UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÉ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÉ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CORPORATIVA SERGIO DE LIMA ORIENTADORA: ADELIA MARIA DE OLIVEIRA ARAÚJO Rio de Janeiro, RJ, Julho/2004

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÉ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CORPORATIVA SERGIO DE LIMA Trabalho monográfico apresentado como requisito parcial para obtenção do Grau de Especialista em Reengenharia e Gestão de Recursos Humanos. Rio de Janeiro, RJ, Julho/2004

3 AGRADECIMENTOS A minha mãe pelo eterno carinho, infindável paciência, gigantesca compreensão, apoio incondicional e etc. A minha madrinha Graciema pela proteção, amparo e todos os exemplos de perseverança, honestidade, firmeza de caráter e organização A minha tia Celina que do plano em que estiver continua a irradiar positividade para a família A Yemar Ribeiro Cavalcanti minha companheira na busca do aprimoramento profissional dividindo comigo todas as dúvidas, angústias e sucesso desde a graduação A professora Adélia Maria pela dedicação durante todo o curso ate a monografia

4 Ao meu filho Pedro Henrique, minha fonte de inspiração e força.

5 RESUMO Neste trabalho teremos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre uma nova vertente da educação, que voltada para os objetivos empresariais, alterna-se em concordâncias e discordâncias rompendo com padrões convencionais, na busca de uma melhor adequação a realidade e necessidades das organizações. O Capítulo I aborda a origem das universidades trazendo fatos históricos e posicionamentos de algumas figuras ilustres ligadas ao ambiente educacional. O Capítulo II menciona a necessidade de adequação do ensino convencional ao ensino empresarial analisando conseqüências e pontuando diferenças entre treinamento e educação corporativa. Este capítulo também assinala a importância das parcerias entre instituições de ensino superior, organizações e governo até definirmos o modelo de universidade corporativa. O Capítulo III enfoca as principais etapas que se não forem bem planejadas poderão impactar no sucesso da implementação do processo. O Capítulo IV traz a tona detalhes sobre o início do ensino à distância e o uso da televisão como veículo de comunicação e o papel fundamental da tecnologia, até chegarmos ao e-learning, indispensável ferramenta para as universidades corporativas nos dias de hoje. O capítulo se encerra destacando a responsabilidade do Recursos Humanos na integração com os recursos tecnológicos e coordenação do processo educacional corporativo. O Capítulo V relata um caso de sucesso da implantação de uma universidade corporativa em uma empresa de contact center. Esta experiência é muito importante por desfazer o mito de que educação corporativa é um produto voltado somente para níveis de chefias e gerências, uma vez que a empresa citada atua em um segmento que tem a sua imagem associada ao chão de fábrica, o fator aprendizado passa agora

6 a ser prioridade nas empresas para que possam ser preenchidas as lacunas do educacional e social se distanciar dos objetivos do negócio.

7 SUMÁRIO Introdução. 8 Capítulo I A Universidade através da História Capítulo II - A Educação Universitária e a Corporação A Universidade adequada a Corporação A Educação Convencional e seus Reflexos A Educação como esteio ao Treinamento A Educação como Parceira Universidades Corporativas Capítulo III A Universidade Corporativa e seus desafios básicos Sintonia e Planejamento Credibilidade e Interação Proatividade e Resultados Capítulo IV Educação à Distância Precursores da Educação à Distância O Crescimento do e-learning O RH e o e-learning Capítulo V Estudo de Caso em uma Empresa de Contact Center Centro de Ensino Universitário Softway Considerações Conclusão Referências Bibliográficas Anexos

