ANEXO II ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E NORMAS DE EXECUÇÃO DE OBRAS CIVIS

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1 ANEXO II ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E NORMAS DE EXECUÇÃO DE OBRAS CIVIS

2 Í N D I C E 1. OBJETIVO 8 2. SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS Generalidades Medição 9 3. EDIFICAÇÕES 3.1 Generalidades Critérios de Medição ESCAVAÇÃO E REATERRO DE CAVAS E VALAS Escavação Reaterro Medição APILOAMENTO Generalidades Medição DRENAGEM Generalidades Especificações dos Materiais e Serviços Medição FUNDAÇÕES BASES PADRÃO PAREDE CORTA-FOGO SUPORTE E CAPITÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS 7.1 Generalidades Normas Adotadas Tipo de Fundações e Bases Padrão Parede Corta-Fogo Suporte e Capitéis de Concreto Pré-Moldados Fundação em Tubulões de Concreto Simples ou Armado a Generalidades

3 7.3.1.b Medição Fundação em Sapatas de Concreto Armado a Generalidades b Medição Fundação para Postes e Suportes de Concreto Pré-Moldados com Preenchimento de Solo-Cimento a Generalidades b Medição FORMAS Generalidades Materiais Utilizados Abertura Para Concretagem Escoramentos Precauções Anteriores ao Lançamento do Concreto Retirada das Formas Aberturas, Furos e Peças Embutidas Tolerâncias Medição BARRAS E ARMADURAS DE AÇO Generalidades Armadura Para Concreto Estrutural Geral Medição CHUMBADORES, TRILHOS E PEÇAS DE FIXAÇÃO Generalidades Medição CONCRETO Normas Técnicas Materiais Para Concreto Superestrutura Preparo e Lançamento do Concreto

4 11.5 Concretos Especiais Lastro de Concreto (Concreto Magro) Medição ALVENARIA/DIVISÓRIAS Alvenaria Medição COBERTURA Generalidades Estruturas de Madeira Telhas de Fibro-Cimento Calhas e Condutores Medição ESQUADRIAS Generalidades Esquadrias de Madeira e Ferragens Esquadrias Metálicas e Ferragens Medição REVESTIMENTOS Generalidades Revestimentos Comuns (Reboco Completo) Revestimentos Especiais Medição PISOS E RODAPÉS Generalidades Camada Impermeabilizadora Contrapisos Concreto Desempenado Ladrilhos Cerâmicos Paviflex ou similar Medição 54 3

5 17. SOLEIRAS E PEITORIS Generalidades Medição PINTURA Generalidades Pinturas com Tintas Preparadas Medição VIDROS Generalidades Medição SISTEMA DE AR CONDICIONADO E EXAUSTÃO Generalidades Medição PROTEÇÃO ANTI-INCÊNDIO DAS EDIFICAÇÕES E PÁTIO Generalidades Medição ILUMINAÇÃO, TOMADAS E TELEFONES Generalidades Medição INSTALAÇÃO DE ÁGUA E ESGOTO Generalidades Medição TAMPAS DE CANALETAS Generalidades Medição REDE DE DUTOS Generalidades Medição LASTRO DE PEDRA BRITADA EMBRITAMENTO DO PÁTIO 61 4

6 26.1 Generalidades Medição VIAS DE CIRCULAÇÃO E ESTACIONAMENTO Generalidades Regularização do Sub-Leito Execução do Sub-Leito Melhorado com Cimento Execução da Base Revestimento Pavimentação Articulada Medição GUIAS, SARJETAS, SARJETÕES E PASSEIOS Generalidades Medição PAISAGISMO Generalidades Plantio de Grama Árvores e Arbustos Placa de Identificação da Subestação Medição CERCAS, ALAMBRADOS, PORTÕES E MUROS DE ALVENARIA 30.1 Generalidades Medição REMOÇÃO DE MATERIAL Generalidades Procedimentos Medição LIMPEZA E DESMOBILIZAÇÃO FINAL DA OBRA Generalidades Medição

