Interacção Homem-Máquina Ferramentas de Design da Interacção

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Interacção Homem-Máquina Ferramentas de Design da Interacção"

Transcrição

1 Interacção Homem-Máquina Ferramentas de Design da Interacção Pedro Campos dme.uma.pt/pcampos Ferramentas de Design de IU Introdução Métodos de Especificação Ferramentas de Design - AMD (Analysis, Modeling and Design Tools) - MB-UID (Model-based UI Design Tools) - Ferramentas Informais (Sketching, Gesturing) - Ferramentas Colaborativas (CSCW - Computer-Supported Cooperative Work) - Ferramentas baseadas em linguagens XML Ferramentas de Avaliação

2 Métodos de Especificação A primeira preocupação de desenho é definir uma boa notação e discutir as possíveis alternativas: - A linguagem por defeito para especificação em qualquer área é a linguagem natural (português, inglês, esboço, esquemático, etc.) - A especificação em linguagem natural tende a ser: Longa, vaga e ambígua - O que a torna imprópria para provar a: Correcção, consistência e completude Forma de Backus-Naur (BNF - Backus Normal Form) - Os componentes de alto nível são descritos como não-terminais - As strings específicas são descritas como terminais Métodos de Especificação Forma de Backus-Naur (cont.) - Exemplo de Gramáticas <Telephone book entry>::= <Name><Telephone number> <Name> ::= <Last name>, <First name> <Last name> ::= <string> <First name> ::= <string> <string> ::= <character> <character><string> <character> ::= A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z <Telephone number>::= (<area code>) <exchange>-<local number> <area code>::= <digit><digit><digit> <exchange>::= <digit><digit><digit> <local number>::= <digit><digit><digit><digit> <digit>::= Exemplos de Entradas Correctas WASHINGTON, GEORGE (301) BEEF, STU (726) A, Z (999)

3 Métodos de Especificação Forma de Backus-Naur (cont.) - Exemplo BNF para o comando UNIX cp (copiar ficheiros) cp [ -ip ] filename1 filename2 cp -rr [ -ip ] directory1 directory2 cp [ -iprr ] filename... directory Os parênteses rectos indicam que zero ou mais opções podem ser incluidas, o -rr indica que uma destas opções recursivas são necessárias para copiar directórios Para acomodar a riqueza do software interactivo foram propostas as gramáticas multiparty (multiplos parceiros), que têm nãoterminais etiquetados com o parceiro que produz a string - Exemplo para um processo de login <session> ::= <U: Opening> <C: Responding> <U: Opening> ::= LOGIN <U: Name> <U: Name> ::= <U: String> <C: Responding> ::= HELLO [<U: Name>] Métodos de Especificação Selecção de Menus e Árvores de Caixas de Diálogo - Para muitas aplicações este método é excelente porque permite utilizar a mesma estrutura para utilizadores e design Como qualquer tipo de mapa as árvores de menus mostram as relações de alto-nível e os detalhes de baixo nível Qualquer das alternativas são uma boa ajuda para verificar a consistência e completude Diagramas de Transição - Conjunto de nós que representam estados do sistema e um conjunto de ligações entre os nós que representam possíveis transições Muitas notações para diagramas de transição foram desenvolvidas para acomodar aplicações específicas (processamento de texto, controlo de tráfego aéreo, etc.) Exisem várias ferramentas para criar e gerir diagramas de transição, diagramas de fluxo de dados e outros tipo de notações gráficas.

4 Métodos de Especificação Diagramas de Transição - Exemplo para um sistema de menus simples para um sistema de críticas a restaurantes com menus numerados: 1. Adicionar um restaurante à lista, 2. Fornecer uma crítica para um restaurante, 3. Ler uma crítica, 4. Pedir ajuda (também acessível por?), 5. Sair + + wakeup ! start 4 e? help 5 error quit clean <addnew> <givrev> <readrev> Fonte: Wasserman e Shewmake 1985 Métodos de Especificação Diagramas de Transição (cont.) 0.38 File 0.05 Directory OK Start Filename 0.02 Exemplo de um diagrama de transição para acções de manipulação de ficheiros. As etiquetas nas ligações indicam a frequência de transição. Cancel Diagramas de Estado - Os diagramas de estado (Harel) permitem resolver o problema da confusão gerado por um nº elevado de estados nos diagramas de transição, suportando alguns conceitos mais avançados como a nocção de hierarquia de estados e mecanismos de concorrência e sincronização.

5 Métodos de Especificação Notação Utilizador-Acção (UAN-User Action Notation) - As gramáticas e os diagramas são aproximações adequadas para selecção de menus e preenchimento de formulários mas pouco eficientes para interfaces de manipulação directa, onde a variedade de acções permitidas, o feedback visual e a importância do contexto necessitam de métodos mais ricos. - Para lidar com este tipo de requisitos é necessária uma notação dirigida às tarefas dos utilizadores que lidam com apontadores, arrastamento, selecção e cliques. Métodos de Especificação CTT - ConcurTaskTrees [Paternò, 1999] - As CTT são uma notação gráfica em que as tarefas são estruturadas hierarquicamente e combinadas através de um conjunto de operadores temporais. Independent concurrency T1 T2 Choice T1 [] T2 Concurrency with information exchange T1 [] T2 Iteration T1* T T {xor} T * T T1 T2 T1 T2 <<info pass>> T1 T2 T1 Enabling T1 >> T2 Enabling with information passing T1 []>> T2 Deactivation T1[>T2 Finite Iteration T1(n) Optional Tasks [T1] T T T T 1..n T 0..1 T1 <<seq>> T2 T1 <<seq info pass>> T2 T1 <<deact>> T2 T1 T1

6 Métodos de especificação - CTT Métodos de especificação Espaços de Interacção [Nunes, 2000] - The interaction space class is used to model interaction between the system and the users (human-actors). Interaction space classes are responsible for the physical interaction with the user, including a set of interaction techniques that define the image of the system (output) and the handling of events produced by the user (input).

