ACNE...5 REGURGITAÇÃO...8 BRONQUIOLITE AGUDA...11 CEFALEIAS...14 CÓLICAS DO LACTENTE...17 CANDIDIASE ORAL...20 RINOFARINGITES...23 CONVULSÕES...

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2 ÍNDICE Pág. ACNE...5 REGURGITAÇÃO...8 BRONQUIOLITE AGUDA...11 CEFALEIAS...14 CÓLICAS DO LACTENTE...17 CANDIDIASE ORAL...20 RINOFARINGITES...23 CONVULSÕES...27 DERMITE ATÓPICA...30 DERMITE DAS FRALDAS...33 DERMITE SEBORREICA...36 DIARREIA...39 ENURESE...44 EPISTAXES...48 EXANTEMA SÚBITO...51 FEBRE...53 FIMOSE...59 FISSURA ANAL...62 GENGIVO-ESTOMATITE HERPÉTICA...65 GRIPE...67 INFECÇÕES URINÁRIAS...71 INTOXICAÇÕES...74 LARINGOTRAQUEOBRONQUITE...76 ERUPÇÕES CUTÂNEAS

3 MENINGITE...82 MONONUCLEOSE INFECCIOSA...85 OBSTIPAÇÃO...88 DOR, EXSUDADO OU OLHO VERMELHO...91 OTITE MÉDIA AGUDA...94 PAROTIDITE AGUDA...98 PITIRÍASE ALBA PITIRÍASE VERSICOLOR PEDICULOSE DA CABEÇA SÍNDROME DE MORTE SÚBITA DO LACTENTE SUDAMINA TOSSE TRAUMATISMO CRANEANO VARICELA VÓMITOS

4 INTRODUÇÃO A Saúde não depende exclusivamente da prestação de cuidados. A influência do ambiente social, biofísico e ecológico é determinante. No entanto, é indiscutível o impacto das acções de vigilância da Saúde Infantil e Juvenil pertinentes e de qualidade. A manutenção e promoção da Saúde de todas as crianças é, pois, um imperativo para os profissionais e serviços de Saúde. A criança é um ser humano com necessidades e características muito específicas, dentro das quais se destaca a sua dependência no que se refere à manutenção da sua saúde e bem-estar. Para tal, torna-se indispensável a educação do adulto, nomeadamente dos pais, com vista ao conhecimento dos mesmos sobre as principais patologias que afectam as crianças e como proceder nas várias situações. Este manual tem como objectivo responder às questões mais frequentes relativamente às patologias pediátricas mais comuns, de modo a evitar idas desnecessárias aos serviços de Saúde e a ajudar a tranquilizar os pais/encarregados, uma vez que fornece informação simples e acessível sobre o modo de actuar nas diferentes patologias. 4

5 ACNE 5

6 ACNE O acne é uma doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença das hormonas sexuais. Devido a isso, as lesões começam a surgir na puberdade, época em que estas hormonas começam a ser produzidos pelo organismo, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. A doença não atinge apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta e, até mesmo, surgir nesta fase, quadro mais frequente em mulheres. As manifestações da doença (cravos e espinhas) ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilo-sebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem o desenvolvimento de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comummente envolvido. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS A doença manifesta-se principalmente na face e no tronco, áreas do corpo ricas em glândulas sebáceas. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, sendo, na maioria das vezes de pequena e média intensidade. Em alguns casos, o quadro pode tornar-se muito intenso, como o acne conglobata (lesões císticas grandes, inflamatórias, que se intercomunicam sob a pele) e o acne queloideano (deixa cicatrizes queloideanas após o desaparecimento da inflamação). TRATAMENTO Sendo doença de duração prolongada e algumas vezes desfigurante, a acne deve ser tratada desde o começo, de modo a evitar as suas sequelas, que podem ser cicatrizes na pele ou distúrbios emocionais, devido à importante alteração na autoestima de jovens acometidos pela acne. O tratamento pode ser feito com medicações de uso local, visando a desobstrução dos folículos e o controle da proliferação bacteriana e da oleosidade. Podem ser usados também medicamentos por via oral, dependendo da intensidade do quadro, geralmente antibióticos para controlar a infecção. Em casos de acne muito grave (como o acne conglobata), ou resistente aos tratamentos convencionais, pode ser utilizada a isotretinoína, medicação que pode curar definitivamente o acne em cerca de seis a oito meses na grande maioria dos casos. 6

