ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA (PASTORAL CATEQUÉTICA E PASTORAL DA CRISMA)

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1 ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA (PASTORAL CATEQUÉTICA E PASTORAL DA CRISMA) Instrumento de Trabalho DIOCESE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Novos Tempos, Novos Caminhos, Mesma Missão

2 2 DOM MOACIR SILVA BISPO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS APRESENTAÇÃO Queridos colaboradores na formação dos discípulos missionários de Jesus Cristo. Dentro do processo de revisão de nosso Projeto Alicerce e da vivência de nosso I Sínodo Diocesano tenho a alegria de apresentar-lhes este instrumento de trabalho, que orienta nossa ação em vista da formação cristã de nossas crianças, adolescentes, jovens e adultos. Este instrumento de trabalho será de suma importância para a Sessão Sinodal da Comissão Diocesana para a Animação Bíblico-Catequética. Desejo que este instrumento de trabalho ajude a todos (as) os (as) Catequistas de nossas comunidades a realizarem sua missão neste momento singular de nossa vivência eclesial. São José dos Campos, 2 de fevereiro de Festa da Apresentação do Senhor. Dom Moacir Silva Bispo Diocesano

3 3 Siglas Utilizadas CEC Catecismo da Igreja Católica, Edição Típica Vaticana CIC Código de Direito Canônico CAFD Constituição Apostólica Fidei Depositum DA Documento de Aparecida DGC Diretório Geral para a Catequese DNC Diretório Nacional de Catequese DSD Documento de Santo Domingo EN Evangelium Nutiandi RICA Ritual de Iniciação Cristã de Adultos

4 4 Índice Apresentação do Bispo Diocesano 02 Siglas Utilizadas 03 Histórico do Projeto Alicerce 05 Orientações Gerais 07 Etapa II Perseverança Introdução 11 01º Tema: Acolhida 1 (Gl 2, 19-20) 14 :: Santa Missa de Acolhida 17 02º, 03º, 04º e 05º Temas: Campanha da Fraternidade 18 06º Tema: Páscoa 19 07º Tema: Ascensão e Pentecostes (At 2, 1-4; Jo 61, 3; CEC 659, 668, 684, 694, 731) 22 08º Tema: O Espírito Santo conduz a Igreja 2 (At 1, 8; At 9, 31; 2Cor 6, 16; CEC 767, 797, 1091, 2625) 25 09º Tema: Como Viviam as Primeiras Comunidades 3 (At 2, 42-46; CEC 84, 1342, 2624) 27 10º Tema: A Missão da Igreja 4 (Mt 28, 19-20; CEC 152, 775, 781, 831, 849, 1086) 29 11º Tema: Buscar a Deus na Igreja 5 (Ef 4, 1-6; CEC 26, 150, 168, 2030) 31 12º Tema: A Igreja Defende a Vida 6 (Gn 1, 26; At 5, 29; CEC 362, 1700, 1929, 2258, 2270) 33 13º Tema: A Igreja Promove a Paz (Mt 5, 9. 22; Ef 2, 13-18; Is 9,5; CEC 1939, 2302) 36 14º Tema: A Igreja Ensina a Cuidar do Mundo (Gn 2, 15; Rm 8, 18-22) 39 15º Tema: Jesus: Modelo de Ser Humano 7 (Ef 4, 1-13) 41 16º Tema: A Descoberta de Mim Mesmo e dos Outros 8 (Jo 1, 45-51; CEC 357, 2199, 2441) 44 17º Tema: Ser Livre, Autêntico e Feliz (Lc 12, 54-57; Eclo 15, 11-20; 1Cor 10,23; Gl 5,1; CEC 1731, 1779, 1849) 46 18º Tema: Com Maria Aprendemos a Solidariedade 9 (Lc 1, 36-41) 48 19º Tema: Jesus se Compadecia dos Doentes e Sofredores (Lc 7, 11-17; CEC 1503) 51 20º Tema: O Cristão Cuida dos Doentes e Sofredores (Mt 25, 34-37; Mt 10, 8; CEC 1500, 1506, 2447) 53 21º Tema: Unção dos Enfermos: Carinho de Deus pelos Doentes e Sofredores (Mc 6, 12-13; Mt 10, 8) 56 22º Tema: Unção dos Enfermos: Modo e Recepção (Tg 5, 14-15; CEC 1510, 1514, 1517) 61 23º Tema: Jó: Confiança em Deus no Sofrimento (Jó 1, ; 2, 7-10; 42, ; CEC 142, 2090, 2728) 63 24º Tema: Daniel: Deus Sempre Socorre os Justos (Dn 6, 6-8, 17-29; Sb 3,1-9; Rm 1, 16-27; CEC 2659) 65 25º Tema: Paulo: Firme na Tribulação (Rm 5,1-5. 8, 35-39; Cl 1, 24; CEC 904) 68 26º Tema: Os Mártires e os Santos São Nossos Modelos 10 (Rm 8, ; CEC 459, 828, 867, ) 71 27º Tema: A Vida Com Jesus é Mais Bonita e Feliz (Mt 5, 1-12) 74 28º Tema: Celebração da Fé e da Vida 77 Temário Extra Mas Indispensável: 78 Bibliografia Básica 79 Animação Bíblico-Catequética 80 Anexos 81 1 Diretório Nacional de Catequese. 13i, 15, 119; João Paulo II, Catechesi Tradendae. 56; Diretório Geral para a Catequese. 177; Catequese Renovada Catequese Renovada. 54; Diretório Geral para a Catequese Diretório Nacional de Catequese. 51, Paulo VI, Evangelii Nuntandi. 14; Diretório Nacional de Catequese Diretório Nacional de Catequese CNBB. Doc. 80, Evangelização e Missão Profética da Igreja. p Diretório Geral para a Catequese Diretório Geral para a Catequese. 178; João Paulo II, Catechesi Tradendae Diretório Nacional de Catequese. 85. CNBB. Com Maria, Rumo ao Novo Milênio. p Paulo VI, Evangelii Nuntiandi. 14.

