como uma região cujo índice de imobiliária

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1 9.1.3 VEGETAÇÃO EISTENTEE Este Estudo de Viabilidade Ambiental (EVA) das Galerias Complementares dos Córregos Sumaré e Água Preta, localizados na zona oeste do município de São Paulo, emm relação a vegetação insere-se em região onde a cobertura primitiva predominante correspondia ao bioma Floresta Ombrófila Densa Atlântica, ou simplesmentee Mata Atlântica. Desde o início da ocupação até a atualidade, o município de São Paulo, sofreu um processo de urbanização e desenvolvimento intenso, acarretando em intensa transformação do território, uma das consequências deste processo foi a supressão de grande parte p da vegetação. A região da AID deste empreendimento, localiza-se em uma área complemen ta urbanizada e antropizada. Cabe aqui destacar que, a vegetação de áreas urbanas, como esta inserida nesta região possibilita a redução da aridez de áreass urbanas, possibilitando um conforto ambiental aos pedestres, habitantes, ao mesmo tempo em que contribui para a melhoria daa qualidade do ar e da redução da temperatura de superfície. Desta forma, entre os aspectos positivos relacionados a existência de vegetação em áreas urbanas, destacam-se: equilíbrio do índice de umidade do ar, filtração do ar, valorização paisagística daa região onde esta inserida, conforto térmico para a população, entre outros. Para composição do diagnóstico da vegetação da AID foram utilizados dados primários obtidos nas observações em campo e dados secundários, levantadoss nas revisões bibliográficas da literatura especializada disponível. Registra-se que o sistema de classificaçãc ão sistemática adotadoo foi o de APGII, de 2003, conforme apresentado por Souza & Lorenzi (2005). Por se tratar de uma região muito antropizada, o município de São Paulo, apresenta-se como uma região cujo índice de impermeabilização do solo é muito alto e definitivamente tão carente de áreas verdes, sofre ainda com os hiatos legislativos que permitem à especulação imobiliária desenfreada avançar sobre os interesses comunitários ou públicos/ambientais (Jordão 2007). Apesar do Distrito de Perdizes apresentar-s se bem arborizado emm relação a outros distritos, não é o cenário que se observa de uma maneira geral na região administrativa da subprefeitura da Lapaa (obs. pess. EIA/RIMAA - OUCAB). De acordo, com informações disponibilizadas em estudos executados por órgãos ambientais do Município de São Paulo (SÃO PAULO, 2004) indicam que 48% de seu território apresentam-see carente em arborização e áreas verdes. Destacam-se dentro do município m porções territoriais com concentração de vegetação, entre as quais, o extremo norte doo município e o sul. De qualquer forma, dados do Atlas Ambiental do Município de São Paulo (SÃOO PAULO, 2004) indicam que na AID a vegetação restringe-se ao Parque Dr. Fernando Costa, praças municipais e a arborização o viária, além de indivíduos arbóreos isoladoss em terrenos particulares (Raimundo 2006). A região da AID, objeto deste EVA, apresentou seu desenvolvimento associado a ocupaçãoo industrial lindeira a linha férrea, este tipo dee ocupação contribuiu significativas amente paraa a redução da vegetação, pois caracteriza-se a linha férrea f em quadras maiores e a porção p ao sul da linha férrea, em quadras menores, como maior quantidade de arborização nas calçadas. por um parcelamento do solo, em parte da região, entre a marginal do rio Tietê A partir da década de 40, o perfil de São Paulo como metrópole industrial consolidou-se definitivamente. Na década de 70 a concentraçãoo de rendaa intensificou-se e a lógica da construçãoo da cidade passou pelo deslocamento das centralidade es associado à exclusão territorial dos mais pobres, estee processo de ocupação torna-se particularmente perverso para a cobertura vegetal ainda existente, esteja ela localizadaa tanto em áreas públicas quantoo particulares. 1000

