UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. Thais Tiemi Mizutani

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. Thais Tiemi Mizutani"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Thais Tiemi Mizutani As dificuldades encontradas pelos professores e alunos no processo de ensino e aprendizagem de Ecologia em uma escola pública da cidade de São Paulo Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Presbiteriana Mackenzie. São Paulo 2010

2 1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Thais Tiemi Mizutani As dificuldades encontradas pelos professores e alunos no processo de ensino e aprendizagem de Ecologia em uma escola pública da cidade de São Paulo. Monografia apresentada ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, como parte dos requisitos exigidos para a conclusão do Curso de Ciências Biológicas modalidade Licenciatura. Orientador: Prof. Dr. Maria Helena de Arruda Leme São Paulo 2010

3 2 AGRADECIMENTOS Primeiramente agradeço aos meus familiares por tornar possível o meu acesso à faculdade. Agradeço à orientação da Profª Drª Maria Helena de Arruda Leme pelo apoio, paciência e ensinamentos. Ao meu grande amigo e amado Pietro Pires Santos que me acompanhou, ajudou e apoiou durante todo o trabalho, sem você eu não teria conseguido. A Patricia Pannia Guimarães e Karina Lie Wakassuqui que compartilharam as angústias, exames, trabalhos, prazos, disciplinas, partidas e estágios de licenciatura. Muito obrigada!

4 3 RESUMO A educação que deveria ter a função de formar cidadãos e ensinar cultura foi desmembrada em disciplinas desconectadas e descontextualizadas, prejudicando e dificultando o processo de ensino e aprendizagem de ecologia. O objetivo do presente trabalho foi analisar o processo de ensino e aprendizagem na educação de jovens e adultos (EJA), e analisar as dificuldades encontradas pelos alunos em aprender e os problemas enfrentados pelos professores em ensinar ecologia. Para isso aplicou-se questionários com professores e alunos de EJA de uma escola estadual de São Paulo. Os resultados dos questionários aplicados com os alunos revelaram que a maioria deles tem dificuldade em compreender a relação do tema estudado com o cotidiano, já o questionário aplicado com os professores revelou que a maior dificuldade encontrada é em ajudar o aluno a relacionar os termos científicos aos seus devidos significados. Portanto, de acordo com os resultados obtidos, tanto professor como aluno apresentam diferentes dificuldades, porém ambos desconhecem tais problemas por falta de dialogo entre eles. Dificultando assim a interação entre professor e aluno e o processo de ensino e aprendizagem.

5 4 ABSTRACT The Education that should have the function of forming citizens and teaching culture was split into disconnected disciplines and decontextualized subjects, hurting and hindering the process of teaching and learning of ecology. The objective of this present study was to analyze the process of teaching and learning in youth and adult education (EJA), and analyze the difficulties encountered by students in learning and the problems faced by teachers in teaching ecology. For this we applied questionnaires with teachers and students of adult education in a state school in São Paulo. The results of the questionnaires applied with the students revealed that most of them have difficulty in understanding the relationship of the studied theme with daily life, as the questionnaire applied to the teachers revealed that the major difficulty encountered is to help the students relate the scientific terms to their proper meanings. Therefore, according to the results, both teacher and student have different difficulties, but both don t know these problems through lack of dialogue between them. Thus hindering the interaction between teacher and student and the process of teaching and learning.

6 5 SUMÁRIO Introdução...6 Referencial teórico...8 Procedimentos metodológicos...16 Resultados...19 Análise...25 Considerações finais...29 Referencias bibliográficas...30 Apêndice Apêndice Anexo Anexo Anexo

7 6 INTRODUÇÃO A educação há muito tempo é considerada como instituição inicial e principal para a formação do indivíduo. Por ser de extrema importância e haver muitos problemas envolvidos no processo de educação, a escola se torna um local interessante de analise e pesquisa. Segundo Krasilchik (1996) a Biologia contribui para que o indivíduo compreenda a importância e os conhecimentos que a ciência e a tecnologia propiciam, além de que os conhecimentos biológicos contribuem para que o indivíduo tome decisões que levam em conta o papel do homem na biosfera. De acordo com o PCN+ (Parâmetros Curriculares Nacionais) de 2002 é importante aprender Biologia, pois isso amplia o entendimento sobre o mundo, o conhecimento a respeito de assuntos e permite que o aluno se posicione criticamente frente a questões polêmicas, como por exemplo, a redução da biodiversidade e o desmatamento. O ensino de ecologia nas escolas chama a atenção, pois pode ser trabalhado multidisciplinarmente além de também ser uma área interdisciplinar, no entanto percebe-se que o tema não é estudado junto de outras disciplinas. Esse fato poderia influenciar ou ser causa de dificuldades encontradas pelos alunos ao se deparar com o tema ecologia, pois este envolve uma série de relações dificilmente compreendidas sem um estudo em conjunto com outras matérias. A ecologia apresenta a interação entre os seres vivos, o estudo desse tema permite que os alunos compreendam o funcionamento do planeta e que a alteração dos componentes de um sistema gera complicações em outros. Também permite que os alunos reflitam sobre o fato de que o ser humano é um transformador ativo e passivo da natureza, e que desequilíbrios ocasionados por ele afetam a vida no planeta (BRASIL, 2002). De acordo com Fourez (2003) há duas visões sobre a finalidade do ensino de ciências, de um lado é importante ensinar porque são as melhores representações do mundo que temos, de outro as ciências são construções de representações ligadas a um contexto e uma finalidade. Para compreender os conhecimentos científicos faz-se necessário a contextualização e aplicação do conhecimento em situações simuladas ou reais (BRASIL, 2002). Fato que nem sempre acontece ao ensinar de biologia, dificultando o processo de ensino e aprendizagem de ecologia em específico.