8 INTRODUÇÃO Faz parte da sabedoria convencional a ser repetida atualmente em círculos de administradores e empresários, que vivemos na era do conhecimento. Foi-se o tempo em que empresas deveriam ser avaliadas por volumes de ativos e especialmente pelos saldos das contas do imobilizado técnico. Edifícios, terrenos, armazéns, computadores, prensas, tornos e demais equipamentos são de pouca valia. O que decide o futuro de uma empresa, e por extensão de um sistema econômico é o conhecimento adquirido e aplicado corporativamente. Essa máxima começou a ser executada em meados da década de oitenta e ainda prossegue. Parece conter alguma verdade. Se o conhecimento se traduz em tecnologia conclui-se que fabricar coisas ou prestar a maioria dos serviços não será apanágio das economias de vanguarda. Essas deverão produzir, tecnologias e vender caro, seus conhecimentos. Pode-se até concluir que os atuais países desenvolvidos não terão outra forma de manter seu padrão de vida manufaturando coisas que rapidamente vem migrando para rincões mais longínquos do terceiro mundo. Deverão exportar conhecimento. Esta mudança de filosofia e procedimentos não tem sido realizada com facilidade. A mentalidade conservadora e o protecionismo ou paternalismo, dos quais foram vítimas muitos de nossos empresários, fizeram com que estes se acomodassem e acreditassem no boom eterno. A visão saudosista e irresponsável de muitas de nossas escolas de administração, gerenciadas por dadores de aula, sem pesquisas ou conhecimento real do mundo organizacional e preparando profissionais inadequadamente, são fatores que dificultam ou impedem os processos de transformação no interior das organizações. Estas lacunas estão sendo preenchidas pelas Universidades Corporativas. Por outro lado é improvável que os processos de mudança organizacionais tenham êxito com posições empíricas desassociadas do cientismo e técnicas administrativas.

9 Ou seja, precisamos para viabilizar com êxito nossas transformações, do esforço e da experiência do empreendedor, do prático e também de nossos cientistas ou pesquisadores sociais e organizacionais, que se dedicam ao estudo e análise dos complexos problemas organizacionais. No limiar de novos tempos, não há tempo a perder. A dificuldade de se identificar qual o papel exato a ser desempenhado na sociedade do conhecimento por cada integrante desse ambiente não deve interferir no desenvolvimento educacional, riscos e oportunidades sempre existirão em qualquer cenário. Atentos a isto mãos a obra.

10 CAPÍTULO I A UNIVERSIDADE ATRAVÉS DA HISTÓRIA "... a universidade ainda é a maior empresa gestora de cérebros e de conhecimento existente em nossas sociedades. Não se pode permitir que essa imensa quantidade e qualidade se percam instantaneamente, com imenso custo para toda a sociedade... (Edson Pacheco de Almeida - Diretor Universidade Federal do Matogrosso)

11 Faremos uma imersão até os primórdios da educação na Grécia e emergiremos até os tempos atuais enfocando a ascensão da universidade e sua importância para o mundo em diversas fases da história. Histórico Na Grécia e Roma havia escolas de alto nível para formar especialistas em medicina, filosofia, retórica e direito. O mestre conduzia a sua escola. No fim da Idade Média e Reforma (séculos XI e XV) nasce propriamente a universidade, identificada com a sociedade e a cultura, tornando-se efetivamente órgão de elaboração do pensamento medieval. A Igreja Católica é a responsável pela unificação do ensino superior em um só órgão: a universidade. Na Idade Moderna (Movimentos da Renascença, Reforma e Contra-reforma século XVI) é marcante a crescente rebelião e burguesa contra a ordem medieval cujo resultado é, de um lado, o rápido desenvolvimento de uma mentalidade individualista e, de outro, o desenvolvimento da ciência moderna. Há uma diversificação do conhecimento humano e uma fragmentação dos órgãos de transmissão do saber. O conceito de universidade torna-se, então, inconsistente com a realidade. No século XIX, com a nascente industrialização, há progressiva perda do sentido unitário da alta cultura e a crescente aquisição de caráter profissional, profissionalizante, na linha do espírito positivista, pragmático e utilitarista. No Brasil, com a vinda de D. João VI para a colônia, é instituído aqui o ensino chamado superior. Nascem as aulas régias, os cursos, as academias, em resposta às necessidades militares da colônia, conseqüência da instalação da corte no Rio de Janeiro.