7 UML + Wisdom Profile Estereótipo Classe Base Descrição Exemplos «Interaction Space» Classe Espaço da IU onde o utilizador interage durante a realização da(s) tarefa(s) écran, caixa de diálogo, janela,... «navigates» Associação denota um utilizador a moverse para outro espaço elo para página «contains» Associação a classe fonte contém a classe alvo tabela que contém outras tabelas «input element» Atributo informação sobre a qual se pode operar/manipular input text box, radio buttons,... «output element» Atributo informação apresentada ao utilizador resultados de uma procura «action» Operação algo que o utilizador pode fazer e que altera o sistema botão submit, copy & paste,... Ferramentas de IU Programação em C Visual Basic Dificuldade de Uso MFC C Programming Click and Create Basic Objectivo Sofisticação do que pode ser criado (Myers, 2000)

8 Duas forças que colidem Ferramentas AMD MagicDraw UML

9 Ferramentas AMD Rational ROSE Ferramentas AMD ArgoUML - Open Source

10 Ferramentas MBUID CTTe, ConcurTaskTrees environment - Open Source Ferramentas MBUID MOBI-D,

11 Ferramentas MBUID U-TEL Ferramentas MBUID SUPPLE

12 Ferramentas Informais DENIM, Ferramentas Informais Designer s Outpost,

13 Ferramentas Informais Designer s Outpost, Ferramentas Informais Ideogramic UML,

14 Ferramentas Colaborativas Software Design Board Ferramentas Colaborativas Distributed Knight

15 Ferramentas Colaborativas Distributed Designer s Outpost Os Designers e os seus Estilos de Trabalho (Workstyles, Campos 2006) Fonte:

16 Os Designers e os seus Estilos de Trabalho (Workstyles, Campos 2006) Fonte: empresa de web design de Silicon Valley Os Designers e os seus Estilos de Trabalho (Workstyles, Campos 2006) Fonte:

17 Os Designers e os seus Estilos de Trabalho (Workstyles, Campos 2006) A Work Style Transition: a day in the life of a UCD developer Example: Low-Detail, Low-Tech, Collaborative High-Detail, High-Tech, Solo Working in Groups using Low-Tech Materials for Task Modeling After Task Modeling, each team member is assigned a set of tasks and builds concrete prototypes using a visual interface builder

18 Another Work Style Transition: another day in the life of a UCD developer This is a Transition with High Cost: Informal, Collaborative Working in Groups using Blackboards or large sheets of paper for UML modeling Highly Formal, Solo After UML class modeling, someone has to translate the model into a digital semantically correct model! Yet Another Work Style Transition: yet another day in the life of a UCD developer This is a Transition with High Frequency: Concrete, detailed modeling Abstract descriptions Designing a concrete UI prototype......going back to Use Cases and User Models to see if they match/are supported

19 ...but are they really significant? Let s ask Professional Interaction Designers! Survey Distributed online to mailing lists: CHI-WEB and IxDA (Interaction Design Associations) mailing lists 245 responses in 1.5 weeks (We now have 370 responses) Analysis of Results Frequency Cost The Most Difficult and Almost the Most Frequent! Problem Space to Solution Space Non-Functional to Fully-Functional Informal to Formal High-Detail to Low-Detail Whiteboard to CASE Tool Frequent, but not significantly difficult

20 Fundamentos do Modelo de Estilo de Trabalho para DCU Ao modelar os estilos de trabalho em DCU, três categorias são fundamentais: - A Notação Como comunicamos o trabalho - A Forma de Utilização da Ferramenta Como utilizamos a ferramenta - A Colaboração Onde e quando colaboramos Workstyle Model for UCD

21 Notation-Style: Perspective Problem / Requirements Projecto obtém Luz Verde Solution / Design Design, Produto Final Casos de Utilização Lógica de Negócio Definição de Objectivos Análise Modelação, Verificação, Validação, Simulação Negociação de Objectivos Notation-Style: Formality Informal Formal Gestos Esboços UML (Sintaxe) UML, XMI (Semântica) Z (Linguagens de Especificação Formais)

22 Notation-Style: Detail Abstract Concrete Modelo de Tarefa Protótipos Abstractos Canónicos Esquema Wireframe Interface Utilizador Concreta Modelo de Conteúdo Tool-Usage Style: Stability Modifiable Stable Ferramentas CASE Visio: fácil alterar Post-Its e lápis Papel e lápis Papel e Caneta

23 Tool-Usage Style: Functionality Non-Functional Fully-Functional Mock-up da Interface (Estático) Storyboard Protótipo nãofuncional Visual Design Behaviour Design Protótipo a funcionar Non-Functional Fully-Functional Tool-Usage Style: Traceability Independent Coherent Modelos não sincronizados entre si ou com o código Visual Studio (Code View e UI View coerentes) Dreamweaver (Code View e Design View estão coerentes) Documentos low-tech CanonSketch (UML View, Abstract Prototype View e HTML view)

24 Collaboration Style: Asynchrony Same Time Different Time , Repositórios Centralizados, Sistemas CVS Whiteboards, Smartboards Collaboration Style: Distribution Different Places Same Place Dificuldade de desenhar ferramentas que suportem colaboração remota é muito maior!

