Por onde começar na implantação de um PEP? Lincoln de Assis Moura Jr - ZILICS, SP Cláudio Giulliano Alves da Costa - SBIS, SP

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1 Por onde começar na implantação de um PEP? Lincoln de Assis Moura Jr - ZILICS, SP Cláudio Giulliano Alves da Costa - SBIS, SP

2 Crença Métodos artesanais são incompatíveis com a entrega de serviços de massa. Para entregar Saúde a milhares de pessoas é necessário utilizar métodos industriais; Bons Sistemas de Informação são essenciais para a melhoria da qualidade, aumento da produtividade e redução de custos em Saúde; O PEP é parte essencial do Sistema de Informação em Saúde; O SIS deve ser o motor da Organização.

3 TI em Saúde: Principais Eixos Registro Eletrônico de Saúde (PEP) Gestão do Fluxo de Pacientes ( Regulação ) Gerenciamento das Unidades de Saúde Saúde Conectada Gerenciamento Estratégico da Saúde

4 O Edifício Hoje 1935 Fonte: Ed Hammond, 2002

5 O Centro Cirúrgico 1935 Fonte: Ed Hammond, 2002 Hoje

6 A Enfermaria Hoje 1935 Fonte: Ed Hammond, 2002

7 O SAME Hoje 1935 Fonte: Ed Hammond, 2002

8 CID9: 487 O Prontuário Eletrônico Diagnóstico Lab Cirurgia Alta padrões! Base de Dados t Admissão Rx Diagnóstico CID10:J11 Consulta Gripe CID9: 487; 487; CID10: J10, J10, J11 J11

9 O Atendimento é Distribuído Plataforma B Plataforma A Plataforma C

10 O PEP no Mundo Real Interoperabilidade de Sistemas Rede Própria Rede Credenciada e Terceirizada Repositório de Dados XML HL7 LOINC

11 Interoperabilidade É a capacidade que bons sistemas de informação apresentam de operarem entre si com grande sinergia, mesmo tendo sido construídos por diferentes empresas!

12 Usos do PEP Assistência Prevenção de erros Qualidade da assistência Troca de informação Vigilância sanitária e epidemiológica Gestão Pesquisa Ensino Pagamento

13 Categorias de PEP Hospitalar Ambulatorial Atenção básica Especializado (Cardio, Gineco, Oftalmo...) UTI Emergência Enfermagem Home care Pagamento Pesquisa

14 Aspectos Legais Privacidade Integridade Auditabilidade Autenticação do usuário Assinatura eletrônica Guarda dos documentos

15 PEP e RES PEP - Prontuário Eletrônico do Paciente registro eletrônico de um atendimento em saúde, ou de diversos atendimentos em um mesmo provedor de serviços. RES - Registro Eletrônico de Saúde registro longitudinal dos eventos de saúde de uma pessoa, do nascimento até a morte; é multi-prestador e multi-profissional; o RES não é uma aplicação. Ele é, acima de tudo, um modelo de integração ; traz o reconhecimento da necessidade de Interoperabilidade

16 Modelo para o RES Centros Médicos Clínicas Hospitais Fornecedores Operadoras Internet Indivíduos (Pacientes) Gestão e Operação Datacenter Comunidade Médicos

17 Modelo para o RES Padrões! Comunidade

18 O Processo Necessariamente Incremental e Interativo Plan Do Act Check

19 Principais Funções do RES Criar e manter um e apenas um prontuário para cada paciente; Capturar dados demográficos relevantes e a sua história; Criar e manter listas de problemas para cada indivíduo; Armazenar a história clínica de cada indivíduo, incluindo dados sociais, dados relatados pelo paciente e os advindos de fontes ou sistemas externos; Oferecer protocolos e evidências para apoio à tomada de decisão na prescrição e no atendimento, incluindo alertas; Permitir a criação e organização de condutas e protocolos clínicos; Permitir a criação e garantir o armazenamento de prescrições, condutas e encaminhamentos, associados a cada paciente; Permitir agregar a informação coletada para fins de levantamento de conhecimento.

