CAL HIDRATADA E CAL VIRGEM

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1 HISTÓRICO. A QUALLICAL foi fundada em 1982, e no ano de 1987 iniciou-se a hidratação para produzir CAL HIDRATADA DE ALTO TEOR DE CÁLCIO (Calcítica). A QUALLICAL desenvolveu seu processo de fabricação de alta tecnologia para atender às mais exigentes especificações. Atestando a excelência de nossos produtos, relacionamos entre nossos clientes as mais expressivas empresas nacionais e multinacionais, nos vários ramos da indústria química, petroquímica, fertilizantes, metalúrgica, tintas, plásticos, borracha, galvanoplastia etc. Nossa Cal Hidratada Quallical 200, desenvolvida especialmente para tratamento de águas residuais industriais tem contribuído de forma decisiva na preservação do meio ambiente. Na engenharia civil, nossa Cal Hidratada Especial CH-I vem sendo utilizada em larga escala nas argamassas de assentamento, em pinturas, na fabricação de blocos e tijolos construtivos, na estabilização de solos, nas misturas asfálticas etc. Participamos do Programa de Qualidade promovido pela ABPC (Associação Brasileira dos Produtores de Cal), entidade à qual somos associados, que visa a melhoria contínua da cal hidratada fornecida ao mercado da construção civil. A unidade industrial da QUALLICAL localizada em Santo André (Grande SP), está capacitada a fornecer nossos produtos paletizados, em sacaria especial, em containers, ou a granel. A QUALLICAL orienta o consumidor na escolha do tipo da cal mais adequada à sua necessidade, podendo fabricar especialmente o tipo de cal desejada. Destacamos a homologação (E.P. S.P / R.P. - E.P ) de nossa empresa e de nossos produtos, junto ao Ministério da Agricultura, como Estabelecimento Produtor e Produtos para Agricultura. POLÍTICA DA QUALIDADE. A nossa empresa tem como Política da Qualidade: Assegurar a total satisfação dos nossos clientes. Para tanto, adotamos as seguintes diretrizes: A qualidade é responsabilidade de todos os setores e pessoas da empresa e o seu controle e acompanhamento devem ser continuamente promovidos. As ações na empresa devem ser direcionadas na identificação, solução e prevenção de problemas, evitando-se a sua repetição pela mesma causa. Os nossos fornecedores de produtos e serviços deverão ser selecionados com base no critério da qualidade global, assim considerados aqueles que atendam concretamente às nossas necessidades de maneira plenamente satisfatória. É responsabilidade de todo o corpo diretivo e gerencial assegurar o cumprimento dos procedimentos implantados e zelar pela obtenção e manutenção dos padrões de qualidade exigidos. É responsabilidade desta Diretoria garantir o pleno atendimento aos objetivos da nossa política de qualidade.

2 MATÉRIA PRIMA: CAL VIRGEM. A qualidade de uma boa cal hidratada está ligada proporcionalmente à qualidade da cal virgem utilizada para sua produção. Uma das principais características de uma cal hidratada é a reatividade, que é a capacidade de reagir com as impurezas suspensas na água através de condicionamento químico. Esta reatividade depende, além das características físicas como a granulometria e superfície específica, da pureza da cal virgem representada pelos teores de cálcio e magnésio, umidade, CO 2 e tipo de calcinação sofrida. A figura 1 mostra uma pedra de cal virgem calcinada em temperatura ideal, que está totalmente na forma de óxido de cálcio. Se a cal virgem for calcinada em temperatura acima do ideal forma-se uma camada superficial de aproximadamente 0,8 a 1,2 mm de composto de cálcio sinterizado de alta dureza que é solúvel em ácido clorídrico, porém, não é solúvel em água no tempo hábil do processo de tratamento, apresentando-se na forma de areia abrasiva. A figura 2 mostra esta situação. Exemplo de cal virgem cálcica com 84,63% de CaO. K 2 SO 4 0,65% / CaSO 4 0,68% / 4 CaO.Al 2 O 3 Fe 2 O 3 1,67% 3 CaOAl 2 O 3 2,70% / CaCO 3 5,75% / 2CaO.SiO 2 14,07% Ca(OH) 2 4,30% / CaO 66% / Insolúvel(quartzo) 2,38% MgO 1,33% - Na 2 O 0,32%

