PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO

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1 UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU- UNIGUAÇU FACULDADES INTEGRADAS DO VALE DO IGUAÇU CURSO DE NUTRIÇÃO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO UNIÃO DA VITÓRIA-PR 2012

2 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO Coordenação geral de elaboração Edson Aires da Silva Diretor Geral da Uniguaçu Núcleo Docente Estruturante do Curso de Nutrição Elis Regina Pazini Fabiane Fortes Kristy Soraya Coelho Lina Cláudia Sant Anna Marly Terezinha Della-Latta Rosana Ansai Redação Lina Cláudia Sant Anna Rosana Ansai Organização Lina Cláudia Sant Anna Rosana Ansai Aprovado pelo Colegiado do Curso em: 14 de abril de

3 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO ESTRUTURA CURRICULAR EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SOCIAIS ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CORPO DOCENTE, DISCIPLINAS E QUALIFICAÇÕES INSTALAÇÕES ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ORGANIZAÇÃO TÉCNICO ADMINISTRATIVA APOIO DISCENTE APOIO AO EGRESSO COMITÊ DE ÉTICA E PESQUISA CENTRAL DE ESTÁGIOS E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

4 1 APRESENTAÇÃO O curso de Nutrição da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu faz parte das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu e teve a sua primeira oferta de vagas no Concurso Vestibular do ano de Desde então vêm sendo realizados investimentos, por parte da Instituição, no sentido de melhorar a infra-estrutura e ampliar o Corpo Docente. As Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Nutrição foram instituídas em 07 de novembro de 2001, pela Resolução nº 5 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, e homologadas em 01 de outubro de 2001, com o objetivo de orientar a organização curricular dos cursos de Nutrição das instituições do sistema de ensino superior do país. O projeto político pedagógico do Curso de Graduação em Nutrição desde a sua autorização em 2002 passou por uma fase de ampla discussão pelo Núcleo Docente Estruturante e também pelo colegiado de curso, levando em consideração as necessidades regionais e o interesse dos acadêmicos e da comunidade. O Projeto Político Pedagógico do Curso de Nutrição é elaborado e reelaborado de forma coletiva, organizado pelo Núcleo Docente Estruturante do curso com a participação dos corpos docente e discente. Para a elaboração deste projeto, toma-se como base: as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Nutrição do Ministério da Educação (SESU/MC); documentos dos Conselhos Federal e Regionais, associações de nutricionistas e avaliações referentes ao curso que são discutidas e analisadas em reuniões períódicas do Núcleo Docente Estruturante, do corpo discente e do colegiado do Curso de Graduação em Nutrição das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu/UNIGUAÇU. 1.1 Histórico do curso As Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, anteriormente nominada Faculdade de Ciências Biológicas e da 4

5 Saúde de União da Vitória, foi legalmente constituída em 01 de agosto de 2002, pela portaria 1.679, conforme publicação no Diário Oficial em 06 de agosto de A aprovação definitiva do projeto para o funcionamento do curso de graduação em Nutrição data de 04 de janeiro de 2002, por meio do Parecer 688/2001 SESu, publicado aos 09 de janeiro de 2002 em cujo relatório homologava-se o oferecimento de 100 vagas totais/semestrais sendo 50 para o turno matutino e 50 para o turno noturno, tendo sua estrutura curricular organizada em horas, com duração mínima de 8 semestres. O reconhecimento aconteceu na data de 22 de dezembro de 2005, através da Portaria MEC nº4431, publicado em 23 de dezembro de Os corpos dirigente, docente e técnico administrativo das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu concentram-se na busca permanente de qualidade no desempenho de suas funções, com vistas a garantir o aperfeiçoamento constante dos serviços prestados à sociedade. Destaca-se, nesse empenho, o esforço em adequar a estrutura curricular do Curso de Graduação em Nutrição aos critérios de qualificação estabelecidos pelo Ministério de Educação e Cultura. 1.2 Referencial Teórico-Metodológico Diante de todo o contexto criado pela modernidade e pela globalização, a atitude adequada que futuros profissionais devem saber tomar ante os impactos destes fenômenos estruturais nas sociedades é um desafio. Desta forma percebe-se que a preocupação em âmbito mundial está em achar soluções e saídas para que as sociedades possam caminhar para a construção de modos de vida e de estruturas sociais que favoreçam uma vida mais saudável, com adoção de práticas alimentares de forma mais responsável e consciente para que se possa almejar uma expectativa de vida mais longa e saudável, com ausência das patologias que se fazem presentes hoje nos diferentes ciclos de vida, como as doenças crônico não transmissíveis, a insegurança alimentar, as carências nutricionais entre outras. O nutricionista é, por excelência, o profissional da ciência da alimentação e nutrição sendo que no Brasil, a Lei nº que rege o exercício profissional, estabelece a competência dos nutricionistas para o planejamento, execução, controle e supervisão de serviços de alimentação e nutrição humana em todos os níveis. Ou seja: a responsabilidade técnica pela produção de refeições em escala, consulta nutricional em ambulatórios públicos ou clinicas particulares, educação nutricional, planejamento e execução de políticas alimentares e 5

6 nutricionais. Além disso, o profissional deve ter competência para planejar ações em marketing nutricional, empresas produtoras de alimentos e também em academias de esportes, spas, restaurantes comerciais e hotéis. De acordo com essas prerrogativas o curso de Nutrição da Uniguaçu, através da otimização das possibilidades do ensino superior disponibiliza um currículo que atenda às necessidades da sociedade e ao mesmo tempo permite a ampliação do campo de atuação do profissional, proporciona a formação de um profissional de saúde com ênfase na criatividade, no raciocínio lógico e na interdisciplinaridade; a garante a integração entre demandas sociais e o mercado e também a integração entre formação profissional e mercado de trabalho competitivo. Para que o profissional com esse perfil seja formado, as práticas pedagógicas sugeridas para a condução das disciplinas são: aulas expositivas dialogadas, com ênfase na participação dos alunos; apoio à iniciação científica e à produção de artigos de base científica que despertam o interesse à criação e à pesquisa e permitem ao acadêmico apresentar na Semana de Iniciação Científica da Uniguaçu e também em outros eventos de cunho científico além da publicação em revistas científicas atividades de pesquisa bibliográfica, utilizando-se do acervo da biblioteca e de consultas à Internet nos laboratórios de informaática; apoio à pesquisa e ao trabalho acadêmico interdisciplinar sobretudo nos seguintes momentos: Estágio Supervisionado, Trabalho de Graduação, Atividades Complementares e Sociais; flexibilização curricular com inserção de disciplinas optativas fazendo com que o acadêmico tenha a oportunidade de ampliar seu conhecimento interdisciplinar necessário para sua formação; aulas práticas em laboratório proporcionando maior motivação do acadêmico pelo curso. seminários de diversas disciplinas da grade curricular, especialmente os relacionados ao Trabalho de Graduação. Eventos (Congressos, Simpósios, Feiras) em que os alunos são motivados a expor suas produções. Conferencistas de renome tanto na área acadêmica quanto na profissional são convidados a discutir assuntos atuais. visitas técnicas, auxiliando no aprendizado e fixação das teorias apresentadas em sala de aula. 6

