NOTA FISCAL ELETRÔNICA => GUIA DE PROCEDIMENTOS <=

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOTA FISCAL ELETRÔNICA => GUIA DE PROCEDIMENTOS <="

Transcrição

1 ÍNDICE 1- CONSIDERAÇÕES INICIAIS INTUITOS DO GOVERNO CERTIFICAÇÃO DIGITAL SOLICITAR CREDENCIAMENTO JUNTO A SEFAZ (SECRETÁRIA DA FAZENDA DO ESTADO) CONSIDERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO CARTA DE CORREÇÃO CANCELAMENTO INUTILIZAÇÃO CONTINGÊNCIA ADEQUAÇÕES A SEREM REALIZADAS NO SISTEMA GERAÇÃO DO ARQUIVO TRABALHANDO COM SOFTWARE DA SEFAZ EXPORTAÇÃO DE DADOS RETORNO DE DADOS DO PROGRAMA EMISSOR PARA O SISTEMA BACKUP RESTAURAÇÃO DE BACKUP

2 1- CONSIDERAÇÕES INICIAIS Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção, pelo Fisco, do documento eletrônico, antes da ocorrência do fato gerador. Vale enfatizar que, a NF-e é apenas o início de um projeto um tanto maior, diante disso, é de se pensar em acertar cadastros e processos dentro da empresa a fim de prepará-la para o futuro. Veja abaixo alguns dos itens do projeto: Escrituração Contábil Digital (Sped Contábil ECD); Escrituração Fiscal Digital (Sped Fiscal EFD); Nota Fiscal Eletrônica (NF-e); Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e); Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e); Central de Balanços; Livro de Apuração do Lucro Real (e-lalur); Escrituração Financeira (voltada para bancos); Livro das Contribuições (espécie de e-lalur para PIS/COFINS não cumulativos) Nota: Quando se fala em cadastros é importante esclarecer, que é crucial dizer que toda empresa deve atentar também ao fornecedor, pois, se este estiver obrigado a emitir nota eletrônica, a empresa não pode aceitar desse fornecedor documento diferente de nota eletrônica. Veja o que diz a legislação: Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e, o destinatário deverá exigir a sua emissão, sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal, ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e, bem como nos casos de excepcionalidades definidas na legislação. Fonte: 2- INTUITOS DO GOVERNO Promover a atuação integrada do fisco federal, estaduais e municipais e do órgão fiscalizadores. Eliminar a redundância de informações por meio da padronização, uniformização e racionalização das obrigações acessórias; Uniformizar as informações prestada pelo contribuinte à diversas unidades federadas; Reduzir o custo das empresas com a racionalização e simplificação das obrigações acessórias; Base de dados única e compartilhada; Acesso compartilhado à escrituração digital de contribuintes por órgão ou entidade legalmente autorizada. 3- CERTIFICAÇÃO DIGITAL A Serasa é o órgão mais confiável que dispõe de autorização para fornecer o certificado digital especifico para nota fiscal eletrônica. TIPOS DE CERTIFICADO DIGITAL 2

3 A1 é o tipo no qual o certificado é gerado e armazenado, protegido por senha, no computador do solicitante. É importante ter uma cópia de segurança (backup) em uma mídia digital. A principal vantagem com sua utilização se deve ao fato de que com esse é possível trabalhar em rede. A3 é o tipo no qual o certificado é gerado e armazenado, protegido por senha, diretamente em uma mídia portátil, token ou smart card. O Certificado do Tipo A3 fica armazenado em um dispositivo criptográfico, ou seja, mais seguro e pode ser transportado com maior facilidade. Em relação ao A1, a grande desvantagem do A3 se dá pelo fato de que não é possível utilizá-lo em rede. Vale salientar, que ambos devem ser manipulados por pessoas de extrema confiança, tendo em vista o disposto abaixo; Legislação: MEDIDA PROVISÓRIA N o , DE 24 DE AGOSTO DE Art. 10. Consideram-se documentos públicos ou particulares, para todos os fins legais, os documentos eletrônicos de que trata esta Medida Provisória. 1 o As declarações constantes dos documentos em forma eletrônica produzidos com a utilização de processo de certificação disponibilizado pela ICP-Brasil presumem-se verdadeiros em relação aos signatários, na forma do art. 131 da Lei n o 3.071, de 1 o de janeiro de Código Civil. 2 o O disposto nesta Medida Provisória não obsta a utilização de outro meio de comprovação da autoria e integridade de documentos em forma eletrônica, inclusive os que utilizem certificados não emitidos pela ICP-Brasil, desde que admitido pelas partes como válido ou aceito pela pessoa a quem for oposto o documento. Segurança da Informação 3

4 Os serviços do portal e-saj fazem uso de protocolos criptográficos seguros, infra-estrutura de chave pública e protocolização digital para assegurar a integridade de documentos eletrônicos e sua validade jurídica segundo a Lei /06. A segurança da informação está fundamentada, basicamente, nos seguintes itens: Integridade: a integridade visa assegurar que um documento não teve seu conteúdo alterado após ter sido assinado. Para isso, o sistema é capaz de detectar alterações não autorizadas no conteúdo. O objetivo é que o destinatário verifique que os dados não foram modificados indevidamente. Autenticidade: visa estabelecer a validade da transmissão, da mensagem e do seu remetente. O objetivo é que o destinatário possa comprovar a origem e autoria de um determinado documento. Não-repúdio: visa garantir que o autor não negue ter criado e assinado o documento. Irretroatividade: visa garantir que o sistema não permita a geração de documentos de forma retroativa no tempo. Resumindo, todo documento assinado por um certificado digital tem validade jurídica e a pessoa responsável (no caso a empresa portadora do certificado) não pode negar juridicamente sua assinatura como ocorria antes com a assinatura firmada em cartório. 4- SOLICITAR CREDENCIAMENTO JUNTO A SEFAZ (SECRETÁRIA DA FAZENDA DO ESTADO) Meios de credenciamento: Procurar o escritório de contabilidade, ou; Dirigir-se ao posto fiscal (lembrando que atualmente o posto fiscal só atende com horário agendado), ou; Solicitar o credenciamento pelo site do posto fiscal eletrônico (no caso do estado de São Paulo segue o link Nota: Sem o credenciamento se enviadas notas, as mesmas serão rejeitadas. 5- CONSIDERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO Verificar códigos dos produtos e descrições, pois, serão os dados que serão gerados para a nota fiscal eletrônica; Nota: Prevê a legislação o seguinte: ATO COTEPE/ICMS Nº. 9, DE 18 DE ABRIL DE Tabela de Identificação do Item (Produtos e Serviços) - A identificação do item (produto ou serviço) deverá receber um único código em qualquer documento, lançamento efetuado ou arquivo informado e deverá ser válido para o estabelecimento informante do arquivo, durante o ano civil, observando-se que: a) O código utilizado não pode ser duplicado ou atribuído a itens (produto ou serviço) diferentes. Os produtos e serviços que sofrerem alterações em suas características básicas deverão ser identificados com códigos diferentes. Em caso de alteração de codificação, deverão ser informados o código e a descrição anteriores e as datas de validade inicial e final; 4