7 33 FALHAS E/OU DEFEITOS OBJETIVO Esta Especificação Técnica tem por finalidade descrever as características técnicas e a qualidade exigidas para todos os materiais a empregar, bem como fornecer instruções, recomendações, diretrizes e demais exigências necessárias à execução das Obras Civis de Subestações da CERON. A execução dos serviços deverá obedecer rigorosamente ao projeto em sua forma, dimensões, concepção arquitetônica e estrutural, em todos os seus detalhes e à presente especificação. Nos projetos prevalecerão sempre as cotas sobre as medidas em escala, bem como os desenhos de maior escala sobre os de menor, e as revisões mais recentes sobre as mais antigas. A presente especificação terá precedência sobre qualquer outro dado divergente existente nos desenhos. No caso de persistirem dúvidas, deverá ser então consultada a Fiscalização. Caberá a CONTRATADA verificar a compatibilidade entre os projetos, e em caso de divergência alertar e consultar a FISCALIZAÇÃO. Os quantitativos das listas de material (LM) e listas de ferro (LF), que complementam os projetos, devem ser conferidos e checados pela CONTRATADA. Portanto, a CONTRATADA deverá basear-se no próprio levantamento de material para o orçamento e compras, não podendo alegar eventuais discrepâncias das listas, para pleitear alteração nos preços unitários ou globais, bem como falta ou sobra de materiais adquiridos. Todos os materiais empregados na construção serão comprovadamente de primeira qualidade e antes de serem aplicados deverão ser submetidos à aprovação da Fiscalização, a qual poderá impugnar seu emprego, quando em desacordo com as especificações, projetos e normas em vigor. São considerados como similares os materiais ou produtos que, atendendo às normas da ABNT, sejam considerados como tais pela CERON. Não será permitido manter no recinto da obra qualquer material em desacordo com o especificado e recusado pela Fiscalização. Todos os materiais e métodos executivos deverão seguir as normas pertinentes da ABNT, mesmo que não estejam explicitamente citadas. 6

8 2. SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS 2.1 GENERALIDADES Todos os serviços topográficos necessários serão de inteira responsabilidade e ônus da CONTRATADA. A FISCALIZAÇÃO fornecerá a referência de nível, sendo de inteira responsabilidade e ônus da CONTRATADA a execução das locações e nivelamentos, e consequentemente correrão as suas expensas as demolições e reconstruções de parte ou de todo o serviço executado em desacordo com o projeto. Todos os nivelamentos e locações deverão obedecer rigorosamente às indicações dos projetos. Os serviços topográficos deverão ser executados com aparelhos de comprovada exatidão e por profissionais competentes, podendo a FISCALIZAÇÃO a qualquer momento solicitar a aferição dos mesmos. 2.2 MEDIÇÃO Consideram-se incluídos nos preços unitários dos diversos itens da obra, os custos referentes aos serviços topográficos, que não deverão ser cotados separadamente, neles estando incluídos a equipe de topografia, os equipamentos, os gabaritos de madeira, os marcos, enfim, tudo o que se fizer necessário para a perfeita execução dos serviços. 3. EDIFICAÇÕES 3.1 GENERALIDADES Os serviços de edificações estão constantes nas planilhas de quantidades e preços, bem como nas composições analíticas de preços. Nessas condições as especificações contidas no presente caderno deverão ser obedecidas em todo o seu teor. 3.2 CRITÉRIO DE MEDIÇÃO A medição será realizada conforme boletim em anexo, dos serviços efetivamente realizados. 7

