11 COMÉRCIO EXTERIOR

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1 SP RSP ertificação/16.º ertame plicação: OMÉRIO XTRIOR QUSTÃO 1 Keedi (2015) define a integração como um processo de união de países, basicamente com propósitos econômicos, visando o desenvolvimento dos países membros participantes, mediante os mais diversos acordos, de maneira que facilite o comércio, o trânsito de pessoas, capitais etc. Um novo exportador brasileiro, ao avaliar alguns mercados potenciais registrou as seguintes características comuns em um grupo de países: as mercadorias circulam livremente entre esses países sem a cobrança de imposto de importação, mas tem uma alíquota única (a Tarifa xterna omum T), desse mesmo imposto, para outros países que não participam do bloco. KI, Samir. do comércio exterior: abrindo as primeiras páginas. 5. ed. São Paulo: duaneiras, 2015, p. 73, (com adaptações). Os países avaliados pelo exportador podem ser caracterizados como mercado comum. união aduaneira. união econômica. área de livre comércio. zona de preferência tributária. QUSTÃO 2 s barreiras ao comércio exterior podem ser classificadas em dois grandes grupos: barreiras externas (subdivididas em tarifárias, não tarifárias e técnicas) e barreiras internas (resultantes da aplicação de políticas temáticas macroeconômicas e setoriais ineficazes ou insuficientes, potencializadas pela existência de processos burocráticos desmedidos ou muito rigorosos). onsidere, hipoteticamente, o caso de uma montadora de automóveis estrangeira, que pretende exportar para o Reino Unido, e enfrenta as seguintes barreiras: adaptar seus veículos para a mão inglesa; limitar a oferta a uma cota pré-determinada; pagar uma alíquota de importação elevada; e se submeter a um longo procedimento burocrático de certificação ambiental. FRO, Ricardo; FRO, Fátima. urso de omércio xterior: visão e experiência brasileira. 3. ed. São Paulo: tlas, 2012, p (com adaptações). Nesse cenário, quais são, respectivamente, as barreiras comerciais configuradas nessa situação enfrentada pela montadora? arreira técnica (protecionista), barreira não tarifária (protecionista), barreira tarifária (protecionista) e barreira técnica (legítima). arreira técnica (legítima), barreira não tarifária (protecionista), barreira tarifária (protecionista) e barreira técnica (legítima). arreira técnica (legítima), barreira não tarifária (protecionista), barreira tarifária (protecionista) e barreira técnica (protecionista). arreira técnica (legítima), barreira tarifária (protecionista), barreira não tarifária (protecionista) e barreira técnica (protecionista). arreira técnica (protecionista), barreira tarifária (protecionista), barreira técnica (protecionista) e barreira não tarifária (protecionista). QUSTÃO 3 s teorias de comércio internacional objetivam explicar os determinantes do comércio entre as nações, bem como responder quais os benefícios econômicos derivados dessas transações. Universidade orporativa anco do rasil. omércio xterior OMX: Negócios Internacionais. Uma análise dessas teorias permite apontar que as relações de comércio exterior prejudicam economias cuja indústria atua abaixo da sua capacidade produtiva. trazem desvantagens para países com ampla disponibilidade de trabalhadores pouco qualificados. tendem a ser reduzidas quando há diferenças no nível de desenvolvimento tecnológico entre os países. devem envolver a importação de bens agrícolas somente em países que não tenham abundância de terras cultiváveis e clima adequado ao manejo de várias culturas. auxiliam na promoção do bem estar da sociedade local, mesmo que ocorra fechamento de indústrias domésticas de determinado segmento em função da concorrência internacional. QUSTÃO 4 ntre os países do Mercosul, existe um acordo de preferência tarifária, ocorrendo assim, uma redução no percentual da alíquota do imposto de importação com a criação da Tarifa xterna omum T, trazendo aos países do Mercosul um tratamento diferente com relação aos países que estão fora do Mercosul. KI, Samir. do omércio xterior - brindo as Primeiras Páginas. São Paulo: duaneiras, 5. ed. p. 44 (com adaptações). consequência da criação da Tarifa xterna omum (T) é que o imposto de importação tem o mesmo percentual entre blocos econômicos. o imposto de importação tem o mesmo percentual entre membros do Mercosul. o imposto de importação tem percentual diferente entre membros do Mercosul. o imposto de importação tem percentual reduzido para importação dos países do loco Nafta. o imposto de importação tem percentual aumentado para importação dos países do loco Nafta. 1

