DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO - CAMPUS I PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO E TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO GESTEC MESTRADO PROFISSIONAL

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1 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO - CAMPUS I PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO E TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO GESTEC MESTRADO PROFISSIONAL Edna da Silva Matos Desenvolvimento de uma comunidade virtual de prática como apoio à gestão da tecnologia da informação do Instituto Federal da Bahia: uma proposta de aplicação do Sistema de Gestão de Aprendizagem Amadeus. Salvador BA 2013

2 Edna da Silva Matos Desenvolvimento de uma comunidade virtual de prática como apoio à gestão da tecnologia da informação do Instituto Federal da Bahia: uma proposta de aplicação do Sistema de Gestão de Aprendizagem Amadeus. Dissertação submetida ao Colegiado do Programa de Pós-graduação Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação (GESTEC), da Universidade do Estado da Bahia, como requisito parcial para obtenção do Grau de Mestre em Gestão e Tecnologias aplicadas à Educação, na linha de pesquisa de Gestão da Educação e Redes Sociais, sob a orientação da Professora Drª. Nadia Hage Fialho. Salvador BA 2013

3 FICHA CATALOGRÁFICA Sistema de Bibliotecas da UNEB Bibliotecária: Jacira Almeida Mendes CRB: 5/592 Matos, Edna da Silva Desenvolvimento de uma comunidade virtual de prática como apoio à gestão da tecnologia da informação do Instituto Federal da Bahia: uma proposta de aplicação do sistema de gestão de aprendizagem Amadeus / Edna da Silva Matos. - Salvador, f. Orientadora: Nadia Hage Fialho. Dissertação (Mestrado) Universidade do Estado da Bahia. Departamento de Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade. Campus I Contém referências. 1. Tecnologia da informação. 2. Comunicações digitais. 3. Rede digital de serviços integrados. 4. Sistema de recuperação da informação - Tecnologia. 5. Internet na educação. I. Fialho,Nadia Hage. II. Universidade do Estado da Bahia, Departamento de Educação.

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5 Agradecimentos Agradeço aos meus filhos, Dandara Matos e Adônis Matos que sempre estiveram por perto me apoiando e torcendo por mim sem limitações, talvez por serem os únicos que compreendem e aceitam esse meu jeito açodado e hiperativo de ser; À minha orientadora, Professora Nadia Hage Fialho, que me conduziu neste caminho completamente novo para mim, apoiando e buscando ampliar ainda mais minha visão; À UNEB, que cumprindo o seu papel na produção e fomento do conhecimento científico ofereceu para a comunidade mais essa oportunidade de formação acadêmica e cidadã através do programa GESTEC; A minha equipe da Diretoria de Gestão da Tecnologia da Informação do IFBA por ter sempre me apoiado proporcionando a tranquilidade necessária para realização dos meus estudos; A todos os professores do GESTEC, por aprimorarem os meus conhecimentos, contribuindo para que eu pudesse andar com passos mais seguros os caminhos desta pesquisa; Aos profissionais de apoio da secretaria do Programa GESTEC que sempre foram prestativas e gentis nos atendimentos que necessitei; Aos meus caros e estimados colegas pioneiros neste Programa pela convivência prazerosa e enriquecedora; Enfim, a todos que contribuíram direta e indiretamente para que eu conseguisse chegar até aqui, os quais pela memória e falta de espaço, não consegui citá-los individualmente; A todos a minha sincera gratidão.

6 Resumo A criação do Instituto Federal da Bahia como uma organização estruturada em rede, composta por uma reitoria e diversos campi distribuídos geograficamente no estado da Bahia, trouxe para a área de tecnologia da informação e comunicação a responsabilidade de prover os meios necessários para convivência e aproximação desta nova instituição. Neste contexto, buscou-se responder neste trabalho a questão de como fazer para que os gestores de TI do Ifba atuem em rede e de forma colaborativa na execução das políticas e diretrizes definidas pelos órgãos deliberativos e consultivos do Ifba, compartilhando recursos e conhecimentos de forma a cumprir seu objetivo de unir as unidades do Ifba e a sua reitoria formando uma única instituição. Considerando a distância geográfica e que os gestores de TI já tinham uma interação incipiente e que essa prática muito se assemelhava aos conceitos de Comunidade de Prática foi natural pensar na criação de uma Comunidade Virtual de Prática como solução para a integração da área de TI do Ifba de uma forma mais organizada e consolidada. Para mediar essa CVP pretende-se utilizar o Sistema de Gestão de Aprendizagem Amadeus que congrega várias ferramentas da Web 2.0, como correio eletrônico, fóruns virtuais, listas de discussão, chats cujo modelo de uso para atender as necessidades de comunicação e organização do conhecimento de uma Comunidade Virtual de Prática é apresentado neste trabalho. Palavras-chave: Gestão de Pessoas, Tecnologia da Informação e Comunicação, Comunidade Virtual de Prática, Sistema de Gestão de Aprendizagem, Trabalho colaborativo, IFBA.