9 No preço da obra estão incluídos o fornecimento de materiais, equipamentos, mãode-obra, transportes e tudo mais que se fizer necessário para perfeita execução dos serviços. 4. ESCAVAÇÃO E REATERRO DE VALAS E CAVAS 4.1 ESCAVAÇÃO A locação das escavações deverá ser feita topograficamente, obedecendo às instruções contidas nos projetos específicos. A escavação poderá ser manual ou mecânica, a critério da CONTRATADA. A CONTRATADA terá responsabilidade integral por desmoronamentos e integridade das obras existentes, e pelos eventuais enganos nas dimensões, cabendo a mesma executar, às suas próprias custas, todo o serviço necessário para restaurar o terreno, estruturas e outras instalações. Se quaisquer escavações foram feitas, por engano, abaixo da cota indicada nos projetos, a CONTRATADA reintegrará o excesso da escavação até a cota indicada no projeto, com aterro compactado especificado, às suas próprias custas. Após a conclusão das escavações, o fundo das cavas e/ou valas deverão ser devidamente apiloados. Na execução do apiloamento o terreno deverá estar com umidade ótima, devendo ser corrigida em caso contrário. Todas as cavas ou valas, exceto as de tubulões, deverão ter, obrigatoriamente, o fundo apiloado, podendo este apiloamento ser executado mecânica ou manualmente. Em todas as cavas ou valas, exceto as de drenagem, após concluído o apiloamento, deverá ser aplicado imediatamente um lastro de concreto de regularização conforme indicado no projeto para cada fundação. Após a execução do apiloamento, havendo a ocorrência de chuva, o mesmo deverá ser novamente executado, com remoção da eventual lama formada no fundo das cavas ou valas. O material das escavações adequado para o reaterro, será estocado ao longo das valas ou das áreas de escavação, a uma distância conveniente para evitar desmoronamento, retorno à escavação e/ou empecilhos para a execução dos demais serviços. O material inadequado para reaterro e o material em excesso, serão removidos para locais sugeridos pelo CONTRATADA e aprovados pela FISCALIZAÇÃO. 8

10 As escavações deverão ser mantidas sem presença de água, através de bombeamento, tomando-se também providências para que a água da superfície não corra para dentro das escavações. Escavações onde houver risco de desmoronamento, deverão ser adequadamente escoradas. A CONTRATADA será o único responsável pela concepção e execução do esquema de escoramentos e esgotamentos, independentemente da manifestação da FISCALIZAÇÃO, correndo às suas expensas os custos de materiais, execução e eventuais reparações de danos que possam ocorrer pela ausência ou falhas de escoramentos e esgotamentos adequados. 4.2 REATERRO O material para reaterro deverá ser previamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Se o material proveniente da escavação não for adequado ou suficiente para o reaterro, a CONTRATADA indicará as áreas de empréstimos a serem aprovadas pela FISCALIZAÇÃO. O reaterro das cavas ou valas deverá ser executado logo após a desforma ou colocação das tubulações, tomando-se os devidos cuidados para não danificar e/ou deslocar as estruturas e tubulações. Os locais a serem reaterrados deverão estar limpos, removendo-se pedaços de madeira ou outros materiais. O reaterro deverá ser executado em camadas de 20 cm de material solto, com umidade ótima e compactado manual ou mecanicamente até se conseguir grau de compactação de no mínimo 95% do Ensaio Normal de Compactação (NBR-7182 da ABNT). O controle de compactação será visual e, em caso de dúvidas, a FISCALIZAÇÃO fará verificações através de processos expedidos de campo, medindo-se o peso específico através da cravação de cilindro amostrador de paredes finas e a umidade, pelo aparelho "Speedy". A complementação dos abatimentos havidos nos locais reaterrados, correrá por conta da CONTRATADA. Após a execução dos reaterros e acertos do terreno, a terra excedente deverá ser removida para local sugerido pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO. 9

