CONDUÇÃO DO ESGOTO POR CAVIDADE PROGRESSIVA

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1 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Engenharia Civil DENISE ELIANE CAVALLINI TURRIANI CONDUÇÃO DO ESGOTO POR CAVIDADE PROGRESSIVA Itatiba 2011

2 DENISE ELIANE CAVALLINI TURRIANI RA CONDUÇÃO DO ESGOTO POR CAVIDADE PROGRESSIVA Monografia apresentada ao Curso de Engenharia Civil da Universidade São Francisco, sob a orientação da Prof.ª MSc. Cristina das Graças Fassina, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Engenharia Civil Itatiba 2011

3 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus nosso Grande Mestre, por mais esta oportunidade de evolução, nesse Planeta Maravilhoso e em especial as pessoas colocadas em meu caminho para que este Trabalho pudesse se concretizar. À prezada Professora MSc. Cristina Fassina, por ter me orientado ao longo do desenvolvimento deste trabalho e pela dedicação em relação a tantas outras atividades envolvidas com o nosso conhecimento extra acadêmico; Ao Celso Mazzariol por apresentar um tema para que eu pudesse desenvolver o estudo e elaborasse este Trabalho; Ao Engenheiro Rafael Opitz, pela contribuição com as suas críticas construtivas, sugestões e esclarecimentos técnicos; A minha amiga irmã Jornalista Cibele Buoro pela revisão ortográfica; Aos meus caríssimos colegas de trabalho, Marcelo Freire pelas orientações na normalização do texto e Marina Mietto pela dedicação no auxílio dos enquadramentos dos desenhos. Os meus sinceros agradecimentos por fazerem parte da minha história!

4 A água corre tranqüila quando o rio é fundo, William Shakespeare

5 RESUMO O Brasil produz por dia cerca de 8,4 bilhões de litros de esgoto por dia, desse número aproximadamente 5,4 bilhões não recebem tratamento. (Trata Brasil, 2011). Para suprir o déficit de saneamento básico no País, seriam necessários investimentos da ordem de R$ 12 bilhões por ano, durante 20 anos consecutivos. (Paganini,2011).A condução do esgoto sanitário é realizada através de sistemas e tubulações, na qual a gravidade é a grande provedora dessa condução. Porém a grande dificuldade de transporte dos esgotos sanitários se dá em terrenos topograficamente desfavoráveis, devido ao alto custo da instalação dos sistemas. O sistema por cavidade progressiva oferece a possibilidade de redução de custo, além de soluções para o desafio topográfico, o sistema poderá ser utilizado em todos os tipos de terrenos e construções. O sistema é composto por bombas trituradoras que utilizam um sistema de bombeamento de cavidade progressiva, enviando para a tubulação um líquido homogêneo, sem partes sólidas, eliminando o risco de obstrução nas redes. O objetivo desse trabalho é analisar a viabilidade do uso do sistema não convencional para a condução do esgoto sanitário. Para a realização desse trabalho a metodologia utilizada baseou-se no levantamento da fase atual do Saneamento Básico no Brasil, mais precisamente nos métodos existentes de sistemas não convencionais para a condução do esgoto sanitário. Além do levantamento bibliográfico, foi realizado um estudo de caso, através do acompanhamento da execução e implantação de um sistema de condução de esgotos sanitários por Cavidade Progressiva no Condomínio residencial de alto padrão, Pateo Santa Fé, localizado no município de Campinas, Estado de São Paulo, no bairro Gramado. Para a condução do esgoto sanitário no condomínio Pateo Santa Fé, foram utilizados 8 estações de bombeamento, instalados em 2 tanques com capacidade de 6.000L.Em cada tanque foram instaladas 4 bombas trituradoras,que conduzirão 2,4l/s por tanque, a pasta de dejetos será conduzida através de 128m da linha de recalque, com diâmetro de 63mm em PEAD, até a Estação Elevatória existente. Ao término desse trabalho, conclui-se que para o Brasil crescer na questão de saneamento Básico, novas tecnologias tais como a apresentada é de suma importância para o beneficiamento da população. O Sistema de Condução de Esgoto por Cavidade Progressiva demonstrou ser de grande utilidade para superar os obstáculos em terrenos topograficamente desfavoráveis. Palavras-chave: cavidade progressiva. sistema alternativo. bombas trituradoras.