8 7 Tendo em vista os problemas encontrados na educação e a importância que a ecologia apresenta o objetivo geral do presente trabalho foi analisar o processo de ensino e aprendizagem de jovens e adultos (EJA), e o objetivo específico foi analisar as dificuldades encontradas pelos alunos em aprender ecologia e os problemas enfrentados pelos professores em ensinar ecologia.

9 8 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O ensino e aprendizagem A sociedade tem atribuído à educação a função de selecionar os indivíduos mais capazes para seguir uma carreira universitária, desta forma justifica-se a valorização de determinadas disciplinas e matérias, no entanto, a escola deve formar cidadãos e cidadãs que não estejam parcelados a capacidades isoladas (ZABALA, 1998). De acordo com Solé e Coll (2006) é difícil discernir claramente o papel do ensino/ aprendizagem na educação, pois a multiplicidade e multicausalidade intervêm como variáveis, tornando o ensino/ aprendizagem imprevisíveis. A complexidade das variáveis que intervêm na área educacional, de acordo com alguns teóricos da educação, são difíceis de se controlar, pois na sala de aula muitas coisas acontecem rapidamente e de forma imprevista tornando-se difícil encontrar referências ou modelos de práticas educativas a serem seguidas (ZABALA, 1998). Para os autores Solé e Coll (2006) há quem defenda o acordo entre teoria e prática como um plano traçado previamente, e também existem aqueles que consideram as teorias como referenciais para se identificar problemas e vias de soluções para estes mesmos em uma proporção mais dialética, mas os autores afirmam que se aceitarmos que o ensino é uma atividade rotineira e estática, a existência das teorias se faz desnecessária, um livro de receitas bastaria para ensinar. Mizukami (1986) define esse tipo de ensino estático como tradicional, que basicamente consiste em o professor ser o centro do saber e o aluno ser o aprendiz que absorve as informações passadas pelo professor. Para Zabala (1998) a perspectiva tradicional de ensino coloca o professor no papel de detentor do saber e transmissor do conhecimento e o aluno tem papel de aprendiz se detendo apenas em memorizar e reproduzir o conhecimento que adquiriu, nesse tipo de ensino a aprendizagem não se altera, consiste-se apenas na reprodução de informações. Nesta modalidade de ensino estático é comum que os alunos copiem informações (que nem sempre são corretas) no caderno e realizem exercícios objetivos apresentados no livro didático, os quais pouco contribuem no que se diz respeito à melhora na compreensão do conhecimento científico, essa condição demonstra uma inutilidade do ensino de ciências (BIZZO, 2007). Carvalho (2006) concorda com Bizzo (2007) ao mencionar que as práticas de ensino-