20 Modelo para o uso do RES Apoio à Atenção em em Saúde Registro Eletrônico de de Saúde Informação no no Ponto de de Atenção Protocolos Evidências Conhecimento Agregação de de dados não-identificados (datawarehousing) Gestão Operacional Gestão Clínica Faturamento Gestão da da Qualidade Gestão Estratégica Best Practice Automação Suporte à Operação Conhecimento Apoio à Decisão Gestão

21 Requisitos para estas Funções Identificação Unívoca Pacientes, Profissionais e Estabelecimentos de Saúde Padronização Conteúdo, Vocabulários / Terminologias, Semântica Transmissão Interoperabilidade com outros Sistemas Sintática, Semântica e Operacional Segurança Confidencialidade, Sigilo e Privacidade / Níveis de Acesso Onipresença no Ponto de Atenção à Saúde Sistema Integrado e Distribuído Incorporação e Manutenção de Conhecimento Evidências, Protocolos, Interações Medicamentosas Bases de Dados de Qualidade Pesquisa Clínica, Apoio à Gestão, BI e Datawarehouse

22 Os Pilares para o SIS/RES Bases para a Construção de Sistemas de Informação em Saúde: Infra-estrutura de TI Recursos Metodológicos Recursos Humanos Recursos Organizacionais

23 Infra-estrutura de TI Arquitetura de Internet Métodos de Gestão de TI ITIL, COBIT Privilegiar Modelo Browser/Server Bases de Dados relacionais Padrões Abertos

24 Recursos Metodológicos Métodos para representar a Organização ou Comunidade e sua relação com a TI; Métodos para conceber, especificar, desenvolver, implantar, avaliar e manter sistemas; Métodos para dialogar com o usuário final; Métodos para tomar decisão; Padrões e Modelos para representar, armazenar, transmitir e acessar a informação; Métodos para garantir a Interoperabilidade entre sistemas.

25 Recursos Humanos Equipe de Informática capaz de ouvir o seu cliente e que entenda da atividade de saúde; Usuários (do SIS) que sejam capazes de entender qualidade de dados ; Gestores que entendam o que esperar do SIS e como esperar do SIS.

26 Recursos Organizacionais A forma como a Comunidade se organiza; Como ela se apropria do SIS, para utilizá-lo em todo o seu potencial; como as partes da comunidade se organizam entre si, dividem responsabilidades e sucesso; Enterprise Architecture: o Modelo de Gestão de Saúde e a TI; No caso da Saúde: a necessidade da existência de um Modelo para o Sistema de Saúde; Políticas de segurança e uso da Informação.

27 Implantação do PEP / SRES 1. Fase de Entendimento: Infra-estrutura Recursos Organizacionais Recursos Metodológicos Recursos Humanos 2. Escolha do caminho para ir de onde se está até onde se deseja chegar (o Projeto): Infra-estrutura Recursos Organizacionais Recursos Metodológicos Recursos Humanos 3. Fase de Execução do Projeto Conforme previsto, mas lembre-se do PDCA e do processo Incremental e Interativo

28 Entendimento: Recursos Organizacionais Entender a Organização; Entender o Modelo de Gestão e Operação; Identificar a sua Comunidade; Identificar e Entender os Principais Macro-processos; Identificar os Principais Atores e Entender a sua Motivação; Entender as Prioridades; Entender a Cultura e as Práticas de TI; Identificar os Recursos Humanos, Financeiros, Organizacionais e Emocionais Disponíveis; Identificar as Políticas existentes para uso da Informação de Saúde; Descrever formalmente este conjunto de aspectos, e; Criar o seu Mapa Mental para o Projeto, de 2 ou 3 anos, com resultados trimestrais.