5 5 Histórico do Projeto Alicerce A forma de catequese anterior fora importante e cumprira seu papel, porém os novos tempos traziam desafios e supunham novos modos de evangelizar e formar na fé. Com a publicação do documento 26, da CNBB, Catequese Renovada, começou um novo tempo para a catequese em nosso país. Nossa Diocese buscou então formas para que a Catequese Renovada acontecesse em nossa realidade diocesana. Desses esforços brotou o Projeto Alicerce! Vejamos esse caminho. A formação dos cristãos leigos, para os Sacramentos da Iniciação Cristã e o posterior engajamento na comunidade, é uma preocupação da Diocese de São José dos Campos desde a sua fundação, respondendo aos apelos dos documentos Catequese Renovada (nº ), Diretório Catequético Geral (nº 29-33) e Catecismo da Igreja Católica (CAFD). A Pastoral Catequética, respondendo pela formação das crianças, dos pré-adolescentes e dos adultos, sempre buscou uma articulação de conteúdos, metodologias e trabalhos entre as Paróquias, tentando evitar o divórcio entre as diversas práticas. A Pastoral da Juventude, em sintonia com o documento Estudos da CNBB nº 61 e as orientações pastorais de nossa Diocese, ao assumir a formação dos adolescentes e jovens para o Sacramento da Crisma, deparou com dificuldades semelhantes às encontradas pela Pastoral Catequética: a falta de unidade entre os vários conteúdos programáticos e a constatação de uma formação em blocos, isto é, isolada, sem a preocupação de compor, com a Pastoral Catequética, um processo permanente de educação da fé. Respondendo a esses desafios, iniciou-se um intenso trabalho, analisando a realidade da Diocese e somando forças entre as duas pastorais citadas, buscando atingir o objetivo de qualificar a formação do cristão leigo. Assim, chegou-se ao Projeto Alicerce, graças aos esforços de muitas pessoas, e através de um longo processo, como vemos abaixo: :: 1988: Realização da Assembléia Diocesana, quando foram aprovadas as Diretrizes da Pastoral da Juventude, que apontou a Preparação para o Sacramento da Crisma como trabalho específico desta pastoral. :: 1991: Reestruturação da Equipe de Pastoral da Juventude, que destacou em Assembléia o trabalho com a Crisma. :: 1992: Elaboração do Subsídio para os Monitores de Crisma da Diocese de São José dos Campos. :: 1993: Pesquisa junto aos monitores de Crisma e aos padres, resultando na elaboração de um esboço do Conteúdo Programático para o Sacramento da Crisma. :: 1994: Publicação do Subsídio para os Monitores de Crisma da Diocese de São José dos Campos; inicio do trabalho em conjunto entre a Pastoral Catequética e a Pastoral da Juventude. :: 1995: Publicação pela Edições Loyola do Subsídio para os Monitores de Crisma da Diocese de São José dos Campos, contribuindo de forma mais ampla com outras dioceses. Denominação como Projeto Alicerce da reorganização do processo de formação catequética. Apresentação do Projeto e aprovação pelas Regiões Pastorais. :: 1996: Elaboração do Conteúdo Programático Projeto Alicerce, entre a Pastoral Catequética e a Pastoral da Crisma. Realização da Assembléia Diocesana da Pastoral Catequética, quando foram revisadas, pela 1ª vez as suas diretrizes; :: 1997: Publicação e implantação, na Diocese, do Conteúdo Programático Projeto Alicerce, entre a Pastoral Catequética e a Pastoral da Crisma; :: 2002: Realização da Assembléia Diocesana da Pastoral Catequética, quando foram revisadas, pela 2ª vez, as suas diretrizes. Pela 1ª vez foi realizada a atualização do Projeto Alicerce às exigências e necessidades da nova realidade social e eclesial. É criada na Diocese a Pastoral da Crisma.

