O ensino e o mercado de trabalho na área de design

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ARQUITETURA, ARTES E COMUNICAÇÃO Programa de Pós-graduação em Design O ensino e o mercado de trabalho na área de design Carolina de Oliveira Marques Profª. Adjunto Paula da Cruz Landim Orientadora Bauru 2010

2 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ARQUITETURA, ARTES E COMUNICAÇÃO Programa de Pós-graduação em Design Carolina de Oliveira Marques O ensino e o mercado de trabalho na área de design Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Design, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, da Instituição Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Como requisito à obtenção do título de Mestre. Orientadora: Profª. Adjunto Paula da Cruz Landim Bauru 2010

3 Agradecimentos Agradeço primeiramente e especialmente minha orientadora Paula da Cruz Landim. Agradeço pela orientação que me permitiu, desde a graduação, concretizações que me fizeram feliz e realizada na área acadêmica e no mercado de trabalho. Agradeço pela confiança, pelo apoio e brilhante orientação. Agradeço de tal forma e imensidão que mesmo que eu utilizasse todas as palavras existentes e espaços aqui disponíveis não seriam suficientes para agradecer o que fez. Tudo ainda seria pouco. A Sônia Hungria, funcionária da seção de graduação da FAAC - Unesp e ao Prof. José Fernando da Silva, coordenador do curso de Design no Iesb, que entraram em contato com os alunos e professores para que participassem respondendo aos questionários. A todos voluntários que colaboraram com a pesquisa. Aos meus gestores e amigos dos Correios, que permitiram trabalhar em horário diferenciado para que pudesse comparecer as aulas e congressos. Ao coordenador de negócios, Sergio Paulo Roberto, que percebeu e soube valorizar os benefícios e resultados trazidos pelo design, tanto para a empresa como para a sociedade. A minha família, especialmente meu pai.

4 Resumo O ENSINO E O MERCADO DE TRABALHO NA ÁREA DE DESIGN. No cenário mercadológico o design vem ganhando cada vez mais destaque. Novas universidades e cursos que tratam de design estão surgindo. O novo consumidor aguarda por novidades, melhorias e boas surpresas. Diante desse contexto, o profissional de design precisa estar bem preparado para atuar nesta relação entre os vários atores do processo. Os professores precisam estar em sintonia com o mercado de trabalho, para oferecem ensino que garanta empregabilidade aos seus alunos. Um fator que vem contribuindo para que a relação entre sujeitos não seja totalmente positiva é o fato do termo design ser utilizado indiscriminadamente e desta forma provocar impactos negativos para a área, para os que nela atuam e principalmente para a sociedade. Portanto, foi verificada como está a atual relação ensino e o mercado de trabalho na área de Design. E com isto foi possível identificar pontos fortes e pontos fracos através de entrevistas com amostragem de sujeitos envolvidos nesta dinâmica, professores e alunos. Os resultados apontam alguns aspectos onde as Instituições de Ensino, estudantes de design, designers e o mercado de trabalho podem atuar para que ocorram melhorias nesta relação. Palavras-chave: Design, designers, ensino e mercado de trabalho.

5 Abstract EDUCATION AND THE LABOR MARKET IN THE FIELD OF DESIGN. In the market scenario design is gaining more prominence. New universities and courses dealing with design are emerging. The new consumer waits for innovations, improvements and good surprises. Given this context, the design professional must be well prepared to act in this relationship between the various actors in the process. Teachers need to be in line with the labor market, to offer education to ensure employability of their students. One factor that has contributed to the relationship between subjects isn t completely positive is that the term design is used indiscriminately and thus cause negative impacts to the area for those who work in it and especially to society. Therefore, it is necessary to check how is the current relationship education and the labor market in the area of Design. And for this it was possible to identify strengths and weaknesses through interviews with sample of subjects involved in this dynamic. The results show some aspects where the educational institutions, design students, designers and the labor market can work for improvements to occur in this relationship. Keywords: Design, designers, education and labor market.