2 SP RSP ertificação/16.º ertame plicação: 2015 QUSTÃO 5 m um curso de relações internacionais, o professor estava ensinando aos alunos de que modo alterações no padrão de consumo de uma população refletem no balanço de pagamentos e, consequentemente, na taxa de câmbio. le falou da onda fitness e da moda de evitar glúten na alimentação. Os pães são alimentos ricos em glúten e a maior parte do trigo consumido no rasil é importada. ssim, o professor solicitou que os alunos elaborassem um cenário prevendo o que acontecerá com o balanço de pagamentos e a taxa de câmbio se a moda de evitar o glúten pegar. Universidade orporativa anco do rasil. OMX. Nesse contexto e considerando os demais componentes do balanço de pagamentos como constantes, os alunos concluíram que o real se desvalorizará com relação ao dólar, pois o consumo de pão demanda por dólares também reduzirá. não se valorizará com relação ao dólar, pois o consumo de pão demanda por dólares também reduzirá. se valorizará com relação ao dólar, pois o consumo de pão demanda por dólares também reduzirá. não se valorizará com relação ao dólar, pois o consumo de pão demanda por dólares aumentará. se valorizará com relação ao dólar, pois o consumo de pão demanda por dólares aumentará. QUSTÃO 6 Uma das perguntas que o empresário costuma se fazer, além das para onde exportar e como exportar, é como obter capital de giro em condições mais vantajosas. O exportador deseja uma linha de financiamento que não impacte no seu limite de crédito, e que o governo arque parcialmente com os juros pactuados nas exportações a prazo. Universidade orporativa anco do rasil. OMX. omparando as linhas de crédito disponíveis, o exportador opta pelo PROX qualização. PROGR xportação. PROX Financiamento. NS XIM pós-embarque. diantamento de ontrato de âmbio. QUSTÃO 7 O comércio exterior brasileiro está alicerçado em uma base que compreende o onselho Monetário Nacional (MN), o anco entral do rasil (acen), a âmara de omércio xterior (MX), o Ministério do esenvolvimento, Indústria e omércio xterior (MI), os Ministérios da Fazenda (MF) e das Relações xteriores (MR), além do anco do rasil S.. () e da gência de Promoção de xportação e Investimentos (PX- rasil). FRO, Ricardo; FRO, Fátima. urso de omércio xterior: visão e experiência brasileira. 3. ed. São Paulo: tlas, 2012, p (com adaptações). Nesse contexto e tendo por base uma descrição adequada de seu papel institucional, infere-se que o acen é o colegiado responsável por apontar as diretrizes gerais a serem consideradas na formulação das políticas monetária, cambial e creditícia do país. o MI é o executor das políticas formuladas pelo MN, fiscalizando, monitorando e controlando o mercado de câmbio e o fluxo de capitais estrangeiros. a Receita Federal do rasil é responsável pela fiscalização aduaneira das mercadorias, produtos e bens que ingressam ou deixam o país e pelo recolhimento dos tributos porventura incidentes. o MI, com um conselho de ministros, é responsável por apontar as diretrizes a serem observadas na implementação e manutenção do processo permanente de inserção competitiva do País na economia internacional. a Receita Federal do rasil é responsável pela gestão do comércio exterior brasileiro e desenvolve programas de apoio ao comércio exterior e às negociações internacionais de comércio de bens e serviços, por meio da Secretaria de ssuntos Internacionais. QUSTÃO 8 om a publicação da Portaria SX n.º 25, em 27/11/2008, houve a consolidação das normas e procedimentos aplicáveis às operações de comércio exterior. Um dos regimes aduaneiros normatizados diz respeito a operações de rawback Suspensão, que compreende a suspensão da cobrança dos tributos exigíveis na importação de mercadorias utilizadas na industrialização de mercadorias a serem exportadas. Universidade orporativa anco do rasil. OMX. Nesse regime de rawback Suspensão, depreende-se que a empresa tem assegurada a obtenção de cotas de importação, quando o regime for concedido. o prazo de validade do ato concessório de rawback de mercadorias de curto ciclo de fabricação poderá ser de até 5 (cinco) anos. os subprodutos e os resíduos não exportados serão desprezados quando seu montante não exceder de 15% do valor do produto importado. a única prorrogação que poderá ser concedida será por igual período ao anteriormente concedido, desde que justificada e respeitando-se o limite de 5 (cinco) anos. a mercadoria objeto de pedido de rawback não poderá ser destinada à complementação de processo industrial de produto já contemplado por regime de rawback concedido anteriormente. 2

