CAL HIDRATADA E CAL VIRGEM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAL HIDRATADA E CAL VIRGEM"

Transcrição

1 HISTÓRICO. A QUALLICAL foi fundada em 1982, e no ano de 1987 iniciou-se a hidratação para produzir CAL HIDRATADA DE ALTO TEOR DE CÁLCIO (Calcítica). A QUALLICAL desenvolveu seu processo de fabricação de alta tecnologia para atender às mais exigentes especificações. Atestando a excelência de nossos produtos, relacionamos entre nossos clientes as mais expressivas empresas nacionais e multinacionais, nos vários ramos da indústria química, petroquímica, fertilizantes, metalúrgica, tintas, plásticos, borracha, galvanoplastia etc. Nossa Cal Hidratada Quallical 200, desenvolvida especialmente para tratamento de águas residuais industriais tem contribuído de forma decisiva na preservação do meio ambiente. Na engenharia civil, nossa Cal Hidratada Especial CH-I vem sendo utilizada em larga escala nas argamassas de assentamento, em pinturas, na fabricação de blocos e tijolos construtivos, na estabilização de solos, nas misturas asfálticas etc. Participamos do Programa de Qualidade promovido pela ABPC (Associação Brasileira dos Produtores de Cal), entidade à qual somos associados, que visa a melhoria contínua da cal hidratada fornecida ao mercado da construção civil. A unidade industrial da QUALLICAL localizada em Santo André (Grande SP), está capacitada a fornecer nossos produtos paletizados, em sacaria especial, em containers, ou a granel. A QUALLICAL orienta o consumidor na escolha do tipo da cal mais adequada à sua necessidade, podendo fabricar especialmente o tipo de cal desejada. Destacamos a homologação (E.P. S.P / R.P. - E.P ) de nossa empresa e de nossos produtos, junto ao Ministério da Agricultura, como Estabelecimento Produtor e Produtos para Agricultura. POLÍTICA DA QUALIDADE. A nossa empresa tem como Política da Qualidade: Assegurar a total satisfação dos nossos clientes. Para tanto, adotamos as seguintes diretrizes: A qualidade é responsabilidade de todos os setores e pessoas da empresa e o seu controle e acompanhamento devem ser continuamente promovidos. As ações na empresa devem ser direcionadas na identificação, solução e prevenção de problemas, evitando-se a sua repetição pela mesma causa. Os nossos fornecedores de produtos e serviços deverão ser selecionados com base no critério da qualidade global, assim considerados aqueles que atendam concretamente às nossas necessidades de maneira plenamente satisfatória. É responsabilidade de todo o corpo diretivo e gerencial assegurar o cumprimento dos procedimentos implantados e zelar pela obtenção e manutenção dos padrões de qualidade exigidos. É responsabilidade desta Diretoria garantir o pleno atendimento aos objetivos da nossa política de qualidade.

2 MATÉRIA PRIMA: CAL VIRGEM. A qualidade de uma boa cal hidratada está ligada proporcionalmente à qualidade da cal virgem utilizada para sua produção. Uma das principais características de uma cal hidratada é a reatividade, que é a capacidade de reagir com as impurezas suspensas na água através de condicionamento químico. Esta reatividade depende, além das características físicas como a granulometria e superfície específica, da pureza da cal virgem representada pelos teores de cálcio e magnésio, umidade, CO 2 e tipo de calcinação sofrida. A figura 1 mostra uma pedra de cal virgem calcinada em temperatura ideal, que está totalmente na forma de óxido de cálcio. Se a cal virgem for calcinada em temperatura acima do ideal forma-se uma camada superficial de aproximadamente 0,8 a 1,2 mm de composto de cálcio sinterizado de alta dureza que é solúvel em ácido clorídrico, porém, não é solúvel em água no tempo hábil do processo de tratamento, apresentando-se na forma de areia abrasiva. A figura 2 mostra esta situação. Exemplo de cal virgem cálcica com 84,63% de CaO. K 2 SO 4 0,65% / CaSO 4 0,68% / 4 CaO.Al 2 O 3 Fe 2 O 3 1,67% 3 CaOAl 2 O 3 2,70% / CaCO 3 5,75% / 2CaO.SiO 2 14,07% Ca(OH) 2 4,30% / CaO 66% / Insolúvel(quartzo) 2,38% MgO 1,33% - Na 2 O 0,32%

3 Se a cal virgem for calcinada em temperatura abaixo do ideal, o núcleo da pedra permanecerá na forma de calcário diminuindo assim o teor de cálcio disponível e aumentando o teor de CO2. A figura 3 mostra uma pedra de cal virgem mal calcinada comumente existente que varia de 3 a 5% do produto calcinado. A parte indicada em "A" é a parte calcinada na forma de óxido da cálcio. A parte indicada em "B" é a parte mal calcinada que apresenta residual de calcário que é pouco solúvel em água, porém, solúvel em ácido clorídrico e se apresenta na forma de areia. A tecnologia de moagem e separação CARBOTEX visa eliminar os efeitos danosos destes componentes em processos industriais. Por todos esses aspectos mantemos um rígido programa de controle de qualidade interno, de todas as matérias primas (cal virgem) utilizadas em nosso processo de fabricação. PROPRIEDADE CAL VIRGEM CAL HIDRATADA IMPUREZAS MAIORES TRAÇOS SiO 2, Al 2 O 3, Fe 2 O 3, P 2 O 5, S, ALCALIS, Mn, C, Cu, Ti, Ba, F, B, Zn, Pb COMPOSIÇÃO QUÍMICA CaO ou CaO, MgO Ca(OH) 2 OU Ca(OH) 2 Mg(OH) 2 SISTEMA CRISTALINO CÚBICO HEXAGONAL POROSIDADE 18 a 48% - PESO ESPECÍFICO 3 a 3,6 g/cm 3 2,3 a 2,9 g/cm 3 DENSIDADE APARENTE 880 a 960 kg/m a 640 kg/m 3 DUREZA 2 a 3 2 a 3 COEFICIENTE DE EXPANSÃO 138 x 10-7 ºC 3,34 x 10-5 ºC CONDUTIVIDADE TÉRMICA 0,0015 a 0,002 Cal/Cm/Seg/ºC - CALOR ESPECÍFICO 0,17 a 0,32 0,27 a 0,37 CALOR FORMAÇÃO a Cal/mol 8000 a cal/mol ÂNGULO DE REPOUSO 50 a 55º 70º SOLUBILIDADE - 1,33gCaO/l A 10ºC SUPERFÍCIE ESPECÍFICA 3000 a cm 2 /g a cm 2 /g

