4

5 Palavra aos coordenadores Este curso foi desenvolvido para soldados, cabos e sargentos que trabalham com policiamento e s c o l a r. Seu objetivo principal é oferecer um espaço de re f l e x ã o, análise crítica e busca de altern a t ivas de atuação, por isso a metodologia priv i l e gia a retomada de experiências dos policiais. Sendo assim, s u g e rimos que o grupo seja composto por,no máximo, vinte policiais, o que permite a part i c i p a ç ã o de todos. Para trabalhar dessa maneira, voltado para as experi ê n c i a s,para aquilo que os integrantes têm a d i z e r, é importante que a coordenação do grupo seja formada por uma dupla. A s s i m, enquanto um organiza uma ativ i d a d e, o outro fica atento às reações e comentários dos p a rt i c i p a n t e s ; enquanto um fa l a, o outro anota as conclusões. É fundamental que haja uma d ivisão de tare fas entre os coord e n a d o re s,mas que os dois planejem os encontro s. As pessoas que se pro p u s e rem a realizar este trabalho devem estar disponíveis para ouvir e respeitar idéias e posturas diferentes das suas, p e rceber o grupo em movimentos mais amplos, sem esquecer das indiv i d u a l i d a d e s,buscar incluir todas as pessoas nos processos de discussão, s e m forçá-las a isso, aceitar críticas a seu trabalho e rever o que for possíve l, estar atentas a todas as f o rmas de comunicação do gru p o, c o n f i rmando com ele as interp retações que lhes ocorrer e, f i n a l m e n t e, i n t e ressar-se por trabalhar com grupos de maneira mais re f l e x iva e menos i n f o rm a t iva. S o b re a metodologi a C o o rd e n a d o re s,vocês são figuras impre s c i n d í veis nesse processo de trabalho com os policiais. Para que o material proposto seja aproveitado em suas várias possibilidades,é fundamental ouvir o que o policial tem a dizer, i n c e n t ivá-lo a argumentar (defender suas idéias), acolher suas s u g e s t õ e s,ainda que elas não possam ser postas em prática no momento. Suas idéias são part e fundamental do processo de enfrentamento de conflitos; é indispensável sua participação ativa. As atividades propostas para as oficinas têm justamente esse sentido. Por meio de situações l ú d i c a s, p e d a g ó gi c a s, re f l e x ivas e cri a t iva s, e s t a remos facilitando a reflexão de situações p e rtinentes ao trabalho do policial escolar, tocando nas possibilidades de conv ivência consigo, com o outro e com o mu n d o. S e m p re que term i n a rem uma ativ i d a d e, façam uma rodada de comentários para que todos possam expressar seus sentimentos e opiniões. Ao introduzir uma idéia ou conhecimento novo, c o n s i d e rem o que as pessoas já sabem, s u a s opiniões e hipóteses sobre o assunto. Às ve z e s, o novo vai confirmar ou ampliar o que o 03

6 policial já sabia, mas pode ocorrer que provoque mudança nos conceitos e idéias a n t e ri o re s.na re a l i d a d e, antes de incorporar ou rejeitar novas idéias, a pessoa faz um confro n t o e n t re suas concepções e aquelas apresentadas por seus parc e i ro s.o resultado vai depender do p rocesso de reflexão e negociação que for desenvolvido no gru p o. É importante que vo c ê s, c o o rd e n a d o re s, c riem oportunidades que favo reçam o diálog o, a troca de idéias, a re f l e x ã o. O s trabalhos em grupo são uma excelente estratégia para propiciar essas condições. No entanto, é p reciso considerar que essas trocas só podem ocorrer num clima em que as pessoas se sintam acolhidas e não tenham medo de expor suas idéias. A postura de vocês é fundamental para criar e manter o clima de confiança e va l o rização de t o d o s.para que isso ocorr a, estejam atentos ao movimento do grupo e às suas manifestações, à s falas e aos silêncios, ao que fica subentendido. Seu papel é intervir com perguntas que e s t i mulem a reflexão do grupo para que as idéias e sentimentos veiculados fiquem mais claro s. Por isso, ao planejar seu trabalho, pensem não só no conteúdo de inform a ç õ e s, mas em e s t r a t é gias que permitam a integração das pessoas e o fortalecimento do gru p o. O material do c u rso foi organizado para contemplar essas questões. Recomendações para a organização do trab a l h o Estudar o materi a l Este passo é fundamental para o sucesso das outras etapas de trabalho. O conhecimento prévio do conteúdo do curso e das estratégias a serem utilizadas é que vai dar segurança aos c o o rd e n a d o res para aplicar, p ropor adequações e/ou enriquecer o material com suas c o n t ri bu i ç õ e s. Planejar o tra b a l h o Após o entendimento do material em seu conjunto, a próxima etapa é planejar o trabalho a ser re a l i z a d o. A primeira questão a ser analisada é quais alterações precisam ser feitas para t o rná-lo adequado às características do grupo com o qual se vai trabalhar e ao tempo d i s p o n í vel para a realização das tare fa s. Cabe aos coord e n a d o re s,em seu planejamento, avaliar se o tempo sugerido para cada ativ i d a d e é adequado à sua organização e ao grupo e combinar com o grupo como será distri bu í d o. N o i n í c i o, quando os coord e n a d o res ainda não dispõem de muitas informações sobre o gru p o, p o d e ser que as adequações ainda não correspondam às reais necessidades do gru p o ; essa situação tende a melhorar à medida em que os coord e n a d o res forem ampliando seus conhecimentos do gru p o. Para facilitar os pri m e i ros curs o s, s u g e ri m o s, nas ativ i d a d e s, os tempos necessários à sua re a l i z a ç ã o. Trata-se de uma aprox i m a ç ã o, pois cada grupo tem seu ritmo e, considerando as va ri á veis extern a s,t a m b é m, ele deve ser re s p e i t a d o. 04

7 Providenciar o material Faz parte do planejamento providenciar e organizar antecipadamente todo o material que será n e c e s s á rio para a realização das tare fa s. P r e p a rar o ambiente Um ambiente organizado e acolhedor tem reflexos positivos sobre os resultados alcançados. O s c o o rd e n a d o res devem ser os pri m e i ros a chegar ao local escolhido para os encontro s,o que lhes p e rmitirá tomar as primeiras providências de cada dia: organizar os textos e o restante do m a t e rial na seqüência de uso; p rever quais espaços serão utilizados nesse dia; onde serão afixadas as pro d u ç õ e s ;ve rificar as condições de limpeza do ambiente. Organização dos encontro s Cada encontro foi estruturado em uma seqüência de etapas que tem por finalidade criar m e l h o res condições para o processo de re f l e x ã o.as etapas propostas são as seguintes: A q u e c i m e n t o É constituído por atividades que têm por objetivo quebrar o gelo i n i c i a l,mobilizar energi a s, vontades e capacidades das pessoas para os trabalhos do dia e fazer com que se percebam como p a rte de um gru p o. No final do cadern o, há algumas sugestões de aquecimentos, além daqueles colocados na organização de cada ativ i d a d e. Use-os quando avaliar mais adequado, substituindo aqueles o ri ginalmente pro p o s t o s. Apresentação do tema do dia Garantidas as condições para o início do trabalho, o próximo passo é apresentar o tema do dia, de tal forma que as pessoas se sintam desafiadas a lidar com ele. Cada novo encontro deve ser p e rcebido como uma continu i d a d e, por isso é importante relembrar o que foi realizado no a n t e ri o r, comentar os resultados da avaliação e as alterações que foram introduzidas em função desses re s u l t a d o s.esta é uma forma de mostrar às pessoas que as opiniões emitidas são leva d a s em conta e de incentivá-las a continuar colaborando para o aperfeiçoamento do trabalho. Trabalho com o tema A próxima etapa é pro m over a introdução do tema do dia por meio de atividades va riadas que possibilitem às pessoas expressar e compart i l h a r, de diferentes form a s, os sabere s, idéias e hipóteses que já têm sobre o assunto. A atividade culmina com a construção e apresentação de um produto que expresse o saber do gru p o : um cart a z, uma poesia, um texto, um desenho, u m a 05