6 ABSTRACT Brazil produces daily about 8.4 billion gallons of sewage, that number nearly 5.4 billion do not receive treatment. (TRATA Brazil, 2011). Investments of around R$ 12 billion per year for 20 consecutive years would be necessary to meet the deficit of basic sanitation in the country. (Paganini, 2011). Usually, the sewage is carried through a conduction pipes systems, which gravity is the major provider. The most difficulty of transporting the sewage occurs specially in topographically favorable sites due to the high cost the system. The installation of progressive cavity system offers the possibility of cost reduction and a solution to go through a highland. Also, the system can be used in all types of terrain and constructions. The system use a grinder type pumps of Progressive Cavity Pump, sending a homogeneous liquid without solid parts by piping, eliminating the risk of an obstruction (sewer system). The aim of this study is to analyze the feasibility of using non-conventional system for conducting the sewage. The methodology was based on the investigation of the current stage of Sanitation in Brazil, specifically in the existing methods of non-conventional systems for conducting sewage. Besides the literature, a case study through monitoring the implementation and deployment of a driving system for sewage Progressive Cavity in high-end residential condominium, Pateo Santa Fe, located in Campinas, São Paulo, in the driving Gramado was developed. The sanitary sewer conduction in the condominium Pateo Santa Fe used eight pumping stations, installed in two tanks with a capacity of 6000 L. In each tank were installed four grinder pumps, which will lead 2.4 l / s per tank, and the portfolio of waste will be conducted through a 128m collector, with a diameter of 63mm to HDPE Pumping Station existing. At the end, this study concluded that new technologies, such as presented, are extremely important in the process of developing the Brazil Sanitation System. Conduction System of Progressive Cavity Pump proved to be useful to overcome obstacles in geographically unfavorable terrain. Key words: progressive cavity. alternative sewage system. grinder pumps.

7 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Linha Principal Figura 2: Vista Lateral do Tanque Figura 3: Tanque Interior da Caixa Figura 4: Tampões da Caixa dos Tanques...44 Figura 5: Bomba Figura 6: Disco Triturador Figura 7: Interior da Bomba Figura 8: Bombas Antes da Instalação Figura 9: Bombas no Interior do Tanque Figura 10 Esquema da Instalação no Interior do Tanque Figura 11 Esquema do Painel Elétrico 240 V Figura 12 Interior do Painel Elétrico Figura 13 Painéis Elétricos Instalados Figura 14 Caixa de Passagem para Instalações das Válvulas Figura 15: Tubulação Ventilação Figura 16: Eletrodutos em PEAD no Interior da Vala Figura 17: Caixa de Passagem Reaterro da Vala Figura 18: Sistema Finalizado Figura 19: Solo Compactado... 56

8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Parâmetros Para o Dimensionamento e Especificação das Bombas...40 Tabela 1 Numeração das Bombas...50 Tabela 3 Descrição dos Serviços MND Tabela 4 Descrição dos Serviços Cavidade Progressiva Tabela 5 Comparativo Entre os Sistemas

9 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas DBO Demanda Bioquímica de Oxigênio DGD Dispositivo Gerador de Descarga DQO Demanda Química de Oxigênio EEE Estação Elevatória de Esgoto ETE Estação de Tratamento de Esgoto G E General Eletrics MND Método Não Destrutivo ONG Organização Não Governamental OMS Organização Mundial da Saúde RAP Relatório Ambiental Preliminar PEAD Polietileno de Alta Densidade PVs - Poços de Visita SANASA Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO Concepção de sistemas de esgoto sanitário Regime hidráulico do escoamento em sistema de esgoto Estudo de concepção de sistema de esgoto sanitário Cálculo das contribuições Formulação criteriosa das alternativas de concepção Estudos de corpos receptores Pré dimensionamento das unidades dos sistemas desenvolvidos para a escolha da alternativa Estimativa de custo das alternativas estudadas Comparação técnica econômica e ambiental das alternativas Memorial de cálculo Concepção de rede de esgoto sanitário Localização da tubulação na via pública Interferências Órgãos acessórios da rede A influência dos órgãos acessórios Concepção do traçado Escavação das valas Concepção dos interceptores... 27