7 Apesar de não ter participação na causa da doença, a dieta pode ter influência no curso do acne em algumas pessoas. Alimentos como chocolates, gorduras animais, leite e derivados, crustáceos, condimentos fortes e amendoins devem ser evitados pelos doentes que apresentem acne e percebam o agravamento dos sintomas após a ingestão destes alimentos. O lado emocional dos doentes não deve ser menosprezado. A desfiguração causada pelo acne pode provocar baixa auto-estima do adolescente, que passa a evitar o contacto social com vergonha das suas lesões e das brincadeiras dos colegas. Quando necessário, deve ser fornecido suporte psicológico. O tratamento do acne deve ser orientado por um Dermatologista. Fonte: Doutor Armando Fernandes (Pediatra) Centro Pediátrico de Telheiras Pediatria do Desenvolvimento 7

8 REGURGITAÇÃO 8

9 REGURGITAÇÃO BOLÇAR A regurgitação é a subida de uma parte do conteúdo do estômago para o esófago e deste para a boca. É GRAVE? Na maioria dos casos, as regurgitações do lactente (crianças até 1 ano de idade) são banais já que a "válvula" entre o estômago e o esófago ainda não funciona perfeitamente (imaturidade fisiológica), desaparecendo, deste modo, progressivamente no decorrer dos primeiros 18 meses. Medidas dietéticas simples permitem diminuir eficazmente a regurgitação. De qualquer forma somente o Pediatra do seu bebé pode aconselhá-la(o) sobre as medidas que deve tomar e decidir sobre a necessidade de um tratamento médico ou da procura de uma eventual causa destas regurgitações. ALGUNS CONSELHOS PRÁTICOS: Alimente o bebé calmamente, sem pressas, esperando que ele arrote. Aumente o número de refeições, diminuindo a quantidade em cada mamada. EVITE: Grandes quantidades de alimento; não se inquiete se o bebé não terminar o biberão e não se sinta obrigada(o) a forçá-lo a acabar. Fraldas ou roupas demasiado apertadas. Uma atmosfera viciada em fumo de tabaco. Sumos de fruta (em crianças mais velhas). UTILIZAR UMA FÓRMULA PRÉ-ESPESSADA Um leite cientificamente estudado para engrossar no estômago, limitando assim a regurgitação são as chamadas fórmulas AR. Alguns estudos, revelam melhoria da regurgitação em 40-50% dos casos, especialmente com as fórmulas espessadas com amido de milho (por exemplo, Novalac AR). Outras fórmulas AR: NAN HA/AR, Miltina AR, S-26 AR, Nutrilon AR, Nutribén Natal AR, Milumil AR, Enfamil AR. Preparação do biberão: 9

10 Ao preparar o leite, utilize apenas água tépida (37 C). A água demasiadamente quente pode provocar a formação de grumos (partículas sólidas no leite) dificultando a alimentação do bebé. Dado que as fórmulas AR são mais espessas, aconselha-se a utilização de uma tetina dotada de um orifício maior. COMO DEITAR O BEBÉ Recomenda-se deitar o bebé de costas e não sobre o ventre. Contudo, apenas um profissional de saúde pode aconselhar a posição mais apropriada para o seu filho. Se a regurgitação persistir consulte novamente o Pediatra. Pode ser necessário prescrever alguns medicamentos e realizar alguns exames complementares, nomeadamente phmetria, endoscopias, radiografias, cintigrafias. Fonte: Doutor Armando Fernandes (Pediatra) Centro Pediátrico de Telheiras Pediatria do Desenvolvimento 10