5 b) Não é permitida a reutilização de código que tenha sido atribuído para qualquer produto anteriormente. c) A discriminação do item deve indicar precisamente o mesmo, sendo vedadas discriminações diferentes para o mesmo item ou discriminações genéricas (a exemplo de "diversas entradas", "diversas saídas", "mercadorias para revenda", etc.), ressalvadas as operações abaixo, desde que não destinada à posterior circulação ou apropriação na produção: 1- de aquisição de "materiais para uso/consumo" que não gerem direitos a créditos; 2- que discriminem por gênero a aquisição de bens para o "ativo fixo" (e sua baixa); 3- que contenham os registros consolidados relativos aos contribuintes com atividades econômicas de fornecimento de energia elétrica, de fornecimento de água canalizada, de fornecimento de gás canalizado, e de prestação de serviço de comunicação e telecomunicação que poderão a critério do Fisco, utilizar registros consolidados por classe de consumo para representar suas saídas ou prestações. Exemplo (discriminações permitidas para os itens): Operação entradas/aquisições ou saídas/prestações de itens de mercadoria ou serviço aquisição de vários itens de suprimentos diversos e de material para escritório em um mesmo documento fiscal aquisição de vários componentes que componham um único item de ativo fixo registro consolidado compra de energia elétrica compra de serviço de telecomunicação transferência de valor Liquidificador Turbo; Refresco Bom 300 ml Discriminação do item Materiais para uso/consumo Ar-condicionado central Alfa 3000; Computador Martus 800 MHz; Escada rolante 01 registro consolidando os documentos de consumo residencial até R$ 50,00 Energia elétrica Serviço de telecomunicação Ressarcimento de ICMS-ST a) É permitida a modificação da discriminação, desde que não implique em descaracterização do item; b) O registro dos itens em cada documento deve ser individualizado, não sendo permitido englobar itens, ressalvadas as situações e documentos para os quais houver previsão neste manual. Obs.: Resumindo o descritivo do produto deve seguir rigorosamente o que ele é com todas as especificações do mesmo, sendo que qualquer alteração deve resultar um novo cadastro de produto sob outro código (nunca modificar o descritivo do produto). 6- CARTA DE CORREÇÃO Importante: Não só a CC-e ainda não foi implementada como também seu leiaute ainda não foi publicado em Ato Cotepe, sendo permitido o uso da Carta de Correção em papel, conforme definido através do ajuste Sineif 01/07. Nos termos do artigo 19 da Portaria CAT 162/2008: 5

6 Artigo 19 - Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e, por meio de Carta de Correção Eletrônica - CE transmitida à Secretaria da Fazenda. 1 - Não poderão ser sanados erros relacionados: 1 - às variáveis consideradas no cálculo do valor do imposto, tais como: valor da operação ou da prestação, base de cálculo e alíquota; 2 - a dados cadastrais que impliquem alteração na identidade ou no endereço de localização do remetente ou do destinatário; 3 - à data de emissão da NF-e ou à data de saída da mercadoria. 2 - A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deverá : 1 - observar o leiaute estabelecido em Ato Cotepe; 2 - conter assinatura digital do emitente, certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ do emitente ou da matriz; 3 - ser transmitida via Internet, com protocolo de segurança ou criptografia. 3 - A comunicação da recepção da CC-e pela Secre taria da Fazenda: 1 - será efetuada pela Internet, mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro por ele autorizado, contendo, conforme o caso, o número do protocolo, a chave de acesso, o número da NF-e e a data e a hora do recebimento; 2 - não implica validação das informações contidas na CC-e. 4 - Quando houver mais de uma CC-e para uma mesm a NF-e, deverão ser consolidadas na última CC-e todas as informações retificadas anteriormente. Importante: O leiaute da CC-e ainda não foi publicado em Ato Cotepe. Assim sugerimos o uso da Carta de Correção prevista no 3º do artigo 183 do RICMS/00, nas situações permitidas. Artigo O documento fiscal, que não poderá conter emenda ou rasura, será emitido por qualquer meio gráfico indelével, compreendendo os processos eletrônicos, mecânico ou manuscrito, com decalque a carbono ou em papel carbonado nas vias subseqüentes à primeira, garantida a legibilidade dos seus dados em todas as vias. (Lei 6.374/89, art. 67, 1º, e Convênio de SINIEF, art. 7º, "caput" e 2º, item 3, e 4, com as alterações d os Ajustes SINIEF-16/89, cláusula primeira, I, SINIEF- 3/94, cláusula primeira, IV, e SINIEF-2/95, cláusulas primeira, I, e segunda, I). (...) 3 - Fica permitida a utilização de carta de corr eção para a regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal, desde que o erro não esteja relacionado com (Ajuste SINIEF-01/07): (Alterado pelo Artigo 1º do Decreto , de ; DOE ; Efeitos a partir de ) 1 - as variáveis que determinam o valor do imposto tais como base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação; 2 - a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário; 3 - a data de emissão ou de saída Obs.: Uma NF-e autorizada pela SEFAZ não pode ser mais modificada, mesmo que seja para correção de erros de preenchimento. Ressalte-se que a NF-e tem existência própria e a autorização de uso da NF-e está vinculada ao documento eletrônico original, de modo que qualquer alteração de conteúdo irá invalidar a assinatura digital do referido documento e a respectiva autorização de uso. 6

7 Importante destacar, entretanto, que se os erros forem detectados pelo emitente antes da circulação da mercadoria, a NF-e poderá ser cancelada e ser então emitida uma Nota Eletrônica com as correções necessárias. Há ainda a possibilidade de emissão de NF-e complementar nas situações previstas na legislação. As hipóteses de emissão de NF complementar podem ser consultadas no Artigo 182 do RICMS. 7- CANCELAMENTO Somente poderá ser cancelada uma NF-e cujo uso tenha sido previamente autorizado pelo Fisco (protocolo Autorização de Uso ) e desde que não tenha ainda ocorrido o fato gerador, ou seja, ainda não tenha ocorrido a saída da mercadoria do estabelecimento. Atualmente o prazo máximo para cancelamento de uma NF-e é de 168 horas (7 dias), contado a partir da autorização de uso. O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileiras - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Da mesma forma que a emissão de uma NF-e de circulação de mercadorias, o pedido de cancelamento também deverá ser autorizado pela SEFAZ. O leiaute do arquivo de solicitação de cancelamento poderá ser consultado no Manual de Integração do Contribuinte. O status de uma NF-e (autorizada, cancelada, etc.) sempre poderá ser consultado no site da SEFAZ autorizadora (Sefaz da unidade federada do emitente ou Sefaz-Virtual) ou no Portal Nacional da NF-e. As NF-e canceladas, denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados, sem valores monetários, de acordo com a legislação tributária vigente. Fonte: 8- INUTILIZAÇÃO Durante a emissão de NF-e é possível que ocorra, eventualmente, por problemas técnicos ou de sistemas do contribuinte, uma quebra da seqüência da numeração. Exemplo: a NF-e nº 100 e a nº 110 foram emitidas, mas a faixa 101 e 109, por motivo de ordem técnica, não foram utilizadas antes da emissão da nº 110. A inutilização de número de NF-e tem a finalidade de permitir que o emissor comunique à SEFAZ, até o décimo dia do mês subseqüente, os números de NF-e que não serão utilizados em razão de ter ocorrido uma quebra de seqüência da numeração da NF-e. A inutilização de número só é possível caso a numeração ainda não tenha sido utilizada em nenhuma NF-e (autorizada, cancelada ou denegada). A inutilização do número tem caráter de denúncia espontânea do contribuinte de irregularidades de quebra de seqüência de numeração, podendo o fisco não reconhecer o pedido nos casos de dolo, fraude ou simulação apurados. As NF-e canceladas, denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados, sem valores monetários, de acordo com a legislação tributária vigente. Fonte: 7

