AVALIAÇÃO DA DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL NA DESOBSTRUÇÃO DO FLUXO EXPIRATÓRIO DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES

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1 AVALIAÇÃO DA DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL NA DESOBSTRUÇÃO DO FLUXO EXPIRATÓRIO DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES Fabiana Aguiar de Oliveira, Júlia Amélia Pinto de Carvalho Mato: Fisioterapeutas graduadas pela Universidade Presidente Antônio Carlos, Barbacena, MG, Brasil. Patrícia Maria de Melo: Fisioterapeuta e docente do Curso de Fisioterapia, Enfermagem e Nutrição da Universidade Presidente Antônio Carlos, Barbacena, MG, Brasil. RESUMO Patologias que afetam as vias aéreas superiores (VAS) como resfriados, rinites, sinusites, geralmente causam coriza, obstrução nasal, dores de cabeça e na face, hiperemia da mucosa e edema. Estes sintomas podem ser amenizados ou, dependendo do estágio da patologia, até eliminados com o método da drenagem linfática manual (DLM) da cabeça e pescoço, uma vez que o sistema linfático contribui para a drenagem do organismo. O objetivo deste trabalho é avaliar o aumento do fluxo aéreo expiratório em pacientes com obstrução das vias aéreas superiores através da (DLM), uma vez que tal procedimento proporciona aos pacientes uma melhora rápida de seus sintomas. Para tanto, foram avaliados vinte pacientes através do Questionário de Qualidade de Vida SF-36. Verificou-se que a técnica de (DLM) aumentou o fluxo aéreo expiratório de todos os pacientes que participaram desta pesquisa. Portanto, será verificado a eficácia dessa técnica no processo de melhora imediata dos sintomas de pacientes com obstrução das vias aéreas superiores. PALAVRAS CHAVE : Drenagem Linfática Manual; Vias Aéreas Superiores; Desobstrução. INTRODUÇÃO Patologias que afetam as vias aéreas superiores (VAS) como gripes, resfriados, rinites, sinusites, geralmente causam coriza, obstrução nasal (congestão), dores de cabeça e na face, hiperemia da mucosa e edema. Quando a circulação linfática diminui ou mesmo se interrompe, o material a ser descartado fica estagnado em algumas zonas do corpo, causando inchaços dolorosos e afecções (GUSMÃO, 2005). Esses sintomas podem ser amenizados ou, dependendo do estágio da patologia, até eliminados com o método da drenagem linfática manual (DLM) da Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 1

2 cabeça e pescoço, uma vez que o sistema linfático contribui para a drenagem do organismo. Em caso de disfunção e formação de edema, a DLM faz parte das técnicas utilizadas para a circulação de retorno (LEDUC, 2000). Devido ao grande número de pessoas com obstrução das VAS e que possuem queixas semelhantes, foi observada a importância da avaliação da drenagem linfática manual na desobstrução do fluxo expiratório das vias aéreas superiores. Este artigo tem como objetivo avaliar o grau de desobstrução do fluxo aéreo expiratório das vias aéreas superiores de pacientes com resfriados, sinusites e rinites em fase aguda após a aplicação da técnica de drenagem linfática manual pelo método Leduc, a fim de melhorar o bem estar dos pacientes. 2 MATERIAIS E MÉTODOS O estudo foi realizado na cidade de Congonhas no período de outubro a novembro de 2007, com 20 pacientes com média de idade 28 a 45 anos, de ambos os sexos, sendo que 4 (20%) são fumantes e 16 (80%) não fumantes. Eles apresentavam obstrução nasal por secreção de vias aéreas superiores, de acordo com avaliação realizada. Todos os pacientes assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido o qual afirmava que todos os participantes da pesquisa estariam isentos de qualquer custo. Os dados foram coletados através do Questionário de Qualidade de Vida SF-36 (COOPERATIVA DO FITNESS) com o objetivo de avaliar o estado de saúde físico e emocional do paciente. Tal questionário informa como o paciente acha que sua saúde está, como sua saúde é classificada hoje em relação a um ano atrás, se o paciente tem dificuldades para realizar atividades que vão das vigorosas às cotidianas, se tem problemas com o trabalho como consequência da sua saúde, se fuma ou ingere bebida alcoólica, se os problemas de saúde interferem na sua vida social, o grau de dor que o paciente vem sentindo e se essas dores interferem no seu trabalho, se se sente cansado ou não e se acha que costuma adoecer mais que as outras pessoas ou não. Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 2