11 4.3 MEDIÇÃO a - ESCAVAÇÃO: Unidade de medição - m3 (metro cúbico) A medição será paga pelos volumes medidos em projetos, não devendo ser computados os acréscimos que a CONTRATADA julgar necessário para a colocação de formas, ou outras facilidades de trabalho, inclusive taludes. No preço das escavações estão incluídos os eventuais escoramentos e esgotamentos, bem como ferramentas, equipamentos, mão-de-obra, transportes e tudo o mais que se fizer necessário para a perfeita execução dos serviços. Não haverá distinção de preços entre escavação mecânica ou manual. Para efeito de escavação, não haverá classificação de solos em categorias, cabendo a CONTRATADA vistoriar o terreno na fase de licitação. b - REATERRO: Unidade de medição: m3 (metro cúbico) O reaterro será pago pelo volume da escavação, medido pelo critério acima, deduzindo-se o volume do elemento enterrado. O material de escavação que não for aproveitado em reaterro deverá ser removido para bota-fora, sem custo adicional, devendo o custo desse serviço estar incluído no preço da escavação e o custo da compactação incluído no custo do reaterro. Também fica incluído no custo do reaterro, o transporte de eventual material de empréstimo, equipamentos, mão de obra e tudo o mais que se fizer necessário para a perfeita execução dos serviços. 5. APILOAMENTO 5.1 GENERALIDADES Os serviços de apiloamento deverão ser executados em todos os fundos de cavas e áreas internas das edificações. O apiloamento deverá ser executado após a abertura da cava, observando-se que o terreno não deverá estar com excesso de umidade e nem com teor de umidade abaixo do normal, devendo nestes casos ser corrigido. Os serviços de apiloamento poderão ser executados mecânica ou manualmente. 10

12 Havendo ocorrência de chuvas após a execução do apiloamento, este deverá ser novamente executado. 5.2 MEDIÇÃO O serviço não será pago a parte, devendo seu custo estar incluído no preço dos reaterros. 6. DRENAGEM 6.1 GENERALIDADES Esta seção trata dos materiais e serviços destinados à construção do sistema de drenagem da área. 6.2 ESPECIFICAÇÕES DOS MATERIAIS E SERVIÇOS A drenagem da área da subestação deverá ser executada de acordo com o projeto executivo, compreendendo planta e detalhes. As linhas principais de drenagem serão executadas em tubos de concreto de diâmetros e declividades variáveis, conforme projeto. Os tubos de concreto de diâmetro igual ou superior a 400mm serão de concreto armado; os de diâmetro inferior a 400mm serão de concreto simples. As linhas secundárias de drenagem serão executadas em tubos perfurados ou porosos, de diâmetros variáveis de concreto ou cerâmicos, conforme indicações do projeto. Os furos não poderão ter diâmetros maiores que 1/4" e deverão ser executados em meia circunferência do tubo e ao longo de todo o seu comprimento. Os tubos de concreto deverão obedecer às exigências das Especificações EB-6, EB- 103 (para travessias de arruamento), e da NBR-5645 da ABNT. De acordo com o projeto, a drenagem ainda terá valas para drenagem superficial, tipo espinha de peixe, que são sucos na área de pátio para escoamento d água, que serão preenchidas com a mesma brita do pátio. 11

13 Todos os dispositivos de drenagem deverão ser locados e nivelados topograficamente sob responsabilidade da CONTRATADA, o qual arcará com todos os ônus de demolição e reconstrução de toda a parte que esteja em desacordo com os projetos ou com as presentes Especificações. As escavações deverão ser executadas de acordo com o indicado no projeto, inclusive as declividades, devendo ser consideradas as especificações constantes do item de escavação. Para a execução das linhas de drenagem em tubos furados, os mesmos deverão ser assentados com os furos virados para cima. Envolvendo o tubo deverá ser colocada uma camada de pedra britada fina (diâmetro menor que 19,0 mm), até uma altura de 10 cm acima do tubo. Após a camada de pedra britada fina, a escavação será preenchida com pedra britada com diâmetro variando de 19,0 mm a 38,0 mm. O projeto poderá indicar manta de BIDIM de espessura e largura especificadas em planta. Neste caso a brita a empregar-se será de um único tipo conforme detalhado no projeto. Nas linhas principais, após a colocação dos tubos, deverá ser executado o reaterro compactado já especificado em item anterior. Todas as uniões dos tubos de concreto deverão ser rejuntadas com argamassa de cimento e areia no traço 1:3, conforme indicado no projeto. Os tubos furados, tipo ponta e bolsa, não serão rejuntados. Todas as junções de duas ou mais linhas de drenagem deverão ser executadas através de poços de visita ou caixas, de profundidades variáveis e de acordo com o projeto. Entre duas caixas ou poços de visita consecutivos, as linhas de drenagem não poderão ter inflexão no alinhamento, nem alteração de declividade, isto é, deverão ser perfeitamente retilíneas. Nas bordas dos taludes e saídas para escoamento de água, deverão ser executadas canaletas tipo calha, com diâmetro conforme o projeto. A critério do CONTRATADO a canaleta tipo calha poderá ser substituída por canaleta de concreto moldada "in loco, de formato trapezoidal, com seção equivalente, sem alteração no preço unitário da planilha. A tubulação entre a bacia coletora de óleo dos transformadores ou reatores e a caixa separadora de óleo, será executada, de acordo com o projeto. O sistema de drenagem poderá prever ainda desembocaduras em concreto armado, conforme detalhe de projeto. 12