4 PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE CAL HIDRATADA A cal hidratada resulta da clássica reação de fases sólida-líquida. Dependendo do volume de água utilizada para a reação, o produto final pode ser seco ou com aspectos de creme, lama, leite ou solução saturada. A cal hidratada é adjetivada e sua composição química varia de acordo com as características da cal virgem que lhe dá origem. No caso da cal cálcica, a reação se processa da seguinte forma: CaO + H2O Ca(OH)2 + calor ( cal/mol.g) O calor que acompanha as reações exotérmicas é considerável, chegando a 272 kcal / kg o suficiente, por exemplo, para elevar a temperatura de 2,3 kg de água com 1 kg de cal virgem cálcica de 12ºC para 100ºC. Os óxidos de cálcio e magnésio iniciam o processo de hidratação, mas o primeiro com velocidade muito maior. No primeiro contato com a água, a cal virgem implode e em torno de seu grão, forma-se uma solução supersaturada. Neste momento há o aparecimento de íons Ca++ e OH-, em proporção determinada pela estrutura cristalina no óxido e pela temperatura já atingida. Com um número suficiente de íons, começa a formação e cristalização do hidróxido de cálcio. Para hidratar completamente a cal virgem (100% óxidos) alta em cálcio, são necessários estequiometricamente 32,1% de água. Mas o volume de água para hidratar cal virgem industrializada varia com as características físicas, químicas e mineralógicas e também com o método e o hidratador empregados. Em resumo, como ainda resta considerar as perdas por umidade e evaporação, proveniente do calor de hidratação somente a experiência determina o volume adequado. Alguns autores indicam os seguintes números: Searle (45%), Boynton (52%) e Cimprogetti (60%). Da água adicionada, uma parte incorpora-se à molécula dos hidratos: Ca(OH)2 24,3%, Mg(OH)2 30,8%, Ca(OH)2.MgO 15,75% e no Ca(OH)2.Mg(OH)2 27,21%. Desta forma podemos dizer que uma cal hidratada calcítica contém de 24 a 27% de água combinada. VELOCIDADE DE HIDRATAÇÃO, REQUEIMA E AFOGAMENTO DA CAL A reação água / óxido se processa com velocidades diferentes, em função das propriedades físicas, químicas e físico-químicas da cal virgem tratada. Vorobiev classifica as cales segundo o tempo necessário para hidratação nas seguintes categorias: 1 Rápida, quando a reação se completa em 8 minutos; 2 - Média, em até 25 minutos; 3 Lenta, acima de 25 minutos. São valores que orientam o cálculo do tempo de permanência da cal no hidratador.

5 A velocidade de reação água/óxido pode sofrer perturbações quando a proporção destes dois componentes não é cuidadosamente determinada, havendo água em excesso ou de menos. Esta falha provoca requeima da cal ou afogamento da cal. Quando a adição de água em excesso é feita rapidamente ou de uma só vez, os grãos maiores, ou torrões, também se hidratam rapidamente na superfície, com enorme perda de porosidade, o que tende a impedir a passagem de água para o interior das partículas componentes. Diz-se que a cal foi afogada. Por outro lado, quando o volume de água não é adequado, há geração de calor excessivo em determinados pontos da massa de cal virgem, de 200ºC até 280ºC. Isto eventualmente pode desidratar a partícula vizinha de hidrato já formado, o que pode, também, pelo aumento das dimensões dos cristais (na transformação hidrato/óxido), impedir possivelmente a penetração da água para o interior da partícula. Diz-se que a cal foi requeimada e os defeitos são os mesmos da cal afogada. PROCESSO DE MOAGEM - CLASSIFICAÇÃO Durante o processo de hidratação, quando a partícula de cal virgem reage com a água, a formação do hidróxido é acompanhada por uma explosão que pode produzir fragmentos de dimensões de até 0,1 micrômetro. No entanto, para garantir a uniformidade e a dimensão das partículas a um mínimo possível, a cal já hidratada é submetida a ação de moinhos especiais, projetados para reduzir ao máximo a sua granulometria. Após a moagem, se dá o processo de classificação através de aero-separadores, onde ocorre a retirada do sistema de somente cal hidratada com granulometria de acordo com a especificação do cliente, e descartando a cal hidratada com granulometria alta para nova moagem. APLICAÇÕES E USOS: A cal hidratada é utilizada em diversas aplicações, dentre as quais destacamos: - tratamento de águas residuárias industriais (efluentes) e água potável. - fertilizantes. - ração animal. - curtumes e gelatinas. - neutralização de ácidos. - matéria-prima para produção de estearato, fosfato, silicato, carbonato de cálcio etc. - construção civil: argamassas, blocos, tintas, concreto, revestimentos, aditivos etc. - estabilização de solos para pavimentação (solo-cal) e na agricultura. - adequação e secagem de lodos industriais.

6 ANÁLISE TÍPICA QUALLICAL 200 MESH CaO total 67,0 % Ca(OH) 2 89,0 % MgO 2,0 % Insolúveis em HCl 1,5 % Umidade 2,0 % CO 2 1,0 % Granulometria em 200 mesh 5,0 % FATORES PREPONDERANTES NA QUALIDADE DA CAL HIDRATADA ALCALINIDADE OU PODER DE NEUTRALIZAÇÃO. Propriedade diretamente ligada ao teor de CaO total e disponível, responsável pela elevação do Ph da água com a finalidade de neutralizar a acidez do efluente e / ou promover as reações químicas necessárias em meio alcalino, para o abatimento dos metais presentes na forma de sais solúveis. Devido a rapidez de solubilização da cal hidratada em forma de suspensão e sua alta superfície específica, ocorre a precipitação das impurezas em flocos de sais insolúveis que se decantam com grande facilidade, propiciando um efluente límpido e cristalino. GRANULOMETRIA E RESÍDUOS INSOLÚVEIS. A granulometria e os resíduos insolúveis, além de influírem diretamente na reatividade da cal, também estão relacionados à vida útil dos equipamentos em geral e à produtividade da estação de tratamento, uma vez que estes produtos provocam abrasão e geram sedimentos em excesso nos tanques, ocasionando assim mais paradas para manutenção e limpeza. PODER DE FLOCULAÇÃO É a capacidade que a cal hidratada tem de agregar as impurezas da água formando flocos através de condicionamento físico-químico. Quanto maior o floco, melhor para a limpeza, mais rápida é a decantação (adensamento) e melhor será o resultado obtido no filtro prensa.

