PLANO PLURIANUAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR CADERNO 18

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO PLURIANUAL 2004-2007 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR CADERNO 18"

Transcrição

1 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR CADERNO 18

2

3 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS PLANO PLURIANUAL RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Caderno 18 EXERCÍCIO 2008 ANO BASE 2007 Brasília 2008

4 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS, BLOCO K FONE: 55 (61) FAX: 55 (61) Site: CEP: Brasília DF 2008, Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos A reprodução do todo ou parte deste documento é permitida somente com autorização prévia e oficial do detentor dos direitos autorais. Disponível em Impresso no Brasil Catalogação: DIBIB/CODIN/SPOA/MP Brasil. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos - SPI. Relatório de Avaliação do Plano Plurianual : exercício ano base 2007 / Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos. Brasília: MP, p. : il - (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Caderno 18) 1. Planejamento governamental - relatório. 2 Orçamento público. 3 Administração pública. I Título CDU (047)

5 LISTA DE CADERNOS PUBLICADOS 01 Avaliação do Plano Plurianual 02 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 03 Ministério da Ciência e Tecnologia 04 Ministério da Cultura 05 Ministério da Defesa 06 Ministério da Educação 07 Ministério da Fazenda 08 Ministério da Integração 09 Ministério da Justiça 10 Ministério da Previdência Social 11 Ministério da Saúde 12 Ministério das Cidades 13 Ministério das Comunicações 14 Ministério das Relações Exteriores 15 Ministério de Minas e Energia 16 Ministério do Desenvolvimento Agrário 17 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome 18 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 19 Ministério do Esporte 20 Ministério do Meio Ambiente 21 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 22 Ministério do Trabalho e Emprego 23 Ministério do Turismo 24 Ministério dos Transportes 25 Presidência da República 26 Secretarias Especiais 27 Ministério Público da União, Poderes Legislativo e Judiciário

6

7 ÍNDICE Apresentação...7 Sumário Executivo...9 Artesanato Brasileiro Competitividade das Cadeias Produtivas...35 Desenvolvimento de Microempresas e Empresas de Pequeno e Médio Porte...45 Desenvolvimento do Comércio Exterior e da Cultura Exportadora...51 Interiorização do Desenvolvimento da Amazônia Ocidental...57 Metrologia e Qualidade Industrial...61 Pólo Industrial de Manaus...67 Propriedade Intelectual Anexo I - Execução Física e Financeira...77 Anexo II - Ações em Programas Multissetoriais...125

8

9 Ano Base 2007 APRESENTAÇÃO A participação democrática levada aos mais diversos setores da vida social coloca-se como um desafio permanente do Governo Federal na formulação e implementação das políticas nacionais. Esse princípio eleva os desafios para a gestão pública e ressalta a importância da divulgação da avaliação dos resultados da ação de governo para a sociedade. Nesse sentido, os resultados apresentados no Relatório de Avaliação do PPA devem, também, ser discutidos pelos órgãos do Poder Executivo, pelo Congresso e pelo conjunto da sociedade, de forma crítica e ativa, de modo a permitir o avanço da democracia na relação entre o Estado e a sociedade. A fim de cumprir o disposto no art. 9º da Lei nº , de 11 de agosto de 2004 e suas alterações, o Relatório está estruturado em 27 cadernos, distribuídos da seguinte forma: a) caderno 1 compreende a avaliação do comportamento das variáveis macroeconômicas que embasaram a elaboração do Plano Plurianual, bem como avalia os resultados consolidados do PPA , abrangendo a Estratégia de Desenvolvimento, o Cenário de Crescimento, as s Prioritárias, os Megaobjetivos (3) e os Desafios (30) anunciados para o período por ocasião do envio da Mensagem Presidencial ao Congresso ; b) cadernos 2 a 27 compreendem as avaliações de programas do tipo finalístico e serviço ao Estado, agrupadas por órgão setorial, obtidas a partir da percepção dos gerentes de programas e suas equipes, com a coleta de informações na ótica de auto-avaliação, por meio de roteiros de questões respondidas no Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento (SIGPlan). O produto do trabalho é resultado das atividades realizadas em conjunto com os atores diretamente envolvidos no processo de avaliação, representados pelos gerentes dos programas e pelas equipes técnicas no âmbito dos órgãos responsáveis por programas de Governo, que são integrantes das Subsecretarias de Planejamento, Orçamento e Gestão (SPOA), das Unidades de Monitoramento e Avaliação (UMAs) e das Secretarias Executivas. E, no âmbito do órgão central do Sistema de Planejamento e Orçamento Federal, com participação das equipes técnicas do Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (DEST), da Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos (SPI) e da Secretaria de Orçamento Federal (SOF). Os cadernos incluem demonstrativos dos valores referentes às ações desenvolvidas, tanto no âmbito do próprio órgão responsável quanto em outros Ministérios, no caso dos programas multissetoriais. As avaliações dos programas de cada Ministério e das Secretarias Especiais são precedidas de um Sumário Executivo que contém informações sintéticas dos resultados e dos principais aspectos da avaliação da concepção e da implementação do conjunto de programas. 7

10 Relatório Anual de Avaliação A publicação do Relatório de Avaliação do PPA por meio de cadernos específicos, por órgão, confere maior transparência em relação aos resultados da aplicação dos recursos públicos federais. Além disso, facilita a compreensão e a prestação de contas à sociedade, gerando assim informações para os debates necessários à promoção da melhoria da qualidade da ação pública e de seus resultados para a sociedade brasileira. 8