6 Lista de Figuras FIGURA 1 CURSO DE WEB DESIGN 10 FIGURA 2 CURSO DE DESIGN & WEB 11 FIGURA 3 CURSO DE DESIGN DE SOBRANCELHAS 12 FIGURA 4 NOTÍCIAS E DESIGN 1 13 FIGURA 5 NOTÍCIAS E DESIGN 2 14 FIGURA 6 NOTÍCIAS E DESIGN 3 14 FIGURA 7 NOTÍCIAS E DESIGN 4 15 FIGURA 8 VISUALIZAÇÃO DE RESULTADOS DA WEB PARA A PALAVRA DESIGN EM SITES BRASILEIROS 15 FIGURA 9 DESIGNER ARQUITETO E DESIGNER ADVOGADO 16 FIGURA 10 SITE - CRIAÇÃO DE LOGOTIPOS 17 FIGURA 11 SITE - CRIAÇÃO DE LOGOTIPO E PAPELARIA 17 FIGURA 12 SITE - CRIAÇÃO DE LOGOMARCAS 17 FIGURA 13 SITE - CRIAÇÃO DE LOGOS 17 FIGURA 14 CALÇADOS PROJETADOS POR KARIN RASHID 18 FIGURA 15 CALÇADOS PROJETADOS PELOS IRMÃOS CAMPANA 18 FIGURA 16 PEÇAS DE DIVULGAÇÃO QUE FALAM SOBRE DESIGN 19 FIGURA 17 EMPREGABILIDADE NA ÁREA DO DESIGN 32

7 Lista de Quadros QUADRO 1 - CONCURSOS DE DESIGN 7 QUADRO 2 CONCURSO PARA SELEÇÃO DE DESENHISTA INDUSTRIAL 9 QUADRO 3 CURSOS DE DESIGN NO ESTADO DE SÃO PAULO 34 QUADRO 4 - PERFIL DOS ALUNOS DA INSTITUIÇÃO A 41 QUADRO 5 - AVALIAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DA INSTITUIÇÃO A 43 QUADRO 6 - PONTOS FORTES E PONTOS FRACOS DA GRADUAÇÃO EM DESIGN DA INSTITUIÇÃO A 45 QUADRO 7 - O QUE FALTA NA FACULDADE INSTITUIÇÃO A 47 QUADRO 8 - PERFIL DOS ALUNOS DA INSTITUIÇÃO B 48 QUADRO 9 - AVALIAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DA INSTITUIÇÃO B 50 QUADRO 10 - PONTOS FORTES E PONTOS FRACOS DA GRADUAÇÃO EM DESIGN DA INSTITUIÇÃO B 52 QUADRO 11 - O QUE FALTA NA FACULDADE INSTITUIÇÃO B 54 QUADRO 12 - PERFIL DOS DISCENTES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESIGN 55 QUADRO 13 - AVALIAÇÃO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO 56 QUADRO 14 - AVALIAÇÃO DO ENSINO OFERECIDO PELO PRÓPRIO DISCENTE 58 QUADRO 15 - AVALIAÇÃO DA AULA DOS MESTRANDOS E DOUTORANDOS 60 QUADRO 16 - MEIOS PELOS QUAIS OS DISCENTES SE ATUALIZAM 63 QUADRO 17 - REGISTRO DO NÚMERO DE PROFESSORES E PERCENTUAL DE COLABORAÇÃO COM A PESQUISA 64 QUADRO 18 - PERFIL DOS PROFESSORES E EXPERIÊNCIA ACADÊMICA E PROFISSIONAL 65 QUADRO 19 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 67 QUADRO 20 - PONTOS FORTES E PONTOS FRACOS 69 QUADRO 21 - COMPARATIVO PONTOS FORTES E PONTOS FRACOS 71