7 SEGURANÇA O mais comum dos problemas que afetam os trabalhadores da indústria de cal é relacionado ao manuseio da cal virgem (e, mais raramente da cal hidratada). Essa ocorrência é mais constante particularmente nas fábricas situadas em locais de clima quente, onde a transpiração do trabalhador fornece a água que, com a cal virgem, provoca a reação de hidratação sobre a pele, com desprendimento de calor, provocando queimaduras inclusive graves sem falar no perigo para os olhos. TIPOS DE ACIDENTE INCIDÊNCIA (%) QUEDAS DE PESSOAS 15,5 QUEIMADURAS 14,0 MANUSEIO DE MATERIAIS 12,0 TRANSPORTE 10,2 OPERAÇÃO DE MÁQUINAS 7,6 QUEDAS DE OBJETOS 7,5 FERRAMENTAS MANUAIS 7,4 DESLIZAMENTO DE ROCHAS 7,2 MANUSEIO DE ROCHAS 5,1 OUTROS 13,5 Destacamos a necessidade do uso correto e permanente dos EPI s como medidas preventivas contra eventuais acidentes, com perda ou danos físicos e/ou materiais, aliado a esses aspectos não deixa de ser importante equipamentos de controle de emissão de sólidos particulados (EPC), no sentido de evitar doenças ocupacionais, como queimaduras, inalação, irritação de mucosas, etc. PARTE DO CORPO INCIDÊNCIA (%) OLHOS 19,3 COSTAS 17,3 PERNAS 16,4 MÃOS 11,3 PÉS 10,8 BRAÇOS 7,5

8 MANUSEIO E ESTOCAGEM As cales virgem e hidratada devem ter manuseio diferenciados não só pelo seu comportamento na presença da umidade do ar atmosférico e os diferentes níveis do efeito devido a contatos com operadores, como também pela diversificação de suas aplicações. Cabe-se ressaltar em ambos os casos, na preparação de leite de cal, a agitação deve ser mecânica e constante (não utilizar sistemas de ar comprimido, para evitar recarbonatação da solução), sendo que no caso da cal virgem, essa agitação deve ser mais vigorosa e num espaço de tempo maior, através de tanques de maior volume, ou em equipamentos apropriados (slakers), no sentido de garantir o melhor nível de hidratação. Na estocagem da cal em silos de secção circular, retangular, quadrada ou hexagonal deve-se considerar: densidade da cal hidratada em 480 kg / m3 e da cal virgem em 880 kg / m3 e ângulo do cone de descarga superior a 60º. CARACTERÍSTICAS CAL HIDRATADA CAL VIRGEM CaO disponível em solução Imediato Não imediato Tempo de hidratação Imediato De minutos Hidratador - Requer Afogamento/requeima Não ocorre Ocorre Agitação Normal Vigorosa Temperatura da solução Ambiente 200º C * Granulometria 5% ret. # 200 5% ret. # 170 Resíduos insolúveis 1,5% 9,2% Beneficiamento Aero-separação Incrustação Normal Acentuada Abrasividade Moderada Acentuada Segurança Produto não perigoso Perigoso ONU 1910 Contato com pele/olhos Irritação Queimaduras

CONSIDERAÇÕES A RESPEITO DO USO DE CALES DE CONSTRUÇÃO E INDUSTRIAL EM SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES/ESTABILIZAÇÃO DE LODO

CONSIDERAÇÕES A RESPEITO DO USO DE CALES DE CONSTRUÇÃO E INDUSTRIAL EM SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES/ESTABILIZAÇÃO DE LODO A cal hidratada é o principal agente alcalino, utilizado em larga escala para o tratamento de águas e de efluentes; devido as suas excelentes características físico-químicas, aliadas ao baixo custo e facilidade

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II SEÇÃO DE ENSINO DE ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO MAJ MONIZ DE ARAGÃO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II AGLOMERANTES ACAL 1. Definição. Generalidades. Características Gerais. Classificação. 2. Aglomerantes

Leia mais

CONCRETO Componentes AGLOMERANTES. AGLOMERANTES Classificação. AGLOMERANTES Requisitos importantes. AGLOMERANTES Propriedades fundamentais CIMENTO

CONCRETO Componentes AGLOMERANTES. AGLOMERANTES Classificação. AGLOMERANTES Requisitos importantes. AGLOMERANTES Propriedades fundamentais CIMENTO CONCRETO Componentes Fase contínua Pasta de cimento endurecida Zona de transição Interface entre a pasta e o agregado Fase descontínua Agregados Componente cuja principal característica é endurecer quando

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL - A AGLOMERANTES. Profa Lia Lorena Pimentel

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL - A AGLOMERANTES. Profa Lia Lorena Pimentel MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL - A AGLOMERANTES Profa Lia Lorena Pimentel Aglomerantes: Terminologia (NBR 11172) Aglomerante de origem mineral Produto com constituintes minerais que, para sua aplicação,

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇAO. DECIV EM UFOP Aglomerantes Cimento Portland

MATERIAIS DE CONSTRUÇAO. DECIV EM UFOP Aglomerantes Cimento Portland MATERIAIS DE CONSTRUÇAO DECIV EM UFOP Aglomerantes Cimento Portland Cimento Portland Cimento Portland 3 Cimento Portland Aglomerante hidráulico produzido a partir da moagem do clínquer constituído por

Leia mais

CIMENTO. 1.5 Tipos de Cimento Portland produzidos no Brasil. - Cimento Branco. - Cimentos resistentes a sulfato

CIMENTO. 1.5 Tipos de Cimento Portland produzidos no Brasil. - Cimento Branco. - Cimentos resistentes a sulfato CIMENTO 1.5 Tipos de Cimento Portland produzidos no Brasil - Cimento Branco - Cimentos resistentes a sulfato 1.6. Composição química do clínquer do Cimento Portland Embora o cimento Portland consista essencialmente

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA PROCESSOS QUÍMICOS TECNOLÓGICOS Ângela de Mello Ferreira Belo Horizonte 2013 Prática 02 Processo de coagulação e floculação

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio TRATAMENTO DA ÁGUA Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio Água poluída: água inadequada para beber ou para fazer nossa higiene. Diversas substâncias naturalmente presentes na água são

Leia mais

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos Materiais cerâmicos e vítreos Materiais inorgânicos e não-metálicos processados e / ou usados a elevadas temperaturas Cerâmicas / argilas / silicatos das mais velhas indústrias humanas (15000 AC) resistentes

Leia mais

VEDATOP é um revestimento modificado com polímeros acrílicos, de alta aderência e impermeabilidade.