7 apoio financeiro da IES para a realização de viagens para eventos científicos regionais ou nacionais. As excursões são realizadas semestralmente e organizadas pelo Centro Acadêmico de Nutrição e pela coordenação do curso; realização de estágio no ambulatório de nutrição da IES proporcionando ao acadêmico a realização de consultas individuais aos pacientes e realizando o cálculo de cardápios individualizados sempre com a supervisão da nutricionista do local; realização de estágio não obrigatório na própria IES ou em outros locais; idealização, planejamento e organização da Feira Gastronômica da Uniguaçu. O evento é organizado pelos acadêmicos do 7 o período do curso de Nutrição com o auxílio dos acadêmicos dos Cursos de Educação Física, Agronomia, Med.Veterinária e Administração; idealização, planejamento e organização de cursos de extensão com o apoio do Instituto Sul Paranaense de Altos Estudos ISPAE participação em eventos sociais organizados pela Prefeitura Municipal e/ou outras Insituições com o objetivo de integrar a academia à comunidade desenvolvento atividades de avaliação e orientação nutricional e de educação nutricional; participação na Semana Acadêmica de Cursos, aula inaugural, Ciclo de Integração Nutrição e Educação Física; realização de cursos de nivelamento organizados pela IES; oportunidade de desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso em outras áreas da saúde contando com a orientação de professores de outros cursos da área; apoio financeiro da IES para professores realizarem cursos de Pós Graduação Strictu Sensu; 1.3 Missão Institucional A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu é uma sociedade mercantil por quotas de responsabilidade limitada criada em julho de 1999 por um grupo de professores comprometidos com o ensino superior. A idéia tomou força após contato com os dirigentes do município de União da Vitória que relataram a precariedade em que se encontrava a oferta de ensino na cidade e região, agravada pela decadência das instituições existentes. A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, objetiva ser lugar de referência no Estado, assumindo o compromisso institucional de promover o desenvolvimento educacional e social da região por meio da oferta do Ensino Superior de qualidade em diferentes áreas do 7

8 conhecimento, integrando a pesquisa e a extensão, valorizando, sobretudo, o compromisso social. A Missão da Insituição é sintetizada no lema: Ensino Pra Valer e Compromisso Social 1.4 Justificativa para a criação do Curso de Nutrição O município de União da Vitória está localizado no extremo sul do estado do Paraná e pertence à Microregião do Médio Iguaçu. A área do município é de 786 km2, sendo 83 km2 de área urbana e 703 km2 de área rural. A população é de habitantes. O setor industrial corresponde a 34,82% do PIB Municipal sendo a atividade econômica de maior expressão a extração de madeira e indústrias de papel, papelão e portas de madeira. O setor de serviços correponde a 61,06% do PIB Municipal e de acordo com os dados da Vigilãncia Sanitária conta com 273 estabelecimentos produtores de alimentos cadastrados entre eles restaurantes, lanchonetes e bares, supermercados, panificadoras, açouges e hotéis. O município possui diversos atrativos naturais, como as cachoeiras e as áreas rurais onde se concentra o ecoturismo, o turismo de aventura e o turismo rural. A gastronomia é muito rica devido a presença de várias etnias como alemã, italiana, polonesa, ucraniana e portuguesa. Há também artesanato, comercialização de produtos coloniais e festas regionais como a Festa Nacional da Costela, a Festa Nacional do Xixo e do Stenhaeger. Essas atividades fazem de União da Vitória um município muito atraente para turistas de todas as partes do Brasil e do mundo. O crescente aumento do fluxo turístico, e também da implantação da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu que conta hoje com 2120 acadêmicos vindos de várias cidades do Paraná e Santa Catarina, é um dos fatores que vêm exigindo aumento na rede hoteleira e em todos os setores relacionados à alimentação, como bares e restaurantes, estimulando diversos investimentos e favorecendo a economia local e gerando novos empregos. Após a análise da distribuição geográfica dos Cursos de Nutrição no Paraná, pode ser verificado que num raio de 200 km contados a partir do município de União da Vitória não existia a oferta de um curso de Nutrição e o projeto inicial de criação da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu observava a importância da criação de um Curso de Graduação em Nutrição já que a cidade de União da Vitória é pólo de uma microrregião que abrange dezesseis municípios, com mais de habitantes proporcionando assim, profissionais capacitados para atuar em todas as áreas em que a nutrição apresenta-se fundamental para a melhoria da 8

9 qualidade de vida da população, diminuindo o risco do aparecimento de doenças e deficiências causadas pela falta/excesso de nutrientes e promovendo a saúde da população. 1.5 Objetivos do curso de Nutrição O curso de Graduação em Nutrição pretende atender aos seguintes objetivos: permitir que os segmentos produtivos (industriais, comerciais e de classe) busquem na formação dos egressos a prestação de serviços competentes e diferenciados; garantir que o aprendizado teórico-prático seja assimilado pelos egressos e por eles aplicados na sociedade; aproximar outros segmentos de formação específica na sociedade, tais como, técnico, secundarista, médio e os profissionais estabelecidos no mercado, através de cursos de extensão, encontros, seminários, semanas acadêmicas e workshops; formar um profissional que se adapte criativamente aos possíveis obstáculos e novas situações, e que seja capaz de avaliar criticamente qualquer processo de mudança; formar um profissional com perfil interdisciplinar que saiba trabalhar adequadamente em qualquer situação e com outros profissionais de forma adequada; propiciar aos egressos, capacitação atualizada e adequada para darem continuidade à sua formação nos diferentes níveis; 1.6 Perfil do Egresso do Curso de Nutrição O profissional formado pelo curso de Nutrição da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu segue a Resolução do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) Nº. 334/2004, ou seja, é um profissional com formação técnica, generalista, humanista e crítico, que estuda a ciência dos alimentos e sua relação com a saúde humana, estabelecendo necessidades nutricionais, planejamentos alimentares, efeitos dos nutrientes, verificando carências e excessos alimentares. O egresso do curso possui capacidade técnica para atuar como educador nutricional, orientando a mudança de comportamento alimentar para todos os públicos que trabalha, orientando em relação às boas praticas alimentares, visando promoção, prevenção e recuperação da saúde do indivíduo. Pautado nos princípios éticos o profissional leva em 9