8 Lista de Gráficos GRÁFICO 1 CONCURSOS DE DESIGN 8 GRÁFICO 2 - CONCURSOS DE DESIGN DE PRODUTO 8 GRÁFICO 3 - CONCURSOS DE DESIGN GRÁFICO 9 GRÁFICO 5 A EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA SELEÇÃO DE PROFESSORES 25 GRÁFICO 6 - AVALIAÇÃO FEITA POR ALUNOS DE CURSOS DE DESIGN DE BAURU 38 GRÁFICO 7 - MÉDIA DAS NOTAS ATRIBUÍDAS PELOS ALUNOS A SUA INSTITUIÇÃO 38 GRÁFICO 8 - PERCENTUAL DE ALUNOS QUE REALIZAM ESTÁGIO 39 GRÁFICO 9 - PONTOS FORTES DO ENSINO QUE FORAM ASSINALADOS POR ALUNOS DE DESIGN 39 GRÁFICO 10 - PONTOS FRACOS DO ENSINO QUE FORAM ASSINALADOS POR ALUNOS DE DESIGN 40 GRÁFICO 11 - INSTITUIÇÃO A PERCENTUAL DE ALUNOS QUE JÁ REALIZAM ESTÁGIO 42 GRÁFICO 12 - INSTITUIÇÃO A AVALIAÇÃO DO CURSO 44 GRÁFICO 13 - INSTITUIÇÃO A NOTAS ATRIBUÍDAS PELOS ALUNOS 44 GRÁFICO 14 - INSTITUIÇÃO A PONTOS FORTES APONTADOS PELOS ALUNOS 46 GRÁFICO 15 - INSTITUIÇÃO A PONTOS FRACOS APONTADOS PELOS ALUNOS 46 GRÁFICO 16 - INSTITUIÇÃO B PERCENTUAL DE ALUNOS QUE REALIZAM ESTÁGIO 49 GRÁFICO 17 - INSTITUIÇÃO B AVALIAÇÃO DO CURSO 51 GRÁFICO 18 - INSTITUIÇÃO B NOTAS ATRIBUÍDAS PELOS ALUNOS 51 GRÁFICO 19 - INSTITUIÇÃO B PONTOS FORTES 53 GRÁFICO 20 - INSTITUIÇÃO B PONTOS FRACOS 53 GRÁFICO 21 - FORMAÇÃO DOS DISCENTES DA PÓS-GRADUAÇÃO EM DESIGN 55 GRÁFICO 22 - AVALIAÇÃO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO FEITA PELOS ALUNOS 57 GRÁFICO 23 - ALUNOS AVALIAM ITENS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO 57 GRÁFICO 24 - PERCENTUAL DE DISCENTES QUE ATUAM COMO PROFESSOR 59 GRÁFICO 25 - COMPETÊNCIAS EXIGIDAS DO DESIGNER PELO MERCADO DE TRABALHO 61 GRÁFICO 26 - AVALIAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO REALIZADO PELOS DISCENTES 62 GRÁFICO 27 - O QUE FALTOU APRENDER NA GRADUAÇÃO 62 GRÁFICO 28 - MEIOS UTILIZADOS PARA ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL 63 GRÁFICO 29 - QUANTIDADE DE PROFESSORES E QUANTIDADE DE RESPOSTAS 64 GRÁFICO 30 - RESULTADOS EM ANOS DA ATUAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL 65 GRÁFICO 31 - MÉDIA EM ANOS DE ATUAÇÃO NA ÁREA DE DESIGN 66 GRÁFICO 32 - NECESSIDADE DE EXPERIÊNCIA PRÁTICA PARA AS AULAS DE DESIGN 68 GRÁFICO 33 - COMPARATIVO NA AVALIAÇÃO DO CURSO REALIZADA PELOS ALUNOS 70 GRÁFICO 34 - ALUNOS ATRIBUEM NOTAS A ITENS RELACIONADOS À SUA GRADUAÇÃO 71 GRÁFICO 35 - PERCENTUAL DE GRADUANDOS QUE REALIZAM ESTÁGIO 73