8 9- CONTINGÊNCIA Ocorrendo problemas técnicos com a emissão de NF-e, a empresa deverá seguir os procedimentos de contingência previstos na legislação (vide Ajuste SINIEF 07 de 2005 e suas alterações) e na documentação técnica da NF-e (vide Manual de Contingência e Manual DPEC). A documentação técnica da NF-e, assim como os principais dispositivos legais relacionados à NF-e, podem ser encontrados no Portal Nacional da NF-e. Resumidamente, os procedimentos de contingência atuais podem ser descritos da seguinte forma: 1) Autorização da NF-e pelo Sistema de Contingência do Ambiente Nacional SCAN: A transmissão para o SCAN depende de ativação prévia pela SEFAZ autorizadora, de forma que sua utilização estará relacionada na maior parte dos casos com problemas técnicos na SEFAZ autorizadora (e não no ambiente da empresa emitente). Nesse caso, a empresa deverá gerar NF-e com série a partir de 900 (séries de 900 a 999 estão reservadas ao SCAN), seguindo normalmente os demais procedimentos (Não necessita impressão de DANFE em formulário de segurança). 2) Transmissão de Declaração Prévia de Emissão em Contingência DPEC: O contribuinte deverá informar ao fisco através do Ambiente Nacional da NF-e, por site ou transmissão por web service algumas informações resumidas das NF-e que irá emitir em contingência. (Não necessita impressão de DANFE em formulário de segurança). 3) Impressão do DANFE em Formulário de Segurança para Impressão de Documentos Auxiliares - FS- DA: Temporariamente estão sendo aceitos Formulários de Segurança (FS) do Convênio ICMS 58/95. A partir de 01 de agosto de 2009 as Administrações Tributárias autorizarão apenas pedidos de aquisição de FS-DA, não aceitando mais pedidos de aquisição de FS do Conv. 58/95. Contudo, as empresas poderão continuar utilizando os formulários de segurança já autorizados até o término de seus estoques. Nos casos de uso de FS ou FS-DA, o DANFE deverá ser impresso em duas vias. Uma das vias será para o trânsito das mercadorias, devendo ser guardada pelo destinatário pelo prazo decadencial, a outra via será para o arquivo fiscal do emitente. Caso a transmissão leve à rejeição da NF-e, o contribuinte deverá providenciar a correção, autorizando a NF-e e providenciando a regularização perante o destinatário, entregando-lhe tanto o novo DANFE quanto respectiva NF-e devidamente autorizada. Sempre que o contribuinte enfrentar uma situação de contingência, deverá lavrar termo no Livro Registro de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência, modelo 6, informando a data, a hora com minutos e segundos do seu início e seu término, a numeração e a série da primeira e da última NF-e geradas nesse período, identificando, dentre as situações descritas nos incisos I a III, qual foi a utilizada. Em relação às NF-e que foram transmitidas antes da contingência e ficaram pendentes de retorno, o emitente, após a cessação das falhas, deverá solicitar o cancelamento das NF-e que retornaram com autorização de uso e cujas operações não se efetivaram ou foram acobertadas por NF-e emitidas em 8

9 contingência, bem como solicitar a inutilização da numeração das NF-e que não foram autorizadas nem denegadas. A empresa deverá observar os demais procedimentos a serem adotados, de acordo com o tipo de contingência, previstos na legislação e na documentação técnica (Ajuste SINIEF 07/05, Manual de Contingência, Manual DPEC, etc.). Fonte: 10- ADEQUAÇÕES A SEREM REALIZADAS NO SISTEMA 10.1 Marcar nos parâmetros do sistema que a empresa utiliza nota fiscal eletrônica e outras configurações relativas a nota eletrônica - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: ARQUIVOS BÁSICOS - ITEM: PARÂMETROS DO SISTEMA\ABA NOTAS FISCAIS 2 1º 2º 3º 1º - Esta opção será ativada no momento em que a empresa começar a emitir notas eletrônicas, para que o sistema faça um tratamento diferenciado para a empresa; 9

10 2º - Para que o sistema gere as notas eletrônicas, desmembrando em itens a cada nova numeração informada. 3º - Se informado o código EAN dentro da numeração e selecionada essa opção o sistema informará ao gerar a nota eletrônica o código EAN do cadastro. Nesta tela também é possível configurar a versão do processo e versão do layout da NF-e, se necessário Criar pasta para geração do arquivo Criar diretório (na unidade de disco que contiver os executáveis da Andes) nfeletronica antes da primeira geração, caso contrário resultará em erro. Exemplo: C:\Arquivos de programas\andes\nfeletronica Não utilizar em nenhum cadastro, acentos e caracteres especiais. Exemplos: ç, `,, ^, ~; ;, º. Vale ressaltar, que a respeito do item acima, também se aplica para o endereço de entrega que vai para a nota eletrônica (se localiza na parte inferior da aba Destinatário/Remetente com o nome Local de entrega diferente do destinatário) 10.4 Informar placa de veículo transportador - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: CLIENTES/FORNECEDORES - ITEM: TRANSPORTADOR / REDESPACHO 10

11 10.5 Verificar se no cadastro de clientes, não há registros sem o campo número em branco. - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: CLIENTES/FORNECEDORES - ITEM: CLIENTE Obs.: O cadastro de cliente também pode ser acessado por outros módulos como, por exemplo, pelo planejamento. 11

12 10.6 Verificar informações de inscrição estadual para ICMS da substituição tributária para cada estado; - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: CLIENTES/FORNECEDORES - ITEM: INSC. EST. DA EMPRESA POR ESTADO 12

13 10.7 Verificar cadastro de classificação fiscal dos produtos e EX (não vinculado a classificação fiscal conforme TIPI); - MÓDULO: ESTOQUE COMPRAS - MENU: PRODUTO ACABADO - ITEM: PRODUTO ACABADO Obs.: O cadastro de produto acabado também pode ser acessado por outros módulos como, por exemplo, pelo planejamento 13

14 10.8 Verificar cadastro de substituição tributária do produto por estado; - MÓDULO: ESTOQUE COMPRAS - MENU: PRODUTO ACABADO - ITEM: PRODUTO ACABADO\ (LINK) SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 14

15 10.9 Checar as situações tributárias; - MÓDULO: ESTOQUE COMPRAS - MENU: MATÉRIA-PRIMA/MATERIAIS - ITEM: SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA Observação: A situação tributária deve conter obrigatoriamente 3 dígitos. Exemplo: 000 Nacional tributada integralmente. 15

16 10.10 Verificar todos os CFOP s cadastrados; - MÓDULO: ESTOQUE COMPRAS - MENU: MATÉRIA-PRIMA/MATERIAIS - ITEM: SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA ATENÇÃO: Muito cuidado no TIPO DE TRIBUTAÇÃO ICMS, pois, as opções devem ser remarcadas, quando há alteração de situação tributária. Exemplo: Tenho a situação 030 cadastrada, ao alterar para 000, devo marcar umas das opções de modalidade de determinação da BC do ICMS, uma vez que, em virtude, da alteração todas as opções foram desmarcadas. Isso é válido para todas as outras opções. Vale lembrar que para a nota eletrônica, é necessário configurar os tributos até o COFINS, da aba tipo de tributação IRPJ para frente, não é necessário realizar alterações. 16

17 10.11 Verificar informações de % de impostos PIS/COFINS e ISS (se for o caso); - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: ARQUIVOS BÁSICOS - ITEM: PARÂMETROS DO SISTEMA\ABA NOTAS FISCAIS 17

18 10.12 Verificar percentual de IPI e substituição tributária; - MÓDULO: ESTOQUE COMPRAS - MENU: PRODUTO ACABADO - ITEM: PRODUTO ACABADO 18

19 10.13 Pode vir a ocorrer erros na validação do arquivo devido ao código município estar incorreto; - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: CLIENTES/FORNECEDORES - ITEM: MUNICÍPIO /SETOR Caso ocorra erro, informando que o código do município do destinatário é inválido, siga as instruções abaixo. 1º - Acesse a tabela de municípios oficiais da NF-e, pelo link abaixo atabelasexternas.aspx?codsistema=spedfiscal 2º - Ao acessar a tela abaixo, clique em Selecionar (conforme destaque tela) e siga os demais procedimentos. 19

20 3º - Ao acessar a seguinte tela clique em Baixar (de acordo com a opção em evidência na imagem abaixo) 4º - Faça o download do arquivo, abra o mesmo e pesquise dentro dele o código correto. Nota: Cuidado!!! Os dois primeiros dígitos de cada código indicam o estado, ou seja, pode ocorrer de ter cidades com o mesmo nome em estados diferentes. 5º - Ao identificar o código correto, corrija o sistema e continue os procedimentos para finalizar a nota. 20

21 10.14 Verificar se produtos que contém IPI NÃO devem ser tributados com o imposto apenas para alguns clientes; - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: CLIENTES/FORNECEDORES - ITEM: CLIENTE\BOTÃO VÍNCULOS\PRODUTOS ISENTOS DE IPI A finalidade dessa ferramenta é informar que para determinado cliente aquele produto não deve ser tributado de IPI. 21

22 10.15 Verificar se produtos que contém substituição tributária devem ser tributados com o imposto apenas para alguns clientes; - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: CLIENTES/FORNECEDORES - ITEM: CLIENTE\BOTÃO VÍNCULOS\PRODUTOS COM SUBSTITUIÇÃO A finalidade dessa opção é informar que para determinado cliente aquele produto deve ser tributado de substituição tributária. 22

