Manual de Comércio Exterior INTRODUÇÃO

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1 INTRODUÇÃO A competência para tributar de cada ente público encontra-se claramente definida na Constituição Federal de Assim, foi vedado à União instituir isenção de tributos de competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios. Através da celebração de convênios no âmbito do CONFAZ, nos termos de Lei Complementar, os Estados e o Distrito Federal instituirão benefícios fiscais no limite de sua competência. A Constituição Federal ao atribuir esses limites quis preservar os princípios que norteiam a unidade federativa. Portanto, a legislação deve ser instituída e implementada, de forma a não prejudicar os interesses econômicos e políticos do país. Dentro desse contexto, a legislação do ICMS, principalmente por se tratar de imposto que incide sobre consumo, tendo como fato gerador a circulação de mercadorias e a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, deve guardar consonância com a legislação federal, evitando assim, conflito de leis, e por conseguinte, desagregação política e econômica. A política econômica, no que se refere ao comércio exterior, tem como seu maior instrumento o Imposto de Importação, o qual é utilizado para gravar o concorrente estrangeiro (função protecionista), ou para colocar o bem importado em condições de igualdade com o similar nacional (função equalizadora), ou ainda, para incentivar determinadas importações de bens ou produtos carentes no mercado interno (matérias primas, etc.), ou ainda para desenvolver e até inibir certos setores econômicos. (Roosevelt

2 Baldomir Sosa - Comentários à Lei Aduaneira - Vol. II.). Os instrumentos utilizados para implementar tal política vão desde o controle tarifário até a isenção ou suspensão dos tributos. Mas, para que estes tenham um maior alcance, mister se faz, que recebam tratamento coerente no que tange aos impostos internos ICMS e IPI. No momento atual, onde o fenômeno da globalização econômica e tecnológica entre os países registra uma aceleração, é imprescindível que os Estados e Distrito Federal respeitem como princípios básicos a política econômica e fiscal adotada pelo governo federal, fortalecendo assim a República como unidade federativa, sob pena do Brasil não ter competitividade frente aos demais países. Dentro dessa visão, procuramos estabelecer rotinas e procedimentos a serem adotados pelos prepostos fiscais na fiscalização das operações de importação e exportação, observando a legislação aduaneira, objetivando assim uniformizar a interpretação e a execução das normas tributárias do ICMS relativas a comércio exterior. Como veremos adiante, este manual procurou abranger todas as operações que envolvem o comércio exterior, de forma detalhada e objetiva, voltada para a aplicação no tempo e no espaço.

3 PRIMEIRA PARTE - ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO FEDERAL I - CONCEITOS ADUANEIROS 1. Território Aduaneiro (art. 1º a 3º do RA - Regulamento Aduaneiro) O território aduaneiro compreende todo o território nacional, e abrange: a) zona primária, que compreende portos, aeroportos e pontos de fronteira declarados pela autoridade competente como alfandegados, a fim de que neles possam ser exercidos o controle aduaneiro; b) zona secundária, que compreende o restante do território aduaneiro não declarados como zona primária. 2. Recinto alfandegado (art. 6º do RA) É o local onde se realizam os serviços aduaneiros, podendo ser: a) de zona primária, os pátios, armazéns, terminais e outros locais destinados à movimentação e ao depósito de mercadorias importadas ou destinadas à exportação, que devam movimentar-se ou permanecer sob controle aduaneiro, assim como as áreas reservadas à verificação de bagagens destinadas ao exterior ou dele procedentes, bem como as dependências de lojas francas (free shops); b) de zona secundária, os entrepostos, depósitos, terminais ou outras unidades destinadas ao armazenamento de mercadorias nas condições do inciso anterior, bem como as dependências destinadas ao depósito de remessas postais internacionais sujeitas a

4 controle aduaneiro. A realização de serviços aduaneiros na zona secundária tem por finalidade a descentralização do local do desembaraço, descongestionando a zona primária. 3. Terminais Alfandegados (art. 15 a 27 do RA) Terminais alfandegados são locais definidos pela legislação aduaneira como pontos alfandegados onde podem ser executados os serviços aduaneiros, compreendendo: Estações Aduaneiras (terrestres) e Terminais Retroportuários (marítimos). 3.1.Estações Aduaneiras (art. 16 e 17 do RA) Estação Aduaneira é o terminal alfandegado de uso público onde se executam serviços aduaneiros, podendo ser: de fronteira, quando situada em zona primária de ponto alfandegado de fronteira, ou em área a ela vinculada; interior, quando situada em zona secundária Terminais Retroportuários Alfandegados (art. 23 a 27 do RA) Terminais retroportuários alfandegados são instalações retroportuárias onde se executam serviços de controle aduaneiro. Na importação, somente podem ser realizadas operações com mercadorias embarcadas em container, reboque ou semi-reboque.