10 consideração os aspectos ambientais, sociais e econômicos de uma população, para fornecer orientações nutricionais adequadas a cada grupo. O enfoque do Curso de Nutrição da Uniguaçu enfatiza as características e demandas regionais, considerando a realidade sócio-econômica em que está sediado. Áreas de trabalho do profissional nutricionista formado pela Uniguaçu: 1) Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN): alimentação escolar e alimentação do trabalhador, restaurantes, hotéis e eventos. 2) Nutrição Clínica: hospitais, clínicas em geral, clínicas em hemodiálises, instituições de longa permanência para idosos e spa; ambulatórios; banco de leite humano (BLH); lactários/centrais de terapia nutricional; atendimento domiciliar. 3) Saúde Coletiva: políticas e programas institucionais; atenção básica em saúde; vigilância em saúde, programas de segurança alimentar. 4) Docência: ensino, pesquisa e extensão (graduação e pós-graduação) e coordenação de cursos. 5) Indústria de Alimentos: desenvolvimento de produtos. 6) Nutrição em Esportes: clubes esportivos; academias e similares. 7) Marketing de Alimentos e Nutrição: lojas de suplementos nutricionais, lojas de alimentos naturais. 10

11 2 ESTRUTURA CURRICULAR O acadêmico é parte de um contexto social que passa por transformações significativas na organização de sua produção econômica, cada vez mais tecnificada, competitiva e globalizada, com expansão do setor terciário e persistência de um quadro de desemprego estrutural. Como conseqüência, tem havido dramáticas modificações na demanda por recursos humanos, às quais a IES deve estar atenta. Em âmbito regional, entretanto, a caracterização econômico-social mostra um amplo espaço a ser conquistado e desenvolvido pelo profissional nutricionista nas diferentes áreas de atuação. Para atender às demandas, espera-se das IES a formação de acadêmicos com aguda consciência social, crítica e fundamentada em valores humanistas, que não propiciem apenas a aquisição do conhecimento e sim, que os tornem capazes também de contribuir para a transformação da sociedade. A estrutura curricular do Curso de graduação em Nutrição passou por atualizações constantes desde a criação do curso para melhorar a capacitação do acadêmico permitindo de fato a formação generalista e interdisciplinar do mesmo, permitindo também a auto relização do egresso no mundo atual. Também observa-se a preocupação na nova grade curricular da presença de mais domínios específicos do nutricionista com a inserção de algumas disciplinas e mudanças na carga horária e desmembramento de outras disciplinas Inserção da disciplina Segurança Alimentar já que se trata de um tema atual e importante para o profissional nutricionista e também aborda temas realcionados com a presenrvação do meio ambiente como o uso racional de água e embalagens e também o aproveitamento integral dos alimentos para redução do desperdício; Inserção da disciplina Marketing em Nutrição, uma vez que se acredita ser necessário levar e democratizar maiores informações à sociedade contemporânea sobre o perfil profissiográfico do nutricionista e sobre nutrição e saúde; Inserção da disciplina Nutrição aplicada a esportes, home care e personal diet que é uma área de grande demanda na região e também pela oportunidade de se realizar um trabalho interdisciplinar com acadêmicos de educação física da IES; Inserção da disciplina Imunologia Aplicada a Nutrição que além de outros assuntos aborda especificamente a função dos nutrientes como antígenos e como protetores do sistema imune no trato gastrointestinal. 11

12 Inserção da disciplina Estágio Supervisionado I (Prática Ambulatorial): disciplina de grande necessidade para que os alunos possam ter uma maior vivência da prática do profissional nutricionista no atendimento ambulatorial, prescrição de dietas e acompanhamento de pacientes; A disciplina de Administração dos Serviços de Alimentação (ASA) foi desmembrada em ASA 1 e ASA 2 com com o aumento da carga horária de 108 para 160 h/a (ASA 1: 80 h/a e ASA 2: 80 h/a). Justifica-se o aumento da carga horária já que essas disciplinas são extremamente importantes para o nutricionista já que fazem parte do estágio sendo também uma área que emprega muitos profissionais. A disciplina Patologia Geral foi substituída por Fisiopatologia da Nutrição I e II que abordam especificamente temas voltados para o curso; A disciplina de Avaliação Nutricional foi desmembrada em Avaliação Nutricional de coletividades e Avaliação Nutricional Clínico Hospitalar já que são duas disciplinas muito específicas do curso e que há uma grande diferença entre elas. Também serão utilizadas em Nutrção Clínica e Nutrição em Saúde Pública. A disciplina Microbiologia dos alimentos foi inserida na disciplina Higiene dos Alimentos já que os acadêmicos já fazem a disciplina Fundamentos de Microbiologia. A disciplina de Técnica Dietética II foi inserida na grade curricular já que esta é voltada especificamente para doenças e para desenvolvimento de pratos utilizando a gastronomia hospitalar sendo muito importante para o profissional nutricionista; A disciplina Tecnologia de alimentos foi desmembrada de Bromatologia já que estas são diferentes entre si, contudo se completam, e são importantes para o estudo dos alimentos e seus valores nutricionais e também desenvolvimento de novos produtos para a população; A disciplina Estágio Supervisionado I (Prática Ambulatorial) foi inserida na grade para que os acadêmicos tenham a oportunidade de vivenciar e realizar práticas de nutrição dentro do ambulatório de Nutrição da IES, proporcionando um maior conhecimento e prática nessa área; A disciplina Epidemiologia aplicada à Nutrição foi adicionada ao 7º período após terem obtido conhecimento das disciplinas de Introdução à Saúde Pública e Nutrição em Saúde Pública que se correlacionam e também pela importância de se conhecer os estudos epidemiológicos juntamente com a disciplina Trabalho de Graduação I. Houve também algumas alterações em disciplinas básicas como: 12