11 Ano Base 2007 SUMÁRIO EXECUTIVO Em 2007, do total previsto para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (), foram utilizados ,00 o que representou 66,4% do originalmente previsto, para a execução dos programas e das ações sob sua responsabilidade, de acordo com o quadro a seguir: Recursos orçamentários autorizados (LOA + Créditos): Recursos não-orçamentários previstos: ,00 orçamentário: , ,00 não-orçamentário: ,00 Total previsto: ,00 Total realizado: ,00 Além disso, do total de ,00 inscritos em restos a pagar, relativo ao exercício de 2006, foram executados ,00 correspondendo a 83% do valor inscrito. Na execução orçamentária dos programas sob responsabilidade do, no período do PPA , verificou-se a seguinte distribuição dos percentuais na participação dos valores realizados anualmente: Tipo0 Programa (Código/Denominação) PPA Arranjos Produtivos Locais 0,15% 1,42% 0,00% 0,00% 0,48% 1016 Artesanato Brasileiro 0,06% 0,09% 0,02% 0,05% 0,06% 8021 Comércio Eletrônico 0,03% 0,04% 0,00% 0,00% 0,02% 0812 Competitividade das Cadeias Produtivas 0,08% 0,16% 0,08% 0,09% 0,11% 0416 Cultura Exportadora 0,02% 0,02% 0,00% 0,00% 0,01% Finalístico Gestão de Políticas Públicas 0418 Defesa Comercial 0,03% 0,02% 0,00% 0,00% 0,01% 0419 Desenvolvimento de Microempresas e Empresas de Pequeno e Médio Porte 0,52% 1,83% 1,50% 7,05% 2,57% 0412 Desenvolvimento do Comércio Exterior e da Cultura Exportadora 77,70% 78,79% 71,11% 55,17% 71,71% 1020 Interiorização do Desenvolvimento da Amazônia Ocidental 3,14% 1,97% 1,43% 8,51% 3,58% 0390 Metrologia e Qualidade Industrial 12,38% 10,68% 16,90% 18,11% 14,06% 0392 Pólo Industrial de Manaus 2,22% 1,95% 2,78% 3,31% 2,49% 0393 Propriedade Intelectual 3,26% 2,59% 5,66% 7,17% 4,41% Finalístico Soma 99,59% 99,56% 99,47% 99,46% 99,53% 0411 Gestão das Políticas Industrial, de Comércio e de Serviços 0,41% 0,44% 0,53% 0,54% 0,47% Total Global 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% AVALIAÇÃO SETORIAL Os resultados obtidos no exercício de 2007 mostram que o vem trabalhando para o alcance da política setorial estabelecida, contribuindo, significativamente, com o Megaobjetivo de Governo 2, Crescimento com Geração de Trabalho, Emprego e Renda, Ambientalmente Sustentável e Redutor das Desigualdades Sociais. 9

12 Relatório Anual de Avaliação Em 2007, as exportações alcançaram aumento de 16,6%, em relação a 2006, evoluindo para US$ 160,649 bilhões. As importações cresceram 32,0%, totalizando US$ 120,610 bilhões, resultando em superavit comercial de US$ 40,039 bilhões. A corrente de comércio totalizou US$ 281,259 bilhões, valor 22,7% acima de Foi lançada, em 2007, a nova versão do Portal do Exportador, que teve 1,2 milhões de acessos. Foram realizados oito Encontros de Comércio Exterior (ENCOMEX), cerca de empresas e pessoas participaram desses eventos. Na ocasião, foram selecionadas empresas dos Estados de Alagoas, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Goiás para implementarem a 1ª Exportação, que consiste no acompanhamento sistematizado de sua preparação para a exportação. Aprimoramento e modernização dos sistemas do comércio exterior brasileiro: Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (ALICEweb), Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX), Novo Módulo do SISCOMEX Exportação (Novoex) e o sistema DRAWBACK. O atuou ativamente em vários fóruns negociadores para estreitar as relações comerciais brasileiras. Nos acordos no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), ao amparo do Tratado de Montevidéu de 1980, avanços nas negociações do Acordo do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e da União Aduaneira Sul-africana (SACU), do Acordo entre Mercosul e Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), bem como do aprofundamento do Acordo entre Mercosul e Índia. Nesse ínterim é importante destacar que foi concluído estudo da eventual assinatura de um acordo comercial entre o Mercosul e a Coréia do Sul. Foram também concluídas as negociações entre Mercosul e Israel, e o Acordo de Livre Comércio foi assinado. Em conjunto com o setor privado nacional, foram elaborados subsídios para definir o posicionamento brasileiro frente às negociações multilaterais da Rodada de Doha. No que tange às iniciativas para o setor terciário, foi concluída e implementada a base de dados do Cadastro de Empresas (CNE). Constam nessa base de dados 16 milhões de empresas. Aprovado o Projeto Rede para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM) em atenção a Lei nº , de 04 de dezembro de 2007, que visa a redução de custos e prazos para a abertura, alteração e baixa de empresas. O buscou elevar a competitividade industrial das principais cadeias produtivas do País no mercado mundial (com ações relativas à geração de emprego, ocupação e renda), o desenvolvimento e a desconcentração regional da produção, o aumento das exportações, a substituição competitiva das importações e a capacitação tecnológica das empresas. Nesse sentido, foram realizadas diversas atividades, como: a) a implantação da Câmara de Desenvolvimento da Indústria Naval; b) o Acordo de Complementação Econômica (ACE 2), firmado entre o Brasil e o Uruguai, para o desenvolvimento da cadeia automotiva; 10

13 Ano Base 2007 c) d) e) f) as medidas adotadas para o desenvolvimento das cadeias produtivas de setores intensivos em mão-de-obra, no âmbito do Programa Revitaliza; o Programa de Desenvolvimento de Fornecedores do MERCOSUL, que é composto de quatro projetos nacionais na cadeia de madeira e móveis; o Plano de Desenvolvimento e Integração Produtiva do MERCOSUL; o Fórum Internacional de Biocombustíveis, lançado pelos governos do Brasil, EUA, China, Índia, União Européia e África do Sul. Será plenamente viável gerar emprego, renda e estimular as exportações, aprimorando-se o tratamento às microempresas e às empresas de pequeno e médio porte em racionalização legal e burocrática, investimento e financiamento, formação e capacitação empreendedora, tecnologia e inovação, comércio exterior e integração nacional e informação. Para tanto, em 2007, no âmbito do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno e Médio Porte, foi publicado o Decreto nº 6.174, de 1º de agosto de 2007 instituindo e regulando esse Colegiado, e Publicada a Portaria nº 226, de 13 de junho de 2007 que aprova o seu Regimento Interno e estabelece a sua estrutura de funcionamento. Também no sentido de desenvolvimento das microempresas e empresas de pequeno e médio porte, organizadas em Arranjos Produtivos Locais (APLs), foram alcançados: a) atendimento de 540 empresas por meio do Programa Projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEx); b) realizada a 3ª Conferência Brasileira de Arranjos Produtivos Locais, com cerca de 800 participantes e 80 especialistas que discutiram as principais barreiras e entraves ao desenvolvimento dos APLs, as potencialidades de cada setor, a possibilidade de integração e a competitividade dos APLs frente aos desafios empresariais; c) capacitação de gerentes de negócio e de promoção comercial e marketing em 17 APLs. Foram também implantados 418 Telecentros, o portal TIN teve acessos e recebeu o prêmio World Summit Award (WSA). Os recursos do Sistema do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para micro, pequenas e média empresas e pessoas físicas, disponibilizados por meio da ação Financiamento a Micro, Pequenas e Médias Empresas, atingiram 16,1 bilhões em 2007 (crescimento de 45% em relação a 2006), um quarto dos desembolsos do BNDES. Por meio do Programa Artesanato Brasileiro (PAB), desenvolveu-se o Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB), que possibilitará a migração de bases de dados existentes nos Estados, reunindo em um único ambiente. O projeto foi concluído em quatro unidades federativas, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Alagoas e Distrito Federal, e será estendido a outros Estados. Capacitaram-se pessoas, entre técnicos, 11

