II-169 A PRODUTIVIDADE NA EXECUÇÃO DE REDES COLETORAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS COMPARATIVO ENTRE OS SISTEMAS TRADICIONAL E 100% PLÁSTICO

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1 II-169 A PRODUTIVIDADE NA EXECUÇÃO DE REDES COLETORAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS COMPARATIVO ENTRE OS SISTEMAS TRADICIONAL E 100% PLÁSTICO Carla Araújo Sautchúk (1) Engenheira Civil pela Escola Politécnica da USP. Mestranda em Engenharia de Construção Civil pela EPUSP. Engenheira civil da empresa DTC Engenharia Ltda. Ubiraci E. Lemes de Souza (2) Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo EPUSP (1983). Mestre em Engenharia de Construção Civil pela EPUSP (1989). Doutorado pela EPUSP / Pennsylvania State University (1996). Prof. Doutor do Departamento de Construção Civil (PCC) da EPUSP. Coordenador da pesquisa nacional Alternativas para a redução do desperdício de materiais nos canteiros de obras. Odívio da Silva Rezende Neto Engenheiro Civil formado pela Universidade Estadual do Maranhão UEMA (1997). É estudante do curso de mestrado do Departamento de Construção Civil (PCC) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo EPUSP. Endereço (1) : Rua Funchal, 538 cj65 Vila Olímpia São Paulo - SP - CEP: Brasil - Tel: (11) RESUMO O déficit do saneamento básico no Brasil faz com que seja fundamental a procura por novas tecnologias para viabilizar a implantação de novas redes coletoras de esgotos. Este trabalho apresenta uma comparação entre as tecnologias Tradicional e 100% Plástico com relação à produtividade da mão de obra na etapa de execução, gerando índices que poderão ser utilizados como ferramenta para subsidiar a decisão dos materiais a serem utilizados na etapa executiva. Os resultados apresentados neste trabalho referem-se à 1 a fase dos estudos realizados na companhia de saneamento de Brasília Caesb em cooperação tecnológica com o Cediplac Soluções para o Habitat Humano. O trabalho completo apresenta a avaliação e comparação das etapas de execução e manutenção/operação de redes de coleta de esgotos através do estudo da produtividade. Dentre os possíveis materiais a serem utilizados em uma rede de coleta de esgotos, foram enfocados neste trabalho, as redes coletoras de esgotos sanitários executadas com manilha cerâmica/concreto e inspeções tradicionais (poços de visita) e as redes coletoras com tubos e inspeções plásticas. PALAVRAS-CHAVE: Produtividade; Tecnologia Tradicional; Tecnologia Plástica; INTRODUÇÃO No Brasil, ainda há um longo caminho para se atingir o desenvolvimento sustentável, principalmente devido à situação do saneamento básico no país que é alarmante. Segundo o levantamento do IBGE de 1998, os números são dramáticos: Mais de 10 milhões de domicílios (24,8%) dos 41,8 milhões de domicílios não eram atendidos por rede de abastecimento d água; 23,2 milhões (55,5% do total) de domicílios não tinham acesso a sistemas de esgoto sanitário; Na zona urbana, 11,4% não dispunham de água tratada e 48,9% não eram atendidos por redes de esgoto sanitário. Este panorama do saneamento básico traz graves conseqüências a qualidade de vida da população, principalmente a população mais pobre. Uma das causas desta situação é a falta de importância dada ao problema, tanto pela classe dirigente atuante, como pela própria população que não percebe a importância e benefícios gerados pelo saneamento básico. Para a redução destes números, faz-se importante à busca por ABES Trabalhos Técnicos 1

2 novas tecnologias como alternativa à implantação de redes coletoras de esgotos sanitários, otimizando os serviços da etapa de execução, operação e manutenção, viabilizando novas implantações. Os sistemas coletores de esgotos sanitários são tradicionalmente construídos em manilha cerâmica e/ou tubos de concreto, com inspeções fabricadas no local da obra, com utilização de materiais de construção convencionais. A baixa qualidade dos materiais empregados e a falta de padronização dos processos construtivos geram diversos problemas nos sistemas operantes, o que gera grandes custos de manutenção/operação das redes, bem como aumento dos custos de tratamento dos esgotos coletados. Os Sistemas Plásticos apresentam como diferença dos sistemas Tradicionais a utilização de tubos de PVC e inspeções também