11 BRONQUIOLITE AGUDA 11

12 BRONQUIOLITE AGUDA É provocada, geralmente, por vírus (vírus respiratório sincicial (VRS), vírus parainfluenza, vírus influenza A e B, adenovírus, rhinovírus) e atinge sobretudo crianças até aos 2-3 anos de idade, entre Novembro e Abril. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS A bronquiolite surge habitualmente num contexto familiar ou epidemiológico de infecção respiratória das vias aéreas superiores. Nos primeiros 2 a 3 dias ocorre rinorreia seromucosa (corrimento nasal), obstrução nasal, tosse, febre ligeira e anorexia (perda de apetite). A partir do 5º dia, predomina a dificuldade respiratória (pieira, polipneia (movimentos respiratórios rápidos)), depressões intercostais, adejo nasal ( bater ou abrir as asas do nariz )). Muitas vezes, existe concomitantemente otite média aguda. É uma situação clínica que pode requerer cuidados especiais. PEÇA AJUDA PEDIÁTRICA IMEDIATAMENTE SE: A criança tem idade igual ou inferior a 6 meses. A criança vomita frequentemente. A dificuldade respiratória não melhora e/ou torna-se mais grave (frequência respiratória maior ou igual a 60 ciclos por minuto, não consegue comer ou chuchar a chupeta, ocorrem depressões intercostais, infradiafragmáticas ( ficar com as costelas marcadas ) e/ou da fúrcula esternal ( covinha acima do esterno), adejo nasal ( abrir as asas do nariz ), meter a barriga para dentro ). Os lábios ou as unhas tornam-se azulados ou escuros. A criança não consegue falar (porque a respiração é muito rápida). A criança torna-se excessivamente irritada ou sonolenta. A criança apresenta factores de risco: prematuridade (idade gestacional inferior a 34 semanas), fibrose quística, displasia broncopulmonar, cardiopatia congénita, imunodeficiência, doença neuromuscular. TRATAMENTO Reduzir a actividade física da criança (geralmente ela própria controla a actividade que pode fazer). Encorajar a ingestão de líquidos (não se preocupe se a criança não ingere sólidos por 2 a 3 dias). Colocar a criança a dormir numa posição semi-sentada, respirando numa atmosfera húmida (nebulizador, vaporizador). A melhor maneira de fazer isto é colocar uma almofada debaixo do colchão junto à cabeça e outra mais pequena 12

13 junto às pernas, de modo que a criança fique semi-sentada, parecendo que está num cadeirão. Evite a exposição ao fumo de tabaco. Manter vigilância da criança. Dar antipiréticos (medicamentos para a febre), se necessário. Pode necessitar de outros medicamentos, nomeadamente broncodilatadores em aerossol (Só receitados pelo pediatra!). Para que o aerossol seja mais eficaz é necessário que seja feito sem chupeta e sem que a criança esteja a chorar. COMPLICAÇÕES Na maioria dos lactentes (crianças até 1 ano de idade), a pieira (broncospasmo) melhora dentro de 3 a 5 dias. Contudo, em alguns, a congestão nasal e a tosse podem persistir durante 1 a 3 semanas. Por vezes, podem surgir complicações (pneumonia, pneumotórax, apneia, atelectasia ou insuficiência respiratória aguda) pelo que pode ser necessário recorrer aos serviços de urgência para fazer aerossóis (com broncodilatadores e oxigénio) e eventual internamento quando a situação é muito grave e/ou a criança apresenta as condições referidas em Peça ajuda pediátrica imediatamente se. Crises muito frequentes de bronquiolite têm sido associadas a uma maior probabilidade de vir a desencadear asma no futuro. COMO PREVENIR Favorecer o aleitamento materno; Lavagem frequente das mão; Deitar fora lenços e papéis usados; Limpar e desinfectar os brinquedos do bebé; Colocar o bebé a dormir num quarto separado dos irmãos em idade escolar; Evitar os infantários; Manter as pessoas com sintomas de constipações afastadas, pelo menos, dois metros do bebé; Manter o bebé afastado dos ambientes de fumo; Fonte: Doutor Armando Fernandes (Pediatra) Centro Pediátrico de Telheiras Pediatria do Desenvolvimento 13