2 Desta forma, apesar da carênciaa de dadoss sistematizados sobree a evoluçãoo das áreas verdes, é notório que ao longo das últimas décadas tem ocorrido uma redução significativa da vegetação, influenciando brutalmente a qualidade de vida da metrópole (Jordão 2007). De acordoo com o mesmo autor, nas áreas urbanizadas, as áreas á verdes restringem-se aos parques e praças municipais e a escassa arborização viária; e por conjuntos ou espécimess isolados em terrenos particulares. O Quadro apresenta alguns indicadores ambientaiss da região administrativa da subprefeitura da Lapa, que também engloba os distritos da Barra Funda e Perdizes, e dados comparativos dos mesmos indicadores paraa o município de São Paulo. P Quadro Indicadores ambientais s da região administrativa da Lapa Tipo de indicador Região daa Lapa Município de São Paulo Cobertura vegetal (km²) Taxa de cobertura vegetal (%) Quantidade de Parques Área de parques municipais (km²) Quantidade de áreas de proteção ambiental (APAs) Área de proteção ambiental (km²) 3,31 12, ,11 0 0,00 760,14 73, , ,17 Fonte: Indicadores ambientais - Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente PMSP 2003 O autor Kliass (1999 apud Jordão 2007) explana que a importância de um Parque Urbano numa região tão central, como o Parque Dr. Fernando Costa é inestimável, sendo que sua função social será determinada pelo uso daquele que o freqüenta, já que os cidadãos usufruem e fazem uso da área do Parque de diferentes maneiras, variando desde práticas esportivas, área de recreação, recinto de exposiçõess e feiras-livre. O Parque Dr. Fernando Costa é a maior área verde arborizada urbana presente dentro dos limites do perímetro da AID da Operação Urbanaa Água Branca. Apesar de Raimundo (2006) enfatizar que áreass verdes urbanas compostas por flora exótica, não conseguem dar sustentação paraa uma população mínima viável da fauna, pelo contextoo em que see insere a atual paisagem da AID, com características estritamentee urbanas, entende-se que o Parque P Dr. Fernando Costa têm grande relevância para todo o contexto paisagístico, ambiental e social daa região onde ele está inserido, propiciando uma verdadeira ilha verde em meio ao aglomerado urbano dos Distritos de Perdizes e Barra Funda. Parque Dr. Fernando Costa Mais conhecido como Parque Água Branca ( E/ S) foii criado em 1905, na Freguesia da Água Branca, pela prefeituraa da Cidade de São Paulo, tendo sua administração transferidaa para o governo do Estado (Secretaria da Agricultura e Abastecimento) em 1929, quando passou a chamar-se Dr. Fernandoo Costa. A finalidade era abrigar órgãos de pesquisa agropecuária, associações de criadores, promover leilões e exposições de animais e provas zootécnicas. O Parque é a única área verdee relevantee da região Oeste da capital, possuindo uma área total de m², sendo ,66 m² não pavimentados e não edificados; m² de área edificada e ,7 m² de área pavimentada (ruas, alamedas e pátios) e abrigaa elementos faunísticoss e florísticos (nativos e exóticos) ). Foi revitalizado e tombado em 1996 comoo bem cultural, histórico, arquitetônico, turístico, tecnológico e paisagístico, pelo CONDEPHAAT, 101

3 com o objetivo de garantir a preservação de uma paulistana (Martins 1991 apud Silva et al. 2006). importantee área verde para a populaçãoo A Tabela apresenta a lista de espécies encontradas nesta área verde, destaca-se que nesta listagem são apresentadass espécies nativas e exóticas, sendo que muitas delas, mesmo as nativas, foram plantadas. Atualmente são listadas pelo menos 130 espécies vegetais no Parque da Água Branca, indicando boa diversidade e na área. Tabela Lista de espécies vegetais no Parque Dr. Fernandoo Costa - bibliografia Família Espécie Agavaceae Furcrae selloa marginata Anacardiaceae Schinus terebinthifolius Anacardiaceae Mangifera indica Annonaceae ylopia brasiliensis Apocynaceae Plumeria acutifoliaia Apocynaceae Aspidosperma polyneuron Araceae Monstera deliciosa Araceae Dizygotheca sp. Araceae Philodendron selloum Araliaceae Dizygotheca sp. Araliaceae Schefflera actinophylla Araucariaceae Araucaria heterophylla Araucariaceae Araucaria bidwilliii Berberidaceae Nandina domestica Bignoniaceae Spathodea campanulata Bignoniaceae Tabebuia sp. Bignoniaceae Jacaranda mimosaefolia Bignoniaceae Tabebuia sp. Bignoniaceae Tabebuia sp. Bignoniaceae Tabebuia sp. Bignoniaceae Tabebuia impetiginosa Bixaceaee Bixa orelana Bombaceae Chorisia speciosaa Bombaceae Pseudobombax grandiflorum Bombaceae Bombacopsis glabra Casuarinaceae Casuarina equisetiolia Cecropiaceae Cecropia pachystachya Cecropiaceae Cecropia hololeuca Combretaceae Terminalia catappa Cupressaceae Cupressus pyramidalis Cupressaceae Cupressus semprevires Cupressaceae Cunninghamia lanceolata Ericaceae Rhododendron indicum Euphorbiaceae Euphorbia pulcherrima Euphorbiaceae Codiaeum variegatum Euphorbiaceae Acalypha wilkesiana Fabaceae (Leguminosae) Caesalpinia peltophoroides Fabaceae (Leguminosae) Caesalpinia echinata Fabaceae (Leguminosae) Caesalpinia ferreaa var. leiostachya Nome Popular Falso Agave Aroeira Mangueira Pindaíba Jasmim Manga Peroba Costela de Adãoo Arália Guaimbê Falsa Arália Brassaia Pinheiro de Norfolk Bunia-bunia Nandina Espatódia Ipê Amarelo A Jacarandá Mimoso Ipê Roxo R Ipê Rosa R Ipê Ipê Roxo R Urucum Paineira Imbiruçu Castanha Maranhão Casuarina Embaúba Embaúba brancaa Chapéu de Sol Cipreste Cipreste Cunningamia Azaléia Bicoo de Papagaio Croton Acalifa Sibipiruna Pau Brasil Pau-ferro Nº total de indivíduos