14 Relatório Anual de Avaliação gestores, artesãos e multiplicadores. Realizaram-se, ainda, seis eventos sobre Artesanato Brasileiro. Neste contexto, instituiu-se o sistema de apuração de resultados das vendas e elaborou-se o manual de orientação do PAB nas Feiras e Eventos para Comercialização de Produtos Artesanais, por meio do qual foi possível a apuração do faturamento dos artesãos nas feiras e eventos apoiados pelo PAB, em torno de 2 milhões. O Programa Metrologia e Qualidade Industrial apresentou-se como importante fator para a reestruturação produtiva, pois representou uma referência para o aumento da qualidade do produto brasileiro, apoiando o aumento das exportações brasileiras e fortalecendo o controle sobre os produtos nacionais e importados no que se refere aos requisitos básicos de segurança. Os principais resultados foram: a) desenvolvimento do Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade de Biocombustíveis; b) estudos sobre aspectos científicos e técnicos dos biocombustíveis e padrões metrológicos confiáveis e reconhecidos internacionalmente com o instituto norte-americano, National Institute of Standards Technology (NIST); c) d) criação da Diretoria de Inovação e Tecnologia; projeto Campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no Instituto de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO); e) acordo de cooperação técnica ente o INMETRO e o Ministério da Educação (MEC) para aquisição de ônibus escolares para as regiões rurais, o chamado projeto Caminho da Escola; f) coordenação de trabalhos no âmbito do Codex Alimentarius; g) aprovação do Guia de Boas Práticas de Regulamentação; h) concluída toda a regulamentação técnica necessária para a realização das adaptações nos veículos para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, que compõem a frota existente do Transporte Rodoviário, Urbano e Interestadual, conforme determina o Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004; i) j) k) concluídas mais duas certificações do manejo de florestas plantadas no âmbito da Certificação Florestal (Cerflor); consolidação da metrologia química no País; ampliação da metrologia de materiais; l) implementação do monitoramento da produção de bebidas; 12

15 Ano Base 2007 m) publicação da Portaria nº 326, de 24 de agosto de 2007, que dispõe sobre alterações no procedimento de certificação para brinquedos importados, tornando-os mais restritivos. No tocante à Propriedade Intelectual, os principais resultados obtidos em 2007 foram em decorrência das ações de implementação da segunda fase do projeto de reestruturação do Instituto de Propriedade Industrial (INPI), quais foram: a) realização de concessões de Registro de Marcas, eliminou-se o atraso na concessão de marcas que não sofreram oposição, bem como se organizou o processo de exame; b) realização de concessões de pedidos de patentes, graças à eliminação do problema da demora excessiva pelo exame de patentes, reduzindo-se dos atuais seis a 10 anos para uma espera não superior ao prazo de quatro a 4,5 anos, sendo este prazo compatível com a melhor prática internacional; c) treinamento em temas de propriedade intelectual gestores de tecnologia de 23 Estados da Federação. Os Indicadores de Desempenho do Pólo Industrial de Manaus (PIM) demonstram os resultados alcançados em O faturamento do PIM foi de US$ 25,67 bilhões, gerando aumento de 12,34% em relação a A tendência deste indicador é de crescimento, considerando que os segmentos de eletrônico, cosméticos e duas rodas estão em processo de ampliação. As exportações no PIM entraram em queda acentuada desde 2006, um reflexo da transferência de plantas fabris de empresas exportadoras para suas filiais no México. As exportações chegaram a US$ 1,04 bilhões, representando redução de 29,73% em relação a Houve ainda a geração de postos de trabalhos, chegando a um registro de postos de trabalhos em novembro. O Estado do Amazonas contribuiu com 64,02% do total da arrecadação de tributos da 2ª Região Fiscal, mantendo o mesmo nível de A manutenção desses crescimentos está assegurada e vinculada na fixação e consolidação dos investimentos, na contínua atração de novos empreendimentos ao parque fabril do PIM e na inserção de seus produtos em novos mercados. Concernente à Interiorização do Desenvolvimento da Amazônia Ocidental, firmaram-se, em 2007, aproximadamente, 115 projetos de desenvolvimento regional nos setores agropecuários, de serviços, da indústria e de Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação. Para o PPA , de forma a contribuir com o Megaobjetivo 2 - Crescimento com Geração de Trabalho, Emprego e Renda, Ambientalmente Sustentável e Redutor das Desigualdades Sociais, o traçou os seguintes Objetivos Estratégicos: a) aumentar as exportações e a agregação de valor aos produtos; b) promover e estimular a competitividade das cadeias produtivas; 13

16 Relatório Anual de Avaliação c) d) e) f) g) h) fortalecer as microempresas e empresas de pequeno e médio porte; reforçar e ampliar o Sistema de Metrologia e Qualidade Industrial; promover a Propriedade Intelectual; desenvolver o PIM; formular e implementar mecanismos para favorecer a promoção e a defesa comercial; fomentar a inovação tecnológica das empresas brasileiras. O Programa Desenvolvimento do Comércio Exterior e da Cultura Exportadora vincula-se ao objetivo setorial de aumento das exportações e agregação de valor aos produtos exportados, visando reduzir a vulnerabilidade externa da economia brasileira pela ampliação do saldo da balança comercial e das transações correntes do balanço de pagamentos, e ao objetivo setorial de formular e implementar mecanismos para favorecer a promoção e a defesa comercial. O Comércio Exterior ampliou a sua representatividade na economia brasileira, mostrando o crescente grau de abertura, tanto do lado das exportações quanto das importações. O Brasil deixou de ser visto somente como um importante exportador de produtos agrícolas, mas também como base de produtos de maior valor agregado, ganhando espaço em diversos mercados. O Brasil, ao longo dos anos de 2004 a 2007, aumentou as vendas para países não-tradicionais, reduzindo-se a dependência em relação a um grupo restrito de países que podem enfrentar eventuais ciclos de desaquecimento de suas economias. É de se destacar que, na comparação com 2003, as exportações excederam o dobro (+119%), aumentando as vendas externas brasileiras em quase US$ 100 bilhões nos últimos quatro anos. As importações também cresceram de forma substancial em relação a 2003 (+147%). Com isso a corrente de comércio aumentou em US$ 160 bilhões de 2003 para 2007, resultado sem igual na história do comércio exterior brasileiro. Indicador de bom desempenho das exportações brasileiras é a comparação da taxa de crescimento das exportações do Brasil com o mundo. As vendas externas brasileiras ampliaram-se a taxas superiores às do comércio mundial nos últimos quatro anos, período esse que foi marcado por um cenário externo de crescimento da economia mundial, que propiciou maior demanda por bens e aumento dos preços internacionais de commodities. Segundo estudo recente do BNDES, A especialização do Brasil no mapa das exportações mundiais, o Brasil figura em posição singular entre os países emergentes na pauta de exportações. Embora seja classificado no grupo em que há o predomínio de recursos naturais na pauta de exportações, entre os emergentes, é o que tem conseguido maior diversificação de produtos embarcados para o exterior. Entre os resultados alcançados, além dos já mencionados, destaca-se a diversificação da pauta de exportação, com inclusão de 600 novos itens, em 2007, e o aspecto qualitativo das exportações, constituído, em sua maioria, de itens de maior valor agregado. 14

