= 1 EQUIPAMENTO SOCIAL NA SERRA DO BOURO FONTE SANTA CENTRO SOCIAL DA SERRA DO BOURO / NPML ARQUITECTOS 03/08 CRECHE + LAR DE IDOSOS + SAD

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 + 1 + 1 = 1 EQUIPAMENTO SOCIAL NA SERRA DO BOURO FONTE SANTA CENTRO SOCIAL DA SERRA DO BOURO / NPML ARQUITECTOS 03/08 CRECHE + LAR DE IDOSOS + SAD"

Transcrição

1 = 1 EQUIPAMENTO SOCIAL NA SERRA DO BOURO

2 1 CRECHE Proporcionar o bem estar e desenvolvimento integral das crianças num clima de segurança afectiva e física, durante o afastamento parcial do seu meio familiar através de um atendimento individualizado. Colaborar estreitamente com a família numa partilha de cuidados e responsabilidades em todo o processo evolutivo das crianças. Colaborar de forma eficaz no despiste precoce de qualquer inadaptação ou deficiência assegurando o seu encaminhamento adequado. Prevenir e compensar défices sociais e culturais do meio familiar.

3 1 LAR DE IDOSOS Proporcionar serviços permanentes e adequados à problemática bio-psicosocial das pessoas idosas. Contribuir para a estabilização ou retardamento do processo de envelhecimento. Criar condições que permitam preservar e incentivar a relação inter-familiar. Potenciar a integração social

4 1 APOIO DOMICILIÁRIO Contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e famílias. Garantir a prestação de cuidados de ordem física e apoio psicossocial a indivíduos e famílias. Garantir a prestação de cuidados de ordem física e apoio psicossocial a indivíduos e famílias, de modo a contribuir para seu equilíbrio e bem estar. Apoiar os indivíduos e famílias na satisfação das necessidades básicas e actividades da vida diária. Criar condições que permitam preservar e incentivar as relações inter-familiares. Colaborar e/ou assegurar o acesso à prestação de cuidados de saúde. Prevenir situações de dependência, promovendo a autonomia.

5 O ESPAÇO MUSEU Este espaço irá albergar a colecção de comboios em miniatura da Marklín, oferecida pelo Sr. Miguel Bartolomeu Moscovo Tavares, sócio nº 243 da Fonte Santa. Esta sala, designada de Espaço MUSEU pretende dinamizar o edifício, fazendo deste um destino para todos aqueles que são amantes do coleccionismo. A colecção de comboios fará parte de uma exposição permanente na área social do lar de idosos, e será um espaço diferenciado dos restantes no seu ambiente e vivência espacial.

6 IMPLANTAÇÃO SOBRE FOTOGRAFIA AÉREA

7 PLANTA GERAL DE IMPLANTAÇÃO

8 PLANTA DO PISO 1 ÁREAS EXTERIORES

9 PLANTA DO PISO 1 - CRECHE

10 PLANTA DO PISO 1 ÁREA DE RECEPÇÃO E ATENDIMENTO

11 PLANTA DO PISO 1 A SALA MUSEU

12 PLANTA DO PISO 1 ÁREAS DE SERVIÇOS/ APOIOS

13 PLANTA DO PISO 1 ÁREAS SOCIAIS DO LAR DE IDOSOS

14 PLANTA DO PISO 1 ÁREA PRIVADA DO LAR DE IDOSOS

15 PLANTA DO PISO 1 - USOS

16 PLANTA DO PISO 0 ESPAÇOS EXTERIORES

17 PLANTA DO PISO 0 SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO

18 PLANTA DO PISO 0 SERVIÇOS/ APOIOS

19 PLANTA DO PISO 0 ÁREAS SOCIAIS DO LAR DE IDOSOS

20 PLANTA DO PISO 0 ÁREA PRIVADA DO LAR DE IDOSOS

21 PLANTA DO PISO 0 - USOS

22 PERSPECTIVA DO CONJUNTO FONTE SANTA CENTRO SOCIAL DA SERRA DO BOURO / NPML ARQUITECTOS 03/08

23 O NOSSO OBJECTIVO Ao idealizarmos este Projecto pensámos aliar a irreverência e inocência dos mais novos á paciência e sabedoria dos mais velhos. Criámos espaços de lazer onde a vivência inter-geracional permite o desenvolvimento harmonioso das crianças e evite o isolamento dos idosos.

REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS SAÚDE MENTAL QUE RESPOSTAS?

REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS SAÚDE MENTAL QUE RESPOSTAS? REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS SAÚDE MENTAL QUE RESPOSTAS? Anabela Costa UMCCI Lisboa, 23 de Abril de 2008 1 Conceitos Básicos Continuidade de Cuidados: A sequencialidade das intervenções

Leia mais

Medidas de Acolhimento para a População Idosa. Instituto da Segurança Social, I.P. C.D.S.S - Vila Real 26 Setembro 2008

Medidas de Acolhimento para a População Idosa. Instituto da Segurança Social, I.P. C.D.S.S - Vila Real 26 Setembro 2008 Medidas de Acolhimento para a População Idosa Instituto da Segurança Social, I.P. C.D.S.S - Vila Real 26 Setembro 2008 I Feira Social Novos Trilhos para a Participação Social Rede Social de Peso da Régua