25 Aplicando o Modelo Aplicando o Modelo

26 Aplicando o Modelo Framework de análise de Ferramentas

27 CanonSketch: Suportando a dimensão Detalhe Abstracção Realização Modelo de Tarefa Inventório de conteúdo, Modelo UML IU Concreta Esquema Wireframe Uma Grande Lacuna! Linguagens do CanonSketch UML + Wisdom Profile - UML está amplamente difundido e adoptado pelos engºs software - Semâmtica formal bem definida Protótipos Abstractos Canónicos - Notação da vida real, refinada em muitos projectos na indústria Guardar como XMI... - Promove interoperabilidade entre ferramentas - Testado usando Enterprise Architect Geração de HTML e de MXML (Adobe, 2006)

28 Alcançando consistência WISDOM Presentation Model...maps to... Canonical Abstract Prototypes Um modelo semântico comum sincroniza as vistas: - Baseado no meta-modelo do UML 2.0 (versão Objective- C do projecto open-source Eclipse UML2) - Também permite exportar o modelo como XMI. <<Interaction Space>> <<input element>> <<input element>> : accept <<input element>> : editable <<input collection>> : editable <<input collection>> : choice <<input collection>> : actionchoice <<input collection>> : viewchoice <<contains>> <<output element>> Interaction Context active material input/accepter editable element editable collection selectable collection selectable action set selectable view set container element <<output collection>> <<output element>> : Info! collection notification <<action>> action/operation CanonSketch: Demo

29 TaskSketch: Supporting Perspective Transitions Participatory View (post-it notes) Good for End-Users, Clients Task Case Narrative View Good for Usage-Centered Designers UML Activity Diagram View Good for Software Engineers TaskSketch: Supporting Formality Transitions Sketch Recognition Sketch View Good for Expressing Early Design Ideas UML View Good for Model Checking and Automatic Validation

30 Work Style Transitions Support: Advantages They Inform Design: - Give rise to new ideas They Validate Design Decisions: - Tighter fit between everyday work practices and the system being developed Easy to learn: - Identify common work style Dimensions and Transitions - Classify their Frequency and Cost - Design using traditional methods but supporting Transitions - Evaluate Design by validating Work Style Support Leitura Capítulos 3, 4 e 5 do livro: - Campos, P., Designing for Workstyle Transitions, Universidade da Madeira, 2006

Interacção Homem-Máquina Design e Prototipagem

Interacção Homem-Máquina Design e Prototipagem Interacção Homem-Máquina Design e Prototipagem Pedro Campos dme.uma.pt/pcampos pcampos@uma.pt Protótipos: o que são? Modelo desenvolvido para testar ideias de design Examinar conteúdo, estética e técnicas

Leia mais

Métodos Formais em Engenharia de Software. VDMToolTutorial

Métodos Formais em Engenharia de Software. VDMToolTutorial Métodos Formais em Engenharia de Software VDMToolTutorial Ana Paiva apaiva@fe.up.pt www.fe.up.pt/~apaiva Agenda Install Start Create a project Write a specification Add a file to a project Check syntax

Leia mais

Conform to the usersʼ view of the task!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!(johnson, 2008)!

Conform to the usersʼ view of the task!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!(johnson, 2008)! Aula 4 Modelação de Tarefas! Mestrado em Engenharia Informática Universidade do Minho! 153! First principles (3) Conform to the usersʼ view of the task!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!(johnson,

Leia mais

Paradigmas da Programação Netbeans 6.7.1 UML

Paradigmas da Programação Netbeans 6.7.1 UML Paradigmas da Programação Netbeans 6.7.1 UML Nelson Freire (ISEP DEI-PPROG 2010/11) 1/31 UML Tópicos Referências Instalação Netbeans 6.7.1 Instalação Plugin UML Criação Diagrama de Classes: Novo Projecto

Leia mais

UML Visão Geral. Índice. Introdução. Diagramas. Modelos e diagramas. Elementos de modelação. Referências

UML Visão Geral. Índice. Introdução. Diagramas. Modelos e diagramas. Elementos de modelação. Referências UML Visão Geral 1 Índice Introdução O que é a UML? Valor da UML Origens da UML Parceiros da UML Modelos e diagramas Elementos de modelação Diagramas Diagrama de casos de utilização Diagrama de classes

Leia mais

Aula 2. Programa. Arquitectura da camada de interface.! Programação Web - 1! Engenharia de Aplicações Sistemas Interactivos 2010/11!

Aula 2. Programa. Arquitectura da camada de interface.! Programação Web - 1! Engenharia de Aplicações Sistemas Interactivos 2010/11! Aula 2 Arquitectura da camada de interface.! Programação Web - 1! Mestrado em Engenharia Informática Universidade do Minho! 44! Programa Métodos! &! Tecnologias!! Conceitos de IHC!! Programação web client

Leia mais

WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML

WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML Carlos Henrique Pereira WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML Florianópolis - SC 2007 / 2 Resumo O objetivo deste trabalho é especificar

Leia mais

CanonSketch: uma ferramenta para Prototipagem Abstracta e Desenho de Padrões de Interface

CanonSketch: uma ferramenta para Prototipagem Abstracta e Desenho de Padrões de Interface CanonSketch: uma ferramenta para Prototipagem Abstracta e Desenho de Padrões de Interface Pedro F. Campos Dep. de Matemática e Engenharias, Universidade da Madeira Campus da Penteada, 9000-390 Funchal

Leia mais

Guião de Introdução ao Eclipse IDE Índice

Guião de Introdução ao Eclipse IDE Índice Índice 1. Introdução... 2 1.1. O que é um ambiente de desenvolvimento (IDE)?... 2 1.2. Visão geral sobre o Eclipse IDE... 2 2. Iniciar o Eclipse... 3 2.1. Instalação... 3 2.2. Utilizar o Eclipse... 3 3.