plásticas, sendo que a execução passa a ser uma montagem entre estes componentes. Neste trabalho serão apresentados os resultados de uma implantação de rede coletora de esgotos sanitários, realizada em Brasília, comparando as tecnologias em produtividade de execução. A 1 a fase do estudo realizado e que é apresentado neste trabalho, refere-se apenas à execução, sendo que os resultados foram obtidos a partir de 211 dias de acompanhamento em campo das atividades executivas das redes coletoras. As obras monitoradas para a realização deste estudo foram realizadas nas cidades de Recanto das Emas e Riacho Fundo II, no Distrito Federal, sendo o sistema de coleta nesta área do tipo Condominial. O trabalho completo considera não só a execução, mas também a operação/manutenção destas redes. Nesta 2 a fase (cujos resultados não constam deste trabalho), o estudo avalia também a produtividade relativa a cada tecnologia com relação à manutenção. Desta forma, será possível consolidar índices que poderão subsidiar a tomada de decisões das companhias de saneamento, quanto à escolha da tecnologia mais adequada. CONCEITUAÇÃO Os sistemas de esgotos sanitários podem ser classificados: quanto à concepção de projeto; quanto aos materiais empregados. CLASSIFICAÇÃO QUANTO À CONCEPÇÃO DE PROJETO Neste trabalho, foram avaliados os chamados sistemas condominiais. O Sistema Convencional é constituído por rede básica (diâmetro mínimo de 150 mm) e as ligações prediais são conectadas diretamente nesta rede ou nos poços de visita (PV s). Nos sistemas ditos Condominiais, as ligações prediais são geralmente conectadas aos ramais chamados de condominiais. Este sistema coletor de esgotos possui como premissa o atendimento de um conjunto habitacional e não um lote individual; desta forma, um conjunto de lotes funcionaria como um edifício de apartamentos, só que na horizontal. Neste tipo de sistema predominam as tubulações de 100 mm de diâmetro. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOS MATERIAIS UTILIZADOS Neste trabalho serão descritas 02 tecnologias, denominadas tradicional e plástica. A diferença entre elas está fundamentalmente nos materiais empregados, o que implica em diferenciação no método construtivo. Ambas as tecnologias poderão ser empregadas em um sistema convencional ou condominial. TECNOLOGIA TRADICIONAL Neste tipo de tecnologia, as tubulações do sistema coletor de esgotos sanitários são de manilha cerâmica vitrificada e/ou de concreto (com diâmetros variando entre 150 e 350 mm). Suas inspeções são feitas in loco, com a utilização de materiais de construção como tijolos, areia, cimento, aduelas de concreto e outros. 2 ABES Trabalhos Técnicos

3 TECNOLOGIA PLÁSTICA Neste caso as tubulações do sistema coletor de esgotos sanitários são de PVC (variando de 100 a 350 mm), dotados de ponta e bolsa com junta elástica integrada. Suas inspeções radiais são componentes plásticos (PE) industrializados, sendo compostas por tampão, tubo de inspeção e corpo. TECNOLOGIA MISTA Existem ainda os sistemas chamados de Mistos, os quais utilizam tubulações em PVC, tendo, porém, suas inspeções moldadas no local, através de processo construtivo tradicional. EXECUÇÃO DE REDES COLETORAS DE ESGOTO As etapas de execução de redes coletoras de esgotos sanitários sejam com a utilização de tecnologia plástica, tradicional e/ou mista, são muito similares. De forma resumida, temos as seguintes etapas executivas: - Locação e abertura de vala; - Execução de escoramento e drenagem se necessário for (verificar qualidade do solo e nível de lençol freático); - Acerto do fundo da vala; - Assentamento das tubulações e execução das inspeções; - Reaterro, compactação e repavimentação. A principal diferença entre as tecnologias está na execução das inspeções. Enquanto a tecnologia plástica é uma simples montagem entre componentes industrializados (tubos, conexões e inspeções plásticas), a tecnologia tradicional é constituída de obras civis, principalmente na execução de suas inspeções. A execução de uma inspeção tradicional pode ser resumida nas seguintes etapas: - Compactação da base - Fundação com o uso de uma laje de concreto armado; - Execução de uma parede de tijolos; - Assentamento de aduelas de concreto; - Execução da laje excêntrica; - Assentamento de aduelas de concreto para as