Leia mais

PLATAFORMA SUPRACONCELHIA PENÍNSULA DE SETÚBAL REUNIÃO 19/03/2012. Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Setúbal

PLATAFORMA SUPRACONCELHIA PENÍNSULA DE SETÚBAL REUNIÃO 19/03/2012. Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Setúbal PLATAFORMA SUPRACONCELHIA PENÍNSULA DE SETÚBAL REUNIÃO 19/03/2012 Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Setúbal Agenda da Reunião Informações Programa de Emergência Social - PES Ano Europeu

Leia mais

1. Prioridade 1 Combater a pobreza das crianças, dos idosos e das famílias através de Medidas que assegurem os seus direitos básicos de cidadania

1. Prioridade 1 Combater a pobreza das crianças, dos idosos e das famílias através de Medidas que assegurem os seus direitos básicos de cidadania 1. Prioridade 1 Combater a pobreza das crianças, dos idosos e das famílias através de Medidas que assegurem os seus direitos básicos de cidadania 1.1. Objectivo Geral 1.1.1. Medida Promover a melhoria

Leia mais

REDE SOCIAL PÓVOA DE LANHOSO 02-02-2009 REDE SOCIAL DA PÓVOA DE LANHOSO - CLAS PVL 1

REDE SOCIAL PÓVOA DE LANHOSO 02-02-2009 REDE SOCIAL DA PÓVOA DE LANHOSO - CLAS PVL 1 REDE SOCIAL PÓVOA DE LANHOSO PVL 1 Eixos de Intervenção Prioritários Social PDS (07/08) 1. 3.ªIDADE 2. EMPREGO/DESEMPREGO E FORMAÇÃO 3. DEPENDÊNCIAS 4. INFÂNCIA PVL 2 Avaliação do Plano de Acção do PDS

Leia mais

Centro de Acolhimento para Crianças em Risco

Centro de Acolhimento para Crianças em Risco Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Maria Amélia Fernandes Maria Graciete Palma da Silva Centro de Acolhimento para Crianças em Risco (Condições de implantação, localização,

Leia mais

REDE SOCIAL DE ALANDROAL

REDE SOCIAL DE ALANDROAL REDE SOCIAL DE ALANDROAL CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (MAIO ) Área de Intervenção: Equipamentos e Respostas Sociais e Serviços Objetivo Geral Objetivos Específicos Ação População - Alvo Entidades/ Parceiros

Leia mais

No mês mundial de Saúde Mental, Prefeitura divulga ações realizadas na área

No mês mundial de Saúde Mental, Prefeitura divulga ações realizadas na área No mês mundial de Saúde Mental, Prefeitura divulga ações realizadas na área Em comemoração ao Dia 10 de outubro Dia Mundial de Saúde Mental, a Prefeitura de Fazenda Rio Grande, através da secretaria municipal

Leia mais

Apresentação de Resultados 2012. Reunião do GTAE dia 18 de janeiro de 2013

Apresentação de Resultados 2012. Reunião do GTAE dia 18 de janeiro de 2013 Apresentação de Resultados 2012 Criação do Grupo de Trabalho na área do Envelhecimento (GTAE) No dia 13 de abril de 2012, na sessão extraordinária do Conselho Local de Ação Social de Faro, foi proposta

Leia mais

Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e. saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto

Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e. saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto I Descrição do Projecto Introdução Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto como meio que as rodeia. Cabe à escola valorizar,

Leia mais

Lar Adventista para Pessoas Idosas Uma outra ideia da idade

Lar Adventista para Pessoas Idosas Uma outra ideia da idade Ficha de Inscrição Data de Inscrição: N.º de Entrada: Resposta Social solicitada: Lar SAD LAPI Sul LAPI Norte Nota: no caso do SAD, C. Dia e C.C. estão referidos os números a que se refere o ponto específico

Leia mais

PROTEÇÃO BÁSICA. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - 06 a 14 anos. RH Assistente Social Coordenador Educador Social

PROTEÇÃO BÁSICA. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - 06 a 14 anos. RH Assistente Social Coordenador Educador Social PROTEÇÃO BÁSICA Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - 06 a 14 anos RH Assistente Social Coordenador Educador Social Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - Centros de Convivência

Leia mais

Guia de Acolhimento. Centro Infantil. Santa Casa da Misericórdia Mértola. Coisas da Vida [1]

Guia de Acolhimento. Centro Infantil. Santa Casa da Misericórdia Mértola. Coisas da Vida [1] Coisas da Vida [1] A sabedoria não se encontra no topo de nenhuma montanha nem no último ano de um curso superior. É num pequeno monte de areia do recreio do jardim-deinfância que se pode aprender tudo

Leia mais

Ficha de Apresentação de Projetos de Intervenção Social

Ficha de Apresentação de Projetos de Intervenção Social Ficha de Apresentação de Projetos de Intervenção Social 1. Identificação Entidade Agrupamento de Centros de Saúde Entre Douro e Vouga I: Feira/Arouca - UCC Santa Maria da Feira Morada Av. Prof. Egas Moniz,