7 Abstract The creation of Federal Institute of Bahia as a multi-campi organization, built as a network that includes the dean and central administration and several campi distributed over the Bahia state, implied to the Communication and Information Technology Office the role to provide the way and mechanisms for keep the unity of the Institute and the coexistence of these units together. In this context, this document tries to answer how the IT managers should work together in a collaborative way in order to achieve the goals and policies established by the board of the Institute. This should be achieved by knowledge and resource sharing, as all these unities must to behave as a single Institute. Once there are large geographical distances and IT managers already had an incipient interaction practice, similar to the known Community of Practice concept, the natural approach was the creation of a Virtual Community of Practice as a way to integrate the IT area. To implement that VCP we use the Amadeus Learning Management System that provides several Web 2.0 concepts and tools, as electronic mail, virtual forums, mailing lists, chats, and it provides a use model that accomplish with the need for communication and knowledge organization of a Virtual Community of Practice as presented in this document. Keywords: People management, Information Technology and Communications, Virtual Community of Practice, Learning Management System, Collaborative work, IFBA.

8 Lista de Siglas e Abreviaturas APF Administração Pública Federal CEFET-BA Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia CGU Corregedoria Geral da União CIn/UFPE Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco CMMI Capability Maturity Model Integration CoBIT Control Objectives for Information and related Technology CoP Comunidade de Prática CVP Comunida Virtual de Prática CVP-GTI Comunidade Virtual de Prática de Apoio a Gestão da TI DGTI Diretoria de Gestão da Tecnologia da Informação EaD Educação a Distância FAQ Frequently Asked Questions IFBA Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia IN Instrução Normativa ITIL Information Technology Infrastructure Library MCT Ministério da Ciência e Tecnologia MEC Ministério da Educação MPOG Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informação PETI Planejamento Estratégico da Tecnologia da Informação PMP Project Management Professionals PSI Política de Segurança da Informação RSS Rich Site Summary SGA Sistema de Gestão de Aprendizagem SISP Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação SISTEC Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica SLTI Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação TCU Tribunal de Contas da União TI Tecnologia da Informação TQM Total Quality Management UnB Universidade Federal de Brasília VoIP Voz sobre IP WEB World Wide Web

9 Lista de Tabelas Tabela 1.1 Diferenciação entre comunidades de prática e outras formas de organização Tabela 3.1 Estrutura departamental x gestão por processos Tabela 3.2 Erro na implementação da gestão de processos Tabela 3.3 As decisões da TI Tabela 3.4 Diferença entre dado, informação e conhecimento Tabela 4.1 Papéis necessários a uma Comunidade de Prática Tabela 4.2 Princípios para o desenvolvimento de uma Comunidade de Prática Tabela 6.1 Características da CVP-GTI do Ifba Tabela 6.2 Definições dos papéis da CVP-GTI do Ifba Tabela 6.3 Questões a serem estudadas como possíveis fatores de sucesso