11 SISTEMAS ALTERNATIVOS PARA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTO SANITÁRIO Sistema condominial Redes de coleta e transporte de esgoto decantado Rede coletora de baixa declividade com a utilização do dispositivo gerador de descarga (DGD) Parafuso de Arquimedes Ejetor pneumático Redes a Vácuo e Pressurizadas Redes a vácuo Redes pressurizadas METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÕES Acompanhamento de Caso Memorial descritivo do sistema de esgoto por cavidade progressiva Local da interligação Especificações técnicas de materiais e serviços Tubos e órgãos acessórios Caixa equalizadora e distribuidora Tanques Bomba Demonstração detalhada da instalação Painel Elétrico... 50

12 4.4.6 Caixa de passagem Ventilação Fornecimento de energia para os painéis Locação da obra Reaterro das valas Cadastro Comparativo entre os sistemas Método MND Tunnel Liner Sistema cavidade progressiva CONCLUSÃO Referência Bibliográfica Anexos... 66

13 13 1. INTRODUÇÃO As ações e projetos desenvolvidos na área de saneamento têm respostas imediatas nos índices de saúde pública da população e também nos indicadores de poluição ambiental do planeta. Atualmente, a importância do Saneamento Básico é um tema debatido mundialmente e há varias formas de incentivo aos países em desenvolvimento para que desenvolvam projetos de saneamento nos centros urbanos. (CULTURAMIX, 2011). Segundo Nuvolari (2003), a preocupação com o esgoto sanitário fazia parte das civilizações desde os tempos mais remotos. A partir do momento em que os homens começaram a assentar em cidades, em 3750 a. C., foram construídas galerias de esgotos em Nipur (Índia) e na Babilônia. Em 3100 a. C. já se tem notícia do emprego de manilhas cerâmicas para essa finalidade (AZEVEDO NETTO, 1984, apud NUVOLARI, 2003). Na Roma Imperial, eram feitas ligações diretas das casas até o canal. Porém, por se tratar de uma iniciativa individual de cada morador, nem todas as casas apresentavam essas benfeitorias (METCALF e EDDY, 1977, apud NUVOLARI, 2003). De acordo com Sobrinho et al. (2000), o primeiro sistema de esgoto sanitário planejado e implantado no mundo foi construído no século 6 a. C. em Roma Na Idade Média, não se tem notícia de grandes realizações, no que diz respeito ao saneamento e, em especial, aos esgotos. Esse aparente desleixo e o desconhecimento da microbiologia até meados do século XIX certamente foram às causas das grandes epidemias ocorridas na Europa, no período entre os séculos XIII e XIX, coincidindo com o caótico crescimento de algumas cidades (SAWYER e MCCARTY, 1978, apud NUVOLARI, 2003). Em Londres (Inglaterra), somente a partir de 1815 os esgotos começaram a ser lançados em galerias de águas pluviais; em Hamburgo (Alemanha), a partir de 1842, e em Paris (França), a partir de 1880 (METCALF e EDDY, 1977, apud NUVOLARI, 2003). O sistema separador absoluto, caracterizado pela construção de canalizações exclusivas para os esgotos, foi concebido em 1879 e implantado pela primeira vez na cidade de Menphis no Tenessee, EUA. (AZEVEDO NETTO, 1973, apud NUVOLARI, 2003). No Brasil, em 1907, Saturnino de Brito, iniciou as obras de esgoto e drenagem na cidade de Santos (apud NUVOLARI, 2003).