Leia mais

A interface do Microsoft Visual Studio 2005

A interface do Microsoft Visual Studio 2005 Tarefa Orientada 1 A interface do Microsoft Visual Studio 2005 Objectivos: Introdução à framework.net Iniciar o Visual Studio 2005. Criar um novo projecto de Windows Forms em Visual Basic Introdução à

Leia mais

3. Engenharia de Requisitos

3. Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 3. Engenharia de Requisitos Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Fases do desenvolvimento de software que mais erros originam (fonte: "Software Testing", Ron Patton)

Leia mais

Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação. Arquitectura de Computadores ETI IGE

Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação. Arquitectura de Computadores ETI IGE Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação Tutorial Arquitectura de Computadores ETI IGE 02 XILINX 1. Criação de um projecto Edição e simulação

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO do aremoto

MANUAL DE OPERAÇÃO do aremoto MANUAL DE OPERAÇÃO do aremoto V1.00 UTILIZAÇÃO DO PROGRAMA Outubro 30, 2004 www.imsi.pt Código #MOaR01 EMPRESA Código Documento MOAR01 Sobre a utilização do programa de assistência remota Versão Elaborado

Leia mais

Dominando Action Script 3

Dominando Action Script 3 Dominando Action Script 3 Segunda Edição (2014) Daniel Schmitz Esse livro está à venda em http://leanpub.com/dominandoactionscript3 Essa versão foi publicada em 2014-05-02 This is a Leanpub book. Leanpub

Leia mais

( JUDE Community 5.1 2006/2007 ) Por Denize Terra Pimenta Outubro/2007

( JUDE Community 5.1 2006/2007 ) Por Denize Terra Pimenta Outubro/2007 Tutorial JUDE ( JUDE Community 5.1 2006/2007 ) Por Denize Terra Pimenta Outubro/2007 Ferramenta CASE UML Índice Introdução... 2 Download e Instalação... 2 Apresentação da Ferramenta... 2 Salvando o Projeto...

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software 2º Semestre de 2006/2007 Terceiro enunciado detalhado do projecto: Portal OurDocs ic-es+alameda@mega.ist.utl.pt ic-es+tagus@mega.ist.utl.pt 1. Introdução O terceiro enunciado do

Leia mais

O design de IHC. Jair C Leite. Jair C Leite

O design de IHC. Jair C Leite. Jair C Leite O design de IHC ERBASE EPOCA 2009 2010 Arquitetura e Engenharia Civil Idealiza, Concebe, Desenha Planeja e executa o projeto; realiza cálculos; gerencia recursos, custos e prazos. Design Industrial exemplos

Leia mais

Manual da Ferramenta Metadata Editor

Manual da Ferramenta Metadata Editor 4 de março de 2010 Sumário 1 Introdução 3 2 Objetivos 3 3 Visão Geral 3 3.1 Instalação............................. 3 3.2 Legenda.............................. 4 3.3 Configuração Inicial........................

Leia mais

USE CASES: continuação

USE CASES: continuação USE CASES: continuação Balcão de Companhia Aérea Fazer Check-in de Passageiro Funcionário Inserir Reserva de Voo Cancelar Reserva de Voo Os primeiros diagramas de Use Case (DUC) de um Sistema, descrevem

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE ExtremePlanner

ENGENHARIA DE SOFTWARE ExtremePlanner ENGENHARIA DE SOFTWARE ExtremePlanner Acesso ao sistema: https://es.extremeplannerlive.com Procedimento de Login: O login e password é definido pelos caracteres iniciais do endereço de email do aluno,

Leia mais

Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão 3URFHVVRV(QJ GH5HTXLVLWRV. Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville

Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão 3URFHVVRV(QJ GH5HTXLVLWRV. Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão 3URFHVVRV(QJ GH5HTXLVLWRV Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville 1 Objectivos Introduzir a noção de processos e de modelos de processos

Leia mais

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Apresentação da ferramenta Professor: Danilo Giacobo Página pessoal: www.danilogiacobo.eti.br E-mail: danilogiacobo@gmail.com 1 Introdução Visual

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

Apostila Active Brasil de Webdesign. Daniel de Menezes Gularte Omar Queiroz. 2002 Apostila de Webdesign ver. 1 rev. 0. Curso de Web Design

Apostila Active Brasil de Webdesign. Daniel de Menezes Gularte Omar Queiroz. 2002 Apostila de Webdesign ver. 1 rev. 0. Curso de Web Design APOSTILA WEBDESIGN Apostila Active Brasil de Webdesign Daniel de Menezes Gularte Omar Queiroz A livre distribuição dessa cópia está proibida, sendo de material exclusivo do curso de Webdesign da Active

Leia mais

Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa.

Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa. Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Sistemas Digitais Introdução ao Ambiente de Projecto da Xilinx Paulo Lopes, Horácio

Leia mais

Interacção Homem-Máquina Interfaces Tangíveis e Realidade Aumentada

Interacção Homem-Máquina Interfaces Tangíveis e Realidade Aumentada Interacção Homem-Máquina Interfaces Tangíveis e Realidade Aumentada Pedro Campos dme.uma.pt/pcampos pcampos@uma.pt Novos paradigmas de interacção Pervasive computing Wearable computing Tangible user interfaces

Leia mais

Serviços: API REST. URL - Recurso

Serviços: API REST. URL - Recurso Serviços: API REST URL - Recurso URLs reflectem recursos Cada entidade principal deve corresponder a um recurso Cada recurso deve ter um único URL Os URLs referem em geral substantivos URLs podem reflectir

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Engenharia de Requisitos Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt A importância dos requisitos The hardest single part of building a software

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular

Ficha de Unidade Curricular Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação: Prototipagem Digital II Área Científica: Design Gráfico e Multimédia Ciclo de Estudos: 1º Ciclo Carácter: Obrigatória Ano Lectivo: 2008/2009 Semestre:

Leia mais

Tutorial do Quartus II

Tutorial do Quartus II Tutorial do Quartus II Introdução A seguir, você tomará contato com a ferramenta de projeto digital Quartus II, da Altera Corporation, que além de permitir descrever e simular circuitos lógicos complexos,

Leia mais

Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software

Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software Fábio Levy Siqueira 1 and Paulo Sérgio Muniz Silva 2 1 Programa de Educação Continuada da Poli-USP, São Paulo, Brazil 2 Escola Politécnica

Leia mais

Projeto de Interface com o usuário

Projeto de Interface com o usuário UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Projeto de Interface com o usuário Engenharia de Software 2o. Semestre

Leia mais

4.2. UML Diagramas de classes

4.2. UML Diagramas de classes Engenharia de Software 4.2. UML Diagramas de classes Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Um diagrama de classes serve para modelar o vocabulário de um sistema Construído e refinado ao longo

Leia mais

Análise OO. Análise. Antónia Lopes Desenvolvimento C. Objectos 09/10. Antónia Lopes

Análise OO. Análise. Antónia Lopes Desenvolvimento C. Objectos 09/10. Antónia Lopes Análise OO 36 Análise Análise é a investigação do problema Análise de Requisitos é o termo que designa a investigação das necessidades e condições que o sistema, e o projecto em geral, têm de satisfazer.