6 6 :: 2006: É publicado, pela CNBB, o Diretório Nacional de Catequese, com o intuito de rever, ampliar e dinamizar as conquistas da Catequese Renovada, bem como promover uma aplicação inculturada do Diretório Geral para a Catequese (1997). Começa, em nossa diocese, a 1ª fase da segunda revisão do Projeto Alicerce, com a consulta as bases. :: 2007: A 2ª atualização do Projeto Alicerce, iniciada em 2006, é continuada em Porém, como não foi possível terminá-la, é enviado as paróquias um material provisório, até a publicação do referido projeto. :: 2008: Nesse ano a Diocese de São José dos Campos vive um momento especial: é instalado o I Sínodo Diocesano em 06/09/2008. A 2ª atualização do Projeto Alicerce, iniciada em 2006 e continuada em 2007, sob a inspiração do Diretório Nacional de Catequese e do Documento de Aparecida, é agora apresentada como Instrumento de Trabalho (em virtude da caminhada do I Sínodo Diocesano), adaptando-o às exigências e necessidades da nova realidade social e eclesial diocesana. Por ocasião do término do I Sínodo Diocesano, e após a publicação do documento oficial do mesmo, se procederá as adaptações necessárias desta versão do Projeto Alicerce ao referido documento sinodal. O Projeto Alicerce é, assim, um Plano Diocesano de Formação Permanente para crianças, préadolescentes, adolescentes, jovens e adultos, a fim de que recebam com maturidade os Sacramentos da Iniciação Cristã e sejam engajados na comunidade paroquial e diocesana, tornando-se fermento na sociedade. Ao propormos agora esta versão do Projeto Alicerce, procurando adaptá-lo aos novos tempos da Igreja, da Diocese e às necessidades formativas dos cristãos leigos, a Equipe faz votos de que o mesmo seja refletido e assumido, comprometidamente, pelas nossas comunidades paroquiais, como alicerce para o trabalho de construção do Reino. Equipe do Projeto Alicerce, no ano de 2008.

7 7 Orientações Gerais 01. Antes de começar a trabalhar com esta versão do Projeto Alicerce, o(a) catequista deve ler e compreender estas Orientações Gerais, bem como as Introduções de cada Etapa do citado projeto. 02. Com o objetivo de orientar e dinamizar o trabalho catequético em nossa diocese, e respondendo a adaptação pastoral da diocese à caminhada do Regional Sul-1 e do Sub-Regional de Aparecida, estabeleceu-se a Animação Bíblico-Catequética Diocesana, articulando o trabalho da Pastoral Catequética e Pastoral da Crisma. A Animação Bíblico-Catequética Diocesana, dentro de sua estrutura organizacional, possui equipes de trabalho que visam facilitar o implemento das diversas atividades catequéticas diocesanas. 03. O Projeto Alicerce é gerido por uma dessas equipes de trabalho: a Equipe do Projeto Alicerce, que é parte integrante da Animação Bíblico-Catequética Diocesana, estando em sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, o Diretório Geral da Catequese, o Diretório Nacional de Catequese, o Projeto Diocesano de Evangelização e as Diretrizes Diocesanas das Pastorais Catequética e da Crisma. 04. A Equipe do Projeto Alicerce tem por finalidade fazer acontecer o Projeto Alicerce através de cursos, palestras, formações, assessorias e criação de subsídios. Essa Equipe, também, deverá fazer ajustes no Projeto Alicerce, procurando adaptá-lo à nova conjuntura social e eclesial, conforme os novos tempos o exigirem. 05. Em 06 de Janeiro de 1972, o Papa Paulo VI aprovou o RITUAL DE INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS (RICA). Trata-se de um livro litúrgico que prescreve a forma de realização da iniciação cristã de adultos, mas traz também uma parte sobre os ritos de iniciação de crianças em idade de catequese. Hoje a catequese tem buscado recuperar o Catecumenato, como um momento privilegiado de autêntica iniciação cristã e início de prática da fé (DGC 88-91; DNC 14 f, 48). De fato, nele encontramos os elementos necessários à essa iniciação, recuperando a riqueza formativa da Igreja nos primeiros séculos da era cristã: ritualidade, simbologia, momentos e etapas claras e específicas, forte apelo a presença transformadora do Espírito Santo e incentivo a participação na comunidade (DGC 90-91; DNC 47). 06. O DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE do Brasil, no nºs 44-45, baseando-se no RICA (nº 6 e 7) e no DIRETÓRIO GERAL PARA A CATEQUESE (DGC 88), apresenta-nos os momentos do catecumenato: :: Pré-catecumenato: Aqui se faz o primeiro anúncio da fé, visando a conversão. Explicita-se o Kerigma. Também se busca os primeiros contatos com a comunidade católica romana. O candidato inicia um tempo destinado a verificar sua disposição de seguir a Cristo e abraçar o catecumenato. (RICA 9-13); :: Catecumenato: Inicia aqui a etapa do Catecumenato. É tempo de catequese, de aprofundamento nos conteúdos da fé católica e de celebrações (RICA 14-20); :: Purificação e Iluminação: Período destinado a intensa preparação espiritual do catecúmeno, que agora começará novo período. Busca purificar a mente e o coração do eleito, para iluminá-lo com a consciência mais profunda de Cristo (RICA 21-26). Acontece nesse tempo os escrutínios de aprovação, ao final do qual é conferido o Batismo e/ou a Eucaristia (RICA 27-36); :: Mistagogia: Tempo final do processo de iniciação. É um caminho de aprofundamento da experiência sacramental e progressiva inserção em Cristo e na Igreja (RICA 37-40). 07. O novo Projeto Alicerce foi organizado em uma modalidade catecumenal. Não se trata de mais uma alteração apenas, mas de um novo modo de conceber a catequese. Trata-se de um esforço em articular evangelização e catequese, procurando formar discípulos missionários, tarefa que nos propõe a V Conferência de Aparecida. Em vista disso, procederam-se alterações nos temários e na aplicação dos temas. Conforme esta versão do Projeto Alicerce, os catequizandos farão na Etapa 1 os três primeiros momentos do catecumenato: Pré-Catecumenato, Catecumenato e Purificação e Iluminação. A quarta e última parte do Catecumenato, que é a Mistagogia, será realizada em duas etapas, a saber: Mistagogia I na Etapa 2 (perseverança) e Mistagogia 2 na Etapa 3 (Crisma).

