MAURICIO CAMAROTO A RECREAÇÃO ENQUANTO ATIVIDADE MEIO DA GINÁSTICA LABORAL FLORIANÓPOLIS, SC

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1 MAURICIO CAMAROTO A RECREAÇÃO ENQUANTO ATIVIDADE MEIO DA GINÁSTICA LABORAL FLORIANÓPOLIS, SC 2006

2 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, FISIOTERAPIA E DESPORTOS CEFID COORDENADORIA DE TRABALHOS MONOGRÁFICOS CTM CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA MAURICIO CAMAROTO A RECREAÇÃO ENQUANTO ATIVIDADE MEIO DA GINÁSTICA LABORAL Trabalho apresentado à Coordenadoria de Trabalhos Monográficos do Centro de Educação Física, Fisioterapia e Desportos da Universidade do Estado de Santa Catarina para obtenção do grau de Bacharel em Educação Física. Orientador: Ms. Maria Helena Kraeski FLORIANÓPOLIS, SC 2006

3 MAURICIO CAMAROTO A RECREAÇÃO ENQUANTO ATIVIDADE MEIO DA GINÁSTICA LABORAL Trabalho aprovado como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel, no curso de graduação em Educação Física do CEFID-UDESC. Banca Examinadora: Ms. Maria Helena Kraeski (Orientador) CEFID-UDESC Professora Jane Petry da Rosa CEFID-UDESC Professor Cláudio Henrique Willemann CEFID-UDESC Florianópolis, 30 de outubro de 2006.

4 Dedico este trabalho primeiramente a Deus por me guiar em todos os momentos. A minha família que sempre foi meu norte bem como meus maiores incentivadores em todos os momentos, desde a minha saída de casa; em especial a minha mãe: Dona Rosa e meu pai Seu Ivo. Dedico também a meus colegas de turma (formandos ou não) e aos colegas de CEFID. Ainda aos amigos que por essa caminhada passaram em minha vida, de um jeito ou de outro (amigos da região de Luzerna, da UFSC, das empresas de recreação e lazer pelas quais passei, colegas de república entre outros). Aos meus professores e funcionários que de alguma forma auxiliaram em minha formação acadêmica. A todos esses o meu sincero MUITO OBRIGADO, pois sem vocês, todos, eu não estaria aqui, muito menos seria o que sou hoje. VALEU.

5 AGRADECIMENTOS Este trabalho só possível devido a grata ajuda dessa orientadora, a qual não mediu esforços para me auxiliar em tudo o que foi necessário, bem como a alguns colegas que estavam sempre presente para tudo. A prof. Ms. Maria Helena Kraeski por aceitar o convite e desafio para me orientar no presente trabalho; com isso estendo os cumprimentos a Jane e ao Cláudio que aceitaram compor minha banca. Valeu. Aos colegas Luis Henrique (Nenê), Heitor, Felipe, Anderson (Gaúcho), Guilherme (Gui), Daniel (Badu), Fernando, Fábio que estavam sempre por perto, presentes, atuantes e motivando o nosso progresso, sem esses caras aí em cima não teria chego a lugar algum, agradeço todos os dias por tê-los em minha vida. Com isso estendo os cumprimentos a todos os colegas que passaram em minha jornada acadêmica tanto no CEFID quanto na UFSC. Aos colegas de república Henrique e Érico por dividir comigo todo esse período acadêmico me ajudando sempre que precisei. Aos colegas de profissão (que são inúmeros) que em muitos momentos fizeram da minha vida algo melhor e me incentivaram a continuar a caminhada: Wandeko, Arthur, Tati dos eventos de recreação; Felinto, Jan, Seba, Pedrão, Felippe e demais colegas de costão; A galera do futsal (Anderson, Roger, Marcelo, Jeremias, Sid, Fabinho, Guizera, Léo, Duda, Palhinha, Rodrigo, Gaudério, Gaúcho, Badu, Ricardinho, Chico etc) e do handebol (Diogo, Silva, Mateus, Márcio, Botelho, Gili, Faraco, Bruno, etc) bem como alguns outros