Leia mais

ANEXO I EQUIPAMENTOS MUNICIPAIS AFETOS À AÇÃO SOCIAL SETORES /ATIVIDADES /VALÊNCIAS

ANEXO I EQUIPAMENTOS MUNICIPAIS AFETOS À AÇÃO SOCIAL SETORES /ATIVIDADES /VALÊNCIAS ANEXO I EQUIPAMENTOS MUNICIPAIS AFETOS À AÇÃO SOCIAL SETORES /ATIVIDADES /VALÊNCIAS I COMPLEXO MULTIFUNCIONAL DE COUROS Endereço: Travessa de Vila Verde, São Sebastião, 4800 430 Guimarães Tipologia: Espaço

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA CENTRO DE DIA

REGULAMENTO INTERNO PARA CENTRO DE DIA REGULAMENTO INTERNO PARA CENTRO DE DIA CAPíTULO I DA NATUREZA/FINS E ÂMBITO DE APLICAÇÃO ARTIGO 1 A Associação Humanitária de Salreu é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, cujos estatutos

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 142/2011 de 11 de Novembro de 2011

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 142/2011 de 11 de Novembro de 2011 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 142/2011 de 11 de Novembro de 2011 A promoção da acessibilidade constitui um direito consagrado constitucionalmente, uma vez que é condição

Leia mais

HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO DIREITOS E DEVERES DO EMPREGADOR E TRABALHADOR Noção de TRABALHADOR Pessoa singular que, mediante retribuição, se obriga a prestar serviço a um empregador, incluindo

Leia mais

Francisco George Diretor-Geral da Saúde

Francisco George Diretor-Geral da Saúde NÚMERO: 005/2012 DATA: 20/03/2012 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NOVA FORMAÇÃO «Com Mais Cuidado: Prevenção de acidentes e envelhecimento ativo» - 28 de Maio de 2012 Acidentes domésticos, quedas,

Leia mais

A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrado

A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrado A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrado Acompanhamento Familiar Construção do Meu ponto de Vista acerca do Protocolo e da Tipificação Quais as mudanças percebidas na gestão dos CRAS a partir da

Leia mais

Plano de Promoção. e Proteção dos Direitos da Criança. do Concelho de Marvão

Plano de Promoção. e Proteção dos Direitos da Criança. do Concelho de Marvão Plano de Promoção e Proteção dos Direitos da Criança do Concelho de Marvão 1 Índice Introdução I. Fundamentação A - Estratégias 1 Estudo e análise da realidade concelhia. 2 Promoção dos Direitos da Criança...

Leia mais

1 Plano Anual de Actividades (2008/2009)*

1 Plano Anual de Actividades (2008/2009)* 1 Plano Anual de Actividades (2008/2009)* Meses Actividades Objectivos Recursos Materiais Recursos Humanos Local Setembro Não se irão realizar actividades orientadas. Contribuir para a adaptação e integração

Leia mais

Março/2016 Março/2016

Março/2016 Março/2016 São Paulo 2030 Março/2016 Março/2016 2 de 80 OBJETIVO Mapear as opiniões e as percepções dos moradores da cidade da São Paulo em relação a temas do cotidiano e à prestação de políticas públicas, bem como

Leia mais

Plataforma Saúde na Escola. Programa de Saúde Escolar. Parcerias. ACES CASCAIS - EQUIPA SE-UCC CASCAIS CARE e AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASCAIS

Plataforma Saúde na Escola. Programa de Saúde Escolar. Parcerias. ACES CASCAIS - EQUIPA SE-UCC CASCAIS CARE e AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASCAIS Plataforma Saúde na Escola Programa de Saúde Escolar ACES CASCAIS - EQUIPA SE-UCC CASCAIS CARE e AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASCAIS Parcerias Agrupamento de Escolas de Cascais Diretora : Dra. Isabel Carvalho

Leia mais

Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Integrado Loures. 7 de Dezembro de 2012

Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Integrado Loures. 7 de Dezembro de 2012 Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Integrado Loures 7 de Dezembro de 2012 O Modelo de Funcionamento do Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Integrado (SAASI) foi aprovado em Fevereiro

Leia mais

O MP E A FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS

O MP E A FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS O MP E A FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Redesenho/Reestruturação Orgânica da Política de Assistência Social estão Estabelecidos em 4 Instrumentos Básicos: Política Nacional de

Leia mais

3. O Estado apoia as organizações de cidadãos com deficiência.

3. O Estado apoia as organizações de cidadãos com deficiência. A APADIMP tem como missão a promoção/melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência intelectual. Contudo o êxito desta intervenção parte e depende da qualidade da cultura organizacional, do

Leia mais

Evolução histórica da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho

Evolução histórica da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Evolução histórica da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Docente: Mestre Jorge Pires Discentes: Adriana Martins nº10378 Ana Carapinha nº 10379 Ana Lopes nº 10334 Raquel Pina nº10404 O que é saúde,

Leia mais

PROGRAMA de EDUCAÇÃO ESPECIAL

PROGRAMA de EDUCAÇÃO ESPECIAL . PROGRAMA DE EDUCAÇÃO Elaborado pelo NEE ESPECIAL 2012-2013 PROGRAMA de EDUCAÇÃO ESPECIAL 1- ORIENTAÇÕES GLOBAIS: O presente documento destina-se a fazer cumprir o disposto no Decreto Legislativo Regional

Leia mais

Direitos Sociais das Pessoas com PEA e suas Famílias

Direitos Sociais das Pessoas com PEA e suas Famílias Direitos Sociais das Pessoas com PEA e suas Famílias Daniela Sousa Braga, 19 de Julho de 2008 1 2 Sistema de Protecção Social Os Estados são responsáveis por garantir as prestações de Segurança Social