10 9 aprendizagem tradicionais são centradas no professor e tem pouco ou nula participação do aluno, são planejadas visando o desejo de acertar, não contribuindo com a aprendizagem. De acordo com Solé e Coll (2006) não há instruções de como ensinar, as teorias utilizadas pelos professores têm função de catalisar perguntas reflexivas e análises sobre a prática do mesmo. Entretanto segundo um relato de caso apresentado por Rosa (2000) a expectativa dos professores reside em encontrar uma proposta, um método milagroso que faça seu aluno aprender. Isso não é algo diferente do que desejar que a mente dos alunos estivesse completamente em branco, para que os professores pudessem escrever nesse espaço aquilo que desejassem que seus estudantes aprendessem (MIRAS, 2006). Tanto a expectativa de um método milagroso como o desejo de o aluno ter uma mente como um quadro em branco tentam de certa forma eliminar o erro, o que é problemático pois de acordo com Pechliye e Trivelato (2005) o erro dos alunos precisa ser valorizado e considerado, pois faz parte do processo de construção do conhecimento e por ele permitir avanços na qualidade do ensino e aprendizagem. Solé e Coll (2006) afirmam que a construção do conhecimento feita pelo aluno depende da ajuda que recebeu do seu professor e do que lhe foi dito no processo de aprendizagem. Compreende-se então, que as práticas do ensino tradicional são focadas no desejo de acertar, não contribuindo assim para o êxito na aprendizagem e levando ao insucesso escolar que conseqüentemente leva ao fracasso acadêmico, que de acordo com alguns educadores existe a tendência de se assumir que é culpa do aluno, que não é inteligente, é indisciplinado, defasado, oriundo de famílias pobres, sem exemplos domésticos a serem seguidos (CARVALHO, 2006). Para Rosa (2000) essa concepção de ensino super-valoriza o conhecimento teórico e retira as chances do professor de elaborar suas próprias reflexões. Solé e Coll (2006) afirmam que o professor precisa contar com a experiência cotidiana, reflexão e referenciais teóricos, que servem como um guia que fundamentam e justificam suas ações. Pechliye e Trivelato (2005) mencionam que quanto à reflexão pressupõe-se a união da teoria com a prática e a aplicação de situações problemas, que podem causar dilemas, dúvidas e incertezas que são importantes para a construção do conhecimento, a tomando como ponto de partida a interação e o diálogo entre professor e aluno, compreende-se que refletir é também utilizar as idéias do outro para continuar a elaborar idéias próprias.

11 10 Retirar a possibilidade de reflexão do professor é um aspecto negativo, pois o pensamento reflexivo é importante na capacidade de dar significado a objetos e acontecimentos da vida, de desenvolver esses significados e mudá-los no decorrer do processo de educação, além de que com a reflexão o professor pode realizar mudanças que mesmo podendo ser individuais acabam envolvendo a escola (PECHLIYE e TRIVELATO, 2005). De acordo com Carvalho (2006) novas técnicas de aprendizagem e de desenvolvimento humano têm demonstrado que podem tornar a escola um espaço agradável de convivência e construção de conhecimento. Solé e Coll (2006) apresentam as idéias do ensino construtivista que levam consigo o fato de que a escola torna acessível aos alunos o contato com aspectos culturais fundamentais no desenvolvimento pessoal, que intervêm no processo de aprendizagem ao postular que aprender não é copiar, e sim, conseguir elaborar uma representação pessoal sobre um objeto ou conteúdo, sendo o aluno ativo na aprendizagem construindo assim, seus próprios conhecimentos. Para Pechliye e Trivelato (2005) sob uma concepção construtivista, ensinar é dar ferramentas para os alunos construírem e aplicarem novos conceitos à realidade pessoal, enquanto aprender é utilizar aquilo que se compreendeu em situações cotidianas e relacionar um conhecimento com outros. Além disso, o aprendizado acontece a partir da aproximação do conteúdo com as experiências, conhecimentos formados anteriormente e interesses do aluno, essa aproximação não acontece ao acaso (SOLÉ e COLL, 2006). Há sugestões que as idéias de Miras (2006) coincidem com a concepção de Solé e Coll (2006) e Pechliye e Trivelato (2005) sobre o ensino e aprendizagem, e acrescenta que os conhecimentos formados anteriormente pelos alunos são essenciais para a construção do novo conteúdo, pois é através da relação entre estes saberes prévios com as informações adquiridas que se constrói um novo conhecimento. Segundo Carvalho (2006) os indivíduos são únicos e cada um deles possui dificuldades e afinidades, portanto a aprendizagem e a participação varia de pessoa para pessoa. Como a aprendizagem depende das características pessoais, do ritmo e das motivações e interesses individuais, a forma mais adequada de ensino a ser utilizada tende a variar segundo as necessidades do aluno (ZABALA, 1998). Isso confirma a idéia de Solé e Coll (2006) sobre não haver um livro de receitas para ensinar, há teorias que são instrumentos de análise e reflexão sobre como se ensina, como se aprende e enriquecem a aprendizagem e o ensino, mas cabe ao

