CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa"

Transcrição

1 FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Engenharia Curso (s) : Engenharia Mecânica Nome do projeto: INTRODUÇÃO AO SOFTWARE OPENFOAM Nome do professor orientador: Marcelo Matos Martins Nome do professor co-orientador: Dianclen do Rosário Irala Nome do coordenador(a) do Curso: Djonny Weinzierl Para a Fundação Educacional Regional Jaraguaense FERJ, mantenedora do Centro Universitário - Católica de Santa Catarina em Jaraguá do Sul e em Joinville, encaminhamos anexo, Projeto de Iniciação Científica a ser submetido ao Edital nº.../2014 Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPQ, e declaramos nosso interesse e prioridade conferida ao desenvolvimento do projeto ora proposto, assim como nosso comprometimento de que serão oferecidas as garantias necessárias para sua adequada execução, incluindo o envolvimento de equipe, utilização criteriosa dos recursos previstos e outras condições específicas definidas no formulário anexo., de de 2014 Professor orientador Professor coorientador Coordenador do Curso 1

2 2 DESCRIÇÃO DO PROJETO Título do Projeto: Introdução ao Software OpenFoam Tipo de Projeto ( 12 meses ) Resumo do Projeto: (X) Apresentado pelo professor; A utilização da simulação numérica é hoje uma realidade incontestável na análise e resolução de problemas nas engenharias. Logo, o conhecimento da simulação numérica amplifica a formação de um acadêmico nesses cursos. A partir disso o Professor Hrvoje Jasak, do Imperial College de Londres, desenvolveu o software chamado OpenFoam baseado no método dos volume finitos. O OpenFoam é um software livre utilizado para operar e manipular campos tensoriais. Os campos tensoriais são estruturas matemáticas que surgem de forma constante nas equações que regem os principais fenômenos da engenharia. A princípio o OpenFoam foi um pacote CFD (Computational Fluid Dynamics), isto é, ele era aplicado na resolução de problemas de Mecânica dos Fluidos. Porém, atualmente, ele também está sendo utilizado para a resolução de problemas de Transferência de Calor e também na Mecânica dos Sólidos. Com intuito da formação dos acadêmicos na simulação numérica, este projeto trata da introdução do software OpenFoam na resolução da equação diferencial da difusão do calor em um meio material. Problematizacão A simulação numérica computacional no meio acadêmico e industrial é hoje uma realidade incontestável, como pode ser visto na grande quantidade de artigos científicos publicados em revistas e trabalhos apresentados em congressos que abordam o tema. Esta realidade teve início e veio se consolidando desde a década de 1950, quando os computadores iniciaram o seu desenvolvimento. Na resolução de problemas de engenharia necessita-se, muitas vezes, a realização de uma análise térmica. Para tal análise faz-se necessário conhecer o perfil da distribuição de temperatura na geometria do meio material estudado. Esse projeto de pesquisa trata da aplicação do software OpenFoam (Open Field Operation and Manipulation), que é um software livre utilizado para operar e manipular campos tensoriais, na resolução da equação diferencial da difusão do calor em um meio material, que de acordo com Incropera et al. (1998), é obtida através da primeira lei da termodinâmica. Justificativa: Este trabalho de pesquisa justifica-se pelo caráter didático, já que possibilita que o acadêmico tenha o contato com o software de análise numérica OpenFoam. Esta é uma tecnologia que auxiliará o acadêmico durante o seu próprio curso de graduação e também no desenvolvimento de projetos na sua vida profissional. Adicionalmente, este trabalho também justifica-se pelo caráter científico, pois faz com que o acadêmico trabalhe como pesquisador no campo de aplicação da análise numérica computacional em engenharia. Tendo este campo de pesquisa, na atualidade, uma larga abrangência no meio acadêmico e industrial. 3

3 Objetivo Geral: Resolver de forma numérica equação diferencial da difusão do calor em um meio material aplicando o software OpenFoam. Objetivos específicos: Reconhecer os processos de transferência de calor em um meio material; Reconhecer a equação da diferencial da difusão do calor; Compreender os modos de transferência do calor; Reconhecer o OpenFoam com uma ferramenta numérica computacional; Instalar o OpenFoam na plataforma Linux; Reconhecer os comando básicos do Linux utilizados no OpenFoam; Compreender o método dos volumes finitos; Obter a distribuição de temperatura em um meio material. Metodologia: A primeira fase da pesquisa é de caráter teórico, pois, deve-se fazer um levantamento teórico sobre transferência de calor, OpenFoam, Linux e sobre o método dos volumes finitos. Ao final desta fase deve-se compreender todos os modos de transferência de calor e o significado de cada parte da equação diferencial da difusão do calor e quais as suas principais aplicações dentro do campo da engenharia. Deve-se reconhecer também que tipo de software é o OpenFoam e quais são suas possíveis utilidades na análise numérica nos diversos campos de aplicação da engenharia assim como reconhecer os principais comandos do Linux que serão aplicados no OpenFoam. Ainda, ao final desta primeira fase, deve-se reconhecer e compreender a teoria envolvida no método dos volumes finitos, passando por uma análise teórica e pelas possibilidades da sua aplicação em problemas de engenharia. A segunda fase da pesquisa trata da instalação do OpenFoam no computador na plataforma Linux, considerando que o mesmo está disponível na Web por ser um software livre. Para esta etapa deve-se utilizar os comandos do Linux analisados na fase anterior. Na terceira fase, com o OpenFoam já instalado, inicia-se a manipulação do software, verificando como desenvolver as etapas necessárias para um projeto computacional e identificando as etapas de pré-processamento, processamento e pós-processamento. A quarta fase deste projeto trata da definição de um caso específico de aplicação da equação diferencial da difusão do calor para transferência de calor em um meio material. Na quinta e última fase desta pesquisa será apresentado os resultados tanto em termos da utilização do OpenFoam como em relação aos resultados do caso de engenharia estudado, comparando com resultados da literatura. Fundamentação Teórica: OPENFOAM O OpenFoam é um software livre elaborado, originalmente, pelo Professor Hrvoje Jasak no Imperial College de Londres e utilizado para operar e manipular campos tensoriais. A princípio e durante a maior parte de sua existência o OpenFoam foi considerado um pacote CFD (Computational Fluid Dynamics), ou seja, ele era aplicado na solução de problemas de Mecânica dos Fluidos e por 4