Leia mais

1. (PT) - TV & Culinária, 14/07/2012, Férias para os mais pequenos 1. 2. (PT) - OJE - Mais Responsável, 13/07/2012, Espaço IN Férias, Verão 2012 2

1. (PT) - TV & Culinária, 14/07/2012, Férias para os mais pequenos 1. 2. (PT) - OJE - Mais Responsável, 13/07/2012, Espaço IN Férias, Verão 2012 2 Revista de Imprensa 17-07-2012 1. (PT) - TV & Culinária, 14/07/2012, Férias para os mais pequenos 1 2. (PT) - OJE - Mais Responsável, 13/07/2012, Espaço IN Férias, Verão 2012 2 3. (PT) - Visão - Visão

Leia mais

Programa de Formação. Código - Designação

Programa de Formação. Código - Designação Programa de Formação Código - Designação (PVDIACD) Prevenção da Violência Doméstica sobre Idosos e Adultos com Capacidade Diminuída Enquadramento Legal Local Centro Social Paroquial do Campo Grande, Campo

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 525/VIII REGULA AS CONDIÇÕES DE ALOJAMENTO E DISCIPLINA AS RELAÇÕES ENTRE OS UTENTES DE LARES. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 525/VIII REGULA AS CONDIÇÕES DE ALOJAMENTO E DISCIPLINA AS RELAÇÕES ENTRE OS UTENTES DE LARES. Exposição de motivos ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PROJECTO DE LEI N.º 525/VIII REGULA AS CONDIÇÕES DE ALOJAMENTO E DISCIPLINA AS RELAÇÕES ENTRE OS UTENTES DE LARES Exposição de motivos O envelhecimento populacional representa,

Leia mais

CRAS Centro de Referência de Assistência Social. Coordenadores, Assistentes Sociais, Técnicos. (Organização)

CRAS Centro de Referência de Assistência Social. Coordenadores, Assistentes Sociais, Técnicos. (Organização) 2 ANÁLISE AMBIENTAL 2.1 A organização, Centro Referência e Assistência Social (CRAS) senvolveu um plano ação, o qual tem como base três serviços que são fundamentais para a existência da instituição; Serviço

Leia mais

Regulamento de Funcionamento Interno de Centro de Dia CAPITULO I

Regulamento de Funcionamento Interno de Centro de Dia CAPITULO I Regulamento de Funcionamento Interno de Centro de Dia CAPITULO I (Âmbito de Aplicações das Normas) As presentes normas visam regulamentar as condições de funcionamento do Centro de Dia de Idosos da ALSS.

Leia mais

NOME DA UNIDADE ESCOLAR: ( ) CRECHE ( ) EDI ( ) ESCOLA MUNICIPAL COM EDUCAÇÃO INFANTIL BAIRRO CRE

NOME DA UNIDADE ESCOLAR: ( ) CRECHE ( ) EDI ( ) ESCOLA MUNICIPAL COM EDUCAÇÃO INFANTIL BAIRRO CRE NOME DA UNIDADE ESCOLAR: ( ) CRECHE ( ) EDI ( ) ESCOLA MUNICIPAL COM EDUCAÇÃO INFANTIL BAIRRO CRE Pesquisa elaborada pelo Sepe/RJ - Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro SAE

Leia mais

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM LICITAÇÕES PÚBLICAS E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM LICITAÇÕES PÚBLICAS E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM LICITAÇÕES PÚBLICAS E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS Constituição Federal: Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

Leia mais

Olhe os autistas nos olhos DIREITOS DE CIDADANIA, DEVER DA FAMÍLIA, DO ESTADO E DA SOCIEDADE.

Olhe os autistas nos olhos DIREITOS DE CIDADANIA, DEVER DA FAMÍLIA, DO ESTADO E DA SOCIEDADE. Olhe os autistas nos olhos DIREITOS DE CIDADANIA, DEVER DA FAMÍLIA, DO ESTADO E DA SOCIEDADE. A LEI BRASILEIRA DE PROTEÇÃO AOS AUTISTAS Fruto da luta das famílias pelos direitos dos seus filhos com autismo,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE IDOSOS DE SANTA IRIA PLANO ANUAL DE ATIVIDADES MURCHES, 2015

ASSOCIAÇÃO DE IDOSOS DE SANTA IRIA PLANO ANUAL DE ATIVIDADES MURCHES, 2015 2016 ASSOCIAÇÃO DE IDOSOS DE SANTA IRIA PLANO ANUAL DE ATIVIDADES MURCHES, 2015 ÍNDICE INTRODUÇÃO..3 1. CENTRO DE CONVIVIO....4 1.1 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO.. 4 2. CENTRO DE DIA.. 4 2.1 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES 1º PERÍODO

PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES 1º PERÍODO PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES Ano Lectivo 2011/2012 Tema do Projecto Educativo: Os três R s- reduzir, reutilizar e reciclar ( A partir de Janeiro de 2012 reformulação do Projecto Educativo da Instituição)

Leia mais

PPA e o SUS: gestão, participação e monitoramento

PPA e o SUS: gestão, participação e monitoramento PPA e o SUS: gestão, participação e monitoramento Jorge Abrahão de Castro Diretor de Temas Sociais da SPI/MPOG Brasília-DF, 26 de agosto de 2015 1 Inovações para o PPA 2016-2019 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO

Leia mais

Plano de Actividades e Orçamento

Plano de Actividades e Orçamento 2016 Plano de Actividades e Orçamento Capítulo: INTRODUÇÃO Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos 1 INTRODUÇÃO A Direção da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de

Leia mais

PLANO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO. Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

PLANO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO. Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Pág: 1/5 1. Enquadramento A segurança e a saúde são vectores que assumem cada vez maior importância na vivência diária dos trabalhadores das empresas. Indubitavelmente, as condições de segurança mas também

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE APOIO SOCIAL DA PORTUGAL TELECOM LAR DO CENTRO SOCIAL DE SANTO ANTÓNIO DE LISBOA REGULAMENTO DO LAR

ASSOCIAÇÃO DE APOIO SOCIAL DA PORTUGAL TELECOM LAR DO CENTRO SOCIAL DE SANTO ANTÓNIO DE LISBOA REGULAMENTO DO LAR ASSOCIAÇÃO DE APOIO SOCIAL DA PORTUGAL TELECOM LAR DO CENTRO SOCIAL DE SANTO ANTÓNIO DE LISBOA REGULAMENTO DO LAR 1 - NATUREZA E FINS O Lar da Associação de Apoio Social da Portugal Telecom, no Centro

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE APDL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE APDL POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE APDL Carta de Princípios para Concessionários APDL Administração dos Portos do Douro e Leixões, SA. POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE A APDL, consciente do seu papel como empresa

Leia mais

Prof. Paulo C. Barauce Bento. Ergonomia. UFPR 2007. Prof. Paulo C. Barauce Bento. Ergonomia. UFPR 2007. Estilo de vida Meio Ambiente

Prof. Paulo C. Barauce Bento. Ergonomia. UFPR 2007. Prof. Paulo C. Barauce Bento. Ergonomia. UFPR 2007. Estilo de vida Meio Ambiente Ergonomia Temas Qualidade de vida no trabalho TÓPICOS ESPECIAIS EM ERGONOMIA UFPR - 2007 Trabalho em turnos e noturno Ginástica laboral Qualidade de Vida Parâmetros sócio-ambientais Parâmetros sócio-ambientais

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO ESPECIALIDADE: BIBLIOTECÀRIO Requisitos: Graduação em Biblioteconomia e Registro no Conselho de Classe 1. Planejar, programar, coordenar, controlar e dirigir sistemas biblioteconômicos e ou de informação

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA

PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA JUSTIFICATIVA O ato de planejar faz parte da história do ser humano, pois o desejo de transformar sonhos em realidade objetiva é uma preocupação marcante de toda pessoa.

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA - NASF. Alexandre de Araújo Pereira

SAÚDE PÚBLICA - NASF. Alexandre de Araújo Pereira SAÚDE PÚBLICA - NASF Alexandre de Araújo Pereira Portaria:GM154 de 01/2008 Objetivos: 1. Ampliar o escopo das ações 2. Aumentar a resolubilidade da estratégia 3. Aumentar a integralidade das ações Atuação:

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES SÓCIO CULTURAIS.

PLANO DE ATIVIDADES SÓCIO CULTURAIS. PLANO DE ATIVIDADES SÓCIO CULTURAIS 2017 www.scmbaiao.com O Plano de Actividades Sócio-culturais para o ano de 2017, foi direccionado essencialmente para as valências sociais da Instituição: Terceira Idade

Leia mais

Voleibol do Social ao Rendimento

Voleibol do Social ao Rendimento Projeto Esportivo Voleibol do Social ao Rendimento Atuação e Oportunidade de Projeto Campinas, Novembro de 2015 Proponente Parceria Giba Gilberto Amauri Godoy Filho (Londrina, 23/12/1976), atuante na posição

Leia mais

Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saúde Comunitária. Professor: Walfrido Kühl. Svoboda MÉTODOS E MEIOS DE

Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saúde Comunitária. Professor: Walfrido Kühl. Svoboda MÉTODOS E MEIOS DE Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saúde Comunitária Disciplina: Saúde Pública P I (MS052) Professor: Walfrido Kühl Svoboda MÉTODOS E MEIOS DE EDUCAÇÃO SANITÁRIA

Leia mais

Para garantir uma prestação de serviços de qualidade nas APAEs é fundamental que haja um Gerenciamento de Recursos Humanos com objetivos claros.

Para garantir uma prestação de serviços de qualidade nas APAEs é fundamental que haja um Gerenciamento de Recursos Humanos com objetivos claros. Para garantir uma prestação de serviços de qualidade nas APAEs é fundamental que haja um Gerenciamento de Recursos Humanos com objetivos claros. AS PESSOAS DETERMINAM A CAPACIDADE DE DESEMPENHO DE UMA

Leia mais

Desafios para o Serviço de Apoio ao Domicilio para o Futuro. José Ignacio Martin

Desafios para o Serviço de Apoio ao Domicilio para o Futuro. José Ignacio Martin Desafios para o Serviço de Apoio ao Domicilio para o Futuro José Ignacio Martin Índice [A] Melhorar a Qualidade de Vida [B] Programas o Serviço de Apoio ao Domicilio [C] Analises de Cenários Financeiros