10 Lista de Figuras Figura 1.1 Mapa de localização dos campi do Ifba Figura 1.2 Estrutura organizacional e política da área de TI do Ifba Figura 1.3 Esquema da dissertação Figura 2.1 Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação Figura 3.1 Componentes de um processo. Adaptado de Bonfim (2007) Figura 3.2 Ciclo da gestão de processos Figura 3.3 As quatro dimensões da ITIL Figura 3.4 Os quatro domínios do CobiT Figura 3.5 As pessoas são recursos ou parceiras da organização? Figura 3.6 As áreas da moderna gestão de pessoas Figura 3.7 Tendência atuais do mundo moderno Figura 3.8 A nova orientação em plena era da informação Figura 4.1 Dimensões de uma Comunidade de Prática Figura 4.2 Ciclo de Vida de uma Comunidade de Prática Figura 5.1 Portfólio de ferramentas da web 2.0 (http://www.go2web20.net/) Figura 5.2 Página inicial da Wikipédia (http://www.wikipedia.org/) Figura 5.3 Página inicial do Google Docs Figura 5.4 Start Page criada no igoogle Figura 5.5 Interfaces do SGA Amadeus Figura 6.1 Fatores críticos no desenvolvimento de comunidades Figura 6.2 Trabalho colaborativo mediado por tecnologia Figura 6.3 Alcançar em grupo objetivos comuns Figura 6.4 Potencialidades tecnológicas de trabalho em grupo Figura 6.5 Explicitação das regras de trabalho Figura 6.6 Funcionalidades do SGA Amadeus X Necessidades da CVP-GTI Figura 6.7 SGA Amadeus/CVP-GTI: perfil Administrador/Suporte Figura 6.8 SGA Amadeus/CVP-GTI: perfil Professor/Diretor (a) de TI Figura 6.9 SGA Amadeus/CVP-GTI: perfil Aluno/Gestor (a) de TI Figura 6.10 SGA Amadeus/CVP-GTI: Curso/Processo Gestão de TI Figura 6.11 SGA Amadeus/CVP-GTI: Módulo/Gestão de Conteúdo Figura 6.12 SGA Amadeus/CVP-GTI: Curso-Módulo/Avaliação Figura 6.13 SGA Amadeus/CVP-GTI: Módulo/Atividade Fórum Figura 6.14 SGA Amadeus/CVP-GTI: Módulo Aluno/Gestor de TI/Tarefas pendentes

11 Sumário Capítulo 1 Introdução Motivações e justificativas Problema A instituição A tecnologia da informação no Ifba O mapa do Ifba Os sujeitos da pesquisa Hipótese Da opção por uma Comunidade Virtual de Prática Da opção por um Sistema de Gestão de Aprendizagem Da opção pelo Sistema de Gestão de Aprendizagem Amadeus Objetivos Metodologia Tipo de pesquisa Procedimentos metodológicos Organização da dissertação Capítulo 2 Sociedade da Informação e do Conhecimento Conceitos e definições O Programa Sociedade da Informação no Brasil Capítulo 3 Gestão organizacional Modelos de gestão Instituição de ensino multicampi Gestão de processos Gestão estratégica de tecnologia da informação Gestão de pessoas Liderança Gestão do conhecimento Capítulo 4 Comunidade Virtual de Prática... 75

12 4.1. Origem e definição Características das Comunidades de Práticas As Comunidades de Práticas no contexto da organização Ciclo de vida das comunidades de prática Definição de papéis O desenvolvimento de uma Comunidade de Prática Comunidade Virtuais de Prática Trabalho colaborativo Capítulo 5 Ambientes virtuais de aprendizagem Web Ferramentas Web Blogs Microblogging Wikis Redes Sociais Publicação de Conteúdos a) Vídeo b) Imagens c) Áudio (Podcasts) d) Apresentações Edição Colaborativa Start Pages Classificação de Ambientes Virtuais de Aprendizagem Sistemas de Gestão da Aprendizagem Sistema de gestão da aprendizagem de segunda geração Sistema de Gestão de Aprendizagem Amadeus Capítulo 6 Um modelo para uso do Amadeus na Comunidade Virtual de Prática Construindo a CVP-GTI do Ifba

13 Definição dos papéis Problemáticas e soluções no trabalho mediado por tecnologia O papel do moderador Reunião presencial da CVP-GTI Identificação dos fatores de sucesso Construindo o modelo de uso do SGA Amadeus Avaliando a usabilidade do SGA Amadeus Descrição do modelo Conclusão Capítulo 7 Considerações finais e Trabalhos futuros Perspectivas para continuidade da pesquisa Referências

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15 21 Capítulo 1 Introdução Somente a organização pode oferecer a continuidade básica de que os trabalhadores do conhecimento precisam para serem eficazes. Apenas a organização pode transformar o conhecimento especializado do trabalhador em desempenho. (DRUCKER, 1994, p.147) Neste capítulo é apresentada sucintamente a pesquisa documentada nesta dissertação, abordando as motivações e justificativas, o problema e a delimitação da pesquisa, os objetivos da dissertação, a metodologia utilizada e a organização do texto.