VEDATOP é um revestimento modificado com polímeros acrílicos, de alta aderência e impermeabilidade. Descrição VEDATOP é um revestimento modificado com polímeros acrílicos, de alta aderência e impermeabilidade. Adere perfeitamente ao concreto, à alvenaria e à argamassa. VEDATOP não é tinta de acabamento,

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil. Professora: Mayara Moraes

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil. Professora: Mayara Moraes Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Professora: Mayara Moraes Consistência; Textura; Trabalhabilidade; Integridade da massa / Segregação Poder de retenção de água / Exsudação Massa

Leia mais

Universidade Federal do Ceará. Curso de Engenharia Civil. Aulas 1 e 2: Aglomerantes Cal, Gesso e Cimento. Prof. Eduardo Cabral

Universidade Federal do Ceará. Curso de Engenharia Civil. Aulas 1 e 2: Aglomerantes Cal, Gesso e Cimento. Prof. Eduardo Cabral Universidade Federal do Ceará Curso de Engenharia Civil Aulas 1 e 2: Aglomerantes Cal, Gesso e Cimento Prof. Eduardo Cabral Definições Aglomerantes É o material ligante, ativo, geralmente pulverulento,

Leia mais

PUC-CAMPINAS Faculdade de Engenharia Civil. Disciplina Materiais de Construção Civil A

PUC-CAMPINAS Faculdade de Engenharia Civil. Disciplina Materiais de Construção Civil A PUC-CAMPINAS Faculdade de Engenharia Civil Disciplina Materiais de Construção Civil A AGLOMERANTES MINERAIS Notas de aula: Material baseado em apostilas dos professores: Ercio Thomaz, Gladis Camarini e

Leia mais

ESTAÇÃO TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA

ESTAÇÃO TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA ESTAÇÃO TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA Americana conta com duas unidades de captação e recalque que retiram do Rio Piracicaba cerca de 1000l/s de água e encaminham para o processo de tratamento no bairro Cordenonsi,

Leia mais

Página 1 de 6 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ

Página 1 de 6 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Página 1 de 6 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Zentrifix KMH - Código interno do produto: 051 - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda - Endereço: Rua

Leia mais

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST.

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST. UNICAP Curso de Arquitetura e Urbanismo EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO: Mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura. MATERIAIS E TECNOLOGIA CONSTRUTIVA 1 Prof. Angelo Just da Costa e Silva

Leia mais

REUSO PLANEJADO DA ÁGUA: UMA QUESTÃO DE INTELIGÊNCIA...

REUSO PLANEJADO DA ÁGUA: UMA QUESTÃO DE INTELIGÊNCIA... REUSO ÁGUA: INTELIGÊNCIA... PLANEJADO DA UMA QUESTÃO DE CONSUMO DE ÁGUA doméstico Indústria Agricultura 18,60% 8,00% 22,40% 22,00% 59,00% 70,00% Brasil Mundo Consumo mundial = 3.240 km 3 / ano Consumo

Leia mais

VEDAJÁ é um revestimento impermeável de alta aderência e de fácil aplicação.

VEDAJÁ é um revestimento impermeável de alta aderência e de fácil aplicação. Descrição VEDAJÁ é um revestimento impermeável de alta aderência e de fácil aplicação. Pode ser aplicado sobre concreto, alvenaria e argamassa. VEDAJÁ proporciona impermeabilidade, mesmo com a ocorrência

Leia mais

1. CONCEITO: 2. CLASSIFICAÇÃO: AGLOMERANTES. Ativos. Inertes. Aéreos. Hidráulicos. Endurecem por secagem Ex.: argila (barro cru)

1. CONCEITO: 2. CLASSIFICAÇÃO: AGLOMERANTES. Ativos. Inertes. Aéreos. Hidráulicos. Endurecem por secagem Ex.: argila (barro cru) 1. CONCEITO: É um material ativo (pulverulento), que promove a ligação entre os grãos do material inerte (agregado). Exemplos: gesso, cal e cimento). São usados para a fabricação de: Pastas: aglomerante

Leia mais

Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza

Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza 1) a-) Calcular a solubilidade do BaSO 4 em uma solução 0,01 M de Na 2 SO 4 Dissolução do Na 2 SO 4 : Dado: BaSO

Leia mais

Presa. Difícil de determinar o instante em que se dá a passagem do estado líquido ao estado sólido

Presa. Difícil de determinar o instante em que se dá a passagem do estado líquido ao estado sólido LIGANTES HIDRÓFILOS CIMENTOS Propriedades físicas e mecânicas do cimento Presa Métodos de definição do início de presa: condutibilidade eléctrica viscosidade desenvolvimento de calor, etc. Difícil de determinar

Leia mais

17/04/2015 AGLOMERANTES HIDRÁULICOS PARA PAVIMENTAÇÃO REFERÊNCIAS CAL HIDRÁULICA. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia

17/04/2015 AGLOMERANTES HIDRÁULICOS PARA PAVIMENTAÇÃO REFERÊNCIAS CAL HIDRÁULICA. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Laboratório de Geotecnia e Pavimentação (LAPAV) AGLOMERANTES HIDRÁULICOS PARA PAVIMENTAÇÃO Prof. Ricardo

Leia mais

Parâmetros de qualidade da água. Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas

Parâmetros de qualidade da água. Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas Parâmetros de qualidade da água Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas Coloração - COR Variáveis Físicas associada à presença

Leia mais

Guia Prá)co para Tratamento de Piscinas

Guia Prá)co para Tratamento de Piscinas Guia Prá)co para Tratamento de Piscinas Apresentação Este manual foi criado para fornecer importantes informações sobre o tratamento de piscinas e todos os processos envolvidos. Um guia que traz conceitos

Leia mais

AULA 4 AGLOMERANTES continuação

AULA 4 AGLOMERANTES continuação AULA 4 AGLOMERANTES continuação Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dra. Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil O que tem em comum

Leia mais

TM703 Ciência dos Materiais PIPE Pós - Graduação em Engenharia e Ciências de Materiais

TM703 Ciência dos Materiais PIPE Pós - Graduação em Engenharia e Ciências de Materiais TM703 Ciência dos Materiais PIPE Pós - Graduação em Engenharia e Ciências de Materiais Carlos Mauricio Lepienski Laboratório de Propriedades Nanomecânicas Universidade Federal do Paraná Aulas 7 1º sem.