4 Família Espécie Fabaceae (Leguminosae) Erythrina speciosa Fabaceae (Leguminosae) Centrolobium tomentosum Fabaceae (Leguminosae) Tipuana tipu Fabaceae (Leguminosae) Cassia ferrugineaa Fabaceae (Leguminosae) Cassia fistula Fabaceae (Leguminosae) Holocalyx balansae Fabaceae (Leguminosae) Caesalpinia pulcherrima Fabaceae (Leguminosae) Caliandra sp. Fabaceae (Leguminosae) Bauhinia spp. Fabaceae (Leguminosae) Inga sp. Fabaceae (Leguminosae) Cyclobium vecchii Fabaceae (Leguminosae) Schizolobium parahyba Fabaceae (Leguminosae) Anadenanthera sp. Fabaceae (Leguminosae) Delonix regia Fabaceae (Leguminosae) Cassia javanica Fagaceae Castanea vesca Graminae Dendrocalamus giganteus Graminae Bambusa sp. Graminae Bambusa vulgariss Graminae Phillostachys nigra Lauraceae Persea americanaa Lauraceae Cinnamomum canflora Liliaceaee Dracena sp. Liliaceaee Yucca elephantipes Liliaceaee Cordilyne terminalis Magnoliaceae Magnolia grandiflora Magnoliaceae Michelia champaca Malpighiaceae Malpighia glabra Malvaceae Malvaviscus mollis Malvaceae Hibiscus rosa sinensis Melastomataceae Tibouchina granulosa Meliaceae Cedrela fissilis Meliaceae Guarea guidonia Moraceae Ficus retusa var. nitida Moraceae Morus nigra Moraceae Ficus elastica Moraceae Ficus microcarpa Moraceae Ficus guaranitica Musaceae Heliconia sp. Musaceae Musa sp. Myrtaceae Psidium guajava Myrtaceae Eugenia uniflora Myrtaceae Eucalyptus sp. Myrtaceae Eugenia pyriformis Myrtaceae Syzygium jamboss Myrtaceae Eugenia sprengelii Myrtaceae Myrciarie trunciflora Myrtaceae Eugenia involucrata Nyctaginaceae Bougainvillea glabra Ochnaceae Ochna serrulata Nome Popular Eritrina Candelabro Araribá Tipuana Canafístula Cássia Imperial Alecrim de Campinas Leucena Caliandra Pataa de vaca Ingáá Louveira Guapuruvú Angico Branco Flamboyant Cassia de java Castanha Portuguesa Bambu gigante Bambu Verde Médio Bambu Amarelo o Bambu Negro Abacateiro Canela Dracena Iucaa Elefante Cordiline Magnólia Brancaa Magnólia Amarela Acerola Malvabisco Hibisco Quaresmeira Cedro Rosa Marinheiro Figueira Benjamim Amoreira Falsa Seringueira Ficus Benjamim Falso Ficus Mata-pau Heliconia Bananeira Goiabeira Pitangueira Eucalipto Uvaieira Jambeiro Eugênia Jaboticabeira Cerejeira do Rioo Grande Primavera Ocna Nº total de indivíduos

5 Família Oleaceaee Oleaceaee Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Palmae Pandanaceae Pinaceaee Pinaceaee Pittosporaceae Pittosporaceae Platanaceae Polygonaceae Proteaceae Rhamnaceae Rosaceae Rosaceae Rubiaceae Rubiaceae Rubiaceae Rubiaceae Rutaceaee Rutaceaee Salicaceae Sapotaceae Sapotaceae Sapotaceae Sapotaceae Sterculiaceae Taxodiaceae Theaceae Espécie Ligustrum lucidumm Ligustrum sinensee Attalea dubia Caryota urens Livinstona chinensis Chrysalidocarpuss lutescens Archontophoenix cunninghamiana Phoenix reclinata Washingtonia sp. Sabal palmetto Rhapis excelsa Syagrus romanzoffiana Phoenix roebelinii Roystonea oleraceae Euterpe edulis Phoenix canariensis Pandanus utilis Pinnus sp. Pinnus elliotis Pittosporum undelatum Pittosporum toribaa Platanus sp. Triplaris brasilianaa Grevillea robusta Hovenia dulcis Eriobotrya japonica Pyracantha ciccinea Coffea arabica Genipa americanaa Psychotria carthagenensis Coffea devevrei Citrus sp. Murraya exotica Salix babylonica Não-identificada Pouteria torta Chrysophyllum gonocarpum Achras sapota Dombeya tiliifolia Cryptomeria japonica Camellia japonicaa Nome Popular Alfeneiro Ligustro Variegata Palmeira Indaiá Palmeira Rabo-de-Peixe Palmeira Leque Areca bambu Palmeira Seafortia Tamareira de Jardim Washingtonia Palmeira Sabal Rápis Jerivá Tamareira Anã Palmeira Imperial Palmito Jussara Tamareira das Canárias Pândano Pinheiro Pinheiro Pau Incenso Pitósporo Plátano Pau Formiga Grevilha Uva Japonesa Nespereira Picaranta Caféé Genipapo Caféé do campo Caféé gigante Limoeiro Falsa Murta Chorão Canelinha Pouteria Aguaí -- Astrapéia brancaa Pinheirinho Japonês Camélia Nº total de indivíduos Total Fonte: Anexo 1 Jordão, M A Impacto da urbanização nos ecossistemas representativos locais de áreas verdes essenciais para a proteção dos recursos hídricos Operação Urbana Água Branca. - Parque daa água branca, adaptado EIA/RIMA Outras áreas verdes inseridass na AID deste empreendimento estão descritas a seguir e apresentadas no Quadro e as espécies identificadas no n Quadro , para melhor caracterização das mesmas são apresentadas fotos das principais áreas. 104