3 Se a cal virgem for calcinada em temperatura abaixo do ideal, o núcleo da pedra permanecerá na forma de calcário diminuindo assim o teor de cálcio disponível e aumentando o teor de CO2. A figura 3 mostra uma pedra de cal virgem mal calcinada comumente existente que varia de 3 a 5% do produto calcinado. A parte indicada em "A" é a parte calcinada na forma de óxido da cálcio. A parte indicada em "B" é a parte mal calcinada que apresenta residual de calcário que é pouco solúvel em água, porém, solúvel em ácido clorídrico e se apresenta na forma de areia. A tecnologia de moagem e separação CARBOTEX visa eliminar os efeitos danosos destes componentes em processos industriais. Por todos esses aspectos mantemos um rígido programa de controle de qualidade interno, de todas as matérias primas (cal virgem) utilizadas em nosso processo de fabricação. PROPRIEDADE CAL VIRGEM CAL HIDRATADA IMPUREZAS MAIORES TRAÇOS SiO 2, Al 2 O 3, Fe 2 O 3, P 2 O 5, S, ALCALIS, Mn, C, Cu, Ti, Ba, F, B, Zn, Pb COMPOSIÇÃO QUÍMICA CaO ou CaO, MgO Ca(OH) 2 OU Ca(OH) 2 Mg(OH) 2 SISTEMA CRISTALINO CÚBICO HEXAGONAL POROSIDADE 18 a 48% - PESO ESPECÍFICO 3 a 3,6 g/cm 3 2,3 a 2,9 g/cm 3 DENSIDADE APARENTE 880 a 960 kg/m a 640 kg/m 3 DUREZA 2 a 3 2 a 3 COEFICIENTE DE EXPANSÃO 138 x 10-7 ºC 3,34 x 10-5 ºC CONDUTIVIDADE TÉRMICA 0,0015 a 0,002 Cal/Cm/Seg/ºC - CALOR ESPECÍFICO 0,17 a 0,32 0,27 a 0,37 CALOR FORMAÇÃO a Cal/mol 8000 a cal/mol ÂNGULO DE REPOUSO 50 a 55º 70º SOLUBILIDADE - 1,33gCaO/l A 10ºC SUPERFÍCIE ESPECÍFICA 3000 a cm 2 /g a cm 2 /g

4 PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE CAL HIDRATADA A cal hidratada resulta da clássica reação de fases sólida-líquida. Dependendo do volume de água utilizada para a reação, o produto final pode ser seco ou com aspectos de creme, lama, leite ou solução saturada. A cal hidratada é adjetivada e sua composição química varia de acordo com as características da cal virgem que lhe dá origem. No caso da cal cálcica, a reação se processa da seguinte forma: CaO + H2O Ca(OH)2 + calor ( cal/mol.g) O calor que acompanha as reações exotérmicas é considerável, chegando a 272 kcal / kg o suficiente, por exemplo, para elevar a temperatura de 2,3 kg de água com 1 kg de cal virgem cálcica de 12ºC para 100ºC. Os óxidos de cálcio e magnésio iniciam o processo de hidratação, mas o primeiro com velocidade muito maior. No primeiro contato com a água, a cal virgem implode e em torno de seu grão, forma-se uma solução supersaturada. Neste momento há o aparecimento de íons Ca++ e OH-, em proporção determinada pela estrutura cristalina no óxido e pela temperatura já atingida. Com um número suficiente de íons, começa a formação e cristalização do hidróxido de cálcio. Para hidratar completamente a cal virgem (100% óxidos) alta em cálcio, são necessários estequiometricamente 32,1% de água. Mas o volume de água para hidratar cal virgem industrializada varia com as características físicas, químicas e mineralógicas e também com o método e o hidratador empregados. Em resumo, como ainda resta considerar as perdas por umidade e evaporação, proveniente do calor de hidratação somente a experiência determina o volume adequado. Alguns autores indicam os seguintes números: Searle (45%), Boynton (52%) e Cimprogetti (60%). Da água adicionada, uma parte incorpora-se à molécula dos hidratos: Ca(OH)2 24,3%, Mg(OH)2 30,8%, Ca(OH)2.MgO 15,75% e no Ca(OH)2.Mg(OH)2 27,21%. Desta forma podemos dizer que uma cal hidratada calcítica contém de 24 a 27% de água combinada. VELOCIDADE DE HIDRATAÇÃO, REQUEIMA E AFOGAMENTO DA CAL A reação água / óxido se processa com velocidades diferentes, em função das propriedades físicas, químicas e físico-químicas da cal virgem tratada. Vorobiev classifica as cales segundo o tempo necessário para hidratação nas seguintes categorias: 1 Rápida, quando a reação se completa em 8 minutos; 2 - Média, em até 25 minutos; 3 Lenta, acima de 25 minutos. São valores que orientam o cálculo do tempo de permanência da cal no hidratador.