17 Ano Base 2007 As três categorias de produtos (básicos, semimanufaturados e manufaturados) registraram em 2007 recordes históricos, sendo que as exportações de manufaturados representaram 52,3% da pauta. Já no que concerne ao aspecto qualitativo da pauta de importação, destaca-se as aquisições de bens de capital e produtos intermediários, que respondem hoje por 70% das compras externas. Houve o incremento de 17,7% no número de empresas exportadoras no ano em relação a 2003, que até o momento supera a marca de 21 mil, contra 17,7 mil, em Ao se analisar os mercados de destino, houve crescimento para todas as regiões econômicas e, em especial, a ampliação das vendas externas para mercados não-tradicionais ou com pequena participação na pauta. Dentre as iniciativas previstas para o incremento do comércio exterior brasileiro, foram realizadas atividades as mais diversas, desde ações de promoção comercial a medidas de natureza normativa e operacional, desenvolvidas especialmente por meio da disseminação de informações estratégicas e do aperfeiçoamento dos instrumentos de operações de comércio exterior. O além de atuar como órgão regulador, age, ainda, como promotor de mecanismos de facilitação do processo operacional e a difusão de conhecimentos e oportunidades, servindo ainda como canal de interlocução entre Governo e comunidade usuária nos assuntos afetos ao comércio exterior. A área de defesa comercial mostrou-se um instrumento importante para combater as práticas desleais de comércio e evitar que a indústria brasileira fosse prejudicada por práticas dessa natureza ou por surtos de importação. No período, foram abertas 68 investigações e concluídas 72, sendo 48 delas com aplicação de medidas de defesa comercial. Um dos principais desafios enfrentados no quadriênio foi o de promover o encadeamento e a complementaridade das atividades desenvolvidas, de modo a gerar otimização e sinergia de resultados. Não obstante os resultados positivos colhidos no período recente, pretende-se reforçar a estratégia até então adotada de facilitação do processo operacional. Para tanto, são requeridos urgentes investimentos em ferramentas para o aprofundamento da informatização dos processos. Os programas Competitividade das Cadeias Produtivas e Gestão das Políticas Industrial, de Comércio e de Serviços, contribuíram para o alcance do objetivo setorial de promoção e estímulo à competitividade das cadeias produtivas. Apesar do comportamento desfavorável da taxa de câmbio ao setor exportador, houve substancial crescimento das exportações das cadeias produtivas no período de 2004 a 2007, com um aumento de US$ 38,7 bilhões em 2003 para US$ 76,4 bilhões em Para efeito de análise do desempenho exportador das cadeias produtivas, consideraram-se as taxas médias anuais da variação líquida das exportações das cadeias produtivas em todo período do PPA e obtiveram-se os seguintes resultados: a) cadeias produtivas com melhor desempenho exportador, em 2007, foram a aeroespacial (com o melhor desempenho de 4,54%), as gemas e jóias, os transformados plásticos, e perfumaria, cosméticos e higiene pessoal e farmacêutico (com taxas médias anuais da variação líquida das exportações superior a 3,40%); 15

18 Relatório Anual de Avaliação b) cadeias produtivas com intermediário desempenho exportador foram as de bens de capital mecânico, da construção civil, do automotivo, e do siderúrgico (com taxas médias anuais da variação líquida das exportações abaixo de 3,40% e superior a 2,86%); c) cadeias produtivas com baixo desempenho exportador foram as de madeira e móveis, de eletroeletrônico, de couros e calçados, agroquímico, e têxtil e confecções (com taxas médias anuais da variação líquida das exportações abaixo de 2,86%). A produtividade do trabalho na indústria brasileira cresceu 3,7%, em média, entre 2004 e 2007, percentual considerado bastante expressivo para os padrões internacionais. A produtividade é um indicador de eficiência e, portanto, torna as empresas mais competitivas. Gerando impacto de forma transversal na melhoria da competitividade das cadeias produtivas da indústria nacional, o apoiou inúmeros projetos de fomento à inserção do design no setor produtivo, especialmente, o desenvolvimento da Rede Design Brasil, que é o principal portal do gênero na Internet e que abriga também o Observatório do Design, que disponibiliza informações sobre a produção do estilo brasileiro, servindo como canal de comunicação entre o empresário e o designer. No período, foi realizada a 1ª Bienal Brasileira de Design, promovida pelo e executada pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), que teve como tema a inovação, expondo um panorama histórico do desenvolvimento do design no País. No período , por proposta do, a Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) aprovou e publicou Ex-Tarifários que correspondem a cerca de US$ 7,3 bilhões de importações de máquinas e equipamentos sem produção nacional. Por sua vez, tais importações impulsionaram investimentos globais pela indústria da ordem de US$ 45,7 bilhões, indicando a realização no País de significativa contrapartida em aquisições de equipamentos, obras e serviços por empresas nacionais. As cadeias produtivas têm um diálogo efetuado por intermédio de 17 fóruns de competitividade em funcionamento (plástico, couro e calçados, construção civil, têxtil e confecções, madeira e móveis, complexo eletrônico, indústria aeroespacial, siderurgia, farmacêutica, automotiva, bens de capital, higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, agroquímica, gemas e jóias, carnes e biotecnologia). Além destes, estão em atividade o Fórum Mercosul de Madeira e Móveis e o Fórum Setorial de Franquias. Para o ano de 2008, os Fóruns de Competitividade estarão focados na implementação da nova fase da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior. O Ministério procurou reestruturar a cadeia produtiva e a cadeia de pesquisa e desenvolvimento do setor eletroeletrônico. Baseado na implantação de um vigoroso programa na área de microeletrônica, o desenvolvimento da TV Digital no Brasil vai capacitar a engenharia brasileira não somente no segmento da produção industrial, mas também no crescimento da produção de software. O conjunto de medidas é de extrema relevância para o setor, pois proporciona maior capacidade na atração de investimentos, além de ampliar a possibilidade de inserção 16