6 Quadro Demais Áreas verdes identificadas na n AID Localidade Coordenadaa (UTM) Córrego Pacaembu E/ S Córrego Quirino dos Santos E/ S Córrego Água Brancaa E/ S Centro de Treinamento do São Paulo Futebol E/ S Clube e da Sociedadee Esportiva Palmeiras Quadro Espéciess da vegetação de porte arbóreoo registrado nas áreas verdes identificadas na AID Família/ /Espécie Nome Vulgar Nat/Exx CPU CQS CAB CTS Gimnospermae Cycadaceae Cycas sp. Cupressaceae Thuja occidentalis L. Pinaceae Pinus sp. Angiospermae Anacardiaceae Schinus terebinthifolius Mangifera indica Araliaceae Schefflera actinophylla Arecaceae Dypsis lutescens Roystonea oleracea Phoenix sp. Bignoniaceae Spathodea nilotica Jacaranda mimosaefolia Tabebuia pentaphylla Euphorbiaceae Euphorbia cotinifolia Ricinus communis Fabaceae Bauhinia variegata Caesalpinia echinata Caesalpinia peltophoroides Enterolobium contortisiliquum Tuia-do-Canadá Pinheiro Aroeira-pimenteira Mangueira Cheflera Areca-bambú Palmeira-imperial Espatódea Jacarandá-mimoso Ipê-rosa Leiteiro-vermelho Mamona Pata-de-vaca Pau-Brasil Sibipiruna Ex Ex Ex Nat. Ex. Ex. Ex. Ex. Ex. Ex. Ex. Ex. Ex. Ex. Nat. Nat. Nat Leucaena leucocephala Tipuana tipu Lauraceae Persea americana Malpighiaceae Malpighia emarginata Malvaceae Ceiba speciosa Melastomataceaee Tibouchina granulosa Meliaceae Melia azedarach Moraceae Ficus benjamina Leucena Tipuana Abacateiro Acerola Paineira Quaresmeira Santa-bárbaraa Figueira Ex. Ex. Ex. Ex. Nat. Nat. Ex. Ex. 105

7 Família/ /Espécie Morus nigra Musaceae Musa sp. Myrtaceae Eucalyptus sp. Eugenia uniflora Psidium guajava Poaceae Bambusoideae N.I. Oleaceae Ligustrum lucidum Rosaceae Eriobotrya japonica Rubiaceae Coffea sp. Urticacea Cecropia sp. Nome Vulgar Amora Bananeira Eucalipto Pitanga Goiabeira Alfeneiro Nêspera Cafeeiro Embaúba Nat/Exx CPU CQS CAB Ex. Fonte: EIA RIMA Operação Urbana Consorciada Água Brancau); Legenda: Ex (exótica), Nat (nativa), CPU (córrego Pacaembu), CQS (córego Quirino dos Santo), CAB (córrego Água Branca), CTS (centros de treinamento t S.E.P. e S.P.F.C.) ). - Córrego Pacaembu: após trecho canalizado por via subterrânea, noo cruzamento entre a avenida Abraão Ribeiro e rua Padre Luís Alves de Siqueira, o córrego corree a céu aberto sentido SE NW, onde se observa presença de pequeno fragmento de vegetação v ciliar de porte arbóreo. Os indivíduos atingem até 8 metros de altura com formação dee dossel, e ao longo deste curso d água foram identificadas 15 espécies arbóreas, das quais 7 são consideradas nativas (Quadro ). Destaca-se que muitas espécies registradas têm grandee potencial para atração de aves, como a embaúba, aroeira-pimenta, e as frutíferas amoreiras, pitangueira e goiabeira. Cabe aqui que, na área não se observou sub bosque, lianas, epífitas, presença de serrapilheira em meio a gramíneas e herbáceas, presença de entulho e principalmente sacolas plásticas que se encontravam depositadas nos estratos inferiores de algumas árvores (entre 0,8 e 1,0 metro acimaa do solo, aproximadamente), provavelmente devido à variação do nível da água do córrego. Nat. Ex. Nat. Nat. Ex. Ex. Nat CTS Vegetação Ciliar identificada nas margenss do Vegetação Ciliar identificada nas margens do córrego Pacaembu (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). córrego Pacaembu (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). 106