5 A velocidade de reação água/óxido pode sofrer perturbações quando a proporção destes dois componentes não é cuidadosamente determinada, havendo água em excesso ou de menos. Esta falha provoca requeima da cal ou afogamento da cal. Quando a adição de água em excesso é feita rapidamente ou de uma só vez, os grãos maiores, ou torrões, também se hidratam rapidamente na superfície, com enorme perda de porosidade, o que tende a impedir a passagem de água para o interior das partículas componentes. Diz-se que a cal foi afogada. Por outro lado, quando o volume de água não é adequado, há geração de calor excessivo em determinados pontos da massa de cal virgem, de 200ºC até 280ºC. Isto eventualmente pode desidratar a partícula vizinha de hidrato já formado, o que pode, também, pelo aumento das dimensões dos cristais (na transformação hidrato/óxido), impedir possivelmente a penetração da água para o interior da partícula. Diz-se que a cal foi requeimada e os defeitos são os mesmos da cal afogada. PROCESSO DE MOAGEM - CLASSIFICAÇÃO Durante o processo de hidratação, quando a partícula de cal virgem reage com a água, a formação do hidróxido é acompanhada por uma explosão que pode produzir fragmentos de dimensões de até 0,1 micrômetro. No entanto, para garantir a uniformidade e a dimensão das partículas a um mínimo possível, a cal já hidratada é submetida a ação de moinhos especiais, projetados para reduzir ao máximo a sua granulometria. Após a moagem, se dá o processo de classificação através de aero-separadores, onde ocorre a retirada do sistema de somente cal hidratada com granulometria de acordo com a especificação do cliente, e descartando a cal hidratada com granulometria alta para nova moagem. APLICAÇÕES E USOS: A cal hidratada é utilizada em diversas aplicações, dentre as quais destacamos: - tratamento de águas residuárias industriais (efluentes) e água potável. - fertilizantes. - ração animal. - curtumes e gelatinas. - neutralização de ácidos. - matéria-prima para produção de estearato, fosfato, silicato, carbonato de cálcio etc. - construção civil: argamassas, blocos, tintas, concreto, revestimentos, aditivos etc. - estabilização de solos para pavimentação (solo-cal) e na agricultura. - adequação e secagem de lodos industriais.