Leia mais

O GECCP. Grupo de Estudos Cancro de Cabeça e Pescoço

O GECCP. Grupo de Estudos Cancro de Cabeça e Pescoço O GECCP O GECCP foi criado em 20 de Julho de 2010, com o objectivo de promover, apoiar, colaborar e realizar iniciativas de carácter formativo e educacional, técnico, científico e investigacional, no âmbito

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto

Ficha de Caracterização de Projecto Ficha de Caracterização de Projecto O nosso KM 2 Promotor: Fundação Calouste Gulbenkian Câmara Municipal de Lisboa 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto O nosso Km 2 Promotor(es): Fundação Calouste

Leia mais

Plano de melhoria (2013/14)

Plano de melhoria (2013/14) Plano de melhoria (2013/14) Introdução Agrupamento Vertical de Portel Escola EB 2,3 de D. João de Portel A ação, os resultados e o impacto da biblioteca escolar na prestação de serviços, no desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO E EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO MUNICIPAL DE BRAGANÇA Tendo em conta o aumento da utilização do Aeródromo Municipal de

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO E EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO MUNICIPAL DE BRAGANÇA Tendo em conta o aumento da utilização do Aeródromo Municipal de REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO E EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO MUNICIPAL DE BRAGANÇA Tendo em conta o aumento da utilização do Aeródromo Municipal de Bragança nos últimos anos, torna-se necessário estabelecer

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO INTRODUÇÃO A cultura comunitária é a expressão concreta de tentar proporcionar aqueles que mais precisam a ajuda necessária para começar de novo a viver. O Centro

Leia mais

PERFIS DE FORMAÇÃO NA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA DE PROFESSORES

PERFIS DE FORMAÇÃO NA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA DE PROFESSORES 1 PERFIS DE FORMAÇÃO NA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA DE PROFESSORES [Aprovado pelo Despacho Conjunto nº 198/99, de 15 de Fevereiro] Despacho conjunto nº 198/99 O regime jurídico da formação especializada de

Leia mais

Plano de Actividades - CRECHE 2006/2007

Plano de Actividades - CRECHE 2006/2007 Actividades Objectivos Data 1. A minha família Plano de Actividades - CRECHE 2006/2007 Pedir aos pais para fazerem a apresentação dos seus filhos, no início do ano, por escrito; Conversa com as crianças

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO SALA TALENTOSOS

PROJETO PEDAGÓGICO SALA TALENTOSOS PROJETO PEDAGÓGICO SALA TALENTOSOS Ano letivo 2012/2013 PROJECTO PEDAGÓGICO SALA DOS TALENTOSOS 2012-2013 Índice 1-Caracterização do Grupo... 3 2-Organização do Espaço... 3 3-Organização do Tempo... 4

Leia mais

Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena. Malveira. Carta de Missão

Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena. Malveira. Carta de Missão Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena Malveira Carta de Missão A Carta de Missão do Diretor do Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena, fundamenta-se nos princípios da Missão do

Leia mais

GABINETE DE INGRESSO DE FAMALICÃO:

GABINETE DE INGRESSO DE FAMALICÃO: GABINETE DE INGRESSO DE FAMALICÃO: Rua José António Vidal, 81 4760-409 V.ila Nova de Famalicão T.: 252 303 600. F.: 252 303 694 GPS: 41.406712,-8.515314 ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DO VALE DO AVE (ESSVA)

Leia mais

Para João Mohana a enfermagem utiliza a denominação de: 1) necessidade de nível psicobiológico; 2) psicossocial; 3) psicoespiritual

Para João Mohana a enfermagem utiliza a denominação de: 1) necessidade de nível psicobiológico; 2) psicossocial; 3) psicoespiritual Processo de Enfermagem segundo Wanda Horta A Enfermagem como parte integrante da equipe de saúde implementa estados de equilíbrio, previne estados de desequilíbrio e reverte desequilíbrios em equilíbrio

Leia mais

Indicadores do Estado de Saúde de uma população

Indicadores do Estado de Saúde de uma população Indicadores do Estado de Saúde de uma população O que é a Saúde? Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), saúde é o estado de completo bemestar físico, mental e social e não, apenas, a ausência de

Leia mais

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO APROVADO POR UNANIMIDADE EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta apresentada

Leia mais

Controle Social no Programa Bolsa Família 1

Controle Social no Programa Bolsa Família 1 Controle Social no Programa Bolsa Família 1 Definição É o acompanhamento efetivo da sociedade civil na gestão do Programa Bolsa Família como contribuição para uma maior transparência das ações do Estado

Leia mais

FREGUESIA DE CAMARATE

FREGUESIA DE CAMARATE FREGUESIA DE CAMARATE PONTOS FORTES Grande percentagem de população jovem; Taxa de Natalidade elevada; Percentagem crescente de população imigrante com novas nacionalidades (paquistaneses, indianos, leste);

Leia mais

PROGRAMA. (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) Segurança e Higiene no Trabalho

PROGRAMA. (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) Segurança e Higiene no Trabalho PROGRAMA (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) 1. Designação da Ação de Formação: 2. Formador: Dr. Paulo Laranjeira Segurança e Higiene no Trabalho 3. Razões Justificativas da Ação

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia. 15.11.2007 PE396.799v01-00

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia. 15.11.2007 PE396.799v01-00 PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia 15.11.2007 PE396.799v01-00 ALTERAÇÕES 1-18 Projecto de relatório Claude Turmes Fundo Mundial para a Eficiência Energética

Leia mais

Maximizar os ganhos em saúde da população: os Enfermeiros Especialistas em. Enfermagem de Reabilitação como agentes na obtenção de ganhos em saúde.