5 II - OUTROS CONCEITOS 1. Exportação Direta Quando o próprio fabricante ou produtor fatura seu produto diretamente ao comprador ou importador no exterior. 2. Exportação Indireta Quando ocorre a venda no mercado interno com fim específico de exportação, através de um interveniente. Como regra geral, o interveniente pode ter como objeto social exclusivamente a exportação, ou sua atividade pode ser mista (compra e venda no mercado interno, exportação e importação). São intervenientes: empresa comercial exclusivamente exportadora; empresa comercial de atividade mista; cooperativa ou consórcio de fabricantes ou exportadores (para efeitos fiscais, considerada como atividade mista). 3. Venda equiparada a uma exportação - Trading Company As trading companies são as empresas comerciais exportadoras de que trata o Decreto-Lei Federal 1.248/72. De acordo com o Regulamento Aduaneiro, são estas empresas as beneficiárias do Regime de Entreposto Aduaneiro na Exportação, na modalidade de regime extraordinário. A operação de venda de mercadoria a uma trading company é equiparada a uma

6 exportação. 4. Contrato de Câmbio É o documento que formaliza a operação de câmbio. O conteúdo do contrato de câmbio (que obedece a um padrão determinado pelo Banco Central) firma as características e as condições sob as quais se realiza a operação de compra e venda de moeda estrangeira. III - DESPACHO ADUANEIRO DE IMPORTAÇÃO (art. 411 a 437 do RA) Despacho aduaneiro de importação é o procedimento fiscal mediante o qual se processa o desembaraço aduaneiro de mercadoria procedente do exterior, seja ela importada a título definitivo ou não. O despacho aduaneiro se inicia na data do registro da Declaração de Importação, e se conclui com o desembaraço aduaneiro. 1. Declaração de Importação - DI (art. 418 a 421 do RA) Documento base do despacho de importação. É preenchida pelo importador e apresentada à repartição sob cujo controle estiver a mercadoria, na zona primária ou na zona secundária. Será exigida Declaração de Importação: sempre que os bens a despachar estejam compreendidos no regime de importação comum; no despacho de automóveis, embarcações, aeronaves e outros veículos automotores,

7 ainda quando compreendidos no conceito de bagagem. Não se exigirá DI nos seguintes casos: mercadorias importadas pelos ministérios militares, declaradas de natureza sigilosa; mala diplomática; material de reposição e conserto para uso de embarcações ou aeronaves estrangeiras, que aportem em portos ou aeroportos nacionais, destinados a elas diretamente; amostra insusceptível de comércio, até o valor estabelecido em norma federal, e importada sem cobertura cambial; bagagem, exceto veículo automotor; admissão temporária de rótulos, etiquetas, partes e peças para satélite Landsat; modelos industriais, ou amostras comerciais para produção de bens exportados até o valor fixado em norma federal. A DI é composta dos seguintes anexos: a) Anexo I - contém informações sobre: valor aduaneiro da operação, especificação dos volumes, manifesto de carga, desembaraço aduaneiro e recebimento da mercadoria; b) Anexo II - contém informações individualizadas das mercadorias por NBM (atual NCM), e ainda o regime de tributação aplicado. Este anexo será composto por tantas adições quantas forem as diferentes mercadorias classificadas pela NBM (atual NCM); c) Anexo III - dele constam esclarecimentos sobre o valor aduaneiro, que é a base de cálculo para o imposto de importação, além de outras características da negociação,