6 4 perdidos aí pelo CEFID que sempre estiveram envolvidos com essa galera (Dani, Savi, Marcelão, etc). Aos reais professores, os quais ganharam o meu respeito e incondicional voto de admiração (Cláudio, Jane, Hercides, Fernando Oliveira, Rotta, Marco Aurélio, Sebastião, Ivair, Paulão, Renildo, entre outros, seletos) Mas principalmente a Dona Rosa, Dra. na arte da Vida, por ser a melhor mãe do mundo e não só isso, por ser sempre a minha maior incentivadora, em todas as escolhas e caminhos que tomei; e meu Pai, seu Ivo que, apesar de mais quieto, é o melhor cara do mundo, tem um coração que não cabe dentro dele, e uma bondade que jamais vi igual (queria chegar algum dia aos pés desse cara). Com isso estendo os cumprimentos a todos os meus familiares (irmãos Eduardo e Márcio, cunhadas Daniela e Andréa, sobrinha Natália, tios/as, primos/as, avós Ieda e Angelina). Dedicar também ao meu primo Luiz Felipe, com isso estendendo a toda aquela família, que foi quem me acolheu nos primeiros passos da minha caminhada por essa ilha, que abriu seus braços em acolhendo como um filho querido, valeu a todos, devo muito da minha vida para vocês. As mulheres que passaram de alguma forma, direta ou indiretamente em minha vida e que me fizeram sempre ter mais vontade, mais objetivos, mais tesão em viver e trilhar a vida. E as festas, prontas ou montadas por nós, as quais sempre serviram como uma boa válvula de escape para a correria que vivemos por aqui.

7 Não existe nenhuma coisa séria que não possa ser dita com um sorriso. Alejandro Casona, dramaturgo espanhol Um sorriso significa muito. Enriquece quem o recebe, sem empobrecer quem o oferece; dura apenas um segundo, mas a sua recordação, por vezes, nunca se apaga. Autor desconhecido

8 RESUMO O presente estudo buscou caracterizar o trabalho recreativo dentro de uma sessão de ginástica laboral, na empresa Softway Contact Center de Florianópolis SC. Este se caracterizou como sendo um estudo descritivo de campo. A população do estudo foi composta por operadores de telemarketing submetidos a sessões diárias de Ginástica Laboral. A amostra foi costituida por 49 sujeitos, sendo a 49% do sexo masculino e 51% do sexo feminino, com idade média de 23,37 (±6,89) anos. O tempo de serviço na empresa varia entre 2 e 48 meses a média apresentada foi de 13,5 (±11,63) meses Para a verificação dos objetivos foi utilizado um questionário padronizado. Para o tratamento dos dados foram utilizados os procedimentos da estatística descritiva: medida da tendência central, média aritmética, medidas de dispersão. A jornada de trabalho é de 6 horas diárias, acrescida de 15 minutos de pausa para lanche e as atividades de ginástica laboral. Quanto ao grau de satisfação dos sujeitos com relação a atividade exercida, 63,27% dos funcionários apresentam um grau de satisfação razoável, enquanto 24,49% apresentam muito satisfeitos. 2,04% não sentem nenhuma satisfação com sua ocupação profissional. O ambiente de trabalho é considerado bom. As sessões de ginástica laboral acontecem diariamente, o número de sessões realizadas os funcionários realizam até duas sessões de ginástica por jornada de trabalho, sendo uma sessão, realizada antes do início da jornada de trabalho, podendo assim ser classificada como ginástica preparatória e a segunda considerada de pausa ou compensação que é facultativa. O tempo de duração da sessão é de aproximadamente 15 minutos. As alterações na qualidade de vida e rendimento profissional promovidos pela prática da ginástica laboral, ainda não são evidenciados por grande parte dos sujeitos. A prática da recreação enquanto atividade meio da ginástica laboral é de grande interesse por parte dos entrevistados, que sugerem ainda que: (1) a ginástica laboral deve ser ministrada somente por profissionais qualificados, descartando a presença de estagiários e monitores; (2) sejam incluídas nas sessões atividades relaxantes, como a massagem; (3) as sessões devem ter um tempo de duração maior; (4) as sessões devem conter mais atividades recreativas, possibilitando assim uma maior integração do grupo; (5) os exercícios físicos devem ser mais diversificados tornando as sessões mais motivantes; (6) inclusão de exercícios físicos em duplas; (7) aumentar o número de sessões por dia, assim em vez de ter apenas a ginástica preparatória pudesse acontecer também a ginástica de relaxamento. PALAVRAS-CHAVE: Qualidade de Vida, Trabalho, Ginástica Laboral, Recreação.