14 CEFALEIAS 14

15 CEFALEIAS Dores de Cabeça As cefaleias são relativamente frequentes em crianças e em adolescentes. São geralmente autolimitadas e benignas, principalmente em crianças acima dos cinco anos. O QUE PROCURAR? Em crianças mais pequenas, as cefaleias podem acompanhar situações comuns, tais como dor de garganta, dor de ouvidos ou dor de dentes. Quando associada a infecções, geralmente é acompanhada de dores musculares e de febre. Em crianças maiores e em adolescentes, o stress e a tensão são possivelmente as causas mais vulgares de cefaleias, acompanhadas por espasmos dos músculos do pescoço e da cabeça. A dor surge frequentemente ao fim do dia, mas pode ser constante ou pulsátil. As enxaquecas são geralmente unilaterais, pulsáteis, têm um início relativamente rápido e, muitas vezes, causam náuseas, vómitos, dor abdominal e alterações visuais (aura). Há frequentemente antecedentes familiares de enxaqueca. Convulsões ou traumatismo craniano podem preceder o início das cefaleias. Intoxicação por monóxido de carbono (lareira) pode produzir cefaleias. Défice visual raramente é uma causa de cefaleias. PROCURE AJUDA PEDIÁTRICA IMEDIATAMENTE SE: 1. Dor muito intensa e persistente. 2. Rigidez da nuca. 3. Alterações comportamentais, como irritabilidade ou sonolência. 4. Anisocória (pupilas com tamanho desigual). 5. Evidência de outros problemas, incluindo confusão mental, alterações da fala e/ou da visão ou vómitos recorrentes. 6. Traumatismo craniano. 7. Episódio de cefaleias muito intensas. 8. Criança com menos de cinco anos de idade. PROCURE AJUDA PEDIÁTRICA DENTRO DE ALGUMAS HORAS SE: 1. Cefaleia persistente (com duração maior que 48 a 72 horas). 2. Febre isolada. 3. Cefaleia persistente e unilateral. 4. Cefaleia que acorda a criança ou que dura mais de 24 horas. 15

16 MARQUE UMA CONSULTA SE: 1. Cefaleias recorrentes ou progressivas (que se vão agravando). 2. Problemas com os amigos, a família ou na escola. O QUE PODERÁ FAZER? O objectivo principal do tratamento das cefaleias menos intensas é o alívio da dor e o retorno à actividade normal. Por isso, inicie o tratamento como recomendado pelo seu pediatra (por exemplo, com paracetamol). O stress é uma das causas mais frequentes de cefaleias, pelo que o repouso, as massagens e a tranquilização podem ser benéficos. O QUE PODERÁ TER QUE SER FEITO? Avaliação por Neuropediatra. Exames imagiológicos (tomografias axiais computorizadas ou ressonâncias magnéticas cranioencefálicas, electroencefalograma, punção lombar). Fonte: Doutor Armando Fernandes (Pediatra) Centro Pediátrico de Telheiras Pediatria do Desenvolvimento 16

17 CÓLICAS DO LACTENTE 17

18 CÓLICAS DO LACTENTE (Crianças até 1 ano de idade) As cólicas caracterizam-se por períodos prolongados de irritabilidade (choro/agitação) que acontecem repetidamente durante vários dias (choro superior a 3 horas/dia). Ocorrem em 20 a 25% das crianças, normalmente entre as 2 semanas e os 3 a 4 meses de vida. Pouco se sabe sobre esta condição, mas pensa-se que seja causada por dores abdominais provocadas por gases. É uma condição benigna que se resolverá espontaneamente à medida que o bebé cresce. SINAIS E SINTOMAS Os lactentes choram, estão irritáveis, e levantam e flectem as pernas, geralmente à noite. São difíceis de consolar. Entre os episódios, os lactentes estão bem. Para além das cólicas, estes bebés apresentam um aspecto saudável. Outras causas de irritabilidade/choro podem ser: fome, frio, calor, fralda suja, dentição, doença. TRATAMENTO 1 Ter a certeza que não há nenhuma causa específica para o bebé chorar (fome, frio, calor, fralda suja, sono). 2 - Ao dar-lhe de mamar, assegure-se de que o bebé agarra o bem peito, isto é, que consegue meter o mamilo e a aréola dentro da boca. Se toma biberão, verifique que o orifício da tetina se adapta à sua capacidade de deglutição e que o biberão não produz vácuo, quando a criança chupa. Há biberões com válvulas anti-soluço e outros com sistema anti-cólica. 3 - Use qualquer actividade para o distrair e consolar. Actividades rítmicas (balanços oscilantes) ou passeios são frequentemente úteis. Pode também tentar deitá-lo de barriga para baixo nos seus joelhos, enquanto lhe afaga as costas; massajar a barriga levemente, no sentido dos ponteiros do relógio; fazer pequenas flexões de pernas, flectindo os joelhos até à barriga; sons repetidos e monótonos, música, chupeta. Cada bebé responde exclusivamente a certas actividades, pelo que terá que as tentar descobrir. 4 Outras medidas: estabeleça uma rotina, desobstrua-lhe o nariz antes das mamadas, coloque sempre o bebé para arrotar, restrinja os estímulos e as visitas ao fim da tarde (altura em que o bebé está mais tenso), tente ajudá-lo a libertar os gases estimulando o ânus do bebé com um cotonete untado com vaselina ou com cânula 18