Leia mais

02/08/2015. Padrões de potabilidade TRATAMENTO DA ÁGUA. Tratamento da água. Tratamento da água. Tratamento da água

02/08/2015. Padrões de potabilidade TRATAMENTO DA ÁGUA. Tratamento da água. Tratamento da água. Tratamento da água Padrões de potabilidade A água própria para o consumo deve obedecer certos requisitos: TRATAMENTO DA ÁGUA Professor: André Luiz Montanheiro Rocha Disciplina: Gestão de Recursos Naturais 2ª COLÉGIO ESTADUAL

Leia mais

ETAPAS DE UM TRATAMENTO DE EFLUENTE

ETAPAS DE UM TRATAMENTO DE EFLUENTE ETAPAS DE UM TRATAMENTO DE EFLUENTE O funcionamento de uma Estação de Tratamento de Efluente (ETE) compreende basicamente as seguintes etapas: pré-tratamento (gradeamento e desarenação), tratamento primário

Leia mais

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO ADITIVOS PARA O CONCRETO 1) Definição : NBR 11768 (EB-1763/92) - Aditivos para concreto de Cimento Portland. Produtos que adicionados em pequena quantidade a concreto de Cimento Portland modificam algumas

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ. Nome do produto: Botatop HD 150 FISPQ nº: 721 Data da última revisão: 02/04/2007

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ. Nome do produto: Botatop HD 150 FISPQ nº: 721 Data da última revisão: 02/04/2007 Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Botatop HD 150 - Código interno do produto: 721 - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda - Endereço: Av.

Leia mais

Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Agregados para concreto Os agregados constituem um componente importante no concreto, contribuindo com cerca de 80% do peso e 20% do custo de concreto

Leia mais

CONCRETOS REFRATÁRIOS PARA CIMENTO E CAL: EVOLUÇÃO, PROPRIEDADES E MÉTODOS DE APLICAÇÃO. Waldir de Sousa Resende IBAR LTDA

CONCRETOS REFRATÁRIOS PARA CIMENTO E CAL: EVOLUÇÃO, PROPRIEDADES E MÉTODOS DE APLICAÇÃO. Waldir de Sousa Resende IBAR LTDA VII ERUR ENCONTRO DE REFRATÁRIOS E USUÁRIOS DE REFRATÁRIOS CONCRETOS REFRATÁRIOS PARA CIMENTO E CAL: EVOLUÇÃO, PROPRIEDADES E MÉTODOS DE APLICAÇÃO Waldir de Sousa Resende IBAR LTDA RESUMO Definição Concretos

Leia mais

CAL HIDRATADA CH-I TREVO

CAL HIDRATADA CH-I TREVO FICHA DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS PÁGINA: 01/04 PREPARADO POR: REVISADO POR: APROVADO POR: Luciana Carvalho dos Santos José Benedito Mecenas José da Gama Ribeiro 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA

Leia mais

CIMENTO PORTLAND. A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes.

CIMENTO PORTLAND. A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes. Histórico A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes. Os romanos chamavam e sse s materiais de " caeme ntu m", termo

Leia mais

Novas Tecnologias em Cimentos para Construção e Reparos de Pisos Industriais

Novas Tecnologias em Cimentos para Construção e Reparos de Pisos Industriais HOLCIM (BRASIL) S/A Novas Tecnologias em Cimentos para Construção e Reparos de Pisos Industriais Eng. JOSÉ VANDERLEI DE ABREU Patologias Comuns em Pisos Patologias pisos industriais com problemas superficiais

Leia mais

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Segunda 15 às 17h IC III sala 16 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Aula de hoje.. Tratamento Primário Coagulação/Floculação

Leia mais

BT 0013 BOLETIM TÉCNICO RESINA FLOOR REPAIR PLUS_ ENDURECEDOR FLOOR REPAIR PLUS_ SÍLICA F-036

BT 0013 BOLETIM TÉCNICO RESINA FLOOR REPAIR PLUS_ ENDURECEDOR FLOOR REPAIR PLUS_ SÍLICA F-036 BT 0013 BOLETIM TÉCNICO RESINA FLOOR REPAIR PLUS_ ENDURECEDOR FLOOR REPAIR PLUS_ SÍLICA F-036 Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina Floor Repair Plus_Endurecedor

Leia mais

ÁGUA PARA CONCRETOS. Norma alemã - DIN EN 1008 Edição 2002. http://beton-technische-daten.de/5/5_0.htm

ÁGUA PARA CONCRETOS. Norma alemã - DIN EN 1008 Edição 2002. http://beton-technische-daten.de/5/5_0.htm 1 / 11 ÁGUA PARA CONCRETOS Norma alemã - DIN EN 1008 Edição 2002 Cimento Heidelberg Catálogo : Dados Técnicos do Concreto Edição 2011 http://beton-technische-daten.de/5/5_0.htm Comentários de Eduardo :

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 1/7 FISPQ NRº. 004 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome da Empresa: Hidroazul Indústria e Comércio Ltda Endereço: Rua João Dias Neto, 18 D Cataguases MG CEP: 36770-902. Telefone da Empresa: (32)

Leia mais

Nome do produto: BIOCOMPOSTO BLF. Data da última revisão: 22/06/07 Pagina 1/5

Nome do produto: BIOCOMPOSTO BLF. Data da última revisão: 22/06/07 Pagina 1/5 Data da última revisão: 22/06/07 Pagina 1/5 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Biocomposto BLF - Código interno de identificação do produto: 020 - Nome da empresa: Biotecma Biotecnologia

Leia mais

DURABILIDADE DURABILIDADE DO CONCRETO

DURABILIDADE DURABILIDADE DO CONCRETO DURABILIDADE DO CONCRETO DEFINIÇÃO Durabilidade é a capacidade do concreto de resistir à ação das intempéries O concreto é considerado durável quando conserva sua forma original, qualidade e capacidade

Leia mais

DURABILIDADE DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO

DURABILIDADE DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO Objetivo Assegurar que a estrutura satisfaça, durante o seu tempo de vida, os requisitos de utilização, resistência e estabilidade, sem perda significativa de utilidade nem excesso de manutenção não prevista

Leia mais

METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base).

METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base). METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base). Etapas do processo: - obtenção dos pós metálicos - mistura

Leia mais

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário;

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário; A argamassa Matrix Assentamento Estrutural é uma mistura homogênea de cimento Portland, agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. 3. Indicação: Excelente para assentamento de

Leia mais

ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO MATERIAIS BÁSICOS EMPREGADOS NA PRODUÇÃO DAS ARGAMASSAS DE REVESTIMENTOS

ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO MATERIAIS BÁSICOS EMPREGADOS NA PRODUÇÃO DAS ARGAMASSAS DE REVESTIMENTOS ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO MATERIAIS BÁSICOS EMPREGADOS NA PRODUÇÃO DAS ARGAMASSAS DE REVESTIMENTOS INTRODUÇÃO O empirismo durante a especificação dos materiais A complexidade do número de variáveis envolvidas

Leia mais

Rio Doce Piscicultura

Rio Doce Piscicultura Rio Doce Piscicultura (19) 3633 2044 / (19) 3633 8587 / (19) 9 9512 2879 / (19) 9 8961-8180 contatos@riodocepiscicultura.com.br contatos@riodocepeixes.com.br CALAGEM, ADUBAÇÃO E DESINFECÇÃO DE VIVEIROS

Leia mais

ADITIVOS. Reforçar ou introduzir certas características. Em pequenas quantidades (< 5%). Pode ou não ser lançado diretamente na betoneira

ADITIVOS. Reforçar ou introduzir certas características. Em pequenas quantidades (< 5%). Pode ou não ser lançado diretamente na betoneira ADITIVOS 1. OBJETIVO Reforçar ou introduzir certas características 2. UTILIZAÇÃO Em pequenas quantidades (< 5%). Pode ou não ser lançado diretamente na betoneira 3. FUNÇÕES BÁSICAS DOS ADITIVOS CONCRETO

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

Tratamento de Efluentes: fundamentais no setor de tratamento de superfície

Tratamento de Efluentes: fundamentais no setor de tratamento de superfície Tratamento de Efluentes: fundamentais no setor de tratamento de superfície Além de uma análise técnica bastante interessante sobre a importância do tratamento de efluentes no nosso setor, feito por um

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 FISPQ NRº. 005 1/7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: Bicarbonato de Sódio Nome Comercial : Estabilizador de ph Sinônimo: Bicarbonato Ácido de Sódio N CAS: 144-55-8 Nome da Empresa:

Leia mais

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO O produto OXY-PRIMER é um tipo de tinta de cobertura cimentosa que não é composto de resinas normais, mas que adere como cimento. O cimento adere

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS UFBA-ESCOLA POLITÉCNICA-DCTM DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS ROTEIRO DE AULAS CONCRETO FRESCO Unidade III Prof. Adailton de O. Gomes CONCRETO FRESCO Conhecer o comportamento

Leia mais

REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001

REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001 CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE QUÍMICA - LICENCIATURA INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE QUÍMICA SÉRIE: EXPERIÊNCIAS DEMONSTRATIVAS REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães

Leia mais

CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO. Prof. Ruy Alexandre Generoso

CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO. Prof. Ruy Alexandre Generoso CORROSÃO EM ESTRUTURAS DE CONCRETO Prof. Ruy Alexandre Generoso É um dos materiais mais importantes de engenharia usado em construções. É usado nos mais variados tipos de construções tais como: barragens,

Leia mais

Química de Águas Naturais. -todas as formas de vida existentes no planeta Terra dependem da água;

Química de Águas Naturais. -todas as formas de vida existentes no planeta Terra dependem da água; Química de Águas Naturais todas as formas de vida existentes no planeta Terra dependem da água; a água cobre 70% da superfície do planeta, apenas uma parte dessa quantidade (~2,8%) é água doce sendo que

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 3 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 3 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS NOME DO PRODUTO: Metassilicato de Sódio FÓRMULA: Na2O SiO2. 5H2O 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome da Empresa: Petra Química Matriz: Estrada do Barreiro, 136 Gleba Nova Ukrânia - CEP: 86.800-970

Leia mais

A importância do equilíbrio sócio-ambiental na extração do mármore e do granito

A importância do equilíbrio sócio-ambiental na extração do mármore e do granito Ciclo Especial de Palestras 45 anos Crea-ES A importância do equilíbrio sócio-ambiental na extração do mármore e do granito Prof. Aurélio A. Barreto Neto aurelio@cefetes.br O Setor de Rochas Ornamentais

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página: 1 de 5 FISPQ Nº: 037 Data da última revisão: 26/10/2010 Nome do Produto: Betugrout 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Betugrout Código do Produto: 026050025. Nome da Empresa:

Leia mais

01 Identificação do produto e da Empresa. 02 Composição e informações sobre os ingredientes. 03 Identificação de perigos

01 Identificação do produto e da Empresa. 02 Composição e informações sobre os ingredientes. 03 Identificação de perigos Página: 01/05 01 Identificação do produto e da Empresa Natureza Química : Limpador de Uso Geral Autorização de Funcionamento / MS : nº 3.02.599-9 Registro no Ministério da Saúde : 3.2599.0103.001-4 Aceita

Leia mais

Produto: Denvercril RA701 Nº FISPQ: 079 Revisão: 00. Denver Indústria e Comércio Ltda. denver.resinas@denverresinas.com.br

Produto: Denvercril RA701 Nº FISPQ: 079 Revisão: 00. Denver Indústria e Comércio Ltda. denver.resinas@denverresinas.com.br 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do Produto: Nome da Empresa: Endereço: Denvercril RA701. Denver Indústria e Comércio Ltda. Rua Geny Gusmão dos Santos, 48 Rio Abaixo Suzano-SP. Telefone da

Leia mais

Tratamento de Água. Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas:

Tratamento de Água. Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas: Tratamento de Água Definição Tratamento de Água é um conjunto de procedimentos físicos e químicos que são aplicados na água para que esta fique em condições adequadas para o consumo, ou seja, para que

Leia mais

Lucro ao invés de prejuízo

Lucro ao invés de prejuízo Lucro ao invés de prejuízo Como a inovadora tecnologia de separação ajuda a alavancar uma fonte extra de dinheiro Os descartes dos abatedouros continuam sendo uma séria preocupação para muitos. Mas, não

Leia mais

Tratamento de água para indústria de refrigerantes

Tratamento de água para indústria de refrigerantes Tratamento de água para indústria de refrigerantes Dra. Sonia Maria Costa Celestino Engenheira Química - Pesquisadora em Ciência e Tecnologia de Alimentos Embrapa Cerrados Tel.: (61) 3388-9957 email: sonia.costa@cpac.embrapa.br

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. Característico, irritante ph ( Puro ) 0,45 0,65 Densidade 0,980 1,040 ( 25ºC )