12 11 professor escolher o melhor material didático disponível para abordar determinado conteúdo escolar, levando em conta a realidade dos alunos além da sua própria condição (BIZZO, 2007). No entanto as ações pedagógicas são baseadas em um aluno padrão que serve de modelo para os demais, quando há estudantes com dificuldades de aprendizagem os professores se sentem ameaçados e resistentes a mudanças (CARVALHO, 2006). De acordo com Rosa (2000) alterações na educação não dependem apenas de mudanças individuais, entretanto toda transformação é difícil, pois envolve energia física, mental, emocional e junto dela vem a insegurança e o medo do desconhecido criando uma resistência. As mudanças de atitudes frente ao trabalho desenvolvido nas escolas são necessárias, porém é uma barreira difícil de ser removida, pois se trata de uma ação que é realizada de dentro para fora e não depende apenas de vontades e atitudes individuais, pois é dever de todos romper com as barreiras na educação (CARVALHO, 2006). O ensino de Ecologia Aprender biologia na escola básica permite ao aluno compreender a forma que o ser humano se relaciona com a natureza além de ampliar seu entendimento sobre o mundo vivo, para isso, no ensino fundamental os estudantes devem ser estimulados a observar e conhecer os fenômenos biológicos, os seres vivos, sua saúde e conhecer a utilização dos produtos científicos (BRASIL, 2002). Os Parâmetros curriculares nacionais de ciências para o ensino fundamental de 1998 determinam que o ensino de ciências desenvolva nos alunos as capacidades de: Compreender a natureza como um todo dinâmico e o ser humano como agente transformador do mundo; Relacionar os conhecimentos científicos e tecnológicos no mundo atual; Compreender a tecnologia como meio de suprir as necessidades humanas; Compreender a saúde pessoal, social e ambiental;

13 12 Diagnosticar, formular questões e soluções para problemas reais, colocando em prática os conceitos, procedimentos e atitudes desenvolvidos no aprendizado escolar; Saber comparar e utilizar conceitos científicos básicos, combinar observações, leituras, informações e experimentações. Valorizar o trabalho em grupo e a cooperação para a construção coletiva do conhecimento. Para Krasilchik (1996) o ensino de biologia tem função de analisar o processo de investigação científica, implicações sociais da ciência e ensinar conceitos básicos a fim de preparar os jovens para enfrentar e resolver problemas, como por exemplo, preservação do ambiente e aumento da produtividade agrícola. De acordo com Fourez (2003) defende-se a idéia de que os cursos de ciências têm função de tornar os alunos capazes de ler o mundo, mas por outro lado, os estudantes ficam freqüentemente isolados dentro de sua própria bolha em uma sociedade isolada por medo de conflitos, se deixarmos os alunos confinados em seu próprio mundo eles ficarão a mercê da ideologia dominante, portanto faz-se necessário a construção de um ensino de ciências que aproxime e convide o aluno a entrar no universo científico. As escolas brasileiras tradicionais têm pequena ligação com a comunidade, uma nova visão do ensino de biologia propiciará uma comunicação entre estes dois setores da sociedade, envolvendo os alunos em discussões de problemas que fazem parte da sua própria realidade (KRASILCHIK, 1996). Isso é um aspecto benéfico, segundo Fourez (2003) o aluno tem a impressão de que querem obrigá-lo a ver o mundo com os olhos de um cientista, sendo que para ele um ensino de ciências que o ajudasse a entender o mundo ao qual ele faz parte, lhe faria mais sentido. De acordo com Brasil (1998) é função da escola valorizar, revisar e enriquecer os conhecimentos dos alunos, de modo que, os problemas ambientais que são divulgados por meios de comunicação não asseguram que as informações e conceitos científicos serão mantidos, como por exemplo, o uso do termo ecologia como sinônimo de meio ambiente.

14 13 A Ecologia é uma ciência recente e em expansão, que tem buscado refletir e tentado resolver os problemas humanos, têm como princípio a responsabilização de reconhecer as carências de todos os seres vivos, além disso, ensinar ecologia tem um sentido mais amplo quando a humanidade compreende sua relação com o ambiente e se questiona sobre seu papel de degradação e de conservação (MOTOKANE, 2000). Segundo Brasil (1998) os conceitos e informação da Ecologia são extremamente importantes para a temática ambiental que estuda as relações entre os organismos vivos e os componentes do espaço em que estes organismos habitam, para o estudo das relações há o enfoque em temas como produção, consumo e decomposição, cadeias e teias alimentares, ciclo de materiais, fluxo de energia, meio ambiente entre outros. Ao tratar de meio ambiente se fala apenas de aspectos biológicos e físicos, no entanto como o ser humano faz parte do meio, outras relações podem ser estabelecidas como sociais, culturais etc (MOTOKANE, 2000). Com esta intersecção de várias áreas do conhecimento diz-se que a ecologia é uma área de conhecimento interdisciplinar (BRASIL, 1998). Apesar de a Ecologia ser considerada uma área de conhecimento interdisciplinar, a falta de integração entre ela e as outras áreas do conhecimento é uma grande fonte de dificuldades no aprendizado de biologia, isso acontece porque o conteúdo é dividido e não há oportunidade para os alunos relacionarem os mesmos a fim de dar coerência aos fatos e conceitos aprendidos (KRASILCHIK, 1996). A autora cita a Ecologia como exemplo desta falta de integração entre os conhecimentos e diz que cabe ao professor mostrar as relações entre os conceitos de modo que formem um conjunto conexo. Para Fourez (2003) a questão da interdisciplinaridade é complicada, pois raramente ensina-se como intervir e resolver situações problemáticas junto de outras áreas do conhecimento, acarretando em uma prática sem reflexão. Lembrando que a importância do pensamento reflexivo é a capacidade ilimitada de transmitir significados a acontecimento da vida e objetos que mudam continuamente no processo de construção do conhecimento (PECHLIYE e TRIVELATO, 2005). Segundo Motokane (2000) a ecologia tem passado por transformações, discussões e ampliações no foco de ação, durante longos anos confundiu-se a ciência ecologia como um movimento voltado para transformação social. De acordo com Krasilchik (1996) há educadores