29 Mapa Mental Apoio à Atenção Apoio em à Atenção Saúde em Saúde Protocolos Evidências Protocolos Evidências Conhecimento Conhecimento Gestão Gestão Operacional Operacional Gestão Gestão Clínica Clínica Plan Do Registro Registro Eletrônico Eletrônico de Saúde de Saúde Informação no Informação Ponto de no Atenção Ponto de Atenção Agregação de Agregação dados de não-identificados dados (datawarehousing) não-identificados (datawarehousing) Faturamento Faturamento Gestão da Gestão da Qualidade Qualidade Gestão Gestão Estratégica Estratégica Act Check $$$ Padrões! Comunidade

30 Mapa Mental Onde estão os maiores problemas? Quem manda? Como conciliar os interesses? Quais são os recursos de fato? Financeiros, Organizacionais, Emocionais, Humanos Por onde começar? Unidades, funcionalidade, programa, região Como evoluir? Horizontal, Vertical, combinação? Como você se encaixa, neste Mapa? Que recursos VOCÊ precisa

31 Projeto: Fazer Escolhas Infra-estrutura Recursos Humanos Recursos Organizacionais Recursos Metodológicos

32 Projeto: Recursos Humanos Adequação da Equipe de TI Número de profissionais; Perfil, formação, vocação e função. Treinamento e Capacitação de Usuários do PEP/RES Número de profissionais; Perfil, formação, vocação e função; Sensibilização e motivação; Entender volumes de treinamento; Propor métodos de treinamento (replicação, por exemplo).

33 Projeto: Recursos Organizacionais Mudanças nos Recursos Organizacionais são lentas, mas deve-se buscar alguns objetivos: Desenvolver a noção de Apropriação do sistema pela Organização; Obter o comprometimento dos principais Atores e definir suas responsabilidades; Respeitar as prioridades, a cultura e as práticas de TI; Adequar o projeto aos recursos humanos, financeiros, organizacionais e emocionais disponíveis; Criar ou adequar as Políticas existentes para uso da Informação de Saúde; Garantir ampla comunicação com todos os Atores ao longo do Projeto; Criar e fortalecer fóruns de construção de consenso.

34 Projeto: Recursos Metodológicos Escolher Métodos para: Definição de prioridades e garantia de aderência com as necessidades da organização; Concepção, especificação, análise, desenvolvimento, implantação, suporte, manutenção, avaliação; Contratação e acompanhamento da execução de projetos de TI. Escolher Padrões para: Capturar, representar, armazenar, proteger, distribuir e transmitir dados e informações; Buscar interoperabilidade com sistemas externos à Comunidade.

35

36 Engenharia de Software Problemas Simples: Soluções Simples! Casa de de Cachorro: Pode ser construída por uma única pessoa: Modelagem Mínima, Processo simples, Ferramentas simples

37 Uma Casa Construída por uma Equipe Necessidade de Modelagem Processos bem definidos Ferramentas robustas

38 O Projeto de uma Casa

39 RES são Sistemas Complexos Residências interagem com o meio-ambiente: água, esgoto, telefone, eletricidade e outros serviços padronizados entram e saem pela residência. Bons sistemas de Registro Eletrônico em Saúde interagem com o meio-ambiente: Identificação Unívoca de Pacientes, Profissionais e EASs; Interoperabilidade com outros Sistemas; Segurança; Incorporação e Manutenção de Conhecimento; Necessidade de Métodos Robustos de ES Processo Unificado, por exemplo; Frameworks de desenvolvimento.

40 Projeto: Recursos Metodológicos Escolher Métodos para: Definição de prioridades e garantia de aderência com as necessidades da organização; Concepção, especificação, análise, desenvolvimento, implantação, suporte, manutenção, avaliação; Contratação e acompanhamento da execução de projetos de TI. Escolher Padrões para: Capturar, representar, armazenar, proteger, distribuir e transmitir dados e informações; Buscar interoperabilidade com sistemas externos à Comunidade.

41 Conteúdo Padrões para a Informática em Saúde Funções específicas Repositórios Vocabulários Termos Estrutura e relacionamentos Codificação Transmissão / Comunicação Mensagens, Objetos, XML Transmissão / comunicação Segurança Assinatura digital (ICP-Brasil) Legislação Manual de de Boas Práticas SBIS CFM

42 Modelo para a Informação de Saúde EAS Cadastros Nacionais Profissionais Tabelas de Domínio e Vocabulários Usuários Registro Eletrônico de Saúde (Registro do Atendimento) Emergência Atenção Básica Especialidades Gestão do Fluxo Pacientes Atendimento SADT Internação Relatórios Controle de de Acesso Leitos Emergência Faturamento Consultas SADT Autorização Vigilância Auditoria

43 Identificação Unívoca Indivíduos / Pacientes Cartão Nacional de Saúde Profissionais de Saúde Conselhos Regionais e Nacionais Estabelecimentos de Saúde CNES Cadastro Nacional de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde Representa, também, vínculos profissionais e recursos do estabelecimento.