13 As disciplinas Citologia e Histologia formaram a disciplina Bases Biológicas I e as disciplinas Embiologia e Genética formaram a disciplina Bases Biológicas II de acordo com o que institucionaliza o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) no item matriz curricular; A disciplina Introdução à Psicologia sofreu mudança na nomenclatura visando atender a especeficidade desta disciplina no curso sendo portanto agora denominada Psicologia aplicada à nutrição; O curso de Graduação em Nutrição obedece ao regime de matrícula seriado semestral, contando atualmente com o ingresso semestral de 50 alunos em período noturno. A atual carga horária do curso é de 3328 horas, conforme grade curricular abaixo. Disciplina Carga Horária (horas-aula) 1º Período Introdução a Nutrição 40 Anatomia Humana 80 Informática em Ciências da Saúde 40 Bases Biológicas I 80 Comunicação e Expressão 40 Introdução à Economia 40 Antropologia Aplicada a Nutrição 40 Psicologia Aplicada à Nutrição 40 Total 400 2º Período Bioestatística 40 Fisiologia Básica 80 Bases Biológicas II 40 Bioquímica 80 Metodologia da Pesquisa Científica 40 Fundamentos de Microbiologia 40 Nutrição Humana I 80 Total 400 3º Período Bioquímica dos Alimentos 80 Nutrição Humana II 80 Técnica Dietética I 80 Sociologia e Nutrição 40 Bromatologia 40 Avaliação Nutricional de Coletividades 80 Total 400 4º Período Educação Nutricional 80 Fisiopatologia da Nutrição I 80 Parasitologia 80 Tecnologia dos Alimentos 80 13

14 Marketing em Nutrição 40 Avaliação Nutricional Clínica 40 Total 400 5º Período Imunologia Aplicada a Nutrição 40 Microbiologia e Higiene dos Alimentos 80 Técnica Dietética II 80 Nutrição Aplicada aos Esportes, Home Care e Personal Diet 80 Introdução a Saúde Pública 40 Fisiopatologia da Nutrição II 80 Total 400 6º Período Dietoterapia I 80 Administração de Serviços de Alimentação I 80 Nutrição Materno Infantil 80 Nutrição em Saúde Pública 80 Segurança Alimentar 40 Optativa I 40 Total 400 Estágio Supervisionado I - Prática Ambulatorial 48 7º Período Administração de Serviços de Alimentação II 80 Dietoterapia II 80 Trabalho de Graduação I 80 Ética Profissional 40 Optativa II 80 Epidemiologia Aplicada a Nutrição 40 Total 400 Estágio Supervisionado II - Saúde Pública 168 8º Período Trabalho de Graduação II 40 Optativa III 40 Total 80 Estágio Supervisionado III UAN 216 Estágio Supervisionado IV Clínica 216 Atividades Complementares 126 Carga Horária Total (Disciplinas, Estágios e Ativ. Complementares)

15 Dentro da grade curricular existem as disciplinas optativas em que o acadêmico deve cumprir 160 horas/aula. Essas disciplinas podem ser realizadas pelo acadêmico dentro do curso ou em outros cursos de acordo com o seu interesse para complementação de sua formação acadêmica. As disciplinas optativas entram na grade curricular com o objetivo de atender as exigências das rápídas transformações sócio-econõmicas, políticas, nutricionais, epidemiológicas, culturais e tecnológicas que ocorrem de maneira constante na sociedade. Essas disciplinas, juntamente com as atividades complementares e sociais e outras permitem que o acadêmico tenha maiores possibilidades de ações integradoras no conjunto espaço/tempo de formação acadêmica. O Curso de Graduação em Nutrição da Uniguaçu oferece aos acadêmicos de todos os outros cursos um rol de disciplinas optativas sendo que o acadêmico de Nutrição também pode realizar as disciplinas optativas em outros cursos. Disciplinas optativas oferecidas pelo Curso de Nutrição: Vigilância sanitária e ambiental (40 h/a); Biodisponibilidade de nutrientes. Interação nutriente-nutriente (40 h/a); Terapias Integrativas (80 h/a); Interpretação de exames complementares (80 h/a); Gastronomia/etiqueta (40 h/a); Bioestatística avançada (40 h/a); Nutrição aplicada à geriatria (80 h/a); Administração de alimentos e bebidas (40 h/a) Atualidades em nutrição e saúde (80 h/a) Libras (80 h/a) 15

16 3 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 1º PERÍODO INTRODUÇÃO À NUTRIÇÃO História da evolução da ciência da Nutrição. Cultura, Saúde e Doença. A formação de profissionais nutricionistas no contexto político-social. O nutricionista, suas áreas de trabalho e suas atribuições. Guias alimentares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Código de ética profissional. Brasília/DF:CFN, (10 ex.) GOUVEIA, E. L. C. Nutrição - Saúde & Comunidade. 2 ed. Rio de Janeiro: Revinter, (20 ex.) PHILIPPI, S. T. Pirâmide dos alimentos: Fundamentos básicos da nutrição São Paulo: Manole, (7 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOSI M.L.M. Profissionalização e conhecimento: A nutrição em questão. São Paulo: HUCITEC; p. (3 ex.) CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Resolução CFN, nº 200/98, 20 mar Definição de Atribuições Principal e Específicas dos Nutricionistas, publicado no diário Oficial da União em 20 abr.1998, p Disponível no site FLANDRIN, J.L, MONTANARI, M. História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade; p (7 ex.) MAHAN, L. K. & STUMP, S. E. Krause: Alimentos, Nutrição & Dietoterapia. 10 ed. São Paulo: Roca, (10 ex.) ANTROPOLOGIA APLICADA À NUTRIÇÃO Reflexão sobre os conceitos de cultura, diversidade e alteridade, por meio de estudos da antropologia da alimentação. Destaca a relação saúde/doença numa perspectiva antropológica e reflete sobre as especificidades sociais e o simbolismo inerente às práticas alimentares. Estudo da alimentação como expressão cultural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, (4 ex). Edição de 2001 (4 ex). MELLO, L.G. Antropologia cultural: iniciação, teoria, temas. Petrópolis: Vozes, (5 ex.) FLANDRIN, J.L.; MONTANARI, M. História da Alimentação. São Paulo: Estação, (5 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOURDIEU, P. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, (4 ex.). CARNEIRO, H. Comida e sociedade: uma história de alimentação. Rio de Janeiro: Elsevier, (4 ex.). LAPLANTINE, F. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, (7 ex sendo 6 deles de publicações em anos anteriores). LARAIA, R.B. Cultura: um conceito antropológico. 2 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, (4 ex.). LÉVI-STRAUSS, C. O pensamento selvagem. Rio de Janeiro: Papirus, (4 ex). LINTON, R. O Homem, uma introdução à Antropologia. São Paulo: Martins, (4 ex.). 16