19 de microclister cortada), dê-lhe banho com água tépida, tente apenas os medicamentos prescritos pelo pediatra (Dimeticone (Aero-Om ) ou Funcho, Camomila e Cidreira (Colimil ) ou Lactobacillus reuteri (Biogaia ), ou Funcho e Gengibre (Woodwards Gripe Water **), Infacol. Muito raramente, o seu pediatra poderá aconselhar uma fórmula sem lactose e sem proteínas do leite de vaca (por exemplo, Visoy, Prosobee, Nutramigen, Pepti-Junior ). 5 Ocasionalmente, tem que permitir que o seu bebé chore um pouco para dormir. Apesar de ter dificuldade em ouvir o bebé chorar, não lhe responda imediatamente porque isso irá encorajá-lo a ser cada vez mais exigente. Estabeleça alguns limites. Isto é importante para si e para o seu bebé! 6 Se os pais se sentirem muito cansados e não conseguirem lidar com o choro aflitivo do bebé, devem pedir a alguém de confiança que fique com ele algum tempo. PEÇA AJUDA MÉDICA SE: 1 Vómitos ou diarreia. 2 Choro contínuo durante mais de 2 horas. 3 Febre, corrimento nasal amarelado ou esverdeado ou tosse. 4 Se o bebé parecer doente entre os episódios de cólicas. 5 Lactente com menos de duas semanas ou mais do que quatro meses. 6 Pais estão cansados e/ou frustrados.~ Fonte: Doutor Armando Fernandes (Pediatra) Centro Pediátrico de Telheiras Pediatria do Desenvolvimento 19

20 CANDIDÍASE ORAL 20

21 CANDIDÍASE ORAL Sapinhos A candidíase oral, vulgarmente conhecida por sapinhos, é uma infecção provocada por fungos que se desenvolve dentro e à volta da boca, dando origem ao aparecimento de uma camada espessa e esbranquiçada sobre a língua e manchas branco-amareladas, semelhantes a leite coalhado, nas mucosas da boca. Estas manchas podem estender-se às gengivas, lábios, garganta e pele. Em casos graves, a candidíase oral pode atingir o esófago, causando dor e dificuldades de deglutição (dificuldades em engolir). Embora em geral indolor, a candidíase oral pode provocar dores na boca, sobretudo em bebés. Podem surgir fissuras dolorosas nos cantos da boca, e as tentativas de eliminar as manchas podem provocar pequenas úlceras dolorosas. A candidíase oral é provocada pelo fungo Cândida albicans, que também é responsável por infecções vaginais. Normalmente, um pequeno número destes fungos vive na boca sem causar problemas. Contudo, se uma doença ou qualquer outra circunstância perturba o equilíbrio normal destes microrganismos, o fungo pode multiplicar-se de forma excessiva, dando origem a candidíase oral. A candidíase oral afecta sobretudo recém-nascidos, que contraem o fungo durante o parto ou num berçário do hospital. Os bebés são especialmente vulneráveis, pois o seu sistema imunitário ainda não está plenamente desenvolvido. DIAGNÓSTICO E EXAMES COMPLEMENTARES É possível fazer um diagnóstico inicial com base no aspecto e localização das manchas branco-amareladas, mas para confirmar a candidíase oral o médico pode utilizar uma zaragatoa para recolher uma pequena amostra para exame microscópico. Na maior parte dos casos, a razão para a proliferação excessiva do fungo é óbvia, mas em alguns podem ser necessários outros exames para determinar a causa subjacente. A investigação pode incluir análises de sangue e de urina, exames da medula óssea, endoscopia e análises para detecção do VIH. TRATAMENTOS MÉDICOS Os principais agentes de tratamento da candidíase oral são os anti-fúngicos - o Mycostatin Solução Oral ou o Daktarin Gel - que devem ser mantidos na boca tanto tempo quanto possível e depois engolidos. Se nenhum destes medicamentos for eficaz, o médico pode receitar outros antifúngicos. O tratamento com antifúngicos deve ser levado até ao fim, não se devendo interrompê-lo quando os sintomas desaparecem, pois mesmo fazendo o tratamento 21