3 36 TABELA 1 DADOS DO QUESTIONÁRIO DE QUALIDADE DE VIDA SF- 1- QUANTA DOR NO CORPO SENTIU NAS ULTIMAS 4 SEMANAS 2 (10%)- Nenhuma 2 (10%)- Muito leve 8 (40%)- Leve 8 (40%) - Moderada 2- EM GERAL SUA SAÚDE ESTÁ 15 (75%)- Boa 4 (20%) - Muito boa 1 (5%) - Excelente 3- ATIVIDADES VIGOROSAS 1 (5%)-Dificulta muito 10 (50%)- Dificulta pouco 9 (45%)-Não dificulta de modo algum A coluna 1 da tabela 1 mostra que 10% dos pacientes não apresentaram nenhum tipo de dor, 10% sentiram dores muito leves, 40% sentiram dores leves e os outros 40% apresentaram dores moderadas. A coluna 2 da mesma tabela mostra que 75% dos pacientes acham que sua saúde em geral está boa, 20% acham que seu estado de saúde é muito bom e 5% acham que sua saúde está excelente. Já na coluna 3, verifica-se que 5% dos pacientes acham que atividades vigorosas são realizadas com muita dificuldade, 50% dos pacientes acham que elas dificultam pouco e 45% acham que não dificultam de modo algum. Além do questionário foi ultilizada na avaliação uma lanterna halógena da marca Welch Allyn que utiliza bateria AAA para análise da coloração e apresentação da mucosa nasal (JARVIS, 2002) e um espelho de 10 cm x 6 cm de diâmetro para medição do fluxo expiratório que foi delimitado com marcações em centímetros e área final calculada em centímetros quadrados de acordo com a tabela 2. A técnica utilizada foi a drenagem linfática manual pelo método Leduc para manipular os gânglios linfáticos da cabeça e pescoço, através de movimentos suaves e rotativos, ajudando na reabsorção e coleta de líquidos que surgiram devido à obstrução (LEDUC, 2000). Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 3

4 Durante a realização da técnica observou-se a deglutição nos pacientes devido à mobilização de uma pequena parte de secreções e líquidos das vias aéreas superiores para possível eliminação (JARVIS, 2002). A avaliação baseou-se pelo teste do espelho em que o paciente fechava os olhos para respirar normalmente e evitar o estímulo do centro respiratório (WEST, 2002). Assim, o vapor era eliminado pelas vias aéreas superiores seguido da drenagem linfática manual. Após a sessão, o teste foi novamente aplicado e os dados registrados antes e depois da técnica, conforme a tabela 2. Foram excluídos da pesquisa pacientes com desvio de septo, inflamações de garganta, tumor, varizes graves (trombose), tuberculose, hipotensão arterial e hipertireoidismo (JARVIS, 2002). 3 RESULTADOS TABELA 2 - MÉDIA COMPARATIVA DOS FLUXOS EXPIRATÓRIOS INICIAIS E FINAIS PELO EMBAÇAMENTO NO ESPELHO EM CM² Pacient e Medida I Medida F Diferença em cm² de A e I 1 3 cm² 5 cm² cm² 8 cm² cm² 16,5 cm² 8,5 4 7 cm² 11,25 cm² 4, cm² 38,25 cm² 17, cm² 38,5 cm² 20,5 7 19,5 cm² 45 cm² 25,5 8 8 cm² 18 cm² cm² 19,25 cm² 12, cm² 15 cm² cm² 16,5 cm² 8,5 Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 4

5 12 3,75 cm² 10 cm² 6, ,5 cm² 19,25 cm² 5, cm² 11,25 cm² 4, cm² 8,75 cm² 3, cm² 10 cm² cm² 26 cm² cm² 16,5 cm² 7,5 19 3,75 cm² 10 cm² 6, cm² 18 cm² 8 I Inicial e F Final Os 20 pacientes com média de idade de 28,45 anos foram submetidos a drenagem linfática manual pelo método Leduc. O espelho foi delimitado em centímetros e a área calculada em centímetros quadrados. Todos apresentaram aumento significativo do fluxo expiratório. TABELA 3 MEDIDAS INICIAIS E FINAIS DO FLUXO EXPIRATÓRIO Teste-t: duas amostras em par para médias Variável 1 Variável 2 Média 9,275 18,05 Variância 5,42 2,24 Observações Correlação de Pearson 0, Hipótese da diferença de média Há diferença entre as médias Grau de liberdade 19 Start t - 6,48742 T crítico uni-caudal 1, A análise de dados foi realizada com o teste t para duas amostras em par, com medidas antes e depois da intervenção. A partir dessa procedimento, foi Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 5