8 8 08. O Projeto Alicerce tem a seguinte estrutura: Apresentação, Orientações Práticas, Pré- Catequese, Etapa 1 (Primeira Eucaristria), Etapa 2 (Perseverança), Etapa 3 (Crisma) e Iniciação Cristã dos Adultos. Cada uma dessas divisões é precedida de uma Introdução, mostrando a aplicação da mesma. Ao final há uma bibliografia básica. Uma outra mais aprofundada será publicada periodicamente em separado. 09. A Pré-Catequese, de responsabilidade da Pastoral Catequética, é um caminho formativo apresentado às paróquias, visando atender às necessidades dos catequizandos que ainda não estão na idade de ingresso no processo do Projeto Alicerce, buscando possibilitar ao catequizando um melhor preparo para o ingresso na Etapa 1. Tem a duração de 01 ano e nela ingressa-se na idade de 06 anos completos. 10. A Etapa 1, sob a responsabilidade da Pastoral Catequética, é o início do processo catequético. Nela se dá a acolhida ou a integração dos candidatos, na caminhada do Projeto Alicerce, estando organizada em 3 Módulos, cada um com um eixo temático (Batismo, Reconciliação e Eucaristia) com duração total de 3 anos (um módulo em cada ano). O catequizando estará apto para nela ingressar com, no mínimo, 7 anos completos. Nessa Etapa realiza-se a preparação para os Sacramentos do Batismo, da Reconciliação e da Eucaristia. Ou seja, os catequizandos que ingressam, na caminhada do Projeto Alicerce, aos 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16 e 17 anos completos, que ainda não foram batizados, ou que foram batizados mas não fizeram a Primeira Eucaristia, farão toda a Etapa 1. Após concluí-la, conforme a idade que tiverem na ocasião (vide tabela na Introdução da Etapa1) serão encaminhados para os Módulos da Etapa 2 (Perseverança) ou da Etapa 3 (Crisma); 11. A Etapa 2 é a chamada Perseverança, e está sob a responsabilidade da Pastoral Catequética. Ela desdobra-se em 3 Módulos temáticos (um em cada ano), também com duração de 3 anos, visando estabelecer uma ponte formativa entre a Primeira Eucaristia e a Crisma. Nela o catequizando fará a primeira parte da Mistagogia. 12. A Etapa 3 é a preparação para o Sacramento da Crisma. De responsabilidade da Pastoral da Crisma, ela é também constituída de 3 Módulos temáticos (um em cada ano), com duração de 3 anos. O primeiro módulo será feito somente pelos candidatos que não passaram pela Perseverança (vide introdução a referida Etapa). Nesta Etapa busca-se a capacitação do adolescente e do jovem para o Sacramento da Crisma e seu engajamento pastoral na Comunidade Igreja e na sociedade. Nela o crismando fará a segunda parte da Mistagogia. 13. Tendo em vista que um grande desafio eclesial para nossas comunidades paroquiais ainda é o engajamento para os adolescentes e jovens que terminam a Etapa 3, dando continuidade à formação permanente, e considerando que qualquer plano nesse sentido é importante que possua iniciativas em âmbito de pastoral de conjunto, este novo Projeto Alicerce traz um estágio pastoral para os crismandos: o referido estágio inicia no Módulo II e termina ao final do Módulo III da Etapa 3 (Crisma). 14. A Iniciação Cristã de Adultos, chamada neste projeto de Catequese com Adultos, de responsabilidade da Pastoral Catequética, inicia-se aos 18 anos. Tem a duração mínima de 1 ano. Seu conteúdo, metodologia e forma de aplicação, está firmado nos moldes do Rito de Iniciação Cristã de Adultos e das orientações da catequese no Brasil. 15. A Catequese com Portadores de Deficiências, tendo em vista as peculiaridades do trabalho, terá seu conteúdo, metodologia e forma de aplicação contemplados em um subsídio diocesano publicado à parte do Projeto Alicerce, pois se trata de uma caminhada específica. 16. É indispensável garantir o conteúdo apresentado pelo Projeto Alicerce; entretanto além dos encontros do conteúdo programático, o Projeto Alicerce possibilita trabalhar mais encontros, visto que, no decorrer de 1(um) ano, temos a oportunidade de aplicar mais ou menos 32 encontros, já descontados os feriados que se "emendam". Desse modo, através de tais encontros extras, leva-se o catequizando a acompanhar a dinâmica paroquial e do Ano Litúrgico, prevendo encontros sobre a Campanha da Fraternidade, Padroeiro, Páscoa, Corpus Christi, Vocações, Missões e Dia Nacional da Juventude (este para catequizandos da Etapa 3, Crisma). Na Introdução, no inicio de cada Etapa, há uma explicação de como inserir esses encontros.