22 correctamente as recorrências são habituais. Nesses casos, o tratamento será repetido, eventualmente com uma medicação diferente. As tetinas dos biberões e as chupetas devem ser fervidas à parte durante 20 minutos antes da última esterilização. Após cada mamada, deve dar ao bebé 5 a 10 ml de água fria fervida para remover os restos de leite, que promovem a proliferação dos fungos. Em lactentes (crianças até 1 ano de idade) alimentados ao peito, deve-se observar os mamilos da mãe. É importante a higiene local e a lavagem das mãos antes e após a manipulação do lactente. Deve-se ter em atenção as trocas de chupetas nos jardins-de-infância. Em crianças maiores, ferva os talheres, os pratos e os copos ou use utensílios de deitar fora até a situação estar completamente ultrapassada para evitar que a infecção se propague. Depois de curada, compre-lhe uma nova escova de dentes. Fonte: Doutor Armando Fernandes (Pediatra) Centro Pediátrico de Telheiras Pediatria do Desenvolvimento 22

23 RINOFARINGITES 23

24 RINOFARINGITES (Constipações, Corizas, Resfriados) A rinofaringite é a doença mais comum entre as crianças, podendo ser causada por mais de 200 tipos de vírus. A sua frequência aumenta à medida que a criança contacta com outras crianças, particularmente em ambientes fechados (especialmente: infantários, escolas, centros comerciais). São também mais frequentes durante o Inverno. Em crianças com idade inferior a 5 anos de idade, as crianças podem ter entre cinco a oito constipações por ano. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Febre (geralmente inferior a 39 ºC). Obstrução e/ou congestão nasal. Corrimento nasal aquoso. Diminuição do apetite. Irritabilidade. Dificuldade em dormir. Por vezes, pode surgir: dor de garganta, dor de cabeça, olhos vermelhos, rouquidão, tosse. Período de contágio: desde o início do corrimento nasal até ao desaparecimento da febre. EVOLUÇÃO A maioria das constipações melhora em 3 a 5 dias. COMPLICAÇÕES Em cerca de 5% das crianças constipadas podem surgir complicações, designadamente: conjuntivite purulenta, adenoidite aguda, otite média aguda (principalmente em crianças pequenas), sinusite aguda ou infecção respiratória baixa ( bronquiolite, pneumonia). 24

25 TRATAMENTO Na criança mais jovem, use soro fisiológico e/ou água do mar esterilizada com jacto muito suave (Nasomar Lactente, Rhinomer mini ) para reduzir a congestão nasal; posteriormente, pode aspirar o corrimento nasal com Narhinel Aspirador Nasal ou Libenar Aspirador Nasal*. Na criança mais velha, além dos anteriores podem utilizar-se descongestionantes nasais (como Neo-Sinefrina, Vibrocil, Nasorhinathiol ) durante 3 a 5 dias. * A importância de lavar o nariz Um antipirético (medicamento para a febre) e lavagens de nariz frequentes podem ser quanto baste para ultrapassar dois ou três dias de febre numa criança. É que o nariz funciona como um filtro contra as impurezas que circulam na atmosfera confinada de uma creche ou escola ou no ar condicionado de um apartamento no Inverno. Se não estiver limpo, não poderá desempenhar esta função. Além disso, as secreções da mucosa nasal, se não forem removidas diariamente, acabam por cair na garganta e nos brônquios, podendo a longo prazo dar origem a otites e bronquites. Limpar é portanto necessário. Como fazê-lo? No caso das crianças mais pequenas, há que deitá-las de costas, com a cabeça virada para o lado esquerdo. Introduz-se então a solução nasal na narina esquerda, que escorrerá depois para a direita. Repete-se então a operação, virando o bebé para o outro lado e assegurando assim que ambas as narinas ficam desobstruídas. Quanto aos mais velhos, podem ser eles próprios a assumir esta tarefa, começando com um truque: tapar uma narina e soprar forte pela outra, depois inverter o processo. Uma solução nasal continua a ser necessária para descongestionar o nariz, devendo ser aplicada alternadamente em cada narina com a cabeça inclinada de lado. Manter o nariz limpo pode ser meio caminho para impedir a proliferação de germes nas vias respiratórias. Medicamentos para a febre, como paracetamol (Ben-U-Ron, Panasorbe ). Ofereça líquidos frequentemente à criança, preferencialmente água. Não force a criança a comer alimentos sólidos. Os antibióticos não são necessários e só devem ser utilizados em caso de complicações bacterianas (por ex: adenoidite, otite, sinusite, pneumonia) e com prescrição pediátrica. PREVENÇÃO Higiene adequada das mãos; 25