23 10.16 Verificar dentro do cadastro de produtos e materiais as CFOP s que estão cadastradas para que no momento de efetivar a nota não ocorra equívocos. Para isso deve ser observado dentro do cadastro de material e/ou produto acabado a opção de TIPO DE PRODUTO NO ESTOQUE. - MÓDULO: ESTOQUE COMPRAS - MENU: MATÉRIA-PRIMA / MATERIAIS - ITEM: TIPO DE PRODUTO NO ESTOQUE É neste local que o sistema busca todas as cfop s no momento de realizar o faturamento, ou seja, caso esse cadastro esteja correto e atribuído corretamente dentro dos produtos e/ou materiais, não ocorrerá erro ao faturar, bem como, nos processos seguintes, como por exemplo, na validação no arquivo pelo emissor da nota eletrônica. Foram criados campos, específicos para casos onde a empresa é optante pelo simples e trabalha com produto com substituição tributária. 23

24 10.17 Verificar cadastro de endereço de entrega - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: CLIENTES / FORNECEDORES - ITEM: CLIENTE - SUBITEM: VÍNCULOS\END. DE ENTREGA Verificar, sobretudo se o número está informado no campo correspondente. 24

25 10.18 Geração razão social - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: ARQUIVOS BÁSICOS - ITEM: EMPRESA Preencher o campo em destaque na figura acima, pois, agora o sistema busca a razão social da empresa, para geração do arquivo da NF-e de acordo com a informação constante neste campo. 25

26 10.19 Checar a série - MÓDULO: FATURAMENTO - MENU: ARQUIVOS BÁSICOS - ITEM: SÉRIE 3º 1º 2º 1º - Verificar a série (para nota eletrônica a série é 1); 2º - Informado modelo de documento; 3º - Marcar série fiscal, livros fiscais. 11- GERAÇÃO DO ARQUIVO Vide abaixo, orientações detalhadas para geração do arquivo da nota eletrônica, bem como, importação no programa da NF-e. Lembrando que o processo de geração da nota dentro do sistema continua o mesmo, salvo, por alguma alteração que contida neste documento. I - Após concluir a emissão da nota, acessar o módulo Faturamento; 26

27 II - Acessar o menu Faturamento; III - Entre no item da Nota Fiscal de Produtos; IV - Clique em Vínculos; V - Acesse a opção Nota Fiscal Eletrônica; O sistema lhe apresentará a tela a seguir. Selecione a data desejada (por padrão o sistema já traz a data do dia atual). Após a seleção da data desejada, clique em Pesquisa (1º), marque a nota desejada (2º), clique na aba Geração da Nota Eletrônica (3º) para gerar o arquivo e caso deseje imprimir um DANFE (não é válido fiscalmente) para realizar a conferência dos dados, clique em Imprimir (4º). 3º 1º 4º 2º VI - Na tela de geração da nota, há algumas verificações a serem feitas, observe: 27

28 1º 2º 3º 4º 1º - No campo Formato Impressão do DANFE, você deverá assinalar a forma de impressão do seu DANFE se 1-Retrato (folha na vertical) ou 2-Paisagem (folha na horizontal); 2º - No campo Identificação do Ambiente, deve ser informação 1 - Produção (para envio normal) ou 2 Homologação (para envio de notas como teste); 3º - No campo Gera Complemento do Item N. Fiscal deve ser informado apenas sim (caso deseje que o sistema gere junto com cada item todas as informações constantes no complemento do item) ou não (para que o sistema gere apenas o descritivo do item); 4º - Clique em Gerar Nota para realizar a geração do arquivo que posteriormente será importado pelo programa do governo. VII - Clicando em Gerar Nota o sistema exibirá a seguinte mensagem para que você confirme ou não a geração do arquivo. 28

29 VII Confirmando a geração do arquivo o sistema apresentará a mensagem a seguir, confirmando a geração do arquivo, bem como, o caminho e nome do arquivo. Diante disso, basta prosseguir com a leitura desse manual para saber como proceder até a conclusão do processo. 29

30 12- TRABALHANDO COM SOFTWARE DA SEFAZ Essa tela determina a utilização do programa, pois, é necessário iniciar um emitente. Para iniciar um emitente, basta selecionar a empresa desejada e clicar na opção iniciar. Tela Inicial 30

Passo a Passo para Emissão da CC-E ( Carta de Correção do CTE )

Passo a Passo para Emissão da CC-E ( Carta de Correção do CTE ) Passo a Passo para Emissão da CC-E ( Carta de Correção do CTE ) Neste processo iremos utilizar o sistema Tecnocargas na versão WEB O que pode ser alterado em uma CC-e: Segue o modelo de um XML para melhor

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA

NOTA FISCAL ELETRÔNICA NOTA FISCAL ELETRÔNICA 1. Comprei mercadoria com NF-e denegada. Qual o procedimento para regularizar essa situação? Resposta: Preliminarmente, temos que esclarecer o que é uma NF-e Denegada:, A Denegação

Leia mais

NFe Nota Fiscal Eletrônica. Helder da Silva Andrade

NFe Nota Fiscal Eletrônica. Helder da Silva Andrade Nota Fiscal Eletrônica Helder da Silva Andrade 23/08/2010 SPED SUBSISTEMAS Escrituração Contábil Digital EFD ECD Escrituração Fiscal Digital Nota Fiscal Eletrônica CTe Conhecimento Transporte Eletrônico

Leia mais

Módulo 14. CgaInformatica. NFe. NFe para o Sistema Retwin

Módulo 14. CgaInformatica. NFe. NFe para o Sistema Retwin Módulo 14 CgaInformatica NFe NFe para o Sistema Retwin 2 Sumário O que é... 3 Benefícios... 3 Requisitos para Instalação e Implantação... 3 Obrigação Backup... 4 Configuração Geral do Sistema... 5 Cadastro

Leia mais

Altera o Livro VI do Regulamento do ICMS (RICMS/00), aprovado pelo Decreto n.º 27.427, de 17 de novembro de 2000, e dá outras providências.

Altera o Livro VI do Regulamento do ICMS (RICMS/00), aprovado pelo Decreto n.º 27.427, de 17 de novembro de 2000, e dá outras providências. Decreto Publicado no D.O.E. de 13.05.2014, pág. 01 Este texto não substitui o publicado no D.O.E Índice Remissivo: Letra R - RICMS DECRETO N.º 44.785 DE 12 DE MAIO DE 2014 Altera o Livro VI do Regulamento

Leia mais

Fundamentos da NF-e Exercícios Práticos. Luiz Campos

Fundamentos da NF-e Exercícios Práticos. Luiz Campos Fundamentos da NF-e Exercícios Práticos Luiz Campos 1 Livro de Apuração do IPI - CFOP CFOP DESCRIÇÃO 1.000 ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO ESTADO 1.100 COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, PRODUÇÃO RURAL,

Leia mais

Nota Fiscal. Eletrônica. Apontamentos para Contribuintes obrigados a emissão

Nota Fiscal. Eletrônica. Apontamentos para Contribuintes obrigados a emissão Nota Fiscal Eletrônica Apontamentos para Contribuintes obrigados a emissão Índice O que é a NF-e... 3 O que é o DANFE... 3 Nota Fiscal Paulista... 3 Quantidade de cópias do DANFE... 4 Papel do DANFE...