Maximizar os ganhos em saúde da população: os Enfermeiros Especialistas em. Enfermagem de Reabilitação como agentes na obtenção de ganhos em saúde. CONTRIBUTOS PARA O PLANO NACIONAL DE SAÚDE 2011-2016 Maximizar os ganhos em saúde da população: os Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Reabilitação como agentes na obtenção de ganhos em saúde. Os

Leia mais

Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego Ano 2013

Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego Ano 2013 Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego Ano 2013 Administração: Rodrigo Antônio de Agostinho Mendonça Secretária do Bem Estar Social: Darlene Martin Tendolo Diretora de Departamento: Silmaire

Leia mais

CONTRATO DE PARCERIA

CONTRATO DE PARCERIA CONTRATO DE PARCERIA Entre:, legalmente representada por na qualidade de., legalmente representada por na qualidade de., legalmente representada por na qualidade de., legalmente representada por na qualidade

Leia mais

REGULAMENTO FESTAS DE ANIVERSÁRIO LUDOTECA MUNICIPAL DE SEIA

REGULAMENTO FESTAS DE ANIVERSÁRIO LUDOTECA MUNICIPAL DE SEIA REGULAMENTO FESTAS DE ANIVERSÁRIO LUDOTECA MUNICIPAL DE SEIA Nota justificativa A Ludoteca Municipal de Seia é um espaço aberto e em permanente interação com a comunidade envolvente, acolhedor, agradável

Leia mais

Abc BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

Abc BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Abc BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ÚLTIMA REVISÃO Abril 2013 APROVAÇÃO Conselho de Administração Gestão de Risco Operacional Pág. 1 de 8 ÍNDICE

Leia mais

ANEXO A.2. Saída Profissional 15 02. TÉCNICO AUXILIAR PROTÉSICO- Prótese Dentária I PERFIL DE DESEMPENHO

ANEXO A.2. Saída Profissional 15 02. TÉCNICO AUXILIAR PROTÉSICO- Prótese Dentária I PERFIL DE DESEMPENHO Perfil de Desempenho à saída do curso ANEXO A.2 Saída Profissional 15 02 TÉCNICO AUXILIAR PROTÉSICO- Prótese Dentária I PERFIL DE DESEMPENHO O Técnico Auxiliar Protésico Prótese Dentária é o profissional

Leia mais

Resumo da Lei nº8080

Resumo da Lei nº8080 Resumo da Lei nº8080 Lei n. 8.080, 19 de setembro de 1990 Sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Collor, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada no Diário Oficial da União em

Leia mais

Planificação Anual de Atividades Ano letivo 2013/2014 Educar é amar

Planificação Anual de Atividades Ano letivo 2013/2014 Educar é amar Página 1 Planificação Anual de Atividades Ano letivo 2013/2014 Educar é amar 1º Período Calendarização Atividades Competências Gerais Conteúdos Recursos Humanos e materiais 02 de setembro 12 de setembro

Leia mais

Novembro de 2011. O fazemos:

Novembro de 2011. O fazemos: Novembro de 2011 O fazemos: A nossa missão é por excelência acolher, atender, informar e orientar os clientes para a resolução dos seus problemas dentro ou fora da Autarquia. Pretendemos ser reconhecidos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Municipal do Bem-Estar Social

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Municipal do Bem-Estar Social Padrão Normativo da Rede de Proteção Social Especial de Média Complexidade Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas Famílias (SEID) Administração: Rodrigo Antonio

Leia mais

O que pensamos. Colaboradores. Atividades. Política de Segurança. Clientes. Apólice de Seguro. Armazéns. Segurança. Frota.

O que pensamos. Colaboradores. Atividades. Política de Segurança. Clientes. Apólice de Seguro. Armazéns. Segurança. Frota. O que pensamos Colaboradores Atividades Política de Segurança Clientes Apólice de Seguro Armazéns Segurança Frota Unidades Confiança no trabalho em equipe como ponto de partida, valorizando sempre o ser

Leia mais

Volume 120 Número 51 São Paulo, quinta-feira, 18 de março de 2010 DECRETO Nº 55.587, DE 17 DE MARÇO DE 2010

Volume 120 Número 51 São Paulo, quinta-feira, 18 de março de 2010 DECRETO Nº 55.587, DE 17 DE MARÇO DE 2010 Volume 120 Número 51 São Paulo, quinta-feira, 18 de março de 2010 DECRETO Nº 55.587, DE 17 DE MARÇO DE 2010 Institui o Conselho Estadual dos Direitos da População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis

Leia mais

ARTICULAÇÃO PEDAGÓGICA

ARTICULAÇÃO PEDAGÓGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO ORGANOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ARTICULAÇÃO PARA O TRIÉNIO 2010-13 MARÇO 2013 ORGANOGRAMA DE DESENV. DA ARTICULAÇÃO 2010-2013 ARTICULAÇÃO 2010/11 2011/12 2012/13