6 calculada a área de embaçamento causado pelo fluxo expiratório e depois se comparou a diferença significativa entre a média antes e depois do tratamento. Verificou-se que o valor tabelado crítico é de 1,73 e o valor calculado foi de 6,49, o que demonstra que houve uma diferença muito significativa entre os valores que valida os trabalhos realizados; e a correlação de Pearson 0, também, pois existe uma forte correlação entre os dados. 4 ANÁLISE COMPARATIVA DA ÁREA EXPIRATÓRIA INICIAL E ÁEREA EXPIRATÓRIA FINAL Área expiratória inicial Área expiratória final A coluna horizontal mostra a medida antes e após a aplicação da técnica da drenagem linfática manual nos presentes resultados da pesquisa. A coluna vertical mostra os centímetros quadrados utilizados no espelho de acordo com a tabela 2. 5 DISCUSSÃO A Drenagem Linfática Manual nasceu na Europa, precisamente na Alemanha, no ano de Foi criada pelo casal Dr. Emil Vodder e sua esposa Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 6

7 Estrid, experimentalmente tratando pacientes acometidos de gripes, rinites e sinusites, manipulando seus gânglios do pescoço. No caso da rinite alérgica, por exemplo, o aumento da resistência ao fluxo aéreo nasal, devido à congestão e à secreção, se dá porque os agentes irritantes da mucosa provocam uma reação inflamatória, com distúrbios do mecanismo de defesa. Na sinusite, a mucosa atingida reage aumentando a produção de muco, com a finalidade de eliminar prontamente o agente agressor. Em seguimento, a atividade mucociliar fica reduzida, a mucosa edemacia-se,contribuindo para a obstrução dos óstios de drenagem. Ocorre então um déficit de aeração da cavidade e uma retenção anormal de muco, que facilitam a proliferação dos patógenos presentes. (BAGATIN; COSTA, 2006). Assim, o conhecimento da fisiologia do sistema é essencial para a compreensão da atuação da drenagem linfática como descongestionante nasal (LEDUC, 2000). A formação e o transporte da linfa podem ser explicados através da hipótese de Starling sobre o equilíbrio existente entre os fenômenos de filtração e de reabsorção que ocorrem nas terminações capilares (STARLING, 2000). A água, rica em elementos nutritivos, sais minerais e vitaminas, ao deixar a luz do capilar arterial, desembocam no interstício, onde as células retiram os elementos necessários ao seu metabolismo e eliminam os produtos de degradação celular. Em seguida, o líquido intersticial, através das pressões exercidas, retoma a rede de capilares venosos (LEDUC, 2000). Várias pressões são responsáveis pelas trocas através do capilar sanguíneo (VOGELFAND, 1996). A pressão hidrostática (PH) - a pressão hidrostática sanguínea (PHs) impulsiona o fluido através da membrana capilar, em direção ao interstício, sendo sua pressão aproximadamente de 30 mmhg no capilar arterial e de 15 mmhg no capilar venoso. A pressão hidrostática intersticial (PHi) é a que tende a movimentar o fluido de volta para os capilares. É considerada igual a zero, uma vez que nas condições de normalidade do interstício ela se equilibra em ambos os extremos capilares. A pressão osmótica é originada pela presença de moléculas protéicas no sangue e no fluido intersticial. A pressão osmótica sanguínea (POs) tende a Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 7

8 movimentar o fluido do interstício em direção ao capilar, sendo de aproximadamente 28 mm Hg em ambos os extremos capilares. A Pressão osmótica intersticial (POi) é força oposta, que tende sugar fluido dos capilares sendo aproximadamente 6 mmhg nos extremos dos capilares. A pressão de filtração (PF) surge da relação entre as pressões hidrostáticas e osmóticas, sendo no extremo arterial igual à pressão positiva de 8 mm Hg (PF = (PHs + POi ) - (PHi + POs), produzindo assim a ultrafiltração. No extremo venoso, corresponde a pressão negativa de 7 mm Hg, produzindo a reabsorção. Assim sendo, 90% do fluido filtrado é reabsorvido, o restante (2 a 4 litros/dia) são absorvidos pelo sistema linfático. A pressão hidrostática tissular é a pressão exercida sobre o fluido livre nos canais tissulares. É negativa na maioria dos tecidos. A pressão tissular total é o resultado da soma vetorial da pressão hidrostática tissular e da pressão do tecido sólido. Podem ser negativa, quando o interstício abre as junções endoteliais através dos filamentos de ancoragem, ou positivas, quando os músculos se contraem, comprimindo os linfáticos iniciais. O mecanismo de formação da linfa envolve, então, três processos muito dinâmicos e simultâneos: Ultrafiltração: é o movimento de saída de H2O, O2 e nutrientes do interior do capilar arterial para o interstício, ocorrendo pela PH positiva no capilar arterial e a PH negativa ao nível do interstício. Absorção venosa: é o movimento de entrada de H2O, CO2, pequenas moléculas e catabólitos do interstício para o interior do capilar venoso, ocorrendo por difusão, quando a pressão intersticial é maior do que a existente no capilar venoso. Absorção linfática: é o início da circulação linfática, determinada pela entrada do líquido intersticial, com proteínas de alto peso molecular e pequenas células, no interior do capilar linfático inicial, que ocorre quando a pressão é positiva e os filamentos de proteção abrem as micro-válvulas endoteliais da parede do capilar linfático. Este começa a ser preenchido pelo líquido intersticial e, quando o preenchimento chega ao máximo, as Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 8