Leia mais

Guia do Programador Joel Saade

Guia do Programador Joel Saade C# Guia do Programador Joel Saade Novatec Copyright 2011 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra, mesmo parcial,

Leia mais

Guia e Utilização do Visual Studio 6.0

Guia e Utilização do Visual Studio 6.0 Guia e Utilização do Visual Studio 6.0 Objectivo Este guia acompanha-o através do processo de criação de uma aplicação C++ utilizando o ambiente de desenvolvimento Visual Studio 6.0. Passo 1: Criação de

Leia mais

Abordagem baseada numa visão evolutiva do desenvolvimento de software, afetando o processo como um todo Protótipo de software é um sistema que...

Abordagem baseada numa visão evolutiva do desenvolvimento de software, afetando o processo como um todo Protótipo de software é um sistema que... Prototipação Abordagem baseada numa visão evolutiva do desenvolvimento de software, afetando o processo como um todo Protótipo de software é um sistema que... deve ser construído rapidamente e com baixo

Leia mais

1 - INTRODUÇÃO 2 - CONCEITOS BÁSICOS ARCPAD

1 - INTRODUÇÃO 2 - CONCEITOS BÁSICOS ARCPAD 1 - INTRODUÇÃO O ArcPad é um software de mapeamento e tratamento de Informações Geográficas desenvolvido pela ESRI cujo objetivo principal é a portabilidade e mobilidade dos dados. O ArcPad pode ser utilizado

Leia mais

PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO CVS NO ECLIPSE

PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO CVS NO ECLIPSE PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO CVS NO ECLIPSE Agosto 2007 Sumário de Informações do Documento Tipo do Documento: Manual Título do Documento: MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO

Leia mais

User Guide Manual de Utilizador

User Guide Manual de Utilizador 2400 DPI OPTICAL GAMING MOUSE User Guide Manual de Utilizador 2014 1Life Simplify it All rights reserved. www.1-life.eu 2 2400 DPI OPTICAL GAMING MOUSE ENGLISH USER GUIDE...4 MANUAL DE UTILIZADOR PORTUGUÊS...18

Leia mais

Aprenda como instalar o plugin EclipseUML no Eclipse e como utilizá-lo para fazer engenharia reversa de seu código-fonte.

Aprenda como instalar o plugin EclipseUML no Eclipse e como utilizá-lo para fazer engenharia reversa de seu código-fonte. Omondo EclipseUML Ricardo Rodrigues Lecheta Aprenda como instalar o plugin EclipseUML no Eclipse e como utilizá-lo para fazer engenharia reversa de seu código-fonte. Introdução Neste tutorial será apresentado

Leia mais

SDL TRADOS 2007 WinAlign. Manual de Utilização

SDL TRADOS 2007 WinAlign. Manual de Utilização SDL TRADOS 2007 WinAlign Manual de Utilização Ficha Técnica Título SDL TRADOS 2007 WinAlign (Manual de Utilização Iniciação) Autor(a) Paula Carvalho Concepção gráfica Paula Carvalho Centro Multimédia de

Leia mais

Laboratório de Programação I

Laboratório de Programação I Laboratório de Programação I Introdução Visual Studio Fabricio Breve O que é o Visual Studio? Conjunto de ferramentas de desenvolvimento para construir: Aplicativos Web ASP.NET XML Web Services Aplicativos

Leia mais

Migrar para o Excel 2010

Migrar para o Excel 2010 Neste Guia Microsoft O aspecto do Microsoft Excel 2010 é muito diferente do Excel 2003, pelo que este guia foi criado para ajudar a minimizar a curva de aprendizagem. Continue a ler para conhecer as partes

Leia mais

Glossário de Terminologia Engenharia de Requisitos

Glossário de Terminologia Engenharia de Requisitos Martin Glinz Glossário de Terminologia Engenharia de Requisitos Com Dicionário Inglês-Português e Português-Inglês Glossário Padrão para o Curso e Exame de Certificação Certified Professional for Requirements

Leia mais

Usabilidade e Arquitectura de Informação

Usabilidade e Arquitectura de Informação Usabilidade e Arquitectura de Informação a construção da experiência do utilizador O que é a Usabilidade O que é a Arquitectura de Informação Como pensar a web A experiência do utilizador Pensar como um

Leia mais

Interface Homem-Computador

Interface Homem-Computador Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão Interface Homem-Computador Aula: Prototipação Professor: M.Sc. Flávio Barros flathbarros@gmail.com Prototipar...... desenvolver e testar interfaces antes

Leia mais

Empacotar o software TI-Nspire com o Microsoft SMS 2003

Empacotar o software TI-Nspire com o Microsoft SMS 2003 Empacotar o software TI-Nspire com o Microsoft SMS 2003 Este documento fornece informações detalhadas para criar e implementar um pacote de rede do TI-Nspire com a plataforma do Microsoft SMS 2003. Este

Leia mais

ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS

ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS João Caldas Júnior FIL- Fundação Paulista de Educação e Tecnologia Paulo C. Masiero ICMC - Universidade de São Paulo masiero@icmsc.sc.usp.br