15 14 que envolvem a ecologia no sentido acadêmico e tradicional, também existem teóricos da educação que a envolvem em questões econômicas e sócio-políticas e ainda há aqueles que a classificam como um aspecto artístico. Mas sabe-se que aprender/ ensinar ecologia é uma preparação para o exercício da cidadania, tomar decisões e resolver problemas ambientais demandam do aluno que (re) utilizem e (re) elaborem o que aprenderam (MOTOKANE, 2000). Dependendo do que se ensina e de como é ensinado e das atitudes do grupo social que freqüenta a aprendizagem de ciências, a mesma tende a ser acompanhada de sentimentos como ansiedade e medo do fracasso, ao invés de tentar eliminar esses sentimentos os professores podem trabalhar para assegurar o sucesso na aprendizagem, reforçando a idéia de que sucesso é o processo de superação das dificuldades (BRASIL, 1998). Entretanto as dificuldades às vezes ocorrem porque em ecologia há muitos conteúdos e abordagem que podem ser trabalhadas e os conceitos ecológicos são importantes na alfabetização ambiental, tornando difícil selecionar o que ensinar e muitas vezes isso atrapalha o professor (MOTOKANE, 2000). Além disso quando os professores não conseguem transmitir com clareza e de forma interessante suas idéias sentimentos de apatia e antagonismo são estabelecidos, impedindo a relação entre o professor e aluno, criando assim uma barreira para o aprendizado (KRASILCHIK, 1996). Uma barreira entre o aluno e o professor é um fator problemático na educação, pois segundo Pechliye e Trivelato (2005) a partir da interação entre professor e aluno que o conhecimento é (re) construído. Por isso existe a necessidade que os professores localizem nos alunos, a origem das dificuldades de aprendizagem que manifestam. (CARVALHO, 2006). Uma dificuldade que pode ocorrer é a comunicação entre professor e aluno, pois ocorre por meio de via oral, textos ou imagens, os educadores cada vez mais tem consciência da dificuldade de comunicação por essas vias, seja porque os professores e os alunos tem diferenças na compreensão de códigos e valores, ou porque os meios de comunicação de massa limitam os jovens, enfim, os alunos têm problemas para compreender e comunicar suas idéias, por outro lado os professores não abrem espaço para ouvirem os alunos então não ficam sabendo como e o que eles estão pensando (KRASILCHIK, 1996).

16 15 Além disso, a maioria dos professores tem dificuldade de se aproximar da própria ciência Ecologia, pois não compreendem os avanços que ocorrem nessa área do conhecimento, não conhecem alguns termos ou não entendem a linguagem utilizada, isso acontece devido à falta de preparo na formação dos professores e consequentemente leva a dificuldades em ensinar os conceitos de ecologia (MOTOKANE, 2000).