9 Sumário Índice Geral 1 INTRODUÇÃO Estrutura da Dissertação 2 2 OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos específicos 4 3 DESIGN HOJE 5 4 DO ENSINO AO MERCADO DE TRABALHO O Ensino Do Mercado ao Ensino Mercado Design e Mercado Inovação Relacionamento 31 5 A PESQUISA Sujeitos Materiais Local Método Aspectos éticos Professores Alunos Alunos da pós-graduação Resultados Alunos de Design Alunos da pós-graduação em Design Professores de Design 64 6 DISCUSSÃO 70 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS 76 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 77 9 APÊNDICES ANEXOS 89

10 1 INTRODUÇÃO O design ganha cada vez maior destaque no cenário mercadológico atual. O número de instituições de ensino que oferecem o curso se multiplica e o termo é utilizado para mostrar que o produto recebeu cuidados especiais e possui maior valor. A relação entre os atores deste cenário muitas vezes é conflituosa, pois o próprio termo design dá abertura para isso, devido à sua definição não tão clara e ainda divulgada e utilizada de forma distorcida. Lobach (2001) diz que, quando pronunciada a palavra design, devemos ter cuidado em relação à percepção precisa de quem a ouve, pois existem cinco diferentes interpretações: o usuário utiliza o termo com naturalidade e sem maiores reflexões; o fabricante poderia definir o termo como algo que agrega valor estético e otimiza valores de uso do produto, atraindo a atenção de compradores; o empresário explorador acredita que é um recurso para aumentar as vendas, uma bela aparência que possibilita elevar o valor do produto; já o designer poderia definir como sendo um processo de solução de problemas atendendo as relações do homem com seu ambiente técnico ; finaliza citando a postura possível de um advogado dos usuários: design é o processo de adaptação do ambiente artificial às necessidades físicas e psíquicas dos homens na sociedade. Mesmo nenhuma dessas definições sendo a mais exata para se definir design, as diferentes percepções supostas pelo autor servem de exemplo para retratar o conflito de entendimentos. As instituições de ensino, em se tratando de design, possuem como incumbência, além de outras, prepararem profissionais para o mercado de trabalho, que atuem permeando contatos com empresários, profissionais de outras áreas e o mercado consumidor. A intenção de quem cursa o nível superior é ingressar no mercado de trabalho e atuar em sua área de formação, designers trabalhando com design, colocando em prática o que aprendeu. Os empresários sabem muito bem que devem atender aos anseios dos consumidores para manter a saúde financeira e a sobrevivência da empresa, o famoso foco no foco do cliente. Porém, ocorre um distanciamento entre as instituições de ensino e o mercado empregador. A Associação de Designers de Produtos (ADP), em seu site, relata no artigo A Relação Designer X Empresa: É preciso conhecer o caminho das pedras que todos começaram a olhar o design como um atrativo para seu negócio, fazendo surgir empresas de design nos centros industriais e uma grande projeção das mais antigas, além de várias publicações discorrendo que o design tinha finalmente encontrado seu lugar. Tudo isso fez com que surgissem muitos cursos de design em todo país, novos profissionais no