16 Capítulo 1. Introdução Motivações e justificativas O conceito de gestão das instituições vem sofrendo profundas revisões, impulsionado pelas mudanças internas e externas. O domínio das tecnologias de informação e comunicação em todos os núcleos das atividades humanas tem provocado impacto nas estruturas organizacionais e nas práticas de gerência. Conceitos como reengenharia, gestão do conhecimento, trabalho em rede, incorporam-se ao cotidiano das organizações, baseando suas estratégias para o alcance de um melhor posicionamento em um ambiente altamente competitivo. Nestes ambientes inovadores verificam-se alterações em variáveis estruturantes, outrora estáveis, como o tempo, o espaço e a realidade. Essas variáveis são algumas das bases da Sociedade da Informação que consiste em uma sociedade interligada, flexível, participada, móvel, criativa, onde a informação e o conhecimento são gerados e partilhados em ambientes cada vez mais mediados pela tecnologia (ANDRADE, 2005). O Programa Sociedade da Informação no Brasil, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), já preconizava a necessidade de fomentar a capacidade de gestão estratégica da Tecnologia da Informação (TI), reciclando os quadros técnicos e administrativos do governo, incluindo: atualização acerca de tendências tecnológicas, análise de organizações, concepção de aplicações, desenvolvimento ou contratação e gerência de mudanças organizacionais. Pois, com os quadros limitados e incapazes de operar com habilidade nessas frentes, o governo corre o risco de ficar na dependência do acaso ou de terceiros (TAKAHASHI, 2000). Nos últimos dez anos, um conceito vem se destacando com a importante missão de organizar as considerações feitas acima em uma abordagem sistêmica: trata-se da Governança de TI. Os gestores têm sido confrontados com a percepção do valor estratégico que a TI tem para a missão da organização, considerando suas peculiaridades e melhores práticas de gerenciamento. Acredita-se que a crise econômica iniciada em 2008 serviu de alerta aos líderes organizacionais sobre a importância das políticas de governança. Embora, o Brasil ainda apresente pouca evolução efetiva no desenvolvimento e aprimoramento de processos para controle das operações de TI por boa parte de suas organizações, já

17 Capítulo 1. Introdução 23 existe um movimento bastante forte neste sentido fomentado pelo Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP), instituído pelo Decreto nº de 21 de janeiro de 1994 e atualizado pelo Decreto n de 11 de outubro de 2011, com o objetivo de organizar a operação, controle, supervisão e coordenação dos recursos de informação e informática da administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Federal. A partir de 2009, o governo federal através dos seus órgãos de controle amparados na Instrução Normativa n 04/MPOG/SLTI de 19 de maio de 2008 que regulamentava o processo de contratação de serviços de tecnologia da informação no âmbito do governo, mas também exigia de cada órgão federal a constituição de um comitê gestor para a tecnologia da informação, decidiu iniciar um processo de implantação da Governança de TI na Administração Pública Federal com o claro objetivo de organizar os recursos de tecnologia da informação buscando alinhar os altos investimentos na área com as reais necessidades do governo. Assim, o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU) apoiados pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) têm desenvolvido ações junto aos gestores de tecnologia da informação das instituições públicas federais no sentido de criar instâncias e instrumentos que facilitem o controle das aquisições e a efetividade das soluções de tecnologia da informação. Inserido neste contexto, encontra-se o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (Ifba) que tem apresentado, igualmente, alterações significativas em sua dinâmica de trabalho, tendo em vista a necessidade de adequação aos novos paradigmas e o cumprimento de sua missão. E, diante dessas mudanças, evidencia-se a importância de análise e revisão das práticas de gestão da tecnologia da informação buscando-se atingir um melhor desempenho organizacional. A complexidade de uma instituição como o Ifba e a crescente demanda por respostas rápidas pela área de informação, contrastando com os parcos recursos disponíveis exigem uma reavaliação das práticas vigentes de gestão, visando uma adequação à realidade política, administrativa e econômica de uma Instituição Federal de Ensino.