8 como por exemplo a vinculação entre comprador e vendedor, casos de empresas coligadas, a existência de ajustes, etc. 2. Declaração Complementar de Importação - DCI (art.421 do RA) Documento utilizado para a retificação de informações prestadas na Declaração de Importação, ou a inclusão de outras. A DCI servirá também, para a indicação dos tributos, multas e acréscimos legais a serem pagos, por exigência da autoridade fiscal ou por iniciativa do contribuinte, mesmo após o desembaraço da mercadoria. 3. Documentos que instruem o Despacho de Importação a) Guia de Importação (art. 432 e 433 do RA) Documento expedido pela SECEX - Secretaria do Comércio Exterior e agências bancárias habilitadas a prestar serviços de comércio exterior, tem por finalidade controlar as operações de importação. Como regra geral, deve ser emitida previamente ao embarque da mercadoria no exterior, salvo os casos expressamente previstos no Regulamento Aduaneiro. b) Fatura Comercial - Commercial Invoice (art. 425 do RA) Documento emitido pelo exportador contendo informações identificadoras do exportador e do importador, especificação da mercadoria, frete, preço, etc. Há casos de não exigência da fatura comercial (importação a título gratuito, por exemplo). c) Conhecimento de Carga ou de Transporte (art.422 e 423 do RA)

9 É o documento que prova a posse e/ou a propriedade da mercadoria. A cada conhecimento de carga deverá corresponder um único despacho, salvo exceções estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal. A depender do meio de transporte, o conhecimento tem característica e denominação diferentes, a saber: B/L (Bill of Lading), para transporte marítimo e AWB (Air-Way Bill), para transporte aéreo. d) Certificado de Origem (art. 434 do RA) É um documento que atesta a origem de determinado produto, sendo requisito indispensável no caso de mercadorias que gozem de tratamento tributário favorecido em razão de sua origem, como as negociadas no âmbito do MERCOSUL, por seus países membros. Os certificados de origem deverão constar tanto na documentação que acompanha a importação de produto com tratamento tributário favorecido, como na exportação de produtos, em cujos países destinatários haja tratamento fiscal favorecido. IV - DESPACHO ADUANEIRO DE EXPORTAÇÃO Despacho aduaneiro de exportação é o procedimento fiscal mediante o qual se processa o desembaraço aduaneiro de mercadorias destinadas ao exterior, sejam elas exportadas a título definitivo ou não. Sujeita-se, ainda, a despacho de exportação, a mercadoria que importada a título não definitivo, deva ser objeto de reexportação.

10 1. Registros no SISCOMEX (Sistema Integrado de Comércio Exterior) O SISCOMEX - sistema integrado à rede SERPRO (Serviço Nacional de Processamento de Dados) é um instrumento administrativo que integra as atividades de registro, acompanhamento e controle das operações de comércio exterior, através de um fluxo único computadorizado de informações, tendo sido implantado a partir de 01/93, operando inicialmente as exportações. Nas importações o sistema começou a operar em caráter incipiente no ano de As principais funções do SISCOMEX são o Registro de Exportação (RE), o Despacho Aduaneiro e o Controle do Câmbio. Para operar o SISCOMEX, os exportadores poderão utilizar-se de terminais próprios ou de terceiros (bancos, corretoras, despachantes). A operação do SISCOMEX compreende os seguintes registros: a) RE (Registro de Exportação) Conjunto de informações de natureza comercial, financeira, cambial e fiscal que caracteriza a operação de exportação de uma mercadoria e definem o seu enquadramento. É exigido para todas as exportações, exceto para aquelas relacionadas no Anexo A da Portaria SCE 02/92 e suas alterações posteriores. A depender do produto ou da modalidade de pagamento da operação de venda, o exportador deverá proceder ainda ao Registro de Venda (RV) e/ou ao Registro de Operações de Crédito (RC). (v. portaria SCE 02/92). b) SD (Solicitação de Despacho)

11 A Solicitação de Despacho corresponde ao início do processo de despacho aduaneiro, quando o exportador indica os Registros de Exportação (RE) objeto de despacho e os dados sobre as notas fiscais correspondentes. c) CE (Comprovante de Exportação) É o documento oficial emitido pelo Sistema na repartição aduaneira da Receita Federal, ao final de uma operação de exportação e se destina ao exportador. O comprovante de exportação relaciona todos os registros de exportação objetos de um mesmo despacho, informando suas principais características. 2. Procedimentos O Despacho de Exportação terá por base declaração formalizada pelo exportador ou seu representante legal, que será apresentada à unidade da Secretaria da Receita Federal - SRF, com jurisdição sobre: a) estabelecimento do exportador, ou o recinto alfandegado onde se encontrar a mercadoria; b) porto, aeroporto ou ponto de fronteira alfandegado, por onde a mercadoria deixará o País. A declaração será feita através de terminal de computador conectado ao SISCOMEX, em qualquer ponto do território nacional, e consistirá na indicação: a) dos registros de exportação objeto do despacho; b) dos números, séries e datas de emissão das Notas Fiscais correspondentes;