4 sua vez na transferência de calor. Atualmente, porém, o software também está sendo utilizado para a solução de problemas aplicada a Mecânica dos Sólidos. A estrutura básica do OpenFoam é composta por dois arquivos, que são compostos por módulos escritos em C++. O primeiro arquivo é chamado de application e este é formado por módulos que se divide em duas categorias, que são: solver : este permite que o usuário escreva todas as equações e inicialize todas as variáveis que aparecem e representam um determinado caso-problema. Um solver é organizado conforme o esquema na Figura 1, onde pode-se verificar que um solver possui um módulo principal, módulos auxiliares e um arquivo que possui os módulos de compilação. O OpenFoam já disponibiliza em suas versões alguns solver para resolver problemas em fluidos e transferência de calor e outros para solução de problemas em sólidos. utilities : são módulos que são incorporados ao módulo principal para realizar tarefas de pré-processamento e pós-processamento, que vão de uma simples manipulação de dados à visualização e construção e processamento de malhas. Como no caso dos solvers o OpenFoam também disponibiliza uma grande quantidade de utilities para uma série de aplicações. Nome do solver Módulo principal do solver Módulos auxiliares do solver Módulo que faz a compilação do solver Figura 1 Organização esquemática de um solver do OpenFoam. A outra parte da estrutura do OpenFoam é chamada de run. Dentro deste arquivo aparecem os casos que o usuário esta resolvendo, que podem ser chamados de case. Um case é composto basicamente por três arquivos: que são system, constant e time directories. No arquivo system aparecem módulos que se comunicam com o solver, fornecendo a ele informações sobre o tempo no processamento, esquemas de discretização e controle do algoritmo. No arquivo constant aparecem módulos que se comunicam com o solver fornecendo informações sobre a malha e informações sobre as propriedades físicas do caso estudado. Já no arquivo time directories, aparecem módulos que fornecem ao solver informações sobre as condições de contorno e iniciais do caso. Um case fica organizado conforme a Figura 2. 5

5 Figura 2 Esquema de organização de um case no OpenFoam. O livre acesso ao código, que fornece ao usuário a oportunidade de analisar e estudar o algoritmo e, se necessário, alterar ou criar um novo código; as ferramentas gratuitas de geração de malha e visualização de dados incorporados ao pacote; a generalidade da malha (estruturada ou nãoestruturada), a possibilidade de importar malhas de outros programas (gratuitos e comerciais); a possibilidade de interação direta com os desenvolvedores do pacote OpenFoam (em listas de discussão em inglês na internet),; a ampla faixa de aplicações na engenharia; a possibilidade de multi-plataforma (Linux, Solaris, MacOS, Linux 64 bits, etc); a possibilidade de executar simulações de grande porte em um cluster de computadores; implementações cada vez mais eficientes de paralelismoalém de ferramentas de exportação de resultados para visualização em outros programas gráficos são características que fazem com que cada vez mais a comunidade acadêmica junte-se ao uso do OpenFoam. Logo, o OpenFoam, como na sua origem, tende a ser desenvolvido pelo meio acadêmico e está sempre na vanguarda do desenvolvimento de técnicas numéricas, tais como: geração de malha, métodos de discretização, solução de sistemas, visualização, etc. TRANSFERÊNCIA DE CALOR Na resolução de problemas de engenharia necessita-se, muitas vezes a realização de análise térmica. Para tal análise faz-se necessário conhecer o perfil da distribuição de temperatura na geometria do meio material estudado. A distribuição de temperatura surge em virtude dos fenômenos envolvidos na transferência de calor. Segundo Incropera et al. (1998), a transferência de calor em um meio material ou entre diferentes meios materiais se define pela energia em trânsito devido a uma diferença de temperatura. Incropera et al. (1998) define que podem-se observar três modos de 6

6 transferência de calor, sendo elas: condução, convecção e radiação. Esta revisão abordará considerações sobre o modo de transferência de calor por condução. De acordo com Incropera et al. (1998) a condução de calor acontece em um meio estacionário, sólido ou fluido, quando existe um gradiente de temperatura neste meio. Este processo pode ser visto como resultado da vibração atômica e molecular e é caracterizada pela transferência de energia de uma partícula mais energética para uma partícula com menor energia. A condução de calor pode ser quantificada pela Lei de Fourier. Segundo Incropera et al. (1998) a Lei de Fourier estabelece que o fluxo de calor no material seja proporcional à temperatura, ou seja: q x T A x (1) onde, q x é o fluxo de calor na direção x por unidade de área, A é a área e T x é a variação da temperatura em relação a direção x. Convertendo a proporcionalidade dada pela Equação 1 em uma igualdade, considerando uma constante característica do material, denominada Condutividade Térmica ( k ). Define-se as Equações das Taxas de Transferência de Calor por condução, dada pela seguinte equação: onde, dt q x k dx x = (2) q é taxa de transferência de calor na direção x por unidade de área, k é a condutividade térmica e dt dx é o gradiente de temperatura. A condutividade térmica é uma propriedade importante nas análises térmicas, que se define como o fenômeno segundo o qual o calor é transportado de uma região mais quente para uma mais fria do material. O sinal de menos na Equação 2 é consequência do fato de que o calor é transferido no mesmo sentido da diminuição da temperatura [INCROPERA et al., 1998]. Dentro de um meio material a transferência de calor deve satisfazer a primeira Lei da Termodinâmica ou a Lei da Conservação de Energia, isto é: W & = Q& + U& (3) onde, W & é o trabalho externo realizado sobre o meio material, Q & é quantidade de calor interno e U & é a variação da energia interna. Algumas simplificações na Equação 3 podem ser feitas dependendo da análise que se pretende fazer. Assumindo, por exemplo, que o trabalho externo realizado sobre o meio material seja zero, isto é, W & = 0 e que a variação da energia interna seja dependente somente da temperatura, temse a equação: 7