9 LISTA DE TABELAS Tabela 1. Classificação dos sujeitos quanto ao sexo...44 Tabela 2. Classificação dos sujeitos quanto à idade...44 Tabela 3. Classificação dos sujeitos quanto a formação acadêmica...45 Tabela 4. Classificação dos sujeitos quanto ao tempo de trabalho na empresa atual...45 Tabela 5. Classificação dos sujeitos quanto ao grau de satisfação...46 Tabela 6. Classificação dos sujeitos quanto as consideração sobre o ambiente de trabalho...46 Tabela 7. Número de sessões de ginástica laboral realizadas por jornada de trabalho...47 Tabela 8. Classificação das atividades desenvolvidas durante as sessões de ginástica laboral, segundo o grau de interesse dos praticantes...48 Tabela 9. Classificação dos sujeitos quanto a percepção de alterações na qualidade de vida ou rendimento profissional proporcionados pela ginástica laboral...49 Tabela 10. Classificação dos sujeitos quanto o interesse por atividades recreativas durante as sessões de ginástica laboral...50 Tabela 11. Classificação dos sujeitos quanto a vivencia da recreação enquanto atividade meio da ginástica laboral...50 Tabela 12. Classificação dos sujeitos quanto a percepção das atividades recreativas experenciadas nas sessões ginástica laboral....51

10 LISTA DE ABREVIATURAS ABNT Associação Brasileira de Normais Técnicas CEFID Centro de Educação Física, Fisioterapia e Desportos DORT Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho EUA Estados Unidos da América GL Ginástica Laboral LER Lesão por Esforço Repetitivo PQT Programas de Qualidade Total QV Qualidade de Vida QVT Qualidade de Vida no Trabalho UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina

11 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO PROBLEMA OBJETIVOS Objetivos Gerais Objetivos Específicos JUSTIFICATIVA DEFINIÇÃO DE TERMOS REVISÃO DE LITERATURA QUALIDADE DE VIDA ESTRESSE Histórico Definição Fisiologia Do Estresse Estresse no Trabalho ROTINA E RENDIMENTO PROFISSIONAL GINÁSTICA LABORAL Histórico Conceitos Objetivos Benefícios Tipos de Ginástica Laboral Ginástica de Aquecimento ou Preparatória Ginástica Compensatória ou de pausa Ginástica de Relaxamento ou Final de Expediente Outras Considerações Problemas enfrentados pelos trabalhadores RECREAÇÃO Histórico Conceitos Objetivos da Recreação Características básicas da Recreação Perfil do Profissional Recreação e lazer em empresas METODOLOGIA CARACTERIZAÇÃO DA PESQUISA SUJEITOS DE PESQUISA...41

12 INSTRUMENTO DE PESQUISA COLETA DE DADOS LIMITAÇÕES DO ESTUDO TRATAMENTO DOS DADOS PRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS CARACTERIZAÇÃO DOS SUJEITOS CARACTERIZAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DESENVOLVIDA PELO SUJEITO NA EMPRESA CARACTERÍSTICAS GERAIS DA PRÁTICA DA GINÁSTICA LABORAL A RECREAÇÃO ENQUANTO ATIVIDADE MEIO DA GINÁSTICA LABORAL CONCLUSÕES E SUGESTÕES...53 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...55 ANEXOS...58 ANEXO A Questionário...59