11 2 mercado e não necessariamente todos esses profissionais possuem boa formação. Diz que faltou ao mercado brasileiro entender o que é design e aprender a usá-lo de forma eficiente. Landim (2009) faz uma reflexão e diz que uma questão tem sistematicamente surgido em suas indagações: até que ponto a formação acadêmica responde aos anseios da sociedade e do setor produtivo? Chega o momento em que é necessário realizar uma análise do estado atual do design, identificar o que fez ele se tornar o que é e o que pode ou deve ser feito deste ponto em diante e o relacionamento entre a instituição e o mercado de trabalho, até mesmo seus papéis individuais possuem grande influência. Fica claro que o entendimento sobre o que é design varia muito, e que o uso e determinação de seu termo estão sendo utilizados por diferentes pessoas, em aplicações distintas e significados diferentes. A finalidade desta pesquisa é identificar pontos de concordância e de conflito na relação entre empresas e instituições de ensino, como uma instituição vê a outra, de que forma colaboram entre si e demais relações dessa dinâmica. Busca também trazer contribuição para o relacionamento das partes envolvidas, identificando pontos nos quais o designer, tanto os já profissionais como os estudantes, podem melhorar e também como os empresários e colegas de trabalho podem contribuir de forma a facilitar o desenvolvimento, aproveitamento e valorização das atividades do designer. A pesquisa foi realizada no período de setembro de 2009 a setembro de Estrutura da Dissertação Esta dissertação é composta por seis capítulos. A introdução ao tema tratado, trazendo uma abordagem de tudo que será apresentado neste trabalho. Os objetivos, os objetivos gerais, os objetivos específicos e a estrutura do trabalho estão no segundo capítulo. O terceiro capítulo, Design hoje, mostra como se apresenta o design nos dias atuais, realizando uma verificação do cenário e revisão bibliográfica. Expõe onde a palavra design vem sendo utilizada, aplicações corretas e errôneas, os impactos causados e reflexos na relação ensino e mercado de trabalho. No capítulo quarto, Do ensino ao mercado de trabalho, apresenta revisão bibliográfica, mostrando desde o surgimento do ensino de design, como é feita atualmente a seleção de professores e conceitos relativos ao mercado. A Pesquisa se concentra no capítulo quinto, desde a apresentação de seus sujeitos, materiais, local, aspectos éticos, até mesmo os resultados obtidos. Todos transformados em tabelas, gráficos para melhor visualização e análise, e descrições de cada um deles.

12 3 A Discussão é encontrada no capítulo subsequente, o sexto, no qual os resultados se relacionam juntamente com a revisão bibliográfica, construindo e revelando assim informações interessantes da relação ensino e mercado de trabalho na área do design. O sétimo capítulo é destinado às considerações finais, observações importantes para os atores envolvidos no processo e também recomendações. Na sequência são apresentadas as referências bibliográficas, apêndices e anexos.

13 4 2 OBJETIVOS Objetivo Geral Esta pesquisa tem como objetivo realizar uma análise da dinâmica do ensino do Design, sua eficácia e seus reflexos na relação com o mercado de trabalho Objetivos específicos Identificar percepções dos públicos que envolvem diretamente o ensino do Design: alunos e professores; Verificar a satisfação dos empresários que empregam designers e suas relações com tais profissionais; Indicar pontos de melhoria no ensino de Design e no relacionamento com os aspectos mercadológicos. Trata-se de investigação direta sobre opiniões de instâncias envolvidas no processo que engloba a passagem do aluno para o mundo profissional, da academia ao mercado de trabalho, identificando parâmetros estatísticos e análise. O universo foi a cidade de Bauru- SP.

14 5 3 Design hoje Atualmente, para a maior parte das pessoas, ainda existe a dificuldade em se definir e até mesmo entender claramente o que é Design. Bezerra (2008) diz que design é uma palavra usada e abusada nos dias de hoje, da mesma forma que outras palavras como inovação, criatividade e estratégia também são. Diz também que os termos desaparecem rapidamente e que não é importante ficar preso a modismos. Porém quando o uso da palavra interfere significativamente em seu entendimento, provocando efeitos que podem ser sentidos e que são verdadeiramente reais, devemos sim nos preocupar. O Design está presente de manhã até a noite e, até mesmo quando as pessoas dormem, ele está lá: na casa, no trabalho, no lazer, na educação, na saúde, no esporte, no transporte de pessoas e bens, no ambiente público - tudo é configurado de forma inconsciente ou consciente. Design pode ser próximo da pele (moda), bem distante (terreno espacial) (Bürdek, 2006). Mesmo com a onipresença do design, muito se fala sobre o significado, o desconhecimento do termo e a aplicação indevida. Apesar de toda clareza e empenho de diversos autores em elucidar o que é design, a área ainda passa por situações incertas em relação à aplicação correta de seu termo e em relação à atividade exercida. O objetivo principal do design é o de tornar a vida das pessoas melhor, a prática do design deve responder às necessidades técnicas, funcionais e culturais e criar soluções inovadoras que comuniquem significado e emoção e que transcendam idealmente as suas formas, estrutura e fabricação conceitua Landim (2009). Porém, na prática, no dia a dia, encontramos distorções reais deste objetivo apontado. Aqui são apresentados problemas decorrentes da incorreta utilização do termo design e também o baixo nível de entendimento por maior parte das pessoas, provando tais fatos e mostrando a latente necessidade de ação imediata para que a situação se converta na aplicação correta e precisa da expressão. Hoje o termo design está sendo utilizado de maneira equivocada como forma de diferenciar um produto por sua estética, para denominar cursos de softwares gráficos, além de atividades que envolvam algum aspecto visual, como até mesmo arranjos de flores ou cabelo. Foi realizada busca pelo termo design em meios de comunicação como sites, dicionários, peças impressas, revistas e livros.