Leia mais

LINX POSTOS AUTOSYSTEM

LINX POSTOS AUTOSYSTEM LINX POSTOS AUTOSYSTEM Manual Notas Fiscais Sumário 1 CONCEITO... 3 2 REQUISITOS... 3 3 CONFIGURAÇÕES... 3 3.1 Permissões... 3 3.2 Configurar NF-e... 4 3.2.1 Aba Geral... 5 3.2.2 Opções... 6 3.3 Processador

Leia mais

OASyS Informática Manual da Nota Fiscal Eletrônica 2.0.7

OASyS Informática Manual da Nota Fiscal Eletrônica 2.0.7 OASyS Informática Manual da Nota Fiscal Eletrônica 2.0.7 Manual desenvolvido pela OASyS Informática, baseado na versão 2.0 da Nota Fiscal Eletrônica do SEFAZ. 1 Manual da Nota Fiscal Eletrônica 2.0 Título

Leia mais

Manual Básico de Procedimentos Nota Fiscal Eletrônica NF-e no APOLO

Manual Básico de Procedimentos Nota Fiscal Eletrônica NF-e no APOLO Manual Básico de Procedimentos Nota Fiscal Eletrônica NF-e no APOLO 1- Geração e Envio Normal: Quando estiver tudo pronto para a geração da NF-e, selecione a nota, clique com o botão direito do mouse,

Leia mais

COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Portaria CAT 12, de 04-02-2015

COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Portaria CAT 12, de 04-02-2015 COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Portaria CAT 12, de 04-02-2015 Dispõe sobre a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica - NFC-e (NF-e, modelo 65) e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal

Leia mais

Guia de Primeiros Passos - MOVIMENTAÇÕES

Guia de Primeiros Passos - MOVIMENTAÇÕES Guia de Primeiros Passos - MOVIMENTAÇÕES Este documento tem o objetivo principal de iniciar você de forma rápida e simples no sistema.aprog., configurando as funcionalidades a sua realidade. A série Primeiros

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 78, inciso IV da Constituição Estadual, e

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 78, inciso IV da Constituição Estadual, e DECRETO Nº 5.257, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2013. Publicado no DOE nº 10.993, de 22-02-2013. Institui a Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final - NFC-e e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica

Leia mais

WORKSHOP CARTA CORREÇÃO ELETRONICA

WORKSHOP CARTA CORREÇÃO ELETRONICA WORKSHOP CARTA CORREÇÃO ELETRONICA Sistema JAD NOTA FISCAL ELETRÔNICA OBJETIVO: O objetivo deste WORKSHOP é apresentar a nova ferramenta do Sistema JAD, conforme o Ajuste Sinief 10 de 30/09/2011, que altera

Leia mais

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Tutorial O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Este tutorial explica como configurar o Trade Solution e realizar as principais atividades relacionadas à emissão e ao gerenciamento das Notas Fiscais Eletrônicas

Leia mais

MÓDULO DE NOTA FISCAL ELETRONICA

MÓDULO DE NOTA FISCAL ELETRONICA MANUAL DO SISTEMA Versão 6.08 Introdução... 2 Requisitos para Utilização do Módulo NF-e... 2 Termo de Responsabilidade... 2 Certificados... 2 Criação de Séries... 2 Framework... 3 Teste de Comunicação...

Leia mais

1. Como funciona o modelo operacional da NF-e? (atualizado em 31/12/08)

1. Como funciona o modelo operacional da NF-e? (atualizado em 31/12/08) III. Modelo Operacional (o que muda com a NF-e) - Modelo 55 1. Como funciona o modelo operacional da NF-e? (atualizado em 31/12/08) De maneira simplificada, a empresa emissora de NF-e gerará um arquivo

Leia mais

MANUAL NOTA FISCAL ELETRÔNICA ESCRITÓRIO CONTÁBIL CAIRES

MANUAL NOTA FISCAL ELETRÔNICA ESCRITÓRIO CONTÁBIL CAIRES MANUAL NOTA FISCAL ELETRÔNICA ESCRITÓRIO CONTÁBIL CAIRES Por: Douglas Adolpho Maicon F. Campos COMO BAIXAR EMISSOR DE NF-e (novo!). Acesse o site da Secretária do Governo do Estado de São Paulo (www.fazenda.sp.gov.br/nfe),

Leia mais

GERENCIAMENTO DE NF-e (VEND0079)

GERENCIAMENTO DE NF-e (VEND0079) GERENCIAMENTO DE NF-e (VEND0079) 1. IDENTIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES NA TELA.... 2 2. FUNCIONALIDADES.... 3 2.1 EMISSÕES DE NOTAS... 3 2.2 DESTINATÁRIO DE NF-E... 4 2.3 ENVIAR NOTA POR E-MAIL... 7 2.4 VISUALIZAÇÃO...

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR DECRETO Nº 4.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2008. ALTERA O REGULAMENTO DO ICMS, APROVADO PELO DECRETO Nº 35.245, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1991, IMPLEMENTANDO AS DISPOSIÇÕES

Leia mais

Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e

Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e O que é O Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) é o novo modelo de documento fiscal eletrônico, instituído pelo AJUSTE SINIEF 09/07, de 25/10/2007, que

Leia mais

MANUAL DE EMISSÃO DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO CT-e

MANUAL DE EMISSÃO DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO CT-e MANUAL DE EMISSÃO DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO CT-e INICIANDO O SISTEMA Ao iniciar o sistema, selecione a empresa e clique no botão iniciar. CADASTRO DE CLIENTES O sistema utiliza um cadastro

Leia mais

Índice APRESENTAÇÃO... 1 CONFIGURAÇÕES DO SAGE ONE... 2 CADASTROS... 8 PRINCIPAL... 15 NOTAS FISCAIS... 16 2.1. Primeiros Passos...

Índice APRESENTAÇÃO... 1 CONFIGURAÇÕES DO SAGE ONE... 2 CADASTROS... 8 PRINCIPAL... 15 NOTAS FISCAIS... 16 2.1. Primeiros Passos... Índice 1. 2. 2.1. 2.2. 2.3. 2.4. 2.5. 2.6. 3. 3.1. 3.2. 3.3. 3.4. 3.5. 3.6. 3.7. 3.8. 4. 5. 5.1. 5.2. 5.3. APRESENTAÇÃO... 1 CONFIGURAÇÕES DO SAGE ONE... 2 Primeiros Passos... 2 Minha Empresa... 3 Certificado

Leia mais

AJUSTE SINIEF 9, DE 25 DE OUTUBRO DE 2007. Nota: vide alterações desta norma pelos Ajuste SINIEF 10/2008 e Ajuste SINIEF 04/2009.

AJUSTE SINIEF 9, DE 25 DE OUTUBRO DE 2007. Nota: vide alterações desta norma pelos Ajuste SINIEF 10/2008 e Ajuste SINIEF 04/2009. AJUSTE SINIEF 9, DE 25 DE OUTUBRO DE 2007 Data D.O.U.: 30.10.2007 republicado no D.O.U. de 31.10.2007 Nota: vide alterações desta norma pelos Ajuste SINIEF 10/2008 e Ajuste SINIEF 04/2009. Institui o Conhecimento

Leia mais

Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0

Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0 Cartilha CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0 Este documento descreve as Conhecimento de Transporte Eletrônicos Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Papeis

Leia mais

Emissão e autorização da NF-e 2. Quais são as validações realizadas pela Secretaria de Fazenda na autorização de uma NF-e?

Emissão e autorização da NF-e 2. Quais são as validações realizadas pela Secretaria de Fazenda na autorização de uma NF-e? O QUE MUDA COM A NF-e 1. Como funciona o modelo operacional da NF-e? De maneira simplificada, a empresa emissora de NF-e, previamente credenciada segundo as normas ditadas pela Secretaria de Fazenda de

Leia mais

UNICOM / SEFAZ-MS / Jan. 2015 - Versão 1.00

UNICOM / SEFAZ-MS / Jan. 2015 - Versão 1.00 UNICOM / SEFAZ-MS / Jan. 2015 - Versão 1.00 Manual para Emissão da Carta de Correção eletrônica (CT-e) Este Manual tem como finalidade a apresentação do procedimento operacional de uma Carta de Correção

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA/SP - NF-e 01/2011

ORIENTAÇÃO TÉCNICA/SP - NF-e 01/2011 ORIENTAÇÃO TÉCNICA/SP - NF-e 01/2011 ORIENTAÇÃO AOS AGENTES PÚBLICOS COM RELAÇÃO ÀS DISPOSIÇÕES PREVISTAS PELA PORTARIA CAT 162/08 A RESPEITO DA OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA. ÍNDICE

Leia mais

Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e

Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e Sumário: 1. Orientações Gerais:... 3 1.1 Cadastros Básicos:... 3 1.2 Conhecimento de Transporte Eletrônico CTe:... 3 1.3 Tela inicial:... 4 2. CT-e (Conhecimento

Leia mais

A seguir falaremos sobre os campos que deverão ser preenchidos no Shop Control 8.