paredes superiores formando o acesso; - Fechamento com tampão que poderá ser de concreto ou ferro fundido. As inspeções são pontos críticos de um sistema de coleta de esgotos, pois são construções civis inseridas no processo construtivo, sujeitas à variação da qualidade de materiais e mão de obra. A incidência de problemas neste ponto do sistema (inspeções) é muita alta (segundo depoimentos de especialistas e técnicos do setor). Outro ponto crítico é a qualidade das juntas executadas na tecnologia tradicional, a qual é, na maioria das vezes, feita com a utilização de asfalto. Por requerer maior cuidado no momento da execução, termina sendo um outro ponto de incidência de problemas, principalmente devido às falhas executivas. Atualmente, estão sendo realizadas redes de manilha cerâmica com junta elástica. A qualidade da execução está diretamente relacionada à qualidade dos materiais, o que no caso da tecnologia plástica é garantida pelo controle de qualidade dos fabricantes. O importante de uma implantação com materiais e técnicas executivas apropriadas é que este ganho de qualidade reduz a quantidade de problemas na etapa de operação/manutenção. Outro fato importante é que o acesso ao sistema coletor de esgotos com a aplicação da tecnologia plástica fica restrito as dimensões dos tampões de acesso. Desta forma, reduziu-se o número de problemas gerados com a entrada de dejetos indesejáveis ao sistema, além de eliminar a entrada dos técnicos de manutenção ao sistema; prática esta que hoje é proibida pelas companhias de saneamento, devido ao ambiente insalubre. Ainda assim, em muitas situações onde existem poços de visita, tal prática continua sendo adotada. ABES Trabalhos Técnicos 3

4 Além disto, a tecnologia plástica é executada em menores declividades. Isto porque, o coeficiente de Manning n para tubos de PVC é de 0,010. Com uma rugosidade menor, a declividade também é menor, o que implica em menores profundidades de escavação. Vale ressaltar que a economia gerada devido à necessidade de menores profundidades só será obtida se durante a concepção do projeto, for considerada a utilização do sistema 100% plástico, onde parâmetros de projeto como coeficiente de Manning, vazão de infiltração e declividade, deverão ser alterados. METODOLOGIA UTILIZADA A PRODUTIVIDADE DA MÃO-DE-OBRA PARA A EXECUÇÃO DE REDES COLETORAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS A produtividade consiste na eficiência da transformação do esforço humano em serviço. Para que se possa medir a produtividade da mão-de-obra utiliza-se, neste trabalho, um índice parcial denominado Razão Unitária de Produção (RUP). Este índice relaciona os homens-hora despendidos (entrada) à quantidade de serviços executados (saída). Tem-se, então, de acordo com a definição acima exposta que: RUP=Homem hora/quantidade de serviço = Hh/Q s PADRONIZAÇÃO DA RUP Os valores de homens-hora e as quantidades equivalentes de serviço são aspecto de fundamental importância na coleta de dados. Para que isto ocorra, é necessário padronizar a coleta de homens-hora e quantidades equivalentes de serviço. Para tanto, a coleta foi feita por apontadores que foram treinados especialmente para este serviço e que acompanharam diariamente a execução das obras. No que diz respeito à quantificação dos homens-hora, é necessário determinar o tempo que cada pessoa da equipe ficou disponível, bem como sua distribuição de atividades durante o dia. Para a quantificação do serviço, podemos avaliar sob dois pontos de vista: global ou por subtarefas. Sob a visão global, a execução da rede coletora é vista como uma somatória de atividades enquanto que nas subtarefas, são avaliadas as diversas tarefas que concluem a execução. São as subtarefas, as atividades de abertura de vala, preparo de fundo, assentamento e reaterro. Ainda na quantificação do serviço, esta se dividiu em dois tipos: quantificação de serviço no trecho (que levanta a quantidade de serviços executados na parte do sistema denominada trecho) e quantificação de serviço no nó (que levanta a quantidade de serviços executados na parte do sistema denominada nó que representa as inspeções). Figura 1: Visão Analítica do problema NÓS TRECHO NÓS Para estudo da produtividade da mão de obra, foram consideradas algumas possibilidades distintas. A primeira delas