RELATÓRIO TÉCNICO. Característico, irritante ph ( Puro ) 0,45 0,65 Densidade 0,980 1,040 ( 25ºC ) Elaboração: 03/12 Revisão: 0-03/12 RELATÓRIO TÉCNICO I - DADOS GERAIS: Nome do Produto: LIMPA BAÚ Sinônimo: Detergente Ácido Composição: Linear Alquil Benzeno Sulfonado, Ácido Clorídrico, Ácido Cítrico,

Leia mais

Definição. laje. pilar. viga

Definição. laje. pilar. viga Definição É a rocha artificial obtida a partir da mistura, e posterior endurecimento, de um aglomerante (normalmente cimento portland), água, agregado miúdo (areia quartzoza), agregado graúdo (brita),

Leia mais

TELEFONE PARA EMERGÊNCIAS: 0800-7077022 (SUATRANS)

TELEFONE PARA EMERGÊNCIAS: 0800-7077022 (SUATRANS) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Código do Produto: 3076 Data da FISPQ: 01/11/2005 Comercializado por: BRENNTAG QUÍMICA BRASIL LTDA Guarulhos - SP Rua Hum, 1.333 Bonsucesso Guarulhos CEP

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES NOME DO PRODUTO: BRANCOL 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome da Empresa: Petra Química Matriz: Estrada do Barreiro, 136 Gleba Nova Ukrânia - CEP: 86.800-970 - Apucarana/PR Fone: (43) 4104-0224

Leia mais

Capítulo I Água potável, mineral e de mesa

Capítulo I Água potável, mineral e de mesa Ciência Alimentar e Saúde Composição de Alimentos II Capítulo I Água potável, mineral e de mesa Água Potável deve ser transparente, sem cor, sem odor, livre de microorganismos patogénicos (baixo em microorganismos

Leia mais

Análise de diferentes ligantes na formulação de argamassas industriais de reabilitação

Análise de diferentes ligantes na formulação de argamassas industriais de reabilitação Análise de diferentes ligantes na formulação de argamassas industriais de reabilitação Coimbra, 29 e 30 de Março 2012 Índice Enquadramento Norma NP EN 459 Matérias primas Composição Características Produto

Leia mais

CATÁLOGO DOS PRODUTOS QUIMICOS

CATÁLOGO DOS PRODUTOS QUIMICOS CATÁLOGO DOS PRODUTOS QUIMICOS COMERCIALIZADOS PELA: Polímeros Catiônicos (Polieletrólitos) Funções e Benefícios Os Polímeros catiônicos comercializados pela AUTON têm alto poder de floculação, sendo utilizados

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FIS 00001 1/6 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Empresa: Endereço: Água sanitária Super Cândida Indústrias Anhembi S/A Matriz: Rua André Rovai, 481 Centro Osasco SP Telefone: Matriz:

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. ph (Solução 0,2%) Aproximadamente 2,00. Ponto de Ebulição 110ºC Densidade 1,150 ( 20ºC ) Completamente solúvel em água.

RELATÓRIO TÉCNICO. ph (Solução 0,2%) Aproximadamente 2,00. Ponto de Ebulição 110ºC Densidade 1,150 ( 20ºC ) Completamente solúvel em água. RELATÓRIO TÉCNICO I - DADOS GERAIS: Nome do Produto: ÁCIDO MURIÁTICO Composição: Água e Ácido Clorídrico Estado Físico: Líquido Cuidados para conservação: Conservar o produto na embalagem original. Proteger

Leia mais

Coagulação ST 502 ST 503. Discentes: : Alyson Ribeiro Daniel Morales Denise Manfio Jenifer Silva Paula Dell Ducas Wander Zapata

Coagulação ST 502 ST 503. Discentes: : Alyson Ribeiro Daniel Morales Denise Manfio Jenifer Silva Paula Dell Ducas Wander Zapata Coagulação e Floculação ST 502 ST 503 Docente: : Profº Peterson Bueno de Moraes Discentes: : Alyson Ribeiro Daniel Morales Denise Manfio Jenifer Silva Paula Dell Ducas Wander Zapata 1. Introdução A água

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Preparado: Yes Este produto é uma composição de óleos lubrificantes e aditivos.

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Preparado: Yes Este produto é uma composição de óleos lubrificantes e aditivos. FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO Accu-Lube LB-4500 CÓDIGO FISPQ-0505 REVISÃO 3 EMISSÃO 27/12/2010 APROVAÇÃO 27/12/2010 Page 1 of 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

Leia mais

Propriedades do Concreto

Propriedades do Concreto Universidade Federal de Itajubá Instituto de Recursos Naturais Propriedades do Concreto EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO Profa. Nívea Pons PROPRIEDADES DO CONCRETO O concreto fresco é assim considerado até

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇAO Engenharia Civil. DECIV EM UFOP Aglomerantes Definições; Classificações; Propriedades

MATERIAIS DE CONSTRUÇAO Engenharia Civil. DECIV EM UFOP Aglomerantes Definições; Classificações; Propriedades MATERIAIS DE CONSTRUÇAO Engenharia Civil DECIV EM UFOP Aglomerantes Definições; Classificações; Propriedades Aglomerantes em geral Aglomerantes elementos ativos que entram na composição das pastas, argamassas

Leia mais

CET 303 Química Aplicada. Relatório: Visita técnica Estação de tratamento de água ETA 3 Capim Fino, em Piracicaba. Data da visita: 02.04.

CET 303 Química Aplicada. Relatório: Visita técnica Estação de tratamento de água ETA 3 Capim Fino, em Piracicaba. Data da visita: 02.04. Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia - FT Curso de Especialização em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável CET 303 Química Aplicada Relatório: Visita técnica Estação de tratamento

Leia mais

RECICLAGEM DE ESCÓRIA DE ALTO FORNO NO BRASIL

RECICLAGEM DE ESCÓRIA DE ALTO FORNO NO BRASIL RECICLAGEM DE ESCÓRIA DE ALTO FORNO NO BRASIL Vanderley M. John (1), Vahan Agopyan (2) (1) Prof. Dr., john@poli.usp.br (2) Prof. Titular, vahan.agopyan@poli.usp.br Departamento de Engenharia de Construção

Leia mais

ATENÇÃO: O DESENVOLVIMENTO TEÓRICO DAS QUESTÕES É OBRIGATÓRIO

ATENÇÃO: O DESENVOLVIMENTO TEÓRICO DAS QUESTÕES É OBRIGATÓRIO IX Olimpíada Capixaba de Química 2011 Prova do Grupo II 2 a série do ensino médio Fase 02 Aluno: Idade: Instituição de Ensino: Coordenador da Instituição de Ensino: ATENÇÃO: O DESENVOLVIMENTO TEÓRICO DAS