3 SP RSP ertificação/16.º ertame plicação: 2015 QUSTÃO 9 O diretor de compras de uma grande papelaria com atuação em todo o rasil, assustado com os elevados preços dos itens adquiridos, resolveu internacionalizar o fornecimento de alguns itens. omeçou fazendo uma licitação internacional para comprar caixas de lápis de cor. Normalmente, os melhores lápis são originários da Suíça e da República Tcheca, mas surpreendentemente, a licitação foi vencida por uma empresa do Reino de Liechtenstein, pequeno país europeu. empresa era nova e havia sido fundada por um grupo de funcionários aposentados do principal fabricante suíço. O fabricante enviou amostras e comprovou a excelente qualidade do produto. Porém, sendo uma empresa nova de um país pequeno, permanecia a preocupação de que o vencedor não assinasse o contrato de fornecimento. QUSTÃO 11 exportação deve ser objeto de planejamento em que sejam previstos os atos administrativos necessários à concretização do negócio. É imprescindível, também, prever a fonte adequada dos recursos que serão despendidos na operação, para que o sucesso da venda se transforme em efetivo ganho para a empresa. empresa manufatureira de pequeno porte Novos Horizontes, com faturamento anual de R$ 3 milhões, em seu planejamento inseriu um projeto de internacionalização, iniciando com a participação na mais importante feira do seu ramo de atuação, visando divulgar seu produto principal e atrair importadores. omo não tem recursos próprios abundantes para a sua promoção e para a fabricação, precisa obter financiamento em reais e de preferência sem a necessidade de garantias adicionais. Universidade orporativa anco do rasil. postila urso de omércio xterior OMX, p. 116 (com adaptações). linha de crédito recomendada para a empresa Novos horizontes é a isponível em: <http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=353#bid_bond>. cesso em: isponível em: <http://www.bb.com.br/portalbb/page44,107,2943,9,1,1,2.bb?codigomenu=135&codigor et=2449&bread=1_5>. cesso em: PROGR. RVITLIZ. PROX qualização. PROX Financiamento. NS-xim Pré-embarque. Para se certificar que a empresa não teria prejuízos caso o vencedor desistisse do fornecimento, a operação deveria ser amparada por id ond. Hedge cambial. Refundment ond. Performance ond. Standby Letter of redit. QUSTÃO 10 O livre comércio é apregoado pelas teorias econômicas, no entanto, observa-se que alguns governos, controlam o comércio internacional de seu país, reduzindo ou em alguns casos, impedindo a entrada de produtos ou serviços estrangeiros em seu território e constituindo medidas chamadas barreiras comerciais. lguns países realizam controles, sob a forma de restrições quantitativas ou políticas de valoração aduaneira, realizadas a partir de normas técnicas, de regulamentações sanitárias e de cotas de importação. Universidade orporativa anco do rasil. omércio xterior - OMX: Negócios internacionais. Tais restrições estão associadas à política de preço. barreira cambial. barreira tarifária. barreira não tarifária. política de produção. QUSTÃO 12 O gerente comercial de um tradicional fabricante de calçados brasileiro, que exporta, mas tem a maior parte de suas vendas concentradas no mercado doméstico, está acostumado com a competição internacional, já que há duas décadas a empresa tem enfrentado a competição de produtores asiáticos. concorrência com os fabricantes asiáticos foi enfrentada através da diferenciação de produto, fabricando um calçado de qualidade superior, utilizando materiais tidos pelos consumidores, como nobres. Porém, nos últimos meses um novo tipo de concorrência passou a disputar o mercado doméstico: calçados europeus, principalmente italianos, a preços baixíssimos. Isso é novidade, já que esses países costumam apresentar custo de produção elevado. Investigando a situação foi constatado que isto se devia ao processo de deflação em curso na uropa, justamente o oposto do que ocorre aqui: inflação. Ou seja, enquanto os preços dos insumos aqui aumentam, lá eles diminuem. lgo precisa ser feito para proteger o mercado (e os empregos) da indústria de calçados brasileira, pois certamente isso deve estar afetando outros fabricantes domésticos. Revista xame, ed. 1086, n. 6, de ada vez mais barato, p. 66. Para proteger esse mercado, a entidade que representa a indústria de calçados deve fazer uma petição à SIN do Ministério da Fazenda, já que o problema envolve a importação de produtos a preços inferiores à produção nacional. ao, autarquia vinculada ao Ministério da Justiça, que tem como missão zelar pela livre concorrência no mercado. ao OM da Secex/MI, que é o órgão encarregado de investigar a aplicação dos mecanismos de proteção comercial nos termos dos acordos da OM. à NI, entidade cuja missão é defender e representar a indústria na promoção de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e ao desenvolvimento sustentável do rasil. ao INMTRO, autarquia vinculada ao MI, cuja missão é fortalecer as empresas nacionais aumentando sua produtividade por meio da adoção de mecanismos destinados à melhoria da qualidade de produtos e serviços. 3