12 c) da via de transporte utilizada; d) do local alfandegado, quando for o caso; e) do peso bruto total e da quantidade total de volumes das mercadorias a despachar. O despacho somente poderá ter início, após o registro da exportação no SISCOMEX e dentro do prazo de validade deste registro. Durante o prazo de validade do RE, o exportador ou seu representante poderá efetuar alterações nos seus dados até que seja iniciado o despacho. Após o início do despacho (que ocorrerá quando a declaração formalizada pelo exportador receber a numeração específica), não será admitida qualquer alteração nos dados de registro de exportação. Poderá ser realizado o despacho no estabelecimento do exportador, cumpridas as seguintes exigências: a) existência de terminal de computador ligado ao SISCOMEX no local indicado para despacho da mercadoria; b) solicitação do exportador feita com antecedência mínima de cinco dias da data pretendida para realização do despacho; c) pedido deferido pelo chefe da repartição com jurisdição no local onde será realizado o despacho. Nesse caso (despacho aduaneiro realizado no estabelecimento do exportador ou em recinto alfandegado de zona secundária), a mercadoria seguirá até a repartição que jurisdiciona o local de embarque ou de transposição de fronteira, em regime de trânsito aduaneiro sob procedimento especial (sob controle do fisco federal), sendo acompanhada por extrato

13 emitido pelo SISCOMEX, visado pela autoridade competente que processa o despacho. Documentos que instruem o despacho de exportação: a) 1.ª via da Nota Fiscal; b) conhecimento e manifesto de carga; c) os indicados na legislação federal específica. V - REGIMES ESPECIAIS 1. TRÂNSITO ADUANEIRO (art. 252 a 289 do RA) O regime especial de trânsito aduaneiro é o que permite o transporte de mercadoria, sob controle aduaneiro, de um ponto a outro do território aduaneiro, com suspensão de tributos. O regime subsiste do local de origem ao local de destino, e desde o momento do desembaraço para trânsito aduaneiro pela repartição de origem, até o momento em que a repartição do destino certifica a chegada da mercadoria. O trânsito aduaneiro abrange as operações de importação e exportação, bem como os casos de passagem pelo território aduaneiro, definidos como tal pela legislação aduaneira. No processo de despacho para trânsito aduaneiro, a fiscalização federal adota os seguintes procedimentos: a) conferência para trânsito, que será realizada em presença do beneficiário do regime e do transportador; b) aplicação de cautelas fiscais, visando impedir a violação dos volumes, recipientes e, se

14 for o caso, do veículo transportador. São cautelas fiscais aplicáveis isolada ou cumulativamente: lacração: a aplicação, em ponto determinado do volume, recipiente ou veículo, de selo ou qualquer dispositivo que impeça o acesso ao conteúdo ou ao interior, sem violação que deixe indícios visíveis e indisfarçáveis; sinetagem: gravação, no dispositivo de lacração, por meio de instrumento dotado de estampo apropriado, de símbolo, número, código ou marca identificativa da repartição ou do funcionário que efetuou a lacração; cintagem: a aplicação de cintas ou amarras que impeçam a abertura dos volumes; marcação: a aplicação de etiquetas, rótulos ou outras marcas que identifiquem claramente os volumes, recipientes ou mercadorias, de modo a facilitar o controle do fisco; acompanhamento fiscal - somente será determinado em casos excepcionais. c) emissão e registro da DTA (Declaração de Trânsito Aduaneiro). A legislação aduaneira permite que a conferência fiscal possa ocorrer em locais de zona secundária, tais como: recintos alfandegados; domicílio do importador; excepcionalmente, em outros locais. Para tanto, se faz necessária autorização para remoção na Declaração de Importação, ou documento equivalente pela autoridade fiscal aduaneira. Nesses casos, havendo a circulação da mercadoria, o fisco estadual ainda não poderá exigir o ICMS, pois o fato