19 Ano Base 2007 brasileira na oferta de bens e serviços no mercado internacional, incluindo a incorporação de tecnologias desenvolvidas por empresas e universidades brasileiras. Os principais fatores de sucesso para o alcance do objetivo setorial foram: a) b) c) aquecimento da demanda interna puxada pelos produtos industriais, contribuindo para o aumento do faturamento das cadeias produtivas; investimento das indústrias no aumento da capacidade produtiva instalada; crescimento no emprego na indústria, tendo sido criados cerca de 1,4 milhões de postos de trabalho; d) desenvolvimento da Rede Design Brasil criou um ambiente fértil para a comunidade do design, movimentando o mercado em termos de troca de informações e experiências das diversas vertentes do design por parte dos integrantes da rede e oportunidades novos produtos, eventos, concursos, empregabilidade; e) Regime dos Ex-tarifários, ao proporcionar a redução dos custos de investimento em máquinas e equipamentos sem produção nacional, trazidos do exterior e embutidos das mais atualizadas tecnologias, proporcionando às empresas nacionais um elevado grau de competitividade aos produtos por ela fabricados, com visíveis resultados no que se refere à exportação de bens de melhor qualidade e maior valor agregado. Além disso, ao estimular também o aumento da capacidade de produção do parque industrial, tem contribuído de forma decisiva à maior oferta de bens de consumo ao mercado interno. Quanto aos desafios enfrentados na gestão do Programa, foram os seguintes: a) recursos orçamentários insuficientes, especialmente, para custeio de despesas de representatividade em eventos relacionados ao design, bem como visão limitada da sociedade, por quanto associa o design tão somente à arte, quando sua maior identificação diz respeito à indústria; b) persiste o desafio de tornar a Avaliação de Pleitos de Redução da Alíquota dos Ex-Tarifários cada vez mais eficiente no aparelhamento e modernização do parque industrial brasileiro e do setor de infra-estrutura, cumprindo assim um dos objetivos da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) brasileira. O Programa Gestão das Políticas Industrial, de Comércio e de Serviços, não possui indicador de desempenho, no entanto, os resultados são expressos pela execução das ações que contribuem para a formulação de políticas, cumprindo os objetivos de gerar emprego 17

20 Relatório Anual de Avaliação e renda, inclusão social e, principalmente, retirar empresas da informalidade. Os resultados obtidos no quadriênio pelo Programa foram: a) b) conclusão e implantação da base de dados do Cadastro de Empresas (CNE), na qual constam dados de 16 milhões de empresas; registro no Departamento de Registro do Comércio (DNRC) de atos, que se referem a empresas constituídas, alteradas e extintas; c) aprovação do Projeto Rede para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM) em atenção a Lei nº , de 3 de dezembro de 2007, que visa a redução de custos e prazos para a abertura, alteração e baixa de empresas; d) fiscalização de 221 empresas, no que tange ao Processo Produtivo Básico (PPB) para Bens de Informática. ASPECTOS RELEVANTES Os principais resultados para o alcance do objetivo setorial de fortalecimento das microempresas e empresas de pequeno e médio porte foram obtidos por meio do Programa Desenvolvimento de Microempresas e Empresas de Pequeno e Médio Porte e do PAB. Os indicadores de desempenho do Programa Desenvolvimento de Microempresas e Empresas de Pequeno e Médio Porte não foram aferidos no decorrer do quadriênio, tendo em vista o sigilo fiscal das informações, o que dificulta o acesso e a verificação dos dados definidos para a medição dos mesmos. Por esses motivos, os indicadores foram substituídos em O indicador do PAB não foi medido no período em decorrência da falta de dados sistematizados sobre os artesãos, sendo assim, a partir de 2006 foi desenvolvido o SICAB, com uma base de dados padronizada que unificará o cadastro dos artesãos do País. Em 2007, a implantação do SICAB e treinamento dos técnicos e coordenadores foram realizados em todas as unidades da Federação, e deu-se início aos processos de coleta e inserção dos dados. Os principais resultados dos programas no período foram: a) publicação do Decreto nº 6.174, de 1 de agosto de 2007, instituindo e regulando o Fórum Permanente e publicação da Portaria nº 226 (também de 2007), que aprova o Regimento Interno e estabelece a estrutura e o funcionamento; b) celebração de 14 convênios para o PEIEx, com atendimento de 21 APLs, o que resultou em micro, pequenas e médias empresas inscritas, trabalhadores beneficiados, empresas com atendimento de demandas, demandas atendidas pelo PEIEx; c) capacitação de microempreendedores e distribuição de cartilhas para microempreendedores informais; 18

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2047 - Micro e Pequenas Empresas Número de Ações 10 Tipo: Operações Especiais 0473 - Honra de Aval decorrente de Garantia do Risco das Operações de Financiamento a Micro, Pequenas e Médias Empresas

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Arranjos Produtivos Locais Artesanato Brasileiro Comércio Eletrônico Competitividade das Cadeias Produtivas Cultura Exportadora Defesa Comercial

Leia mais

PAINEL V : DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA AMÉRICA LATINA ESTRUTURA PRODUTIVA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: EXPERIÊNCIAS LATINO-AMERICANAS

PAINEL V : DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA AMÉRICA LATINA ESTRUTURA PRODUTIVA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: EXPERIÊNCIAS LATINO-AMERICANAS PAINEL V : DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA AMÉRICA LATINA ESTRUTURA PRODUTIVA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: EXPERIÊNCIAS LATINO-AMERICANAS Ricardo Romeiro Coordenador Geral de Arranjos Produtivos Locais Secretária

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL 2008-2011

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL 2008-2011 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL 2008-2011 Superior Tribunal de Justiça PLANO PLURIANUAL 2008-2011 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Superior Tribunal de Justiça EXERCÍCIO 2011 ANO BASE 2010 Brasília 2010

Leia mais

Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto de 2010

Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto de 2010 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio Exterior Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto

Leia mais

PPA Participativo 2016-2019 Metodologia para elaboração do PPA

PPA Participativo 2016-2019 Metodologia para elaboração do PPA PPA Participativo 2016-2019 Metodologia para elaboração do PPA Secretaria do Planejamento Superintendência de Planejamento Estratégico Março de 2015 PPA 2016-2019 Documento político, pactuado por todas

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior Arranjos Produtivos Locais Artesanato Brasileiro Comércio Eletrônico Competitividade das Cadeias Produtivas Cultura Exportadora Defesa Comercial

Leia mais

2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro.

2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro. 1 1 2 2 3 2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro. 2004-06: recuperação econômica, com direcionamento do aumento da arrecadação federal

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO PROGRAMA NACIONAL DE ESTRUTURAÇÃO DE DESTINOS TURÍSTICOS (Documento base Câmara Temática de Regionalização) Brasília, 08.02.2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 2 2. DIRETRIZES...

Leia mais

Integração Produtiva MERCOSUL

Integração Produtiva MERCOSUL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Secretaria do Desenvolvimento da Produção Integração Produtiva MERCOSUL XLV Reunião Ordinária de Coordenadores Nacionais FCCR O tema Integração

Leia mais

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico 3.2 Madeira e Móveis Diagnóstico Durante a década de 90, a cadeia produtiva de madeira e móveis sofreu grandes transformações em todo o mundo com conseqüentes ganhos de produtividade, a partir da introdução

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 141, DE 03 DE SETEMBRO DE 2009.