7 d Q & = U& = ( cpmt ) dt (4) onde, T a temperatura, t é o tempo, c P calor específico em pressão constante e m é a massa específica do meio material. A quantidade total de calor interno Q &, que aparece na Equação 4, pode ser escrito através do gradiente de temperatura mais a geração de calor interno q&, definindo assim a Equação da Difusão do Calor, que para o caso tridimensional e em coordenadas retangulares, fica: k x x T x + k y y T y + k z z T z + q& = ( ρ cpt ) (5) t onde, ρ é a massa específica do material, k x, k y e k z são as condutividades térmicas em cada direção do meio material e c P é o calor específico, que representa a capacidade calorífica por unidade de massa. A partir da solução da Equação 5 pode-se obter a distribuição da temperatura [INCROPERA et al., 1998]. MÉTODO DOS VOLUMES FINITOS O estudo científico tem como meta aprofundar o conhecimento teórico e prático de um determinado fenômeno, de modo a entender as suas possíveis variações. A complexidade de um fenômeno é o que define a quantidade de tempo e o valor financeiro que se deve gastar para que se tenha um maior entendimento do mesmo. Para isso o engenheiro ou pesquisador tem normalmente a disposição três abordagens para analisar um determinado fenômeno, que são: Métodos Experimentais (empírico), Métodos Analíticos (modelamento matemático) e Métodos Numéricos (computacionais). Os métodos numéricos ou computacionais resolvem problemas complexos, ou seja, podem ser consideradas condições de contorno gerais e com a vantagem da velocidade no processamento das informações, reduzindo o custo e o tempo do projeto. Por isso, os métodos numéricos vêm ganhando muito espaço no meio científico e industrial. Entretanto, em uma solução numérica, deve-se aceitar como uma das hipóteses que a solução do problema será calculada com um número discreto de pontos, isto é, um número finito de pontos, e em virtude dessa condição a solução terá um determinado erro, que pode ser controlado a partir desta quantidade de pontos discretos. Quanto maior for essa quantidade de pontos mais perto da solução analítica ficará a solução numérica. Porém, quanto maior o número de pontos, maior será o número de variáveis e maior será o número de equações. Portanto, maior será o esforço computacional para obter uma solução satisfatória. Dentre os métodos numéricos, os mais comuns e tradicionais, que são utilizados para resolver as equações diferenciais que modelam matematicamente os problemas da engenharia, são: Método dos Volumes Finitos (MVF), Método das Diferenças Finitas (MDF), Método dos Elementos Finitos (MEF) e o Método dos Elementos de Contorno (MEC). No desenvolvimento deste trabalho será utilizado o Método dos Volumes Finitos. 8

8 Segundo Maliska (2004), o MVF surgiu no início da década de 1970 e rapidamente adquiriu status de principal método numérico aplicado a dinâmica dos fluidos e transferência de calor. A característica do MVF, que chamou a atenção dos pesquisadores, foi à possibilidade de associar a interpretação física do fenômeno estudado com a matemática envolvida nas equações representativas desses fenômenos, pois, o MVF satisfaz a conservação das propriedades avaliadas tanto a nível discreto como a nível global, por ser aplicado a um volume de controle. A forma de obter as equações aproximadas no MVF, de acordo com Maliska (2004), pode seguir dois caminhos diferentes, porém, que levam a mesma equação discretizada. O primeiro aplica o balanço da propriedade de interesse sobre o volume de controle e o segundo se dá através da integração no tempo e no espaço da equação diferencial na forma conservativa, que representa o fenômeno analisado, sobre o volume de controle. Um aspecto importante na obtenção das equações discretizadas é a escolha da posição do ponto computacional em relação aos pontos da malha utilizada. O ponto computacional é o ponto onde as incógnitas ou variáveis do problema ficam armazenadas. De acordo com Maliska (2004), no posicionamento do ponto computacional no MVF podem-se seguir duas abordagens diferentes. Para ilustrar os dois tipos de abordagens na definição do ponto computacional, considere a Figura 3. A primeira abordagem considera o ponto computacional coincidindo com os pontos da malha. Isto é, no vértice da figura geométrica plana que pode ser formado com os pontos da malha, para a malha considerada têm-se triângulos. Está abordagem é chamada de Centrada no Vértice (em Inglês, cell vertex) e está mostrada na Figura 3(a). Pode-se perceber que o volume de controle (área sombreada) é formado ao redor deste ponto. Na Figura 3(b) o ponto computacional está em uma posição diferente, isto é, no centro dos triângulos que podem ser formados com os pontos da malha, fazendo com que o volume de controle seja, exatamente, esses triângulos. Esta abordagem é chamada de Centrada no Volume (em Inglês, cell center). Segundo Endre (ENDRE, S., 1992), a abordagem por Centrada no Volume tornou-se popular a partir dos trabalhos de A. Jameson, enquanto a abordagem Centrada no Vértice surgiu a partir do trabalho de R.H. Ni. Ambas as abordagens podem ser utilizadas em malhas estruturadas ou não-estruturadas, de acordo com a escolha do pesquisador. Volume de Controle Ponto Computacional a) b) Figura 3 (a) Centrada no Vértice; (b) Centrada no Volume. (MALISKA, C.R., 2004). 9

9 3. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO ETAPA OU FASE DO PROJETO CRONOGRAMA DE ATIVIDADES Atividades Mês Revisão teórica sobre transferência de calor. X 2 Revisão teórica sobre o método dos volumes finitos. X 3 Revisão teórica sobre OpenFoam. X X 4 Revisão teórica sobre Linux. X 5 Instalação do OpenFoam X X X 6 Resolução da equação da difusão do calor. X X 7 Escrever o relatório sobre a pesquisa. X X 4. REFERÊNCIAS OPENFOAM The Open Source CFD Toolbox, Programmer s Guide; Versão 1.6, acessado: setembro, OPENFOAM The Open Source CFD Toolbox, User Guide, acessado: outobro, INCROPERA, Frank P. e DEWITT, David P., Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. Editora: LCT. Rio de Janeiro, MALISKA, C.R., Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. Editora: LCT, Rio de Janeiro, ENDRE, S., The Accuracy of Cell Vertex Finite Volume Method on Quadrilateral Meshes. Mathematics of Computation, 1992, 59, number 200, p

10 5. RESUMO DO ORÇAMENTO: CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA FERJ Contrapartida (quando houver parcerias) Total R$ Elementos de Despesa Quantidade Preço Unitário R$ Quantidade Preço Unitário R$ Participação em eventos Passagens e Despesa de Locomoção Material de Consumo ( descrever todos os itens ex: Papel A4, disquetes,etc..) Aquisição de Livros Cópias monocromáticas, fotocópia colorida, fotos aéreas, mapas, plotagens, cópias em metro. Equipamentos e Material Permanente , ,00 Outros ( Descrever conforme padrão) Total do Projeto 1000,00 6. EQUIPE 11