13 1. INTRODUÇÃO 1.1 PROBLEMA Quanto mais passa o tempo mais às pessoas vão perdendo seu tempo, fazendo ainda mais coisas, diminuindo ainda mais suas horas livres, suas horas de diversão, o tempo para você mesmo, se entregando aos problemas advindos do capitalismo. Com isso o estresse...resultando em tensões acumuladas que, não encontrando canal prático por onde se extravasar, acabam se voltando contra o próprios organismo... (POLITO E BERGAMASCHI, 2003 apud BASSO, 1989, p ), as tensões e a baixa da motivação e rendimento aparecem muito freqüentemente no trabalho, e as mesmas acabam refletindo na vida social e familiar de cada indivíduo.o sorriso já não é mais parte integrante do ser humano quando o mesmo adentra ao campo profissional, e isso influencia e muito nas suas relações e no seu rendimento. A cada dia percebe-se mais claramente a importância de um tempo de desligamento do cotidiano para que esse funcionário relaxe e volte mais tranqüilo e producente ao chão de fábrica, pois...o desempenho do sujeito em determinadas tarefas depende de como este se sentirá inserido na organização... (CORREIA, 2000). Busca-se então a ginástica laboral... exercícios realizados no local de trabalho, atuando de forma preventiva e terapêutica no caso da LER, sem levar o trabalhador ao cansaço, por ser de curta duração e enfatizar o alongamento e a compensação das estruturas musculares envolvidas nas tarefas ocupacionais diárias... (POLITO & BERGAMASCHI, 2003) a fim de trazer ao trabalhador um momento de fuga da rotina ao mesmo tempo em que pensará um pouco em sua saúde, relaxará aliviando as tensões já geradas pelo dia. Mas o tempo que é dispensado para essa prática é curto demais para que se faça trabalhos mais diversificados dentro de uma mesma intervenção, por isso várias correntes defendem idéias muito diversificadas e cada qual a fim de atender as necessidades mais urgentes de cada ramo de atividade. A prática da recreação busca levar ao praticante estados psicológicos positivos (CAVALLARI & ZACHARIAS, 1994, p ). O prazer de um sorriso descompromissado acaba por reanimar um dia talvez já perdido de produção de cada ser trabalhador, seja ele funcionário de qualquer espécie de empresa. Por isso talvez que um trabalho recreativo possa ser muito bem vindo.

14 12 Considerando as questões acima, formulou-se o seguinte problema a ser investigado: Qual a aceitação de um trabalho recreativo enquanto atividade meio da ginástica laboral? 1.2 OBJETIVOS Objetivos Gerais O presente trabalho tem como objetivo investigar a aceitação de um trabalho recreativo como atividade meio da ginástica laboral Objetivos Específicos Investigar a atividade profissional desenvolvida pelo sujeito na empresa; Caracterizar a prática da Ginástica Laboral; Investigar a aceitação do sujeito quanto à utilização da recreação como atividade meio da Ginástica Laboral; 1.3 JUSTIFICATIVA O trabalho de ginástica na empresa a cada dia que passa tem tomado maior corpo, perante estudos realizados sobre sua importância bem como através de reportagens escritas, e televisionadas (o que, na atualidade, alavanca e muito quaisquer ideais de mudança). Com isso os próprios trabalhadores começam a se preocupar com sua saúde, com terem direitos a esse tempo de fuga da rotina a fim de se sentirem melhor. Sabe-se que temos ainda poucas publicações sobre a ginástica na empresa com um todo, e ao especificarmos indo ao trabalho recreativo é que a escassez aumenta abruptamente. Trata-se praticamente de uma novidade dentro desse mundo empresarial, portanto o trabalho se justifica perante toda essa falta de publicações e ainda mais pelo ideal de se conhecer os resultados mais específicos sobre essa modalidade de trabalho a fim de se tornar, esse trabalho, uma fonte para futuras pesquisas, livros ou mesmo um início de abertura de campos para outras idéias que possam vir a melhorar a qualidade de vida de todos os trabalhadores.