17 INFORMÁTICA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE Conceitos Básicos de Informática (definições, terminologia, medidas de memória, periféricos e software). Introdução ao uso do ambiente Windows e de softwares livres (reconhecimento e utilização do ambiente). Softwares mais utilizados (editor de textos; apresentações gráficas, planilha, banco de dados). Sistemas Nacionais de Informação utilizadas na área do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LANCHARRO, E., LOPEZ, M. PENUELAS. Informática básica. São Paulo: Makron Books, (17 ex.) LIENGE, B. Microsoft Excel São Paulo: Campus, (10 ex.) MACHADO, C. Word 2000 e 97 Segredos e Soluções. São Paulo: Campus, 2000.(10 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WARMER, N. Microsoft Office São Paulo: Campus, 1999.(10 ex.) GATES, B. A estrada do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.(10 ex.) ECONOMIA APLICADA À NUTRIÇÃO Segurança Alimentar. Determinantes Sócio-econômicas. Produção mundial de alimentos. Comercialização de alimentos no Brasil. Indústria de alimentos e distribuição no Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GREMAUD, A. P. Economia Brasileira Contemporânea. 5 ed. São Paulo: Atlas, (10 ex.) RIES, L.R.. Comercialização Agropecuária: Mercado Futuro e de Opções. Guaíba: Agropecuária, (10 ex.) ZYLBERSZTAJN, D. e NEVES, M. F.. Economia e Gestão de Negócios Agroalimentares: indústria de alimentos, indústria de insumos, produção agropecuária e distribuição São Paulo: Pioneira, (8 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Segurança alimentar e nutricional. Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição/ DAB/ SAS Disponível em: dtr2004.saude.gov.br/nutricao/apresentacoes/seguranca_an.pdf CAIXETA, J. V. Transporte e Logística em Sistemas Agroindustriais. São Paulo: Atlas, (6 ex.) HOFFMANN, R. Determinantes da insegurança alimentar no Brasil. Dados do PNAD Revista de Segurança alimentar e nutricional. v. 15, p , 2008.Disponível em:/www.unicamp.br/nepa/san.php?pag=san_volume_15.php PSICOLOGIA APLICADA À NUTRIÇÃO Psicologia e nutrição como ciências que envolvem o cuidado da saúde. Conceito de saúde. Funções psíquicas básicas. Avaliação do estado mental do cliente. Processo saúde-doença, desenvolvimento humano e comportamento alimentar. Interações terapêuticas nutricionistacliente. Patologias do comportamento alimentar. O nutricionista diante da morte. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 17

18 AGERAMI-CAMON, V. O doente, a psicologia e o hospital. 3 ed. São Paulo: Pioneira, (14 ex.) DAVIDOFF, L.L. Introdução à psicologia. São Paulo : Makron Books, 2001 (7 ex.) HERSCOVI. C. R. Anorexia nervosa e bulimia. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, (6 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANGERAMI-CAMON, V.A. (Org.). O doente, a psicologia e o hospital. São Paulo : Pioneira, (6 ex) BUSSE, S. de R.(org) Anorexia, Bulimia e Obesidade. São Paulo: Manole, (4 ex) PIMENTEL, A.. Nutrição psicológica: Desenvolvimento emocional infantil. São Paulo: Summus, (4 ex) ANATOMIA HUMANA Introdução ao estudo da Anatomia. Posição anatômica, planos e eixos do corpo humano, princípios de construção. Nomenclatura anatômica. Osteologia; teoria e prática. Esplancnologia teoria e prática. Endocrinologia; teoria e prática. Sistema Nervoso; teoria e prática. Sistema digestório: teoria e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO, S. V. Anatomia Fundamental. 3a ed. Sâo Paulo: Makron Books (19 ex.). SENAC. Corpo Humano: Anatomia e Fisiologia. Rio de Janeiro: Senac Nacional (10 ex.). SOBOTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 21a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan v.1, v.2, (40 ex.). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JACOB/FRANCONE/COSSOW. Anatomia e Fisiologia Humana. 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (10 ex.). NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana (CD-rom). Porto Alegre: Artes Médicas (6 ex.) WOLF-HEIDEGGER. Atlas de Anatomia Humana - 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan (6 ex.). BASES BIOLÓGICAS I (CITOLOGIA E HISTOLOGIA) Estudo morfofuncional da célula (aspectos estruturais, ultra-estruturais e as funções das membranas e organelas celulares). Estudo morfológico e histofisiológico dos tecidos e suas inter-relações. Estudo dos aspectos histológicos dos sistemas: digestivo, endócrino, reprodutor, respiratório e renal. Estudo histológico e histofisiológico dos sistemas fundamentais e suas variedades; Estudo descritivo da anatomia microscópica com ênfase nas relações histofisiológicas e funções dos sistemas: cardiovascular, linfóide, digestório, respiratório, urinário, reprodutor, endócrino e órgãos dos sentidos BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTS, B. et. al. Fundamentos da Biologia Celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artes médicas, (12 ex.) DE ROBERTIS & DE ROBERTIS JR. Bases da Biologia Celular e Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (14 ex.) JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, J. Histologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (25 ex) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTS, B. et. al. Biologia Molecular da Célula. 3 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, (10 ex.) DIFIORE, M. S. H; MANCINI, R. E, DE ROBERTS, E. D. P. Novo Atlas de Histologia. Rio 18