11 Professor Doutor Marcelo Matos Martins CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Possui Doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (2012), com estágio de doutorado Sanduíche na University College Dublin na República da Irlanda (2010), Mestrado em Ciências e Engenharia dos Materiais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2006), Especialização em Educação pela Universidade da Região de Joinville(2001) e graduação em Matemática pela Universidade da Região de Joinville (1997). Área de pesquisa é a simulação numérica em mecânica computacional. Atualmente, está vinculado como professor de ensino superior no Centro Universitário Católica de Santa Catarina - Joinville. Experiência na área de educação lecionando no ensino médio a disciplina de matemática e no ensino superior às disciplinas de Cálculo diferencial e Integral, Álgebra, Geometria Analítica, Cálculo Numérico, Fenômenos de Transporte, Ciência e Tecnologia dos Materiais, Mecânica dos Sólidos Computacional e Mecânica dos Fluidos Computacional. Professor Doutor Dianclen do Rosário Irala Possui Doutorado em Física de Plasmas pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (2013), Mestrado em Ciência e Engenharia de Materiais (2007) e Graduação em Licenciatura Plena em Física (2005), ambos pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Possui experiência em Física de Plasmas, nas áreas de Nitretação a plasma, Deposição de filmes finos por pulverização catódica e na Síntese de materiais fotocatalíticos obtidos por tecnologia de plasma. É professor das disciplinas de Física I, II e III, Física Experimental, Óptica, Física Aplicada e Mecânica dos Sólidos. Importante: Anexar Currículo Lattes 1 (atualizado nos últimos 06(seis) meses), completo para toda a equipe envolvida no projeto. Texto limitado em 01 página 12

, de de 2014 FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.

, de de 2014 FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Engenharia Curso (s) : Engenharia Mecânica Nome do projeto: Introdução ao Software OpenFoam

Leia mais

Como aprimorar o uso de softwares livres no ensino de Engenharia Química

Como aprimorar o uso de softwares livres no ensino de Engenharia Química Como aprimorar o uso de softwares livres no ensino de Engenharia Química Ana Letícia Rabelo Ciscotto, Carla Brandão Taroni, Elena de Figueiredo Cabral, Isabel Carneiro Baeta Pereira, Luciano Gonçalves

Leia mais

Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Sistemas de Informação

Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Sistemas de Informação FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Sistemas de Informação Curso (s) : Bacharel em Sistemas de Informação Nome do projeto:

Leia mais

Aplicativo visual para problemas de transferência de calor 1

Aplicativo visual para problemas de transferência de calor 1 Artigos Aplicativo visual para problemas de transferência de calor 1 Lin Chau Jen, Gerson Rissetti, André Guilherme Ferreira, Adilson Hideki Yamagushi, Luciano Falconi Coelho Uninove. São Paulo SP [Brasil]

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO COMPUTER AIDED ENGINEERING - CAE FABIANO RAMOS DOS SANTOS SERGIO DA COSTA FERREIRA

Leia mais

USO DO SOFTWARE LIVRE APLICADO À ENGENHARIA QUÍMICA

USO DO SOFTWARE LIVRE APLICADO À ENGENHARIA QUÍMICA USO DO SOFTWARE LIVRE APLICADO À ENGENHARIA QUÍMICA Ana Paula Salum Duarte, Manolo Horta Barbosa Orellana, Renato Prates de Oliveira Campos Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Minas

Leia mais

AVALIAÇÃO DO ESCOAMENTO DE FLUIDOS INCOMPRESSÍVEIS EM TUBULAÇÕES USANDO CFD

AVALIAÇÃO DO ESCOAMENTO DE FLUIDOS INCOMPRESSÍVEIS EM TUBULAÇÕES USANDO CFD AVALIAÇÃO DO ESCOAMENTO DE FLUIDOS INCOMPRESSÍVEIS EM TUBULAÇÕES USANDO CFD 1 Délio Barroso de Souza, 2 Ulisses Fernandes Alves, 3 Valéria Viana Murata 1 Discente do curso de Engenharia Química 2 Bolsista

Leia mais

Eixo Temático ET-09-009 - Energia ESTUDO DA TERMOFLUIDODINÂMICA DE UM SECADOR SOLAR DE EXPOSIÇÃO DIRETA: MODELAGEM E SIMULAÇÃO

Eixo Temático ET-09-009 - Energia ESTUDO DA TERMOFLUIDODINÂMICA DE UM SECADOR SOLAR DE EXPOSIÇÃO DIRETA: MODELAGEM E SIMULAÇÃO 426 Eixo Temático ET-09-009 - Energia ESTUDO DA TERMOFLUIDODINÂMICA DE UM SECADOR SOLAR DE EXPOSIÇÃO DIRETA: MODELAGEM E SIMULAÇÃO Maria Teresa Cristina Coelho¹; Jailton Garcia Ramos; Joab Costa dos Santos;

Leia mais

RESISTÊNCIA DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA QUÍMICA AO SOFTWARE LIVRE

RESISTÊNCIA DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA QUÍMICA AO SOFTWARE LIVRE RESISTÊNCIA DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA QUÍMICA AO SOFTWARE LIVRE Victor Freire de Oliveira, Rafael Yien Huei Wu, Luiz Gustavo Pimenta Martins, Ana Sílvia Pereira Gonçalves, Guilherme Marques Rodrigues.

Leia mais

CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS

CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS Este curso se restringirá às discussões dos princípios básicos das ciências térmicas, que são normalmente constituídas pela termodinâmica,

Leia mais

HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA

HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA 1º A 2016 Noturno Central 1S/2016 Introdução à Engenharia de Controle à Automação Lógica e Matemática Discreta Física Geral Física Geral Fundamentos de Cálculo Lógica e Matemática Discreta Algoritmos e

Leia mais

DINÂMICA DOS FLUIDOS COMPUTACIONAL. CFD = Computational Fluid Dynamics

DINÂMICA DOS FLUIDOS COMPUTACIONAL. CFD = Computational Fluid Dynamics DINÂMICA DOS FLUIDOS COMPUTACIONAL CFD = Computational Fluid Dynamics 1 Problemas de engenharia Métodos analíticos Métodos experimentais Métodos numéricos 2 Problemas de engenharia FENÔMENO REAL (Observado

Leia mais

Prof. Eduardo Loureiro, DSc.