é basear-se no cálculo das RUP s diária, cumulativa e potencial de cada subtarefa, mostrando desta forma, a importância de cada uma delas na execução de uma rede coletora. Para uma melhor compreensão, apresentam-se as definições a seguir dos distintos tipos de RUP considerados neste trabalho: RUP Diária: é a razão unitária de produção quando as medidas de entrada e saída referem-se a um dia de trabalho. RUP Cumulativa: é a razão unitária de produção quando as medidas dizem respeito ao período de tempo, que vai do início do serviço até o dia da apropriação. RUP Potencial: é a razão unitária de produção que apresenta a produtividade potencial da equipe em estudo, sendo calculada através da mediana das RUP s diárias menores que a RUP cumulativa do período levantado. 4 ABES Trabalhos Técnicos

5 ESTUDO DE CASO Os dados coletados para a realização deste trabalho foram obtidos a partir da implantação de sistemas coletores de esgotos sanitários, executados pela CAESB, nas cidades de Recanto das Emas e Riacho Fundo II, Brasília, Brasil. Os dados foram coletados durante 211 dias. A população atendida pela rede implantada é de habitantes sendo que a extensão da rede coletora é de 106 Km, com 7500 ligações e 213 inspeções instaladas. RESULTADOS E ANÁLISE Serão apresentados a seguir, os resultados obtidos com o levantamento de tempos gastos para a realização de cada subtarefa que compõe um sistema coletor de esgotos. Também será apresentado um comparativo de custos para a execução de sistemas coletoras com a tecnologia plástica e tradicional. PRODUTIVIDADE NA EXECUÇÃO DOS TRECHOS A observação da tabela 1 permite traçar uma série de comparações quantitativas entre as duas tecnologias estudadas quanto à produtividade na execução dos Trechos. Tabela 1: Dados de produtividade dos trechos para cada subtarefa realizada Tipo de Sistemas Local Hesc (m) (mm) Rup Abertura de vala Rup Preparo de Fundo Rup Assent. Hh/ml Tecnol. 100% Plástica Tecnol. 100% Plástica Tecnol. Tradicional Ramal Condominial Rede Básica Rede Básica RUP Reaterro Hh/ml RUP Global Hh/ml Hh/ml Hh/ml 0, ,40 0,03 0,08 0,09 0,47 0, ,25 0,02 0,07 0,11 0,38 0, ,18 0,04 0,07 0,14 0,35 0, ,19 0,05 0,06 0,14 0,39 0, ,19 0,06 0,07 0,12 0,37 0, ,13 0,07 0,06 0,14 0,39 med=0,81 med=0,19 med=0,04 med=0,07 med=0,13 med=0,38 1,60 100/150 0,15 0,26 0,11 0,06 0,45 1, ,12 0,19 0,11 0,05 0,42 1,52 100/150 0,19 0,29 0,19 0,08 0,61 1, ,15 0,19 0,12 0,07 0,46 1,27 100/150 0,10 0,17 0,08 0,05 0,30 1,43 150/300 0,09 0,19 0,06 0,03 0,31 med=1,43 med=0,13 med=0,19 med=0,11 med=0,05 med=0,44 1, ,51 0,10 0,32 0,13 0,82 1, ,35 0,09 0,17 0,10 0,35 1,41 100/150 0,24 0,12 0,13 0,07 0,37 1, ,35 0,13 0,19 0,10 0,62 1,83 350/400 0,25 0,13 0,67 0,07 0,86 med=1,49 med=0,35 med=0,12 med=0,19 med=0,10 med=0,62 COMPARAÇÃO DAS SUBTAREFAS Em particular é possível destacar, quanto à avaliação de cada subtarefa cumprida que: - Avaliando-se as subtarefa preparo de fundo de vala, verificou-se que a Tecnologia 100% Plástica é menos produtiva que a Tradicional, sendo esta diferença de 58,33%. Isto demonstra um maior cuidado dos empreiteiros no preparo do fundo da vala para com os tubos de PVC do que para os tubos cerâmicos. ABES Trabalhos Técnicos 5

6 - Para a subtarefa assentamento, o PVC é mais produtivo que a manilha cerâmica 72,72%, o que representa dizer que para cada 1 metro assentado de manilha cerâmica, são assentados 1,72 metros de tubo de PVC. - Considerando-se a subtarefa reaterro, verificou-se que a tecnologia plástica é mais produtiva em 50%. Este número é principalmente devido á utilização de reaterro manual ou mecânico, e diferentes dimensões de vala. COMPARAÇÃO DA RUP GLOBAL Comparando-se a RUP Global das duas tecnologias temos que a tecnologia plástica é mais produtiva que a tradicional (relativa à mão de obra na execução dos trechos). Esta superioridade é da ordem de 41%. Podemos atribuir este resultado ao fato das redes serem executadas com a utilização de menores profundidades, pela maior facilidade no assentamento, flexibilidade e fácil montagem. PRODUTIVIDADE DA MÃO DE OBRA NA EXECUÇÃO DOS NÓS As tabelas 2 e 3 apresentam os dados de produtividade obtidos com a execução dos nós plásticos e tradicionais, respectivamente. A tabela 4 permite traçar uma série de comparações quantitativas entre as duas tecnologias