8 Córrego Pacaembu - drenagem a céu aberto após trecho canalizado por via subterrânea (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). Córrego Pacaembu - drenagem a céu aberto após trecho canalizado por viaa subterrânea (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). - Córrego Quirino dos Santos: após trecho canalizado por via subterrânea, cruza a avenidaa Marquês de São Vicente sentido S - N, e corre a céu aberto. A Cobertura vegetal presente nas margens do Córrego Quirino dos Santos está representada por uma fitofisionomia de vegetação em estágio Pioneiro com presença abundante de indivíduos arbóreos isolados de espécies nativas e exóticas, portanto, trata-se de uma formação pioneira com características secundárias s associadass a intervenções antrópicas. A flora é constituída por gramíneas, asteráceas e leguminosas, sendo basicamente ruderais ou invasoras de cultura. Além de bananeiras (Musaa paradisiaca). Como espécies arbustivas e arbóreas mais comuns foram observadas Solanum sp., assa-peixee (Vernonia polyanthes), goiabeira (Psidiumm guajava), leucena (Leucaena leucocephala), amoraa (Morus nigra), além de indivíduos arbóreoss isolados. Todas as espécies arbóreas listadas atraem a avifauna, favorecendo as espécies frugívoras comoo sanhaços, sabiás e bem-te-vis, no entanto neste locall há predomínio de gramíneas e herbáceas. Na região interna ao Play Center observa-se a presença de indivíduos arbóreos de grande porte representados por paineira (Ceiba speciosa), tipuana (Tipuana tipu),, Ipê-rosa (Tabebuiaa heptaphylla), mangueira (Mangifera indica), além de vários indivíduos de falsa-seringueira (Ficuss elastica). De maneira geral, conclui-se que a composição florística dessas áreas apresenta uma riqueza específica relativamente baixa, havendo dominância de poucass espécies herbáceas, que lhes confere aspecto homogêneo. 107

9 Bananeira e Vegetação Ciliar identificada nas margens do córrego Quirino dos Santos Vegetação Ciliar identificada nas margens do córrego Quirino dos Santos Aspecto da vegetação no trecho externa margens do Córrego Quirino dos Santos. nas Adensamento dee bananeiras s (Musa paradisíaca) nas margens do Córrego Quirino dos Santos. - Córrego Água Branca: após trecho t canalizado por via subterrânea, cruzaa avenida Marquês de São Vicente sentido S N, e corre a céu aberto. Observa-se na localidade ausência praticamentee total de vegetação ciliar arbórea, ocorrendo apenas duas espécies e Leucena leucocephalaa (leucena) e Musa sp (bananeira), e predomínio de gramíneas compondo faixa ciliar, que aparentemente sofrem roçadas.. Destaca-se que a leucena caracteriza-se por espécie invasoraa com ocupação rápida e que impossibilita a ocupação de outras espécies na área onde predomina, além disso não é caracterizada como espécie atraentee para a avifauna. 108

10 Ausência de Vegetação Ciliar identificada nas margens do córrego Água Branca (Fonte:( EIA/RIMA OUCAB). Ausência de Vegetação Ciliar identificada nas margens do córrego Água Branca(Fonte: EIA/RIMA OUCAB). Córrego Água Branca - drenagem a céu aberto após trecho canalizado por via subterrânea (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). - Centro de treinamento do São Paulo Futebol Clube e Sociedade Esportiva Palmeiras: : Áreas verdes de área maior, uso antrópico restrito aos clubes, bem arborizadas, com predomínioo de indivíduos de porte arbóreo de espéciess nativas e exóticas, margeando m campos gramados de futebol, plantados provavelmente para fins paisagísticos e composição de cercas vivas. Paraa estas áreas foram identificadas 28 espécies, sendo que dessas apenas 7 espécies são nativas. De acordoo com os dados disponíveis do Estudo de Impacto Ambiental A da Operação Urbanaa Consorciada Água Branca identificou-se que a localidade dos Centros de Treinamento da S.E.P. e S.P.F.C.. constitui a área onde ocorre o maior número de indivíduos arbóreos dentro da ADA. Pela própria estrutura interna dos C.T.s,, foi possível realizarr levantamento quantitativo dos indivíduos arbóreos presentes. Os resultados estão apresentado os no Quadro e lustradass nas fotos apresentadas a seguir.. 109