A seguir falaremos sobre os campos que deverão ser preenchidos no Shop Control 8. Nota Fiscal Eletrônica Este módulo permite a integração do Shop Control 8 com o site da Secretaria da Fazenda dos Estados e Receita Federal para emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NFe) : Este módulo é exclusivo

Leia mais

Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0

Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0 Cartilha NF-e Nota Fiscal Eletrônica Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0 Este documento descreve as obrigações e procedimentos no manuseio de NFNF e Nota Fiscal Eletrônica. Conteúdo 1. Introdução...

Leia mais

SUBSEÇÃO IV Da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da NF-e - DANFE

SUBSEÇÃO IV Da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da NF-e - DANFE SUBSEÇÃO IV Da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da NF-e - DANFE Art. 182-A. A Nota Fiscal Eletrônica - NF-e que poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A,

Leia mais

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Tutorial O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Este tutorial explica como configurar o Trade Solution e realizar as principais atividades relacionadas à emissão e ao gerenciamento das Notas Fiscais Eletrônicas

Leia mais

M D F -e CONSIDERAÇÕES INICIAIS

M D F -e CONSIDERAÇÕES INICIAIS M D F -e CONSIDERAÇÕES INICIAIS Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) é o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, para vincular os documentos fiscais

Leia mais

Versão 07/2012.1. Carta de Correção Eletrônica

Versão 07/2012.1. Carta de Correção Eletrônica Carta de Correção Eletrônica 1 Manual - Carta de Correção Eletrônica A Carta de Correção Eletrônica CC-e prevista no art. 19º da Portaria CAT 162/2008 está disponível. As especificações técnicas necessárias

Leia mais

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III Decreto do Estado do Amazonas nº 33.405 de 16.04.2013 DOE-AM: 16.04.2013 Disciplina a emissão da Nota Fiscal Eletrônica a Consumidor Final, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS,

Leia mais

Nota Fiscal Eletrônica Priscila Lima

Nota Fiscal Eletrônica Priscila Lima O que é Benefícios Obrigatoriedade Fluxograma Alterações na emissão Armazenamento Recebimento Contingência Inutilização do Mod.1 Nota Fiscal Eletrônica Priscila Lima O que é... Documento de existência

Leia mais

119ª CONFAZ Manaus, AM, 30.09.05 P. AJ. 07/05

119ª CONFAZ Manaus, AM, 30.09.05 P. AJ. 07/05 119ª CONFAZ Manaus, AM, 30.09.05 P. AJ. 07/05 AJUSTE SINIEF /05 Institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. O Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ e o

Leia mais

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 Dispõe sobre a emissão da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica - DANFE, o credenciamento de contribuintes e dá outras providências.

Leia mais

Prefeitura de Rio Verde GO. SEFAZ - Secretaria da Fazenda. DMS e Emissão de Notas Fiscais Eletrônicas

Prefeitura de Rio Verde GO. SEFAZ - Secretaria da Fazenda. DMS e Emissão de Notas Fiscais Eletrônicas Prefeitura de Rio Verde GO SEFAZ - Secretaria da Fazenda DMS e Emissão de Notas Fiscais Eletrônicas DMS e Notas Fiscais Eletrônicas Rio Verde, GO, setembro 2009 1 Sumário INTRODUÇÃO... 03 LEGISLAÇÃO...

Leia mais

e-nota MDF-e Manifesto de Documento Fiscal eletrônico

e-nota MDF-e Manifesto de Documento Fiscal eletrônico Página1 e-nota MDF-e Manifesto de Documento Fiscal eletrônico Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa Página2 Índice 1. O que é MDF-e?... 03 2. Safeweb e-nota MDF-e... 04 3. Acesso e-nota

Leia mais

ROTEIRO NOTA FISCAL ELETRONICA A partir de Agosto/2012

ROTEIRO NOTA FISCAL ELETRONICA A partir de Agosto/2012 ROTEIRO NOTA FISCAL ELETRONICA A partir de Agosto/2012 1. INSTALAÇÃO DO GESTOR Confira abaixo as instruções de como instalar o sistema Gestor. Caso já tenha realizado esta instalação avance ao passo seguinte:

Leia mais

Manual para Emissão e Utilização do Aplicativo SEFAZ de NF-e

Manual para Emissão e Utilização do Aplicativo SEFAZ de NF-e Manual para Emissão e Utilização do Aplicativo SEFAZ de NF-e INTRODUÇÃO: Este documento visa explicar, de forma detalhada e simplificada, a utilização do sistema de emissão de documentos fiscais (modelo

Leia mais

jfisc al Versão 3.0 - Fevereiro/2015

jfisc al Versão 3.0 - Fevereiro/2015 jfiscal Versão 3.0 - Fevereiro/2015 Índice 1 INTRODUÇÃO E VISÃO GERAL... 1 2 INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO INICIAL DO JFISCAL... 2 2.1 Download... 3 2.2 Instalação do jfiscal... 3 3 ADQUIRIR UMA LICENÇA DO

Leia mais

SINDCONT-SP SINDCONT-SP

SINDCONT-SP SINDCONT-SP SPED, ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL EFD E OS DOCUMENTOS ELETRÔNICOS 2007/2008 Programa: - Sistema Público de Escrituração Digital - SPED - Escrituração Fiscal Digital - EFD - Documentos Eletrônicos do SPED:

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA

NOTA FISCAL ELETRÔNICA NOTA FISCAL ELETRÔNICA Instalação do certificado digital Para cada empresa certificadora existe um manual de instalação. Antes de emitir o certificado no cliente, leia atentamente as instruções do manual.

Leia mais

Nota Fiscal Eletrônica NFe Questões mais frequentes

Nota Fiscal Eletrônica NFe Questões mais frequentes Nota Fiscal Eletrônica NFe Questões mais frequentes Helder Andrade Existe um roteiro para uma empresa implantar NFe? Possuir Certificado Digital (da empresa) emitido por uma Autoridade Certificadora da

Leia mais

Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O

Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O Instalação da Aplicação Java...2 Instalação do Emissor...5 Instalação do Framework...7 Instalação das DLL s URL, SCHEMAS, CADEIA DE CERTIFICADO

Leia mais

e-nota NFC-e Nota Fiscal de Consumidor eletrônica Versão Gratuita

e-nota NFC-e Nota Fiscal de Consumidor eletrônica Versão Gratuita Página1 e-nota NFC-e Nota Fiscal de Consumidor eletrônica Versão Gratuita Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa Página2 Índice 1. O que é NFC-e?... 03 2. Safeweb enota NFC-e... 04 3. Credenciamento

Leia mais

Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O

Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O Procedimentos de Configuração no CalcExpress....2 Procedimentos de Configuração no Emissor de Nota Fiscal Eletrônica...3 Gerando Arquivo

Leia mais

Respostas - Perguntas Frequentes - versão 02/2009

Respostas - Perguntas Frequentes - versão 02/2009 Conhecimento de Transporte Eletrônico CTe Respostas Perguntas Frequentes versão 02/2009 I. Conceito, uso e obrigatoriedade da CTe 1. O que é o Conhecimento de Transporte Eletrônico CTe? Podemos conceituar

Leia mais

AJUSTE SINIEF 07/05 A J U S T E

AJUSTE SINIEF 07/05 A J U S T E AJUSTE SINIEF 07/05 Publicado no DOU de 05.10.05. Republicado no DOU de 07.12.05. Alterado pelos Ajustes 11/05, 02/06, 04/06. Ato Cotepe 72/05 dispõe sobre as especificações técnicas da NF-e e do DANFE.