4 SP RSP ertificação/16.º ertame plicação: 2015 QUSTÃO 13 Segundo a legislação atual, contrato de câmbio é o instrumento específico firmado entre o vendedor e o comprador de moeda estrangeira no qual são estabelecidas as características e as condições sob as quais se realiza a operação de câmbio. s operações de câmbio, quando convenientes, são formalizadas por meio de contrato de câmbio e seus dados devem ser registrados no Sistema âmbio. ircular acen 3.691, regulamenta que os contratos de câmbio se subdividem em dois tipos: contratos de compra e de venda de moeda estrangeira. isponível em: <http://www.bcb.gov.br/rex/legce/port/ircular3691.asp#tituloiiiapituloi>. cesso em: (com adaptações). posição atualizada do anco entral (acen), referente aos tipos de contrato de câmbio e sua aplicação, é que os denominados contratos de venda destinam-se às operações de venda de moeda estrangeira realizadas por bancos no território brasileiro ou diretamente pelo acen. denominados contratos de compra destinam-se às operações de compra de moeda estrangeira realizadas por bancos no exterior ou diretamente pelo acen. contratos tipo 8 e 10 referem-se, respectivamente, às alterações e cancelamentos de contratos de câmbio de venda celebrados até 30 de setembro de contratos de compra e venda de moedas estrangeiras só podem ser realizados pelas instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio pelo acen. contratos tipo 7 e 9 referem-se, respectivamente, às alterações e cancelamentos de contratos de câmbio de compra celebrados até 30 de setembro de QUSTÃO 14 amex é um colegiado de Ministros composto pelos Ministros: do esenvolvimento, Indústria e omércio xterior (Presidente); das Relações xteriores; da Fazenda; da gricultura, Pecuária e bastecimento; do Planejamento, Orçamento e Gestão e o hefe da asa ivil da Presidência da República. Suas decisões são tomadas por consenso nas reuniões colegiadas e formalizadas por resoluções amex que são publicadas no iário Oficial da União. QUSTÃO 15 O executivo de um estaleiro está se organizando para atender a encomenda do departamento comercial da empresa: a exportação de um navio porta-contêineres. construção desta embarcação envolverá uma série de atividades e contratações, algumas nacionais e outras internacionais. compra dos motores necessários foi definida que seria por meio de uma licitação internacional. Já para a pintura do casco, o executivo contratou uma firma que opera a partir do porto de Gdansk na Polônia, que fornecerá, além das tintas especiais, os técnicos para execução do serviço. O financiamento para a construção foi feito por um fundo mantido pelo Governo e disponibilizado em moeda nacional. Os pagamentos internacionais foram organizados para ocorrer ao longo dos 5 anos previstos para a construção, e em dólares norteamericanos. O executivo também se cercou de algumas garantias para proteger o valor da moeda contra variações cambiais e evitar atrasos na entrega, assegurando-se que, uma vez vencida a licitação, o fornecedor do motor não se recuse a assinar o contrato de compra, e que a execução da pintura ocorra no momento acertado. Os instrumentos a serem utilizados para garantir a assinatura do contrato, a pintura do casco na data exata e proteger o valor da moeda são, respectivamente, Standby Letter of redit, id bond e Performance ond. arta de rédito onfirmada, Performance ond e id ond. Performance ond, hedge cambial na bolsa de futuros do país e id ond. id ond, Performance ond e hedge cambial na bolsa de futuros do país. Standby Letter of redit, hedge cambial na bolsa de futuros do País e Peformance ond. QUSTÃO 16 complexidade produtiva em um mundo sem fronteiras acarreta fluxos econômicos internacionais que precisam ser regulados, conhecidos e acompanhados para que a troca de mercadorias e de recursos financeiros seja benéfica aos países envolvidos. ssim, visando ao apoio e à coordenação das relações comercias e financeiras, os governos criaram organismos internacionais. isponível em: <http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_ pdf>. cesso em: (com adaptações). Nesse contexto, definir normas e procedimentos administrativos e comerciais bem como aplicação de defesa contra práticas desleais de comércio compete Universidade orporativa anco do rasil. omércio xterior - OMX: Negócios internacionais. Visando esse apoio, o organismo internacional responsável por evitar que desequilíbrios nos balanços de pagamentos e nos sistemas cambiais dos países possam prejudicar a expansão do comércio e dos fluxos de capitais internacionais é à Secretaria de efesa omercial (Secom). o Fundo Monetário Internacional (FMI). a âmara de omércio Internacional (I). a Organização Mundial do omércio (OM). o anco Interamericano de esenvolvimento (I). o anco Internacional de Reconstrução e esenvolvimento (IR). à Secretaria de omércio xterior (Secex). ao epartamento de Normas e Produtividade (enoc). ao epartamento de Negociações Internacionais (eint). ao epartamento de Planejamento e esenvolvimento do omércio xterior (epla). 4

5 SP RSP ertificação/16.º ertame plicação: 2015 QUSTÃO 17 Instituída com o objetivo de criar um Mercado omum, a ssociação Latino-mericana de Integração (ladi) é hoje o maior mecanismo de integração, composto por 12 países membros: rgentina, olívia, rasil, hile, olômbia, uba, quador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. isponível em: <http://www.itamaraty.gov.br/temas/america-do-sul-e-integracaoregional/aladi>. cesso em: ladi tem como característica a livre circulação de bens e serviços entre os países do bloco. homogeneidade das regras comerciais entre os países membros. uniformidade em termos de política econômica dos países membros. livre circulação de fatores de produção entre os países mais desenvolvidos do bloco. existência de acordos de complementação econômica como o pilar das relações comerciais entre os países membros. QUSTÃO 18 O comércio exterior é uma via de mão dupla. Manter um relacionamento comercial com um determinado país significa não somente vender, mas também se dispor a comprar, até porque nenhuma nação é autossuficiente em todos os produtos e serviços demandados. ssa é a própria essência da história do desenvolvimento do comércio internacional. Universidade orporativa anco do rasil. omércio xterior - OMX: Negócios internacionais. Um empresário brasileiro que deseja realizar a importação de um bem de capital para aumentar a produtividade de sua empresa tem à sua disposição, como forma de financiamento de longo prazo, QUSTÃO 19 O Ministério do esenvolvimento, Indústria e omércio xterior MI é o principal órgão de atuação na área de comércio exterior do rasil. Tem como competências na área internacional a política de desenvolvimento da indústria, do comércio e dos serviços; a política de comércio exterior; a regulamentação e execução dos programas e atividades relativos ao comércio exterior; aplicação dos mecanismos de defesa comercial, a participação em negociações internacionais relativas ao comércio exterior e execução das atividades de registro do comércio. KI, Samir. do comércio exterior: abrindo as primeiras páginas. 5. ed. São Paulo: duaneiras, 2015, p (com adaptações). Uma ação do MI, na condução das políticas brasileiras de comércio exterior, é patrocinar a vinda de autoridades e empresários estrangeiros para conhecerem o potencial exportador do país, apresentando produtos, fábricas e tecnologias disponíveis. manter as gerências temáticas do Programa special de xportações (P), relativas a financiamento às exportações e a investimento para exportação. realizar missões comerciais, visitando outros países e levando em sua comitiva empresários brasileiros interessados na compra de produtos no exterior. averbar contratos de transferência de tecnologia, registro de programas de computador, contratos de franquia empresarial e desenhos industriais. coordenar e acompanhar o processo de negociação de programas e projetos junto a fontes multilaterais e bilaterais de financiamento. QUSTÃO 20 Segundo Faro (2012) entende-se como barreira ao comércio exterior toda lei, regulamento, política, medida, procedimento ou qualquer outra prática que imponha restrições ou distorções, que venham representar entraves ao pleno desenvolvimento dessa atividade econômica. s barreiras ao comércio exterior são classificadas em dois grandes grupos: barreiras internas (relacionadas às políticas internas do país) e barreiras externas (praticadas internacionalmente e subdivididas em tarifárias, não tarifárias e técnicas). FRO, Ricardo; FRO, Fátima. urso de omércio xterior: visão e experiência brasileira. 