17 16 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A fim de avaliar como o ensino de Ecologia está acontecendo em educação de jovens e adultos (EJA) e quais são as dificuldades encontradas pelos alunos ao aprender, além de averiguar quais os principais problemas encontrados pelos professores ao ensinar, foi feito um levantamento bibliográfico durante os meses de agosto e setembro a respeito do tema ensino de Ecologia. Um projeto foi escrito e avaliado pela comissão de ética. Após a aprovação foi aplicado um questionário com alunos (anexo 1) de uma escola estadual e com dois professores (anexo 2) que lecionavam na mesma escola durante o mês de outubro. A escolha da escola foi por afinidade ao local e funcionários que já eram conhecidos antes da aplicação dos questionários, pois foi na mesma que realizaram-se os estágios obrigatórios de licenciatura. Optou-se pela aplicação de questionários, pois segundo Pádua (1998) o questionário, por ser constituído de perguntas fechadas, tende a ser o instrumento de pesquisa mais adequado à quantificação dos resultados, pois são mais fáceis de codificar e tabular, possibilitando comparações com outros dados relacionados ao tema pesquisado. Esse questionário primeiramente foi apresentado à direção da escola após ter-se encaminhado de uma carta de informação à instituição (Apêndice 1), nela constou os objetivos do trabalho e outras informações importantes para a realização do mesmo. Os mesmos objetivos estavam presentes no próprio questionário e na carta de informação ao sujeito de pesquisa (Apêndice 2), estes, que foram apresentados aos alunos. A professora cedeu a aula para a aplicação do questionário, mas eles foram aplicados durante os intervalos de aula de modo que só utilizou-se o começo das aulas de biologia quando o tempo do intervalo não foi o suficiente para que os alunos respondessem o questionário. É importante salientar que o questionário foi voluntário e anônimo. O questionário para os alunos foi organizado da seguinte maneira: A questão 1 e 2 são para caracterizar o aluno, a questão 1 teve a função de verificar em qual faixa etária ele se encontra, pois as salas onde os questionários foram aplicados eram de educação de jovens e adultos, deste modo, as idades são muito variadas. Já a questão 2 teve objetivo de delimitar a série dos alunos analisados de forma que apenas estudantes do primeiro ano do ensino médio respondessem o questionário, essa seleção foi assim executada pois

18 17 subentende-se que os alunos do 1º ano já estudaram algum tema de ecologia pois já se formaram no ensino fundamental. As questões 3 e 4 tiveram função de verificar se realmente o aluno estudou algum tema de ecologia no ensino fundamental ou em algum momento de sua vida escolar, além disso a questão 4 pode definir se o aluno se recorda dos temas relacionados à ecologia. A questão 5 teve objetivo de pontuar as dificuldades encontradas pelos alunos que se lembram de ter estudado temas ligados a ecologia. Na alternativa Dificuldades de compreensão devido à metodologia de ensino utilizada entende-se que metodologia de ensino utilizada é o uso exclusivo de aulas expositivas. Esta é uma das questões mais importantes porque o objetivo do trabalho se pauta exatamente nos problemas que os alunos encontram em aprender ecologia. Na questão 6 é averiguado se o aluno estudou ou tem conhecimento dos temas de ecologia, mesmo não se recordando ou associando esses a esta área da biologia. A questão 7 teve objetivo de pontuar as dificuldades encontradas pelos alunos que estudaram os temas de ecologia mas não a associam com esta área da biologia. A questão 8 teve função de definir qual meio de informação o aluno tem mais facilidade de associar o conteúdo, afim de apontar modos de melhorar o aprendizado do estudante. Na questão 9 buscou-se revelar qual o assunto dentro da ecologia que mais interessa os alunos. A função da questão 10 foi verificar qual o meio que o estudante utiliza para se informar sobre ecologia, além de tentar-se também analisar o potencial educacional do ensino não formal perante o sistema clássico de ensino. Isso serve para apontar onde aquele estudante que não estudou ecologia, mas a conhecia adquiriu tal conhecimento. O questionário para o professor está organizado da seguinte forma: As questões de 1 a 3 tiveram função de caracterizar o professor. A função das questões 4 e 5 foram respectivamente verificar se os professores ensinam ecologia em suas aulas de biologia e quais são os temas que costumam ensinar. A questão 6 teve função de saber se na visão do professor os conhecimentos de ecologia auxiliariam no cotidiano do aluno. A questão 7 perguntava, na visão do professor, se os alunos de uma maneira geral se interessam por temas ligados a ecologia.

19 18 As questões 8 e 9 eram questões abertas, a questão 8 teve função de verificar quais são as dificuldades encontradas pelo professor ao ensinar ecologia. Na questão 9 verificou-se quais são as maiores dificuldades encontradas pelos alunos em aprender ecologia na visão do professor.

20 19 RESULTADOS O questionário (anexo 1) foi aplicado em um 1 ano do ensino médio de educação de jovens e adultos (EJA) de uma escola pública de São Paulo com a finalidade de analisar as dificuldades encontradas pelos alunos em aprender ecologia e as dificuldades encontradas pelos professores em ensinar a disciplina. Durante os intervalos de aula os alunos foram abordados, no total, 30 alunos responderam ao questionário. Como já explicado anteriormente as questões 1 e 2 tiveram o objetivo de caracterizar o aluno. Como resultado a idade dos participantes do primeiro ano do ensino médio variou de 19 a 70 anos, sendo mais frequente entre 21 e 35 anos. Na questão 3 foi perguntado se o alunos já haviam estudado algum conteúdo, algum tema de Biologia relacionado à ecologia. 58% dos alunos responderam que não e 42 % que sim. Perguntou-se então na questão 4 qual o tema estudado, as respostas obtidas foram: Ecossistema, Biodiversidade, Ecologia ambiental, Aquecimento global e Seres vivos. Sendo Biodiversidade a mais freqüente seguida de Ecossistema. Após escreverem quais os temas estudados na questão 5 perguntou-se quais as dificuldades encontradas pelos alunos ao estudar o tema Ecologia, como pode-se observar na figura 1 a maior dificuldade encontrada pelos alunos é compreender a relação do tema com o diaa-dia.