6 ANÁLISE TÍPICA QUALLICAL 200 MESH CaO total 67,0 % Ca(OH) 2 89,0 % MgO 2,0 % Insolúveis em HCl 1,5 % Umidade 2,0 % CO 2 1,0 % Granulometria em 200 mesh 5,0 % FATORES PREPONDERANTES NA QUALIDADE DA CAL HIDRATADA ALCALINIDADE OU PODER DE NEUTRALIZAÇÃO. Propriedade diretamente ligada ao teor de CaO total e disponível, responsável pela elevação do Ph da água com a finalidade de neutralizar a acidez do efluente e / ou promover as reações químicas necessárias em meio alcalino, para o abatimento dos metais presentes na forma de sais solúveis. Devido a rapidez de solubilização da cal hidratada em forma de suspensão e sua alta superfície específica, ocorre a precipitação das impurezas em flocos de sais insolúveis que se decantam com grande facilidade, propiciando um efluente límpido e cristalino. GRANULOMETRIA E RESÍDUOS INSOLÚVEIS. A granulometria e os resíduos insolúveis, além de influírem diretamente na reatividade da cal, também estão relacionados à vida útil dos equipamentos em geral e à produtividade da estação de tratamento, uma vez que estes produtos provocam abrasão e geram sedimentos em excesso nos tanques, ocasionando assim mais paradas para manutenção e limpeza. PODER DE FLOCULAÇÃO É a capacidade que a cal hidratada tem de agregar as impurezas da água formando flocos através de condicionamento físico-químico. Quanto maior o floco, melhor para a limpeza, mais rápida é a decantação (adensamento) e melhor será o resultado obtido no filtro prensa.

7 SEGURANÇA O mais comum dos problemas que afetam os trabalhadores da indústria de cal é relacionado ao manuseio da cal virgem (e, mais raramente da cal hidratada). Essa ocorrência é mais constante particularmente nas fábricas situadas em locais de clima quente, onde a transpiração do trabalhador fornece a água que, com a cal virgem, provoca a reação de hidratação sobre a pele, com desprendimento de calor, provocando queimaduras inclusive graves sem falar no perigo para os olhos. TIPOS DE ACIDENTE INCIDÊNCIA (%) QUEDAS DE PESSOAS 15,5 QUEIMADURAS 14,0 MANUSEIO DE MATERIAIS 12,0 TRANSPORTE 10,2 OPERAÇÃO DE MÁQUINAS 7,6 QUEDAS DE OBJETOS 7,5 FERRAMENTAS MANUAIS 7,4 DESLIZAMENTO DE ROCHAS 7,2 MANUSEIO DE ROCHAS 5,1 OUTROS 13,5 Destacamos a necessidade do uso correto e permanente dos EPI s como medidas preventivas contra eventuais acidentes, com perda ou danos físicos e/ou materiais, aliado a esses aspectos não deixa de ser importante equipamentos de controle de emissão de sólidos particulados (EPC), no sentido de evitar doenças ocupacionais, como queimaduras, inalação, irritação de mucosas, etc. PARTE DO CORPO INCIDÊNCIA (%) OLHOS 19,3 COSTAS 17,3 PERNAS 16,4 MÃOS 11,3 PÉS 10,8 BRAÇOS 7,5

8 MANUSEIO E ESTOCAGEM As cales virgem e hidratada devem ter manuseio diferenciados não só pelo seu comportamento na presença da umidade do ar atmosférico e os diferentes níveis do efeito devido a contatos com operadores, como também pela diversificação de suas aplicações. Cabe-se ressaltar em ambos os casos, na preparação de leite de cal, a agitação deve ser mecânica e constante (não utilizar sistemas de ar comprimido, para evitar recarbonatação da solução), sendo que no caso da cal virgem, essa agitação deve ser mais vigorosa e num espaço de tempo maior, através de tanques de maior volume, ou em equipamentos apropriados (slakers), no sentido de garantir o melhor nível de hidratação. Na estocagem da cal em silos de secção circular, retangular, quadrada ou hexagonal deve-se considerar: densidade da cal hidratada em 480 kg / m3 e da cal virgem em 880 kg / m3 e ângulo do cone de descarga superior a 60º. CARACTERÍSTICAS CAL HIDRATADA CAL VIRGEM CaO disponível em solução Imediato Não imediato Tempo de hidratação Imediato De minutos Hidratador - Requer Afogamento/requeima Não ocorre Ocorre Agitação Normal Vigorosa Temperatura da solução Ambiente 200º C * Granulometria 5% ret. # 200 5% ret. # 170 Resíduos insolúveis 1,5% 9,2% Beneficiamento Aero-separação Incrustação Normal Acentuada Abrasividade Moderada Acentuada Segurança Produto não perigoso Perigoso ONU 1910 Contato com pele/olhos Irritação Queimaduras

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