12 A partir de 1930, inicia-se o esforço de arrumação e transformação do ensino superior no Brasil, unindo-se três ou mais faculdades (Universidade de Minas Gerais e a Universidade de São Paulo). Em 1960, os ideais de Anísio Teixeira (que pensava a universidade como centro de debates livres de idéias) são realizados por Darcy Ribeiro, com a fundação da Universidade de Brasília. Anísio Teixeira dizia que na universidade brasileira, além de preparar profissionais para carreiras liberais e técnicas que exigem uma formação de nível superior, o que tem havido é uma preocupação muito fluida com a iniciação do estudante na vida intelectual. Daí poder-se afirmar que, ressalvando o aspecto habilitação profissional, a universidade brasileira não logrou constituir-se verdadeiramente como uma instituição de pesquisa e transmissora de uma cultura comum nacional, nem logrou se tornar um censo de consciência crítica e de pensamento criador. E Darcy Ribeiro (1995) constata que a universidade tem-se limitado a ser um órgão de repetição e difusão do saber, elaborado em outras realidades e que muito pouco tem contribuído para uma integração racional, conseqüência de uma análise crítica de nossa realidade. Todos esses passos e crises do processo de educação superior no Brasil leva-nos a conhecer cientificamente nossa realidade, refletir e analisar para então criar proposições novas, sugerir e não mais apenas repetir e importar tais modelos. Em seus 800 anos de história, a Universidade se dedicou quase exclusivamente ao ensino, durante os primeiros 650 anos. A função de pesquisa só foi incorporada mais tardiamente, nos últimos 150 aos. E apenas nas últimas três ou quatro décadas a Universidade começou a pensar-se como uma instituição organicamente ligada à economia, à política, à cultura em seu contexto mais próximo.

13 As empresas estão buscando adaptar-se a fim de antecipar-se e se preparar para enfrentar os novos desafios gerados pelos desdobramentos da globalização e de suas bases da competitividade, centrados no poder do conhecimento. Na nova era, toda instituição deverá ser um ambiente educacional... O momento de maior produtividade de uma pessoa é quando ela está aprendendo coisa relevante Waldez Ludwig (2001). Joãozinho, qual é a raiz quadrada de 625? Mesmo que a resposta esteja na ponta da língua, nada garante ao pequeno João um lugar certo no mundo do trabalho. Agora, uma pergunta mais difícil: Profissionais, dirigentes e cidadãos, qual a raiz comum de empregabilidade, cidadania, criatividade, globalização e destino do país? Acertou quem respondeu educação. Reinventar a educação e torná-la compatível com a velocidade do mundo será o grande desafio da virada do milênio, segundo o consultor Waldez Ludwig, da MCG Qualidade. O papel da educação, numa sociedade em constante processo de transformação, vem sendo abordado por educadores, empresários e outros segmentos interessados em refletir sobre os desafios que se impõem ao nosso país, para que possamos atingir um grau de competitividade e modernidade compatível com as exigências do mundo atual... No Brasil, estamos vivendo um processo de importantes e intensas mudanças no campo educacional, e evidencia-se a necessidade urgente de se integrarem os esforços na esfera pública e privada, para a formulação e a viabilização de práticas educacionais adequadas e modernas (Ex-Ministro Paulo Renato Souza, 2001). Se o atual modelo do sistema educacional vem se perpetuando desde a idade média, como poderá, então, formar trabalhadores com talento para ocuparem seu espaço nesta era do talento?

14 CAPÍTULO II A EDUCAÇÃO UNIVERSITÁRIA E A CORPORAÇÃO "... A coisa mais importante na educação é o apetite... (Winston Churchill 1º Ministro Inglês)

15 Traçaremos um paralelo entre o ensino convencional e o corporativo, ressaltando necessidades, divergências, concordâncias até chegarmos ao modelo proposto título do trabalho. 2.1 A Universidade Adequada a Corporação Neste capítulo se bem o analisarmos estão contidos elementos de otimismo e realidade que abrem horizontes extraordinários para a construção de uma nova cultura organizacional, A cultura da busca do conhecimento. A educação é a base desse processo cujo termo se perde em um vasto ideal. Não tenho a pretensão de definir educação. Ressalto apenas alguns pontos que acredito não devam faltar em uma educação que seja sólida e duradoura como processo, porém mutante, a fim de preencher as necessidades de uma corporação:... Com a constante expansão da população de adultos na educação, juntamente com a nova dinâmica de como todo o mundo faz negócios, é inevitável que o treinamento do funcionário sofra uma mudança completa, porém gradual. Os fatos são indiscutíveis, a ascensão do aluno adulto profissional, a necessidade de aprendizagem à distância conseqüentemente, o relacionamento entre setor privado e mundo acadêmico é, e continuará a ser constantemente modificado... (MEISTER, 2004, p.230) Educar vem do termo latino e + educere, tirar, retirar, auferir, deslindar, fazer aflorar... Nascemos como pessoas completas: seres individuais, inteligentes, amorosos, movidos pelo desejo do bem, comunitários, sentimentais e livres, valores estes difíceis de conciliar com a atual situação do ambiente empresarial cada dia mais competitivo e voraz uma verdadeira luta pela sobrevivência.