LEI COMPLEMENTAR Nº 141, DE 03 DE SETEMBRO DE 2009. LEI COMPLEMENTAR Nº 141, DE 03 DE SETEMBRO DE 2009. O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO: Dispõe sobre o Modelo Integrado de Gestão do Poder Executivo do Estado de Pernambuco. Faço saber que a Assembléia

Leia mais

Inovar para competir. Competir para crescer.

Inovar para competir. Competir para crescer. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 sumário Plano Brasil Maior...7 Dimensões do Plano...8 Dimensão Estruturante...11

Leia mais

Propostas de Políticas OS PEQUENOS NEGÓCIOS COMO FORÇA INDUTORA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL

Propostas de Políticas OS PEQUENOS NEGÓCIOS COMO FORÇA INDUTORA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL Propostas de Políticas OS PEQUENOS NEGÓCIOS COMO FORÇA INDUTORA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL CANDIDATOS A PREFEITOS E PREFEITAS MUNICIPAIS Pleito Eleitoral 2012 PROPOSTAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A PROMOÇÃO

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Dimensões do PBM Oportunidades Desafios Sistema de Gestão Desdobramento do Plano Brasil Maior na Política de Arranjos Produtivos

Leia mais

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje?

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje? Entrevista A diretora do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Cândida Cervieri, foi entrevistada pelo Informativo RENAPI.

Leia mais

Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam

Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam 3.1 Cosméticos Diagnóstico Os países desenvolvidos dominam o mercado mundial do setor de cosméticos, perfumaria e artigos

Leia mais

FORUM DO IMPACTO DA CRISE NA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

FORUM DO IMPACTO DA CRISE NA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA FORUM DO IMPACTO DA CRISE NA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA LINHAS DE FINANCIAMENTO E ACESSO AO CRÉDITO PARA MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SÃO PAULO 13 / 4 / 09 ACESSO AO CRÉDITO PARA AS MICROS E

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PLANO PLURIANUAL 2008-2011 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior EXERCÍCIO 2010 ANO BASE 2009 Brasília 2010 ÍNDICE Apresentação Sumário Executivo Avaliação

Leia mais

Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes

Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (através do

Leia mais

MODERNIZAÇÃO INDUSTRIAL

MODERNIZAÇÃO INDUSTRIAL MODERNIZAÇÃO INDUSTRIAL Modermaq Financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos (seriados), com prestações e taxas de juros fixas de 14,95% ao ano. Prazo de 5 anos e carência de 3 meses. O programa

Leia mais

Prefeito Empreendedor. Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios

Prefeito Empreendedor. Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios Prefeito Empreendedor Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios Março/2012 Expediente Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Fernando

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria, Consultoria e Treinamento na área de Recursos Humanos. 1. OBJETIVO Os objetivos

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro

Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro Mario Sergio Salerno Diretor de Estudos Setoriais do IPEA 1 de julho de 2005 Uma nova trajetória de desenvolvimento

Leia mais

Sede Sebrae Nacional

Sede Sebrae Nacional Sede Sebrae Nacional Somos o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa, uma entidade privada sem fins lucrativos, e a nossa missão é promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Controle Externo

Tribunal de Contas da União. Controle Externo Tribunal de Contas da União Controle Externo 1224 Controle Externo Objetivo Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos federais em benefício da sociedade e auxiliar o Congresso Nacional

Leia mais

Plano Plurianual 2012-2015

Plano Plurianual 2012-2015 12. Paraná Inovador PROGRAMA: 12 Órgão Responsável: Contextualização: Paraná Inovador Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI As ações em Ciência, Tecnologia e Inovação visam

Leia mais

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica Desafios para a Indústria Eletroeletrônica 95 O texto aponta as características das áreas da indústria eletroeletrônica no país e os desafios que este setor tem enfrentado ao longo das últimas décadas.

Leia mais

Atuação das Instituições GTP- APL. Sebrae. Brasília, 04 de dezembro de 2013

Atuação das Instituições GTP- APL. Sebrae. Brasília, 04 de dezembro de 2013 Atuação das Instituições GTP- APL Sebrae Brasília, 04 de dezembro de 2013 Unidade Central 27 Unidades Estaduais 613 Pontos de Atendimento 6.554 Empregados 9.864 Consultores credenciados 2.000 Parcerias

Leia mais

Programa Regionalização

Programa Regionalização Programa Regionalização Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Setembro/2010 Gestor: Henrique Villa da Costa Ferreira Secretário de Políticas de Desenvolvimento

Leia mais

Finalidade Proporcionar aos servidores, empregados, seus dependentes e pensionistas condições para manutenção da saúde física e mental.

Finalidade Proporcionar aos servidores, empregados, seus dependentes e pensionistas condições para manutenção da saúde física e mental. Programa 0390 Metrologia, Qualidade e Avaliação da Conformidade Numero de Ações 13 Ações Orçamentárias 09HB Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE EMBALAGENS

ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE EMBALAGENS ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE EMBALAGENS Jun/15 Análise de Competitividade Embalagens Resumo da Cadeia de Valores Painel de Indicadores de Monitoramento da Competitividade Setorial Percepção empresarial da

Leia mais

Programas de Apoio à Exportação

Programas de Apoio à Exportação INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASIL / MERCOSUL Programas de Apoio à Exportação ENCOMEX JARAGUÁ DO SUL Flávio Martins Pimentel Coordenação-Geral de Programas de Apoio à Exportação MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008 INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008 O momento e as tendências Fundamentos macroeconômicos em ordem Mercados de crédito e de capitais em expansão Aumento do emprego

Leia mais

Brasília, 9 de maio de 2012

Brasília, 9 de maio de 2012 Brasília, 9 de maio de 2012 Discurso do presidente Alexandre Tombini em evento no Sebrae para lançamento do Plano de Ação para Fortalecimento do Ambiente Institucional para a Adequada Inclusão Financeira

Leia mais

Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais

Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais 1 POLÍTICA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais Versão para Discussão do GT Interministerial

Leia mais

Agenda para Micro e Pequenas Empresas

Agenda para Micro e Pequenas Empresas Agenda para Micro e Pequenas Empresas As Micro e Pequenas Empresas (MPE) são de vital importância para o desenvolvimento econômico de Goiás, pois atuam em diversas atividades econômicas, tais como indústria,

Leia mais

Comercialização no Mercado Interno e Compras Governamentais

Comercialização no Mercado Interno e Compras Governamentais 2º Conferencia Brasileira sobre Arranjos Produtivos Locais Comercialização no Mercado Interno e Compras Governamentais Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia

Leia mais

CONTROLE EXTERNO GOVERNANÇA A E DESENVOLVIMENTO

CONTROLE EXTERNO GOVERNANÇA A E DESENVOLVIMENTO CONTROLE EXTERNO GOVERNANÇA A E DESENVOLVIMENTO Evento Tá na Mesa Federasul Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul Ministro João Augusto Ribeiro Nardes Presidente do TCU