11 Quadro Quadro quantitativo das espécies de indivíduos arbóreos registrados nos CTs Família/Espécie Nome Vulgar Nat/Ex CTP CTSP Gimnospermae Cycadaceaee Cycas sp. Ex 1 Cupressaceae Thuja occidentalis L. Tuia-do-Canadá Ex 119 Angiospermae Anacardiaceae Mangifera indica Mangueira Ex. 2 Araliaceae Schefflera actinophylla Cheflera Ex. 4 Arecaceae Dypsis lutescens Areca-bambú Ex. 1 Roystonea oleracea Palmeira-imperial Ex. 26 Bignoniaceae Spathodea nilotica Espatódea Ex. 1 1 Tabebuia pentaphylla Ipê-rosa Ex. 1 Fabaceae Bauhiniaa variegata Pata-de-vaca Ex. 1 Caesalpinia echinataa Pau-Brasil Nat. 1 Caesalpinia peltophoroides Sibipiruna Nat. 21 Leucaena leucocephala Leucena Ex. 2 Tipuanaa tipu Tipuana Ex. 12 Lauraceae Persea americana Abacateiro Ex. 1 1 Malpighiaceae Malpighiaa emarginataa Acerola Ex. 1 1 Malvaceae Ceiba speciosa Paineira Nat. 4 Melastomataceae Tibouchina granulosa Quaresmeira Nat. 2 Meliaceae Melia azedarach Santa-bárbara Ex. 3 Moraceae Ficus benjamina Figueira Ex Morus nigra Amora Ex. 5 5 Musaceae Musa sp. Bananeira Nat Myrtaceae Eucalyptus sp. Eucalipto Ex Eugenia uniflora Pitanga Nat. 5 Psidium guajava Goiabeira Nat. 2 Poaceae Bambusoideae N.I. Oleaceae Ligustrum lucidum Alfeneiro Ex Rosaceae Eriobotrya japonica Nêspera 2 Rubiaceae Coffea sp. Cafeeiro 6 Fonte: EIA/RIMAA Operação Urbana Consorciada Água Branca. Legenda: (centro de treinamento S.E.P), CTSP (centro dee treinamento S..P.F.C.). Ex. Ex (exótica), Nat (nativa), CTP 110

12 Vias internas do C.T. da S.E.P. margeadas por gramados antrópicos e indivíduos de porte arbóreo isolados (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). Vias internas do C.T. da S.E.P. margeadas por gramados antrópicos e indivíduos de porte arbóreo isolados (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). Campos de futebol gramados, margeados por indivíduos arbóreos isolados compondo cerca viva ao lado dos muros (Fonte: EIA/RIMAA OUCAB). Campos de futebol gramados, margeados por indivíduos arbóreos isolados compondo cerca viva ao lado dos muros (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). Área interna do C.T. do S.P.F.C. - campo de futebol gramado margeados por indivíduos isolados de porte arbóreo compondoo cerca viva ao lado do muro (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). Área interna do C.T. do S.P.F.C. - campo de futebol gramado margeados por indivíduos isolados de porte arbóreo compondoo cerca viva ao lado do muro (Fonte: EIA/RIMA OUCAB) ). 111

13 Vegetação OUCAB). formando cerca viva (Fonte: EIA/RIMA Via interna do C.T. margeada por indivíduos de porte arbóreo (Fonte: EIA/RIMA OUCAB). Na cidade de São Paulo, diversos estudoss vêm demonstrando a ocorrência das ilhas de calor, entre os quais os trabalhos pioneiros da geógrafa Magda Lombardo (Lombardo 1985 apud SVMA 2008) e os desenvolvidos no âmbito do Atlas Ambiental de São Paulo (SVMAA & SEMPLA 2004). A existência de vegetação de porte arbóreo é atenuantee da formação das ilhas de calor, mantendo um microclima ameno e agradável (SVMA 2008). Diferentes autores discutem a importância da vegetação para a melhoria m do clima em determinadaa região (LOMBARDO, 1985; OKE, 1973 e RUBBIA, 2010) inclusive, discutem o papel que a mesma pode exercerr para a redução da temperatura em áreas urbanizadasu s, para ilustrar melhor esta situação apresenta-se a Figura , na qual é possível p observar que, a AID, especificamente no distrito da Barra Funda, a temperatura é umm pouco mais amena que aquelaa verificada nos distritos do entorno, como a Lapa e o Bom Retiro, esta diferença de temperaturaa esta associada a presença na AID, do Parque da Água Branca, o qual apresenta a maior concentração de toda esta região. Figura : Temperatura aparente da superfície na AID e entorno. Registra-see que das espécies identificadass na AID do empreendimento, foi identificado 1 (um) indivíduo de Caesalpinia echinata situada dentro do Centro de Treinamento da Sociedadee 112