9 9 17. A metodologia utilizada pelo catequista é um instrumento importante para se atingirem os objetivos. A proposta do Projeto Alicerce é no âmbito construtivista: são Encontros Catequéticos, fazendo uso de dinâmicas e outros recursos pedagógicos, onde se valorize também o que o catequizando já traz de conhecimento, numa interação fé-vida. Antes de tudo, é preciso esclarecer algumas coisas: :: Técnicas são dinâmicas, trabalhos em grupos, pesquisas, plenários, debates, painéis, exposição oral, sociodramas, entrevistas, etc.; :: Recursos são gravuras, lousas, vídeos e DVDs, manuais, etc.; :: Método é um procedimento planejado, dinâmico, em vista de um objetivo. Ele é a coluna vertebral, o fio condutor do processo catequético, pois é ele que expressa a visão e a caminhada da pastoral. O método que o Projeto Alicerce propõe tem as seguintes características: :: Organização da catequese em ambientes catequéticos de 20 catequizandos, para que não fiquem somente nos estudos, mas tornem-se comunidades de vida, que levem ao compromisso; :: Procura-se partir da realidade, dos questionamentos, da vivência dos catequizandos, iluminando com a Palavra de Deus; :: Faz-se a interação fé-vida; :: Usa-se a participação e o diálogo; :: Dá-se importância as atividades em grupo; :: Pratica-se o método Ver-Julgar-Agir ou Ação-Reflexão-Ação, pois facilita a compreensão do que se trabalha; :: Realiza-se encontros catequéticos com a duração mínima de uma hora e trinta minutos, para que o catequista possa fazer com maior tranquilidade seu trabalho. 18. Na aprovação e encaminhamento para o Sacramento, ou a Etapa seguinte, além da participação nos encontros, interesse, aproveitamento e cumprimento da Etapa, observa-se maturidade de caminhada do catequizando e os motivos de ausência (daí ser necessário alguma forma de controle de frequências). 19. O Projeto Alicerce não proíbe fazer controle de frequências, nem impede que a comunidade paroquial tenha critérios de aprovação de seus catequizandos. Ele propõe, na verdade, formas melhores de se fazer isso. Mas é preciso distinguir bem as coisas, pois muitos catequistas por não saberem trabalhar além do método tradicional, tomam atitudes extremas: ou se apegam ao tradicional e rejeitam toda a nova prática, ou adotam a nova prática, mas como desculpa para tornarse relaxado em seu trabalho. E isso é facilmente notado quando se refere a frequências e aprovações. Para essa proposta dar certo, é preciso: :: O empenho dos catequistas no trabalho catequético; :: Observar corretamente a metodologia do Projeto Alicerce; :: Além das visitas as famílias, que todo catequista deve fazer, promover reuniões periódicas com os pais, onde eles lhes seja apresentado o modo de trabalhar do Projeto Alicerce e também o progresso de seus filhos. 20. A Equipe do Projeto Alicerce procurará produzir subsídios para a aplicação de temas cujo assunto não se encontre facilmente, bem como publicará uma bibliografia dos temas, que será renovada a cada 2 anos. 21. É importante o catequista explicar aos pais o porquê desse tempo de caminhada catequética, que constitui o Projeto Alicerce, pois muitos pais ainda possuem mentalidade sacramentalista, querendo que o filho receba o Sacramento no menor tempo possível. E a fala do catequista vai ser mais eficaz se ele(a) já vestiu a camisa do Projeto Alicerce, isto é, se pessoalmente ele(a) procurou assumir o referido Projeto. 22. A formação constante dos catequistas deve ser priorizada pelas paróquias, envolvendo também a assessoria dos padres, tanto em subsidiá-los, quanto em viabilizar uma formação com profissionais especializados.