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653 Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653 Estabelece a forma de organização e regulamenta o funcionamento das unidades administrativas da Secretaria de Trabalho e Geração

Leia mais

A CAMEX e a Facilitação de Comércio

A CAMEX e a Facilitação de Comércio CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR Secretaria-Executiva A CAMEX e a Facilitação de Comércio Ministério das Comunicações 18 de novembro 2009, São Paulo SP. MARIA FÁTIMA B. ARRAES DE OLIVEIRA Assessora Especial

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 12/2010

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 12/2010 CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 12/2010 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA GESTÃO DE PROCESSO PRODUTIVO E PRODUTO Contatos Luiz

Leia mais

MÓDULO 3 A estrutura brasileira para o comércio exterior

MÓDULO 3 A estrutura brasileira para o comércio exterior MÓDULO 3 A estrutura brasileira para o comércio exterior O governo brasileiro possui definida uma política voltada para o comércio internacional, onde defende os interesses das empresas nacionais envolvidas,

Leia mais

Elas formam um dos polos mais dinâmicos da economia brasileira, e são o principal sustentáculo do emprego e da distribuição de renda no país.

Elas formam um dos polos mais dinâmicos da economia brasileira, e são o principal sustentáculo do emprego e da distribuição de renda no país. Fonte: http://www.portaldaindustria.org.br 25/02/2015 PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO NACIONAL (CDN) DO SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (SEBRAE), NA SOLENIDADE

Leia mais

Resultados do GTP APL

Resultados do GTP APL 2ª Conferência Brasileira sobre Arranjos Produtivos Locais Resultados do GTP APL Cândida Maria Cervieri Secretária Técnica do GTP APL Diretora do Departamento de Micro, Pequena e Média Empresa/SDP/MDIC

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM VENDAS E COACHING EM PLANO DE VIDA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2012

INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM VENDAS E COACHING EM PLANO DE VIDA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2012 INCUBADORA TECNOLÓGICA DE SANTO ANDRÉ - INCTEC-SA CONSULTORIA EM VENDAS E COACHING EM PLANO DE VIDA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 07/2012 Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Coord. de Relações Institucionais)

Leia mais

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste O que é FCO? O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover

Leia mais

FOMENTO AO DESENVOLVIMENTO

FOMENTO AO DESENVOLVIMENTO Bahia que Faz: Densificação da Base Econômica e Geração de Emprego e Renda 233 FOMENTO AO DESENVOLVIMENTO No desempenho do seu papel de indutor do desenvolvimento, o Governo do Estado promove ações específicas

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS Programas para fortalecer a PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS Legenda: branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho = destaques para novas

Leia mais

Instrumentos das Instituições do GTP APL

Instrumentos das Instituições do GTP APL Instrumentos das Instituições do GTP APL Ações de exportação Banco de dados de mercado Projetos Setoriais Integrados - PSIs 1) Proger Exportação 2) Programa de Geração de Negócios Internacionais (PGNI)

Leia mais

Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA

Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA Gestão Pública: Plano Palhoça 2030 Prefeito Municipal de Palhoça Comitê Executivo de Acompanhamento e Implantação Avaliação de Desempenho

Leia mais

Histórico do Programa Brasileiro do Design

Histórico do Programa Brasileiro do Design Histórico do Programa Brasileiro do Design 1995 Lançamento do Programa Brasileiro do Design; Exposição: "O Brasil Mostra sua Marca". 1996 Concurso da Logomarca do PBD; Estudo: "Design para a Competitividade".

Leia mais

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente

Leia mais

Empresas enfrentam dificuldades no licenciamento ambiental

Empresas enfrentam dificuldades no licenciamento ambiental Ano 5, Nº.2 - junho de 2007 Empresas enfrentam dificuldades no licenciamento ambiental A indústria brasileira está, cada vez mais, empenhada em adotar práticas de gestão ambiental que reduzam os conflitos

Leia mais

III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS

III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS Carlos Alberto Teixeira Agosto 2010 Criação, Invenção e Inovação A criatividade existe no universo das idéias, em que os processos

Leia mais

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA ASSUNTOS TRATADOS Cartilha sobre produtos e serviços bancários para Micro e Pequenos Empresários Apresentação dos cases de sucesso e fracasso no setor da Construção Civil Notícias sobre o Fórum Permanente

Leia mais

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade PGQP Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade visão das lideranças A Excelência de qualquer organização depende da sinergia entre três fatores:

Leia mais

INTRODUÇÃO. Apresentação

INTRODUÇÃO. Apresentação ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO ATRICON 09/2014 DIRETRIZES DE CONTROLE EXTERNO ATRICON 3207/2014: OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O DESENVOLVIMENTO LOCAL: CONTROLE DO TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS

Leia mais

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial FOCOS DE ATUAÇÃO Tema 8. Expansão da base industrial Para crescer, a indústria capixaba tem um foco de atuação que pode lhe garantir um futuro promissor: fortalecer as micro, pequenas e médias indústrias,

Leia mais

CAFÉ COM CRÉDITO. Santo André - SP. 06 de outubro de 2009

CAFÉ COM CRÉDITO. Santo André - SP. 06 de outubro de 2009 CAFÉ COM CRÉDITO Santo André - SP 06 de outubro de 2009 Missão Banco do DESENVOLVIMENTO Competitividade e sustentabilidade Redução das desigualdades sociais e regionais Áreas de atuação Inovação Bens de

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL E A QUALIDADE DOS GASTOS PÚBLICOS

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL E A QUALIDADE DOS GASTOS PÚBLICOS PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL E A QUALIDADE DOS GASTOS PÚBLICOS Ceres Alves Prates II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 31: Qualidade do Gasto Público I PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Leia mais

PROGRAMAS ESTRUTURANTES DEFINEM METAS PARA 24 SETORES PRODUTIVOS

PROGRAMAS ESTRUTURANTES DEFINEM METAS PARA 24 SETORES PRODUTIVOS PROGRAMAS ESTRUTURANTES DEFINEM METAS PARA 24 SETORES PRODUTIVOS Os Programas Estruturantes um dos níveis da Política de Desenvolvimento Produtivo estão divididos em três eixos: os Programas Mobilizadores

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

AÇÕES DO PLANO NACIONAL DE CULTURA. Número da ação

AÇÕES DO PLANO NACIONAL DE CULTURA. Número da ação Meta Número da ação 1.1.1; 1.1.2; 1.1.3; 1.1.4; 1.1.5; 1.1.7; 1.1.8; 1.1.9; 1.2.3; 1.3.1; 1.4.2; 1.5.1; 1.5.2; 1.6.5; 1.7.1; 1.7.2; 1.7.4; 1.10.1; 1.10.3; 5.1.1; 5.1.4; 5.4.1; 5.4.2; 5.4.3 e 5.4.4 1.1.1

Leia mais

Repercussões para os trabalhadores portuários em um cenário de pós FUNDAP

Repercussões para os trabalhadores portuários em um cenário de pós FUNDAP Repercussões para os trabalhadores portuários em um cenário de pós FUNDAP A utilização do ICMS como instrumento de indução do desenvolvimento regional. Reforma tributária A questão regional é uma das questões

Leia mais

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA Curitiba tem se mostrado uma cidade dinâmica e de grandes oportunidades para os trabalhadores e empreendedores.