19 de Janeiro: Guanabara Koogan, (3 ex.) JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (15 ex) POLLARD, T. D., EARNSHAW, D.; JOHNSON, G. T. et al Biologia Celular. Rio de Janeiro: Elsevier, (10 ex.) COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Noções básicas de linguagem, comunicação e expressão. A comunicação interpessoal em saúde. Os diversos tipos de texto e suas características. Estratégias de leitura e análise de textos. Elaboração de resumos, resenhas, sínteses e outros textos. Correção gramatical e estilística. Exercícios de expressão oral e de produção de texto relacionados a sua área profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação São Paulo: Ática, (7 ex.) NADÓLSKIS, H. Comunicação redacional São Paulo: Saraiva, (7 ex.) WEIL, P. TOMPAKOW, R. O corpo fala. Petrópolis: Vozes, (19 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIMITRIUS, J.E ; MAZZARELLA, M.. Decifrar pessoas. São Paulo: Alegro, (10 ex.) KOCH, I.V. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, (3 ex.) MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, (3 ex.) POLITO, R. Como falar de improviso e outras técnicas de apresentação. São Paulo: Saraiva, (8 ex.) POLITO, R. Como falar corretamente e sem inibições. São Paulo: Saraiva, (4 ex.) 19

20 2º PERÍODO NUTRIÇÃO HUMANA I Conhecimento e diferenciação dos alimentos e nutrientes, classificação, fontes alimentares e função. Compreensão da digestão, absorção e metabolismo dos macronutrientes com integração metabólica. Vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis. Sais Minerais e elementos traços. Água e eletrólitos. Requerimentos e recomendações nutricionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUTRA-DE-OLIVEIRA, J.E. MARCHINI, J. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier, (11 ex) MAHAN, L. K. & ESCOTT-STUMP, E. Alimentos, Nutrição & Dietoterapia. 10 ed. São Paulo: Roca, (10 ex.) SIZER, F. S.; WHITNEY, E. N. Nutrição: Conceitos e Controvérsias. São Paulo: Manole, (6 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARDOSO, M. A., VANNUCCHI, H.. Nutrição Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (6 ex) DOUGLAS, CR. Tratado de Fisiologia Aplicada à Nutrição. São Paulo: Robe Editorial, (5 ex.) DUTRA, O. J. E.; MARCHINI, J. S. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier, (12 ex.) GIBNEY, M. Introdução à Nutrição Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010 (2 ex) MAHAN, L. K. & ESCOTT-STUMP, E. Alimentos, Nutrição & Dietoterapia. 10 ed. São Paulo: Roca, (2 ex.) PECKENPAUGH, N., POLEMAN, C. Nutrição: essência e dietoterapia. São Paulo: Roca, (5 ex.) PHILIPPI, S. T. Pirâmide dos alimentos: Fundamentos básicos da nutrição São Paulo: Manole, (7 ex.) SALGADO, J. M. Alimentos inteligentes : saiba como obter mais saúde por meio da alimentação. São Paulo: Prestígio, (4 ex.) TIRAPEGUI, J. Nutrição: fundamentos e aspectos atuais. São Paulo: Atheneu, (3 ex) TORRES, E.A. F. S. Alimentos do milênio: a importância dos transgênicos, funcionais e fitoterápicos para a saúde. São Paulo: Signus, (3 ex) METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA O valor do conhecimento científico. Objetividade e neutralidade na ciência. Métodos e técnicas de pesquisa. Elaboração de projetos de pesquisa e monografias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa.4 ed. São Paulo: Atlas (10 ex.) MARCONI, M. A. & LAKATOS E. M. Metodologia do Trabalho Científico. 4 ed. São Paulo: Atlas, (10 ex.) RIGHES, A.C. et al. Manual de normas técnicas - estilo e estrutura para trabalhos acadêmicos da UNIGUACU. União da Vitória: UNIGUAÇU, (21 ex) VIEIRA, S. & HOSSNE, W. S. Metodologia Científica para a Área de Saúde. Rio de Janeiro: Campus, (10 ex.) 20

21 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BREVIDELLI, M.M. TCC - Trabalho de Conclusão de Curso : guia prático para docentes e alunos da área da saúde. São Paulo : Iátria, 2010 (2 ex.) PARRA FILHO, D. Apresentação de trabalhos científicos: monografias, TCC, teses e dissertações. 3 ed. São Paulo: Futura, (5 ex.) POPPER, K. A Lógica da Pesquisa Científica. 8 ed.. São Paulo: Cultrix, (5 ex.). BIOESTATÍSTICA Estatística descritiva. Noções de probabilidade. Principais modelos discretos e contínuos. Ajustamento de modelos probabilísticos. Noções de amostragem e estimação. Noções de testes de hipóteses. Correlação e regressão linear. Análise de variância. Noções sobre experimentos e levantamentos. Aplicações em Ciências da Saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERQUO, E. S.; SOUZA, M.P; GOTLIEB, S.L.D. Bioestatistica, 2 ed. São Paulo: EPU, (17 ex.). COSTA NETO, P. O. Estatística. 2 ed.são Paulo: Edgard Blücher, (10 ex). TOLEDO, G.L. OVALLE, I.I. Estatística Básica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1995 (10 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FONSECA, J. S., MARTINS, G.A. Curso de Estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, (17 ex.) JEKEL, J., ELMORE, J., KATZ, D. L. Epidemiologia, Bioestatística e Medicina Preventiva. Porto Alegre: Artmed (4 ex.) SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, (4 ex.) VIEIRA, S. Introdução à Bioestatística. 3 ed. Rio de Janeiro: Campus, (17 ex.) FUNDAMENTOS DA MICROBIOLOGIA Microbiologia: histórico, conceitos e aplicações. Flora normal de um hospedeiro humano saudável. Os mundos e os grupos de interesse microbiano. Vírus, morfologia, fisiologia e as principais enfermidades. Fungos: morfologia, fisiologia e as principais enfermidades. Protozoários: morfologia, fisiologia e as principais enfermidades. Genética microbiana. Agentes anti-microbianos. Isolamento e caracterização de microrganismos. Práticas de laboratório. Seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PELCZAR, M. J, KRIEG, N. R ; CHAN, E. Microbiologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Makron Books, (14 ex.) SILVA FILHO, G. N., OLIVEIRA, V. L. de. Microbiologia: manual de aulas práticas. Florianópolis: UFSC, (8 ex.). TRABULSI, L. R., ALBERTHUM, F. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, (8 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NEDER, R. N. Microbiologia: manual de laboratório. São Paulo: Nobel, (9 ex.) RIBEIRO, M. C., SOARES, M. M. S. R. Microbiologia prática : roteiro e manual: bactérias e fungos. São Paulo: Atheneu, (5 ex) TORTORA, G. J., FUNKE, B. R., CASE, C. L. Microbiologia Porto Alegre: Artmed, (5 ex) BIOQUÍMICA Estrutura e Propriedades das biomoléculas: carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucléicos. Enzimas e seus cofatores. Metabolismo dos carboidratos, lipídios e Proteínas. Síntese de proteínas. Água, equilíbrio ácido-base e tampões. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAMPE, P.C.,HARVEY, R.A. Bioquímica Ilustrada. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 21