15 gerador ainda não ocorreu. Ainda sobre o regime de trânsito aduaneiro, vale ressaltar o que estabelece o artigo 265 do RA, em seu Parágrafo Único: O trânsito por via rodoviária será feito preferencialmente pelas vias principais, onde houver melhores condições de segurança e policiamento, utilizando-se, sempre que possível, o percurso mais direto. 2. ADMISSÃO TEMPORÁRIA (art. 290 a 313 do RA) O regime especial de admissão temporária é o que permite a importação de bens que devam permanecer no País durante prazo fixado, com suspensão de tributos, na forma e condições descritas na legislação aduaneira. As condições básicas para aplicação do regime são: a) constituição das obrigações fiscais em termo de responsabilidade; b) utilização dos bens dentro do prazo fixado e exclusivamente para os fins previstos; c) identificação dos bens de acordo com a norma aduaneira. Esse regime é concedido por um ano prorrogável por igual período, podendo em situações especiais ser permitida nova prorrogação, respeitado o limite de cinco anos. 3. DRAWBACK (art. 314 a 333 do RA) Regime aduaneiro especial, que possibilita a importação de mercadorias com benefícios fiscais, mediante compromisso de exportação de produtos, em cuja composição é aplicado um percentual pré-determinado das mercadorias importadas.

16 O instituto do drawback foi criado pela lei federal nº de , tendo como finalidade oferecer incentivo à exportação através de concessão de benefícios fiscais nas importações de mercadorias. O benefício do drawback se aplica às importações de mercadorias, matérias-primas, insulso, partes e componentes que submeter-se-ão ao processo de beneficamente, industrialização, embalagem e acondicionamento de mercadorias já exportadas ou a exportar. Existem as seguintes modalidades de drawback. com suspensão de impostos; com isenção de impostos; com restituição de impostos; 4. ENTREPOSTO ADUANEIRO (art.335 a 355 do RA) O regime de entreposto aduaneiro é o que permite, na importação e na exportação, o depósito de mercadorias, em local determinado, com suspensão do pagamento de tributos e sob controle fiscal. Esse regime tem como base operacional uma unidade de entrepostamento de uso público ou de uso privativo, onde as mercadorias ficarão depositadas. Poderão ser permissionárias de entreposto de uso público: as empresas de armazéns gerais, as empresas comerciais exportadoras de que trata o Decreto-Lei n o 1248, de 29 de novembro de 1972 ( trading companies ) e as empresas nacionais prestadoras de serviço de transporte internacional de carga.

17 A exploração de entreposto de uso privativo será permitida apenas na exportação e exclusivamente por trading companies. Poderá ser alfandegado como unidade de entreposto aduaneiro, a título temporário, o local destinado a receber mercadoria estrangeira para exposição, feira ou outro evento do gênero. O Entreposto Aduaneiro pode ocorrer na importação e na exportação, contemplando nesta o regime comum e o regime extraordinário. Ocorre este regime, quando a mercadoria é depositada por conta e ordem de trading company. Como regra geral, o prazo de permanência no regime é de um ano, salvo prorrogações autorizadas, exceto nos casos de regime extraordinário. 5. ENTREPOSTO INDUSTRIAL (art. 356 a 368 do RA) É o regime que permite a suspensão de impostos, na entrada no País, de matéria-prima e produtos intermediários (insumos), cuja finalidade é a de comporem produtos que, ali fabricados, sejam destinados à exportação ou, eventualmente, ao mercado interno. Essa venda no mercado interno sujeita-se apenas ao pagamento dos impostos incidentes sobre a quantidade e espécie dos componentes estrangeiros contidos no produto. 6. EXPORTAÇÃO TEMPORÁRIA (art. 369 a 388 do RA) Considera-se exportação temporária a saída do País de mercadoria nacional ou nacionalizada, condicionada à reimportação em prazo determinado, no mesmo estado ou após submetida a processo de conserto, reparo ou restauração. A legislação aduaneira define os bens aos quais se aplicam o regime de exportação

18 temporária. VI - REGIMES ATÍPICOS 1. ZONA FRANCA DE MANAUS - ZFM (art. 389 a 395 do RA) A ZFM é uma área de livre comércio de importação e de exportação e de incentivos fiscais especiais, estabelecida com a finalidade de criar no interior da Amazônia um centro industrial, comercial e agropecuário dotado de condições econômicas que permitam seu desenvolvimento, em face dos fatores locais e da grande distância a que se encontram os centros consumidores de seus produtos. Excluem-se dos benefícios fiscais concedidos em legislação específica para a ZFM, nos termos da legislação aduaneira: armas e munições; perfumes; fumo; bebidas alcoólicas; automóveis de passageiros. 2. LOJAS FRANCAS - FREE-SHOP (art. 396 e 397 do RA) Estabelecimentos comerciais localizados na zona primária de porto ou aeroporto autorizados a funcionarem nos termos e condições fixados pelo Ministro da Fazenda, destinados à venda de mercadoria nacional ou estrangeira a passageiros de viagens