14 A permeabilidade da brita dos drenos é essencial para o perfeito funcionamento do sistema de drenagem. Por isso, após a execução do dreno, não será permitida a deposição de terra sobre a brita do dreno, nem escavações transversais ou vizinhas que, carreando terra para os vazios da brita obstruem ou diminuem a permeabilidade da camada drenante. O projeto pode indicar drenos cegos que são os drenos sem a utilização de tubos. O projeto também poderá indicar ou não manta "Bidim". As dimensões dos drenos cegos são indicadas em projeto, bem como a espessura e largura da manta. Quaisquer danos causados à rede de drenagem, durante a execução das obras, deverão ser corrigidos sob responsabilidade e ônus da CONTRATADA. Todas as obras, destinadas à execução dos reparos ao sistema de drenagem, serão feitas obedecendo a estas Especificações, sendo tomados cuidados especiais no tocante ao desentupimento dos drenos e recolocação da brita. A brita retirada das valas de drenagem só poderá ser reutilizada após sua separação por peneiramento, de modo a permitir o preenchimento das valas com brita colocada em função do seu diâmetro, conforme mostrado no projeto executivo. Em lugar da brita especificada para drenagem, o CONTRATADO poderá usar seixo rolado da região, desde que satisfaça às condições e normas especificadas para agregados. 6.3 MEDIÇÃO Na medição dos serviços abaixo relacionados, os tubos, as escavações, apiloamentos, reaterros ou preenchimentos com pedra britada, a manta de BIDIM (caso indicado no projeto) deverão estar incluídos nos respectivos preços unitários, que também incluirão todo o material, transporte, mão-de-obra, equipamento, ferramentas e tudo mais que se fizer necessário para a perfeita execução dos serviços. a - TUBOS, MANILHAS E CALHAS DE CONCRETO Medição por metro linear - m, de acordo com os diâmetros planilha, independente da profundidade. e tipos constantes da b - VALETAS TRANSVERSAIS Deve ter seu custo incluído no embritamento do pátio item 32. c - POÇOS DE VISITA (ou caixas de inspeção) 13