22 2000. (10 ex.) HARPER et a. Bioquímica. 9 ed. São Paulo: Atheneu, (5 ex.) STRYER, L. Bioquímica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (10 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CONN, E.E., STUMPF, P.K. Introdução à Bioquímica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, (5 ex) LEHNINGER, A.L;NELSON, D.L; COX, M. Princípios de Bioquímica. 2 ed. São Paulo: Sarvier, (3 ex.) UCKO, D.A. Química para as ciências da saúde: uma introdução à química geral, orgânica e biológica. São Paulo: Manole, (5 ex.) VOET D.; VOET J. G.; PRATT C. W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, (5 ex.) FISIOLOGIA BÁSICA Estudo do funcionamento orgânico como um todo e cada uma de suas partes. Transporte através da membrana. Sistema Digestório. Sistema respiratório. Sistema cardiovascular. Sistema excretor. Sistema reprodutor. Sistema músculo-esquelético. Sistema endócrino. Sistema nervoso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DOUGLAS, C.R. Tratado de Fisiologia Aplicada à Saúde. 5 a ed. São Paulo, Robe, (11 ex.) GUYTON, A C. Tratado de Fisiologia Médica. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (10 ex.) OLIVEIRA, N. S. de. Anatomia e fisiologia humana Goiânia: AB, (5 ex) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AIRES, M. M. Fisiologia.2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan (3 ex.). GANONG, W.F. Fisiologia Médica. 17 ed. Rio de Janeiro: Pretice-Hall, (2 ex.) KAWAMOTO, E. E. Anatomia e Fisiologia Humana. São Paulo.EPU (6 ex.) MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional.2 ed. São Paulo: Atheneu (3 ex.) BASES BIOLÓGICAS II (EMBRIOLOGIA E GENÉTICA) Estudo descritivo do desenvolvimento animal, com ênfase nos vertebrados;. Morfogênese e Organogênese dos principais sistemas..introdução à genética e evolução;as bases químicas e físicas da hereditariedade;genética molecular e de microorganismos;mecanismos de transmissão hereditária e suas aplicações práticas; Estudo das anomalias hereditárias a nível molecular, morfológico e fisiológico; Genética das características: estimativas da hereditariedade e melhoramento genético; Genética das populações e mecanismos evolutivos; Natureza, processos e resultados da evolução físico-química; Natureza, processos e resultados da evolução orgânica; Natureza, processos, resultados e implicações da evolução biocultural; Processo da seleção natural e adaptação; Coevolução. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURNS, G. W., BOTTINO, P. J. Genética. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (17 ex.) GRIFFITHS, A. J. F.; MILLER, J.H; SUZUKI, D. T. Introdução à Genética. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (11 ex) MOORE, K. L; PERSAUD, T.V.N. Embriologia Básica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Kogan, 2000.(19 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCIA, S.M.L; JECKEL, E; Embriologia. Porto Alegre: Artmed, (7 ex.) JORDE, L. B. Et al. Genética médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (3 ex.) 22

23 MAIA, G. D. Embriologia humana São Paulo: Atheneu, (5 ex.) MOORE, K. L. Fundamentos de Embriologia Humana. São Paulo: Manole, (3 ex.) THOMPSON, M. W., MCLINNES, R. R. Genética Médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (3 ex.) VOGEL. P.MOTULSKI, A.G. Genética humana: problemas e abordagens. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (3 ex.) 23

24 3º PERÍODO BIOQUÍMICA DOS ALIMENTOS Estudo, conhecimento e controle das reações que ocorrem nos alimentos, nas matérias-primas alimentares e/ou em seus componentes individuais. Alterações em ordem química, bioquímica e fisiológica que afetam a qualidade e interferem na conservação dos alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOBBIO, F.O. & BOBBIO, P.A Introdução a química dos alimentos. São Paulo: Varela, (11 ex.) COULTATE,T.P. Alimentos: a química de seus componentes. Porto Alegre: Artmed, (11 ex.) SOUZA, T.C. Alimentos: propriedades físico-químicas. Rio de Janeiro: Cultura Médica, (10 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, E.C.B. Análise de alimentos: uma visão química da nutrição. São Paulo: Varela, (3 ex.) ARAÚJO, J.M.A. Química dos alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, (10 ex.) CECCHI, H.,M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Campinas: UNICAMP, (5 ex.) KOBLITZ, M. G. B.. Bioquímica de Alimentos : teoria e aplicações práticas. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2008 (3 ex) TORRES, E.A. F. S. Alimentos do milênio : a importância dos transgênicos, funcionais e fitoterápicos para a saúde. São Paulo: Signus, (3 ex) TÉCNICA DIETÉTICA I Fundamentos da técnica dietética. Técnicas de preparo de alimentos. Pesos e medidas. Aquisição e custo de alimentos. Estudo das características físicas, químicas, biológicas, sensoriais e de digestibilidade dos seguintes grupos de alimentos: leite e derivados, ovos, carnes, leguminosas, cereais, frutas e outras hortaliças; terminologia técnica dos cortes (carnes) e preparos específicos. Identificação do alimento como agente: emulsificação, espessante, clarificante, espumífero e condimentante. A cocção: tipos, suas perdas e rendimentos. Conceituação e fundamentação teórica dos seguintes alimentos e seus derivados: ovos, carnes e leite, soja e leguminosas, frutas, verduras e cereais, molhos e fermentos, açúcar, condimentos, fibras, óleos e gorduras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DOMENE, Técnica Dietética - Teoria e Aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011 (7 ex) ORNELLAS, L. H. Técnica Dietética: seleção e preparo dos alimentos. 7ed.São Paulo: Atheneu, (9 ex.) PHILIPPI, S.T. Nutrição e Técnica Dietética. São Paulo: Manole, 2003 (20 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARRETO, R.L.P. P. Passaporte para o sabor: tecnologias para a elaboração de cardápios. SENAC, 2008 (2 ex) BITTENCOURT, P.; RIBEIRO, P. A.. Comer bem! Como?: Manual de orientações desde a compra até o preparo dos alimentos. Belo Horizonte: Leitura, (3 ex.) COELHO, T. Alimentos propriedades físico-químicas. 2ª ed. Rio de Janeiro. Cultura Médica, (10 ex.) DUKAN, P. Dicionário de dietética e de nutrição. Petrópolis: Vozes, (2 ex.) FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. São Paulo: Atheneu, (10 24