10 Os Monitores de Crisma (antigo modo de se referir aos responsáveis pelos encontros de Crisma) são, na verdade, Catequistas de Crisma (e assim devem hoje serem chamados). Por isso, além da formação específica que recebem na Pastoral da Crisma, devem aproveitar a contribuição metodológica de outras instâncias da Igreja que trabalhem com juventude (pastorais e movimentos), buscando, além disso, uma formação conjunta com os candidatos à Pastoral Catequética. A Pastoral da Crisma e a Pastoral Catequética devem realizar esforços nesse sentido. 24. Aplicação do Novo A) Pergunta: Diante das novas mudanças, como faremos as matrículas (as inscrições) com situações e idades variadas? Resposta: Tudo que é novo causa desconforto até nos acostumarmos. A primeira coisa a fazer é ler as Orientações Gerais e as Introduções de cada Etapa: lá está tudo muito bem explicado. Outra coisa importante: nas paróquias onde houver coordenações diferentes para a Catequese e a Crisma, estas devem conversar e programarem as matrículas. Além disso, com base no exposto acima, a Equipe Diocesana do Projeto Alicerce elaborará todo ano um Guia das Inscrições, para as coordenações paroquiais. B) Pergunta: Quem iniciou, está no meio ou está terminando alguma Etapa do Projeto Alicerce antigo, como faz? Resposta: Termina essa etapa no antigo e pode iniciar a próxima no novo, conforme as Orientações Gerais e as Introduções às Etapas, do atual Projeto Alicerce. C) Pergunta: Quem terminou a Etapa 1 no Projeto Alicerce antigo, vai ser encaminhado para onde? Em qual Etapa? Resposta: Se este catequizando terminou a Etapa 1 no ano anterior ao da matrícula (por exemplo: terminou a Etapa 1 em Novembro de 2008 e está se inscrevendo para 2009), veja na tabela 4 na Introdução da Etapa 1, para ver se ele vai para módulos da Perseverança ou da Crisma para fazer a Mistagogia, conforme a idade que tiver. Exemplo: :: Se possui 13 anos completos, será encaminhado ao Módulo III da Etapa 2 (Perseverança); :: Se possui 14 anos completos, será encaminhado ao Módulo I da Etapa 3 (Crisma) para compensar a impossibilidade (por causa da idade) de fazer a Perseverança. D) Pergunta: Quem terminou a Etapa 2 (Perseverança) no Projeto Alicerce antigo, mas não tem 14 anos, pode ser encaminhado para a Crisma? Resposta: Sim, pois ele vem da caminhada, do processo. E, como já fez a Perseverança, deve ser inscrito no Módulo II da Etapa 3 (Crisma). 25. Finalmente, lembramos aos catequistas a observância das Orientações acima, das Introduções das Etapas, bem como das Diretrizes Diocesanas da Pastoral Catequética e Pastoral da Crisma, elementos essenciais para o sucesso da aplicação de toda esta versão Projeto Alicerce.

11 11 ETAPA 2 PERSEVERANÇA MISTAGOGIA 1 Introdução Primeira parte do tempo final do processo de iniciação. É um caminho de aprofundamento da experiência sacramental e progressiva inserção em Cristo e na Igreja (RICA 37-40). Para os que ainda não possuem a idade para a Etapa 3 (Crisma), que é 14 anos completos, eles farão este tempo na Perseverança. A presente Etapa traz uma nova experiência: os catequizandos pré-adolescentes e adolescentes irão refletir acerca das suas vivências humanas e aprofundar um pouco mais a sua visão religiosa, a partir de uma reflexão sobre os Sacramentos da Unção dos Enfermos, do Matrimônio e da Ordem. Eles terão, nesta Etapa, entre 11 e 13 anos. 01. Ingresso nesta Etapa 2: Ingressará nesta Etapa 2 todo catequizando que já concluiu a Etapa 1 do Projeto Alicerce. Conforme a idade do candidato, ele será encaminhado para um dos três módulos, conforme tabela abaixo: Tabela 5: Ingresso, após a Etapa 1, para realizar a Mistagogia I (Perseverança) Idade após terminar a Etapa 1: Será encaminhado para o (a): 10 e 11 anos completos Módulo I da Etapa 2 (Perseverança) 12 anos completos Módulo II da Etapa 2 (Perseverança) 13 anos completos Módulo III da Etapa 2 (Perseverança) 14, 15, 16 e 17 anos completos Não fará a Perseverança por causa da idade: será encaminhado ao Módulo I da Etapa 3 (Crisma) 18, 19, 20 Não fará a Perseverança por causa da idade: será encaminhado à Catequese com Adultos 02. Estrutura da Etapa 2: :: Módulo I: Este Módulo tem como eixo temático uma reflexão articulando fé vida. Busca dar aos catequizandos elementos para aprenderem acerca da importância da vida, sob a luz da fé, culminando num conhecimento a respeito do Sacramento da Unção dos Enfermos. :: Módulo II: Sob o eixo temático da família, o catequizando irá conhecer a dinâmica familiar, iluminada pela fé, encontrando respostas para problemas que se levantam. Esta reflexão tem por ápice o conhecimento a respeito do Sacramento do Matrimônio. :: Módulo III: Aqui o eixo temático é a graça e a vocação. Nele o catequizando conhecerá o papel da graça na vida cristã, bem como a questão do chamado de Deus e da resposta humana. Este Módulo conclui com uma reflexão sobre o Sacramento da Ordem. :: Encontros Extras: Em todos os anos, além dos Módulos, teremos os seguintes encontros: Campanha da Fraternidade, 04 encontros; padroeiro(a), 01 encontro; Páscoa, 01 encontro; Corpus Christi, 01 encontro; vocações, 01 encontro; missões, 01 encontro; total: 09 encontros. São os chamados Encontros Extras.