15 6 Dicionários Nos dicionários, possivelmente o primeiro local onde a maior parte das pessoas irá buscar por informações sobre o seu significado, encontramos definições como: No Dicionário Houaiss (acesso em 2009) substantivo masculino Rubrica: desenho industrial; a concepção de um produto (máquina, utensílio, mobiliário, embalagem, publicação etc.), esp. no que se refere à sua forma física e funcionalidade; Derivação: por metonímia. o produto desta concepção; por extensão de sentido (da acp. 1). m.q. desenho industrial; Derivação: por extensão de sentido. m.q. desenho-de-produto; Derivação: por extensão de sentido. m.q. programação visual; Derivação: por extensão de sentido. m.q. desenho ('forma do ponto de vista estético e utilitário' e 'representação de objetos executada para fins científicos, técnicos, industriais, ornamentais'). A definição não está apresentada de forma totalmente esclarecedora e completa. Já o Dicionário Michaelis (acesso em 2009) apresenta o significado de forma sintetizada (dizáin) sm (ingl); Concepção de um projeto ou modelo; planejamento; O produto deste planejamento. Instituto Nacional de Propriedade Industrial O INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial divulga através de seu site (2009) o termo de forma incompleta, tratando o design apenas como um conjunto de elementos estéticos. Diz que considera-se Desenho Industrial a forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial. O INPI diferencia o termo Patente do termo Desenho Industrial, sendo patente um novo produto, no sentido mais abrangente. Como dizem, são os que requerem, na maioria das vezes, grandes investimentos. Proteger esse produto através de uma patente significa prevenir-se de que competidores copiem e vendam esse produto a um preço mais baixo, uma vez que eles não foram onerados com os custos da pesquisa e desenvolvimento do produto. Aqui fica claro o conflito de significados, pois o Design envolve pesquisa e desenvolvimento de produto, porém o INPI entende que, de forma resumida, Desenho Industrial é estética. Isso é muito nocivo, visto que empresas através de seus gestores fazem uso do site para registrar e patentear seus produtos. Terminando o entendimento sobre patente exemplificado pelo INPI: A proteção conferida pela patente é, portanto, um valioso e imprescindível instrumento para que a invenção e a criação industrializável se tornem um investimento rentável. Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgados pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de