14 14 De acordo com Azevedo Netto, (apud Nuvolari, 2003), em 1983 o sistema implantado no Rio de Janeiro, recebia e conduzia as águas de chuva precipitadas no interior dos prédios, em áreas pavimentadas além de esgotos domésticos. Posteriormente, esse sistema recebeu o nome de separador parcial. Atualmente, o Brasil utiliza o sistema separador absoluto, as águas residuais e águas de infiltração são conduzidas pelo sistema de esgoto sanitário e as águas pluviais são coletadas e transportadas pelo sistema de drenagem pluvial totalmente independente. Segundo a Norma Brasileira (NBR) 9648, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, 1986, p. 01), define-se esgoto sanitário por despejo líquido constituído de esgotos doméstico e industrial, água de infiltração e a contribuição pluvial parasitária. No momento atual, há grande preocupação com o saneamento básico e com a água potável no Brasil e no Mundo. Pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) constatou que o Brasil é o 9º pior país do mundo em índices de saneamento básico, uma indecência inaceitável (VECCHIA, 2011, p1). Portanto, a iniciativa desse trabalho partiu devido à observação dos sistemas de tratamento de esgotos existentes, e o questionamento quanto aos terrenos com topografia desfavoráveis à gravidade. A implantação dos sistemas, mais precisamente, a condução de esgoto residencial e industrial é realizada através de sistemas e tubulações especificadas nas Normas Técnicas ABNT, sendo a gravidade a grande auxiliadora em muitos projetos dessa condução. Porém, a grande dificuldade de transporte dos esgotos sanitários se dá em terrenos com variações topográficas desfavoráveis, e que não podem ser conduzidos por gravidade, cujo custo se torna muito elevado. Nesse caso a área passa a ser desvalorizada e menosprezada, dificultando a sua ocupação e comercialização para fins de urbanização. Terrenos com topografia irregular, lençol freático alto, solo estruturalmente instável ou rochoso, terrenos planos, são obstáculos ao sistema convencional de esgotamento sanitário e por existirem terrenos em tais situações, o presente estudo tem por objetivo avaliar o uso do sistema não convencional para a condução do esgoto sanitário. Este trabalho tem por objetivo apresentar e analisar o uso do método de condução de esgoto sanitário por meio da cavidade progressiva. Como objetivo intermediário será feito o levantamento bibliográfico a respeito dos sistemas de condução de esgotos sanitários. Pesquisar e analisar a viabilidade dessa alternativa para a Engenharia no segmento das

15 15 obras de saneamento básico, verificar a utilização de uma tecnologia na condução do esgoto por cavidade progressiva, um sistema ainda recente no Brasil, é a proposta dessa pesquisa. A relevância desse trabalho se sustenta no saneamento básico, uma área que requer muito avanço tecnológico. O Brasil produz cerca de 8,4 bilhões de litros de esgoto por dia, segundo o Instituto de Pesquisa Trata Brasil e, desse número, aproximadamente 5,4 bilhões não recebe tratamento. Os números mostram que apenas 36% do esgoto produzido no país recebem tratamento adequado, sendo que os outros 64% são despejados sem nenhum cuidado (TRATABRASIL, 2011).

16 16 2. SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS Os sistemas de esgotos urbanos é um conjunto de condutos, instalações e equipamentos destinados a coletar, transportar, condicionar e encaminhar os esgotos e se dividem em: (AZEVEDO NETTO, 1973, apud NUVOLARI, 2003). a) Sistema combinado, nesse sistema, as águas residuárias, águas de infiltração e águas pluviais veiculam por um único sistema. b) Sistema de esgotamento separador parcial, nesse sistema uma parcela das águas de chuva, provenientes de telhados e pátios das economias são encaminhadas juntamente com as águas residuárias e águas de infiltração do subsolo para um único sistema de coleta e transporte de esgotos. c) Sistema separador absoluto: águas residuárias (domésticas e industriais) águas de infiltração, constituem esgoto sanitário, veiculam em um sistema independente, denominado sistema de esgoto sanitário. As águas pluviais são coletadas e transportadas em sistema de drenagem pluvial totalmente independente. O Brasil utiliza o sistema Separador Absoluto que oferece reconhecidas vantagens tais como custo menor, devido ao uso de tubos mais econômicos (PVC), mais flexibilidade na execução por etapas, redução da extensão das canalizações de grande diâmetro e não prejudica a depuração dos esgotos sanitários. O sucesso desse sistema depende da eficiência do controle para evitar que a água pluvial, principalmente proveniente dos telhados, não seja despejada junto com as águas desse sistema de esgoto Concepção de sistemas de esgoto sanitário Entende-se por concepção de um sistema de esgoto sanitário, o conjunto de estudos e conclusões referentes ao estabelecimento de todas as diretrizes, parâmetros e definições necessárias e suficientes para a caracterização completa do sistema a projetar. (SOBRINHO, et al,2000).