19 internacionais, para pagamento em cheque de viagem ou moeda estrangeira conversível. 3. DEPÓSITO ESPECIAL ALFANDEGADO (art. 398 a 401 do RA) Poderá ser autorizado o funcionamento de depósito especial alfandegado de uso exclusivo do importador, para a estocagem de partes, peças e materiais de reposição para veículos e equipamentos estrangeiros, em uso no País e empregados na prestação de serviços, nos casos definidos pelo Ministro da Fazenda. 4. DEPÓSITO AFIANÇADO (art. 402 a 406 do RA) Depósito afiançado é o local alfandegado destinado, mediante liberação da autoridade aduaneira, à guarda de materiais de manutenção e preparo de embarcações e aeronaves utilizadas no transporte comercial internacional, de empresas autorizadas a operar nesse servi ço. Poderá também, ser autorizado depósito afiançado de empresa de transporte rodoviário estrangeira. Os depósitos das empresas de navegação marítima ou aérea deverão localizar-se na zona primária, podendo, os das empresas de transporte rodoviário, localizar-se na zona secundária. 5. DEPÓSITO FRANCO (art. 407 a 409 do RA) Depósito franco é o recinto alfandegado, instalado em porto brasileiro, para atender ao fluxo comercial de países limítrofes com terceiros países, a exemplo do que ocorre no Porto de Paranaguá, que atende ao Paraguai, e no Porto de Santos, que atende à Bolívia.

20 Só é admitida a instalação de depósito franco, quando autorizada em acordo ou convênio internacional firmado pelo Brasil. VII - BENEFÍCIO FISCAL BEFIEX - Programa de Benefícios Fiscais à Exportação, criado pelo Decreto-Lei Federal 2.433/88, que isenta/reduz o I.I. (Imposto sobre Importações) de máquinas, equipamentos, aparelhos, instrumentos e materiais, e seus respectivos acessórios, sobressalentes e ferramentas, destinados a integrar o ativo imobilizado de empresa industrial. O Programa contempla ainda, outros benefícios que, no entanto, não são objetos de isenções do ICMS. O Programa estabelece que as empresas titulares dos benefícios deverão se comprometer, através de termo firmado, a apresentar saldo global positivo de divisas, ano a ano.

21 SEGUNDA PARTE - AUDITORIA EM ESTABELECIMENTOS I - CONCEITUAÇÃO DAS FUNÇÕES PARTICIPANTES No caso da auditoria em empresas importadoras e/ou exportadoras, a conceituação das funções participantes no processo não é diferente das funções nas demais auditorias fiscais. De um lado o Auditor Fiscal, preposto autorizado pela Administração Fazendária para examinar as operações realizadas por contribuintes do ICMS, objetivando a apuração correta do imposto. De outro lado o auditado, pessoa jurídica ou física que realize operação com mercadoria destinada ou oriunda do exterior. II - IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA A auditoria fiscal realizada não só em estabelecimentos como no trânsito de mercadoria, tem uma função importantíssima para uma correta aplicação da legislação tributária no tempo e no espaço. Embora tenha um efeito corretivo com relação ao passado, contudo influencia de forma preventiva evitando o cometimento de erros no futuro. O ideal seria que a auditoria existisse sempre em caráter preventivo e nunca punitivo. Contudo, a ação fiscal está amparada numa legislação que rege os procedimentos administrativos fiscais, onde o preposto fiscal desempenha uma atividade totalmente vinculada não só ao RPAF, como ao RICMS.