16 Compreendo também que a educação para conseguir o seu objetivo estará sempre a serviço e não sendo servida. Educar é tarefa vital e difícil consiste em fazer desabrochar a pessoa amadurecendo capacidades inatas. É serviço de dedicação sem limites que não basta um impulso individual, mas um esforço de equipes e lideranças com o comprometimento da alta direção, embora nem sempre apreciado e estimulado por aqueles que tem esse dever.... Os últimos anos testemunharam uma mudança importante na direção estratégica das universidades corporativas, impulsionada pelo novo papel do CEO e pela maior importância de um alto nível de comprometimento da cúpula nas operações, direção e estratégias das universidades corporativas..." (MEISTER, 2004, p.24) Certamente há aspectos das universidades que as empresas poderiam invejar. Para começar elas são instituições extraordinariamente longevas: a própria Harvard fundada em 1636, é uma simples adolescente comparada a Universidade de Bolonha, fundada no século XI na cidade de Paris e a de Oxford surgidas menos de um século depois estão muito bem sucedidas: só nos países ricos 39 milhões de pessoas freqüentam hoje algum tipo de curso. E elas ensinam mais disciplinas do que nunca. Quem se sentir tentado a zombar da Universidade de Hambúrguer do MC Donald s deveria atentar para as aulas de tecnologia dos alimentos e de aprovisionamento que muitas universidades modernas oferecem hoje em dia, sem falar na estrutura física e administrativa voltada para o processo educacional. A universidade bem sucedida tem outras características que as empresas aspiram cada vez mais: ela reúne sob uma única e poderosa marca, pessoas contratadas para

17 supri-la de todo ou parte de seu capital intelectual, em troca da provisão de serviços comuns.

18 2.2 A Educação Convencional e seus Reflexos Ao analisar países bem sucedidos como Irlanda, Espanha, Coréia do Sul e atualmente a Índia, que há 30 anos enfrentavam sérias dificuldades sócio-econômicas nota-se que em comum são nações que fizeram o dever de casa priorizando o ensino de qualidade de sua população voltado para o conhecimento e educação tecnológica. Como recompensa são países que registram hoje alto nível educacional, crescimento econômico, aumento de renda da população, maior volume de exportações e melhoria no nível de emprego, além é claro do respeito internacional. Segundo Edson Pacheco de Almeida 1, o modelo universitário brasileiro diverge do discurso:... Apesar de os dirigentes da universidade brasileira atual alardearem, de modo geral, sua adequação aos ditames da modernidade e da sociedade de conhecimento, ainda não praticam o que ensinam nos seus cursos de gerência e administração, demonstrando uma prática eivada de grosseiro burocratismo e de ranço patrimonialista. Mas, todas as acusações de que sofre a universidade brasileira conduzem, geralmente, à conclusão de que ela cumpre mal seus diferentes objetivos propostos e que, portanto, deve renovar-se. Alguns críticos atribuem essa ineficiência às estruturas enrijecidas, outras, à precariedade de recursos financeiros, mormente, no caso das universidades públicas. Mas a pior de todas as doenças da universidade brasileira é a ausência de uma visão estratégica na formulação de suas políticas institucionais, se é que existe alguma política cientificamente formulada. Essa doença poderá levá-la à morte prematura... (Meyer Jr. /Murphy/2000, p. 62) 1 Edson Pacheco de Almeida é Mestre em Administração Universitária pela Universidade do Texas Doutorado em Administração Universitária pela Universidade de Michigan Atual Diretor da Universidade Federal de Mato Grosso e Consultor do IEPES SP Instituto de Estudos e Projetos de Educação Superior de SP