44 Importância dos Cadastros SES/SMS Direção Parceiros S1 S2 S3 S4 Unidades Próprias Equipamentos S5 S6 S7 S8 Unidades Físico-Funcionais Unidades Credenciadas Indivíduos: Pacientes Profissionais de Saúde Especialistas O Conjunto de Cadastros Descreve a Comunidade, sua Hierarquia e seus Recursos

45 Organização do Fluxo do Atendimento Alta Complexidade - Hospitais Alta Complexidade - Hospitais Hospital Privado Hospital Universitário Hospital Filantrópico referência Policlínica Laboratório ou Centro Diagnóstico Ambulatório Especialidade Clínica regionalização contra-referência Média Complexidade Modelo de Referência e Contra-Referência referência Consultório (UBS) Consultório (UBS) Consultório (UBS) Consultório (UBS) Consultório (UBS) Consultório (UBS) Entrada Atenção Básica Atenção Básica

46 Quem Constrói os Padrões ISO International Standards Organization TC 215 Health Informatics ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Comissão de Estudos em Informática em Saúde, criada em 2006 HL7 Health Level Seven Organização Independente Organização Mundial de Saúde Classificação Internacional de Doenças - CID Ministério da Saúde SUS Diversos Padrões: AIH, Procedimentos SUS Outras Autoridades Nacionais Agência Nacional de Saúde Suplementar - TISS Organizações Profissionais IEEE, ACR-NEMA CFM Classificação Brasileira Hieraquizada de Procedimentos Médicos SBIS Processo de Certificação com o CFM

47 Como se Constróem os Padrões Processo ISO ABNT Obtido por consenso e aprovado por um grupo reconhecido, com o objetivo de ordenar e organizar atividades em contextos específicos para o benefício de todos. Atividade voluntária, pública, e de participação livre para todos os interessados. Processo Aberto Incentiva a participação de TODOS os interessados (OMG). Por Autoridade Definido por quem tem direito, como a AIH foi definida pelo MS. O TISS foi definido pela ANS (autoridade) porém usando métodos semelhantes ao da ISO, com consulta pública e fast-track. Padrões de Facto e de Jure Windows é um padrão de fato. A AIH é um padrão de direito. Obs.: Padrões Abertos São acessíveis na íntegra e em detalhes (ainda que tenham custos).

48 Organização do Comitê ISO TC 215

49 Situação Atual Tendência à Convergência: Harmonização ISO CEN HL7: unindo esforços e atraindo outros! CID-11 em construção, modelo Wiki Esforços como o do IHE Integrating the Healthcare Enterprise Montar templates que ajudem os usuários a escolher os padrões adequados para cada tipo de aplicação Brasil está bem posicionado Setor público melhor que a área privada CNES & Cartão SUS

50 Projeto: Estimativas Opções de Cenários Cronograma Análise de Precedência Recursos Financeiros Fatores Críticos de Sucesso Avaliação e Monitoração de Riscos PMO

51 Aderência ao Longo do Tempo Necessidades da Organização Bons Projetos Maioria dos Projetos t=0 t

52 O Processo Necessariamente Incremental e Interativo Plan Do Act Check

53 Resumo Pense em RES para toda a sua Comunidade; Conheça a Complexidade da Saúde; Conheça a sua Comunidade; Pense em PDCA - Incremental e Interativo; Não pense em sisteminhas. Um sisteminha de sucesso vai crescer e se transformar em um mau sistema; Padrões contém conhecimento; Escolha o melhor padrão para cada aplicação, não tente criar um; Escolha padrões de grande legitimidade, eles vão durar; Participe dos esforços nacionais e internacionais de padronização; Cometa novos Erros, não repita Erros Antigos!!! Identifique o SEU papel no processo.

54 Obrigado! Lincoln A Moura Jr Claudio G A Costa

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