3. ed. São Paulo: tlas, 2012, p (com adaptações). a concessão, pelo vendedor, de prazo elástico para quitação da obrigação, também chamado de Postponed Payment. as operações de financiamento à importação, que deverão obrigatoriamente ser registradas no Registro de Operações Financeiras (ROF), no Sisbacen. o Finimp ireto, em que um banco do exterior remete diretamente para o banco brasileiro os recursos necessários para a formalização do financiamento. as linhas de crédito específicas para bens de capital, por meio de convênios com banqueiros no exterior, com possibilidade de financiamento de até 100% do valor do bem importado. o leasing financeiro, em que o bem escolhido é pago à vista pelo agente financeiro e cedido ao arrendatário, que paga as contraprestações e, ao final do contrato, há a opção de compra pelo valor de mercado. isponível em <http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=750&refr=733>. cesso em: São exemplos de barreiras ao comércio exterior, respectivamente, de natureza interna e externa os requisitos relativos às embalagens e inspeção prévia à importação. os subsídios às exportações praticadas por terceiros países e controles sanitários e fitossanitários nas importações. a aplicação de direitos antidumping, provisórios ou definitivos, e deficiências na infraestrutura de transporte que oneram a competitividade de um país. a adoção de políticas setoriais (cambial, tributária, logística e transporte, etc.) insuficientes e a existência de processos burocráticos extremamente lentos e/ou onerosos. as políticas macroeconômicas ineficazes ou insuficientes e a proibição de importação de um produto que seja permitido comercializar no mercado interno do país que efetuou a proibição. 5

6 SP RSP ertificação/16.º ertame plicação: 2015 QUSTÃO 21 Um estudante participou de uma seleção para pós-graduação em negócios internacionais. Uma das questões da prova de admissão foi sobre a atuação dos organismos internacionais. ssim, lhe foi apresentada uma lista de atividades para atribuir a competência do anco Internacional para Reconstrução e esenvolvimento (IR), da Organização Mundial do omércio (OM) e da âmara de omércio Internacional (I). Universidade orporativa anco do rasil. OMX. O estudante deve responder que as atividades atribuídas ao IR, à OM e à I são, respectivamente, publicar os termos internacionais de comércio; solucionar problemas no balanço de pagamentos de países em dificuldade; e financiar a construção de uma hidrelétrica na osta do Marfim. publicar regras para utilização de créditos documentários em operações de comércio exterior; financiar a construção de casas populares na olívia; e propor um acordo de facilitação do comércio. financiar a construção de casas populares na olívia; propor um acordo de facilitação do comércio; e publicar regras para utilização de créditos documentários em operações de comércio exterior. solucionar problemas no balanço de pagamentos de países em dificuldade; publicar os termos internacionais de comércio; e financiar a construção de uma hidrelétrica na osta do Marfim. elaborar instruções sobre o funcionamento de cartas de crédito à exportação; financiar a construção de uma hidrelétrica na osta do Marfim; e solucionar problemas no balanço de pagamentos de países em dificuldade. QUSTÃO 22 Para financiamento às importações, o importador pode buscar duas fontes: o próprio fornecedor (supplier s credit) ou junto a instituições financeiras do país ou do exterior (buyer s credit). s operações financiadas por meio de instituições financeiras subdividem-se em curto prazo (até 1 ano) e longo prazo (superior a 1 ano), que têm diferentes limites de financiamento e são destinadas a objetos diferentes. documentação que ampara os financiamentos também varia de acordo com o procedimento acordado entre importadores e exportadores. Universidade orporativa anco do rasil. postila urso de omércio xterior OMX, p (com adaptações). onsiderando as variáveis apresentadas, uma forma válida de financiamento às importações é o Finimp direto, quando o contrato de financiamento é formalizado diretamente entre o banco financiador no exterior e o importador no rasil. Finimp repasse direto, uma alternativa de financiamento para aquisição de bens de capital que consiste no pagamento de contraprestações com juros a taxas do mercado internacional. Finimp direto, quando o banco financiador no exterior fornece os recursos para o banco brasileiro que, por sua vez, os repassa para o importador e formaliza o contrato de financiamento. Finimp repasse, quando a pedido do importador o banco emite um documento de crédito para o exportador no exterior, e assume o compromisso pelo pagamento da importação, caso sejam cumpridas todas as exigências. Finimp de curto prazo, financiamento em moeda estrangeira, concedido ao importador brasileiro e destinado à aquisição de produtos, bens e serviços no exterior, em que o banco paga o fornecedor a vista e recebe o valor financiado