Leia mais

O QUE VOCÊ PRECISA SABER NA EMISSÃO DA PRIMEIRA. NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-e UTILIZANDO O SISTEMA GRATUÍTO DA SEFAZ-SP

O QUE VOCÊ PRECISA SABER NA EMISSÃO DA PRIMEIRA. NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-e UTILIZANDO O SISTEMA GRATUÍTO DA SEFAZ-SP O QUE VOCÊ PRECISA SABER NA EMISSÃO DA PRIMEIRA NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-e UTILIZANDO O SISTEMA GRATUÍTO DA SEFAZ-SP 1. Certificado Digital - Antes de mais nada você precisa possuir um certificado digital

Leia mais

Conhecimento de Transporte

Conhecimento de Transporte Página1 Conhecimento de Transporte No menu de navegação, este item é a opção para emissão e administração dos Conhecimentos de Transporte do sistema. Para acessar, posicione o mouse no local correspondente

Leia mais

DECRETO Nº 29.041, DE 26 DE OUTUBRO DE 2007

DECRETO Nº 29.041, DE 26 DE OUTUBRO DE 2007 DECRETO Nº 29.041, DE 26 DE OUTUBRO DE 2007 * Publicado no DOE em 31/10/2007. Acresce dispositivos ao Decreto nº 24.569, de 31 de julho de 1997, que regulamenta e consolida a legislação do Imposto sobre

Leia mais

e-nota NFC-e PR Nota Fiscal de Consumidor eletrônica Versão Gratuita - Paraná

e-nota NFC-e PR Nota Fiscal de Consumidor eletrônica Versão Gratuita - Paraná Página1 e-nota NFC-e PR Nota Fiscal de Consumidor eletrônica Versão Gratuita - Paraná Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa Página2 Índice 1. O que é NFC-e?... 03 2. Safeweb enota NFC-e

Leia mais

1. Instalação e Registro

1. Instalação e Registro 1. Instalação e Registro 1.1. Instalando o Controle de Transportadoras Para instalar o Controle de Transportadoras, acesse o site da Bsoft (www.bsoft.com.br), entre na seção de Downloads e baixe o instalador

Leia mais

Palestra. SPED - NF Eletrônica - Escrituração Fiscal Digital - Atualização. Março 2010. Elaborado por:

Palestra. SPED - NF Eletrônica - Escrituração Fiscal Digital - Atualização. Março 2010. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

ELETRÔNICA FELLIPE M. GUERRA

ELETRÔNICA FELLIPE M. GUERRA 3ª GERAÇÃO - NOTA FISCAL ELETRÔNICA FELLIPE M. GUERRA ROTEIRO BREVE REVISÃO SOBRE NF-e - Conceito, características e modelo operacional. - Processamento da NF-e(autorização/denegação/rejeição). - Cancelamento

Leia mais

Guia Prático. MDF-e. Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. 2014 JL Assessoria Contábil e Jurídica

Guia Prático. MDF-e. Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. 2014 JL Assessoria Contábil e Jurídica Guia Prático MDF-e Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais 2014 JL Assessoria Contábil e Jurídica Entenda o que é: O Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) é o documento emitido e armazenado

Leia mais

Emissor de Nota Fiscal Eletrônica. Novembro de 2007. Equipe Nota Fiscal Eletrônica Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo

Emissor de Nota Fiscal Eletrônica. Novembro de 2007. Equipe Nota Fiscal Eletrônica Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Emissor de Nota Fiscal Eletrônica Novembro de 2007 Equipe Nota Fiscal Eletrônica Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Índice I - Instalação do Software Emissor NF-e... 3 II Software Emissor NF-e

Leia mais

NF-e e seu impacto prático

NF-e e seu impacto prático NF-e e seu impacto prático Apresentação e Conceito SPED Instituído pelo Decreto n º 6.022, de 22 de janeiro de 2007, o projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) faz parte do Programa de

Leia mais

GUIA PRÁTICO EFD-CONTRIBUIÇÕES

GUIA PRÁTICO EFD-CONTRIBUIÇÕES GUIA PRÁTICO EFD-CONTRIBUIÇÕES Maio de 2012 O QUE É A EFD-Contribuições trata de arquivo digital instituído no Sistema Publico de Escrituração Digital SPED, a ser utilizado pelas pessoas jurídicas de direito

Leia mais

Comprei mercadoria com NF-e denegada. E agora?

Comprei mercadoria com NF-e denegada. E agora? Comprei mercadoria com NF-e denegada. E agora? Tomei conhecimento de um caso bastante comum sobre a Nota Fiscal Eletrônica. Um contador amigo enviou-me seguinte pergunta: Meu cliente recebeu uma mercadoria

Leia mais

NF-e Nota Fiscal Eletrônica - Atualização

NF-e Nota Fiscal Eletrônica - Atualização Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

e-nota NFS-e Sistema de Geração e Emissão de Nota Fiscal de Serviço eletrônica

e-nota NFS-e Sistema de Geração e Emissão de Nota Fiscal de Serviço eletrônica Página1 e-nota NFS-e Sistema de Geração e Emissão de Nota Fiscal de Serviço eletrônica Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa Página2 Índice 1. O que é Nota Fiscal de Serviço eletrônica

Leia mais

Módulo NF-e. Manual de Utilização

Módulo NF-e. Manual de Utilização Módulo NF-e Manual de Utilização 1 Conteúdo Passo-a-passo para emissão de NF-e... 3 1. Obtendo seu Certificado Digital... 3 2. Registrando-se na Secretaria da Fazenda para Homologação (testes)... 4 3.

Leia mais

ROTEIRO WEB AULA CONTROLLER NF-E

ROTEIRO WEB AULA CONTROLLER NF-E ROTEIRO WEB AULA CONTROLLER NF-E Nas páginas seguintes, você terá uma visão geral dos recursos disponíveis e das funções que o Controller Gold possui, facilitando o seu processo de venda e compra. Criando

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL FAQ Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Pré-requisitos para ser emissor de MDF-e 02 FAQ - 02 { Obrigatoriedade do MDF-e: Para mais informações

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e

NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e Informações Gerais 1. O que é a Nota Fiscal Eletrônica NF-e? Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÃO SISTEMA EMISSOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA. NF-e

MANUAL DE INSTRUÇÃO SISTEMA EMISSOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA. NF-e MANUAL DE INSTRUÇÃO SISTEMA EMISSOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-e SELECIONE A EMPRESA EMISSORA DA NFE CLIQUE EM INICIAR TELA DE AVISOS FAÇA A LEITURA DOS AVISOS E CLIQUE EM FECHAR EMISSÃO DA NOTA FISCAL

Leia mais

1 de 22 12-04-2013 11:25

1 de 22 12-04-2013 11:25 (*) ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO. Subanexo 12 ao Anexo 015 (Versão Atual) DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) E O DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA

Leia mais

Nota Fiscal Eletrônica

Nota Fiscal Eletrônica Nota Fiscal Eletrônica NF-e - Considerações 3,6 bilhões de notas fiscais armazenadas só em SP 26000 campos de futebol 27 voltas ao redor do mundo Podem representar um custo de até 5% no faturamento das

Leia mais

1 Gerando um XML da Nota fiscal eletrônica

1 Gerando um XML da Nota fiscal eletrônica 1 Gerando um XML da Nota fiscal eletrônica O programa LimerSoft SisVendas gera o XML da nota fiscal eletrônica de produtos, porém o envio e validação deve ser realizado com o sistema oficial da receita

Leia mais

Manual de Registro de Saída. Procedimentos e Especificações Técnicas

Manual de Registro de Saída. Procedimentos e Especificações Técnicas Manual de Registro de Saída Procedimentos e Especificações Técnicas Versão 1.0 Dezembro 2010 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO GERAL... 3 2 INTRODUÇÃO AO MÓDULO REGISTRO DE SAÍDA - SIARE... 3 2.1 SEGURANÇA... 4 2.2

Leia mais

AJUSTE SINIEF Nº 09, 25 DE OUTUBRO DE 2007 Publicado no DOU de 30.10.07, pelo Despacho 91/07. Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e: Atos COTEPE/ICMS 08/08

Leia mais

Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) (Ajuste SINIEF 07/05) Estado de Santa Catarina 7º Congresso de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais Florianópolis SC 15/04/2011

Leia mais

Geraldo Scheibler. Equipe da NF-e no RS nfe@sefaz.rs.gov.br

Geraldo Scheibler. Equipe da NF-e no RS nfe@sefaz.rs.gov.br Geraldo Scheibler Equipe da NF-e no RS nfe@sefaz.rs.gov.br Escrituração Contábil Digital Escrituração Fiscal Digital Nota Fiscal Eletrônica Sistema Público de Escrituração Digital - SPED SPED Subprojetos

Leia mais

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual Aplicativo da Manifestação do Destinatário Manual Novembro de 2012 1 Sumário 1 Aplicativo de Manifestação do Destinatário...4 2 Iniciando o aplicativo...4 3 Menus...5 3.1 Manifestação Destinatário...5