19 Países como o Brasil e o Peru que deixaram de promover as reformas educacionais na devida época apareceram na pesquisa com resultados insatisfatórios e preocupantes. Este é um dado específico do ambiente educacional de política governamental 2. Porém a avaliação serve como termômetro para a conclusão de o quanto os investimentos em educação, ciência e tecnologia podem ser decisivos para o desenvolvimento humano, social e econômico de um povo quer sob o foco geral ou organizacional, sobretudo em países onde a exclusão social e digital é mais gritante.... O mercado educacional norte americano está enfrentando grandes transformações deixando de ser um monopólio regido pelo Governo, em que a responsabilidade é limitada, e passando a ser um sistema orientado para o mercado que compete por preço e qualidade. As empresas reclamam que não conseguem empregar o produto que saí das escolas do país. Na verdade 31% das crianças norte americanas não terminam o colegial no tempo adequado e 10% abandona a escola por completo. Comparações internacionais mostram que os alunos norte americanos terminam com notas mínimas em matemática e ciências muito embora o país gaste 98% de seu produto interno bruto em educação.... (MEISTER, 2004, p.10) A busca pelo aumento da qualidade e ensino no Continente Norte Americano reflete positivamente em nosso país uma vez que oferecemos condições infinitamente melhores sob o ponto de vista do investidor, com a tendência da globalização, instituições de ensino conceituadas, poderão se estabelecer no Brasil beneficiandonos com um salto de tecnologia e visão de 1º mundo. 2 Unesco para Educação Superior Fundada a mais de meio século, instituição singular no seio das Nações Unidas, promove, integra, coopera com ações de desenvolvimento junto a instituições de ensino, cujas metas sejam comuns ao avanço da ciência, tecnologia e a dimensão ética do conhecimento.

20 2.3 A Educação como esteio ao Treinamento Apesar da difusão da prática da Educação Corporativa ainda ser vista por muitos como apenas mais uma ferramenta de T & D a exemplo do E-learning que abordarei mais à frente, existem opiniões contrárias que aquecem a discussão sobre o assunto o colocando cada vez mais em evidência. Há de se considerar que existe um ponto característico: O treinamento é uma técnica para desenvolver aptidões e promover absorção de conhecimento visando capacitar para desempenho de novos papéis o que nos remete a um processo educacional....treinar consiste no oferecimento de oportunidades que propiciem ao indivíduo a elaboração de seu projeto de vida profissional e os significados da contribuição do desempenho para a realização desse projeto. Treinamentos periódicos precisam estar presentes na política de Recursos Humanos das Empresas, numa era em que as informações são processadas tão rapidamente. Acredita-se que a atualização através de treinamentos contínuos é o passaporte para o sucesso empresarial. A empresa com maior capital intelectual tende a ter maior competitividade.... (BOOG, 1994) Na verdade não há como desassociar o fato de que quanto maior o nível educacional (MEISTER, 2004, gráfico) do material humano a ser trabalhado maior serão as chances dos objetivos serem atingidos, em tese. Apesar do ensino convencional ministrado por instituições ser valorizado, uma nova tendência já desponta, A educação doméstica (Revista Consumidor, abril/2004). Em países como a Áustria, Nova Zelândia e EUA este fenômeno vem crescendo. Em pelo menos 50 Estados Americanos o método é legal, concedendo o direito aos pais de ensinar seus filhos, e este mercado já movimenta a quantia de 850 milhões de dólares por ano.