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Disciplina: Automação em Tempo Real (ELT012) Data: 17/04/2008 Professor: Luiz T. S. Mendes Guia prático para

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INTRODUÇÃO AO MACROMEDIA DREAMWEAVER MX 2004 O Macromedia Dreamweaver MX 2004 é um software que permite a criação de páginas de Internet profissionais, estáticas

Leia mais

Editor Eclipse para Programas F

Editor Eclipse para Programas F Editor Eclipse para Programas F Guia de instalação e utilização Instalação no Windows (XP/Vista) Comece por descarregar a aplicação de instalação setupcp2008.exe do endereço http://www.math.ist.utl.pt/~jabr/cp/

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CURSO DIDÁTICO SOBRE O SIMULADOR DE CIRCUITOS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CURSO DIDÁTICO SOBRE O SIMULADOR DE CIRCUITOS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA - DEE CURSO DIDÁTICO SOBRE O SIMULADOR DE CIRCUITOS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS Prof. Fortaleza, Agosto de 2003 ORCAD

Leia mais

Manual de Instalação e Configuração MySQL

Manual de Instalação e Configuração MySQL Manual de Instalação e Configuração MySQL Data alteração: 19/07/11 Pré Requisitos: 1. Baixar os seguintes arquivos no através do link http://ip.sysfar.com.br/install/ mysql-essential-5.1.46-win32.msi mysql-gui-tools-5.0-r17-win32.msi

Leia mais

Easy Linux! FUNAMBOL FOR IPBRICK MANUAL. IPortalMais: a «brainware» company www.iportalmais.pt. Manual

Easy Linux! FUNAMBOL FOR IPBRICK MANUAL. IPortalMais: a «brainware» company www.iportalmais.pt. Manual IPortalMais: a «brainware» company FUNAMBOL FOR IPBRICK MANUAL Easy Linux! Title: Subject: Client: Reference: Funambol Client for Mozilla Thunderbird Doc.: Jose Lopes Author: N/Ref.: Date: 2009-04-17 Rev.:

Leia mais

Elsa Cardoso, DCTI - ISCTE

Elsa Cardoso, DCTI - ISCTE Elsa Cardoso, DCTI - ISCTE 25 Maio 2004 elsa.cardoso@iscte.pt Sumário Perspectiva de Desenho do Sistema: Diagrama de classes numa perspectiva de Desenho: Estereótipos Relação de Dependência Relação de

Leia mais

Criar o diagrama entidade associação do exemplo do hotel no Oracle Designer

Criar o diagrama entidade associação do exemplo do hotel no Oracle Designer Criar o diagrama entidade associação do exemplo do hotel no Oracle Designer 1 escolher o tipo de dados de cada atributo 2 escolher as chaves Gerar as tabelas Correr o "Database Design Transformer" 3 Seleccionar

Leia mais

Sistema Operativo em Ambiente Gráfico

Sistema Operativo em Ambiente Gráfico Sistema Operativo em Ambiente Gráfico Sistema Operativo Conjunto de programas fundamentais que permitem que o computador funcione e comunique com o exterior; Windows: sistema operativo mais utilizado nos

Leia mais

Advanced Group Policy Management (AGPM) 2.5

Advanced Group Policy Management (AGPM) 2.5 Advanced Group Policy Management (AGPM) 2.5 Última revisão feita em 02 de Setembro de 2008. Objetivo Neste artigo iremos conhecer um dos cinco componentes do MDOP 2008. Você vai aprender sobre o Advanced

Leia mais

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas PLANIFICAÇÃO AGRUPAMENTO ANUAL - DE TECNOLOGIAS ANO ESCOLAS LECTIVO DR. VIEIRA DE CARVALHO 9º ANO 2008/2009 DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Tecnologias 1º Período Conceitos Sistema da informação e comunicação

Leia mais

STK (Start Kit DARUMA) Conectando-se diretamente a sua aplicação via TS com o MT1000 Daruma

STK (Start Kit DARUMA) Conectando-se diretamente a sua aplicação via TS com o MT1000 Daruma STK (Start Kit DARUMA) Conectando-se diretamente a sua aplicação via TS com o MT1000 Daruma Neste STK apresentaremos como configurar seu servidor Windows 2008 R2 para abrir diretamente sua aplicação ao

Leia mais

Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 1

Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 1 AULA Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 1 Em qualquer profissão é importante que se conheça bem as ferramentas que serão usadas para executar o trabalho proposto. No desenvolvimento de software não é

Leia mais

Menus do Norton Ghost

Menus do Norton Ghost Menus do Norton Ghost O Norton Ghost é formado por 3 Opções: *Ghost Basic *Ghost Advanced *Ghost Utilities 9 Ghost Basic Tem as operações básicas do software. Este menu é constituído por 3 opções: Backup

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Desenho de Software Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt desenho Desenho (dicionário Priberam on-line) do Lat.! designu s. m., arte de representar

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA DO ITPAC

REVISTA CIENTÍFICA DO ITPAC ANÁLISE COMPARATIVA DE FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS PARA PROTOTIPAÇÃO DE INTERFACES Silvio Sanches da Silva (Acadêmico de Sistema de Informação pela FAHESA/ITPAC) Márcia Maria Savoine (Mestra. Docente do

Leia mais

Introdução aos Projectos

Introdução aos Projectos Introdução aos Projectos Categoria Novos Usuários Tempo necessário 20 minutos Arquivo Tutorial Usado Iniciar um novo arquivo de projeto Este exercício explica a finalidade ea função do arquivo de projeto

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

ANABELA GONÇALVES O GUIA PRÁTICO DO MACROMEDIA DREAMWEAVER MX

ANABELA GONÇALVES O GUIA PRÁTICO DO MACROMEDIA DREAMWEAVER MX ANABELA GONÇALVES O GUIA PRÁTICO DO MACROMEDIA DREAMWEAVER MX Portugal/2003 Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização

Leia mais

Criação de uma aplicação Web ASP.NET MVC usando Code First

Criação de uma aplicação Web ASP.NET MVC usando Code First Criação de uma aplicação Web ASP.NET MVC usando Code First Visual Studio > File > New Project > (Visual C#, Web) ASP.NET MVC 4 Web Application Name: MvcApplication11 Project Template: View Engine: Internet

Leia mais

CONHECENDO O VISUAL STUDIO.NET

CONHECENDO O VISUAL STUDIO.NET CONHECENDO O VISUAL STUDIO.NET Nesta matéria estaremos apresentando a IDE (Integrated Development Environment) do Visual Studio.NET. A Microsoft incluiu nesta versão da ferramenta de desenvolvimento todos

Leia mais

Geração Automática de Interfaces com o Utilizador: Uma Abordagem Baseada em MDA para a Plataforma PHP

Geração Automática de Interfaces com o Utilizador: Uma Abordagem Baseada em MDA para a Plataforma PHP Geração Automática de Interfaces com o Utilizador: Uma Abordagem Baseada em MDA para a Plataforma PHP Duarte Nuno Fernandes Homem Costa (Licenciado) Tese Submetida à Universidade da Madeira para a Obtenção

Leia mais

1. StarUML - UML/MDA Plataform

1. StarUML - UML/MDA Plataform Sumário 1. StarUML - UML/MDA Plataform... 1 2. Criando Perfis no StarUML... 2 3. Criando o perfil GeoProfile... 5 4. Aplicando o Perfil GeoProfile... 12 1. StarUML - UML/MDA Plataform Star UML (STAR UML,

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Como migrar de outras ferramentas de gestão de referência para o Mendeley. Como migrar do RefWorks para Mendeley

Como migrar de outras ferramentas de gestão de referência para o Mendeley. Como migrar do RefWorks para Mendeley Guia de Migração Como migrar de outras ferramentas de gestão de referência para o Mendeley Um dos benefícios do Mendeley é que ele pode importar referências de outras ferramentas de gerenciamento de referência.

Leia mais

Novo sistema de listagens do S4 (visualização e impressão de listagens via Browser)

Novo sistema de listagens do S4 (visualização e impressão de listagens via Browser) Novo sistema de listagens do S4 (visualização e impressão de listagens via Browser) 1. Desvantagens do sistema de impressão tradicional do S4...2 2. Vantagens do sistema de impressão via Browser...2 3.

Leia mais

1. Visual Paradigm for UML

1. Visual Paradigm for UML Sumário 1. Visual Paradigm for UML... 1 2. Criando o Perfil GeoProfile... 2 3. Adicionando Ícones aos Estereótipos... 10 4. Aplicando o perfil GeoProfile... 12 1. Visual Paradigm for UML Visual Paradigm

Leia mais

Programação 2009/2010 MEEC MEAer

Programação 2009/2010 MEEC MEAer Programação 2009/2010 MEEC MEAer Guia para criação de um projecto no KDevelop O ambiente de desenvolvimento de software (IDE) a usar durante a unidade curricular de Programação é o KDevelop, que se executa

Leia mais

Aplicações de Programação CNC/ISO com Microcomputador

Aplicações de Programação CNC/ISO com Microcomputador Aplicações de Programação João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca Introdução No contexto da programação CNC seria benéfica a possibilidade de trabalhar com programas que, dentro do possível,

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT E s t u d o s o b r e a i n t e g r a ç ã o d e f e r r a m e n t a s d i g i t a i s n o c u r r í c u l o d a d i s c i p l i n a d e E d u c a ç ã o V i s u a l e T e c n o l ó g i c a Cloud canvas

Leia mais

Índice: Tipo de Aplicações em Visual Basic Componentes do Visual Basic

Índice: Tipo de Aplicações em Visual Basic Componentes do Visual Basic O tutorial a seguir,é feito para iniciantes em Visual Basic, que no qual, pode ajudar alguns que querem saber algumas funcções. Que começe o Tutorial ^^ Índice: Tipo de Aplicações em Visual Basic Componentes

Leia mais

EMF. Eclipse Modeling Framework. José G. de Souza Júnior. direção: Dr. Denivaldo Lopes

EMF. Eclipse Modeling Framework. José G. de Souza Júnior. direção: Dr. Denivaldo Lopes Engineering for a better life EMF Eclipse Modeling Framework José G. de Souza Júnior direção: Dr. Denivaldo Lopes LESERC (Laboratório de Engenharia de Software e Rede de Computadores) Web Site: http://www.leserc.dee.ufma.br/

Leia mais

Análise da integração de ferramentas open-source no processo de desenvolvimento -

Análise da integração de ferramentas open-source no processo de desenvolvimento - Análise da integração de ferramentas open-source no processo de desenvolvimento - Poseidon & NetBeans Paulo Trezentos PFSI MEIC / IST Paulo.Trezentos@iscte.pt ABSTRACT Neste documento é analisada a possibilidade

Leia mais

Interfaces Pessoa-Máquina (IPM)

Interfaces Pessoa-Máquina (IPM) Interfaces Pessoa-Máquina (IPM) III.3 Estilos de Interacção HCI, Cap. 3, Alan Dix 1 Melhor e Pior? 2 1 Resumo da Aula Anterior Praticamos Avaliação Heurística Consolidamos resultados Modelos para Avaliação

Leia mais

Uma Ferramenta para Geração Automática de Testes Funcionais e Protótipos de Interface a partir de Casos de Uso

Uma Ferramenta para Geração Automática de Testes Funcionais e Protótipos de Interface a partir de Casos de Uso Uma Ferramenta para Geração Automática de Testes Funcionais e Protótipos de Interface a partir de Casos de Uso Ernesto C. Brasil 1, Thiago C. de Sousa 2 1 Centro de Ensino Unificado de Teresina (CEUT)