15 O serviço inclui, além das escavações, reaterro e apiloamento, a alvenaria, revestimento, concreto, tampa, acessórios e tudo o mais que se fizer necessário para a perfeita execução dos serviços. Medição por unidade executada, sendo o preço unitário válido para qualquer profundidade e do tipo do poço (PVA ou PVB). d - CAIXAS DE PASSAGEM, CAIXAS COLETORAS, BOCAS DE LOBO E DESEMBOCADURAS O serviço inclui, além das escavações, reaterro e apiloamento, a alvenaria, revestimento, tampas e tudo o mais que se fizer necessário para a perfeita execução dos serviços. Medição por unidade executada, sendo o preço válido para qualquer tipo e profundidade das caixas, das bocas de lobo ou comprimento da desembocadura. f - DRENO CEGO Medição por metro linear - m O serviço inclui escavações, brita, manta "Bidim" (caso indicado em projeto), ferramentas, equipamentos e tudo o mais que se fizer necessário para a perfeita execução do serviço. 7. FUNDAÇÕES - BASES PADRÃO - PAREDE CORTA-FOGO - SUPORTES E CAPITÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS 7.1 GENERALIDADES O CONTRATADO poderá executar diretamente os serviços de fundação caso no seu cadastro junto à CERON conste a habilitação específica para este serviço ou poderá executá-los através de SUBCONTRATADO. Neste último caso, o nome do SUBCONTRATADO deverá ser previamente submetido à FISCALIZAÇÃO, que avaliará, através de acervo técnico por ele apresentado em obras similares, sua experiência para o tipo de serviço previsto. Entretanto, sua aprovação pela FISCALIZAÇÃO não exime o CONTRATADO da responsabilidade pela qualidade e estabilidade das fundações. O CONTRATADO ou SUBCONTRATADO deverá dispor de todos os equipamentos necessários à perfeita execução dos serviços, dentro dos prazos estabelecidos na proposta. 14

16 Os equipamentos a serem utilizados pelo CONTRATADO na execução das fundações deverão estar em perfeitas condições técnicas, de modo a permitir a construção da infra-estrutura que obedeça às condições básicas descritas na NBR- 6122/80 da ABNT. 7.2 NORMAS ADOTADAS As fundações serão projetadas e executadas basicamente de acordo com as Normas NBR-6118 (NB-1), NBR-6120 (NB-5) e NBR-6122 (NB-51), além das demais normas gerais da ABNT para cada particularidade. 7.3 TIPO DE FUNDAÇÕES E BASES PADRÃO - PAREDE CORTA-FOGO - SUPORTES/CAPITÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS Considerando as cargas e as condições geotécnicas dos locais onde serão implantadas as subestações, o projeto poderá prever os seguintes tipos de fundação: - fundação em tubulões de concreto simples ou armado - fundação em sapatas de concreto armado - fundação para postes e suportes de concreto pré-moldados com preenchimento de solo-cimento ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS E SERVIÇOS A locação das fundações deverá ser feita topograficamente. Para locação dos chumbadores é recomendável também o uso de gabaritos. BASES PADRÃO CERON O Projeto pode indicar bases padrão CERON. Neste caso, na planilha de preços, estas bases podem constar com preço por unidade ficando incluído no preço unitário todo o serviço relativo a uma base como: escavação, forma, armadura, concreto, prémoldagem e montagem, chumbadores, brita, enfim todos os detalhes constantes do projeto padrão. No caso de base de transformadores e reatores ficam também incluídos: a sub-base compactada, os trilhos, peças metálicas, chumbadores e a bacia coletora de óleo sendo a drenagem da mesma medida conforme item

17 Quando as bases de equipamentos e paredes corta-fogo não constarem na Planilha de Quantidades e Preços, como unidade de base e parede concluída, as mesmas deverão ser medidas segundo os itens de serviços de: escavação, reaterro, forma, armadura, brita, trilhos e chumbadores, alvenarias, reboco, concreto, solo-cimento em tubo o mais que se fizer necessário à execução das mesmas. Unidade de medição: un (por unidade) SUPORTE E CAPITÉIS DE CONCRETO PREMOLDADOS Os suportes e capitéis devem seguir as dimensões, detalhes e especificações de projeto). As formas devem ser metálicas ou em compensado plastificado, rígidas, de maneira a produzir superfícies lisas, com cantos chanfrados e furos nas dimensões e alinhamentos do projeto. As peças devem ser cuidadosamente curadas e desmoldadas com cuidado através dos ganchos, de maneira a não produzir trincas nas peças. Peças com defeitos não podem ser retocadas sem aprovação da fiscalização. As armaduras das peças recusadas podem ser reaproveitadas desde que não apresentem deformações. Medição: Pelo volume das peças (m3) Suportes e capitéis de concreto terão o mesmo preço unitário na planilha, por volume (m3), independente do tipo. Neste preço unitário devem estar incluídos formas, armações, concreto, luvas de PVC, mão de obra e equipamentos de moldagem, desmoldagem, cura e estocagem. Os chumbadores, chapas e parafusos serão pagos à parte. A montagem estará cotada na planilha de eletromecânica FUNDAÇÃO EM TUBULÕES DE CONCRETO SIMPLES OU ARMADO a GENERALIDADES Consta de um poço escavado mecânica ou manualmente, com alargamento de base ou não. Após a escavação proceder-se-á à colocação de armaduras, caso indicado em projeto, e o preenchimento com concreto b MEDIÇÃO 16