21 20 Quais dificuldades teve ao estudar o tema Ecologia? Dificuldade em entender os nomes ou termos utilizados Compreender a relação do tema com o dia-a-dia Dificuldade de compreensão devido á meodologia de ensino utilizada Não gosta do assunto Nenhuma 11% 17% 17% 22% 33% Figura 1 - Frequência (em porcentagem) das dificuldades encontradas pelos alunos que já estudaram o tema Ecologia. A questão 6 era destinada aos alunos que responderam não na questão 3, nele havia opções de temas que podem ter sido estudados pelos alunos em biologia. Nessa questão como já anteriormente explicada teve função de verificar se os alunos estavam aprendendo conteúdos que são ensinados em Ecologia, apesar de não associar os conteúdos a esta área da Biologia. Como pode ser observado na figura 2 os alunos estão aprendendo os conteúdos ensinados em Ecologia sem associá-los a mesma, o tema mais estudado pelos alunos foi relação entre os seres vivos e o ambiente e daqueles que responderam o questionário ninguém assinalou que nunca havia estudado nenhum dos temas listados.

161 162 163 164 165 166 167 168 ANEXO C Carta de Informação e Termo de Consentimento Livre e Esclarecido 169 CARTA DE INFORMAÇÃO À INSTITUIÇÃO Esta pesquisa se propõe a estudar aspectos peculiares da inclusão

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar Mariely Rodrigues Anger 1 Ana Carla Ferreira Nicola Gomes 2 Jussara Aparecida da Fonseca 3 Resumo: Apresentam-se

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Fabiano Fialho Lôbo Universidade Federal de Pernambuco fabiano_lobo@yahoo.com.br Luciana Rufino de Alcântara Universidade

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ.

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. Alessandra da Costa Marques; Najara Siva; Lúcia Maria Assunção

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA.

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA. De acordo com às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado, submeto à apreciação de V.Sª o plano de aula que foram desenvolvidas no Estágio de Licenciatura em Matemática no período de

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1 Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 Ana Luiza Araujo COSTA anaepietro26@gmail.com Maria Simone

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

História e ensino da tabela periódica através de jogo educativo

História e ensino da tabela periódica através de jogo educativo História e ensino da tabela periódica através de jogo educativo Caroline Gomes Romano e-mail: carolgromano@hotmail.com Ana Letícia Carvalho e-mail: anale.carvalho03@gmail.com Isabella Domingues Mattano

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Pedro Henrique SOUZA¹, Gabriel Henrique Geraldo Chaves MORAIS¹, Jessiara Garcia PEREIRA².

Leia mais

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual Tuane Telles Rodrigues 1 Letícia Ramires Corrêa 2 Resumo: Durante nossa vida acadêmica estamos em constante aperfeiçoamento,

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR.

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. Jonas da Silva Santos Universidade do Estado da Bahia UNEB DEDC XV jonasnhsilva@hotmail.com jonas.ss@inec.org.br

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES Marcos Aurélio Alves e Silva- UFPE/CAA Alcicleide Ramos da Silva- UFPE/CAA Jucélia Silva Santana- UFPE/CAA Edelweis José Tavares Barbosa- UFPE/CAA

Leia mais

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO ISSN 2316-7785 PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO RESUMO Karen Rodrigues Copello Universidade Federal de Santa Maria karen_keruso@hotmail.com Debora Silvana Soares Universidade

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1734 de 06/08/2001, D.O.U. de 07/08/2001

Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1734 de 06/08/2001, D.O.U. de 07/08/2001 ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA: EDUCAÇÃO FÍSICA (Portaria de Reconhecimento nº 428 de 28 de julho de 2014) E PEDAGOGIA (Portaria de Reconhecimento nº 286 de 21 de dezembro de 2012) ORIENTAÇÕES

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE Nazaré do Socorro Moraes da Silva Universidade do Estado do Para/UEPA Secretaria Executiva de Educação/SEDUC nazaresocorro@hotmail.com Elise Cristina Pinheiro

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL JÚNIOR/2013 Mostra de Trabalhos do Ensino Fundamental ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL Novo Hamburgo, abril de 2013. 1 APRESENTAÇÃO Estas orientações foram elaboradas baseadas