8 d r a m a t i z a ç ã o. O objetivo é que os participantes tomem conhecimento de seus sabere s, p e rcebam que há várias formas de expressá-los e que a criação coletiva pro p o rciona inúmeras vantagens (as idéias fluem melhor, são potencializadas pelas contri buições de todos e há um clima de entusiasmo e prazer que garante melhores re s u l t a d o s ). A va l i a ç ã o O objetivo da avaliação é fazer o acompanhamento do trabalho para identificar o que está dando c e rto e que modificações precisam ser introduzidas para o aperfeiçoamento do trabalho. Optamos aqui pelo humorômetro, mas vocês podem utilizar outras formas de ava l i a ç ã o. E s t r a t é gias ge r a i s L e i t u ra do texto A principal preocupação em relação ao texto é garantir a compre e n s ã o. Uma das formas de saber se o texto foi ou não compreendido é pedir aos leitores que, após a leitura, falem sobre ele, comentem o que mais gostaram, digam se concordam com as idéias nele contidas ou discord a m delas e por quê. Atividade em grupo D i a riamente ocorrerão trabalhos em gru p o, em que pessoas serão reunidas para dar conta de d e t e rminadas tare fa s. Se bem organizadas, as atividades em grupo são excelentes oport u n i d a d e s para o aperfeiçoamento de idéias, para a aquisição de novos conhecimentos e para o d e s e nvolvimento de importantes habilidades, úteis em toda conv ivência humana; por isso, o s c o o rd e n a d o res devem estar atentos a todas as possibilidades dessa modalidade de trabalho, selecionando estratégias va riadas para a formação dos gru p o s. Essas estratégias devem perm i t i r ao máximo o contato entre todas as pessoas, evitando-se a formação de p a n e l i n h a s com a c ristalização dos grupos e das idéias. Se houver alguma tentativa nesse sentido, e s c l a reçam que é o b j e t ivo do curso que todos se conheçam para ampliar as possibilidades de re f l e x ã o. O grupo deverá escolher uma pessoa para apresentar os resultados do trabalho em grupo ou, e n t ã o, combinar que todo o grupo fará a apre s e n t a ç ã o, cada um se responsabilizando por uma p a rt e. Se os coord e n a d o res notarem que algum participante está com dificuldades de expor suas idéias, d evem tomar cuidado para não constranger ou reforçar ainda mais o sentimento de inadequação ou timidez de quem está enfrentando essa dificuldade, apontando-a para o gru p o. O melhor é c o nvidar a pessoa a fa l a r, com toda a naturalidade, demonstrando interesse na opinião dela, ouvindo-a com atenção e va l o rizando sua contri bu i ç ã o. 06

9 Apresentação dos tra b a l h o s A apresentação dos trabalhos produzidos em grupo geralmente tem um significado mu i t o i m p o rtante para quem os pro d u z i u.a f i n a l, todos trabalharam juntos, reuniram seus melhore s esforços e capacidades para re a l i z á - l o s. Po rt a n t o, é preciso ter o cuidado de va l o rizar essas p ro d u ç õ e s.s e m p re haverá um aspecto, uma idéia, uma iniciativa, um diferencial a ser destacado e esse é o papel dos coord e n a d o re s :deixar claro a contri buição que aquele grupo pro p o rc i o n o u para as discussões do tema.após cada apre s e n t a ç ã o, os coord e n a d o res podem solicitar a opinião dos outros grupos sobre o que foi apre s e n t a d o. A s s i m,as discussões vão-se tornando mais ri c a s, as idéias são complementadas e o grupo cresce em solidariedade e espírito de cooperação. É interessante também que o grupo não só apresente os resultados das discussões, mas fale do p rocesso de discussão: se foi fácil, d i f í c i l, se todos concordaram de imediato ou se houve d ive r g ê n c i a s, como o grupo enfrentou as questões que surgi r a m, quais foram os avanços na relação do grupo etc. Esse debate permite compreender aspectos interessantes do funcionamento dos grupos e contri bui para seu aperfeiçoamento. Uma rotina de aplausos ao final de cada apresentação pode ser estimulada pelos coord e n a d o re s. Exposição dos produtos do trabalho Recomendamos que os cartazes e as produções dos participantes fiquem afixados nas paredes da sala durante todo o curs o. Sua visualização permite criar uma atmosfera de produção de c o n h e c i m e n t o, além de facilitar o acompanhamento das etapas do curs o. Registro das discussões É importante que as idéias-síntese das discussões sejam re gistradas em folhas de flip-chart ou papel pardo colado na pare d e, de maneira que fiquem visíveis a todos. Esse é mais um re c u rs o que permite ao grupo acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, o caminho que vem sendo c o n s t ruído na produção do conhecimento, ao mesmo tempo em que deixa claro a atenção e o i n t e resse dos coord e n a d o res por aquilo que está sendo oferecido pelos participantes do curs o. A g o r a, é com vo c ê s. Bom trabalho! Lúcia Helena Nilson Maria Cristina Rocha 07

10

11 Primeiro encontro (tempo estimado: 3h15, sem intervalo) Apresentação Módulo 1 Abertura solene 40 minutos Representante da PM. Parceiros que viabilizaram a realização do curso (ONG s,órgãos governamentais etc.). Coordenadores do curso (retomar o processo de construção do curso e descrevê-lo em linhas gerais, dizendo o título dos módulos). Apresentação dos participantes 30 minutos Comece pedindo para cada um se apresentar como quiser. (Por exemplo, nome/batalhão/cia.) Terminada essa apresentação, peça para cada pessoa do grupo escrever em um papel (1/4 folha de papel sulfite): o prato de comida que mais gosta;o tipo de música que mais gosta; a atividade de lazer preferida;a fruta preferida. Peça que prendam o papel na roupa e andem pela sala observando as preferências de todos e percebendo as que são comuns,as diferentes etc. Se quiser, a pessoa pode parar e conversar um pouco com a outra sobre as preferências. Comentários Pergunte ao grupo que descobertas acharam mais interessantes. Peça para falar sobre semelhanças e diferenças percebidas, se deu para conhecer os outros de maneira diferente,o que chamou a atenção, o que surpreendeu etc. Expectativas 30 minutos Esse é o momento em que o policial pensa sobre o que está fazendo ali e qual a importância do curso para o seu trabalho. É importante que pare para pensar nisso. Peça que pensem no trabalho deles como policiais escolares e, considerando o que foi dito do curso, escrevam numa filipeta uma palavra que expresse suas expectativas para esses dias. 09

12 Divida os participantes em subgrupos de 6 pessoas e diga que cada um deve apresentar, discutir e justificar suas expectativas para o g rupo. Peça que, a partir das expectativas individuais,elaborem a expectativa do subg rupo. Diga que devem apresentar suas expectativas de maneira criativa na forma de uma música, poesia, mímica, dramatização etc. Informe-os que, após a apresentação de cada grupo, os outros podem dizer o que entenderam e o grupo esclarece ou confirma o que pretendia. Anote em quadro ou flip chart as expectativas apresentadas. Terminadas as apresentações,um dos coordenadores lê tudo o que anotou,confere com o grupo e pede que dêem um título para tudo o que foi anotado. Esse título deve representar as expectativas do grupo como um todo. Comentários Retome a proposta do curso, colocando seus objetivos e diga o que vai ser possível ou não cumprir, considerando as expectativas do grupo. Lembrete Quando os coordenadores detalham o conteúdo do curso e explicitam o que é possível fazer ou não de acordo com as expectativas levantadas,inicia-se a construção de um acordo coletivo que continua quando se faz os combinados. Combinados Lembrete Esse é o momento de estabelecer, com o grupo, algumas regras de convivência necessárias para o desenvolvimento do curso. É importante que sejam discutidas e combinadas coletivamente. Diga ao grupo que vão combinar algumas regras de convivência como: - Horário de início e término das atividades - Se haverá intervalo para café e, se houver, a que horas - Se será permitido fumar dentro da sala - Como será o uso de celular. Essas são algumas sugestões. Vocês podem substituí-las ou incluir regras que considerem necessárias. Pergunte se têm mais alguma sugestão. Em caso positivo, discuta-a com todos. Anote os combinados numa folha de flip chart, leia-os em voz alta e cole a folha na parede para que fique visível a todos. Explique que esses são combinados iniciais que podem ser modificados no decorrer do curso, de acordo com a necessidade, desde que discutidos coletivamente. Leia em voz alta para que todos possam acompanhar. 10