26 Evitar espirrar ou tossir para cima dos outros (o ideal é ficar em casa!); Evitar os grandes aglomerados populacionais, principalmente em locais fechados (estabelecimentos de ensino, centros comerciais); Bom arejamento das instalações. PEÇA AJUDA PEDIÁTRICA SE: 1 Dificuldade respiratória intensa; 2 Irritabilidade ou apatia marcadas; 3 Otalgia (dor de ouvido), otorreia (saída de secreções mucopurulentas ou mucosanguinolentas pelo ouvido); 4 Dor no peito; 5 Odinofagia ( dor de garganta ) com ou sem pontos brancos nas amígdalas; 6 Nenhuma melhoria ou febre persistindo mais de 72 horas; 7 Criança com menos de três meses de idade; 8 Corrimento nasal amarelado ou esverdeado; 9 Corrimento nasal aquoso persistindo mais de 7 a 10 dias. Fonte: Doutor Armando Fernandes (Pediatra) Centro Pediátrico de Telheiras Pediatria do Desenvolvimento 26

27 CONVULSÕES 27

28 CONVULSÕES Uma convulsão é uma perturbação temporária da função cerebral, habitualmente causada por irritação de uma área do cérebro. Existem muitas formas de convulsões e muitas causas. Para crianças com antecedentes de convulsões, a causa mais frequente para uma recorrência é o não cumprimento da medicação. A grande maioria das convulsões são conhecidas como convulsões febris, que ocorrem em episódios de febre alta. Elas são habitualmente autolimitadas e não causam qualquer problema a longo prazo. As convulsões comummente causam tremores das extremidades, associados a movimentos rotatórios dos olhos e perda do controlo da urina e das fezes. As crianças não se recordam do que se passou durante a convulsão. Dificuldade respiratória pode ocorrer. Embora a maioria das convulsões sejam autolimitadas e durem apenas 60 a 90 segundos, certos episódios podem continuar por mais tempo, por vezes, necessitando de medicamentos para serem controladas. Após uma convulsão, a crianças fica sonolenta e cansada por algum tempo. Recorde se a criança teve febre ou esteve doente, se teve um traumatismo craniano recente ou se houve a possibilidade de ter tomado qualquer fármaco ou droga. Averigue se há antecedentes pessoais e/ou familiares de convulsões e se os anticonvulsivantes foram correctamente tomados (medicamentos, doses e horário). As convulsões geralmente, param sem terapêutica dentro de 15 minutos. A convulsão pode ser a primeira manifestação de doença. CONTACTE IMEDIATAMENTE O INEM (Nº 112) SE: 1. É a primeira convulsão da criança. 2. A convulsão não pára. 3. Dificuldade respiratória. 4. Cor azulada da pele, lábios e unhas. 5. A criança tem febre. 6. A criança não acorda. PEÇA AJUDA MÉDICA DENTRO DE ALGUMAS HORAS SE: 1. Ocorrer qualquer convulsão que parou espontaneamente. 2. Criança com convulsões e medicada com anticonvulsivantes. 3. Episódio de olhar fixo ou movimentos particulares da face, da língua ou da boca. 4. Criança que teve convulsão febril, foi avaliado mas mantém febre por mais de 36 horas ou apresenta alterações comportamentais, vómitos, dor de cabeça, rigidez da nuca ou manchas cutâneas que não desaparecem à pressão. O QUE PODE FAZER? 28