Leia mais

Guia do Voluntário 1

Guia do Voluntário 1 Guia do Voluntário 1 Apresentação A PRO BONO surgiu enquanto forma de aliar o mundo jurídico ao mundo do voluntariado; duas realidades que se desencontram no nosso dia-a-dia mas que acreditamos fazer sentido

Leia mais

Centro Cultural Multiuso E. M. Prof. Laércio Fernandes Zona Norte Nossa Senhora da Apresentação

Centro Cultural Multiuso E. M. Prof. Laércio Fernandes Zona Norte Nossa Senhora da Apresentação Centro Cultural Multiuso E. M. Prof. Laércio Fernandes Zona Norte Nossa Senhora da Apresentação Área de intervenção do PAC em Natal-RN Objetivo geral do Programa Mais Cultura Contribuir para a qualificação

Leia mais

Tabaco. Legislação aplicável:

Tabaco. Legislação aplicável: Tabaco Legislação aplicável: o Lei n.º 37/2007, de 14 de agosto - Aprova as normas para a proteção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE

INDICADORES DE SAÚDE INDICADORES DE SAÚDE A actuação da epidemiologia pode permitir melhorar a qualidade do diagnóstico ou tratamento dos indivíduos ou possibilitar novos meios de prevenção. A avaliação das características

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS TIM NO BRASIL

RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS TIM NO BRASIL OBJETIVO RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS TIM NO BRASIL O empenho das empresas TIM no Brasil para o respeito e para a tutela dos direitos humanos e dos modelos de trabalho é reforçado no Código de

Leia mais

A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrada

A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrada A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrada As mudanças com a TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO INTEGRADA nos serviços de Garantia de Direitos Quais as mudanças percebidas na garantia de direitos

Leia mais

NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS

NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS 2.5 Condições de Habilitação e Desabilitação dos Municípios I. Da Habilitação Para habilitação dos municípios nos níveis de gestão definidos

Leia mais

300 QUESTÕES DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA ASSISTENTE SOCIAL

300 QUESTÕES DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA ASSISTENTE SOCIAL Caro Leitor, A equipe técnica do Concurseiro da Saúde empenha-se em desenvolver apostilas e materiais atualizados de acordo com as leis recentemente publicadas a fim de estar sempre em consonância com

Leia mais

O SUAS COMO PARCEIRO NA PROMOÇÃO, DEFESA E GARANTIA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

O SUAS COMO PARCEIRO NA PROMOÇÃO, DEFESA E GARANTIA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA O SUAS COMO PARCEIRO NA PROMOÇÃO, DEFESA E GARANTIA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA RACHEL FERNANDA MATOS DOS SANTOS Assistente Social CRESS 35.724 CAO Cível

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO APOIO A IDOSOS

REGULAMENTO DO CONCURSO APOIO A IDOSOS REGULAMENTO DO CONCURSO APOIO A IDOSOS Artigo 1º Objecto O presente Regulamento estabelece as normas de acesso ao concurso Apoio a Idosos. Artigo 2º Beneficiários Podem candidatar-se a este concurso instituições

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES SÓCIO CULTURAIS. Terceira Idade e Deficiência

PLANO DE ATIVIDADES SÓCIO CULTURAIS. Terceira Idade e Deficiência PLANO DE ATIVIDADES SÓCIO CULTURAIS Terceira Idade e Deficiência 2018 O Plano de Actividades Sócio-culturais para o ano de 2018, foi elaborado com base na adesão à participação em actividades no ano anterior,

Leia mais

Instituto Superior de Línguas e Administração. Licenciatura em Psicologia. Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção.

Instituto Superior de Línguas e Administração. Licenciatura em Psicologia. Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção. Instituto Superior de Línguas e Administração Licenciatura em Psicologia Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção Recensão Crítica Discente: Carlos Manuel Inês Domingues Docente: Docente Mestre

Leia mais

PA.CRH.17. Pág. 1 de 6

PA.CRH.17. Pág. 1 de 6 PA.CRH.17 Pág. 1 de 6 Creche A Resposta Social Creche da A.U.R.P.I.S. tem como principal objetivo para 2016/2017 desenvolver projetos aliciantes com as suas crianças, famílias, colaboradores e parceiros,

Leia mais

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO iniciativa CENTROS DE EXCELÊNCIA :: iniciativa :: gestão :: financiamento ÍNDICE NOTAS EXPLICATIVAS PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PRÉ-PROJECTO 3 I - INFORMAÇÃO GERAL 5 1.

Leia mais

Maquetes eletrônicas. cemara.com.br

Maquetes eletrônicas. cemara.com.br Maquetes eletrônicas cemara.com.br Plano de Urbanização de Carioba Área Comercial - Rotatória Imagem meramente ilustrativa, sujeita a alteração durante implantação do projeto. Imagem meramente ilustrativa,

Leia mais

Residência Austregésilo Freitas Alanna Maria Ribeiro Eduardo Pinto Nathalia Nishida

Residência Austregésilo Freitas Alanna Maria Ribeiro Eduardo Pinto Nathalia Nishida Um registro da arquitetura moderna Residência Austregésilo Freitas Alanna Maria Ribeiro Eduardo Pinto Nathalia Nishida Residência Austregésilo Freitas, 1958. Av. Cabo Branco 2332, Tambaú, João Pessoa-PB.

Leia mais