13 Reconhecendo os problemas da comunidade 40 minutos Explique aos policiais que no último dia do curso haverá um debate entre várias pessoas da comunidade e o tema escolhido para discussão sairá do quadro que construirão a seguir. Divida os participantes em subgrupos de 6, aproximadamente. Se houver policiais que atuam em comunidades diferentes,divida-os de acordo com a área de atuação. Peça que cada subgrupo discuta entre si e relate os três principais problemas de sua comunidade relacionados à violência nas escolas. Deve haver consenso entre eles. Uma vez escolhidos os problemas,devem levantar hipóteses sobre sua origem e as possibilidades de solução. Cada subgrupo apresenta seu trabalho e um dos coordenadores deve ir anotando numa folha de papel craft da seguinte maneira: Problemas Origens Soluções Quando o mesmo problema aparecer novamente, não anote, mas se houver origens ou soluções diferentes,coloque-as no quadro. Peça que comentem o trabalho realizado nos subgrupos (por exemplo: se houver dificuldade em decidir quais os principais problemas) e o quadro construído por todos (semelhanças e diferenças entre problemas, origens e soluções etc.) Esse quadro deve ficar exposto durante todo o curso em lugar visível, podendo ser complementado a qualquer momento, durante a primeira semana. Apresentação do material Distribua o Caderno Polícia e Escola,comente e ressalte aspectos importantes. Leitura de texto 5 minutos Diga que no final de cada dia haverá uma recomendação para que leiam os textos correspondentes aos temas trabalhados.explique que poderão ler a apresentação que está na página 3. Fechamento do dia Pergunte ao grupo o que acharam do curso no dia de hoje, se têm sugestões e críticas. 11

14 Avaliação do dia (Humorômetro) 5 minutos Confeccione um cartaz, numa folha de papel sulfite, como o desenho abaixo: Fixe-o na porta, do lado de fora e peça que, ao saírem,coloquem um adesivo no espaço correspondente à expressão que traduza o que acharam do curso no dia de hoje. A legenda pode ser assim: carinha com riso = muito bom; carinha sem riso = mais ou menos; carinha emburrada = ruim. Coordenadores,não fiquem perto do humorômetro. É importante que todos sintam-se à vontade para avaliarem o mais sinceramente possível. O anonimato é fundamental nesse caso. 12

15 Estrutura e organização da escola Segundo encontro (tempo estimado: 3h) Módulo 2 Síntese do dia anterior Pergunte aos participantes o que lembram das atividades do dia anterior. Complemente, se necessário. Pergunte o que acharam do texto que deveriam ler em casa. Aquecimento Sentados em círculo, peça que cada um diga seu nome e uma qualidade que comece com a primeira letra do próprio nome. Se parecerem constrangidos,comecem vocês a atividade. (Ex.Maria/maravilhosa;Edgar/educado;Benedito/benevolente) Como vejo a escola 50 minutos Forme três subgrupos e peça que cada um deles construa um painel representando como vêem a estrutura e organização da escola. Para isso devem usar colagem,pintura, desenho. Feito o painel,diga que cada subgrupo deve apresentá-lo aos demais. Os expectadores,assim como os coordenadores,podem fazer perguntas sobre os cartazes apresentados. Comentários Comentem os painéis apresentados:semelhanças,diferenças, o que mais chama a atenção, a visão que se tem da escola e de seu funcionamento. Observem, com o grupo, se a figura do policial aparece nos cartazes e como. Diga que um pessoa que entende da estrutura e organização da escola irá conversar com eles sobre esse assunto. 13

16 Estrutura e organização da escola 30 minutos Convide uma diretora ou alguém que tenha vivência na escola, contato com policiamento escolar e abertura para discutir esse tema com os PMs. É importante que o conteúdo dessa fala traga informações sobre a estrutura e organização da escola,definição de cargos,funções e a presença do policial na mesma. Comentários 30 minutos Terminada a exposição, incentive o grupo a fazer perguntas,comentários, sugestões. Pergunte se percebem ligação entre os painéis e o conteúdo exposto. Peça que abram o caderno na página 9 e observem a figura 1 estrutura da escola estadual. Pergunte se o quadro se assemelha aos cartazes produzidos,à fala da diretora e à vivência que têm na escola. Comente que nesse quadro não aparece a figura do policial. Considerando o trabalho deles nas escolas, pergunte em que lugar do quadro eles se colocariam. Leitura de texto 5 minutos Peça que leiam,em casa, o texto: Estrutura e organização da escola que está na página 7 do Caderno Polícia e Escola Levantamento de temas para debate Retome o cartaz com os problemas da comunidade relacionados à violência nas escolas, suas origens e soluções. Pergunte se querem acrescentar algum item. Podem acrescentar origens e soluções para os problemas já arrolados,mas se levantarem um novo problema,devem oferecer as possibilidades de origem e soluções,também. 14

17 Fechamento do dia Pergunte ao grupo o que acharam do curso no dia de hoje, se têm sugestões e críticas. Avaliação do dia (Humorômetro) 5 minutos Ao saírem,peça que coloquem um adesivo no espaço cor respondente à expressão que traduza o que acharam do curso no dia de hoje. Legenda:carinha com riso = muito bom; carinha sem riso = mais ou menos;carinha emburrada = ruim. 15

18

19 Violência escolar: mito ou realidade Terceiro encontr o (tempo estimado: 1h 40) Lembrete: Coordenadores, neste encontro serão trabalhados os módulos 3 e 4. Módulo 3 Síntese do dia anterior Pergunte aos participantes o que lembram das atividades do dia anterior. Complemente, se necessário. Pergunte o que acharam do texto que deveriam ler em casa. Aquecimento: como o outro me vê; como o grupo se vê. 20 minutos Como o outro me vê Forme subgrupos com 4 pessoas e diga que se sentem em círculos. Peça que preencham o quadro abaixo com dados do colega sentado à sua direita: Se seu colega fosse uma comida,qual seria? E se fosse um animal? Se fosse um objeto? E se fosse um país? Comida Animal Objeto País Em seguida, peça para cada um apresentar seu quadro no seu subgrupo, justificando as escolhas. Cada subgrupo escolhe uma descrição de que gostou e apresenta para todos. Pode ser um aspecto de cada pessoa do subgrupo. Como o grupo se vê Todos juntos procuram agora descrever o grupo de acordo com o quadro acima. Comentários Pergunte como se sentiram realizando a atividade e como veêm o grupo de acordo com o que descreveram. Fechamento Todos temos um jeito de ser, pontos comuns e divergentes em relação aos outro s.os o u t ros também compõem uma imagem a nosso re s p e i t o, baseada na observação que fazem de nossas ações e também das referências e re p resentações construídas no decorre r de sua vida. Nós fazemos o mesmo. Nem sempre essas imagens c o m b i n a m,mas é i m p o rtante poder conhecê-las. 17