Prof. Eduardo Loureiro, DSc. Prof. Eduardo Loureiro, DSc. Transmissão de Calor é a disciplina que estuda a transferência de energia entre dois corpos materiais que ocorre devido a uma diferença de temperatura. Quanta energia é transferida

Leia mais

EDITAL PI IPCIT - Nº001/2012 - PRPPGI/IFAM PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INCENTIVO À PESQUISA CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PI-IPCIT

EDITAL PI IPCIT - Nº001/2012 - PRPPGI/IFAM PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INCENTIVO À PESQUISA CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PI-IPCIT EDITAL PI IPCIT - Nº001/2012 - PRPPGI/IFAM PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INCENTIVO À PESQUISA CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PI-IPCIT PROJETOS DE PESQUISA CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DO IFAM Maio

Leia mais

Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Engenharias

Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Engenharias FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Engenharias Curso (s) : Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica

Leia mais

Disciplina : Termodinâmica. Aula 5 ANÁLISE DA MASSA E ENERGIA APLICADAS A VOLUMES DE CONTROLE

Disciplina : Termodinâmica. Aula 5 ANÁLISE DA MASSA E ENERGIA APLICADAS A VOLUMES DE CONTROLE Curso: Engenharia Mecânica Disciplina : Aula 5 ANÁLISE DA MASSA E ENERGIA APLICADAS A VOLUMES DE CONTROLE Prof. Evandro Rodrigo Dário, Dr. Eng. Vazão mássica e vazão volumétrica A quantidade de massa que

Leia mais

PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS CNPQ/IFTM MODALIDADE GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO EXTERIOR

PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS CNPQ/IFTM MODALIDADE GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO EXTERIOR INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS CNPq/IFTM PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS CNPQ/IFTM MODALIDADE

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE CMP1280/CMP1250 Prof. Me. Fábio Assunção Introdução à Engenharia de Software SOFTWARE Programa de computador acompanhado dos dados de documentação e configuração

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PLANO DE ENSINO Ano Semestre letivo 2015 02 1. Identificação Código 1.1 Disciplina: Simulações Computacionais no Ensino

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 4 DE JANEIRO DE 205 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Projeto BRA/07/004 Seleciona: Consultor para identificação das melhores

Leia mais

EDITAL FORTIS 01/2013. FORTIS - Programa de Apoio aos Cursos Três e Quatro da UFV. Parceria UFV / FAPEMIG

EDITAL FORTIS 01/2013. FORTIS - Programa de Apoio aos Cursos Três e Quatro da UFV. Parceria UFV / FAPEMIG 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Campus Universitário - Viçosa, MG 36570 000 Tel: 31 3899-1480 Fax: 31 3899-2148 secretaria.ppg@ufv.br EDITAL

Leia mais

Ajuste dos Parâmetros de um Controlador PI em uma Coluna de Destilação Binária

Ajuste dos Parâmetros de um Controlador PI em uma Coluna de Destilação Binária Ajuste dos Parâmetros de um Controlador PI em uma Coluna de Destilação Binária Marina Roberto Martins 1*, Fernando Palú 1 (1) Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Curso de Engenharia Química. e-mail:

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Curso (s) :Engenharia Mecânica Nome do projeto: Modelagem matemática e validação experimental

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS EDITAL DE SELEÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO IEAV- 03/2015

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS EDITAL DE SELEÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO IEAV- 03/2015 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS EDITAL DE SELEÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO IEAV- 03/2015 A UNIÃO, por intermédio do Ministério da Defesa, neste ato

Leia mais

Comportamento Dinâmico do Sistema Térmico de uma Caldeira Genérica

Comportamento Dinâmico do Sistema Térmico de uma Caldeira Genérica Comportamento Dinâmico do Sistema Térmico de uma Caldeira Genérica Luiz Felipe da S. Nunes Fábio P. de Araújo Paulo Renato G. de Souza Resumo O presente trabalho consiste em análise computacional do sistema

Leia mais

LCAD. Introdução ao Curso de Métodos Numéricos I. LCAD - Laboratório de Computação de Alto Desempenho

LCAD. Introdução ao Curso de Métodos Numéricos I. LCAD - Laboratório de Computação de Alto Desempenho LCAD - Laboratório de Computação de Alto Desempenho LCAD Introdução ao Curso de Métodos Numéricos I Lucia Catabriga Departamento de Informática CT/UFES Processo de Solução Fenômeno Natural Modelo Matemático

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros FACIT, no uso de suas atribuições regimentais, considerando

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE M I N UT A EDITAL FOPIN 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE M I N UT A EDITAL FOPIN 2015 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE M I N UT A INSTRUÇÃO DE SERVIÇO PROPPI N o 06 de 09 de Julho de 2015 EDITAL FOPIN 2015 PROGRAMA DE FOMENTO À PESQUISA DAS

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTÁGIO PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - PMEs SANTANDER UNIVERSIDADES

PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTÁGIO PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - PMEs SANTANDER UNIVERSIDADES PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTÁGIO PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - PMEs SANTANDER UNIVERSIDADES A Pró-Reitora de Assuntos Estudantis, no uso de suas atribuições, torna público o presente Edital contendo as normas

Leia mais

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO TECNOLÓGICA CHAMADA 04/11

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO TECNOLÓGICA CHAMADA 04/11 REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO TECNOLÓGICA CHAMADA 04/11 A Fundação de Apoio ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas FIPT, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com

Leia mais

Programa Institucional de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI/INTA/CNPq) EDITAL 2014-2015

Programa Institucional de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI/INTA/CNPq) EDITAL 2014-2015 PRÓ-DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Programa Institucional de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI/INTA/CNPq) EDITAL 2014-2015 A Pró-Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação

Leia mais

Edital PIICT / CNPq / Fucapi 2015-2016

Edital PIICT / CNPq / Fucapi 2015-2016 Fundação Centro de Análise Pesquisa e Inovação Tecnológica FUCAPI Faculdade Fucapi Instituto de Ensino Superior Fucapi Coordenação de Pesquisa CPESQ Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica

Leia mais

OBSERVAÇÃO Os diplomas obtidos no exterior somente serão aceitos se possuírem reconhecimento consular.