Leia mais

O que significa programar e a razão da sua importância. os sistemas informáticos dependem da interacção de inúmeros programas

O que significa programar e a razão da sua importância. os sistemas informáticos dependem da interacção de inúmeros programas Capítulo 1 Introdução Enquadramento da disciplina O que significa programar e a razão da sua importância basilar em qualquer curso de computação os sistemas informáticos dependem da interacção de inúmeros

Leia mais

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO -ZIMBRA- Ajuda na configuração e utilização do cliente de correio eletrónico

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO -ZIMBRA- Ajuda na configuração e utilização do cliente de correio eletrónico MANUAL DE CONFIGURAÇÃO -ZIMBRA- Ajuda na configuração e utilização do cliente de correio eletrónico Índice Autenticação Pela Primeira Vez... 3 Utilização do Zimbra... 4 Como Aceder... 4 Como fazer Download

Leia mais

Tecnologias de Informação e Comunicação Página 1 de 5

Tecnologias de Informação e Comunicação Página 1 de 5 1. Descrição da prova A prova irá abranger várias tarefas de utilização do software do Microsoft Office2007 e software gráfico como o Adobe Photoshop CS4 ou Adobe Fireworks CS4. As principais áreas abrangidas

Leia mais

Introdução à Bonita BPM

Introdução à Bonita BPM WHITE PAPER Introdução à Bonita BPM Como começar a usar o Bonita BPM para capturar um processo conceitual e transformá-lo em um diagrama de processo Charlotte Adams, Alexandre Bricout e Maria Picard, Bonitasoft

Leia mais

Centro de Competência Entre Mar e Serra. Guia

Centro de Competência Entre Mar e Serra. Guia SMART Notebook Software Guia O Software Notebook permite criar, organizar e guardar notas num quadro interactivo SMART Board (em modo projectado e não-projectado), num computador pessoal e, em seguida,

Leia mais

Unified Software Development Process

Unified Software Development Process 59/170 Unified Software Development Process Sumário Breve história do Unified Process O Unified Process O ciclo de vida do Unified Process O RUP (Rational Unified Process) 60/170 Breve História do Unified

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Help & Manual Versão 6.2.0 Build 2537

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Help & Manual Versão 6.2.0 Build 2537 MANUAL DE UTILIZAÇÃO Help & Manual Versão 6.2.0 Build 2537 Sumário Introdução... 3 Histórico... 4 1. Tópicos... 5 2. Configuração dos popups... 12 3. Estilos... 13 3.1 Criação de Estilos... 13 3.2 Importação

Leia mais

Uma Extensão da Disciplina de Requisitos do OpenUP/Basic para a Construção de Ontologias Aplicadas à Web Semântica

Uma Extensão da Disciplina de Requisitos do OpenUP/Basic para a Construção de Ontologias Aplicadas à Web Semântica SEMINÁRIO DE PESQUISA EM ONTOLOGIA NO BRASIL 11 e 12 de Agosto Universidade Federal Fluminense Departamento de Ciência da Informação Niterói Rio de Janeiro Brasil [X] Tema 2 Técnicas e Ferramentas em Ontologias

Leia mais

Oracle SQL Developer

Oracle SQL Developer BDDAD Bases de Dados Oracle SQL Developer Nelson Freire (ISEP LEI-BDDAD 2015/16) 1/30 SQL Developer Sumário Introdução Instalar Abrir Ligar à BD no Servidor Oracle SQL Worksheet Editar SQL Executar SQL

Leia mais

Capítulo 9. SMB (Server Message Block) Serviços de ficheiros em rede Microsoft. Gestão de Redes e Serviços (GRS) Capítulo 9 1/1

Capítulo 9. SMB (Server Message Block) Serviços de ficheiros em rede Microsoft. Gestão de Redes e Serviços (GRS) Capítulo 9 1/1 Capítulo 9 Serviços de ficheiros em rede Microsoft SMB (Server Message Block) Gestão de Redes e Serviços (GRS) Capítulo 9 1/1 Introdução Em 1984 a Microsoft fez uma API (Application Programming Interface)

Leia mais

Software Adobe DreamWeaver. Requisitos para criar aplicações Web

Software Adobe DreamWeaver. Requisitos para criar aplicações Web Software Adobe DreamWeaver O Dreamweaver é uma ferramenta de desenvolvimento de sites que suporta diversas linguagens de scritpting para construir sites dinâmicos. Suporta várias linguagens como por exemplo:

Leia mais

User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing

User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing Kern, Bryan; B.S.; The State University of New York at Oswego kern@oswego.edu Tavares, Tatiana; PhD;

Leia mais

OurDocs. Sistemas Distribuídos Engenharia de Software. Sistema de gestão documental. ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt

OurDocs. Sistemas Distribuídos Engenharia de Software. Sistema de gestão documental. ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt Sistemas Distribuídos Engenharia de Software 2º Semestre, 2006/2007 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: OurDocs Sistema de gestão documental ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt

Leia mais

Introdução! 1. Modelos de Domínio! 1. Identificação de classes conceituais! 2. Estratégia para identificar classes conceituais! 2

Introdução! 1. Modelos de Domínio! 1. Identificação de classes conceituais! 2. Estratégia para identificar classes conceituais! 2 Modelo de domínio Introdução! 1 Modelos de Domínio! 1 Identificação de classes conceituais! 2 Estratégia para identificar classes conceituais! 2 Passos para a elaboração do modelo de domínio! 2 Passo 1

Leia mais

Interacção Homem-Máquina

Interacção Homem-Máquina Interacção Homem-Máquina Análise de Tarefas Pedro Campos dme.uma.pt/pcampos pcampos@uma.pt Análise de Tarefas Avaliação Avaliação Avaliação Análise de Utilizadores Fase de Análise Análise de Tarefas! Métricas

Leia mais