20 Violência escolar: mito e realidade Peça que escrevam numa filipeta a primeira palavra que lembram quando pensam na violência escolar. Monte um painel com as filipetas.nele teremos o imaginário/concepção do grupo sobre o tema. Comentários Pergunte que diferenças e semelhanças percebem no painel e com que freqüência tais ocorrências acontecem. É comum algum fato ser pouco freqüente, porém muito marcante. Pergunte se isso acontece no trabalho deles. A realidade da violência escolar 25 minutos Apresentação de dados da pesquisa realizada pelo Ilanud e Instituto Sou da Paz (páginas 15 e 16 do caderno) e relato de experiência de algum profissional que estude e/ou trabalhe com o tema violência nas escolas. Comentários 25 minutos Facilite a discussão, incentive que façam perguntas e comentários considerando a concepção do grupo sobre o tema, as notícias de jornal e o conteúdo apresentado pelo palestrante. Peça que abram o caderno na página 21 e leiam as notícias em voz alta. Verifique se esses artigos confirmam o que eles falaram sobre violência na escola. Fechamento Os acontecimentos relatados pela mídia não são necessariamente os mais freqüentes, e sim os mais graves.dessa forma,corremos o risco de ver a realidade escolar de maneira muito mais violenta do que realmente é,o que dificulta a percepção de possibilidades de resolução desse problema. E para resolver os problemas é necessário avaliá-los com clareza,discutí-los com os envolvidos (funcionários da escola, familiares,alunos etc) e definir a atuação de cada um. Atenção: Neste encontro será também trabalhado o módulo 4. 18

21 O papel do policial e as imagens construídas Terceiro encontr o (tempo estimado: 1h35) Módulo 4 Apelidos Diga-lhes que, agora,vão refletir a imagem que a população tem do policial. Podemos perceber essa imagem de várias maneiras,uma delas é por meio dos apelidos dados aos policiais. Peça que escrevam numa filipeta um apelido que a população costuma dar aos policiais. Devem escrever o primeiro apelido que lhes vier à cabeça. Assim que todos tiverem escrito, solicite que se levantem e colem a filipeta numa folha de papel pardo que deverá estar colada na parede. Comentários Leia todos os apelidos escritos, verifique as semelhanças e diferenças. Peça que expliquem a origem ou significado de cada apelido. Que imagem de policial aparece nesse quadro? Percebem alguma correspondência entre como são vistos e como gostariam que os vissem? Fechamento Contextualize as perc e p ç õ e s.m o s t re a correspondência entre o que acontece e a imagem que se tem do policial (ou do aluno,da escola) e como a gente participa na constru ç ã o dessa imagem. M o s t re-lhes que apresentamos determinado comportamento em função de uma imagem que temos do adolescente,por exe m p l o, q u e, por sua ve z,reage reforçando a imagem que já temos, e assim cria-se um círculo vicioso. 19

22 Como o policial se vê e é visto 40 minutos Explique que, nesse momento, ouvirão o Rap da PM - Amigo Policial,composto por policiais. Peça que abram o caderno na página 26 para que possam acompanhar a música. Lembrete Rap é um tipo de música, de origem norte americana, que junto com o grafite, o break e a discotecagem (DJ) compõe o movimento hip hop. Rap são as iniciais de rythm and poetry que quer dizer ritmo e poesia. Após ouvir a música, pergunte se gostaram,se concordam com a imagem do policial descrita e se querem comentar mais alguma coisa. Peça que voluntários leiam a letra em voz alta e que o grupo comente estrofe por estrofe. Divida-os em 3 subg rupos e peça que, considerando os apelidos e o rap, reflitam a imagem do policial no policiamento escolar.terão como tarefa responder as seguintes perguntas: 1) Como essas imagens refletem no dia a dia do trabalho deles? 2) Qual a imagem que gostariam de ter? 3) O que é preciso fazer para mudar? Devem escrever as perguntas e suas respostas em folhas de cartolina,com letra grande, para que todos possam ver. Solicite que apresentem a síntese da reflexão por meio de um desenho ou colagem. Comentários Após a apresentação dos cartazes,discuta as respostas apresentadas,sem desconsiderar os pontos levantados por eles,como a importância da mídia,da educação da população etc. Enfatize a importância da participação do próprio policial no processo de mudança de sua imagem. Fechamento Fale que a gente se vê e é visto em relação com os outros.essa percepção interfere nas nossas posturas e ações. É muito difícil mudar uma imagem,mas é possível e cada um de nós tem uma parcela importante de responsabilidade nesse processo. 20

23 Leitura de texto 5 minutos Peça que leiam,em casa,os textos referentes aos temas trabalhados no dia de hoje: Violência escolar: mito e realidade (página 13 - mód.3) e O papel do policial e as imagens construídas (página 23 - mód.4). Levantamento de temas para debate Retome o cartaz com os problemas, origens e soluções. Pergunte se querem acrescentar algum item. Podem acrescentar origens e soluções para os problemas já arrolados,mas se levantarem um novo problema,devem oferecer as possibilidades de origem e soluções,também. Fechamento do dia Pergunte ao grupo o que acharam do curso no dia de hoje, se têm sugestões e críticas. Avaliação do dia (Humorômetro) 5 minutos Peça que coloquem um adesivo na carinha que representa a sua avaliação do dia de hoje. (risonha,séria e mal humorada) 21

24

25 Adolescência e as relações de autoridade Quarto encontro (tempo estimado: 3h10) Módulo 5 Síntese do dia anterior Pergunte aos participantes o que lembram das atividades do dia anterior. Complemente, se necessário. Pergunte o que acharam dos textos que deveriam ler em casa. Aquecimento Imagine Peça para as pessoas ficarem em círculo e mostre a elas um pedaço de madeira de mais ou menos 60 cm de comprimento e 10 cm de largura.esse pedaço de madeira será passado de mão em mão e cada pessoa deve dizer em que pode se transformar esse pedaço de pau,sem repetir as opções. Por exemplo:é um remo, é uma colher de pau,uma bengala, uma vara de pescar etc. Anote as respostas no quadro. Realize duas rodadas,forçando as pessoas a explorar ao máximo todas as possibilidades. Se você não encontrar um pedaço de madeira desse tamanho, improvise com outro tamanho/material. Comentários Um pedaço de madeira pode se transformar em muitas coisas,dependendo do nosso olhar. As pessoas também podem ser vistas de muitos ângulos,que às vezes nos escapam,pois nos acostumamos a olhá-las sempre de determinada maneira. Precisamos treinar nosso olhar para buscar novas perspectivas nos rotineiros fatos da vida e, sobretudo, nas pessoas. Relação policial-adolescente 30 minutos Pergunte ao grupo quais as dificuldades que encontram na relação com os adolescentes e como se sentem frente a elas. Aponte os pontos comuns e pergunte como estão lidando com essas situações. Deixe que a conversa aconteça naturalmente sem a preocupação de dar respostas corretas. Encerre a atividade após,no máximo, 30 minutos de discussão. Sintetize os relatos, destacando a maior dificuldade e o sentimento relacionado a ela. 23

SUGESTÕES DE ATIVIDADES AOS EDUCADORES

SUGESTÕES DE ATIVIDADES AOS EDUCADORES SUGESTÕES DE ATIVIDADES AOS EDUCADORES RESPONDENDO À GARRAFA OBJETIVOS: - Perceber a diversidade de posturas frente ao tema sexualidade humana. - Verificar que a história de vida (religião, educação, valores,

Leia mais

ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO

ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO DOCUMENTOS BÁSICOS: - Cadernos Paebes; - Ata de resultados finais da Escola em 2010; - Guia de Intervenção Pedagógica;

Leia mais

ENCONTRO "PCN EM AÃÃO"

ENCONTRO PCN EM AÃÃO ENCONTRO "PCN EM AÃÃO" RELATO DA PAUTA DO ENCONTRO Cuiabaß - Parte de 5¼ a 8¼ súrie por Caio M. Costa 1 a. dia - Manhã 1 a. parte - todos juntos - Ana Rosa e Rosaura Apresentação dos PCNs Níveis de concretização