15 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO Este estudo foi delimitado em: a) investigar a atividade profissional desenvolvida pelo sujeito na empresa; b) caracterizar a prática da Ginástica Laboral; c) investigar a aceitação do sujeito quanto a utilização da recreação como atividade meio da Ginástica Laboral em 49 trabalhadores da empresa Softway Contact Center, localizada no município de Florianópolis, em Santa Catarina praticantes de ginástica laboral, em Florianópolis, com idade variando entre 17 e 45 anos, com jornada de trabalho de, aproximadamente, seis horas diárias. 1.5 DEFINIÇÃO DE TERMOS Qualidade de Vida é determinada por múltiplos fatores que moldam e diferenciam o cotidiano do ser humano, contudo o conceito de qualidade de vida é diferente de pessoa para pessoa e tende a mudar ao longo da vida de cada um (NAHAS, 2003). Estresse O estresse ("aportuguesamento" da palavra stress), termo usado vulgarmente para designar o contrário de calma ou relaxamento, refere-se, em termos médicos, a um vasto conjunto de fortes estímulos externos, tanto fisiológicos como psicológicos, responsáveis por uma resposta fisiológica designada como síndrome geral de adaptação, tal como foi designado em 1936 por Hans Selye na revista científica Nature. Existem dois tipos de estresse: crônico e orgânico (<http://pt.wikipedia.org/wiki/estresse>). Trabalho Em física, trabalho (normalmente representado por W, do inglês work, ou pela letra grega tau) é uma medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento (<http://pt.wikipedia.org/wiki/trabalho>). Ginástica. Arte ou ato de exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade. 2. Conjunto de movimentos, providências, expedientes, etc., para um dado fim (FERREIRA, 2004 p.982). O termo originou-se aproximadamente em 400 a.c. è derivado do Gymnos, que quer dizer nu, levemente vestido e geralmente se refere a todo tipo de exercícios físicos para os quais se tem que tirar a roupa de uso diário. Durante o curso da História as interpretações de ginástica variaram. Atualmente o termo está perdendo seu uso e tem sido substituído por exercício (BARBANTI, 2003, p.292)

16 14 Laboral Do, ou relativo ao labor, ao trabalho (FERREIRA, 2004 p.1170). Ginástica Laboral exercícios realizados no local de trabalho, atuando de forma preventiva e terapêutica no caso da LER, sem levar o trabalhador ao cansaço, por ser de curta duração e enfatizar o alongamento e a compensação das estruturas musculares envolvidas nas tarefas ocupacionais diárias (POLITO E BERGAMASCHI, 2003). Recreação Recreio. Por sua alta recreação. Por sua vontade; por seu querer; espontaneamente (FERREIRA, 2004 p.1713). Atividade de natureza diversa que proporciona prazer, divertimento, entretenimento etc. A palavra recrear vem da raiz latina recreare, que quer dizer restaurar, renovar, reanimar. A recreação envolve atividade lúdica como brincadeiras, jogos e divertimentos. Pode ser uma atividade física ou mental que os indivíduos são impelidos a realizar para satisfazer as necessidades psíquicas, físicas ou sociais (BARBANTI, 2003, p. 506). Recrear Proporcionar recreio a; divertir; causa prazer a; alegrar; sentir prazer ou satisfação.; divertir-se, folgar, brincar (FERREIRA, 2004 p.1713).

17 15 2. REVISÃO DE LITERATURA 2.1 QUALIDADE DE VIDA A ciência que trata do ambiente de trabalho é a psicologia ambiental que tem como objetivo estudar a influência dos fatores sócio-físicos do meio ambiente no comportamento do trabalhador e no resultado do seu desempenho. Para Correia (2000) o desempenho do sujeito em determinadas tarefas depende de como este se sentirá inserido na organização, abrangendo as variáveis: liberdade, orientações, inovações, apoio, decoração, conforto independência, acesso, privacidade, idade, etc., e dependendo do aspecto positivo ou negativo o trabalhador terá uma boa ou má qualidade de vida no trabalho, pois se sentirá ou em equilíbrio, ou com incertezas, com conflitos e com a impressão de estar desamparado e sem apoio. È comum à qualidade de vida e a preocupação com tal e com a saúde de um ser trabalhador ser deixada de lado. Primeiramente pela sociedade e empresa que remetem essa responsabilidade ao governo e aos aparelhos de assistências; segundo por parte das cúpula hierárquica da própria empresa que espera que o trabalhador não adoeça, que concentre a sua energia nas suas tarefas ou investimento de seu conhecimento na manutenção da saúde corporativa; e por fim pelo próprio trabalhador que acaba deixando em segundo plano o cuidado com a saúde e a qualidade de vida em detrimento dos interesses próprios e corporativos. Conforme o tempo tem passado, está aparecendo uma maior responsabilidade da própria empresa para com essa qualidade de vida do trabalhador. Gonçalves & Vilarta (2004) Indicam alguns problemas e variáveis que influenciam essa qualidade de vida do trabalhador: Acomete mais acentuadamente em países industrializados; A população trabalhadora tem envelhecido (porcentagens crescentes de pessoas com idades superiores a 45 anos; Tempo do lazer ativo é maior em homens; esse tempo, em países subdesenvolvidos, é direcionado a tarefas do lar, família, convívio social e religioso e organizações civis;