17 17 A concepção tem como objetivos: identificar, diagnosticar e estabelecer todos os parâmetros básicos de projeto, além de apresentar a alternativa mais adequada e estabelecer as diretrizes gerais de projeto, estimando as quantidades de serviços que devem ser executadas nas fases de projeto. O estudo de concepção pode, às vezes, ser precedido de um diagnóstico técnico e ambiental da área em um estudo ou, até mesmo, de um Plano Diretor da bacia hidrográfica. A partir de 1986 com a divulgação da norma NBR 9649 da ABNT, o Brasil passou a ter os mais avançados critérios hidráulicos de dimensionamento de redes coletoras de esgoto, utilizando-se os conceitos de tensão trativa e de velocidade crítica. Também foram propostos os novos órgãos acessórios, em substituição dos poços de visita. Com a utilização dessas inovações tecnológicas e evitando-se a construção de redes profundas para esgotar soleiras baixas, o cesto da rede coletora de esgoto foi reduzido em cerca de 40%. A concepção do sistema deverá estender-se as suas diversas partes, na rede coletora que é um conjunto de canalizações destinadas a receber e conduzir os esgotos, sendo composta de coletores secundários, que recebem diretamente as ligações prediais, e, coletores troncos. O coletor tronco é um coletor principal de uma bacia de drenagem, conduzindo seus efluentes a um interceptor ou emissário. O interceptor é uma canalização que recebe coletores ao longo do seu comprimento. O emissário é uma canalização destinada a conduzir os esgotos a um destino conveniente (estação de tratamento e ou lançamento). O sifão invertido é uma obra destinada a transposição de obstáculos pela tubulação de esgoto, funcionando sob pressão. O corpo de água receptor é o corpo de água onde são lançados os esgotos. A estação elevatória é o conjunto de instalações destinadas a transferir os esgotos de uma cota mais baixa para outra mais alta, e por ultimo a estação de tratamento que é o conjunto de instalações destinadas à depuração dos esgotos, antes de seu lançamento. (SOBRINHO, et al,2000).

18 Regime hidráulico do escoamento em sistema de esgoto As canalizações dos coletores e interceptores devem ser projetadas para funcionarem sempre como condutos livres. Os sifões e linhas de recalque das estações elevatórias funcionam como condutos forçados. Os emissários podem funcionar como condutos livres ou forçados, não recebendo contribuições em marcha. São condutos forçados no caso de linhas de recalque e emissários submarinos. (SOBRINHO, et al, 2000) Estudo da concepção de sistema de esgoto sanitário Para o estudo de concepção de sistemas de esgotos sanitários, são necessários os desenvolvimentos de uma série de atividades, sendo as principais: a) Dados das características da comunidade, como localização, infra-estrutura existente, cadastro atualizado dos sistemas de abastecimento de água, de esgoto sanitário, de galerias de águas pluviais, de pavimentação, telefone, de energia elétrica, de gás natural, etc.; condições sanitárias atuais; índices estatísticos de saúde; ocorrências de moléstias de origem hídrica e estudos, projetos e levantamentos existentes. b) Análise do sistema de esgoto sanitário existente, descrição do sistema identificando todos os elementos, com análise pormenorizada das partes constituintes, baseadas no cadastro e informações existentes. Deverá constar também: área atendida, população esgotável por bacia contribuinte e/ou nível de atendimento; a contribuição per capita deve ser calculada em função do consumo faturado. Identificar o número de ligações por categoria, assim como o seu consumo (SOBRINHO, et al. 2000). c) Estudos demográficos e de uso e ocupação do solo, devendo ser observados os dados censitários, catalogação dos estudos populacionais existentes, pesquisa de campo, levantamento da evolução do uso do solo e zoneamento da cidade. Análise sócio econômica do município, bem como o papel deste na região, plano diretor da cidade, sua real utilização e diretrizes futuras. Projeção da população urbana baseada em métodos matemáticos, analíticos, comparativos e outros (ano a ano), análise e conclusão das projeções efetuadas, distribuição da população e suas respectivas densidades por zonas homogêneas e por sub-bacias de esgotamento (SOBRINHO, et al. 2000).