18 Capítulo 1. Introdução 24 A revisão do modelo de gestão estratégica da TI para o Ifba se justifica pela necessidade de adequação da estrutura organizacional e das práticas de gerenciamento aos novos paradigmas que permeiam as organizações modernas e em cumprimento às exigências das recomendações e normativas demandadas pelo TCU e pela CGU. Além disso, a revisão das práticas de gestão da tecnologia da informação do Ifba é precípua para a prestação de serviços de qualidade à comunidade interna e externa consolidando a tendência de adoção de estratégias voltadas para o compromisso com o cidadão e com o cumprimento de sua responsabilidade social, em se tratando de uma instituição pública de ensino. A questão estratégica de se integrar os recursos da TI ao negócio, principal objetivo da Governança de TI, passa pelo alinhamento das estratégias de TI com as estratégias organizacionais. Isso vem consumindo expressivos recursos financeiros e de pessoal, uma vez que é necessária a construção de diversos instrumentos de controle e a criação de instâncias colegiadas. Essa atividade é um desafio contínuo para evitar que os recursos investidos em TI sejam desperdiçados na instituição, com baixa produtividade nos serviços e má qualidade nas entregas. Hoje, é comum existirem muitos projetos em execução na instituição cujo acompanhamento carece de um gerenciamento mais adequado. Com isto, esses projetos são levados a competirem por recursos comuns o que provoca atrasos na sua conclusão. Motivada pela experiência profissional e pelo interesse em trabalhar com a implantação de um novo modelo de gestão para a área de TI do Ifba na qual atuo na condição de gestora desde 2001, ocupando o cargo de Diretora de Gestão da Tecnologia da Informação, pretendi apresentar um projeto de intervenção para o desenvolvimento de uma Comunidade Virtual de Prática para apoiar a Gestão de TI (CVP-GTI) no Ifba na integração dos gestores de TI dos campi de forma a implantar as políticas e diretrizes para a tecnologia da informação na instituição. Unindo a minha experiência e o estudo de teorias aplicadas à implantação da Governança de TI, ao trabalho colaborativo e à gestão de pessoas e do conhecimento, pretendi incentivar as atividades da CVP-GTI utilizando o Sistema de Gestão da Aprendizagem Amadeus como ferramenta mediadora das atividades dos membros. Avaliei a qualidade deste ambiente virtual de aprendizagem com base no critério da usabilidade no trabalho final do curso de especialização lato senso em Engenharia de Sistemas realizado na Escola Superior Aberta do Brasil e concluído em A

19 Capítulo 1. Introdução 25 escolha do tema proposto no projeto está relacionada, portanto, com as dificuldades percebidas através de observação direta nas rotinas das atividades desenvolvidas na Diretoria de Gestão da Tecnologia da Informação do Instituto Federal da Bahia Problema Para facilitar a compreensão do leitor na definição da problemática motivadora deste trabalho, que consiste na preocupação da diretoria sistêmica de gestão da TI com a atuação dispersa e isolada dos gestores de TI dos campi do Ifba, faz-se necessário contextualizar o ambiente organizacional do Instituto Federal da Bahia (Ifba) e as mudanças que ele tem sofrido nos últimos cinco anos e posicionar a autora como participante ativa do ambiente descrito, no qual ela atua, inclusive como agente de transformação A instituição O Ifba é uma instituição federal de ensino, criada mediante a transformação do Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFET-BA), através da Lei Federal de 29 de dezembro de O instituto oferece cursos de educação tecnológica profissional em todos os níveis do sistema educacional (médio, técnico, graduação e pós-graduação), além de cursos de extensão e qualificação e, tem atualmente, cerca de vinte e três mil alunos matriculados 1. O ensino abrange várias áreas do conhecimento, e os seus cursos e currículos possuem uma dinâmica que os permite renovar-se frente às inovações pedagógico-educacionais, bem como uma integração contínua às mudanças nos processos produtivos (novas tecnologias, sistemas de trabalho e de produção etc.). No período da pesquisa, o Ifba possuía dezesseis campi em pleno funcionamento nas cidades de Salvador, Simões Filho, Camaçari, Santo Amaro, Feira de Santana, Valença, Jequié, Vitória da Conquista, Seabra, Jacobina, Eunápolis, Porto Seguro, Ilhéus, Irecê, Paulo Afonso e Barreiras; três campi funcionando em sedes provisórias nos municípios de Brumado, Juazeiro e Euclides da Cunha e um Núcleo de EaD em Dias D Ávila. Cumprindo a fase III do Plano de Expansão do Governo Federal para a 1 Fonte: Sistec/dez-2012