16 7 direitos sobre a criação. Em contrapartida, o inventor se obriga a revelar detalhadamente todo o conteúdo técnico da matéria protegida pela patente. Um Instituto como esse, de grande importância para a área e com grande interação com o setor produtivo, deveria promover a atualização do termo e utilizá-lo de forma correta. Concursos de Design Os concursos também apresentam falha na aplicação do termo. Para eleger o melhor design contam com ampla divulgação, atraindo diversos concorrentes e, para ser um, não é necessária a formação em design. Para algumas empresas que promovem tais concursos, qualquer pessoa pode participar. Isso foi observado em 18/10/09, no site que foi acessado para obtenção dos números de concursos com inscrições abertas. Estavam disponíveis inscrições para oito concursos. Quadro 1 - Concursos de Design Concurso Projetos Exigida formação Design de Produto loja MICASA - Concurso DESIGN.br Design de Produto Salão Design Movelsul 2010 / 2º Design Mercosul Móveis Design Gráfico Volatmedia - Concurso Sou design gráfico e de produto Criativo móveis móveis Arte digital, fotografia e vídeo 2º Prêmio Minas Design Design Aplicado ao Aço Inox Colorido Design de Produto if Concept Award 2010 desenho industrial; moda; Design de Produto Fapemig - Programa Estruturador Rede de Inovação Tecnológica - Design nas Empresas comunicação/multimídia; arquitetura e design de interiores; design universal Inovação em produto Design Gráfico Companhia Athetica - Athletica Logo comemorativo 25 anos não Design Gráfico All Star - Converse Art Collabs Estampa para tênis com o tema Pop Art (profissionais estudantes)? sim sim não sim sim sim não e Através do gráfico formado pelas informações disponíveis sobre concursos, é possível notar que existe abertura para participação do público geral (sem formação na área e que também não são estudantes) nos concursos de Design:

17 8 Gráfico 1 Concursos de Design Trinta e oito por cento dos concursos de design dessa amostragem permitiram livre acesso aos participantes, de certa forma permitindo com que todos se considerassem designers e fazendo com que exista abertura para pensamentos como: o concurso de design é aberto a todos, sem restrição. Então todos podem ser designers. Nos concursos, cujo objetivo é elejer o melhor design de produto, é exigida formação específica ou ao menos que o participante esteja cursando graduação em área afim. Para os processos de escolha de Design de Produto, não é permitido o ingresso do amadorismo em 100% dos concursos. Gráfico 2 - Concursos de Design de Produto O grande problema se encontra nos concursos relativos ao Design Gráfico, nos quais existe o livre acesso para participação. Apenas 25% dos concursos desta amostra, exigem formação profissional ou curso de graduação na área em andamento.

18 9 Gráfico 3 - Concursos de Design Gráfico Fica evidente a desvalorização ocorrida com o designer gráfico graduado. Parte dessa responsabilidade pode ser atribuída à popularização dos softwares gráficos, seus cursos e à facilidade de seu manuseio. Veremos mais à frente imagens de fatores que provocam e provam essa ação de desvalorização. Wollner (2004), diz que a princípio todos podem ser designers e que, para isso, basta treinamento. Relata que, quando um empresário precisa de design e não sabe exatamente o que é isso, acaba contratando alguém com talento, um artista, que é intuitivo, porém não está preparado para aplicar a tecnologia. Um artista, alguém com talento, não esta preparado para muitas coisas relacionadas a design. Outros concursos, os de caráter empregatício, exigem graduação como prerrequisito para contratação. Nesse exemplo, no conteúdo programado para a prova do concurso estão diversos itens vistos em disciplinas do curso de graduação e o salário é o mesmo de outros cargos de nível superior. Quadro 2 Concurso para seleção de Desenhista Industrial Acessado em Cursos de Design Podemos encontrar inúmeros cursos de design, que não são de fato cursos de design. Aqui estão listados alguns que foram ou são realizados na cidade de Bauru - SP e as imagens de seus sites. Além da internet, a divulgação de tais cursos ocorre também

19 10 através de panfletagem, banners e abordagens presenciais, principalmente na área central da cidade. O curso de softwares que permitem a construção de sites ganha o nome de Web Designer. Conforme pode ser observado na figura abaixo, o conteúdo do curso constitui-se apenas de softwares com suas ferramentas e comandos. A escola de computação aponta como mercado de trabalho as agências de propaganda, produtoras web e empresas em geral que precisam de tais profissionais. Neste mercado, o designer é o profissional indicado para exercer tais atividades. O curso de informática que é um complemento na formação do designer é apresentado pela escola de computação como solução completa para formação de um profissional. Figura 1 Curso de web design Acessado em