no final do prazo pactuado. QUSTÃO 23 O mercado de câmbio compreende as transações de troca de moedas, normalmente vinculadas às importações e exportações. Seu funcionamento envolve agentes intervenientes que interagem entre si, assumindo diferentes papéis em virtude de sua competência e nível de atuação, tais como o Ministério do esenvolvimento Indústria e omércio xterior (MI) e o anco entral do rasil (acen), que têm papel fundamental no registro e autorização das transações. Uma empresa brasileira pretende realizar uma operação de importação e estuda a possibilidade de obter uma linha de financiamento. isponível em: <http://www.bcb.gov.br/pre/bc_atende/port/expimp.asp#11>. cesso em: (com adaptações). Para realizar uma operação de importação financiada, essa empresa deve registrar a operação junto ao acen e à Secex/MI, em suas respectivas áreas de atuação. registrar a operação junto à Secex/MI, se a importação for financiada com prazo inferior a 360 dias. verificar junto à Secex/MI se a operação é isenta ou dispensada de registro e, em caso negativo, proceder o registro da operação naquele órgão. cadastrar-se como importador junto à Secex/MI e registrar a operação junto ao acen, caso o prazo de financiamento seja superior a 360 dias. registrar a operação junto ao acen, sem a necessidade de registro como importador na Secex/MI, caso o prazo de financiamento seja inferior a 360 dias. QUSTÃO 24 o utilizar os Incoterms, os exportadores e importadores têm certeza de que estão definindo com clareza, simplicidade e segurança suas respectivas responsabilidades nas transações comerciais, reduzindo ou mesmo eliminando a possibilidade de mal-entendidos, desavenças e disputas judiciais que possam representar desgaste e perda de tempo e dinheiro para as partes envolvidas. iente disso, em um processo de comércio internacional, um exportador brasileiro vende sua mercadoria para um importador americano cuja modalidade de transporte contratada será a marítima. Universidade orporativa anco do rasil. postila omércio xterior OMX Negócios Internacionais. O Incoterm exclusivo para essa modalidade de transporte é o XW x Works (na fabrica/depósito). FR ost and Freight (custo e frete). F Free arrier (transportador livre). P elivered uty Paid (entregue com direitos pagos). IP arriage and insurance Paid To (transportes e seguros pagos até). 6

7 SP RSP ertificação/16.º ertame plicação: 2015 QUSTÃO 25 QUSTÃO 27 É de responsabilidade da Receita Federal do rasil (RF) fiscalizar a entrada e a saída de bens no país, cuidando do despacho aduaneiro e recolhimento de tributos. Secretaria de omércio xterior (Secex) do Ministério de esenvolvimento, Indústria e omércio xterior (MI) fórmula propostas de políticas, programas de comércio exterior e estabelece normas necessárias à sua implementação. ompete também a Secex definir normas e procedimentos administrativos e comerciais através de portarias e acordo com Keedi (2015), Quando vendemos ou compramos uma mercadoria ou serviços, temos diversas maneiras de realizar ou receber um pagamento. las podem contemplar os interesses do vendedor, do importador ou estar a meio caminho entre as duas partes, e, assim tornar a transação mais atraente, com menos desconfianças quanto ao pagamento ou recebimento da mercadoria ou serviço. publicadas no iário Oficial da União. Uma empresa de aviação francesa necessita guardar em território brasileiro, peças para concerto de suas aeronaves. O regime aduaneiro especial, regulamentado através de portarias, que permite a isenção de tributos para esse caso é o epósito KI, Samir. do comércio exterior: abrindo as primeiras páginas. 5. ed. São Paulo: duaneiras, 2015, p (com adaptações). Uma das formas previstas na legislação brasileira para realizar pagamentos no comércio exterior, é duaneiro de istribuição. lfandegário ertificado. fiançado. special. Franco. QUSTÃO 26 s operações de financiamento à importação com prazo de pagamento superior a 360 dias estão sujeitas, obrigatoriamente, ao Registro de Operações Financeiras (ROF), que é analisado e aprovado pelo anco entral do rasil (acen) após o cadastro no Sisbacen. Universidade orporativa anco do rasil. postila omércio xterior OMX Negócios Internacionais. O cadastro do ROF no Sisbacen deve ocorrer antes do registro da o pagamento contra documentos, ou cash against documents-, em que o pagamento é efetuado mediante a apresentação de documentos de comprovação da exportação. É o mais seguro para o vendedor. a carta de crédito com pagamento diferido, em que o pagamento será feito contra aceite de saque emitido pelo beneficiário contra o banco emissor, portanto uma transação a prazo