20 Capítulo 1. Introdução 26 Educação Profissional, estão sendo construídos, além das sedes definitivas dos três campi já citados, um campus no município de Lauro de Freitas e outro em Santo Antonio de Jesus, totalizando, assim, vinte e duas unidades em A tecnologia da informação no Ifba A gestão da TI do Ifba é de responsabilidade da Diretoria de Gestão da Tecnologia da Informação (DGTI) subordinada diretamente a Reitoria. Cada campus possui o seu próprio gestor de TI que, apesar da subordinação hierárquica ao diretor geral do campus, é funcionalmente subordinado a DGTI. Estes gestores têm a responsabilidade de executar as políticas e diretrizes estabelecidas pelo Comitê de Tecnologia da Informação em consonância com o Planejamento Estratégico de TI (Peti), o Plano Diretor de TI (PDTI) e a Política de Segurança da Informação (PSI) da instituição. O Comitê de Tecnologia da Informação é um órgão consultivo composto por representantes dos setores do Ifba, incluindo, o Colégio de gestores de TI dos campi, e é responsável por propor as políticas de TI da instituição. Além disso, tem o dever de nomear e acompanhar os trabalhos do Comitê Gestor da Segurança da Informação. A área de TI do Ifba tem como principais funções desenvolver as atividades de prospectar novas tecnologias; elaborar e implementar projetos; desenvolver sistemas aplicativos de apoio à gestão; administrar a rede corporativa; oferecer suporte técnico ao usuário; elaborar o planejamento das contratações de soluções de TI; fornecer suporte técnico ao sistema de telefonia do Ifba e prestar serviços de internet, provedor de acesso, correio eletrônico e manutenção dos equipamentos de informática da Instituição. O Ifba é interligado por uma rede de voz e dados (VoIP 2 ) que abrange todos os seus campi e reitoria. Possui uma infraestrutura 3 robusta com aproximadamente 6400 pontos de rede lógica; 140 servidores de redes (físicos e virtuais) para serviços de internet, gerência da rede e banco de dados; alta capacidade de armazenamento de 2 Voz sobre IP 3 Dados do Relatório de Gestão 2012 disponível em acessado em 02/03/2013.

21 Capítulo 1. Introdução 27 informações; roteadores e servidores de comunicação para conexões internas e externas e uma conexão com a internet a velocidade de 10 Gbps. Na última década, apesar do aumento nos investimentos financeiros, foi possível identificar alguns problemas enfrentados pela atual gestão da TI do Ifba, tais como, dificuldade de planejamento, controle e operação da rede e consequente insatisfação dos usuários, inexistência de sistemas de informação para apoiar a administração estratégica, dificuldade em atender a demanda por sistemas de informação específicos, falta de uma política que permita priorizar as atividades do setor e falta de pessoal técnico especializado em quantidade suficiente para suprir as necessidades que lhe são demandadas. O Ifba, como participante do programa de expansão do ensino profissional promovido pelo governo federal, em cinco anos, passou de apenas quatro para vinte unidades de ensino em funcionamento. Se verificarmos o mapa da Bahia (figura 1.1), veremos que algumas dessas unidades ficam bem distantes da sede da instituição localizada na capital do estado, bem como, distantes entre si O mapa do Ifba Figura 1.1 Mapa de localização dos campi do Ifba