21 Universidades conceituadas como Harvard já tem alunos brilhantes provenientes da educação doméstica e conseqüentemente ocuparão posições no mercado de trabalho corporativo. Este fato demonstra o quanto o rompimento com os padrões institucionalizados de ensino podem ser flexibilizados sem impactos negativos.... Não é impossível chegar um dia em que uma empresa com excelente reputação em certa área como serviço ao cliente, qualidade total ou alta tecnologia ofereça seu próprio diploma, que poderá ser mais valioso do que um diploma de uma instituição reconhecida de educação superior... (Meister. 2004, p. 26) É sabido que as empresas que optam por investir em educação corporativa delimitam sua abrangência às áreas de real interesse do negócio o que não chega a ser um pecado, uma vez que o seu papel dentro deste cenário é bem definido. A falta de adequação prática da grade curricular tem sido uma das molas propulsoras das universidades corporativas. Este fenômeno já fora mencionado por Toffler, abordando a educação conjugada em tempo futuro. (Toffler, 1972, p. 332) Em resposta a este fenômeno as instituições de ensino convencional procuram abrir novas frentes para suprir o mercado corporativo impulsionando o surgimento de novos cursos de Gestão com duração mais curta e conteúdo mais específico. Esta medida ainda que correta não atende as necessidades das empresas, que vêem no modelo acadêmico e a falta de profissionais para lecionar com experiência de mercado corporativo, uma desvantagem. Em contrapartida, esta deficiência está abrindo espaço para realização profissional de muitos executivos que hoje também atuam como professores (Jornal do Commercio, 22/10/03). Para Mintzberg (2004) o modelo atual adotado pelos cursos de MBA no âmbito convencional acadêmico, e de conceituadas escolas de negócio está longe de ser o ideal, e enfatiza:

22 ... Tentar ensinar gestão a uma pessoa que jamais gerenciou é como tentar ensinar psicologia a uma pessoa que jamais conheceu um outro ser humano... (Mintezberg, 2004)... As pessoas perigosas, especialmente nessa sociedade cheia de modismo, são aquelas cuja confiança supera sua competência. São essas aquelas pessoas que deixam todo mundo maluco. Os programas de MBA não só atraem números expressivos desse tipo de gente como também estimulam suas tendências... (Mintezberg,2004) Ele argumenta que; a administração é uma área difícil e incerta. O que as pessoas aprendem à medida que administram, é quão pouco sabem. Poucos alunos de MBA entram na sala de aula com a humildade que se adquire com a experiência, eles podem ter trabalhado por algum tempo, porém poucos foram gerentes. Os estudos de caso que discutem não mantêm qualquer relação com alguma coisa que já tenham feito.

23 2.4 A Educação como Parceira A busca em conjunto por soluções, que atendam a todos os setores interessados tem se mostrado a melhor saída para problemas dessa relevância. É preciso que a sociedade em geral, comunidade, políticos, organizações não governamentais e iniciativas privada, assumam um pacto nacional pela educação que se traduza em um grande movimento em prol do desenvolvimento, uma fusão de interesses resultando em parcerias. As nações em desenvolvimento vivem um dilema, precisam resolver problemas não solucionados do Século XX e correm contra o tempo para assumir os desafios que surgem no Século XXI dos quais dependem o crescimento econômico, a equidade social e a integração cultural de um mundo globalizado e cada vez mais competitivo. No caso das empresas de mercados emergentes o fator sorte torna-se risco, capacitar colaboradores torna-se imperativo a fim de melhorar a qualidade e o padrão dos serviços, refletindo uma imagem positiva e com isto atraindo investimentos, clientes e entrando em novos mercados. Theodore Levitt também falou sobre isso:... A melhor maneira de uma firma ter sorte é construí-ia por si mesma. Isso exige o conhecimento daquilo que faz um negócio ter êxito... (Levitt, 1982, p. 39) Não que as empresas não estejam fazendo sua parte. Investem como nunca em programas de educação, que se multiplicam rapidamente e, hoje contemplam enorme variedade de aspectos. Mas de qualquer forma, falta muito por fazer pela educação e há amplo espaço e oportunidade para quem quiser participar. Para desenvolver tudo isso, precisamos da sensibilidade e envolvimento, da técnica de quem sabe ensinar e principalmente do compartilhamento criativo de teses.