Leia mais

A importância do crédito para as pequenas e médias empresas. Condicionantes da oferta de crédito

A importância do crédito para as pequenas e médias empresas. Condicionantes da oferta de crédito A importância do crédito para as pequenas e médias empresas Condicionantes da oferta de crédito Distribuição de empresas por porte MICRO PEQUENA MÉDIA GRANDE 0,4% 0,7% 6,2% Micro e Pequenas empresas 98,9%

Leia mais

AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE. Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional

AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE. Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional Desafio Fomentar o Uso do Poder de Compra do Governo Junto aos Pequenos Negócios para Induzir

Leia mais

Ministério do Turismo. Brasil: Destino Turístico Internacional Gestão da Política de Turismo Turismo no Brasil: Uma Viagem para Todos

Ministério do Turismo. Brasil: Destino Turístico Internacional Gestão da Política de Turismo Turismo no Brasil: Uma Viagem para Todos Ministério do Turismo Brasil: Destino Turístico Internacional Gestão da Política de Turismo Turismo no Brasil: Uma Viagem para Todos Sumário Executivo Em 2005, do total previsto para o Ministério do Turismo,

Leia mais

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Documento de Trabalho SESSÃO TEMÁTICA INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Indicador de importância das prioridades (Resultado

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria e Consultoria Tributária para as empresas do Arranjo Produtivo Local. 1. OBJETIVO

Leia mais

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR 1 Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR A Definição e organização do sistema: 1 O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Leia mais

Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios. Brasília, 1º de outubro de 2007

Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios. Brasília, 1º de outubro de 2007 Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios Brasília, 1º de outubro de 2007 A ANVISA Autarquia sob regime especial Independência administrativa e

Leia mais

SISTEMA DE PARTICIPAÇÃO POPULAR E CIDADÃ

SISTEMA DE PARTICIPAÇÃO POPULAR E CIDADÃ SISTEMA DE PARTICIPAÇÃO POPULAR E CIDADÃ 1 1. Participação regular dos cidadãos no processo de definição das políticas públicas e definição das diretrizes para o desenvolvimento. 2. Deslocamento das prioridades

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Agência Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA n 49/13 Esta resolução tem por objetivo aplicar no âmbito da vigilância sanitária as diretrizes e os objetivos do Decreto nº 7.492,

Leia mais

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS Programas para fortalecer a PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE MADEIRA E MÓVEIS 1 Madeira e Móveis Estratégias: conquista de mercados, focalização, diferenciação e ampliação do acesso Objetivos:

Leia mais

Courobusiness em Alagoas

Courobusiness em Alagoas Courobusiness em Alagoas Descrição Atração e instalação de empreendimentos de curtumes para o desenvolvimento e consolidação da cadeia produtiva do couro no Estado de Alagoas. Entidades responsáveis Célula

Leia mais

Apoio às MPMEs. Sorocaba/SP. 30 de novembro de 2011

Apoio às MPMEs. Sorocaba/SP. 30 de novembro de 2011 Apoio às MPMEs Sorocaba/SP 30 de novembro de 2011 Missão Banco do DESENVOLVIMENTO Competitividade e sustentabilidade Redução das desigualdades sociais e regionais Áreas de atuação Inovação Infra-estrutura

Leia mais

Reunião de Trabalho da cadeia produtiva de Defesa e Segurança do Grande ABC. São Bernardo do Campo - SP 18 de abril de 2013

Reunião de Trabalho da cadeia produtiva de Defesa e Segurança do Grande ABC. São Bernardo do Campo - SP 18 de abril de 2013 Reunião de Trabalho da cadeia produtiva de Defesa e Segurança do Grande ABC São Bernardo do Campo - SP 18 de abril de 2013 Agenda 1. Informações Institucionais 2. Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA.

UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA. 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA. Cláudio Jorge Martins de Souza (Independente) Resumo Em

Leia mais

VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva

VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 13, N. 26, P. 303-308, DEZ. 2006 VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva Data: 5 a 7 de junho de 2006 Local: Rio de Janeiro (RJ) Representante do

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 124, DE 20 DE MAIO DE 2011

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 124, DE 20 DE MAIO DE 2011 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 124, DE 20 DE MAIO DE 2011 DOU de 24/05/2011 (nº 98, Seção 1, pág. 44) O MINISTRO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

MPE Micro e Pequenas Empresas - É POSSÍVEL INOVAR?

MPE Micro e Pequenas Empresas - É POSSÍVEL INOVAR? MPE Micro e Pequenas Empresas - É POSSÍVEL INOVAR? São Paulo 16 de abril de 2013 Missão do SEBRAE Promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo

Leia mais

Plano BrasilMaior 2011/2014

Plano BrasilMaior 2011/2014 Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Agenda de Ações para a Competitividade dos Pequenos Negócios Dimensões do Plano Brasil Maior -Quadro Síntese Dimensão Estruturante:

Leia mais

Ministro apresenta programa Bem Mais Simples Brasil para deputados de comissão que discute novo Código Comercial

Ministro apresenta programa Bem Mais Simples Brasil para deputados de comissão que discute novo Código Comercial Ministro apresenta programa Bem Mais Simples Brasil para deputados de comissão que discute novo Código Comercial O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), Guilherme Afif Domingos, apresentou

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

A competitividade das Micro e Pequenas Empresas. Bruno Quick

A competitividade das Micro e Pequenas Empresas. Bruno Quick A competitividade das Micro e Pequenas Empresas Bruno Quick Indicadores TOTAL ME e EPPs Empresas formais em operação (2005) Cenário Nacional Part.% ME e EPPs 5.134.934 5.083.585 99% Empregos formais (2005)

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

Forma de coleta e período. Apresentação dos dados. Realização FSB Pesquisa.

Forma de coleta e período. Apresentação dos dados. Realização FSB Pesquisa. Forma de coleta e período Nesta pesquisa exploratória, as entrevistas foram pessoais e telefônicas, tendo sido realizadas entre 25 de novembro de 2014 e 10 de abril de 2015. As entrevistas com os líderes

Leia mais

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RELATÓRIO DE QUE? AVALIAÇÃO: Avaliação anual avaliamos a execução durante o ano, a entrega dos produtos e os seus impactos. AVALIAÇÃO PARA QUE? OBJETIVOS: Prestar

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social

Leia mais