18 ESCAVAÇÃO DE TUBULÕES: Unidade de medição: m3 (metro cúbico) Os tubulões de profundidade de até 2,40m (dois metros e quarenta centímetros) terão suas escavações pagas como escavação comum, isto é, só serão considerados para efeito de medição como tubulões, aqueles cuja profundidade for maior do que 2,40m (dois metros e quarenta centímetros). Neste caso, o volume total da escavação será pago pelo item específico da planilha (escavação de tubulões). Os volumes serão calculados pelo diâmetro e profundidade previstos em projeto. Não serão computados os volumes em excesso devido a erros de execução. A armadura e o concreto serão pagos separadamente pelo peso e volume de projeto FUNDAÇÃO EM SAPATAS DE CONCRETO ARMADO a GENERALIDADES As sapatas serão executadas de acordo com o projeto, obedecendo cota de assentamento, dimensões, armaduras e resistência do concreto ali especificados b MEDIÇÃO O critério de medição para escavação, reaterro, forma, armação, concreto será o dos itens correspondentes FUNDAÇÃO PARA POSTES E SUPORTES DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS COM PREENCHIMENTO DE SOLO-CIMENTO a GENERALIDADES Este tipo de fundação consiste basicamente de um poço cilíndrico escavado, em cujo interior é colocado o poste e, em seguida, feito o reaterro com o solo-cimento entre o poste e o terreno escavado. Caso o terreno não ofereça condição de escavação devido à presença de solos não estáveis, como areias puras, nível d'água elevado ou presença de rochas ou matacões, o Gerência de Projeto de Subestações deverá ser consultado através da FISCALIZAÇÃO. - DIMENSÕES 17

19 Cada fundação deverá ter a profundidade e diâmetro indicados no projeto. No fundo da escavação deverá ser feito um lastro de concreto simples com, no mínimo, 20 cm de espessura, ou conforme indicado no projeto. O nível deste lastro é que determinará o nível final do topo do poste ou do capitel, devendo-se, portanto, nesta fase, através de argamassa, assegurar o nível previsto em projeto. O poste deverá ser introduzido na escavação após o concreto do lastro ter atingido resistência suficiente para suportar seu peso, sendo então alinhado, aprumado e estaiado. Em seguida, conforme indicado no projeto o poço será preenchido com areia ou solocimento, cuja especificação é dada a seguir. - SOLO-CIMENTO Consiste em uma mistura homogeneizada de cimento e solo com características, umidade, compactação e traço determinados por normas e por estas especificações. - SOLO O solo a ser utilizado deverá ter uma porcentagem mínima de areia em torno de 50%, não podendo ser utilizados solos com matéria orgânica ou resíduos vegetais. Se na região existirem lateritas, deve-se dar preferência a este tipo de solo pois normalmente apresentarão melhores resultados nos ensaios de resistência, com mesmo teor de cimento. - RESISTÊNCIA O solo-cimento compactado deverá apresentar resistência a compressão simples, aos 7 (sete) dias, de no mínimo 12 kgf/cm2. - TRAÇO Para o estabelecimento do traço mínimo, deverão ser preparados na obra corpos de prova de traços experimentais com amostras do solo escolhido que, após moldagem com a umidade ótima e compactação a 100% do Proctor Normal, serão rompidos aos 7 (sete) dias, adotando-se o traço que atingir a resistência especificada. Nestes ensaios ficarão determinados a umidade ótima e o peso específico aparente seco máximo que servirão como controle da compactação no campo. Entretanto, independentemente dos ensaios, o teor mínimo de cimento não poderá ser menor que 1:15 (cimento-solo) em relação ao volume de solo solto. 18