9 microválvulas se fecham, iniciando a propulsão da linfa através dos précoletores e coletores (CAMARGO, 2000). A pesquisa demonstrou a atuação da drenagem linfática no tratamento da obstrução nasal de vias aéreas superiores. A drenagem linfática manipula os gânglios linfáticos da cabeça e pescoço, através de movimentos suaves e rotativos, ajudando na reabsorção e coleta de líquidos que surgiram devido à obstrução. Há uma redução do edema e, consequentemente, diminuição da resistência ao fluxo aéreo. Além disso, os líquidos e secreções são mobilizados e absorvidos pelo sistema linfático e levados até a circulação venosa para sua eliminação (CAMILA, 2006). Com a retirada dos materiais congestionantes o fluxo expiratório é aumentado, fato comprovado no teste do espelho, em que a área de embaçamento é maior após o tratamento com drenagem. CONSIDERAÇÕES FINAIS A pesquisa mostra que houve resultados positivos com todos os pacientes independente da idade ou do sexo. Foi observado que a drenagem é um método eficaz para descongestionar as vias aéreas superiores e mobilizar secreções, aliviando de forma imediata dos sintomas que mais incomodam os pacientes, melhorando o bem estar dos mesmos após o tratamento. O teste do espelho poderá ser usado em outras pesquisas a fim de verificar a desobstrução das vias aéreas superiores como avaliação do fluxo expiratório através da área de embaçamento. REFERÊNCIAS [1] AWADA, A. Drenagem Linfática Manual. Disponível em: <http://www.boaforma.abril.com.br/livre/ediçoes/199/drenagem/a.shmtl>. Acesso em 05 maio [2] BERGMANN, A. - Prevalência de linfedema subsequente a tratamento cirúrgico para câncer de mama no Rio de Janeiro. Disponivel em: Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 9

10 <http://portalteses.cict.fiocruz.br/transf.php?script=thes_chap&id= &lng=pt&nrm =isso> Acesso em 28 out [3] CAMARGO, M.; MARX, A. Reabilitação física no câncer de mama. São Paulo: Roca, [4] CAMILA B. Aplicação da drenagem linfática manual, método original Dr. E. Vodder, no tratamento dermato-funcional da rosácea. Campus tubarão fisioterapia Unisul.Disponivel em : <http://www.fisiotb.unisul.br/tccs/04b/camila/artigocamilabotelho.pdf>. Acesso em 23 set [5] COSTA, Dirceu - Fisioterapia Respiratória Básica. Rio de Janeiro: Atheneu, [6] DANGELO, J.G e FATTINI, C.A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, [7] GARCIA, D. Drenagem Linfática. Disponível em:< Acesso em 05 maio [8] GUSMÃO, C. Drenagem linfática manual método Dr. Vodder. Disponível em: <http://www.drenagemrj.kit.net/>. Acesso em 10 jun [9] GUYTON,Arthur C; HALL John E. Tratado de Fisiologia Médica.10.ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2002. p , , [10] JARVIS, C. Exame físico na avaliação de saúde. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, [11] BAGATIN, E; COSTA,E A. Doenças das vias aéreas superiores. Jornal Brasileiro de Pneumologia,maio 2006 v.32, supl. 2,. Disponível em: Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 10

11 <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 18 abril [12] LEDUC, A. Drenagem Linfática teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Manole, p. 9-12, [13] COOPERATIVA DO FITNESS. Questionário de qualidade de vida SF- 36.Disponível em: < >.Acesso em 03 set [14] STARLING E.H.-On the absorption of fluids from the connective tissue spaces. J. Physiol, London, p [15] VOGELFANG, D. Linfologia Básica. São Paulo: Ícone, [16] WEST, J. B. Fisiologia Respiratória. 6 ed. São Paulo: Manole, p Medicina Acadêmica volume 1 número 1 Jan/Jul 2012 ISSN Página 11

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