12 Perfil dos Catequizandos: O(a) pré-adolescente de 11 a 13 anos, está passando por transformações físicas e psíquicas; sente curiosidade sobre o sexo oposto e preocupa-se com sua aparência; fala e questiona; prefere atividades em grupo; gosta de reflexões sobre temas atuais; não gosta do que é rotineiro; quer liberdade de ação; quer por perto quem lhes dê segurança, mas sem tratá-los como criança; vivencia os primeiros namoros e conflitos com sua sexualidade; descobre a Igreja como comunidade; acredita na oração e na ajuda de Deus. Desse modo, é importante o(a) catequista: :: Saber valorizar, orientar e respeitar as conquistas e descobertas deles; :: Promover dinâmicas, atividades e debates em que eles possam expor suas idéias; :: Organizar torneios e gincanas que dinamizem o momento formativo; :: Orientá-los nas dificuldades com os pais e com eles mesmos; :: Ensiná-los a serem responsáveis; :: Orientar suas dúvidas de fé e acerca da Igreja; :: Apresentar a comunidade cristã como caminho de buscas mais profundas; :: Apresentar Deus e Jesus Cristo como alguém em quem se pode confiar; :: Iniciar a questão da discussão vocacional Observações Finais: Finalmente, lembramos aos catequistas a observância da Introdução acima, das Orientações Gerais desta versão do Projeto Alicerce, bem como das Diretrizes Diocesanas da Pastoral Catequética e Pastoral da Crisma, elementos essenciais para o sucesso da aplicação deste período formativo e de todo o Projeto Alicerce. 11 Adaptado de Gil, Paulo Cesar Quem é o Catequizando? Cadernos Temáticos para Evangelização nº 6, Petrópolis, Vozes, p. 45 a 52

13 13

14 14 01º Tema: Acolhida 12 (Gl 2, 19-20) Objetivo: Apresentar ao catequizando que a vida cristã é marcada pela interação entre fé e vida. Conteúdo do Encontro: Mostrar que as palavras fé e vida estão intimamente ligadas e que tal interação será trabalhada nos encontros deste módulo, pois a vida reconhece, pela fé, o olhar amoroso de Deus para a sua história. A fé ilumina o sentido da vida que se vê orientada a Deus e a vida enriquece a cada dia essa fé que é dom de Deus, quando assim adere a Cristo e passa a caminhar com Ele. Ver Oração Inicial: Liturgia da Semana (Domingo): Leitura: (Gl 2, 19-20) Iluminar Texto: NÃO VIVO SÓ Você já se imaginou?... Você sem pai, sem mãe, sem irmãos, amigos* sem ninguém!... Sozinho mesmo! E daí? Daí que a gente ia morrer de medo, de fome, de frio, de falta o, de falta de Amor. Entendeu agora? E ainda bem que eu não vivo. Tenho você que é meu amigo, meus pais, meus irmãos, meus colegas de escola. Hum, eu t... Ah! Ia me esquecendo. Tenho minhas coisas de estimação e meu cachorrinho <nome>. Que bom a gente não ser só. Melhor ainda quando a gente se dá conta e passa a valorizar as pessoas e as coisas que povoam o nosso mundo. Outro dia perdi uma caneta dourada. Foi um presente de aniversário, de um amigo. Como revirei tudo para achá-la! Muitas vezes a gente só valoriza quando perde, não é? Ainda bem que não foi preciso perder todo mundo para valorizarmos as pessoas e as coisas que nos cercam. De fato eu não vivo só. Não sou uma ilha cercada de gente por todos os lados". Porém, pode acontecer isso. A gente ter pai, mãe, irmãos, amigos, coisas... e contudo ser só, viver só, sozinho, na solidão. Para não acontecer isso, a gente tem de se ligar, criar pontes, criar laços, valorizar: ENXERGAR, SORRIR, OUVIR, ACOLHER, PERDOAR, AMAR Irmão N»ry 12 Diretório Nacional de Catequese. 13i, 15, 119; João Paulo II, Catechesi Tradendae. 56; Diretório Geral para a Catequese. 177; Catequese Renovada. 131.