22 Isso não invalida o escopo básico da auditoria, que é a verificação da correta aplicação da lei. Portanto, quanto mais breve ela ocorrer, mais cedo o contribuinte corrigirá procedimentos adotados de forma errônea. Nas questões puramente interpretativas, o contribuinte tem a oportunidade de rever posicionamentos, face aos resultados da auditoria, mantido obviamente o seu direito de discutir até a última instância. Essa é a real função participante da auditoria no processo de interação entre fisco e contribuinte. III - PRÉ-AUDITORIA Quando programada a fiscalização de empresas que realizem operações de importação e/ou exportação deve o Auditor Fiscal proceder da seguinte forma: 1. requerer da DIFIS/GECEX listagem do Sistema LINCE FISCO (para as importações até 12/96) e/ou do SISCOMEX (para importações a partir de 97 e para exportações a partir de 93), onde constem os dados individualizados das operações realizadas pelo estabelecimento; Nota: Redação dada pela revisão n o 1, estabelece prazos para utilização dos sistemas. 2. intimar o contribuinte a apresentar os livros e documentos fiscais e contábeis, bem como os documentos de arrecadação (DAE-Documento de Arrecadação Estadual ou GNR/GNRE-Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais- a partir de 03/03/98) ou de exoneração do ICMS (DEICMS), para conferência dos lançamentos e exame do

23 cumprimento da legislação tributária; Nota: Redação dada pela revisão n o 1, acrescentando-se definição da sigla DAE e GNREnova denominação de GNR. 3. em se tratando de indústria, visitar a área de produção para se inteirar da cadeia produtiva objetivando uma análise da utilização ou manutenção de créditos fiscais; 4. quando se tratar de importações e/ou exportações amparadas por benefícios fiscais analisar as condições previstas no RICMS e se estas foram satisfeitas na sua literalidade. (Ex.: Drawback, Befiex etc.), retroagindo quando necessário; 5. documentos a solicitar: a) empresas importadoras: Registro de Apuração do ICMS - RAICMS; Registro de Entrada de Mercadorias - REM; Notas Fiscais de entrada; Guias de Importação - GI e aditivos (até 12/96); Licenciamento de Importação - LI e aditivos (a partir de 01/97); Declarações de Importação - DI e Declarações Complementares de Importação - DCI (até 12/96) e Extrato de Declaração de importação a partir de 01/97); Documentos de arrecadação ou de exoneração do ICMS na entrada de mercadoria estrangeira, conforme o caso; Contratos de câmbio e alterações;

24 Comprovantes das despesas aduaneiras; Atos concessórios de drawback e seus aditivos, se houver realizado operações desta natureza, e ainda, Relatórios de Comprovação de Drawback; Notas Fiscais de saída, Guias de Exportação - GE, relativas às operações de exportação drawback (até 12/96); Notas fiscais de saída e documentos emitidos pelo SISCOMEX relativos às operações de exportação vinculadas ao drawback. Nota: Redação dada pela revisão n o 1 ao item a, acrescentando-se novos documentos, prazos de vigência, convênios. b) empresas exportadoras: Livro RAICMS (normal e especial); Livro Registro de Saída de Mercadorias; Notas Fiscais relativas às exportações diretas, indiretas ou equiparadas; Guias de Exportação ou Declarações de Exportação e seus aditivos, devidamente averbados, para as operações até 12/92; Registros de Exportação (RE), Solicitações de Despacho (SD) e Comprovantes de Embarque (CE), para as operações a partir de 01/93; Contratos de Câmbio e suas alterações; Conhecimentos de Transporte Internacional; Faturas Comerciais (Invoice);

25 Comprovantes de despesas aduaneiras; Registro na SECEX; Regime Especial do remetente e do destinatário quando situado neste Estado, para cumprimento das obrigações tributárias relativas à exportação, fornecido pela Secretaria de Fazenda, quando se tratar de exportação indireta de operações realizadas a partir da LC 87/96 (Conv. ICMS 113/96 e alterações posteriores, Prot. ICMS 23/96 e Port. 575/96); Nota: Redação dada pela revisão n o 1. Sua redação anterior era : Regime Especial para cumprimento das obrigações tributárias relativas à exportação, do remetente e do destinatário, fornecido pela Secretaria de Fazenda do Estado correspondente, quando a exportação for indireta e estas operações forem realizadas até 16/09/96, antes da LC 87/96( Conv. ICMS 88 e 91/89 e alterações posteriores e Prot. ICMS 27 e 28/89); Memorando do interveniente exportador, em se tratando de exportação indireta interestadual (Conv. 113/96, Prot. ICMS 27 e 28/89, 23/96). Nota: Redação dada pela revisão n o 1 ao item b, acrescentando-se novos documentos, prazos de vigência, convênios., novas operações antes e após publicação da LC 87/96.. Cumpridos os passos iniciais, e de posse da documentação fiscal e contábil acima discriminada, deve o auditor fiscal proceder conforme roteiro específico para importação e exportação adiante referidos.

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