Leia mais

SESSÃO 1: Descobrindo Seus Sonhos

SESSÃO 1: Descobrindo Seus Sonhos CURRÍCULO DO PROGRAMA SESSÃO 1: Descobrindo Seus Sonhos Iniciando o currículo do Sonhe, Realize, o objetivo desta sessão é começar estabelecer um espaço seguro e acolhedor para as participantes, começar

Leia mais

NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL NTE VARGINHA PROJETO IDENTIDADE

NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL NTE VARGINHA PROJETO IDENTIDADE Projeto Identidade Quem sou eu??? NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL NTE VARGINHA PROJETO IDENTIDADE ELABORAÇÃO: Míria Azevedo de Lima Bartelega --------------------------------Agosto / 2010 I A Questão

Leia mais

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicas-para-jovens Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos As dinâmicas de grupo já fazem parte do cotidiano empresarial,

Leia mais

Zelo. A Regra de Ouro. Por que ser zeloso? Parceiros atingidos. Zelo - SIM. Zelo - NÃO

Zelo. A Regra de Ouro. Por que ser zeloso? Parceiros atingidos. Zelo - SIM. Zelo - NÃO Exercitando o Caráter 6 a 9 anos Zelo O zelo, ou cuidado, é uma qualidade típica das pessoas de bom caráter. A pessoa zelosa tem cuidado para não prejudicar as outras pessoas e demais seres vivos, nem

Leia mais

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE ACOMPANHAMENTO DE ACADÊMICOS DO PROJETO COMUNITÁRIO DA PUCPR

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE ACOMPANHAMENTO DE ACADÊMICOS DO PROJETO COMUNITÁRIO DA PUCPR PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PUCPR PRÓ-REITORIA COMUNITÁRIA DIRETORIA DE PASTORAL E IDENTIDADE INSTITUCIONAL NÚCLEO DE PROJETOS COMUNITÁRIOS SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA

Leia mais

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE Mesmo não acreditando na Educação Criativa, o professor pode fazer uma experiência para ver o resultado. É o caso da professora deste relato. Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br

Leia mais

SESSÃO 2: Explorando Profissões

SESSÃO 2: Explorando Profissões SESSÃO 2: Explorando Profissões CURRÍCULO DE PROGRAMA Muitas meninas adolescentes (e adultos também) dizem que não tem ideia do que querem fazer com o resto de suas vidas. Embora que algumas meninas sonham

Leia mais

6 Dinâmicas de Grupo para o Dia das Mães

6 Dinâmicas de Grupo para o Dia das Mães Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicasdiadasmaes 6 Dinâmicas de Grupo para o Dia das Mães Apresentamos uma seleção com 6 dinâmicas de grupo para o Dia das Mães, são atividades que podem

Leia mais

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º 18. DICAS PARA A PRÁTICA Orientação para o trabalho A- Conhecimento de si mesmo Sugestão: Informativo de Orientação Vocacional Aluno Prezado Aluno O objetivo deste questionário é levantar informações para

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO. Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz

RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO. Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz 1 RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz Contrato: AS.DS.PV.024/2010 Empresa: SENSOTECH ASSESSORAMENTO

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18).

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18). SUGESTÕES PARA O APROVEITAMENTO DO JORNAL ESCOLAR EM SALA DE AULA 1ª a 5ª série A cultura escrita diz respeito às ações, valores, procedimentos e instrumentos que constituem o mundo letrado. Esse processo

Leia mais

Programa de Incentivo à Leitura Infantil Revista EBD Aprender+ 3º Tri 2015: Reis de Israel

Programa de Incentivo à Leitura Infantil Revista EBD Aprender+ 3º Tri 2015: Reis de Israel O PIL KIDS foi desenvolvido para ajudar na fixação das lições das revistas EBD infantil da Editora Betel de forma lúdica e contém várias atividades semanais elaboradas dentro de uma perspectiva e linguagem

Leia mais

PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA

PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA PROPOSTA DE AÇÃO Sensibilizar os professores sobre a importância de incentivar seus alunos a participarem do Concurso

Leia mais

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE ARAGUAINA SETOR REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO E ENSINO INTEGRAL Sugestão de Planejamento da Semana

Leia mais

Duração: Aproximadamente um mês. O tempo é flexível diante do perfil de cada turma.

Duração: Aproximadamente um mês. O tempo é flexível diante do perfil de cada turma. Projeto Nome Próprio http://pixabay.com/pt/cubo-de-madeira-letras-abc-cubo-491720/ Público alvo: Educação Infantil 2 e 3 anos Disciplina: Linguagem oral e escrita Duração: Aproximadamente um mês. O tempo

Leia mais

Projeto Jovens em Ação

Projeto Jovens em Ação Projeto Jovens em Ação Roteiro para realização de workshops Workshops 2º ano (turmas de 8ª série) - Desenvolvimento Econômico - Entendendo as Diversidades de Pensamento - Meio Ambiente - História do Bem

Leia mais

dicas para usar o celular nas aulas

dicas para usar o celular nas aulas E-book 11 dicas para usar o celular nas aulas Sugestões de atividades com os aplicativos mais básicos e simples de um aparelho Por Talita Moretto É permitido compartilhar e adaptar este material, desde

Leia mais

9 Dinâmicas de Grupo para o início das Aulas Atividades Lúdicas

9 Dinâmicas de Grupo para o início das Aulas Atividades Lúdicas Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicasparaprimeirodiadeaula 9 Dinâmicas de Grupo para o início das Aulas Atividades Lúdicas Apresentamos o especial do site Esoterikha.com e Redemotivacao.com.br

Leia mais

16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO

16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO 16 CARLOS RODRIGUES BRANDÃO 1 a Começa assim Este jogo começa com todos os participantes procurando as PA LAVRAS SEMENTES. E isso não é nada difícil! Basta as pessoas que vão jogar o jogo saírem conversando

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas Manual de Aplicação do Jogo da Escolha Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas 1 1. Como o jogo foi elaborado O Jogo da Escolha foi elaborado em 1999 pelo Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas

Leia mais

PROJETO ANIMAIS. 1. Tema: O mundo dos animais. Área de abrangência: 2. Duração: 01/06 a 30/06. 3. Apresentação do projeto:

PROJETO ANIMAIS. 1. Tema: O mundo dos animais. Área de abrangência: 2. Duração: 01/06 a 30/06. 3. Apresentação do projeto: PROJETO ANIMAIS 1. Tema: O mundo dos animais Área de abrangência: (x) Movimento (x) Musicalização (x) Artes Visuais (x) Linguagem Oral e Escrita (x) Natureza e Sociedade (x) Matemática 2. Duração: 01/06

Leia mais

Serasa Experian e Educação Financeira

Serasa Experian e Educação Financeira Família e Dinheiro FAMÍLIA E DINHEIRO Serasa Experian e Educação Financeira O Programa Serasa Experian de Educação Financeira Sonhos Reais é uma iniciativa que alia o conhecimento em crédito da empresa

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

Tentarei falar o mais próximo possível de uma conversa com um estudante do começo da Graduação em Matemática.

Tentarei falar o mais próximo possível de uma conversa com um estudante do começo da Graduação em Matemática. Não há regras rígidas para um estudo com sucesso. Cada um tem o seu modo de estudar; sozinho ou acompanhado, em casa ou na rua, com ou sem música, são algumas variáveis que podemos experimentar e avaliar

Leia mais

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado pessoas do grupo. Não basta simplesmente analisar cada interpretação possível, é preciso analisar quais as conseqüências de nossas possíveis respostas, e é isso que proponho que façamos de forma racional.