14 Esportiva Palmeiras, nas coordenadas UTM E/ S, que encontra-se na Lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de extinção ( Instrução normativa 06/08) AVIFAUNA A AID, objeto deste estudo de viabilidade ambiental caracteriza-se por se localizar em uma região de urbanização consolidada da Região Metropolitana de São Paulo, cabe aqui destacar que estee ecossistema urbano, o qual apresenta características singulares, cuja composição vegetal é a junção de espécies oportunistas e exóticas, atraindo as mais variadas espécies da fauna e assim desenvolvendo uma estrutura ecológica com interações complexas (MATARAZZO- NEUBERGER, 1995). Desta forma a vegetação que serviria de abrigo e alimento para a fauna é, na verdade, caracterizada por espécies exóticas ou dispostas de forma dispersa em meio a diversos fatores promotores do afastamento da fauna. Desse modo o ambiente torna-se favorável a espéciess generalistas, que afetam a biodiversidade de forma tanto direta quanto indireta ao competir com resquícios de populações nativas um pouco mais sensíveis ouu especialistas que podem estar presentes. Registra-see que o levantamento de fauna é um exercício em quee uma sériee de observações tem por objetivo catalogar as espécies que existem em certa região (Hellawell 1991), porém, cada vez mais usa-se os levantamentos rápidos r de comunidades de avess tropicais para estimar a riqueza de espécies e para determinar prioridades de conservação (Herzog et al apud Peixoto et. al. 2007). Para o estudo da avifauna na AID foram utilizados dados dee bibliografias, parte dos dados disponíveiss no EIA/ RIMA da Operação Urbana Consorciada a Água Branca e informações observadas na área. Parque Dr. Fernando Costa De acordo com a bibliografia disponível, no Parque da Água Branca, estão listadas 38 espécies de aves, todas características de áreas urbanas. De acordo com os dados disponíveis do trabalho de campo realizado paraa a elaboração do EIA/ / RIMA da Operação Urbana U Consorciada Água Brancaa na AID foram identificadas 21 espécies de aves, entree as quais, seis novoss registros para a área como Carthartes aurea, Mivalgo chimachima, Columba livia, Zenaida auriculata, Megaceryle e torquata e Camptostoma obsoletum, totalizando 44 espécies emm 21 famílias. Destaca-se que as espécies listadas são registradass em outrass áreas verdes da cidade de Sãoo Paulo como no Hortoo Florestal (Antunes & Eston 2008) e na Cidade Universitária Armando Salles de Oliveira USP (Höfling 2002), além de ter sua distribuiçãoo registradaa para a região metropolitana de São Paulo (Develey & Endrigo 2004). Uma característica a ser destacada é a possibilidade de se observar o que algumas espéciess registradass possuem como habitat preferencial áreas florestadas, como Synallaxis spixi, Cranioleuca pallida, Todirostrum cinereum, Serpophaga subcristata, Pachyramphus validus, Cyclarhis gujanensis ou Tachyphonus coronatus, espécies que são capazess de se deslocar entree os fragmentos, no entanto preferencialmente permanecem no interior destas áreas, dando um indicativo da importância dos fragmentosf s florestais inseridos nas áreas urbanas. As demais espécies registradas, ao contrário, são comumente observadas perambulando nas áreas abertas e antropizadas a procura de alimento. 113

15 Quadro Lista da avifauna do Parque Dr. Fernando Costa - dados d bibliográficos Espécie Nomee popular CATHARTIFORMES Cathartidae Coragyps atratus COLUMBIFORMES Columbidae Columbina talpacoti PSITTACIFORMES Psittacidae Diopsittacaa nobilis Brotogeris tirica¹ CUCULIFORMES Cuculidae Piaya cayana APODIFORMES Apodidae Chaetura meridionalis Trochilidae Eupetomena macrouraa Amazilia lactea Picidae Picumnus sp. Celeus flavescens PASSERIFORMES Furnariidae Furnarius rufus Synallaxis spixi Cranioleuca pallida ¹ Tyrannidae Todirostrum cinereum Elaenia flavogaster Serpophaga subcristataa Machetornis rixosa Myiozetetes similis Pitangus sulphuratus Tyrannus melancholicus Tityridae Pachyramphus validus Vireonidaee Cyclarhis gujanensis Vireo olivaceus Hirundinidae Pygochelidon cyanoleuca urubu-de-cabeça-preta periquito-rico alma-de-gato andorinhão-do-temporal tesourão beija-flor-de-peito-azul pica-pau-anão pica-pau-de-cabeça-amarela joão-de-barro joão-teneném guaracava-de-barriga-amarela alegrinho rolinha-caldo-de-feijãmaracanã-nobre arredio-pálidrelógio bem-te-vi-do-gado bem-te-vizinho bem-te-vi suiriri caneleiro-de-chapéu-negro pitiguari juruiara andorinha-pequena-de-casa 114

16 Espécie Nomee popular Trogodytidae Troglodytes musculus corruíra Turdidae Turdus flavipes sabiá-una Turdus rufiventris sabiá-laranjeira Turdus leucomelas sabiá-branco Coerebidae Coereba flaveola cambacica Thraupidae Thlypopsiss sordida saíra-canário Tachyphonus coronatus ¹ tiê-preto Thraupis sayaca sanhaço Thraupis palmarum sanhaço-do-coqueiro Conirostrum speciosum figuinha-de-rabo-castanho Emberizidae Zonotrichia capensis tico-ticoo Icteridae Icterus cayanensis encontro Molothrus bonariensis chopim Passeridae Passer domesticus ² pardal Fonte: Centro de Estudos Ornitológicos -CEO, Legenda: (¹) Espécie endêmica; (²) Espécie exótica. Tabela Lista de espécies da avifauna registrada para a AID- dados d EIA/RIMA OUCAB Parque Dr. Entorno Espécie Nome popular Fernando Costa Parque do CATHARTIFORMES Cathartidae Cathartes aura Coragyps atratus FALCONIFORMES Falconidae Milvago chimachima COLUMBIFORMES Columbidae Columba livia² Columbina talpacoti Zenaida auriculata PSITTACIFORMES Psittacidae Diopsittaca nobilis 3 Brotogeris tirica¹ APODIFORMES urubu-de-cab beça-vermelha urubu-de-cab beça-preta gavião-carra apateiro pombo-domé éstico rolinha-caldor o-de-feijão pomba-de-ba ando maracanã-no obre periquito-rico o 115