24 2.5 Universidade Corporativa O que é uma Universidade Corporativa? Dermeval Franco (1998), administrador e consultor organizacional, define o conceito de universidade corporativa nas organizações como uma atividade estrategicamente orientada para integrar o desenvolvimento das pessoas, como indivíduos, ao desempenho esperado delas como equipes, em que todos possuirão uma visão estratégica dos destinos da organização. Para Jeanne C. Meister (2004), hoje, o principal nome mundial no tema Educação Corporativa, autora do best-seller Educação Corporativa, Universidade Corporativa é o guarda-chuva estratégico para o desenvolvimento e educação de funcionários, clientes e fornecedores, com o objetivo de atender às estratégias empresariais de uma organização. O número de organizações com tecnologia de educação corporativa nos Estados Unidos cresceu de 400, em 1988, para aproximadamente Universidades Corporativas hoje, surgindo da necessidade de aumentar a competitividade das empresas em resultados mensuráveis, através da gestão de conhecimentos e do desenvolvimento do capital intelectual. Também no Brasil, nota-se a preocupação do empresariado com tal questão e, principalmente quanto ao desperdício de dinheiro gasto em treinamentos que não estão focados no resultado do negócio. Como exemplo, pode-se verificar a matéria da revista Exame de 03/06/98 Não rasgue dinheiro. Vivemos um momento de transição do tradicional T & D para Educação Corporativa, que implica atuar no conjunto de valores e crenças da organização; ter equilíbrio e senso de evolução; confiar que as pessoas aprendem numa dinâmica de autonomia e estímulo; reforçar estímulos de associação e interação.

25 A tentativa de convergência dessas idéias leva as organizações a reagir, quebrando paradigmas tradicionais e trazendo para si a responsabilidade da coordenação do aprendizado e da educação de seus colaboradores, procurando suprir as deficiências do sistema educacional tradicional. Por isso, segundo Marco Aurélio Viana (2003), emerge com força total o novo conceito (pelo menos para nós brasileiros) da Universidade Corporativa (UC), uma forte evolução qualitativa da tradicional área de T&D a qual, longe de caracterizar um rótulo, uma embalagem redesenhada, ou muito menos um modismo, virá representar um poderoso instrumento viabilizador de uma base humana que sustente o desenvolvimento estratégico das empresas. No Brasil, empresas como ACCOR, Brahma, Algar, Amil, Oracle, Xerox, Motorola e MC Donald s, estão na liderança quanto à implementação de Universidades Corporativas. Algumas delas foram consideradas como as melhores empresas para se trabalhar e que possuem um diferencial competitivo, além de experts em gerenciamento do conhecimento (Exame Maiores e Melhores, 2002). Em pesquisa realizada pela Revista Fortune nos Estados Unidos, das dez empresas mais admiradas pela população americana quanto à qualidade dos serviços, sete possuem Universidade Corporativas: Federal Express, AT&T, Disney, Xerox, Motorola, Nordstrom e General Electric. A partir dessas pesquisas, nota-se que é absolutamente necessário que as empresas desenvolvam seus talentos para que tenham mais competitividade e melhores resultados nos negócios. Segundo Marisa Éboli (2004), professora da USP e especialista em Sistema de Desenvolvimento de Talentos, a Universidade Corporativa deve ser encarada como estratégico guarda-chuva para todo o tipo de educação, para todos os empregados e também para consumidores, fornecedores e a comunidade. Ela é, sobretudo um processo e uma mentalidade que permeiam toda a organização, e não apenas um

26 local físico de aprendizado. Sua principal missão consiste em formar e desenvolver os talentos humanos na gestão dos negócios, promovendo a geração, assimilação, difusão e aplicação do conhecimento organizacional, através de um processo de aprendizagem ativa e contínua. Ela relata:... Há cinco anos, quando participei da coletânea Universidades Corporativas, confesso que tive muita dificuldade em achar casos concretos, lembra. Na época, a obra não conseguiu retratar mais do que seis exemplos. Hoje, o número de empresas com projetos de educação corporativa chega a aproximadamente (Jornal Valor Econômico. 14/07/2004) Dermeval Franco, em seu artigo Universidades Corporativas: Uma tendência no mundo empresarial revela-nos os resultados de uma recente pesquisa conduzida por Corporate University Review, Arizona State University, Fairleigh Dickinson University e The Ohio State Univesity, na qual 140 empresas responderam e 84% disseram que têm ou planejam montar uma UC. Muitas UCs estão sendo planejadas e, mesmo assim, já operando.

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