Leia mais

Inglesar.com.br. asasasadsddsçlf

Inglesar.com.br. asasasadsddsçlf 1 Sumário Introdução...04 Passo 1...04 Passo 2...05 Passo 3...05 É possível Aprender Inglês Rápido?...07 O Sonho da Fórmula Mágica...07 Como Posso Aprender Inglês Rápido?...09 Porque isto Acontece?...11

Leia mais

Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria

Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria Autora: Ana Cristina Fonseca Instituição: PUC-Campinas Fonseca.cris@uol.com.br Co -autor 1: Maria Auxiliadora Bueno Andrade

Leia mais

Nós, alunos do 2º A, queremos tratar as pessoas com respeito e amor, estudar com muita dedicação e sempre pensar antes de tomar decisões.

Nós, alunos do 2º A, queremos tratar as pessoas com respeito e amor, estudar com muita dedicação e sempre pensar antes de tomar decisões. Como tratar as pessoas: de uma maneira boa, ajudar todas as pessoas. Como não fazer com os outros: não cuspir, empurrar, chutar, brigar, não xingar, não colocar apelidos, não beliscar, não mentir, não

Leia mais

PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA

PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA COLÉGIO TIRADENTES DA PMMG- BARBACENA PROJETO: REPENSANDO A (IN)DISCIPLINA JUSTIFICATIVA Percebendo que a indisciplina escolar é o problema que mais afeta o bom andamento dos alunos iremos trabalhar com

Leia mais

Objetivo desta Aula. Um tópico a cada vez. Roteiro apresentar tópicos gerais

Objetivo desta Aula. Um tópico a cada vez. Roteiro apresentar tópicos gerais Objetivo desta Aula Apresentar dicas de como preparar apresentações Ronaldo Lopes Oliveira Especialização em Produção de Bovinos DPA/MEV/UFBA 2007 Apresentar dicas de como fazer a apresentação Apresentar

Leia mais

DEVOLUTIVA ESTE JOVEM 2010 - INTERNET

DEVOLUTIVA ESTE JOVEM 2010 - INTERNET DEVOLUTIVA ESTE JOVEM 2010 - INTERNET INTRODUÇÃO Olá pessoal! Antes de começar a análise dos dados queria agradecer a participação de todos que responderam a pesquisa desse ano do projeto Este Jovem Brasileiro.

Leia mais

Dicas. do professor. Eliseu Gabriel. Como estudar? Incentivar a leitura e o estudo é um ato de amor e respeito ao ser humano

Dicas. do professor. Eliseu Gabriel. Como estudar? Incentivar a leitura e o estudo é um ato de amor e respeito ao ser humano Incentivar a leitura e o estudo é um ato de amor e respeito ao ser humano Eliseu Gabriel O vereador e professor Eliseu Gabriel conseguiu aprovar uma Lei para ajudar a despertar o gosto pelo estudo e a

Leia mais

Dicas para você trabalhar o livro Menino brinca de boneca? com seus alunos

Dicas para você trabalhar o livro Menino brinca de boneca? com seus alunos Dicas para você trabalhar o livro Menino brinca de boneca? com seus alunos Caro professor, Este link do site foi elaborado especialmente para você, com o objetivo de lhe dar dicas importantes para o seu

Leia mais

Danilo Nascimento Fundador do Segredos de Concurso www.segredosdeconcurso.com.br

Danilo Nascimento Fundador do Segredos de Concurso www.segredosdeconcurso.com.br Olá, concurseiro! É um grande prazer poder lhe dar algumas dicas básicas a respeito da sua preparação para um Concurso Público. Sei que esse é um grande sonho, e ter a oportunidade de colaborar com a construção

Leia mais

Dominando os Meios de Comunicação

Dominando os Meios de Comunicação Dominando os Meios de Comunicação CORTESIA DE Save the Children Young People s Press Prep. para os Meios de Comunicação Conhecendo os Meios de Comunicação Você deve saber que tipo de entrevista vai dar:

Leia mais

10 segredos para falar inglês

10 segredos para falar inglês 10 segredos para falar inglês ÍNDICE PREFÁCIO 1. APENAS COMECE 2. ESQUEÇA O TEMPO 3. UM POUCO TODO DIA 4. NÃO PRECISA AMAR 5. NÃO EXISTE MÁGICA 6. TODO MUNDO COMEÇA DO ZERO 7. VIVA A LÍNGUA 8. NÃO TRADUZA

Leia mais

LIVRO DO PROFESSOR LIBRAS 1 O ANO 35. Espaços da escola. Encaminhamento

LIVRO DO PROFESSOR LIBRAS 1 O ANO 35. Espaços da escola. Encaminhamento Atividade 9 Espaços da escola Encaminhamento Leve os alunos para conhecer os espaços da escola: sala de leitura, informática, refeitório, quadra de futebol, parque, etc. Peça para os alunos registrarem

Leia mais

Responsabilidade. Responsabilidade - NÃO

Responsabilidade. Responsabilidade - NÃO Exercitando o Caráter 6 a 9 anos Responsabilidade Caráter é o jeito que a gente realmente é. É o modo como agimos quando não há ninguém olhando... As pessoas boas fazem coisas boas, não para ganhar aprovação

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior

Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior C omo este é o mês das crianças, decidi propor para aqueles que estão em busca de autoconhecimento, alguns exercícios que ajudam a entrar

Leia mais

Este e-book é um presente para você, que assistiu à palestra no Congresso de Acessibilidade.

Este e-book é um presente para você, que assistiu à palestra no Congresso de Acessibilidade. Sou Patrícia Arantes, diretora da agência RZT Comunicação e psicanalista. Este e-book é um presente para você, que assistiu à palestra no Congresso de Acessibilidade. A comunicação eficaz se dá por uma

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

Crianças e números. Senso numérico. Vamos fazer uma experiência. Observe as figuras : Onde há mais pessoas? Agora veja estas figuras :

Crianças e números. Senso numérico. Vamos fazer uma experiência. Observe as figuras : Onde há mais pessoas? Agora veja estas figuras : Senso numérico Crianças e números Vamos fazer uma experiência. Observe as figuras : Onde há mais pessoas? Agora veja estas figuras : Em qual dos dois casos foi mais fácil perceber onde há mais pessoas?

Leia mais

Educação para o trânsito

Educação para o trânsito Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino Fundamental Publicado em 2011 Projetos temáticos 5 o ANO Data: / / Nível: Escola: Nome: Educação para o trânsito JUSTIFICATIVA O estudo do tema: Educação

Leia mais

Unidade 1: Em Treinamento

Unidade 1: Em Treinamento FRUTOS-3 DESAFIO Vivendo a Vida com Deus Unidade 1: Em Treinamento Pensar nos Outros x Só Pensar em Si LIÇÃO 1 7-8 Anos HISTÓRIA BÍBLICA Mateus 25.31-46 Nesta lição as crianças vão ouvir uma versão moderna

Leia mais

Buscamos compreender como ocorrem os processos de desenvolvimento humano, organizacional e social

Buscamos compreender como ocorrem os processos de desenvolvimento humano, organizacional e social instituto fonte... Buscamos compreender como ocorrem os processos de desenvolvimento humano, organizacional e social e a arte de neles intervir. Buscamos potencializar a atuação de iniciativas sociais,

Leia mais

ANEXO II VIVÊNCIAS E TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO PARA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO RÁPIDO PARTICIPATIVO URBANO (DRPU)

ANEXO II VIVÊNCIAS E TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO PARA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO RÁPIDO PARTICIPATIVO URBANO (DRPU) ANEXO II VIVÊNCIAS E TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO PARA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO RÁPIDO PARTICIPATIVO URBANO (DRPU) As dinâmicas aqui apresentadas podem e devem ser adaptadas de acordo com os objetivos

Leia mais

Avaliação do clima na escola

Avaliação do clima na escola Avaliação do clima na escola INSTRUÇÕES INICIAIS PARA O GESTOR: Avise que a pesquisa para avaliar o clima da escola é anônima. Não será preciso colocar nome, apenas identificar a qual segmento da comunidade

Leia mais

CAPÍTULO 1 A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES HUMANAS E DO TRABALHO EM EQUIPE

CAPÍTULO 1 A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES HUMANAS E DO TRABALHO EM EQUIPE CAPÍTULO 1 A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES HUMANAS E DO TRABALHO EM EQUIPE Relações Humanas: Aperfeiçoar o atendimento aos clientes é um desafio permanente para qualquer empresa. É uma questão de sobrevivência.