17 Espécie Nome popular Parque Dr. Fernando Costa Entorno Parque do Trochilidae Eupetomena macroura CORACIIFORMES Alcedinidae Megaceryle torquata PASSERIFORMES Tyrannidae tesourão t martim-pesca ador Camptostoma obsoletum risadinha r Myiozetetes similis Pitangus sulphuratuss Tyrannus melancholicus Vireonidae Cyclarhis gujanensiss Hirundinidae Pygochelidon cyanoleuca Turdidae Turdus rufiventris Turdus leucomelas Coerebidae Coereba flaveola Thraupidae Thraupis sayaca Passeridae Passer domesticus ² Riqueza de espécies bem-te-vizinh ho bem-te-vi suiriri pitiguari andorinha-pe equena-de-casa sabiá-laranje eira sabiá-branco o cambacica sanhaço pardal Legenda: (¹) Espécie endêmica; (²) Espécie exótica introduzida; (³) Espécie ameaçada de extinção para o estado de São Paulo Dec. Estadual n /08. Diopsittaca nobilis (maracanã-nobre) Parque da Água Branca Brotogeris tirica (periquito-rico) Parque da Água Branca 116

18 Megaceryle torquata (martim-pescador) Parque da Água Branca - Pitangus sulphuratus (bem-te-vi)) Parque da Água Branca Turdus rufiventris (sabiá-laranjeira) Parque da Água Branca Columba livia (pombo-doméstico) Parque da Água Branca Gallus gallus domesticus (galo/galinhas) Parque da Água Branca Pavo cristatus (pavão indiano) Parque da Água Branca De acordoo com os dados apresentados no EIA/RIMA da OUCAB, em outros 4 locais foram realizados levantamento de avifauna, os quais estão apresentados no Foramm concentradas ações de levantamento de avifauna em 4 áreas, cujas respectivas localizações estão apresentadas no Quadro Quadro Locais de levantamento de avifauna EIA/RIMA OUCAB Localidade Coordenadas (UTM) Córrego Pacaembu E/ S Córrego Quirino dos Santos E/ S Córrego Água Branca E/ S Centro de treinamento do São Paulo Futebol E/ S Clube e da Sociedade Esportiva Palmeiras 117

19 Nestes locais foram identificadas 16 espécies, as quais estão distribuídas d entre 12 famílias. De uma maneira geral, observou-se na ADAA uma avifauna bemm generalista (Quadro ) ocorrendo associada a estas pequenas manchas verdes em meioo a áreas urbanas extremamentee consolidadas, concordando com D Angelo (1998 apud Franchin e Júnior, 2000), que relata que esta redução de habitats provocada pela urbanização leva à redução das espécies especialistas e permanência de espécies de hábitos generalistas, pois de umaa maneira geral, as mesmas se adaptam melhor a condições menos favoráveis e a mudanças de ambiente. Quadro Avifauna encontrada próxima aos córregos e nos centros de treinamento EIA/RIMA OUCAB. Taxaa NÃO-PASSERIFORMES Ardeidae Ardea alba Nycticorax nycticorax Cathartidae Coragyps atratus Charadridae Vanellus chilensis Columbidae Columba livia Columbina talpacoti Psittacidae Brotogeris tirica Trochilidae Eupetomena macroura PASSERIFORMES Furnaridae Furnarius rufus Tyrannidae Pitangus sulphuratus Turdidae Turdus rufiventris Mimidae Mimus saturninus Emberizidae Thraupinae Thraupis sayacaa Emberizinae Volatinia jacarinaa Zonotrichia capensis Passeridae Passer domesticus Nome vulgar garça-branca-grandsavacu urubu quero-querpombo-doméstico rolinha periquito tesourão joão-de-barro bem-te-vi sabiá-laranjeirsabiá-do-campsanhaço-cinzento tiziu tico-tico pardall Localidade CP/CA CP ADA CT ADA CA/CT CP/CT CT CP/CT CP/CT CP/CT CT CP/CT CT CT ADA Legenda: ADA (toda a ADA); CP (córrego Pacaembu); CA (córrego água clara) ); CT (Centro de treinamento do São Paulo e Palmeiras). Essas aves caracterizam-se por possuir ampla plasticidade ecológica e e em ambientes não citadinos ocorrem em outras paisagens antropizadas, como áreas á abertas com arvoredos e plantações, e tambémm em capoeiras e bordas de mata (Lima & Aleixo 2000).. 118

20 Ardea albaa (Garça-branca-grande) Nycticorax nycticorax (Savacu) Mimus saturninus (Sabiá-do-campo) Furnarius rufus (João-de-barro) 119

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