29 Primeiro, certifique-se que a criança respira normal e facilmente. Se a criança não respira ou tem dificuldade respiratória, deite-a de costas e faça-lhe uma hiperextensão do pescoço e inicie manobras de reanimação. Tente ter a certeza que a criança não se magoa nos braços, nas pernas ou na cabeça. Chame o INEM (nº 112) para transportar a criança ao hospital para tratamento e avaliação para determinar a sua causa, excepto se há história de recorrências. Se a criança tem febre e acorda lentamente após a convulsão, comece por lhe baixar a febre (reduza a roupa e administre-lhe supositórios de paracetamol) A criança com epilepsia deve evitar situações perigosas incluindo banho de banheira sem supervisão, nadar na piscina, praticar montanhismo, andar de bicicleta, operar maquinaria e usar utensílios cortantes. O QUE FAZ, GERALMENTE, NO HOSPITAL: A primeira prioridade consiste em administrar oxigénio para ter a certeza que a criança é bem oxigenada. Se a criança ainda está a convulsivar, é necessário tentar parar a convulsão utilizando um dos vários medicamentos disponíveis. Tentar prevenir as recorrências e avaliar a criança para determinar a causa das convulsões (pode ser necessário realizar análises ao sangue e urina, e fazer radiografias, dependendo das causas que estão a ser consideradas). Se a criança teve uma convulsão febril, este tipo é geralmente inofensivo e ocorre em 2 a 5% das crianças normais. Existe apenas um risco muito ligeiro de se desenvolver epilepsia mais tarde. Normalmente não existem problemas a longo prazo. Anticonvulsivantes raramente são prescritos. Deverá investigar-se a causa da febre, que poderá ser uma infecção comum ou infecções graves do sistema nervoso. ATENÇÃO! Certifique-se que as vias aéreas da criança estão permeáveis e que ela está a respirar normalmente. Deverá consultar sempre o pediatra para investigar a causa da convulsão, mesmo que ela tenha parado. Fonte: Doutor Armando Fernandes (Pediatra) Centro Pediátrico de Telheiras Pediatria do Desenvolvimento 29

30 DERMITE ATÓPICA 30

31 DERMITE ATÓPICA (Eczema) A dermite atópica é uma doença inflamatória crónica da pele, com envolvimento das mucosas, com lesões cutâneas típicas (pele seca, prurido (comichão)) e evoluindo com surtos de agravamento e períodos de melhoria, com tendência a melhorar com a idade. Parece ser devida a uma deficiência de uma proteína (filagrina) presente nas camadas externas da pele, impedindo, por um lado, a entrada de bactérias e vírus e, por outro, a saída de água, mantendo a pele hidratada. Assim, a redução ou ausência da filagrina leva à descamação e secura da pele. É uma doença frequente e tem uma distribuição mundial. Inicia-se geralmente antes dos 12 meses (em 50% dos casos) e antes dos 5 anos (em 95% dos casos). Uma percentagem significativa dos casos melhora ao chegar à puberdade. TRATAMENTO O tratamento não é curativo, mas permite um bom controlo da doença. Quando experimentar um tratamento, espere pelo menos três dias para ver se produz efeito antes de tentar outro tratamento. MEDIDAS GERAIS Alimentação Mantenha o aleitamento materno o máximo de tempo possível, idealmente para lá dos 6 meses. Evite alimentos que podem agravar as crises, por exemplo: alimentos comprovadamente alergénicos para o seu filho, frutos secos, chocolates/derivados do cacau, citrinos, morangos e kiwis. Evite a ingestão de alimentos muito quentes. Higiene e limpeza Banho diário, com água morna (33 a 34 ºC), preferencialmente ao entardecer (pois ajuda a diminuir o ardor nocturno). Preferir o banho de imersão com óleos hidratantes com ph 5.5. Lavagem rápida (menos de 10 minutos). Sabonetes neutros (sem detergentes e/ou perfumes, por exemplo: Dove ), com cremes ou óleos. Aplicar apenas nos locais sujos (pregas do pescoço, orelhas, axilas, zona genital e pés). O sabonete que escorre durante o duche é suficiente para a lavagem dos outros locais. Secagem com toalha macia. Cuidado em secar as pregas, evitando que fiquem húmidas. Hidratação: aplicar em todo o corpo depois do banho, leite hidratante ou até mesmo creme, se a pele for muito seca. 31

Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. http://www.paulocoutinhopediatra.pt

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