20 - PREPARO Poderá ser feito utilizando-se enxadas, revolvendo-se o traço de maneira a se obter uma mistura homogênea. A água deverá ser apenas a suficiente para se atingir a umidade ótima. A utilização de betoneira no preparo é muito conveniente, sendo mesmo a forma preferencial. - TEMPO DE APLICAÇÃO A mistura só deverá ser preparada quando as estruturas estiverem aprumadas e tudo organizado para sua imediata utilização. A quantidade preparada deverá ser corretamente avaliada, de acordo com a capacidade da turma de compactação, de forma a se evitar grande intervalo de tempo entre o preparo e a compactação, sendo este tempo de no máximo uma hora. Deverão ser refugados os traços preparados com antecedência superior ao limite máximo supramencionado. - ESTAIAMENTO Durante o preenchimento e até 3 (três) dias após a execução do solo-cimento, o prumo do poste deverá ser mantido indeslocável, por exemplo, através de estais. - PREENCHIMENTO Cada fundação deverá ser executada de forma contínua, de maneira a não se compactar sobre uma camada já com início de "PEGA". Nestas condições, não deverá ser deixada para o dia seguinte a conclusão de uma base, uma vez iniciada. - COMPACTAÇÃO A compactação deverá ser feita por meio de soquetes manuais, em camadas de no máximo 20 cm de material solto, até se atingir pelo menos 95% do Proctor Normal, com a umidade ótima. - CONTROLE Após testes no campo, o controle da umidade poderá ser visual, a critério da fiscalização, sendo aceitas variações de até 3% em relação à umidade ótima. O grau de compactação será verificado pela relação entre o peso específico aparente seco no campo e o peso específico aparente seco máximo de laboratório e esta relação deverá ser maior que 95%. - CARGA 19

21 A montagem dos cabos, capitéis e equipamentos deverá aguardar, no mínimo, 7 (sete) dias após a execução do solo-cimento. - CUIDADOS FINAIS Caso o terreno não ofereça condições de escavação devido à presença de solos não estáveis como: areia fina, nível d'água elevado ou presença de rochas ou matacões a fiscalização deverá ser consultada para propor uma nova solução b MEDIÇÃO ESCAVAÇÃO: será paga como escavação de cavas - item 6 -, pelo diâmetro e profundidade do projeto, não se computando os volumes escavados a mais. AREIA LAVADA: Unidade de medição: m3 (metro cúbico), medido pelo volume escavado, descontando-se o volume da estrutura engastada, conforme preço da planilha. SOLO-CIMENTO: Unidade de medição: m3 (metro cúbico), medido pelo volume escavado, descontando-se o volume da estrutura engastada, conforme preço da planilha. No preço unitário deverão ficar incluídos o lastro de concreto, o cimento, o transporte do solo, o preparo, o apiloamento, ferramentas, enfim, tudo o necessário para a execução dos serviços, exceto a montagem da estrutura. A montagem da estrutura consta da planilha de montagem eletromecânica. 8. FORMAS 8.1 GENERALIDADES As formas deverão ser executadas rigorosamente com as dimensões indicadas no projeto. Deverão ter a resistência necessária para suportar os esforços resultantes do lançamento e das pressões do concreto fresco vibrado, e deverão ter fixação e apoios tais que não sofram deformações, nem pela ação destes esforços, nem pela ação dos fatores de ambiente. Deverão ser tomadas precauções especiais para garantir as contra-flechas e os acabamentos indicados no projeto. 20

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