19 19 d) Critérios e parâmetros de projeto deverão ser considerados e devidamente justificados, consumo efetivo per capita em função do consumo medido, efetuar a previsão da evolução desse parâmetro; coeficientes de variação de vazão (K1, K2, K3); coeficiente de contribuição industrial; coeficiente de retorno esgoto/água; a taxa de infiltração, carga orgânica dos despejos doméstico e industriais e níveis de atendimento no período de projeto no caso de alcance do estudo igual a 20 anos (justificar nos casos excepcionais) coeficiente: habitantes/ligação (SOBRINHO, et al. 2000). Deve ser elaborada uma pesquisa das contribuições das indústrias existentes e em função desses valores estimar a sua evolução. Neste caso, o órgão ambiental também deverá ser consultado. Para áreas onde ainda não há indústrias implantadas, deve-se adotar o coeficiente de vazão industrial (l/s x h), verificando no Plano Diretor ou junto à Prefeitura Municipal, o tipo de indústria a ser implantado Cálculo das contribuições O cálculo das contribuições doméstica, industrial e de infiltração deverá ser apresentado ano a ano, e por bacia ou sub-bacia, quando pertinente Formulação criteriosa das alternativas de concepção As concepções estudadas devem ser descritas apresentando todas as unidades componentes do sistema. Deverão ser analisadas alternativas de aproveitamento total e/ou parcial do sistema existente. Para cada alternativa devem ser levantados os impactos ambientais negativos e positivos, os quais deverão ser devidamente levados em consideração na seleção da alternativa, avaliando também, os aspectos legais junto às entidades competentes, as desapropriações previstas deverão ser convenientemente avaliadas.

20 Estudos de corpos receptores Caracterizar os possíveis corpos receptores quanto às vazões características de cota de inundação, condições sanitárias e uso de montante e jusante atuais e futuros. Devem ser verificados os aspectos legais previstos na Resolução n 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e das legislações estaduais. Para a verificação das condições sanitárias, devem ser realizadas análises de laboratório nos pontos de interesse. Devem ser realizados estudos sobre a avaliação das cargas remanescentes do futuro tratamento de esgoto diante da capacidade assimiladora dos corpos receptores (autodepuração) e de seus usos a jusante, atuais e futuros (SOBRINHO, et al. 2000) Pré-dimensionamento das unidades dos sistemas desenvolvidos para a escolha da alternativa: a) Rede Coletora deve-se fazer um estudo das bacias e sub-bacias de contribuições, dos traçados das redes, pré-dimensionamento hidráulico sanitário das tubulações principais e identificação de tubulações, peças e acessórios. b) Coletor tronco, interceptor e emissário, alternativas de traçado, estudo técnico econômico de alternativas, definição do traçado, pré-dimensionamento hidráulicosanitário de tubulação, peças e acessórios, identificação das tubulações, peças e acessórios, identificação de travessias de rios, rodovias, ferrovias, de faixas de servidão/desapropriação e áreas de proteção ambiental assim como a identificação de interferências e pontos notáveis. c) Estação Elevatória e Linha de Recalque deverá ser elaborado um estudo técnico econômico de alternativas, pré dimensionamento do poço de sucção da elevatória, dimensões e formas geométricas, pré dimensionamento dos conjuntos elevatórios incluindo curvas características da bomba e do sistema, pré dimensionamento hidráulico sanitário de tubulações, peças e acessórios, identificação das tubulações, peças e acessórios, identificação de travessias de rios, rodovias, ferrovias, de faixa de servidão/desapropriação e áreas de proteção ambiental, identificação de rede de energia elétrica no local, indicando suas características, identificação de interferências.