18 16 A taxa de participação voluntária em programas de promoção de saúde se limita entre 20 e 40% dos empregados, sendo que os que mais se beneficiariam são os que menos aderem aos programas; Acometimentos de doenças e mortes são mais elevados em trabalhadores que em profissionais de níveis mais elevados hierarquicamente; Localização e conforto residencial, transporte, falta de autonomia na gestão do horário individual são fatores que agravam ainda mais a busca da qualidade de vida; Sedentarismo, nível educacional e sócio-econômico são tratados como diminuidores do tempo para a realização de atividades físicas; As empresas também pecam, pois não detêm organização, estrutura física, cuidados com classes específicas, etc; Pouca participação dos trabalhadores nas tomadas de decisões da empresa. A partir disso Gonçalves & Vilarta sugerem algumas adequações básicas necessárias a fim de atender com melhor padrão aos trabalhadores de sua organização, como: Maior colaboração dos supervisores; Diminuição dos movimentos repetitivos; Diminuição de atividades vigorosas no momento de lazer; Mas será que isso tudo acarreta mesmo perda da produtividade ou é dado pouca importância a avaliações prévias das condições físicas de cada trabalhador e da sua relação social no trabalho? Correia (2000) acrescenta ainda que condições de trabalho difíceis, segundo AUBERT (1993) ou que podem provocar nervosismo intenso, insônia total, diminuição acentuada das possibilidades intelectuais, repercussão mais ou menos grave sobre o estado geral e o conjunto da personalidade. São extremamente nocivos à saúde do trabalhador, e esses sintomas são bem perceptíveis nas pessoas que executam tarefas rotineiras, trabalham em ambientes insalubre ou além da capacidade de sua força física, etc. Um termo muito usual para designar a fadiga é o estress que é quando há solicitações profissionais que ultrapassem as capacidades reais físicas ou psíquicas do indivíduo (CORREIA apud AUBERT, 1993). Esse autor designa o estresse profissional como sendo o processo de perturbação engendrado no individuo pela mobilização excessiva de sua energia de adaptação para o enfrentamento das solicitações do seu meio ambiente profissional.

19 17 Correia (2000) ainda fala que para que o sujeito tenha uma boa saúde física e mental, deve haver um clima adequado propiciado pela organização, que por sua vez resultará numa boa qualidade de vida no trabalho, favorecendo a formação e manutenção de indivíduos mais criativos, serenos, responsáveis, e com capacidade para demonstrar ou desenvolver novas habilidades, gerando assim um melhor retorno para a própria entidade para a qual trabalha. É necessário assim, que o capitalista invista mais em capital humano, único bem capaz de criar, pensar tomar decisões e inovar no ambiente de trabalho. Para Ogata (2006) As doenças crônicas têm um impacto significativo na produtividade e aumentam os custos de assistência médica. Segundo Nahas (2003), o conceito de qualidade de vida é diferente de pessoa para pessoa e tende a mudar ao longo da vida de cada um. Entretanto existe o conceito de que qualidade de vida é determinada por múltiplos fatores que moldam e diferenciam o cotidiano do ser humano. Associa-se também esta expressão fatores como: estado de saúde, longevidade, satisfação no trabalho, salário, lazer, relações familiares, disposição, prazer e até espiritualidade. Considerando estes fatores relevantes para se obter uma boa qualidade de vida necessita-se também uma interação entre os mesmos. Ainda segundo Nahas (2003), desta forma a perspectiva de boa qualidade de vida varia conforme ao estilo de vida, quanto, por exemplo, a hábitos alimentares, controle de estresse, atividade física habitual, relacionamentos, entre outros, além de parâmetros sócio-ambientais como: moradia, transporte, segurança, educação, opções de lazer, meio-ambiente, etc. O processo de qualidade de vida inicia-se com a autovalorização, ou seja, se uma pessoa tem em si, confiança, respeito, credibilidade e, de maneira holística, auto-estima elevada, inicia-se neste ponto o desenvolvimento da qualidade de vida. Quando se olham para as nossas qualidades e para as nossas boas sementes é que se tem mais chance de transformar estas em melhores oportunidades, melhores satisfações, ou seja, melhor qualidade de vida (FRANCO, 2000). Segundo Andrade, (2001) o planejamento para a mudança organizacional visando à promoção da saúde e de qualidade de vida do trabalhador deverá obrigatoriamente levar em consideração os hábitos e padrões de conduta, envolvendo alimentação, atividade física, nível de estresse, as relações no trabalho e lazer, entre outros. A saúde dos trabalhadores deve ser avaliada dentro dos aspectos ocupacionais físicos, químicos, biológicos mecânicos, ergonômicos, psíquicos, sociais e, além disso, para detectar um indivíduo doente é necessário observar uma série de caracteres, considerando a tarefa executada no trabalho, o ambiente de trabalho, as relações inter-pessoais, os hábitos de sono e alimentares, a aptidão física, entre outros. (MENDES e LEITE, 2004). Quando se fala em qualidade de vida, englobam-se