que será paga na data de vencimento. a carta de crédito de cobrança a prazo, uma promessa de pagamento futuro em que o banco entrega os documentos ao comprador para que tome posse da mercadoria, e na data de vencimento do saque a operação é liquidada. a carta de crédito documentária, ou documentary letter of credit, em que um banco, a pedido do comprador, garante o pagamento ao exportador, desde que cumpridas todas as Licença de Importação. suas obrigações. O risco é compartilhado pelas partes. eclaração de Importação. o pagamento antecipado, ou advanced payment, em que o eclaração de Importador. pagamento, baseado na confiança entre as partes, é realizado utorização de Pagamento. após a certeza do embarque, mas antes da efetiva entrega do utorização de Importação. bem ao comprador. É o mais arriscado para o comprador. 7

8 SP RSP ertificação/16.º ertame plicação: 2015 QUSTÃO 28 Os assuntos relacionados com a defesa comercial estão sob a gestão do Ministério do esenvolvimento, Indústria e omércio xterior (MI). O Ministério da Fazenda (MF) através do anco entral do rasil (acen) e da Secretaria da Receita Federal (SRF) controlam o câmbio e a legalização das importações e exportações, respectivamente. Sabemos, também, que a formulação das políticas é de responsabilidade da âmara de omércio xterior (MX). No primeiro trimestre de 2015, foi difundido nos noticiários diversos comentários sobre o aumento das taxas de câmbio, inflação e taxa de juros. Universidade orporativa anco do rasil. OMX. No comércio exterior brasileiro, a MX tem a função de QUSTÃO 30 O gerente de exportação de uma empresa produtora de armamentos analisa a possibilidade de vender um lote de metralhadoras para um determinado país do continente africano. No caso, o comprador seria o governo do país, sendo que o preço oferecido pelo comprador é bem mais elevado do que a média dos clientes usuais da empresa. Porém, vender para África apresentava alguns riscos. Universidade orporativa anco do rasil. OMX. Para diminuir o risco da operação, o que o gerente de exportação teria que fazer no rasil para não ter problemas na exportação, e o que teria que solicitar ao comprador no momento de concluir a venda para ter certeza de que receberia o pagamento? controlar a taxa de câmbio. negociar acordos internacionais. orientar as ações governamentais com o exterior. exercer a defesa comercial em processos de dumping. formular, implementar e coordenar programas de desenvolvimento da indústria e comércio exterior. QUSTÃO 29 m dezembro de 2013 foram publicadas 4 circulares em substituição ao Regulamento de Mercado de âmbio e apitais Internacionais (RMI) atualizando procedimentos e normas. ircular n.º define as regras sobre o mercado de câmbio e sobre a formalização do contrato de câmbio. Universidade orporativa anco do rasil. OMX. e acordo com essa circular, o contrato de câmbio é um instrumento firmado somente pelo vendedor ou comprador de moeda estrangeira. tem a responsabilidade cessada entre as partes e o corretor interveniente quando cancelado. é destinado somente ao registro de compra de moeda estrangeira realizada por uma empresa. é um instrumento que pode ser assinado digitalmente com certificados emitidos pela IP rasil. tem aplicação somente no registro da venda de moeda estrangeira, realizado por uma instituição financeira. Solicitar a emissão de certificado de origem para as metralhadoras, para comprovar ao importador que são made in razil, e exigir que o pagamento seja feito de forma antecipada com relação ao embarque das metralhadoras. laborar um romaneio (packing list) detalhado, contendo informações sobre os modelos e matérias utilizados na fabricação das metralhadoras, e exigir que o pagamento seja realizado pelo governo federal do país de destino. efinir o incoterm da operação, verificar a agência marítima que possui rota que leve a carga ao país africano sem necessidade de transbordo, e exigir que o pagamento seja feito através da remessa direta de documentos para reduzir custos. Preencher a fatura proforma, contendo detalhes sobre o funcionamento das metralhadoras, o incoterm da operação e a data de entrega da mercadoria, e exigir que o pagamento seja feito através de uma seguradora com atuação internacional. lassificar a metralhadora a ser exportada na NM, consultar o tratamento administrativo de exportação no Siscomex para saber se há restrição com relação ao país de destino, e exigir que o pagamento da exportação seja feito através de uma carta de crédito irrevogável e confirmada, independente do prazo de pagamento solicitado pelo comprador. 8

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