25 ex.) MOREIRA, M. A. Medidas caseiras no preparo dos alimentos Goiânia: AB, (3 ex) PACHECO, M. Tabela de equivalentes, medidas caseiras e composição química dos alimentos. Rio de Janeiro: Rubio, (6 ex.) REIS, R.1000 receitas da culinária brasileira. Barueri: Girsl, 2004.(3 ex) TACO - Tabela Brasileira de Composição de Alimentos. 2 ed. Campinas: NEPA/UNICAMP, 2006 (10 ex.) TEICHMANN, I. Cardápios técnicas e criatividade. 5 ed. Caxias do Sul: EDUCS, (6 ex.) SOCIOLOGIA E NUTRIÇÃO O estudo da Sociedade Humana. A Sociologia como ciência. Instituições Sociais. Agrupamentos sociais. Estratificação e mobilidade social. O alimento como categoria sociológica. A estrutura dos sistemas alimentares. Estilo de vida e alimentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, E.M.;MARCONI, M. A Sociologia Geral. 7ed. São Paulo: Atlas, (10 ex.) VILA NOVA, S. Introdução à Sociologia.5 ed. São Paulo: Atlas, (10 ex.) TURNER, J. Sociologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson Education do Brasil, (7 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHINOY, E. Sociedade: uma introdução à Sociologia. 21 ed.são Paulo: Cultrix, (4 ex.) MARTINS, C. B. O que é Sociologia. São Paulo: Brasiliense, (3 ex.) TOMAZI, N. D.. Iniciação à Sociologia. 2 ed.são Paulo: Atual, (5 ex.) BROMATOLOGIA Determinação quantitativa das frações: mineral, glicídica, lipídica, protídica, água e fibras. Controle físico-químico de alimentos naturais e industrializados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOBBIO, F.O. & BOBBIO, P.A. Introdução à química dos alimentos. 3 ed. São Paulo: Varela, (11 ex.) CASTRO, F.A.; AZEREDO, R. M. C. de ; SILVEIRA, I. L. da. Estudo experimental dos alimentos: uma abordagem prática Viçosa: UFV, (10 ex) SALINAS, R.D. Alimentos e nutrição: introdução à bromatologia. 3 ed. Porto Alegre. Artmed, (11 ex) TACO - Tabela Brasileira de Composição de Alimentos. 2 ed. Campinas: NEPA/UNICAMP, (10 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, E.C.B. Análise de alimentos: uma visão química da nutrição. São Paulo: Varela, (3 ex.). BENDER, A.E. Dicionário de nutrição e tecnologia de alimentos. 4 a ed. São Paulo: Roca, (4 ex.). CECCHI, H.M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2 ed. São Paulo: UNICAMP, (5 ex.). MORETTO, E. et al. Introdução à ciência de alimentos. Florianópolis: UFSC, (4 ex.). AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE COLETIVIDADES Introdução ao estudo da avaliação nutricional de coletividades. Métodos e técnicas para a avaliação do estado nutricional, em diferentes grupos etários. Conceito dos indicadores clínicos; bioquímicos; demográficos; sociais, econômicos e culturais com ênfase nos indicadores dietéticos e antropométricos. Inquéritos dietéticos: aplicabilidade, vantagens e 25

26 desvantagens. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOUVEIA, E. L. C. Nutrição - Saúde & Comunidade. 2 ed. Rio de Janeiro: Revinter, (20 ex.) MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância alimentar e nutricional - SISVAN: orientações básicas para a coleta, processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília, (5 ex.) TIRAPEGUI, J,R., LIMA, S.M. Avaliação Nutricional - Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (7 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUPPARI, L. Guia de Nutrição: Nutrição clínica no adulto. São Paulo: Manole, (8 ex.) FISBERG, R. M. et al. Inquéritos alimentares; métodos e bases científicos. São Paulo: Manole, (3 ex) MAHAN, K. ESCOTT-STUMP S. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 10 ed. São Paulo: Roca, (10 ex.) PHILIPPI, S. T. Pirâmide dos alimentos: Fundamentos básicos da nutrição São Paulo: Manole, (7 ex.) VASCONCELOS, F. A. G. de. Avaliação nutricional de coletividades. 3 ed. Florianópolis: UFSC, (3 ex.) NUTRIÇÃO HUMANA II Conceitos básicos de nutrição humana. Requerimentos e recomendações nutricionais para dieta normal. Grupo de alimentos e substituições, leis da alimentação e pirâmide alimentar. Alimentação nos diferentes estágios de vida. Cálculo de dietas lactantes, pré-escolar, escolar, adolescentes, adulto, gestantes, nutrizes e idosos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, M. A., VANNUCCHI, H.. Nutrição Humana. Rio de Janeiro: Guanabara, (6 ex) MAHAN, L. K.; STUMP, S. E. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10 Ed. São Paulo: Roca, (10 ex.) SIZER, F. S.; WHITNEY, E. N. Nutrição: Conceitos e Controvérsias. São Paulo: Manole, (20 ex.) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DUTRA-DE-OLIVEIRA, J.E. MARCHINI, J. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier, (11 ex) FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9 ed.. Atheneu: São Paulo, (10 ex.) FRANK, A.A., SOARES, E. de. Nutrição no envelhecer. São Paulo: Atheneu, (11 ex) MAGNONI, D., CUKIER, C., OLIVEIRA, P. Nutrição na terceira idade. São Paulo: Sarvier, (2 ex) MOREIRA, M. A. Medidas caseiras no preparo dos alimentos Goiânia: AB, (3 ex) SBAN/ILSI. Usos e Aplicações das "Dietary Reference Intakes" - DRIs, São Paulo: SBAN/ILSI, Disponível em: SALGADO, J. M. Alimentos inteligentes : saiba como obter mais saúde por meio da alimentação. São Paulo: Prestígio, (4 ex.) TACO - Tabela Brasileira de Composição de Alimentos. 2 Ed. Campinas: NEPA/UNICAMP, 2006 (10 ex.) TOMMASEO, N. Relação de medidas caseiras, composição química e receitas de alimentos nipo-brasileiros São Paulo: Metha, (10 ex) 26

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