OBSERVAÇÃO Os diplomas obtidos no exterior somente serão aceitos se possuírem reconhecimento consular. Reconhecimento Homologado pelo CNE Portaria n 1045, de 18.08.2010, publicado no Diário Oficial da União em 19.08.2010. Reconhecimento: Decreto Estadual Nº 1.257, de 20.11.2012, publicado no Diário Oficial

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE EDITAL PROPEG Nº 010/2011 PROCESSO DE SELEÇÃO PARA O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA, INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA A A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Acre em associação

Leia mais

Avaliação de modelos numéricos de CFD para o estudo do escoamento de água da piscina do RMB

Avaliação de modelos numéricos de CFD para o estudo do escoamento de água da piscina do RMB 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 Avaliação de modelos numéricos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉRMICA DE ISOLAMENTOS EM AQUECIMENTO E RESFRIAMENTO

Leia mais

ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA

ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA INTRODUÇÃO O projeto de um banco de dados é realizado sob um processo sistemático denominado metodologia de projeto. O processo do

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Colegiado de Sistemas de Informação Curso (s) : Bacharelado em Sistemas de Informação

Leia mais

INSTITUTO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DE COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES AOS PROCESSOS SELETIVOS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DE COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES AOS PROCESSOS SELETIVOS INSTITUTO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DE COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES AOS PROCESSOS SELETIVOS nº045/2015 PROGRAMA DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E MATEMÁTICA COMPUTACIONAL

Leia mais

MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 108/2010

MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 108/2010 MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 108/2010 EMENTA: Estabelece o Currículo do Curso de Graduação em Engenharia Mecânica - Niterói O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA

Leia mais

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS 769 SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS Mateus Neves de Matos 1 ; João Carlos Nunes Bittencourt 2 ; DelmarBroglio Carvalho 3 1. Bolsista PIBIC FAPESB-UEFS, Graduando em Engenharia de

Leia mais

Simulação Numérica do Aquecimento de Água Utilizando-se um Cilindro Ferromagnético

Simulação Numérica do Aquecimento de Água Utilizando-se um Cilindro Ferromagnético Simulação Numérica do Aquecimento de Água Utilizando-se um Cilindro Ferromagnético Paulo Tibúrcio Pereira, Universidade Federal de São João Del Rei UFSJ Engenharia de Telecomunicações 36420-000, Ouro Branco,

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS EDITAL DE SELEÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO IEAV- 01/2015

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS EDITAL DE SELEÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO IEAV- 01/2015 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS EDITAL DE SELEÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO IEAV- 01/2015 A UNIÃO, por intermédio do Ministério da Defesa, neste ato

Leia mais

EDITAL BOLSA GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO EXTERIOR (SWG) CNPq 001/2011 PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRA - PERÍODO 2012/2013

EDITAL BOLSA GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO EXTERIOR (SWG) CNPq 001/2011 PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRA - PERÍODO 2012/2013 EDITAL BOLSA GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO EXTERIOR (SWG) CNPq 001/2011 PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRA - PERÍODO 2012/2013 O Centro Universitário de Franca Uni-FACEF, por meio de Coordenação e Comitê Institucional

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA - 2013

PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA - 2013 PROGRAMAÇÃO DA 3ª ETAPA - 2013 FÍSICA CARLOS 3ª MÉDIO Srs. pais ou responsáveis, caros alunos, Encaminhamos a Programação de Etapa, material de apoio para o acompanhamento dos conteúdos e habilidades que

Leia mais

MDF: Conceitos Básicos e algumas Aplicações na Engenharia Estrutural

MDF: Conceitos Básicos e algumas Aplicações na Engenharia Estrutural Universidade Federal de São João Del-Rei MG 6 a 8 de maio de 00 Associação Brasileira de Métodos Computacionais em Engenharia MDF: Conceitos Básicos e algumas Aplicações na Engenharia Estrutural L. R.

Leia mais

3. Dos requisitos do Supervisor (Orientador). docente permanente

3. Dos requisitos do Supervisor (Orientador). docente permanente UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS EDITAL Nº 03 DE 05 DE NOVEMBRO DE 2015 O Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

CHAMADA DINTER ITA/IFG

CHAMADA DINTER ITA/IFG CHAMADA DINTER ITA/IFG A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (ProPG) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) torna público o processo para seleção de docentes, de seu

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA 2015

CHAMADA PÚBLICA 2015 EDITAL - N º 30/PROPPI/2015 CHAMADA PÚBLICA 2015 PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS TÉCNICOS COM FINALIDADE DIDÁTICO- PEDAGÓGICA EM CURSOS REGULARES NO EXECUÇÃO: SETEMBRO À DEZEMBRO DE 2015

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO NODAL NA SIMULAÇÃO DE PROCESSOS TÉRMICOS

A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO NODAL NA SIMULAÇÃO DE PROCESSOS TÉRMICOS A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO NODAL NA SIMULAÇÃO DE PROCESSOS TÉRMICOS C. R. RODRIGUES VELOSO 1, R. GEDRAITE 2 1 Bolsista PIBIC FAPEMIG/UFU, discente do curso de Engenharia Química 2 Professor da Faculdade de

Leia mais

EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PPGEM 2015-02

EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PPGEM 2015-02 EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PPGEM 2015-02 RESUMO DO EDITAL Ano: 2015 Semestre: 02 Coordenador do Programa: Edson José Soares Data do edital (por extenso): 22 de junho de 2015 Período de inscrições: 21

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS (CCT) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA (PPGF)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS (CCT) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA (PPGF) Reconhecimento MEC Portaria n 524, de 29.04.2008, publicado no Diário Oficial da União em 30.04.2008. Reconhecido pelo Decreto Estadual n 1.649 de 25.08.2008, publicado no Diário Oficial do Estado de Santa

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação 2013 163. FÍSICA Licenciatura. COORDENADOR Orlando Pinheiro da Fonseca Rodrigues ofonseca@ufv.br

UFV Catálogo de Graduação 2013 163. FÍSICA Licenciatura. COORDENADOR Orlando Pinheiro da Fonseca Rodrigues ofonseca@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2013 163 FÍSICA Licenciatura COORDENADOR Orlando Pinheiro da Fonseca Rodrigues ofonseca@ufv.br 164 Currículos dos Cursos UFV Licenciatura (Integral) ATUAÇÃO O curso de graduação

Leia mais

1. Objectivo Durante uma experiência, medem-se certas variáveis, ex.: concentrações, pressões, temperaturas,

1. Objectivo Durante uma experiência, medem-se certas variáveis, ex.: concentrações, pressões, temperaturas, MODELAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS CINÉTICOS FILIPE GAMA FREIRE 1. Objectivo Durante uma experiência, medem-se certas variáveis, ex.: concentrações, pressões, temperaturas, etc. a que chamaremos y