Leia mais

Os 4 passos para ser aprovado no Exame de Certificação PMP

Os 4 passos para ser aprovado no Exame de Certificação PMP Os 4 passos para ser aprovado no Exame de Certificação PMP Andriele Ribeiro 1 Um passo de cada vez. Não consigo imaginar nenhuma outra maneira de realizar algo. Michael Jordan O alcance da certificação

Leia mais

Reunião com pais. Tema: Hábitos de estudo. 1. Objetivos da reunião. 2. Desenvolvimento

Reunião com pais. Tema: Hábitos de estudo. 1. Objetivos da reunião. 2. Desenvolvimento Tema: Hábitos de estudo 1. Objetivos da reunião 1.1. Aprofundar reflexões sobre a necessidade de se criarem hábitos de estudo. 1.2. Compreender que situações e posturas familiares simples tendem a ajudar

Leia mais

Discussão 5. O papel do adulto em um ambiente organizado para incentivar as interações

Discussão 5. O papel do adulto em um ambiente organizado para incentivar as interações O papel do adulto em um ambiente organizado para incentivar as interações No Capítulo 5 da História do Pequeno Reino Uma verdadeira confusão toma conta do castelo, depois que a Rainha cochila. Ao acordar,

Leia mais

PROPORCIONANDO UMA APRENDIZAGEM DINÂMICA E CONTEXTUALIZADA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL MÚSICA

PROPORCIONANDO UMA APRENDIZAGEM DINÂMICA E CONTEXTUALIZADA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL MÚSICA PROPORCIONANDO UMA APRENDIZAGEM DINÂMICA E CONTEXTUALIZADA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL MÚSICA RAVENA FLÁVIA MEDEIROS DE FREITAS, POLIANA SALDANHA DE SOUSA, PATRICIA FERREIRA DOS SANTOS, AIVONEIDE DE OLIVEIRA

Leia mais

APRENDER A ESCREVER. Como ajudar as crianças a se alfabetizar no início da vida escola

APRENDER A ESCREVER. Como ajudar as crianças a se alfabetizar no início da vida escola http://luizsoaresdecassia.blogspot.com.br APRENDER A ESCREVER Como ajudar as crianças a se alfabetizar no início da vida escola Todos os anos, milhares de meninos e meninas do ensino fundamental de todo

Leia mais

Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó

Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó Sumário Sobre a série... 3 Material de apoio... 3 Roteiro para uso dos vídeos em grupos... 4 Orientações para o facilitador... 4 Conduzindo

Leia mais

SUPERAÇÃO JÁ! ETAPA DEterminaÇÃO CADERNO DO ESTUDANTE

SUPERAÇÃO JÁ! ETAPA DEterminaÇÃO CADERNO DO ESTUDANTE Escola de Tempo Integral Experiências Matemáticas 7º ANO (6ª série) SUPERAÇÃO JÁ! ETAPA DEterminaÇÃO CADERNO DO ESTUDANTE Este é um material em construção que contém os capítulos de apoio das atividades

Leia mais

Comece o quanto antes! Logo que receber seu kit Mary Kay, experimente todos os produtos, pratique em você mesma. Inclua tudo na sua rotina diária.

Comece o quanto antes! Logo que receber seu kit Mary Kay, experimente todos os produtos, pratique em você mesma. Inclua tudo na sua rotina diária. POR ONDE COMEÇAR??? 1. Comece o quanto antes! Logo que receber seu kit Mary Kay, experimente todos os produtos, pratique em você mesma. Inclua tudo na sua rotina diária. Vai ganhar confiança, aprender

Leia mais

SENTIR 3. TEMPO 15-20 minutos TIPO DE TEMPO contínuo

SENTIR 3. TEMPO 15-20 minutos TIPO DE TEMPO contínuo COMO USAR O MATERIAL NAS PÁGINAS A SEGUIR, VOCÊ ENCONTRA UM PASSO A PASSO DE CADA ETAPA DO DESIGN FOR CHANGE, PARA FACILITAR SEU TRABALHO COM AS CRIANÇAS. VOCÊ VERÁ QUE OS 4 VERBOS (SENTIR, IMAGINAR, FAZER

Leia mais

Na sala de aula com as crianças

Na sala de aula com as crianças O CD Rubem Alves Novas Estórias, volume 3, abre novas janelas de oportunidade para quem gosta da literatura. Através do audiolivro podemos apreciar encantadoras histórias e deixar fluir a imaginação. Rubem

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS ESCOLA DE FORMAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL - EFETI PROJETO SEMESTRAL. EMEF Prof.ª Ignêz Sagula Fossá

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS ESCOLA DE FORMAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL - EFETI PROJETO SEMESTRAL. EMEF Prof.ª Ignêz Sagula Fossá EMEF Prof.ª Ignêz Sagula Fossá NOME DO PROFESSOR: Andréia Roque Vizinho Gonçalves EIXO : M.E.L. ATELIÊ: Brincadeiras de Rua SEMESTRE: Primeiro ANO: 2013 Tema do Projeto: Brincadeiras de Rua Nome do Projeto:

Leia mais

PESQUISA MAIORIDADE PENAL

PESQUISA MAIORIDADE PENAL PESQUISA MAIORIDADE PENAL OBJETIVOS Entender o pensamento da população do Rio sobre a redução da maioridade penal; Saber se ela é favorável a mudança das penalidades aplicadas ao menor infrator; Buscar

Leia mais

A Ética e o Idoso: Comemorando o Dia Internacional da Terceira Idade.

A Ética e o Idoso: Comemorando o Dia Internacional da Terceira Idade. Ministério da Educação Início do Conteúdo A Ética e o Idoso: Comemorando o Dia Internacional da Terceira Idade. Autor e Co-autor(es) Autor Fátima Rezende Naves Dias UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA

Leia mais

O Trabalho Coletivo na Escola

O Trabalho Coletivo na Escola O Trabalho Coletivo na Escola Profa. Dra. Myrtes Alonso 1. A gestão da escola: uma relação pedagógico-administrativa Antes de ingressarmos propriamente no tema enunciado, devemos ter bem claro os modernos

Leia mais

Puzzle de Investigação

Puzzle de Investigação Atividades: Puzzle de Investigação Nivel de ensino: 9º, 10º, 11º e 12º Duração: 30 min de preparação + 30 minutos de atividade Objetivos: Figura 1- Esquema acerca do processo de investigação Compreender

Leia mais

Orientações de Como Estudar Segmento II

Orientações de Como Estudar Segmento II Orientações de Como Estudar Segmento II Aprender é uma tarefa árdua que exige esforço e método e por isso organizamos algumas dicas para ajudá-lo(la) a aprender Como Estudar! Você verá que as orientações

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM

ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM Anastasiou (2004) propõe: Aula expositiva dialogada: ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM A exposição oral centrada no professor e na lógica dos conteúdos pode ser substituída pela chamada aula dialogada,

Leia mais

NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE...

NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE... NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE... Cintia Cristina de Castro Mello EMEF Alberto Santos Dummont RESUMO Este relato apresenta o trabalho desenvolvido no EMEF Alberto Santos Dumont, com as turmas 1ª e 3ª séries

Leia mais

Indice. Bullying O acaso... 11

Indice. Bullying O acaso... 11 Indice Bullying O acaso... 11 Brincadeira de mau gosto. Chega! A história... 21 O dia seguinte... 47 A paixão... 53 O reencontro... 61 O bullying... 69 9 Agosto/2010 O acaso Terça-feira. O sol fazia um

Leia mais

Pesquisas e seminários Como fazer?