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA DE ALAGOAS. NFC-e Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. Perguntas e Respostas

GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA DE ALAGOAS. NFC-e Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. Perguntas e Respostas GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA DE ALAGOAS NFC-e Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica Perguntas e Respostas I) INFORMAÇÕES INICIAIS 1. O que é a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

Leia mais

ESTADO DO ACRE DECRETO N.º 3.497 DE 7 DE MARÇO DE 2012

ESTADO DO ACRE DECRETO N.º 3.497 DE 7 DE MARÇO DE 2012 DECRETO N.º 3.497 DE 7 DE MARÇO DE 2012. Publicado no DOE nº 10.752, de 8-3-2012.. Retificação da data publicada no DOE nº 10753, de 12-3-2012 Acrescenta dispositivos ao Regulamento do ICMS, aprovado pelo

Leia mais

Sistema de Livros Fiscais Imediata

Sistema de Livros Fiscais Imediata 1 Sistema de Livros Fiscais Imediata 2 Descritivo das Rotinas Operacionais do Sistema de Livros Fiscais para geração EFD PIS/Cofins SPED Contribuições Após a instalação do Sistema de Livros Fiscais, basta

Leia mais

e-nota NF-e Sistema de Geração e Emissão de Nota Fiscal eletrônica

e-nota NF-e Sistema de Geração e Emissão de Nota Fiscal eletrônica Página1 e-nota NF-e Sistema de Geração e Emissão de Nota Fiscal eletrônica Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa Página2 Índice 1. O que é Nota Fiscal eletrônica NF-e?... 03 2. Safeweb

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÃO SISTEMA EMISSOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-E

MANUAL DE INSTRUÇÃO SISTEMA EMISSOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-E MANUAL DE INSTRUÇÃO SISTEMA EMISSOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-E SELECIONE A EMPRESA EMISSORA DA NFE CLIQUE EM INICIAR TELA DE AVISOS FAÇA A LEITURA DOS AVISOS E CLIQUE EM FECHAR EMISSÃO DA NOTA FISCAL

Leia mais

1 de 28 12-04-2013 11:26

1 de 28 12-04-2013 11:26 (*) ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO. Subanexo 13 ao Anexo 015 (Versão Atual) DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO (CT-e) E DO DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO

Leia mais

DOE Nº 12.927 Data: 11/04/2013 PORTARIA Nº 036/2013-GS/SET, DE 10 DE ABRIL DE 2013.

DOE Nº 12.927 Data: 11/04/2013 PORTARIA Nº 036/2013-GS/SET, DE 10 DE ABRIL DE 2013. DOE Nº 12.927 Data: 11/04/2013 PORTARIA Nº 036/2013-GS/SET, DE 10 DE ABRIL DE 2013. Institui o Projeto Piloto da Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final (NFC-e), que possibilita a emissão da Nota

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA KIRON NF-e Kiron Sistema Nota Fiscal Eletrônica

MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA KIRON NF-e Kiron Sistema Nota Fiscal Eletrônica MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA KIRON NF-e 2 Índice CADASTROS... 4 Cliente Fornecedor - Transportadora... 4 Unidade de Medida... 5 Produto... 7 NCM... 8 Artigos da Nota Fiscal... 10 Natureza de Operação - CFOP...

Leia mais

Nota Fiscal eletrônica nacional NF-e. Perguntas e respostas. Versão 2.0 30/05/2008

Nota Fiscal eletrônica nacional NF-e. Perguntas e respostas. Versão 2.0 30/05/2008 Nota Fiscal eletrônica nacional NF-e Perguntas e respostas Versão 2.0 30/05/2008 ATENÇÃO: o presente texto Nota Fiscal eletrônica nacional Perguntas e respostas é uma adaptação do texto Perguntas Freqüentes

Leia mais

Visão geral sobre o Módulo NF-e (Versão 2.0)

Visão geral sobre o Módulo NF-e (Versão 2.0) Manual Manual Visão geral sobre o (Versão 2.0) O módulo Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) do Microvix ERP permite gerar documentos fiscais eletrônicos, modelos 1 e 1A (através do modelo 55 - Nota Fiscal Eletrônica,

Leia mais

MANUAL SIMPLIFICADO Versão 1.3 (08/02/2014)

MANUAL SIMPLIFICADO Versão 1.3 (08/02/2014) MANUAL SIMPLIFICADO Versão 1.3 (08/02/2014) www.tiranota.com.br para empresas optantes do SIMPLES NACIONAL By Luiz Resende www.acontabilidade.com.br LEGENDA Algumas siglas usadas neste manual NFE = Nota

Leia mais

Copyrigth 2011. ERSystem Sistemas de Informações e Tecnologia. Todos Direitos Reservados. visite nosso site www.ersystem.com.

Copyrigth 2011. ERSystem Sistemas de Informações e Tecnologia. Todos Direitos Reservados. visite nosso site www.ersystem.com. Manual do CT-e. (Conhecimento de Transporte Eletrônico) no SistranNet 3.0 Página 1 Índice Introdução 03 Conceitos do CT-e 04 Histórico do documento fiscal eletrônico 05 Descrição Simplificada do Modelo

Leia mais

Documentos Fiscais Eletrônicos na Prestação de Serviço de Transporte de Cargas AFR Newton Oller de Mello Delegacia Regional Tributária do Litoral

Documentos Fiscais Eletrônicos na Prestação de Serviço de Transporte de Cargas AFR Newton Oller de Mello Delegacia Regional Tributária do Litoral Documentos Fiscais Eletrônicos na Prestação de Serviço de Transporte de Cargas AFR Newton Oller de Mello Delegacia Regional Tributária do Litoral Palestra SINDISAN Sindicato das Empresas de Transporte

Leia mais

Departamento Jurídico - DEJUR COMTÊXTIL - COMCOURO 21.07.2009

Departamento Jurídico - DEJUR COMTÊXTIL - COMCOURO 21.07.2009 Departamento Jurídico - DEJUR COMTÊXTIL - COMCOURO 21.07.2009 SPED Sistema Público P de Escrituração Digital DEJUR O S.P.E.D. Sistema Público de Escrituração Digital foi instituído pelo Decreto 6.022,

Leia mais

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 (DOE 30-12-2008) Dispõe sobre a emissão da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica - DANFE, o credenciamento de contribuintes e

Leia mais

Introdução. Benefícios para todos

Introdução. Benefícios para todos Introdução Esta cartilha tem a finalidade de guiar as empresas na implantação da Nota Fiscal Eletrônica e demonstrar as facilidades e vantagens do sistema para o contribuinte e para a sociedade A Nota

Leia mais

5ª Delegacia Regional da Receita Guarapuava PR ALTAIR BATISTA DE SOUZA JOSÉ CLODOALDO MUNHOZ

5ª Delegacia Regional da Receita Guarapuava PR ALTAIR BATISTA DE SOUZA JOSÉ CLODOALDO MUNHOZ 5ª Delegacia Regional da Receita Guarapuava PR ALTAIR BATISTA DE SOUZA JOSÉ CLODOALDO MUNHOZ 1. O QUE É NF-e? 2. OBJETIVO DA NF-e 3. LEGISLAÇÃO 4. CONTRIBUINTES OBRIGATÓRIOS 5. ADESÃO VOLUNTÁRIA 6. NECESSIDADES

Leia mais

Cartilha CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico

Cartilha CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico Cartilha CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico Introdução Esta cartilha tem o objetivo de orientar o contribuinte a implantar o sistema de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) em sua empresa

Leia mais

Escrituração Fiscal Digital (EFD) Regras Gerais. 1. Introdução. 2. Definição

Escrituração Fiscal Digital (EFD) Regras Gerais. 1. Introdução. 2. Definição SUMÁRIO 1. Introdução 2. Definição 3. Contribuintes Obrigados à EFD 3.1. Contribuintes optantes pelo SIMPLES Nacional ou Microempreendedor Individual (MEI) 4. Livros Fiscais 5. Contribuintes Obrigados

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Tópicos Avançados II 5º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 5: Certificado Digital e Nota

Leia mais