22 Capítulo 1. Introdução 28 Com este crescimento em tão curto espaço de tempo, coube à área de tecnologia da informação a responsabilidade pela integração necessária para que o Ifba se firmasse como uma única instituição respeitando os pressupostos que balizaram o projeto de implantação dos Institutos Federais que, segundo Fernandes (2009) conceberam uma organização estruturada como uma rede, para integrar sistemicamente, através de uma reitoria, os diversos campi situados numa determinada extensão territorial. Diante da responsabilidade de unir os nós dessa rede, a TI entra como elemento facilitador provendo meios de convivência, aproximação e conhecimento. A distribuição das unidades do Ifba no extenso território do estado da Bahia, entre outros problemas, acarreta aumento nas despesas com deslocamentos entre os campi e entre o campus e a reitoria, além de comprometer as atividades da unidade pela ausência dos gestores por conta das constantes viagens. Além disso, existe a necessidade de centralização das informações de toda a instituição para que elas possam de fato subsidiar a reitoria e seus órgãos de apoio nas ações sistêmicas e no cumprimento do planejamento estratégico da instituição. O suporte tecnológico disponível na área de TI pode reduzir esses custos, substancialmente, além de organizar estas informações. Os gestores do Ifba têm investido bastantes recursos em infraestrutura como, por exemplo, aumento no número de servidores de redes, ampliação das redes lógicas das unidades, aquisição de equipamentos de telefonia e videoconferência, mas esses investimentos ainda não estão apresentando os resultados esperados pela falta de sinergia na execução dos projetos entre a reitoria e os campi. A DGTI como órgão sistêmico de gestão da tecnologia da informação do Ifba tem enfrentado dificuldades para acompanhar as ações dos campi nesta área. É importante salientar que a questão da autonomia dos campi não está claramente definida na Lei /2008 que criou os institutos federais, o que traz algumas dúvidas com relação à aplicação dos recursos de TI e sua consequente prestação de contas aos órgãos de controle. Daí a necessidade de acompanhar o desenvolvimento das ações estratégicas feita pelo gestor de TI no campus. A figura 1.2 apresenta um recorte no organograma da instituição delimitando os sujeitos dessa pesquisa.

23 Capítulo 1. Introdução Os sujeitos da pesquisa Figura 1.2 Estrutura organizacional e política da área de TI do Ifba 4 Os conselhos são órgãos deliberativos que instituem as políticas organizacionais do Ifba. Os comitês de tecnologia da informação e gestão da segurança da informação são responsáveis por propor as diretrizes para a área de TI que serão submetidas aos conselhos, bem como, por acompanhar a execução das mesmas junto aos diversos setores da instituição. A Diretoria de Gestão da TI é responsável pela macrogestão da área de TI no instituto enquanto o Colégio de Gestores de TI dos campi é um colegiado de caráter consultivo, composto pelos gestores de TI de todos os campi do IFBA responsável 4 Regimento Interno do Ifba/2012 disponível em Acessado em 05/06/2012

24 Capítulo 1. Introdução 30 pela elaboração macro do Plano Diretor de TI do IFBA e pela execução das políticas estabelecidas pelo Conselho Superior. Considerando a contextualização acima e a definição dos sujeitos da pesquisa, posso sintetizar as inquietações que me levaram a propor este trabalho em uma questão: como fazer para que os gestores de TI dos campi atuem em rede e de forma colaborativa na execução das políticas e diretrizes definidas pelos órgãos deliberativos e consultivos do Ifba, compartilhando recursos e conhecimentos? 1.3. Hipótese Pelas observações do ambiente de trabalho percebi que já havia uma interação entre os membros da equipe de TI do Ifba para troca de informações sobre as tarefas cotidianas do trabalho e suas práticas, permitindo o compartilhamento das soluções para os seus problemas mais comuns. Essa comunicação acontecia, principalmente, pelo correio eletrônico e por ferramentas de comunicação disponíveis na internet. Considerando que essa prática muito se assemelhava aos conceitos definidos por Etienne Wenger 5 para referenciar o termo Comunidade de Prática como uma comunidade que se distingue de outras formas organizacionais por alguns aspectos como o seu objetivo, a escolha dos participantes, os motivos que as mantêm juntas e o seu tempo de duração, imaginei ser esse o caminho de integração dos gestores de TI dos campi e a DGTI de uma forma mais organizada e consolidada. E, ainda, considerando a distância geográfica que afasta estes gestores uns dos outros as atividades dessa comunidade precisavam ser desenvolvidas virtualmente. Portanto, seria uma Comunidade Virtual de Prática. Mas, qual a ferramenta virtual ideal para mediar às atividades da Comunidade Virtual de Prática? Com base no meu conhecimento das soluções digitais disponíveis percebi que algumas delas poderiam ser utilizadas para apoiar esta tarefa. Mas, qual a melhor? 5 Etienne Wenger é pesquisador no campo da teoria da aprendizagem e a sua aplicação aos negócios corporativos. Pioneiro em pesquisa sobre comunidades de prática: Acessado em 07/05/2013

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