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS. Engº Ricardo de Gouveia

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS. Engº Ricardo de Gouveia SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Engº Ricardo de Gouveia SEQÜÊNCIA TÍPICA Tratamento Primário Tratamento Secundário Tratamento Terciário SEQÜÊNCIA TÍPICA Tratamento Primário Grades ou Peneiras

Leia mais

Experiência 11. SÍNTESE DO ALÚMEN DE ALUMÍNIO E POTÁSSIO

Experiência 11. SÍNTESE DO ALÚMEN DE ALUMÍNIO E POTÁSSIO Experiência 11. SÍNTESE DO ALÚMEN DE ALUMÍNIO E POTÁSSIO 1. Objetivos Ao final desta atividade experimental deseja-se que o aluno seja capaz de: - Elaborar processos para a transformação de materiais,

Leia mais

PROPRIEDADES DA MATÉRIA

PROPRIEDADES DA MATÉRIA Profª Msc.Anna Carolina A. Ribeiro PROPRIEDADES DA MATÉRIA RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança do Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança do Produto Químico 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO... HTH Avaliar Elevador de Alcalinidade NOME DA EMPRESA... Arch Química Brasil Ltda. ENDEREÇO... Av. Brasília,nº 1500 Jd. Buru Salto-SP TELEFONE

Leia mais

Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE

Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE Concreto O preparo do concreto é uma série de operações executadas de modo a obter, á partir de um determinado número de componentes previamente conhecidos, um

Leia mais

Adições Minerais ao Concreto Materiais de Construção II

Adições Minerais ao Concreto Materiais de Construção II Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Adições Minerais ao Concreto Materiais de Construção II Professora: Mayara Moraes Adições Minerais Fonseca, 2010: Aditivos químicos ASTM C125

Leia mais

Ingredientes que contribuam para o perigo: Nome químico ou genérico N CAS % Classificação e rotulagem

Ingredientes que contribuam para o perigo: Nome químico ou genérico N CAS % Classificação e rotulagem FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: DENINPLUS 400-N Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: DENINPLUS 400-N Nome da Empresa: INDÚSTRIA

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU C5-0224/2003. Posição comum. Documento de sessão 2001/0212(COD) 14/05/2003

PARLAMENTO EUROPEU C5-0224/2003. Posição comum. Documento de sessão 2001/0212(COD) 14/05/2003 PARLAMENTO EUROPEU 1999 Documento de sessão 2004 C5-0224/2003 2001/0212(COD) PT 14/05/2003 Posição comum tendo em vista a aprovação do Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo aos adubos

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Mecânica A respeito das bombas centrífugas é correto afirmar: A. A vazão é praticamente constante, independentemente da pressão de recalque. B. Quanto

Leia mais

Tratamento de Efluentes e Destinação dos Resíduos de Ensaios por Líquidos Penetrantes

Tratamento de Efluentes e Destinação dos Resíduos de Ensaios por Líquidos Penetrantes Tratamento de Efluentes e Destinação dos Resíduos de Ensaios por Líquidos Penetrantes Sinopse Descrição de descarte dos resíduos originados dos ensaios por líquidos penetrantes por meio de processo físico

Leia mais

PAINÉIS CIMENTO-MADEIRA

PAINÉIS CIMENTO-MADEIRA CIMENTO-MADEIRA Prof. Setsuo Iwakiri UFPR - DETF INRODUÇÃO HISTÓRICO 1914 > Áustria > partículas excelsior + aglutinante (óxido magnésio + cloreto magnésio) 1928 > Alemanha > início > uso cimento portland

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos VEDAPREN FAST - TERRACOTA

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos VEDAPREN FAST - TERRACOTA 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: Códigos internos de identificação do produto: 111690, 111691, 121714 e 111689 Nome da empresa: Otto Baumgart Ind. e Com. S/A Endereço: Rua Coronel

Leia mais

FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Código interno: Empresa: FLEXOTOM INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS PARA CONSTRUÇÃO

Leia mais

Prof. Jair Alberto. Funções Inorgânicas. Prof. Busato. Química

Prof. Jair Alberto. Funções Inorgânicas. Prof. Busato. Química Prof. Jair Alberto Funções Inorgânicas Funções químicas Função química corresponde a um conjunto de substâncias que apresentam propriedades químicas semelhantes. As substâncias inorgânicas podem ser classificadas

Leia mais

Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste.

Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste. Recobrimento metálico Um problema Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste. Essa proteção pode

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa Nome do produto: COLA PVA EXTRA FORMICA Nome da empresa: Formiline Indústria de Laminados Ltda. Endereço: Estrada Portão do Honda, 120 Rio Abaixo

Leia mais

21/08/2012. Disciplina: Materiais de Construção II DOSAGEM

21/08/2012. Disciplina: Materiais de Construção II DOSAGEM Disciplina: Materiais de Construção II DOSAGEM 1 Importância A dosagem do concreto: É o processo de obtenção da combinação correta de cimento, agregados, águas, adições e aditivos Os efeitos da dosagem

Leia mais

Reacções de precipitação

Reacções de precipitação Precipitados Reacções de precipitação Introdução teórica O interesse das reacções de precipitação manifesta-se em diversos domínios, nomeadamente a nível geológico, biológico e industrial. Já ouviste falar

Leia mais

ORTOPOLIFOSFATO DE SÓDIO, SOLUÇÃO.

ORTOPOLIFOSFATO DE SÓDIO, SOLUÇÃO. FISPQ-033 Revisão: 05 Data: 15/05/2011 Página: 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Empresa Distribuidora: Telefones para Emergências: (81) 3543-0571 (62) 3310-2700 (85) 3366-2350

Leia mais

EQUILIBRIO da ÁGUA. TRATAMENTO DE ÁGUA DETERGÊNCIA INDUSTRIAL CONSUMÍVEIS p/ RESTAURAÇÃO E HOTELARIA DETERGENTES TÊXTEIS

EQUILIBRIO da ÁGUA. TRATAMENTO DE ÁGUA DETERGÊNCIA INDUSTRIAL CONSUMÍVEIS p/ RESTAURAÇÃO E HOTELARIA DETERGENTES TÊXTEIS EQUILIBRIO da ÁGUA NíVEIS de ph e alcalinidade ph mais sólido PRODUTO NO.: FORUSPLUS PH Produto: FORUSPLUS PH - ph Mais Sólido Categoria: Equílibrio da Água 15Kg COD: Q082 Descrição: Incrementador de ph

Leia mais