estudadas quanto à produtividade na execução dos Nós. Tabela 2: Produtividade para as inspeções plásticas (nós) Tipos de Inspeção Rede (mm) Profundidade (m) Hh Quant. Hh/Un Inspeção Radial 100 0,70 a 1,75 223, ,21 Inspeção Radial ,20 a 1,98 47, ,27 Tabela 3: Produtividade para as inspeções tradicionais (nós) Tipos Rede (mm) Profundidade (m) Hh Quant. Hh/Un CI (a) 100 0,40 a 0,77 9, ,42 TIL (b) 100 0,59 a 1,20 357, ,72 PV (c) 150 a 300 1,37 a 1,90 218, ,13 (a) CI considerada caixa de inspeção (b) TIL é o tubo de inspeção e limpeza (c) PV é o poço de visita Tabela 4: Quadro resumo da produtividade na execução dos nós Tipos Ø Rede (mm) Tecnologia Produtividade Hh/un Relação entre a quantidade de Inspeções Tradicionais e Plásticas Ligação Plástica 0,21 Para cada 1 inspeção convencional são 100 Predial Tradicional 0,42 instaladas 2 inspeções plásticas Coletor Público 100 Plástica 0,21 Tradicional 8,72 Coletor 150 a 300 Plástica 0,27 Público 150 a 400 Tradicional 12,13 Para cada 1 inspeção convencional são instaladas 42 inspeções plásticas Para cada 1 inspeção convencional são instaladas 45 inspeções plásticas O ganho de produtividade na substituição de Inspeções Plásticas nos ramais condominiais foi de 50%, o que representa dizer que para cada (01) caixa de inspeção convencional instalada, são instaladas (02) inspeções plásticas e comparando-se essa substituição nas redes básicas, este ganho representa dizer que para cada (01) poço de visita instalado, são assentadas (45) inspeções plásticas radiais. 6 ABES Trabalhos Técnicos

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Através dos dados apresentados, verificamos que a tecnologia plástica apresentou ganho de produtividade em relação à tecnologia tradicional, tanto na execução dos trechos, quanto na execução dos nós. A principal diferença foi verificada na execução dos nós. Conforme já detalhado, o ganho acentua-se muito quando comparamos os PV s tradicionais das redes básicas com as Inspeções Radiais Plásticas também instaladas nas redes básicas. Estes índices, obtidos através deste trabalho, poderão ser utilizados como ferramenta de gestão para dimensionamento/relocação de frentes de mão de obra para os serviços, bem como redução e controle de custos de mão de obra. Além disto, são índices que permitem às companhias de saneamento, um melhor controle dos serviços prestados pelos subempreiteiros, sendo possível nivelar e equiparar a qualidade dos serviços prestados. Com uma alternativa de implantação de redes coletoras de maior produtividade, torna-se possível realizar as etapas executivas dentro de um cronograma mais curto, reduzindo os custos indiretos da execução (não avaliados neste trabalho) e antecipando a entrada em operação do sistema, o que conseqüentemente representa dizer, retorno de investimentos antecipados, gerando um fator econômico importante a ser considerado pelas companhias de saneamento no país. BIBLIOGRAFIAS 1. SOUSA, Ubiraci Espinelli Lemes. (1996). Metodologia para o Estudo da Produtividade da Mão de Obra no Serviço de Fôrmas para Estrutura de Concreto Armado. Tese de Doutorado apresentada na Escola Politécnica da USP. São Paulo. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9814 (1987) Execução de Rede Coletora de Esgoto Sanitário. Rio de Janeiro. 3. EPUSP/CEDIPLAC (1997) Sistemas 100% plásticos em PVC para rede coletora de esgoto sanitário Manual de Execução, Vol.2 São Paulo. 4. TSUTIYA, Milton Tomoyuki; ALEM SOBRINHO, Pedro (1999) Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 1 a. Ed., 548 p, São Paulo. 5. UNI-BELL PLASTIC PIPE ASSOCIATION (1979) Handbook of PVC Pipe: Design and Construction. 306 p. Dallas. Texas. 6. TEIXEIRA, Eglé N; ILHA, Marina S. O. Redes Coletoras em PVC Anais do II Encontro Tecnologia de Sistemas Plásticos na Construção Civil - São Paulo Brasil, pp CONVÊNIO CAESB& CEDIPLAC. Relatório Técnico de Implantação das Obras em Brasília INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAIA E ESTATÍSTICA (2000). 9. REZENDE NETO, O. S., SOUZA, U. E. L., SAUTCHÚK, C. A) The Comparison between Plastic and Traditional Inspection Chambers under Labor Productivity Evaluation. In: 26 º International Symposium CIB W , Rio de Janeiro. CIB/PCC-LSP/USP.2000 ABES Trabalhos Técnicos 7

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