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA Telma Aparecida de Souza Gracias Faculdade de Tecnologia Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP telmag@ft.unicamp.br

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas DOMÍNIO E IMAGEM DE UMA FUNÇÃO: UMA ABORDAGEM POR MEIO DO JOGO BINGO DAS FUNÇÕES Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio (EMAIEFEM) GT 10 ADELSON CARLOS MADRUGA Universidade

Leia mais

NA POSTURA DO PROFESSOR, O SUCESSO DA APRENDIZAGEM

NA POSTURA DO PROFESSOR, O SUCESSO DA APRENDIZAGEM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 NA POSTURA DO PROFESSOR, O SUCESSO DA APRENDIZAGEM Marina Muniz Nunes: É inegável que determinadas ações e posturas do professor, tal como

Leia mais

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE INTRODUÇÃO Lucas de Sousa Costa 1 Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará lucascostamba@gmail.com Rigler da Costa Aragão 2

Leia mais

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO Tatiana Galieta (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Introdução

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais- IFSULDEMINAS Universidade

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Letramento Matemático; Reforço Escolar; SAERJINHO.

LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Letramento Matemático; Reforço Escolar; SAERJINHO. LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR Agnaldo da Conceição Esquincalha PUC-SP/PUC-Rio/Fundação CECIERJ aesquincalha@gmail.com Resumo: Neste texto elenca-se um

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 CAMPUS CARAGUATUBA CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 PROFESSOR: ANDRESSA MATTOS SALGADO-SAMPAIO ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA A PRÁTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA

A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA Camila Nicola Boeri Universidade de Aveiro Portugal camilaboeri@hotmail.com Márcio Tadeu Vione IFMT - Campus Parecis - MT mtvione@gmail.com

Leia mais

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL Adriana do Nascimento Araújo Graduanda Pedagogia - UVA Francisca Moreira Fontenele Graduanda

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM Justificativa ABREU,Tamires de Sá 1 BARRETO, Maria de Fátima Teixeira² Palavras chave: crenças, matemática, softwares, vídeos.

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Projeto de formação de professores em Matemática Um projeto exclusivo

Leia mais

Aula 2: Projeto de pesquisa

Aula 2: Projeto de pesquisa 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 2: Projeto de pesquisa 1 O projeto de pesquisa O projeto de pesquisa é a base da organização do seu trabalho de pesquisa. Ao elaborar o projeto você organiza suas

Leia mais

PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS METODOLÓGICAS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL José Euriques de Vasconcelos Neto (UFCG); Dennis Cláudio Ferreira (UFCG) Resumo O atual sistema educacional tem buscado

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Eduardo Vargas Pereira (IC) 1*, Diego Soares de Moura (IC) 1, Caroline Pereira Dutra (IC) 1, Roberta Almeida dos Santos

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS.

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. N 430 - OLIVEIRA Eloiza da Silva Gomes de, ENCARNAÇÃO Aline Pereira da, SANTOS Lázaro ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. O Vestibular se reveste de grande

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I- DA EXIGÊNCIA - Resolução CNE/CP 1/ 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura,

Leia mais

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Educação Inclusiva ALUNO(A):Claudia Maria de Barros Fernandes Domingues MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 NÚCLEO REGIONAL: Rio

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS

A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS Prof. Dra. Simone Sendin Moreira Guimarães Instituto de Ciências Biológicas/ICB Universidade Federal

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO

EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO Elementos Textuais: INTRODUÇÃO: Introduzir significa apresentar. Descrever o trabalho baseando-se nas seguintes colocações: o quê fez, por que

Leia mais

> Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes

> Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes > Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), inicialmente, tinha como objetivo avaliar o desempenho

Leia mais

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Gisllayne Rufino Souza UFPB gisllayne.souza@gmail.com Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo

Leia mais

Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem

Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem 91 Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem ET-06-015 INFLUÊNCIA DA MONTAGEM DE UM JOGO DIDÁTICO DO SISTEMA DIGESTÓRIO PARA A MELHORIA NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Jéssica Maria Bernardo da Silva,

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS

PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS PIAIA, Thaís; RICHTER, Luciana Iniciação Científica - Curso de Ciências Biológicas financiado pelo Programa PEIPSM/UFSM Universidade Federal de Santa

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso Especialização em Acessibilidade Cultural Departamento de Terapia Ocupacional da UFRJ. Rio de Janeiro, 2013 Responsáveis pela elaboração

Leia mais

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL Danilo Coutinho da Silva Bacharel e Licenciado em Geografia - UFPB danilogeog@hotmail.com INTRODUÇÃO A Educação Ambiental (EA) deve

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE ALMEIDA 1, Leonardo Rodrigues de SOUSA 2, Raniere Lima Menezes de PEREIRA

Leia mais