21 21 d) Estação de Tratamento de Esgoto, identificação do corpo receptor com caracterização de sua classificação, segundo a legislação federal, estadual e municipal, estudos hidrológicos com caracterização de vazões máximas, médias e mínimas e identificação de níveis de inundação, estudo de autodepuração do corpo receptor para determinação de níveis de demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e oxigênio dissolvido (OD), colimetria e outros parâmetros quando necessário, a jusante do ponto de lançamento, determinação do grau de tratamento de esgoto, relatório de sondagens com parecer técnico, pré dimensionamento hidráulico sanitário das unidades das alternativas de estações de tratamento de esgotos (ETEs), estudo técnico-economico de alternativas, estudo da locação da estação de tratamento de esgoto (ETE), em função da topografia,identificação de rede de energia elétrica local,indicando suas características,estudo de jazidas para empréstimo: localização acesso, sondagens,desapropriação e considerações sobre a recuperação da área envolvida,avaliação quanto a planos e programas governamentais existentes que possam interferir com o futuro empreendimento,áreas de bota-fora,identificação das tubulações, peças, acessórios, equipamentos etc.,tratamento dos lodos,aproveitamento e disposição final dos biossólidos, disposição final do efluente tratado,identificação de limites de áreas de proteção ambiental e suas interfaces com o futuro empreendimento,definição de vias de acesso ao futuro empreendimento (SOBRINHO, et al. 2000) Estimativa de custo das alternativas estudadas: Para a estimativa de custo das alternativas deverá ser consideradas as obras de 1ª etapa, subdivididas em obras de implantação imediata e 2ª etapa. As planilhas de orçamento, memorial de cálculo do orçamento e eventuais composições de custos, de serviços e propostas de materiais e equipamentos, com a data base definida, farão parte da apresentação do custo das alternativas (SOBRINHO, et al. 2000) Comparação técnica econômica e ambiental das alternativas: O conjunto entre as alternativas deverá apresentar o elenco de vantagens e desvantagens sobre os aspectos técnico, econômico e ambiental, apresentando-se as

22 22 eventuais interfaces com áreas de proteção ambiental e/ou planos e programas existentes da iniciativa privada e/ou governamental. Deverá ser apresentado para cada alternativa o elenco de medidas mitigadoras e/ou compensatórias. Escolhida a alternativa, apresentar o diagnóstico da situação atual e o prognóstico esperado com e sem a implantação do empreendimento, mostrando os impactos negativos e positivos associados às fases de construção, operação, desapropriação, interferências no trânsito, sinalização, etc. O estudo de concepção deverá fornecer informações que subsidiem a eventual necessidade da elaboração do Relatório Ambiental Preliminar (RAP), para a obtenção do licenciamento ambiental do sistema de esgoto. Após a escolha da alternativa, deverá ser elaborado o projeto hidráulico-sanitário das unidades do sistema. O projeto deverá conter além dos estudos já elaborados, os estudos dos levantamentos topográficos e investigações geotécnicas acompanhados de seus respectivos relatórios, bem como a delimitação de áreas a serem desapropriadas, faixas de servidão e áreas de proteção ambiental. Deverão ser apresentadas as peças gráficas do estudo de concepção, planta da cidade ou do município com a localização da área de planejamento do sistema, planta do sistema de abastecimento de água existente, planta do sistema de esgotos sanitários existente, planta de pavimentação, planta de galerias de águas pluviais existentes, planta do sistema de energia elétrica existente, planta com cadastro de dutos subterrâneos de outras concessionárias de serviços públicos (gás, telefone, etc), planta de localização de indústrias ou cargas de grandes contribuintes, planta de áreas de planejamento com delimitação dos setores, planta de zonas de densidades homogêneas e de uso e ocupação do solo atual e futura, planta das concepções com várias alternativas, plantas e cortes do pré dimensionamento hidráulico das partes constitutivas das alternativas estudadas escala conveniente, perfil hidráulico da estação de tratamento de esgoto e quando necessário de outras unidades escala conveniente, planta de localização da área de jazida de empréstimo e bota-fora escala conveniente e planta do sistema proposto (SOBRINHO, et al. 2000) Memorial de cálculo Contemplam parte do estudo de concepção, os memoriais de cálculo prédimensionamento das unidades dos sistemas das concepções estudadas. Abrange todas as

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