Pesquisas e seminários Como fazer? +++ + COLÉGIO DOS SANTOS ANJOS Avenida Iraí, 1330 - Planalto Paulista - Telefax: 5055.0744 04082-003 - São Paulo - e-mail: colsantosanjos@colegiosantosanjos.g12.br Site: www.colegiosantosanjos.g12.br Q

Leia mais

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo Produzindo e divulgando fotos e vídeos Aula 1 Criando um vídeo Objetivos 1 Conhecer um pouco da história dos filmes. 2 Identificar a importância de um planejamento. 3 Entender como criar um roteiro. 4

Leia mais

Relatório de atividades Socioambientais

Relatório de atividades Socioambientais Relatório de atividades Socioambientais Ação 1: Apresentação da programação da Feira do Empreendedor 2014 às instituições da comunidade do entorno do SESI. Realização: Amazônia Socioambiental Equipe Técnica

Leia mais

Anexo 1: Jogos da dramatização e exercícios

Anexo 1: Jogos da dramatização e exercícios Anexo 1: Jogos da dramatização e exercícios Charadas Charadas é um jogo relativamente famoso em alguns lugares. Pode ser jogado de forma sentação de um tema por um indivíduo ou por um grupo. jogo. Eles

Leia mais

Aprender brincando e brincar aprendendo: zero a três anos

Aprender brincando e brincar aprendendo: zero a três anos Aprender brincando e brincar aprendendo: zero a três anos Brincadeiras são peças fundamentais na engrenagem da Educação Infantil. Não se trata de apenas distrair as crianças. Brincar contribui para o desenvolvimento

Leia mais

A fantástica máquina dos bichos

A fantástica máquina dos bichos A fantástica máquina dos bichos Texto: Ruth Rocha Ilustrações: Jean Claude R. Alphen Elaboração Anna Flora Brincadeira 1: Uma máquina fantástica Aviso: O início deste livro faz uma referência aos personagens

Leia mais

Projeto Timóteo. Como Implantar um Programa de. Ação Social na Sua Igreja. Apostila do Orientador

Projeto Timóteo. Como Implantar um Programa de. Ação Social na Sua Igreja. Apostila do Orientador Como Implantar um Programa de Ação Social na Sua Igreja www.projeto-timoteo.org Projeto Timóteo Apostila do Orientador 1 Como Implantar um Programa de Ação Social na Sua Igreja www.projeto-timoteo.org

Leia mais

IGREJA PENTECOSTAL DO EVANGELHO PLENO Ministério de Avivamento Mundial Maranatha

IGREJA PENTECOSTAL DO EVANGELHO PLENO Ministério de Avivamento Mundial Maranatha TREINAMENTO DE PROFESSORES DA ESCOLA BÍBLICA INFANTIL Provérbios 22: 6 Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele. Objetivos da EBD Infantil: A EBD infantil

Leia mais

SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação

SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação CURRÍCULO DO PROGRAMA SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação Para muita gente, os sonhos são apenas sonhos. Não levam necessariamente a ações diretas para transformar tais sonhos em realidade. Esta

Leia mais

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugerimos, para elaborar a monografia de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), que o aluno leia atentamente essas instruções. Fundamentalmente,

Leia mais

Superposição de ideias em física ondulatória

Superposição de ideias em física ondulatória UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Instituto de Física Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física Mestrado Profissional em Ensino de Física Superposição de ideias em física ondulatória Manoel Jorge

Leia mais

Marketing Digital de resultado para PMEs. Monitoramento na Internet A arma competitiva das pequenas e médias empresas

Marketing Digital de resultado para PMEs. Monitoramento na Internet A arma competitiva das pequenas e médias empresas Monitoramento na Internet A arma competitiva das pequenas e médias empresas 1 Sumário I II V Porque monitorar? O que monitorar? Onde monitorar? Como engajar? 2 Por que Monitorar? 3 I II V Nas mídias sociais

Leia mais

Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita!

Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita! Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita! Hum, essa não é uma novidade. As outras também eram de certa forma inéditas, uma vez que o layout era baseado na estrutura dos Gurus, mas vamos lá,

Leia mais

Como Começar a Usar o PECS

Como Começar a Usar o PECS Como Começar a Usar o PECS PASSO 1 - As instruções que me foram dadas pela professora com treinamento no Teacch e pela fonoaudióloga da primeira escola que meu filho freqüentou são as seguintes: Eu deveria

Leia mais

A Técnica de Grupos Focais para Obtenção de Dados Qualitativos

A Técnica de Grupos Focais para Obtenção de Dados Qualitativos 1 www.tecnologiadeprojetos.com.br Instituto de Pesquisas e Inovações Educacionais www.educativa.org.br A Técnica de Grupos Focais para Obtenção de Dados Qualitativos (Publicação interna) Maria Elasir S.

Leia mais

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula José Manuel Moran A seguir são apresentadas sugestões de utilização de vídeo, CD e DVD. Vídeo como produção Como documentação, registro de eventos, de aulas,

Leia mais

PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA

PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA 1. IDENTIFICAÇÃO PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA Elaborado pelos jovens, participantes da COJEDF de 2004 Executante: Diretoria de Infância e Juventude/DIJ da Federação Espírita do Distrito Federal/FEDF Previsão

Leia mais

Regras de Convivência Documentos Básicos (Última Revisão em agosto de 2009)

Regras de Convivência Documentos Básicos (Última Revisão em agosto de 2009) Regras de Convivência Documentos Básicos (Última Revisão em agosto de 2009) Rua Capistrano de Abreu, 29 Botafogo 2538-3231 Rua Conde de Irajá, 224 Botafogo 2538-3231 Rua Marques, 19 Humaitá 2538-3232 www.sapereira.com.br

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Secretária de Educação Especial Claudia Pereira Dutra MINISTÉRIO

Leia mais

Projetos 2013. Turmas: Maternal e Mini Maternal PROJETO AMIZADE. Justificativa

Projetos 2013. Turmas: Maternal e Mini Maternal PROJETO AMIZADE. Justificativa Projetos 2013 Turmas: Maternal e Mini Maternal Justificativa PROJETO AMIZADE Devido aos constantes conflitos e preconceitos que se encontram e que presencia-se no dia a dia das crianças no seu meio social,

Leia mais

Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei

Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei O velho testamento está cheio de histórias que Deus nos deu, espantosas e verdadeiras.

Leia mais

VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG

VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG Um cacique kaingang, meu amigo, me escreveu pedindo sugestões para desenvolver, no Dia do Índio, o seguinte tema em uma palestra: "Os Valores Culturais da Etnia Kaingáng".

Leia mais

VEJA 50 ESTRATÉGIAS SIMPLES DE MARKETING PARA ADVOGADOS

VEJA 50 ESTRATÉGIAS SIMPLES DE MARKETING PARA ADVOGADOS VEJA 50 ESTRATÉGIAS SIMPLES DE MARKETING PARA ADVOGADOS João Ozorio de Melo Todo advogado tem de despertar o marqueteiro que existe dentro dele mesmo. Se não há recursos para investir em serviços profissionais

Leia mais

:: NOVA ESCOLA ON-LINE ::

:: NOVA ESCOLA ON-LINE :: Page 1 of 7 Planos de aula Educação Infantil Conhecimento de Mundo Natureza e Sociedade Seres Vivos Plano de trabalho O ovo vira pinto Introdução Muito freqüentemente, o trabalho com as ciências naturais,

Leia mais

Relato de aplicação de PBL em turma de pós-graduação. Disciplina Inteligência Competitiva Prof. Alexandre Salvador.

Relato de aplicação de PBL em turma de pós-graduação. Disciplina Inteligência Competitiva Prof. Alexandre Salvador. Relato de aplicação de PBL em turma de pós-graduação Disciplina Inteligência Competitiva Prof. Alexandre Salvador 1º Semestre 2015 A. Contexto e motivação Em 2014 me juntei à ESPM para lecionar a disciplina

Leia mais