15 15 Agir Entrevista: QUEM SOU EU Nome: Nascimento: Idade: Endereço: Telefone: Pai: Mãe: Estuda: Melhor Qualidade: Pior Defeito: O que mais gosto de fazer: Meu maior problema: Fico nervoso(a) ou irritado(a) quando: Sou Feliz?: O que mais desejo na vida?: O que me deixa triste?: O que mais preciso atualmente?: Meu Pai e eu?: Minha Mãe e eu?: Meus irmãos e eu?: O que mais gosto em meus amigos?: Como está minha perseverança depois da Primeira Eucaristia?: Leiam Jr 1, 4-10 e discutam: Qual o papel do adolescente no anúncio do Evangelho?

16 16 Celebrar VIRAR PELO AVESSO Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização Desenvolvimento: 1 Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas. 2 Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma. 3 Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo. 4 Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes. Avaliar 5 Passo: Analisar a dinâmica: O que viam? Como se sentiram? Foi fácil encontrar a saída? Porquê? Alguém desanimou? Porquê? O que isto tem a ver com o nosso dia a dia? Nossa sociedade precisa ser transformada? O que nós podemos fazer? Palavra de Deus: Ex 18, Sl 114(113) Avisos: Oração Final: Canto:

17 17 :: Santa Missa de Acolhida Na missa da catequese, ou em outra a juízo do pároco, busque-se receber os catequizandos destacando a importância da caminhada de aprofundamento na fé que estão iniciando.

18 18 02º, 03º, 04º e 05º Temas: Campanha da Fraternidade Objetivo: Levar os catequizandos a conhecerem e a participarem da temática da Campanha da Fraternidade. Quantidade de Encontros: 4 encontros, sendo um para cada tema. Conteúdo dos Encontros: Conforme o material próprio da Campanha da Fraternidade de cada ano. Ver Oração Inicial: Liturgia da Semana (Domingo): Reflexão: Iluminar O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário. A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais. Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária. Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a Campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 Regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades. Agir Celebrar Avaliar Avisos: Oração Final: Canto:

19 19 06º Tema: Páscoa Objetivo: Permitir aos catequizandos descobrirem o significado, símbolos e riqueza da Páscoa. Conteúdo do Encontro: Conforme material elaborado todo ano, pela Equipe Diocesana do Projeto Alicerce. Ver Oração Inicial: Liturgia da Semana (Domingo): Reflexão: Iluminar Quaresma A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV. Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais. Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma. Agir Qual o significado destes dias Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

20 20 O que os cristãos devem fazer no período da Quaresma? A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência. Ainda é costume fazer jejum durante a quaresma? Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades. O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado. Celebrar TEATRO: TENTAÇÕES A: Bom dia Pessoal. L: Bom dia Aninha. Olá crianças.! A: Que bom que estamos juntos novamente. Que saudades Luizinho... L: Também estou feliz de estar aqui de novo. ( Entra o Caio gritando procurando pelo Luizinho ) C: Luizinho... Luizinho... Estou procurando um amigo chamado Luizinho, ele é assim... bem moreninho. Me disseram que ele estava aqui. Vocês viram ele? L: To aqui Caio. C: Oh Luizinho te procurei pela cidade toda. O que você ta fazendo aí? L Estou na missa, você não está vendo? Aliás Caio estamos no meio de um teatro. C: O que?? Teatro, missa? Que bobagem é essa? Você não está vendo que dia lindo faz lá fora? Deixa de caretisse, vamos comigo que nós vamos nos divertir. L: Desculpe Caio, mas vou ficar por aqui mesmo. Porque você não fica também? C: Eu hein... To fora.. Fui... (Caio sai da igreja) A: Esse Caio é uma figura né Luizinho? L: É Aninha... sabe a ultima vez que eu saí com ele eu só me meti em confusão. A: Que coisa né... Você sabe que essa historia toda pode nos ajudar a entender o evangelho de hoje. L: Hum??? O que tem haver? Que eu saiba o evangelho de hoje foi sobre as tentações de Jesus no deserto. A: Então... O demônio não queria que Jesus fizesse a vontade do Pai e nos salvasse. Ele tenta Jesus para que pensasse só em si mesmo. L: Sei, mas e daí? A: Daí, que também nós somos tentados pois existe alguém que não quer que façamos a vontade de Deus.

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