20 11 Mais um dos vários cursos de informática oferecidos em Bauru - SP e no Brasil que levam o termo design no nome. Neste a escola diz que habilita o aluno a criar conteúdo para web e também materiais gráficos. O curso deveria levar o nome do software e não conter a palavra design. O profissional que a escola prepara pode ser chamado de operador de software e não designer. Figura 2 Curso de Design & Web Acessado em Muitos alunos de tais cursos desenvolvem muito bem atividade com softwares específicos de design, consideram-se talentosos e competentes por conseguirem fazer trabalhos que acreditam ser similares ou superiores de quem cursa ou cursou graduação em design. Porém existem muitos riscos ao se colocar, por exemplo, a imagem empresarial nas mãos de operadores de softwares, pois não estão preparados para realizar eficientemente ações institucionais e mercadológicas, desconhecendo inúmeros aspectos que devem ser levados em conta. Design de Sobrancelha, conforme ilustrado na figura 3 é um curso que ocorreu em Bauru - SP no dia 22/05/2007. Design de Sobrancelha é um caso extremo e outro grande exemplo de uma grave falha de emprego do termo. O curso é apostilado e quem o faz, ganha certificado, tornando-se assim um designer de sobrancelha, o que caracteriza o

21 12 absurdo da utilização do design em uma atividade totalmente atípica e desconexa do que realmente é design. Figura 3 Curso de Design de Sobrancelhas Acesso em Ocorre com muita frequência a falta de profissionalização e a livre atuação de indivíduos que se autodenominam profissionais de design. Muitas pessoas que realizam cursos que ensinam a operar software gráfico recebem certificado de designer, o que não ocorre quando alguém realiza curso de software de planilhas ou de edição de texto e não são denominadas contabilista ou jornalista. Um curso de software gráfico leva o termo design para complementá-lo, já um software de controle e planilhas não leva o nome de Estatística ou Ciências Contábeis. O fato é que atualmente existem profissões que são exercidas e cujos empregadores ou contratantes não requerem do contratado a formação universitária. Podemos citar algumas como o próprio design, e outras como o jornalismo, administração e informática. Para o administrador, por exemplo, também é complicado, pois todo mundo em algum momento já administrou algo e em empresas quando pessoas são elevadas a cargos que precisam comandar, acabam administrando de forma mais efetiva e nem sempre possuem tal formação.

22 13 A ADG Brasil Associação dos Designers Gráficos (2004) diz que há alguns anos, uma das dificuldades da profissão era explicar para a própria mãe o que exatamente o designer fazia. Hoje em dia não é diferente. Mesmo sendo uma profissão que passou a existir em 1919 com a Bauhaus, ainda é preciso esclarecer não só para a mãe seu significado, como citaram os autores, mas para a maior parte das pessoas. E, atualmente, é mais difícil, pois além de explicar, é necessário eliminar, desfazer conceitos errôneos que já estão gravados na memória de grande parcela da população. Notícias Alguns complicadores que colaboram com a formação de um conceito errôneo são pessoas se autodenominando designers pelo simples fato de saberem utilizar softwares específicos; a palavra designer sendo utilizado na mídia como um simples apelo mercadológico; a confusão que algumas pessoas apresentam ao tentar distinguir design de arte ou de outras atividades e muitas outras situações. O design é diferente, não se compara a um surto artístico. O Design é consequência, fruto de um direcionamento apontado por diversos fatores. Um exemplo muito próximo e de fácil acesso é o emprego do termo design em noticiários. Foi realizada, no mais visitado site de buscas, uma procura por notícias recentes e foram localizados alguns empregos da palavra. Tais aplicações da palavra estão à disposição para acesso livre e sua colocação nos textos foi feita por profissionais de comunicação. Figura 4 Notícias e design 1

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