Leia mais

Desenvolvimento de um gerador de malhas para o estudo do escoamento transônico em um aerofólio

Desenvolvimento de um gerador de malhas para o estudo do escoamento transônico em um aerofólio Desenvolvimento de um gerador de malhas para o estudo do escoamento transônico em um aerofólio Leo Moreira Lima. ITA Instituto tecnológico de Aeronáutica, São José dos Campos, SP, 12228-900, Brasil. Bolsista

Leia mais

EDITAL 05/12 Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica

EDITAL 05/12 Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica EDITAL 05/12 Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica PROCESSO DE SELEÇÃO PARA BOLSAS DE PESQUISA CONVÊNIO ELETROBRÁS APC/PUCPR (ECV 283/11 - Aditivo) APRESENTAÇÃO O Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS SELEÇÃO INTERNA

Leia mais

MANUAL DE PESQUISA & DESENVOLVIMENTO Eletrobras Distribuição Alagoas

MANUAL DE PESQUISA & DESENVOLVIMENTO Eletrobras Distribuição Alagoas MANUAL DE PESQUISA & DESENVOLVIMENTO Eletrobras Distribuição Alagoas Versão 4.0 MARÇO/2011 1. INTRODUÇÃO A ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS deve aplicar anualmente 0,2% (zero vírgula dois por cento) de

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

EDITAL PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA SEMESTRE 2015/2

EDITAL PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA SEMESTRE 2015/2 Admissão EDITAL PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA SEMESTRE 2015/2 A admissão no PPGEQ da UFRGS é feita em duas etapas: inscrição e seleção. 1 INSCRIÇÃO As inscrições para

Leia mais

Software para especificação de motores de indução trifásicos

Software para especificação de motores de indução trifásicos Instituto Federal Sul-riograndense Campus Pelotas - Curso de Engenharia Elétrica Software para especificação de motores de indução trifásicos Disciplina: Projeto Integrador III Professor: Renato Neves

Leia mais

Fenômenos de Transporte

Fenômenos de Transporte Fenômenos de Transporte Prof. Leandro Alexandre da Silva Processos metalúrgicos 2012/2 Fenômenos de Transporte Prof. Leandro Alexandre da Silva Motivação O que é transporte? De maneira geral, transporte

Leia mais

EDITAL Nº 035-2011/PROPP/UEMS Programa - CsF-SWG /CNPq

EDITAL Nº 035-2011/PROPP/UEMS Programa - CsF-SWG /CNPq EDITAL Nº 035-2011/PROPP/UEMS Programa - CsF-SWG /CNPq SELEÇÃO DE ALUNOS AO PROGRAMA INSTITUCIONAL CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS BOLSAS SANDUÍCHE NA GRADUAÇÃO CsF-SWG /CNPq 1. OBJETO A Pró-Reitora de Pesquisa

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 40/2012, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 40/2012, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2012 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 40/2012, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2012 Dispõe sobre a regulamentação do programa institucional

Leia mais

PACOTE SOLIDWORKS SIMULATION SOLUÇÕES DE ENGENHARIA 3D

PACOTE SOLIDWORKS SIMULATION SOLUÇÕES DE ENGENHARIA 3D PACOTE SOLIDWORKS SIMULATION SOLUÇÕES DE ENGENHARIA 3D PROJETO E ENGENHARIA 3D ORIENTADOS POR SIMULAÇÃO Fábricas de todos os setores tornaram a simulação virtual 3D uma ferramenta de engenharia valiosa

Leia mais

FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO

FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO Protocolo 026/2010 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO 1. Instruções 1 Deverão ser entregues 2 (duas) cópias impressas e 1 (uma) cópia via e-mail (na extensão.doc), encaminhados

Leia mais

1. OBJETIVO 2. APRESENTAÇÃO E ENVIO DAS PROPOSTAS

1. OBJETIVO 2. APRESENTAÇÃO E ENVIO DAS PROPOSTAS 1. OBJETIVO O Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) visa propiciar a formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras, com vistas a

Leia mais

AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP.

AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP. AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP. Luan de Souza Melo (Fundação Araucária), André Luís Andrade Menolli (Orientador), Ricardo G. Coelho

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR (Currículo 2006.2) Agosto de 2010 Hodiernamente não mais se concebe que a formação do futuro profissional

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIÂNGULO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIC

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIÂNGULO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIC EDITAL N. º 01/2014 Convocação de Projetos de Pesquisa para Programa de Iniciação Científica Unitri A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (PPPGE) torna público o presente Edital de âmbito

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros FACIT, no uso de suas atribuições regimentais, considerando que o projeto dos cursos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Curso (s) : Ciências Contábeis Nome do projeto: LEVANTAMENTO E APLICAÇÃO DO OS MÉTODOS

Leia mais

Modelagem e Simulação Material 02 Projeto de Simulação

Modelagem e Simulação Material 02 Projeto de Simulação Modelagem e Simulação Material 02 Projeto de Simulação Prof. Simão Sirineo Toscani Projeto de Simulação Revisão de conceitos básicos Processo de simulação Etapas de projeto Cuidados nos projetos de simulação

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às

Leia mais

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS O documento que serviu de base para a análise a seguir é o denominado "Diretrizes Curriculares

Leia mais

EDITAL PIBIC / CNPq/ UFF 2014/2015

EDITAL PIBIC / CNPq/ UFF 2014/2015 EDITAL PIBIC / CNPq/ UFF 2014/2015 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação PROPPI torna públicas as normas para apresentação de propostas

Leia mais

PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS

PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO PARA AUTOMATIZAR O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO A LINGUAGEM C#.NET

Leia mais

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS Dr. André Ricardo Magalhães andrerm@gmail.com Universidade do Estado da Bahia Brasil Modalidade: Comunicação Breve Nível

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Tecnologia

Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Tecnologia Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO PARA O CURSO DE DOUTORADO EM TECNOLOGIA 1 o SEMESTRE/2016 Implementado em 2009, o Programa de Pós-graduação

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA 2014

CHAMADA PÚBLICA 2014 EDITAL N º 34/PROPPI/2014 CÂMPUS URUPEMA CHAMADA PÚBLICA 2014 PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS TÉCNICOS COM FINALIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA EM CURSOS REGULARES NO CÂMPUS URUPEMA EXECUÇÃO:

Leia mais

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 ME262

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 ME262 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS (CTG) DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA (DEMEC) MECÂNICA DOS FLUIDOS ME6 Prof. ALEX MAURÍCIO ARAÚJO (Capítulo 5) Recife - PE Capítulo

Leia mais

Interface gráfica para compiladores gratuitos baseados em linha de comando disponíveis na internet

Interface gráfica para compiladores gratuitos baseados em linha de comando disponíveis na internet 1. Autores Interface gráfica para compiladores gratuitos baseados em linha de comando disponíveis na internet Luciano Eugênio de Castro Barbosa Flavio Barbieri Gonzaga 2. Resumo O custo de licenciamento

Leia mais

EDITAL DE BOLSAS DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

EDITAL DE BOLSAS DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL DE BOLSAS DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Rubens Guilhemat, Secretário Geral do Centro Universitário Sant Anna, no uso de suas atribuições torna público o presente EDITAL que regerá o Processo

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

REGULAMENTO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS REGULAMENTO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS Agosto/2013 1 REGULAMENTO INSTITUCIONAL PARA O PROGRAMA - CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS - 1- OBJETIVOS DO PROGRAMA 1.1- O Programa Ciência sem Fronteiras objetiva propiciar

Leia mais

PESQUISA OPERACIONAL: UMA ABORDAGEM À PROGRAMAÇÃO LINEAR. Rodolfo Cavalcante Pinheiro 1,3 Cleber Giugioli Carrasco 2,3 *

PESQUISA OPERACIONAL: UMA ABORDAGEM À PROGRAMAÇÃO LINEAR. Rodolfo Cavalcante Pinheiro 1,3 Cleber Giugioli Carrasco 2,3 * PESQUISA OPERACIONAL: UMA ABORDAGEM À PROGRAMAÇÃO LINEAR 1 Graduando Rodolfo Cavalcante Pinheiro 1,3 Cleber Giugioli Carrasco 2,3 * 2 Pesquisador - Orientador 3 Curso de Matemática, Unidade Universitária

Leia mais

CARTA CONVITE FUnC 020/2014

CARTA CONVITE FUnC 020/2014 CARTA CONVITE FUnC 020/2014 A FUnC encaminha a presente Carta Convite, para se houver interesse, participar do processo de fornecimento dos seguintes materiais e serviços: ABERTURA DE PROPOSTAS PARA MONTAGEM

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Engenharia Mecânica

Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Engenharia Mecânica Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Engenharia Mecânica Analise de Tensões em Perfil Soldado Comparação de Resultados em Elementos Finitos Aluno: Rafael Salgado Telles Vorcaro Registro:

Leia mais

CAMPUS XANXERÊ CHAMADA PÚBLICA

CAMPUS XANXERÊ CHAMADA PÚBLICA EDITAL N º 26 /PROPPI/2015 CHAMADA PÚBLICA PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS TÉCNICOS COM FINALIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA EM CURSOS REGULARES NO PERÍODO DE EXECUÇÃO: JULHO A DEZEMBRO/2015

Leia mais

PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) TERMO DE REFERÊNCIA Perfil: TI - SEPNUM (Pleno) 1. HISTÓRICO No Brasil, o uso da informação meteorológica

Leia mais

EDITAL Nº 53/2012. Graduação Exigida. Ciência da Computação, Sistemas de Informação e afins. Ciência da. Computação, Sistemas de.

EDITAL Nº 53/2012. Graduação Exigida. Ciência da Computação, Sistemas de Informação e afins. Ciência da. Computação, Sistemas de. EDITAL Nº 53/2012 Processo Seletivo de Docentes para cursos da área de Tecnologia da Informação do Centro Universitário Estácio do Ceará. A REITORA do Centro Universitário Estácio do Ceará - Estácio FIC,

Leia mais

Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Bacharelado de Teologia

Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Bacharelado de Teologia FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Bacharelado de Teologia Curso (s) : Bacharelado de Teologia Nome do projeto: Histórico

Leia mais

Edital para Pleito a Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais PIBIC / FAPEMIG - 2015

Edital para Pleito a Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais PIBIC / FAPEMIG - 2015 Edital para Pleito a Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais PIBIC / FAPEMIG - 2015 1. Descrição Este programa procura desenvolver nos estudantes de graduação

Leia mais

Av. Itália, Km8 Campus Carreiros Rio Grande, RS Brasil 96201-900 fone: 53.32336772 e- mail:propesp@furg.br

Av. Itália, Km8 Campus Carreiros Rio Grande, RS Brasil 96201-900 fone: 53.32336772 e- mail:propesp@furg.br As Pró-reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP) e de Graduação (PROGRAD), no uso de suas atribuições, tornam público o edital de seleção interna para o Programa Ciência sem Fronteiras - Graduação

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

computador-cálculo numérico perfeita. As fases na resolução de um problema real podem, de modo geral, ser colocadas na seguinte ordem:

computador-cálculo numérico perfeita. As fases na resolução de um problema real podem, de modo geral, ser colocadas na seguinte ordem: 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Departamento de Matemática - CCE Cálculo Numérico - MAT 271 Prof.: Valéria Mattos da Rosa As notas de aula que se seguem são uma compilação dos textos relacionados na bibliografia

Leia mais

CAPÍTULO 6 CIRCUITOS SEQUENCIAIS IV: PROJETO DE REDES SEQUENCIAIS

CAPÍTULO 6 CIRCUITOS SEQUENCIAIS IV: PROJETO DE REDES SEQUENCIAIS 92 CAPÍTULO 6 CIRCUITOS SEQUENCIAIS IV: PROJETO DE REDES SEQUENCIAIS Sumário 6.. Introdução... 94 6... Máquina de Estados de Moore... 94 6..2. Máquina de Estados de Mealy... 95 6.2. Projeto de Redes Sequenciais...

Leia mais

curso de extensão Análise de Escoamentos através de Dinâmica dos Fluidos Computacional

curso de extensão Análise de Escoamentos através de Dinâmica dos Fluidos Computacional iesss - instituto de pesquisa, desenvolvimento e capacitação curso de extensão Análise de Escoamentos através de Dinâmica dos Fluidos Computacional curso de extensão instituto P&D Análise de Escoamentos

Leia mais