20 18 muitos aspectos que podem influenciar na mesma, assim como foi citado. Porém, ainda assim pode-se depender de outros fatores extrínsecos. Em relação à atmosfera humana, devemos nossa qualidade de vida a outras pessoas, pois ninguém vive sozinho, dependemos de realizações alheias a nossa vontade que irão nos auxiliar ou não, dependendo das situações, a relação intrapessoal é fundamental para a convivência e crescimento na sociedade. Um dos fatores, que sem dúvida alteram ou podem influenciar na melhora da qualidade de vida de uma pessoa é o humor, uma pessoa bem humorada, sem dúvida atinge patamares mais interessantes de que outros, quebrando barreiras que para outros seriam intransponíveis, além do fator físico propriamente dito, muitas vezes discriminado pelas pessoas deixando estas afastadas de atividades físicas. Com uma exigência maior de mercado e uma maior globalização, as empresas tiveram de se adaptar a essas condições e adotar métodos para minimizar prejuízos como programas de qualidade total (PQT), onde o intuito é tornar a economia mais competitiva, produtiva e lucrativa, eliminando desperdícios, sendo o maior deles a sub-utilização das pessoas, fator considerado responsável. Além disso, atualmente, as empresas nacionais, segundo MENDES e LEITE, 2004, na década de 1950, alguns pesquisadores estudaram um modelo macro para agrupar o trinômio, indivíduo, trabalho e organização, técnica denominada de qualidade de vida relacionada somente ao trabalho, mas não isolado da vida do indivíduo. Qualquer mudança no ambiente de trabalho gera um impacto negativo ou positivo sobre a percepção na qualidade de vida do trabalhador, pois o trabalho ocupa o centro da vida das pessoas. Portanto os trabalhadores, devem receber cuidados quanto ao seu bem estar físico mental, visto que para o trabalhador ter uma boa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) é necessário ter boas condições de trabalho. 2.2 ESTRESSE Histórico O endocrinologista canadense Hans Selye ( ) foi o primeiro a pesquisar seriamente o estresse na década de Ele observou que organismos diferentes apresentam um mesmo padrão de resposta fisiológica para estímulos sensoriais ou psicológicos. E isso teria efeitos nocivos em quase todos os órgãos, tecidos ou processos metabólicos. fungos, etc. Esse mesmo médico utilizou o termo estresse pela primeira vez com a mesma conotação de

21 19 hoje estresse é a maneira como o organismo responde a qualquer estímulo bom, ruim, real ou imaginário que altere seu estado de equilíbrio Definição Há autores que definem a era moderna como a Idade da Ansiedade, associando a este acontecimento psíquico a agitada dinâmica existencial da modernidade; sociedade industrial, competitividade, consumismo desenfreado e assim por diante. Diz-se que a simples participação do indivíduo na sociedade contemporânea já preenche, por si só, um requisito suficiente para o surgimento da Ansiedade. Portanto, viver ansiosamente passou a ser considerado uma condição do homem moderno ou um destino comum ao qual todos estamos, de alguma maneira, atrelados. Nas últimas décadas, a expressiva mudança em todos os níveis da sociedade passou a exigir do ser humano uma grande capacidade de adaptação física, mental e social. Muitas vezes, a grande exigência imposta às pessoas pelas mudanças da vida moderna e, conseqüentemente, a necessidade imperiosa de ajustar-se à tais mudanças, acabaram por expor as pessoas à uma freqüente situação de conflito, ansiedade, angústia e desestabilização emocional. O estresse patológico surge como uma conseqüência direta dos persistentes esforços adaptativos da pessoa à sua situação existencial. Cecília Cibella Shibuya, Presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida coloca que o medo da demissão e as pressões de chefes e superiores podem gerar no executivo um quadro de esgotamento físico e mental, popularmente conhecido como estresse Fisiologia Do Estresse Nahas explica a síndrome geral da adaptação baseado no padrão descrito por Salye. Quando nosso cérebro, independente de nossa vontade, interpreta alguma situação como ameaçadora (estressante), todo nosso organismo passa a desenvolver uma série de alterações denominadas, em seu conjunto, de Síndrome Geral da Adaptação ao Estresse. Na primeira etapa dessa situação ocorre uma Reação de Alarme, onde todas as respostas corporais entram em estado de prontidão geral, ou seja, todo organismo é mobilizado sem envolvimento específico ou exclusivo de algum órgão em particular. É um estado de alerta geral, tal como se fosse um susto.

22 20 Se esse Estresse continua por um período mais longo sobrevém a Segunda fase, chamada de Fase de Adaptação ou Resistência, a qual acontece quando a tensão se acumula. Nesta fase o corpo começa a acostumar-se aos estímulos causadores do Estresse e entra num estado de resistência ou de adaptação. Durante este estágio, o organismo adapta suas reações e seu metabolismo para suportar o Estresse por um período de tempo. Neste estado a reação de Estresse pode ser canalizada para um órgão específico ou para um determinado sistema, seja o sistema cardiológico, por exemplo, ou a pele, sistema muscular, aparelho digestivo, etc. Entretanto, a energia dirigida para adaptação da pessoa à solicitação estressante não é ilimitada e se o Estresse ainda continuar, o corpo todo pode entrar na terceira fase, o Estado de Esgotamento, onde haverá queda acentuada de nossa capacidade adaptativa. A Síndrome Geral de Adaptação descrita por Selye consiste, como vimos, em três fases sucessivas: Reação de Alarme, Fase de adaptação ou Resistência e Fase de Exaustão. Sendo que a última, Fase de Exaustão, é atingida apenas nas situações mais graves e, normalmente, persistentes Estresse no Trabalho O texto abaixo foi retirado de um artigo designado Qualidade de vida no trabalho e saúde/doença de Francisco Antônio de Castro Lacaz do ano de 2000 e dá uma visão das variáveis que colaboram para o estress no trabalho. Talvez o ambiente de trabalho tenha se modificado e acompanhado o avanço das tecnologias com mais velocidade do que a capacidade de adaptação dos trabalhadores. Os profissionais vivem hoje sob contínua tensão, não só no ambiente de trabalho, como também na vida em geral. Há, portanto, uma ampla área da vida moderna onde se misturam os estressores do trabalho e da vida cotidiana. A pessoa, além das habituais responsabilidades ocupacionais, além da alta competitividade exigida pelas empresas, além das necessidades de aprendizado constante, tem que lidar com os estressores normais da vida em sociedade, tais como a segurança social, a manutenção da família, as exigências culturais, etc. É bem possível que todos esses novos desafios supere os limites adaptativos levando ao estresse. O tipo de desgaste à que as pessoas estão submetidas permanentemente nos ambientes e as relações com o trabalho são fatores determinantes de doenças. Os agentes estressores psicossociais são tão potentes quanto os microorganismos e a insalubridade no desencadeamento de doenças. Tanto o operário, como o executivo, podem apresentar alterações diante dos agentes estressores psicossociais.

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